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A PF (Polícia Federal) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (17), uma operação para desarticular uma organização criminosa especializada em cometer fraudes contra o INSS por meio de um complexo esquema articulado para burlar benefícios assistenciais, mais precisamente os BPC/LOAS (Benefícios de Prestação Continuada).

Atuante há mais de 10 anos, a quadrilha causou prejuízo que ultrapassam R$ 30 milhões aos cofres públicos, segundo a PF.

Policiais federais cumprem oito mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro (3), Armação dos Búzios (2), Cabo Frio, São Gonçalo e Casimiro de Abreu. As ordens judiciais em questão foram expedidas pela 8ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

Durante o monitoramento do grupo investigado, a Polícia Federal identificou os principais integrantes e a dinâmica operacional da organização, além de obter acesso a conversas, documentos e outros elementos que comprovaram a formalização de 415 requerimentos fraudulentos, os quais resultaram na concessão indevida dos benefícios e geraram um prejuízo de R$ 1.622.879,86 apenas no período analisado, de seis meses.

O PIX, sistema brasileiro de pagamento instantâneo, entrou na mira do governo dos Estados Unidos durante uma investigação comercial aberta na terça-feira (15) a pedido do presidente Donald Trump.

No documento que oficializou o processo, a gestão Trump não mencionou o PIX diretamente, mas fez referência a “serviços de comércio digital e pagamento eletrônico”, inclusive os oferecidos pelo Estado brasileiro. O PIX é o único sistema do governo com essa finalidade.

"O Brasil parece se envolver em uma série de práticas desleais em relação a serviços de pagamento eletrônico, incluindo, mas não se limitando a favorecer seus serviços de pagamento eletrônico desenvolvidos pelo governo", disse o Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR).

Para especialistas ouvidos pelo g1, aspectos como o embate com as big techs e a concorrência com bandeiras de cartões de crédito americanas ajudariam a explicar a ofensiva dos EUA. Eles dizem que não há, porém, razões consistentes para questionar o serviço de pagamento.

Pelo contrário: o sucesso do PIX e seu papel como vitrine para o Brasil estariam sendo vistos como uma “ameaça” ao setor nos EUA. Os receios de Trump, afirmam, também estariam ligados ao avanço do PIX Internacional e às discussões do Brics sobre alternativas ao uso do dólar no comércio.

Veja, nos tópicos abaixo, os possíveis motivos apontados por especialistas para Trump questionar o PIX.

Concorrência com empresas dos EUA

PIX Internacional, 'efeito Brics' e ameaça ao dólar

Sucesso do PIX vira vitrine para o Brasil

Ofensiva dos EUA contra sistemas de pagamentos

Exigências legais do Brasil — e apoio às big techs

Concorrência com empresas dos EUA

O PIX é gratuito para pessoas físicas e tem custo baixo para empresas, representando forte concorrência para grandes operadoras de cartão de crédito americanas, como Visa e Mastercard, afirma Jorge Ferreira dos Santos Filho, economista e professor da ESPM.

"O sistema também compete com fintechs americanas. Enquanto nos EUA a regulação permite a cobrança por transferências instantâneas, no Brasil essas empresas são obrigadas a integrar o PIX para operar", diz.

Segundo o professor, as regras forçam as companhias a ajustarem seus modelos de negócio diante da possível perda de receita, já que empresas de alta tecnologia lucram com taxas sobre transações. O cenário também afeta big techs que oferecem serviços de pagamento, como o Google.

Para Ralf Germer, CEO da PagBrasil, o PIX é um sistema tecnologicamente avançado que promove uma concorrência saudável no mercado. Ele não acredita, porém, que o sistema conflite diretamente com os interesses dos EUA, nem que isso justifique a investigação do governo americano.

"O PIX não foi criado para concorrer ou substituir outros meios de pagamento, como o cartão de crédito. Desde o lançamento do sistema, as demais formas de pagamento, especialmente os cartões, continuaram crescendo", afirma.

"Além disso, houve tempo suficiente para que se adaptassem e desenvolvessem soluções capazes de competir com as vantagens do PIX, seja em custo, experiência do usuário ou do comércio", acrescenta.

PIX Internacional, 'efeito Brics' e ameaça ao dólar

Entre as novidades do PIX, o Banco Central do Brasil (BC) segue trabalhando para adotar, no futuro, o PIX Internacional, que já é aceito de forma limitada em alguns países, como Argentina, EUA (Miami e Orlando), Portugal (Lisboa), entre outros.

O BC avalia que o uso atual do PIX em outros países é "parcial", restrito a estabelecimentos específicos. A expectativa é que, no futuro, os pagamentos transfronteiriços sejam realizados de forma definitiva, interligando sistemas de pagamento instantâneo.

Nesse sentido, especialistas acreditam que a possibilidade de uso do PIX Internacional como meio de pagamento entre países do Brics, por exemplo, pode ter incomodado os EUA por ameaçar a paridade do dólar nas negociações, comprometendo a hegemonia da moeda no sistema financeiro global.

"Esse pode ser o ponto que mais incomoda o governo americano: a criação de uma moeda única do Brics e o possível uso do sistema PIX para reduzir a influência do dólar nas negociações entre esses países", diz Fabrizio Velloni, economista-chefe da Frente Corretora.

🔎 O Brics é um grupo de países emergentes que inclui Brasil, Rússia, China, Índia, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Egito, Arábia Saudita, Etiópia, Indonésia e Irã.

Neste mês, o presidente Donald Trump ameaçou, em mais de uma ocasião, aplicar tarifas de 10% às nações integrantes do grupo. Ele é contra a criação de uma nova moeda ou meios de pagamento que substituam o dólar — uma das prioridades do Brasil dentro do grupo.

Segundo o professor Jorge Ferreira, da ESPM, o PIX Internacional pode enfrentar resistência dos EUA, já que concorreria diretamente com o sistema SWIFT — rede global de transferências financeiras adaptada, inclusive, para cumprir sanções internacionais, especialmente dos EUA e da União Europeia.

Sucesso do PIX vira vitrine para o Brasil

Pedro Henrique Ramos, diretor-executivo e fundador do RegLab, afirma que a principal queixa dos EUA parece ser a percepção de que o governo brasileiro teria favorecido seu próprio sistema de pagamento eletrônico — prejudicando, assim, empresas privadas norte-americanas.

Ele avalia que, quando o regulador também atua como operador bem-sucedido — como o Banco Central do Brasil com o PIX —, é natural que surja uma “pressão internacional” nesse cenário de competição.

"De uma forma ou de outra, o PIX se tornou um modelo de inovação estatal eficiente, que pode ser replicado por outros países — o que representa uma possível ameaça ao domínio de empresas americanas no mercado global de meios de pagamento", explica.

Para o especialista, o sucesso massivo do PIX também virou uma vitrine e confere ao Brasil peso geopolítico para influenciar padrões e negociar aberturas no mercado internacional. “É um grande modelo a ser seguido em termos de infraestrutura pública digital de pagamentos.”

Diversos países buscam entender os mecanismos de funcionamento do sistema. Enquanto isso, o uso do PIX entre os brasileiros acumula recordes, com mais de R$ 26,4 trilhões movimentados só em 2024.

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Ofensiva dos EUA contra sistemas de pagamentos

Pedro Henrique Ramos, do RegLab, lembra que os EUA têm um histórico de contestar políticas que favorecem infraestruturas domésticas, citando os casos da Indonésia, Índia e China (com a UnionPay).

Ao anunciar tarifas de 32% sobre produtos importados da Indonésia, em abril, os EUA também alegaram "prática comercial injusta", citando impacto em empresas americanas como Visa, Mastercard e Amex.

Segundo Ramos, esse tipo de infraestrutura pública de baixo custo, criado por países emergentes, é adotado como instrumentos de inclusão social e financeira, e de redução da dependência de redes atreladas ao dólar.

"Então, você tem um atrito geopolítico claro entre interesses comerciais e também com os discursos políticos que são usados para fundamentar e fomentar essas infraestruturas digitais soberanas dos países", afirma.

Ralf Germer, da PagBrasil, destaca que os EUA têm sistemas semelhantes, como o Zelle — criado por grandes bancos, com possíveis taxas conforme a instituição — e o FedNow, do Federal Reserve, que permite cobrança de taxas pelos bancos, mas geralmente não repassadas ao consumidor final.

Os sistemas norte-americanos, no entanto, não chegaram nem perto do sucesso do PIX, afirma Pedro Henrique Ramos, do RegLab.

"A adesão ao FedNow, por exemplo, foi opcional. Nenhum dos grandes bancos americanos aderiu. Então, de uma forma ou de outra, o PIX virou um modelo, uma vitrine", diz.

Exigências legais do Brasil — e apoio às big techs

Os questionamentos dos EUA sobre os pagamentos eletrônicos fazem parte de uma discussão mais ampla que envolve big techs americanas, como Google e Meta (WhatsApp ), que operam seus próprios sistemas de pagamento e podem ver o PIX como concorrente.

"Empresas americanas do setor frequentemente resistem a determinadas decisões do Supremo Tribunal Federal [STF], especialmente sobre exigências legais como a proibição de veicular certos conteúdos", diz Lia Valls, pesquisadora associada do FGV Ibre e professora da UERJ.

Segundo a especialista, apesar de não ter relação direta, o conflito com as big techs também contribui para as alegações de Donald Trump, que em diversas ocasiões tentou pressionar a Suprema Corte brasileira.

No mês passado, por exemplo, a maioria dos ministros do STF votou a favor de responsabilizar as redes sociais pelo conteúdo publicado por seus usuários — como discursos de ódio, fake news ou prejudiciais a terceiros.

No mesmo dia, o Google, dono do YouTube, afirmou que "abolir regras que separam a responsabilidade civil das plataformas e dos usuários não contribuirá para o fim da circulação de conteúdos indesejados na internet [como fake news]".

Já a Meta, proprietária do Instagram, do Facebook e do WhatsApp, manifestou preocupação com "as implicações da decisão do STF sobre a liberdade de expressão e as milhões de empresas que usam nossos aplicativos para crescer seus negócios e gerar empregos no Brasil".

Além disso, há o caso específico do WhatsApp. Em junho de 2020, antes mesmo do lançamento do PIX, o Banco Central e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspenderam a função de pagamentos e transferências por meio do aplicativo no Brasil.

Na época, o BC determinou que as bandeiras Visa e Mastercard, que viabilizavam as transações, suspendessem a função de pagamentos para que o órgão avaliasse riscos e garantisse o bom funcionamento do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB). Já o Cade apontava possíveis riscos à concorrência.

Em 2023, com o PIX já em funcionamento, o BC autorizou o WhatsApp a oferecer pagamentos com cartões de crédito, débito e pré-pago. Em dezembro, porém, a empresa descontinuou no Brasil a função de pagamento entre pessoas com cartão de débito no aplicativo.

Em nota enviada ao g1 em novembro de 2024, a empresa informou que a decisão de suspender a função com cartão de débito no país teve como objetivo priorizar as transações via PIX.

 O que torna o PIX alvo de Trump em investigação contra o Brasil

O papa Leão XIV lamentou com “profunda tristeza” o ataque israelense contra a única igreja católica da Faixa de Gaza, nesta quinta-feira (17/7), que deixou o padre Gabriele Romanelli ferido. O sumo pontífice pediu um cessar-fogo em Gaza e garantiu orações ao padre. Ao todo, duas pessoas morreram e outras 10 ficaram feridas.

Leão XIV, em telegrama assinado pelo cardeal secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, reiterou seu apelo por um “cessar-fogo imediato” na Faixa de Gaza.

O padre Romanelli, um dos feridos, costumava informar regularmente o papa Francisco sobre o conflito entre israelenses e palestinos.

Ataque

Um ataque de Israel atingiu a única igreja católica da Faixa de Gaza, nesta quinta. Ao todo, duas pessoas morreram e outras 10 ficaram feridas, entre elas o padre Gabriele Romanelli.

A igreja Sagrada Família era usada como abrigo por pessoas que tiveram suas casas destruídas na guerra, iniciada em 7 de outubro de 2023. As vítimas foram levadas para o Hospital Al-Ahli, na Cidade de Gaza.

Por meio da conta oficial no X, o Ministérios das Relações Exteriores de Israel disse que as circunstâncias do ataque ainda não estão claras e que as Forças de Defesa de Israel (FDI) vão investigar o ocorrido. “Israel nunca ataca igrejas ou templos religiosos e lamenta qualquer dano causado a um local religioso ou a civis não envolvidos”.

O papa assegurou a Romanelli sua proximidade espiritual e estendeu suas orações a toda a comunidade paroquial.

De acordo com o Vaticano, o telegrama é dirigido especialmente ao padre Romanelli e expressa a “profunda tristeza” do pontífice pelo ataque à igreja, que desde o início da guerra abriga mais de 500 pessoas em fuga.

O pontífice afirmou ter assegurado a toda a comunidade sua “proximidade espiritual e suas orações pelo consolo dos que sofrem e pela recuperação dos feridos”.

A conta de energia poderá ficar mais barata em Alagoas no mês de agosto. Isso porque a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nessa terça-feira (15), a destinação de R$ 883 milhões para um bônus que será aplicado nas faturas emitidas entre os dias 1º e 31 de agosto de 2025. Os recursos são oriundos da comercialização da energia gerada pela parte brasileira da Usina Hidrelétrica de Itaipu Binacional.

Terão direito ao crédito consumidores residenciais e rurais que registraram consumo inferior a 350 quilowatts-hora (kWh) ao longo de 2024. O valor do bônus será proporcional ao consumo registrado por cada unidade, considerando apenas os meses em que o consumo ficou abaixo desse limite.

A devolução dos valores excedentes da operação de Itaipu será feita automaticamente, sem necessidade de cadastro ou solicitação por parte dos consumidores.

A Usina de Itaipu, uma das maiores hidrelétricas do mundo, pertence ao Brasil e ao Paraguai. A energia gerada pela parte brasileira é comercializada, e os excedentes financeiros dessa operação são revertidos aos consumidores, conforme previsto em lei.

 

Um vigilante de 59 anos foi morto após ser agredido pelo enteado, um jovem de 28 anos, no bairro de Pau Amarelo, em Paulista, no Grande Recife. O criminoso apunhalou a vítima com um garfo de churrasco, e fugiu em seguida.

O crime aconteceu na terça-feira (15), na Rua Filipinas, e foi confirmado pela Polícia Civil nesta quarta-feira (16). De acordo com testemunhas, o enteado é usuário de drogas e costumava discutir com o padrasto com frequência.

A vítima foi identificada como Alcides Teixeira do Rego. O enteado não teve o nome divulgado.

No dia da agressão, os dois discutiram e o enteado se armou com um garfo de churrasco. Ele atingiu o padrasto no pescoço, na cozinha da casa em que eles moravam.

O padrasto morreu no local. O Instituto de Medicina Legal (IML) esteve no local para recolher o corpo e levar para a sede do órgão, no bairro de Santo Amaro, no Centro do Recife.

O enteado fugiu e, até a última atualização desta reportagem, não tinha sido preso. De acordo com a Polícia Civil, o caso foi registrado pela Força-Tarefa de Homicídios Metropolitana Norte, e vai ser investigado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

"As diligências seguem até o esclarecimento do caso", informou a polícia, por meio de nota.

 

O maior centro de comércio popular no Brasil e na América Latina, a 25 de Março, localizada no Centro de São Paulo, entrou na mira do presidente americano, Donald Trump, por conta da venda de produtos falsificados e da falta de proteção dos direitos de propriedade intelectual.

Na terça-feira (15), o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) anunciou a abertura de uma investigação comercial contra o Brasil por ordem do republicano.

Trump já havia sinalizado o início da investigação na mesma carta em que anunciou a tarifa de 50% sobre exportações brasileiras, em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado.

No documento, divulgado pelo governo americano, a região da Rua 25 de Março é apontada como um dos maiores mercados de produtos falsificados do mundo, permanecendo assim há décadas, apesar de sucessivas operações policiais.

"O Brasil adota uma série de atos, políticas e práticas que aparentemente negam proteção e aplicação adequadas e eficazes aos direitos de propriedade intelectual. Por exemplo, o país não conseguiu combater de forma eficaz a importação, distribuição, venda e uso generalizados de produtos falsificados, consoles de videogame modificados, dispositivos de streaming ilícitos e outros dispositivos de violação", afirma o documento.

Na avaliação do USTR, a falsificação persiste especialmente na 25 de Março devido à ausência de sanções, penalidades e medidas que desestimulem essa prática ilegal a longo prazo.

Em janeiro, um relatório do USTR já apontava como pontos de pirataria em São Paulo: o Centro Histórico e os bairros de Santa Ifigênia e Brás, incluindo o Shopping 25 de Março, Galeria Page Centro, Galeria Santa Ifigênia, Shopping Tupan, Shopping Korai, Feira da Madrugada e Nova Feira da Madrugada.

Segundo o relatório, as marcas originais veem a região como um "dos maiores mercados de atacado e varejo de produtos falsificados no Brasil e na América Latina, com mais de mil lojas vendendo produtos falsificados de todos os tipos".

As empresas donas dos direitos sobre os produtos, alvo de falsificação, também afirmam que os mercados da Rua 25 de Março atuam também na distribuição de itens falsificados e pirateados para outras partes do Brasil.

Procurada, a Associação Representativa do Comércio da Região da 25 de Março (Univinco25) afirmou que reúne mais de 3 mil estabelecimentos formais, cujos produtos comercializados são importados, principalmente, da China e não têm relação com os Estados Unidos.

"É importante destacar que, embora existam pontos isolados onde há comércio irregular, como pirataria, em algumas galerias específicas, essas práticas são continuamente fiscalizadas e combatidas pelos órgãos públicos competentes. Esses casos não representam a imensa maioria dos lojistas da região, que atuam de forma legal e transparente", informou em nota.

O que será investigado

Além da proteção da propriedade intelectual, o documento do USTR apresenta outros aspectos do comércio brasileiro que serão alvo da investigação e faz afirmações, sem apresentar provas, sobre supostas práticas comerciais do país.

São eles:

Uma mulher de 69 anos perdeu o controle da direção do carro que dirigia e só conseguiu frear à beira de um barranco de cerca de 10 metros, no interior do Hospital Ana Nery, na Rua Diomar Monteiro, no Bairro Grama, região Nordeste de Juiz de Fora (MG). O caso aconteceu por volta das 23h dessa terça-feira (15/7).

A ação rápida do Corpo de Bombeiros garantiu que a mulher fosse socorrida em segurança. De acordo com os militares que atuaram na ocorrência, o resgate foi feito a partir da estabilização do veículo e contou com a assistência de uma médica da unidade de saúde – que ficou ao lado do veículo dando orientações para que a idosa permanecesse imóvel até a finalização da ancoragem.

Veja a matéria completa Metrópoles

 

O padre Vanderley da Silva Costa, indiciado pelo crime de importunação sexual, na cidade de Penedo, em Alagoas, era o administrador da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora dos Cristãos. A conclusão do inquérito foi divulgada nesta quarta-feira (16).

O caso teve início com a denúncia de uma jovem funcionária da paróquia, que relatou ter sido importunada dentro da casa paroquial, onde foi chamada para entregar materiais utilizados em atividades da igreja. Segundo o depoimento, o padre teria feito perguntas de conotação sexual e tentado beijá-la à força. A vítima conseguiu sair do local e comunicou o ocorrido à família e às autoridades.

A Diocese de Penedo, informada sobre a situação, afastou o padre de suas funções sacerdotais um dia antes da instauração do inquérito e iniciou uma investigação interna. Em nota assinada pelo bispo Dom Valdemir Ferreira dos Santos, a instituição afirmou estar à disposição das autoridades para a elucidação do caso, respeitando a presunção de inocência.

A apuração foi conduzida pelos delegados Rômulo Andrade e Rodrigo Missano, da Delegacia Regional de Penedo. O inquérito será encaminhado ao Ministério Público de Alagoas (MPAL).

RELEMBRE O CASO

episódio ocorreu no dia 12 de junho e veio à tona após o irmão da suposta vítima relatar a situação em entrevista à Rádio Penedo FM. De acordo com o relato, o padre ligou para a jovem solicitando que ela levasse materiais para a casa paroquial.

Ao chegar, ele teria iniciado uma conversa com conteúdo inadequado, feito perguntas de cunho sexual, abraçado a jovem, tentado beijá-la e tocado suas partes íntimas.

Ainda conforme o irmão, após o ocorrido, o padre voltou a ligar para a funcionária pedindo que ela retornasse à residência para entregar um vinho, dizendo: “Pode entrar, a casa está aberta, as portas estão encostadas e eu estou no quarto relaxando a minha beleza.”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a comentar publicamente sobre a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro no Brasil. Em nova declaração, defendendo novamente Bolsonaro, nesta quarta-feira (16/7), Trump classificou como “uma vergonha” o tratamento que o governo e o sistema de Justiça brasileiros têm dado a Bolsonaro.

“O que o Brasil está fazendo com Bolsonaro é uma vergonha. Conheço Bolsonaro e acredito que ele é um homem honesto”, afirmou Trump, ao reforçar a defesa. Veja:

 

É o segundo dia consecutivo em que o norte-americano critica a condução dos processos envolvendo o ex-mandatário brasileiro.

Defesa pelo 2º dia consecutivo

Na última terça-feira (15/7), Donald Trump já havia declarado seu apoio a Bolsonaro, enquanto afirmava que o brasileiro não era seu amigo, mas um conhecido.

“Ele não é meu amigo, mas é alguém que conheço. Representa milhões de brasileiros, pessoas maravilhosas. Ama o Brasil e lutou muito por essas pessoas”.

O presidente dos EUA ainda comparou o pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o Supremo Tribunal Federal (STF) condene Jair Bolsonaro por três crimes — tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e participação em organização criminosa — a uma “caça às bruxas”.

Veja a matéria completa em Metrópoles

Uma motocicleta com queixa de roubo/furto e com sinais de adulteração foi recuperada, na noite dessa terça-feira, 15, em Maceió. O Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran) realizava policiamento na Avenida Galba Novaes de Castro, no Petrópolis, quando se deparou com um indivíduo pilotando o veículo sem placa.

Na abordagem, nada de ilícito foi encontrado com o piloto. Ao verificar os sinais identificadores da Shineray XY 50Q, de cor vermelha, foi constatado que se tratava de uma moto com restrição de roubo/furto.

O suspeito e a motocicleta foram encaminhados à Central de Flagrantes. Ele foi autuado pelos crimes de receptação e adulteração.

Um jovem de 20 anos foi internado, em estado grave, após ingerir um "bolinho de mandioca" supostamente envenenado, na última sexta-feira (18), em São Bernardo do Campo, do ABC Paulista.

O jovem Lucas da Silva Santos deu entrada na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) com uma lesão na língua, o que afastou a hipótese inicial de envenenamento por chumbinho, e apresentando sintomas de intoxicação. Ele está internado em estado grave, porém estável, com suporte ventilatório e vigilância neurológica.

Conforme informações da Polícia, a tia da vítima era a principal suspeita, por preparar e enviar o alimento, além das informações de familiares que apontaram a ausência de relacionamento de Lucas com ela, sendo a primeira vez que ela enviaria comida a ele.

Em depoimento, a tia de Lucas afirmou que não colocou veneno nos bolinhos e que os ingeriu junto da família e animais de estimação, mas ninguém passou mal.

No entanto, a investigação da Polícia Civil de São Paulo, sob a direção da delegada Liliane Lopes Doretto, mudou o foco para o padrasto da vítima, que se tornou o principal suspeito devido a inconsistências em seu depoimento e um histórico de abuso sexual contra os enteados. Durante relato, a mãe do jovem afirmou saber dos abusos cometidos contra os filhos.

Conforme apuração, o envenenamento foi direcionado à vítima. Ele estaria tentando entrar em um relacionamento e iria mudar de cidade dias antes do ocorrido, o que poderia ter motivado o padrasto a cometer o ato, devido ao comportamento que tinha com o jovem.

Foram feitas diligências na casa do garoto e na residência da tia. Nos locais, a perícia coletou amostras da massa dos "bolinhos" e também de alimentos. Também foi solicitado um exame toxicológico da vítima. A Polícia aguarda os resultados das solicitações.

Em entrevista à imprensa, a delegada Liliane Lopes Doretto, dirigente da investigação, mencionou a possibilidade de pedido de prisão, especialmente da tia, caso ela não comparecesse à delegacia. A tia estaria com medo de sair de casa devido a linchamento público.

O padrasto da vítima, apontado como o principal suspeito teve a prisão temporária do padrasto da vítima solicitada e aguarda decisão judicial.

A delegada aguarda resultados de laudos periciais para identificar a substância tóxica e consolidar as provas.

Israel lançou um ataque aéreo contra o Ministério da Defesa da Síria nesta quarta-feira (16) e as imagens foram transmitidas ao vivo pela TV Al Jazeera.

O local, que fica próximo ao Palácio Presidencial sírio, na capital do país, Damasco, foi atingido fortemente. O vídeo (veja acima) mostra uma grande explosão no centro da estrutura do prédio, destroços voando e uma grande nuvem de fumaça se erguendo no horizonte.

O ataque faz parte de uma nova frente dos conflitos no Oriente Médio. As Forças Armadas de Israel afirmam que é uma resposta a combates que soldados sírios têm travado com drusos, minoria étnica que vive em regiões tanto de Israel quanto da Síria.

Os militares israelenses disseram que "atingiram o portão de entrada do complexo do quartel-general militar do regime sírio" em Damasco e que continuavam "a monitorar os acontecimentos e as ações tomadas contra os civis drusos no sul da Síria".

De acordo com a agência de notícias estatal síria, pelo menos uma pessoa morreu e 18 ficaram feridas no ataque desta quarta em Damasco.

O Ministério da Defesa da Síria pediu aos moradores da cidade que permanecessem em casa. Alguns moradores que a Reuters conseguiu contatar por telefone disseram que estavam escondidos em casa com medo, sem eletricidade.

Este é o terceiro dia de ofensivas israelenses. Fontes de segurança do Ministério da Defesa disseram à agência de notícias Reuters que pelo menos dois ataques de drones atingiram o prédio e que autoridades estavam se protegendo no porão. A TV estatal Elekhbariya informou que o ataque feriu dois civis.

O repórter Osama Bin Javaid, da Al Jazeera, disse ter testemunhado os dois ataques, e que um ocorreu em frente à entrada do prédio e outro perto dos fundos. Além disso, segundo ele, os equipamentos continuam a sobrevoar o local e rajadas de tiros foram ouvidas, aparentemente vindas de posições defensivas sírias, que disparavam contra os drones.

"Isso mostra que a situação está se agravando. Os ataques israelenses já chegaram ao coração de Damasco", diz.

Segundo a mídia estatal síria, os ataques também atingiram Sweida, cidade no oeste da Síria de maioria drusa onde soldados têm atacado a população local.

As tropas do governo sírio foram enviadas para a região de Sweida na segunda-feira (14) para acabar com os combates entre combatentes drusos e homens armados beduínos, mas acabaram entrando em conflito com as próprias milícias drusas.

O Programa Emprega 40+ é uma ação da Prefeitura de Maceió, por meio do Sine e da Semtes, voltada à inserção e reinserção de pessoas com 40 anos ou mais no mercado de trabalho. Está ocorrendo de 7 a 18 de julho de 2025, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, no calçadão da Praça Marechal Deodoro, no Centro da cidade. Os atendimentos são gratuitos e não exigem inscrição prévia — basta comparecer com documento pessoal e currículo.

Estas são as vagas disponíveis nesta quinta-feira (17):

Armador

Pedreiro

Faxineira/Passadeira

Auxiliar de Produção

Auxiliar de Estoque (Carga e Descarga)

Auxiliar de Eletromecânico (Curso Técnico Senai)

Servente ou auxiliar de pedreiro

Representante comercial (carro próprio e disponibilidade)

Montador de forma

Eletricista

Encanador

Servente

Ajudante prático de encanador

Ajudante prático de pedreiro

Auxiliar de marcenaria

Auxiliar de engenharia/ técnico em edificações

Auxiliar de manutenção (mecânica/elétrica)

Marceneiro

Mestre de Obras/Encarregado

Pedreiro

Pintor

Técnico em manutenção (refrigeração)

Operador de carne

Assistente operacional

Assistente de vendas

Auxiliar de vendas

Operador de supermercado

Auxiliar de Logística

Motorista

Conferente

Confeiteiro

Padeiro

Auxiliar de sushiman

Auxiliar de serviços gerais

Auxiliar de cozinha

Cozinheiro

Embalador

Atendente de restaurante

Operador de caixa

Repositor

Fiscal de prevenção de perdas

Agente de prevenção de perdas

A iniciativa visa combater o preconceito etário e valorizar a experiência profissional, reconhecendo a qualificação de quem muitas vezes é excluído das vagas ofertadas. Durante os dez dias do evento, os participantes têm acesso gratuito a cadastro de currículos, intermediação de mão de obra, orientação profissional, emissão da carteira de trabalho digital e atendimento para solicitação do seguro‑desemprego. Empresas parceiras também realizam processos seletivos presenciais com vagas específicas para esse público-alvo.

Portanto, todas as vagas listadas acima estão disponíveis no dia 17 de julho no calçadão da Praça Marechal Deodoro, das 8h às 14h, como parte desta programação especial do Emprega 40+. Basta comparecer com currículo e documento oficial para participar.

Conhecer as plantas e entender seu ciclo de vida é fundamental para garantir um cultivo saudável e produtivo. Cada espécie possui um período ideal para ser plantada, que depende de fatores como temperatura, luminosidade e clima. No inverno, essa atenção se torna ainda mais importante, já que as condições ambientais mudam e podem impactar diretamente o desenvolvimento delas.

Os experientes paisagistas Catê Poli, que comanda o próprio escritório de paisagismo, e João Jadão, vice-presidente da Associação Nacional de Paisagismo (ANP), afirmam que o comportamento delas diante do clima predominante em uma região determinará o resultado do seu cultivo. Com as baixas temperaturas, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, é preciso saber quais são as plantas mais ou menos resistentes ao inverno para dedicar a atenção necessária nesse período, além de entender os cuidados que a estação pede.

Para Catê Poli, as árvores brasileiras, capazes de se desenvolver naturalmente em todo o território nacional, se saem melhor no frio quando comparadas aos arbustos vindos de uma região específica. “Essa é uma questão muito interessante e facilmente compreensível, uma vez que as nativas estão mais alinhadas ao seu habitat de origem e podem passar por algumas dificuldades quando inseridas dentro de outro ecossistema”, explica.

Espécies que resistem bem ao frio

Entre as árvores que suportam o frio extremo, Catê Poli enumera:

Essas espécies são extremamente adaptadas às condições climáticas encontradas nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “Aliás, a araucária é milenar e tornou-se símbolo da região Sul”, relata João Jadão.

Sobre os arbustos, que alcançam alturas de pequeno e médio porte e trazem uma folhagem mais densa e espessa, os paisagistas contam as espécies que crescem bem em regiões com climas gélidos:

Quanto às espécies que resistem ao frio, desde que não sejam afetadas por geadas intensas, há:

Jardim com lago e esteira de madeira com diversas plantas e arbustos ao redor
Conciliar as espécies com a região torna o paisagismo mais sustentável (Projeto de arquitetura: Gilda Meirelles | Paisagismo: Catê Poli | Foto: Evelyn Muller)

Importância de conciliar a espécie com a região

De acordo com João Jadão, essa atenção em conciliar as espécies com a região torna o paisagismo sustentável. Ele ressalta que os arbustos, apesar das limitações, podem ser complementados por ornamentais não nativas, importadas de climas frios da Europa, Ásia subtropical e África do Sul, como:

Ele indica que esse processo de misturas de espécies torna a composição dos projetos de paisagismo mais viável em regiões frias. Catê Poli reforça essa mensagem: “Mesmo que se use poucas opções nativas de arbustos, priorizar árvores brasileiras adequadas ao clima já representa uma excelente harmonia com o meio ambiente”.

Legalmente, projetos de reflorestamento exigem 100% de árvores nativas — arbustos entram apenas em processos regenerativos com menor impacto na compensação ambiental. É importante lembrar que, por sermos um país tropical, a maioria das plantas nativas tolera temperaturas de até cerca de 15 °C (algumas até 10 °C), mas abaixo disso e em geadas, poucas resistem ao rigor do inverno.

Cuidados com as plantas no inverno

Abaixo, os paisagistas Catê Poli e João Jadão explicam como cuidar das plantas durante a estação mais fria do ano. Confira!

1. Dormência do jardim

No inverno, o jardim entra em dormência e, assim, as plantas não se desenvolvem. Caso sejam plantadas nesse período, o crescimento acontecerá a partir de setembro.

2. Fique atento às regas

Por ser uma estação mais seca, é preciso prestar atenção à rega. Em invernos mais úmidos, é preciso ter cuidado para não exagerar na rega e deixar que as plantas fiquem apodrecidas, uma vez que o sol não é suficiente. Se estiver muito ressequido, é preciso complementar com água e, se estiver muito úmido, cuidado com o excesso, pois demora para evaporar devido à falta de sol. Em caso de viagens, é preciso pedir para alguém cuidar da rega.

3. Poda correta

No inverno, é tempo de fazer podas estéticas, não as drásticas, porque a planta não vai crescer ainda. Tudo o que for realizado deve acontecer no fim do inverno, pensando na preparação do jardim para a primavera e o verão. Por exemplo, no final da estação fria é indicada a adubação das plantas, pois com o calor e as chuvas que acontecem na primavera, elas responderão maravilhosamente.

4. Ausência de crescimento e de novos brotos

Nessa época, não há crescimento nem a formação de novos brotos — pelo contrário, a planta pode secar e será preciso podar. Isso é algo que acontece como uma lei da vida e da natureza.

5. Verifique a iluminação

Dentro de casa, é importante avaliar se no local onde o vaso está recebe luz. Caso a resposta seja não, é indicado mudá-lo de lugar.

Um homem de 28 anos foi preso, nessa terça-feira (15), suspeito de envolvimento no assassinato de José Fernando da Silva, em um crime motivado por disputa territorial ligada ao tráfico de drogas. A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Alagoas, por meio de uma ação da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), sob coordenação do delegado João Marcello.

O homicídio ocorreu em 9 de dezembro de 2024, na região conhecida como Leprosário, na Praia do Francês, município de Marechal Deodoro. Segundo as investigações, a vítima foi atraída ao local com o falso pretexto de uso coletivo de entorpecentes e, ao chegar, acabou surpreendida e executada a tiros.

De acordo com a apuração, o crime teria sido cometido por integrantes de uma facção criminosa que decidiram matar José Fernando por ele comercializar drogas de forma independente na área dominada pelo grupo.

Durante o cumprimento do mandado de prisão, os agentes também apreenderam 600g de maconha, 80g de cocaína e uma balança de precisão em posse do suspeito, reforçando os indícios de envolvimento com o tráfico.

Após ser detido, o homem foi conduzido à sede da Dracco, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

 

A Segurança Pública já identificou o terceiro suspeito de participar do assalto à sandubaria ocorrida no bairro do Antares, na parte alta de Maceió, e trabalhos para localizá-lo estão sendo realizados. Dois acusados do crime já foram presos e o veículo utilizado pelos bandidos foi apreendido e passará por perícia.

De acordo com o secretário executivo da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/AL), coronel Patrick Madeiro, além das prisões, a polícia também apreendeu com os suspeitos dois celulares pertencentes a vítimas do assalto. Os aparelhos serão devolvidos aos proprietários após o procedimento de praxe da polícia.

Ele também contou que o veículo utilizado no crime, que foi apreendido, não pertencia aos suspeitos. As duas prisões já efetuadas ocorreram no bairro do Benedito Bentes. Já o veículo utilizado no crime foi localizado no Clima Bom.

Os trabalhos agora estão focados em localizar o terceiro participante do assalto, que deixou funcionários e clientes da sandubaria assustados no último domingo (13). O coronel Patrick Madeiro pede a ajuda da população para localizá-lo. As imagens do assalto, com todos os suspeitos, foram bastante difundidas pela imprensa e também nas redes sociais.

“A população pode ajudar a localizar o terceiro suspeito por meio do 181. Daremos uma resposta rápida e o sigilo é garantido”, afirma.

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