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O WhatsApp vai deixar de oferecer suporte a diversos modelos de celulares antigos a partir desta terça-feira (dia 1º). Os aparelhos impactados são aqueles que não atendem aos requisitos mínimos para rodar as versões mais recentes do aplicativo. A mudança afetará aparelhos com sistemas operacionais anteriores ao Android 5.0 ou ao iOS 15.1.
A decisão está em linha com a política de atualizações regulares da Meta, empresa dona do WhatsApp, que busca manter a segurança e o desempenho do aplicativo limitando seu funcionamento em dispositivos desatualizados ou vulneráveis, explicou a empresa ao Metro UK.
Confira os modelos afetados de cada uma das marcas
Samsung
Motorola
Sony
LG
Apple (com iOS 15.1 ou inferior)
Esses modelos, a maioria deles lançados há mais de 10 anos, não poderão mais abrir o aplicativo ou baixá-lo das lojas oficiais. Eles também não receberão mais atualizações de segurança e desempenho.
O que fazer para manter seu histórico e continuar usando o WhatsApp
A Meta anunciou que usuários com dispositivos afetados receberão notificações no aplicativo lembrando-os de atualizar o sistema operacional ou fazer upgrade para um novo aparelho.
Para evitar a perda de arquivos ou conversas, é recomendável fazer backup das mensagens. Para isso, acesse "Ajustes - Conversas - Backup" e siga os passos para fazer backup do histórico no Google Drive ou iCloud, dependendo do sistema operacional do dispositivo.
Como verificar a versão do sistema operacional
Para verificar se um telefone ainda é compatível com o WhatsApp , os usuários podem seguir estas etapas:
No Android: Configurações - Sobre o telefone - Versão do Android.
No iPhone: Ajustes - Geral - Sobre - Versão do software.
De acordo com o Metro UK , embora o número de pessoas afetadas não seja alto, elas são principalmente aquelas que conseguiram manter seus dispositivos em boas condições por uma década ou mais.
No entanto, riscos de segurança e falta de atualizações justificam , segundo a Meta, a cessação do suporte a esses modelos.

Desde que a Rússia deflagrou sua guerra contra a Ucrânia, em fevereiro de 2022, poucas questões têm sido tão urgentes para a Otan quanto a defesa de suas fronteiras no Leste Europeu.

Nos últimos três anos, cinco dos seis países da aliança militar que fazem fronteira com Rússia ou Belarus –Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia– fizeram investimentos significativos para proteger melhor essas fronteiras, por exemplo, com cercas e sistemas de vigilância.

Agora, há um novo plano em andamento: minas terrestres.

Esses cinco países da Otan anunciaram recentemente sua saída da Convenção de Ottawa, tratado internacional de 1997 que proíbe o uso, produção e transferência de minas antipessoais. A Noruega, que compartilha cerca de 200 quilômetros de fronteira com a Rússia, é a única que até agora quer seguir no acordo.

Com isso, Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia poderão reiniciar a produção e o armazenamento de minas antipessoais perto da fronteira a partir do final de 2025. Isso permitirá o uso rápido desses dispositivos em caso de emergência.

Durante este final de semana, circularam notícias de que a Ucrânia também deixará o acordo.


				Leste Europeu planeja nova 'cortina de ferro' contra Putin
Fronteira oeste da Rússia. — Foto: Gui Sousa/Editoria de Arte g1

Por que minas terrestres são condenadas internacionalmente

Minas antipessoais são extremamente controversas porque, uma vez deixadas para trás, elas ameaçam indiscriminadamente tanto soldados quanto civis –e isso mesmo muitos anos depois do fim de um conflito. Para se ter uma ideia, em 2023 quase 6 mil pessoas no mundo foram mortas ou feridas por esses explosivos; cerca de 80% eram civis, não raro crianças.

Remover esses artefatos é perigoso, extremamente trabalhoso e custa caro. A organização não governamental Handicap International contabiliza 58 países e outras regiões do mundo ainda contaminados com minas terrestres, ainda que alguns dos conflitos subjacentes já tenham terminado há décadas.


				Leste Europeu planeja nova 'cortina de ferro' contra Putin
Trabalho de construção de uma cerca na fronteira entre a Finlândia e a Rússia em 14 de abril de 2023 em Imatra, Finlândia. — Foto: Alessandro RAMPAZZO / AFP

Que países baniram as minas terrestres?

A Convenção de Ottawa, também conhecida como Convenção de Proibição de Minas Antipessoal ou Tratado de Proibição de Minas, foi assinada por 164 países e é ignorada por outras 33 nações, dentre elas Estados Unidos, China e Rússia.

O Kremlin possui de longe o maior estoque de minas antipessoais do mundo, cerca de 26 milhões. Muitos desses dispositivos já estão em uso na Ucrânia.

Nova 'cortina de ferro'?

Desde a Lapônia finlandesa no extremo norte da Europa até a província polonesa de Lublin, os cinco países da Otan compartilham uma fronteira de cerca de 3,5 mil quilômetros de extensão com Rússia e Belarus. A maior parte dessas áreas é pouco povoada e de floresta densa, o que dificulta sua vigilância.

A preocupação é grande com um possível ataque russo ao território da Otan ali. Segundo uma reportagem do jornal britânico "The Telegraph", especialistas da aliança já estão analisando quais áreas poderiam ser alvo.

Com as minas, Finlândia, Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia apostam na dissuasão máxima: aliadas a outras medidas de segurança de fronteira, o objetivo é infligir ao inimigo o máximo de perdas no espaço mais curto de tempo possível em caso de invasão, para que Moscou se abstenha de uma guerra prolongada.

Seriam provavelmente necessários vários milhões de minas e outros explosivos ocultos para proteger efetivamente a extensa fronteira. Grandes áreas se tornariam inabitáveis por décadas, e é quase impossível prever os potenciais danos às pessoas e ao meio ambiente.

Além das minas, os países no flanco leste da Otan também estão erguendo ou reforçando cercas e muros nas fronteiras, instalando sistemas modernos de vigilância e alerta precoce e fortalecendo os contingentes militares.

Alguns desses países também planejam implantar sistemas de defesa por drones ao longo da fronteira e aprofundar sistemas de irrigação, para usá-los como trincheiras em caso de emergência, além de plantar árvores ao longo de estradas importantes para camuflar civis e soldados.

O plano foi descrito no "The Telegraph" pelo correspondente internacional David Blair como uma nova e explosiva "Cortina de Ferro" –alusão à fronteira fortemente vigiada entre a Otan e os países do Pacto de Varsóvia na época da Guerra Fria.

Há justificativa para usar minas terrestres?

A Lituânia, país na costa do Mar Báltico espremido entre o exclave de Kaliningrado (região russa separada do restante do território da Rússia) e Belarus, é particularmente vulnerável. Ali, ao sul do país, uma estreita faixa de terra de 65 quilômetros separa os dois vizinhos: é o Corredor de Suwalki, que liga os países bálticos à Polônia e, por isso, é considerado um alvo provável para um ataque russo inicial.

Por isso, a Lituânia quer investir nos próximos anos cerca de 800 milhões de euros (R$ 5,1 bilhões) na produção de novas minas terrestres. A estratégia foi defendida pela ministra da Defesa Dovile Sakaliene diante do que ela chamou de "ameaça existencial" ao seu país. Segundo ela, a Rússia tem fabricado cada vez mais minas nos últimos anos, enquanto a Europa destruiu seus próprios estoques conforme os termos da Convenção de Ottawa.

Eva Maria Fischer, chefe de advocacy da Handicap International na Alemanha, considera o plano de minas terrestres um sinal perigoso e alarmante. "Claro que as preocupações de segurança dos países da Europa Oriental podem ser justificadas no atual contexto internacional instável", pontuou Fischer em março, quando Polônia, Letônia, Lituânia e Estônia anunciaram seus planos de se retirar do tratado.

"No entanto, a segurança duradoura não pode ser construída com armas que matam indiscriminadamente, permanecem no solo muito depois do fim de um conflito e continuam a mutilar civis e destruir meios de subsistência", argumentou. "Existem alternativas para defender um país. Elas podem parecer mais caras, mas não são, quando se consideram os enormes custos posteriores do uso de minas antipessoais."

A construção de um parque eólico reacendeu a disputa por um território de pouco mais de 200 km² entre Brasil e Uruguai. A faixa de terra é contestada há quase 100 anos pelo governo uruguaio, que afirma que a demarcação da fronteira foi feita de maneira equivocada na região.

▶️ Contexto: No centro da disputa está uma região conhecida como Rincão de Artigas. Do ponto de vista brasileiro, a área faz parte do município de Santana do Livramento (RS).

O território tem formato que lembra um triângulo e é pouco habitado.

Em 2022, a Eletrobras iniciou a construção de um parque eólico na região, conhecido como Coxilha Negra.

Em junho deste ano, o Ministério das Relações Exteriores do Uruguai publicou uma nota afirmando que não reconhecia o território como brasileiro.

O governo uruguaio disse ainda que os dois países deveriam voltar a discutir a disputa territorial.

🕰️ Disputa histórica: Em 1851, Brasil e Uruguai assinaram um tratado para delimitar a fronteira entre os dois países. Até o início do século 19, o atual território uruguaio era considerado uma província do Império do Brasil — conhecida como Cisplatina.

O Brasil reconheceu a independência do Uruguai em 1828, após a Guerra da Cisplatina.

Depois, os dois países passaram a negociar a delimitação dos próprios territórios

Na década de 1850, foram assinados um tratado e atas que traçaram oficialmente a fronteira entre Brasil e Uruguai.

A demarcação oficial foi feita pelas autoridades com base nos limites estabelecidos nos documentos.

🧐 Questionamento: Segundo o engenheiro cartográfico e pesquisador Wilson Krukoski, o Uruguai questionou a demarcação na região do Rincão de Artigas mais de 70 anos após a assinatura do tratado de fronteira.

De acordo com Krukoski, a questão surgiu enquanto técnicos faziam manutenção e melhorias na região, em 1933. À época, um coronel uruguaio resolveu analisar a localização dos marcos da fronteira na área.

Para o militar, os demarcadores cometeram um engano devido a um erro de interpretação relacionado aos arroios Invernada e Moirões.

Um geógrafo uruguaio fez estudos com base na afirmação do coronel e concluiu que a linha da fronteira havia sido demarcada de forma equivocada na região.

Em 1934, o governo do Uruguai enviou uma nota ao Brasil pedindo que o caso fosse analisado.

Segundo Krukoski, na época o governo brasileiro afirmou que, ao longo de 78 anos de tratado, nenhuma dúvida sobre a interpretação dos limites da região havia surgido. Com isso, o Brasil descartou a hipótese de uma revisão na fronteira.

😤 Insistência: Mesmo com a negativa do governo brasileiro, o Uruguai voltou a questionar a fronteira no Rincão de Artigas e passou a considerar a área oficialmente como contestada. Na década de 1980, um novo episódio irritou os uruguaios.

Em 1985, o Brasil resolveu construir a Vila Thomaz Albornoz na região contestada.

A instalação fez com que o governo do Uruguai enviasse uma nota para o Brasil reclamando do movimento.

Segundo o pesquisador Wilson Krukoski, o governo brasileiro voltou a argumentar que a área estava sob domínio do Brasil, conforme o tratado e as demarcações do século 19.

❌ Em 1989, uma nova nota do Brasil enviada ao Uruguai afirmou que o assunto estava resolvido. O governo brasileiro disse ainda que modificar o tratado de fronteira seria um "atentado grave à estabilidade territorial".


				Como parque eólico reacendeu disputa territorial entre Brasil e Uruguai
Mapa mostra a área contestada pelo Uruguai na fronteira com o Brasil. — Foto: Gui Sousa/Editoria de Arte/g1

Novo episódio

Um novo episódio envolvendo a disputa territorial começou no dia 11 de junho deste ano. Naquele dia, o Ministério das Relações Exteriores do Uruguai publicou uma nota à imprensa falando sobre a área contestada.

🌀 Parque eólico no radar: Em comunicado, a chancelaria uruguaia informou que havia enviado uma nota verbal ao Brasil questionando a construção do Parque Eólico Coxilha Negra.

Segundo o Uruguai, o Brasil não avisou sobre a construção da usina.

Além disso, a chancelaria afirmou que a instalação não implicava no reconhecimento da soberania do Brasil sobre a área contestada.

O governo uruguaio pediu ainda que o Brasil reabrisse as conversas diplomáticas para resolver o assunto.

O comunicado também foi publicado nas redes sociais do Ministério das Relações Exteriores do Uruguai.

"O Uruguai expressa seus desejos e esperanças de que, no marco da irmandade entre ambos os povos e com o espírito de equidade e justiça que sempre inspirou a negociação e determinação de nossos limites fronteiriços e a construção de nossas fronteiras como espaços de comunidade, a questão do referido território possa ser retomada em um futuro próximo nos fóruns apropriados."

🔴 O g1 questionou o Itamaraty sobre o comunicado uruguaio e aguarda retorno.

🤝 Além da disputa pelo Rincão de Artigas, Brasil e Uruguai também têm divergências sobre a Ilha Brasileira, na fronteira entre os dois países. Apesar das contestações, as relações diplomáticas e de amizade permanecem sólidas.


				Como parque eólico reacendeu disputa territorial entre Brasil e Uruguai
Fronteira entre Brasil e Uruguai. — Foto: Odacir Blanco

Coxilha Negra

A disputa territorial pelo Rincão de Artigas ressurgiu após a construção do Parque Eólico Coxilha Negra. A usina é um empreendimento da Eletrobras e está em operação desde julho de 2024.

⚡ Segundo a companhia, o parque tem capacidade para gerar energia elétrica suficiente para atender 1,5 milhão de consumidores. A unidade conta com 72 turbinas eólicas e começou a ser construída em 2022.

O investimento para a construção do parque foi de R$ 2,4 bilhões.

Cada turbina eólica tem 125 metros de altura e pesa mais de 1.300 toneladas.

Desde julho de 2024, a energia gerada pelo parque é enviada ao Sistema Interligado Nacional.

Segundo a empresa, o parque representa mais um investimento em energia sustentável.

Pesquisadores que trabalham no ponto do território brasileiro mais distante do continente passaram a dispor de energia limpa.

Foram cinco dias para o navio da Marinha percorrer 1,5 mil km do Rio de Janeiro até o território mais isolado do Brasil: o arquipélago de Trindade e Martim Vaz. A bordo, equipamentos de uma usina fotovoltaica.

“Nós demoramos na faixa de dois dias para carregar. Temos uma faixa de 50 toneladas de material a bordo”, conta Alan de Almeida Nunes, comandante do navio.

As ilhas não têm porto. Um helicóptero fez o desembarque das peças. O acesso ao arquipélago é restrito. O local é usado por pesquisadores em estudos ambientais e na área da saúde.

“Meu foco principal do projeto são atividades anticâncer, mas o grupo, como um todo, testa novos antibióticos, antifúngicos, tratamentos para malária, chagas e por aí vai”, diz Renan da Silva de Oliveira, doutorando na USP em Bioprodutos e Bioprocessos.

O arquipélago pertence ao Espírito Santo. Mas o projeto para instalação das 480 placas solares foi desenvolvido no Parquetec da Itaipu. A usina solar, já em operação, substituiu o gerador a diesel.

“Ele deixou de ser a única fonte, principal, para ser a terceira fonte, só emergencial, realmente, para entrar”, explica Alexandre Gonçalves Leite, diretor de Tecnologia da Itaipu Parquetec.

As placas são monitoradas da usina de Itaipu, no Paraná. Os técnicos FICAM de olho se tudo está funcionando corretamente e, caso apareça algum problema, as falhas podem ser corrigidas de lá mesmode.

“Esse projeto foi todo delineado e desenvolvido pra que a gente tenha todo o controle da planta. A gente consegue ver todas as cargas onde elas estão sendo tanto geradas quanto consumidas e atuar nelas”, diz Tales Jahn, gestor do Centro de Gestão Energética do Itaipu Parquetec.

“Essa usina fotovoltaica vai trazer essa independência para a ilha, que não vai mais precisar de combustível, não vai mais queimar combustível fóssil. Nós vamos aproveitar o sol, naturalmente, e gerar toda a energia necessária para que a ilha possa se manter. Então, vamos dizer que é uma independência energética que a ilha vai sofrer”, afirma Alan de Almeida Nunes.

 

Foi publicado nesta segunda-feira, dia 30, em edição extra do Diário Oficial da União, o edital da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU), iniciativa do Governo Federal para centralizar a seleção de servidores para a administração pública. O novo certame traz mudanças significativas em relação à edição anterior, com foco em ampliação das ações afirmativas, maior segurança, inclusão de mulheres na segunda fase e provas aplicadas em duas datas distintas.

As inscrições estarão abertas de 2 a 20 de julho de 2025, com taxa única de R$ 70. Terão direito à isenção inscritos no CadÚnico, doadores de medula óssea e beneficiários do FIES ou do ProUni.

O CPNU 2 oferece 3.652 vagas, sendo 3.144 de nível superior (incluindo 1.172 para provimento em curto prazo) e 508 de nível intermediário, distribuídas entre 32 órgãos da administração pública federal, organizados em nove blocos temáticos. As provas ocorrerão em 228 cidades, contemplando todas as unidades federativas.

Um ajuste técnico definiu o Ministério da Saúde como um único órgão, com autonomia para distribuir internamente suas vagas, sem alterar o total disponível.

A segunda edição traz avanços significativos no campo da inclusão e diversidade, com base na Lei nº 14.723/2023 (Nova Lei de Cotas). Ao todo, 35% das vagas estão reservadas para ações afirmativas, contemplando:

Os processos de autodeclaração foram aprimorados, com entrevistas gravadas e bancas especializadas em direitos humanos.

Pela primeira vez, o CPNU assegura paridade de gênero na convocação para a prova discursiva. Se necessário, mais mulheres serão chamadas além do número previsto para garantir que 50% dos convocados sejam mulheres, sem prejuízo a candidatos que tenham alcançado a nota mínima.

Para cargos com menos de cinco vagas, foi realizado um sorteio eletrônico, assegurando a aplicação proporcional das ações afirmativas também nesses casos. O resultado do sorteio foi divulgado no site do Ministério da Gestão e da Inovação (MGI).

As provas ocorrerão em duas fases principais:

Fase 1 – Prova Objetiva (5 de outubro de 2025):

Fase 2 – Prova Discursiva (7 de dezembro de 2025):

Outras etapas incluem avaliação de títulos (quando prevista), procedimentos de verificação de cotas, investigação social (para cargos específicos), defesa de memorial e prova oral, além de cursos de formação obrigatórios para determinadas funções.

A classificação será feita com base na Nota Final Ponderada (NFP), que inclui as notas da prova objetiva, discursiva e, quando aplicável, da avaliação de títulos.

Uma das principais inovações do CPNU 2 é o uso de códigos de barras individualizados nas provas e redações, o que garante o anonimato na correção. Também serão mantidas as medidas já conhecidas, como coleta de dados biométricos, exame grafológico e assinatura em próprio punho, padronizadas em todo o país.

O esquema de segurança envolverá novamente o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Enap, com monitoramento constante e grupo de gestão de crise.

O CPNU 2 contempla todas as regiões do Brasil, com destaque para o Distrito Federal, que concentra 2.089 vagas, em razão da presença de diversos órgãos federais. As demais vagas estão distribuídas da seguinte forma:

Outras 391 vagas terão alocação flexível, conforme demanda dos órgãos.

Cronograma

O edital completo e demais informações estão disponíveis no portal do Concurso Nacional Unificado e no site do Ministério da Gestão e da Inovação (MGI). Candidatos devem acompanhar atualizações nos canais oficiais e redes sociais para não perder prazos e novidades.

 

A Polícia Militar (PM) foi acionada na madrugada desta terça-feira (1°) para investigar uma tentativa de homicídio em Rio Largo. Um homem feriu sua esposa com uma faca de serra e, após a agressão, fugiu do local.

A vítima foi socorrida e levada ao Hospital IB Gatto, onde recebeu atendimento médico e foi liberada. Durante o atendimento, ela informou à polícia que não se sentia fisicamente ou psicologicamente capaz de ir à Central de Flagrantes naquele momento.

Ela decidiu, então, registrar o Boletim de Ocorrência e realizar o exame de corpo de delito no dia seguinte, conforme consta no relatório da PM.

O agressor segue foragido, e as autoridades continuam trabalhando para localizá-lo. O caso está sendo investigado como tentativa de homicídio.

Não foi informado o que teria motivado a agressão, e as identidades dos envolvidos não foram divulgadas.

 

Um nascimento inesperado surpreendeu a equipe da Central Horse Retirement, abrigo para cavalos aposentados em Bedford, na Inglaterra. Pela primeira vez, uma das éguas do local deu à luz não apenas a gêmeos — o que por si só já é raro — mas a gêmeos idênticos, um evento com chance estimada de uma em 100 mil.

A dona do abrigo, Caroline Holland, não escondeu o espanto. “Sabíamos que ela estava prenha, mas um dos potros estava escondido no exame. Foi um choque quando nasceu o segundo”, contou ao site What’s The Jam?.

O caso ganhou ainda mais destaque porque, além de serem idênticos, os dois potros nasceram saudáveis — algo incomum em partos gemelares de equinos. Batizados de Loreto, que significa ‘milagroso’, e Darko, que significa ‘presente’, os irmãos seguem sob observação veterinária, mas passam bem.

A mãe, chamada Charlie, é uma égua jovem, ex-corredora de turfe, aposentada após uma lesão. Segundo Abbie Lauren, sua tutora, a recuperação da égua após o parto também foi surpreendentemente positiva. “Gêmeos! Não fazíamos ideia. Estou em choque, mas muito feliz”, escreveu ela nas redes sociais.

O episódio é considerado um feito raro e motivo de celebração no abrigo que acolhe cavalos no fim da vida ativa.

 

Um acidente de trânsito foi registrado na AL-220, em Arapiraca, na madrugada desta terça-feira (1°). Cinco ocupantes seguiam de São José da Tapera para Maceió para uma consulta médica quando o veículo, ao passar por um buraco na rodovia, perdeu o controle e capotou.

O acidente aconteceu por volta das 3h30 da manhã. O buraco, que não se encontrava sinalizado, estava localizado no meio da pista e causou a perda de controle do veículo. Felizmente, ninguém ficou gravemente ferido.

O Departamento de Rodovias e a Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) foram acionados para resolver o problema na rodovia.

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o homem acusado de furtar a bola assinada por Neymar na invasão ao Congresso em 8 de janeiro. A pena de Nelson Ribeiro Fonseca Junior foi fixada em 17 anos de prisão.

A denúncia da PGR apontou os crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado, furto qualificado, associação criminosa armada e deterioração de patrimônio tombado.

O colegiado concluiu o julgamento nesta segunda-feira (30). Prevaleceu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, integralmente acompanhado pela ministra Carmen Lúcia e o ministro Flávio Dino. O ministro Cristiano Zanin votou pela condenação a 15 anos de prisão. Já o ministro Luiz Fux votou também por uma pena diferente, de 11 anos e 6 meses.


				STF condena homem que furtou bola assinada por Neymar por 6 crimes
Bola de futebol assinada por jogadores do Santos, entre eles Neymar, foi encontrada em Sorocaba após furto durante atos bolsonaristas em Brasília. — Foto: Câmara dos Deputados/Divulgação

“O réu admitiu que esteve no local dos fatos, mais especificamente no interior do Congresso Nacional, onde teria ingressado e subtraído uma bola de futebol autografada pelo jogador Neymar. A defesa alegou que o objeto foi retirado com o intuito de protegê-lo, mas, conforme argumenta o Parquet, a devolução da peça apenas 20 dias após os eventos descaracteriza essa justificativa e reforça o dolo na conduta, tratando-se, no máximo, de arrependimento posterior, sem relevância para fins de exclusão de ilicitude ou tipicidade”, afirmou Moraes.

 

Nesta segunda-feira, 30/06, aconteceu a primeira audiência da disputa judicial entre Murilo Huff e Dona Ruth. O cantor pediu a guarda unilateral de Leo, seu filho com Marília Mendonça.

De acordo com o site R7, o juiz decidiu que Murilo ficará com a guarda provisória da criança até o final do processo. Leo, que vivia com a avó, já teria se mudado para a casa do pai.

Por que Murilo Huff pediu a guarda do filho?

Murilo Huff revelou que não entrou na Justiça pela guarda de Leo sem motivos. O sertanejo disse que descobriu coisas e que tem provas, mas, não pode entar em detalhes no momento.

"Muito triste ver as pessoas criando histórias sem saber a verdade. Eu nunca pediria a guarda unilateral sem motivos. Infelizmente não posso expor todas as provas e fatos que eu tenho pois está em segredo de justiça. Mas a verdade prevalecerá!", disparou.

E completou: "Não tenho a intenção, nunca quis e não quero afastá-lo da família materna. Entendam que, para mim, o mais confortável seria ficar calado. Mas diante de tudo que eu descobri nos últimos meses, a prioridade agora é o bem-estar do meu filho. Tomei essa decisão por um bem maior. Não julguem sem conhecer a história por completo".

Quais são os gastos com o filho?

Huff também se defendeu após o recente pronunciamento de Dona Ruth. A mãe de Marília Mendonça afirmou que o famoso não paga pensão ao filho, Leo.

O dono do hit "Veneno", então, detalhou os gastos fixos com o herdeiro. "São tantas mentiras que fica até dificil responder todas. É muito humilhante ter que vir aqui expor esse tipo de coisa, mas se eu me calar a mentira vira verdade", desabafou.

Em seguida, ele listou: "Escola (2.6k por mês), Plano de saúde (1.2k por mês), Psicóloga (média de 2.8k por mês), Babá/enfermeira (5k por mês), Tratamento para diabetes (média de 4k por mês), +consultas médicas em casa, +aula de bateria em casa. +de 15k por mês apenas com custos fixos básicos pagos por mim", declarou.

As Forças de Defesa de Israel (IDF) admitiram nesta segunda-feira (30) terem matado civis palestinos nas filas dos centros de distribuição da Fundação Humanitária de Gaza (FHG).

Resultado da investigação iniciada na última sexta-feira (27), Tel Aviv reconheceu que houve mortos e feridos, mas afirmou que o grupo terrorista Hamas divulga números exagerados.

Somente nesta segunda, o Ministério da Saúde local, controlado pela facção, relatou ao menos 58 mortes em mais uma onda de ataques israelenses. Até o fim da última semana, o órgão contabilizou pelo menos 549 mortos, 3.799 feridos e outros 39 desaparecidos. No mesmo período, órgãos da ONU - sem verificação in loco devido às dificuldades logísticas - confirmaram a veracidade e falaram em ao menos 410 mortes nessas circunstâncias.

As forças de Tel Aviv abriram uma investigação na sexta para apurar se militares do país atiraram contra palestinos desarmados nas filas da FHG depois que uma reportagem do jornal israelense Haaretz, crítico ao governo de Netanyahu, ouviu de soldados e oficiais em Gaza que havia ordens superiores para disparar contra civis, mesmo quando não havia situação clara de risco.

No anúncio desta segunda, as forças israelenses defenderam que somente usam força letal quando uma ameaça é imposta contra seus agentes. Mesmo com essa diretriz, segundo as IDF, houve pelo menos três episódios trágicos em que executaram bombardeios de artilharia próximo aos centros de ajuda na tentativa de impedir o acesso da população a zonas fora dali.

Nesses casos, diz Israel, os bombardeios foram "imprecisos" e vitimaram de 30 a 40 pessoas, entre as quais várias morreram. Os militares afirmaram que estas mortes "não precisavam ter acontecido", e não tinham o objetivo de atingir civis.

Israel afirmou que todos os casos relatados de vítimas civis foram investigados e, em consequência, as forças "reorganizaram as rotas de acesso" aos centros de distribuição, e trabalham para melhorar a infraestrutura, a sinalização e os anúncios para os locais de ajuda.

Segundo as IDF, no momento não há nenhum processo de triagem dos palestinos que chegam aos postos —como o reconhecimento facial previamente relatado como perigoso por grupos humanitários, e que muitos palestinos temem que acabe sendo usado para rastreá-los e possivelmente atacá-los. Nas próximas semanas, as forças pretendem implementar um processo para tal, em paralelo à abertura de novos centros.

Tel Aviv afirmou que "lições foram aprendidas" e anunciou o fechamento de um dos postos - de Tel al-Sultan - enquanto outro novo é construído. A medida, segundo as forças, visa "reduzir o atrito com a população e manter a segurança das forças no terreno".

Ainda nesta segunda, Avichay Adraee, um porta-voz do Exército de Tel Aviv, afirmou na rede social X que, sob a justificativa de "destruir capacidades de organizações terroristas", as operações militares iriam "se estender para oeste até o centro da cidade".

A área no sul de Gaza para onde os moradores foram direcionados está superlotada. Antes mesmo de o atual conflito eclodir, o território já era um dos mais densos do mundo; agora, após praticamente todos os habitantes terem se deslocado internamente em 20 meses de bombardeios, as áreas supostamente seguras estão ainda mais sobrecarregadas.

Palestinos no norte de Gaza relataram uma das piores noites de bombardeios israelenses em semanas. "As explosões não pararam; eles bombardearam escolas e casas. Parecia um terremoto", disse à agência de notícias Reuters Salah, 60, pai de cinco filhos e morador da Cidade de Gaza. "Nas notícias ouvimos que um cessar-fogo está próximo, no terreno vemos morte e ouvimos explosões."

Parte dos que agora se deslocam novamente para o sul havia voltado para o norte no cessar-fogo que vigorou entre janeiro e março deste ano. Desde o fim da trégua, mais de 684 mil pessoas foram deslocadas, de acordo com um órgão liderado pela Acnur, a agência da ONU para refugiados.

 

Uma farmácia localizada no bairro Chã de Bebedouro, em Maceió, foi interditada nesta segunda-feira (30) pela Vigilância Sanitária do município, após uma denúncia anônima. O local funcionava de forma irregular e apresentava condições insalubres.

Durante a fiscalização, foram constatadas a ausência de Alvará Sanitário, a comercialização de medicamentos de uso controlado sem retenção da receita médica, a inexistência de responsável técnico e a falta de Autorização de Funcionamento (AFE) emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O estabelecimento foi autuado e responderá a processo administrativo, cuja penalidade pode variar entre multa de R$ 180,00 e R$ 38 mil, especialmente em caso de reincidência.

A população pode denunciar irregularidades em estabelecimentos que não estejam de acordo com as normas sanitárias pelo telefone (82) 3312-5495, de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h, ou pelo WhatsApp (82) 98705-0730, que funciona 24 horas. O sigilo é garantido.


				Sem receita: farmácia é interditada por venda irregular de medicamentos

Dezenas de clientes do Nubank vêm reclamando de instabilidade do aplicativo e de dificuldades para acessar a conta e fazer transferências nesta segunda-feira (30/6).

De acordo com dados do site Downdetector, que monitora o funcionamento de serviços on-line, as primeiras reclamações de usuários sobre o app foram registradas por volta das 7h.

Leia a matéria completa em Metrópoles.com.

A modelo e atriz australiana Tamika Sueann-Rose Chesser, de 34 anos, foi acusada de homicídio após o corpo decapitado de seu namorado Julian Story, de 39 anos, ser descoberto na residência do casal em Port Lincoln, no sul da Austrália. As autoridades continuam em busca da cabeça da vítima, que ainda não foi localizada.

A descoberta do corpo ocorreu em 19 de junho, quando autoridades foram chamadas ao local devido a relatos de um pequeno incêndio. Tamika, que participou do reality show australiano “Beauty And The Geek”, foi detida dois dias depois. Ela foi encontrada sentada em um jardim "em um estado catatônico e sem resposta", conforme relatado nos documentos apresentados ao tribunal.

De acordo com o Daily Star, o corpo de Julian foi encontrado queimado e sem a cabeça no banheiro da residência do casal.

Segundo informações divulgadas pelas autoridades, o suposto assassinato teria ocorrido por volta da meia-noite do dia 17 de junho. Após o crime, a cabeça da vítima teria sido removida.

Além da acusação de homicídio, Tamika enfrenta também acusações de ocultação de restos humanos para obstruir a justiça e agressão a um policial, de acordo com o jornal The Telegraph.

A investigação não identificou um motivo claro para o crime. Apesar de seu estado não responsivo quando foi presa, Tamika cooperou com as autoridades.

As autoridades divulgaram imagens de câmeras de segurança que supostamente mostram Tamika com seus cães após o alegado assassinato. A polícia espera que essas imagens possam ajudar a localizar a cabeça de Julian.

Durante uma coletiva de imprensa, o Superintendente Detetive Darran Fielke declarou: "Embora eu não vá fornecer mais detalhes sobre isso neste momento, posso dizer tragicamente que não recuperamos a cabeça de Julian Story."

O superintendente também fez um apelo: "Recuperar a cabeça de Julian para devolvê-la à sua família para que eles possam ter um desfecho pacífico, realizar um funeral e permitir que ele descanse em paz é um aspecto realmente importante para nós."

As autoridades solicitaram a colaboração da população local. "Estou apelando aos moradores locais para que revisem gravações de câmeras de segurança ou de painel que possam ter, que possam auxiliar na investigação", afirmou o Superintendente Fielke.

Uma ordem judicial que impedia a identificação de Tamika e a publicação de alegações relacionadas à morte e à investigação foi revogada na sexta-feira (27) pelo magistrado Ben Sale no Tribunal de Magistrados de Adelaide.

Tamika teve seu pedido de fiança negado quando compareceu ao tribunal por videoconferência. Ela está detida sob uma ordem de detenção por saúde mental. Sua próxima audiência está marcada para dezembro.

Os atletas Ana Julia Ribeiro e Raphael Araújo representaram Alagoas com destaque durante a disputa do Campeonato Mundial de Handebol de Praia Sub-17, em Hammamet, na Tunísia. Eles receberam apoio do Governo de Alagoas, por meio da “Portaria Caminhos do Esporte”, da Secretaria do Esporte, Lazer e Juventude (Selaj), que ofereceu as passagens aéreas.

Ana Julia Ribeiro, que joga pela seleção brasileira, terminou na oitava posição. “Estou muito feliz pela oportunidade. Numa competição internacional, poder representar o meu esporte, o meu estado e o meu país”, afirmou.

Já no masculino, Raphael Araújo e seus companheiros conquistaram a medalha de bronze. A conquista veio após a vitória por 2 a 1 sobre a Hungria, atual bicampeã europeia na modalidade, em uma disputa decidida no shoot-out — semelhante a uma disputa de pênaltis.

Com a medalha de bronze, a equipe brasileira garantiu vaga nos Jogos Olímpicos da Juventude, que serão disputados em 2026, no Senegal.

“Graças ao trabalho que fazemos em Maceió, o suporte que recebemos para estar aqui, conseguimos mostrar o nosso melhor e garantir essa medalha”, firmou Raphael.

A secretária de Estado do Esporte, Lazer e Juventude, Lydia Pollyana, destacou o desempenho dos atletas alagoanos e a importância do apoio oferecido, por meio da Portaria Caminhos do Esporte.

“Me sinto feliz pela oportunidade que os atletas tiveram, pelo sonho realizado e o desempenho em uma competição tão importante. Ao mesmo tempo, honrada de saber que a missão Governo de Alagoas, do governador Paulo Dantas, está sendo cumprida ao promover uma política pública eficiente, capaz de oportunizar condições, estrutura e logística para que jovens alagoanos possam desempenhar o seu papel da melhor forma possível”, afirmou.

Parceria handebol e Governo de Alagoas

O grande desempenho do handebol de praia na Tunísia não se deu apenas pelo apoio aos dois atletas. No mês de abril, a capital alagoana recebeu a Fase de Treinamento das seleções masculina e feminina.

Uma parceria entre a Confederação Brasileira de Handebol, a Federação Alagoana de Handebol e o Governo de Alagoas, por meio da Selaj, promoveu uma semana de atividades na cidade e todos os atletas e comissão técnica estiveram alojados no Estádio Rei Pelé.

Após convocados, os atletas foram para o sudeste do Brasil em uma fase de treinamento, se preparando para o mundial. Ana Júlia esteve no Rio de Janeiro e Raphael, em Ilha Grande, São Paulo.

 

 

A prefeita de Palmeira dos Índios, Luísa Júlia, suspendeu, nesta segunda-feira (30), todos as obras de saneamento realizados pela Conasa Águas do Sertão durante o período de chuvas.

A decisão, segundo a chefe do Executivo Municipal, foi tomada devido aos temporais que vêm atingindo Alagoas, prejudicando a qualidade das atividades executadas pela empresa.

"Nós tomamos a decisão de suspender esses serviços, sendo que a empresa está comprometida em refazer as ruas que foram abertas. A partir de agora, não pode mais abrir inúmeras ruas como estavam fazendo, mas, sim, recuperar todas aquelas que já foram feitas", explicou a prefeita.

Luísa Júlia ainda frisou que os trabalhos serão retomados quando a ocorrência de chuvas diminuir. "As empresas precisam devolver as ruas do jeito que encontraram, limpas e organizadas. Quando o tempo melhorar e as chuvas diminuírem, então os serviços poderão ser retomados, com responsabilidade e respeito à nossa cidade."

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