
Juliana Alves Silva, 39 anos, estava nas últimas semanas de uma gravidez de trigêmeos quando a primogênita, Kaillany, de 15 anos, sofreu um grave acidente de carro. A jovem teve parada cardíaca, traumatismo craniano severo e precisou passar por uma cirurgia com apenas 10% de chance de sobreviver.
Segundo contou à CRESCER, os médicos a alertaram sobre a possibilidade real de que, mesmo resistindo, a adolescente viveria em estado vegetativo. O diagnóstico se confirmou quando, após 32 dias de internação, Kaillany recebeu alta ainda sem qualquer resposta neurológica consistente – exatamente no momento em que Juliana enfrentava os maiores cuidados de uma gravidez de alto risco.
Ela, que é de São Paulo, conta que a notícia chegou por meio de uma ligação inesperada e que, antes mesmo de atender, teve uma sensação intensa de que algo grave havia acontecido. “Quando eu sentei na cama, Deus falou comigo de forma muito clara: ‘Não é para a morte e, sim, para a glória de Deus’”, afirma.

A confirmação do acidente veio de maneira abrupta do outro lado da linha, com a pergunta: “Seu esposo está aí?”. Para ela, aquele momento marcou o início do período mais desafiador de sua vida.
Do impacto do acidente à rotina intensa de cuidados
As limitações da gestação impediram que Juliana permanecesse no hospital durante toda a internação. Ela conta que enfrentava “momentos de muito medo, ansiedade e desgaste emocional”, mas que buscava acompanhar tudo por chamadas de vídeo, visitas rápidas e conversas constantes com a equipe.
Seu marido, Renato, a cunhada Tamires e Paulo – enfermeiro e considerado por ela como pai de coração – se revezavam para que Kaillany nunca ficasse sozinha. “Eles faziam escala para que ela nunca ficasse sem alguém ao lado”, lembra.
Quando a filha voltou para casa em estado vegetativo, foi necessário reorganizar toda a dinâmica familiar. Kaillany não se alimentava sozinha, precisava de cuidados contínuos e demandava atenção integral. Juliana, então com o corpo fragilizado pela gestação, fazia questão de estar presente, mesmo diante do cansaço extremo. “Mesmo grávida, mesmo cansada, mesmo emocionalmente esgotada, eu estava ali”, afirma. Ela explica que, diante de cada pequeno avanço, sentia que “não era algo comum, era um milagre acontecendo diante dos meus olhos”.
Nesse período, a rede de apoio se tornou indispensável. Elena, prima e enfermeira, dividia seus plantões entre o hospital e a casa de Juliana. “Ela se tornou como uma segunda mãe para a Kaillany. Ela estava comigo, cuidando, ajudando e sustentando aquele momento tão delicado”, conta.
Além dela, a mãe de Juliana, amigos, familiares e membros da igreja se mobilizaram para que ela pudesse enfrentar a sobrecarga emocional e física. “Houve dias em que eu não tinha forças nem para falar, e foram eles que me sustentaram em presença, em oração e com gestos simples que carregavam um amor imenso”, lembra.
Juliana explica que, apesar do desgaste, a fé foi o que deu força para continuar: “A minha fé não me livrou da dor, mas me deu estrutura para permanecer de pé no meio dela”.
A evolução em casa, os marcos da recuperação e a conclusão da história
Os primeiros sinais de melhora surgiram cerca de 30 dias após a alta. A mãe recebeu um vídeo de Kaillany subindo uma escada – algo impensável no momento em que deixou o hospital.
Mesmo com gastrostomia (GTT) – sonda inserida diretamente no estômago através da parede abdominal para alimentação, hidratação e medicação –, ela passou a apresentar avanços consistentes. “Com 62 dias, ela começou a comer normalmente. Com 163 dias, já estava pulando”, relembra Juliana.
A fala, inicialmente considerada perdida, também voltou meses depois. “Disseram que ela não falaria mais, mas quase sete meses após o acidente, ela falou a primeira palavra e, no outro dia, cantou”, disse a mãe, destacando que cada etapa da recuperação foi vivida sem pressa, respeitando o tempo da filha.
Na rotina de reabilitação, a participação de Renato – que é pai das trigêmeas e “o pai que Kaillany escolheu quando tinha 4 anos e 8 meses” – continuou essencial. Para Juliana, o marido foi “suporte, força e presença dentro de casa”, compartilhando integralmente cada fase do processo. A ajuda de Paulo, Tamires e Elena se manteve constante, garantindo suporte técnico e emocional. “Cada ajuda foi um presente de Deus naquele tempo”, resume.
Mesmo atravessando um período de grande estresse, Juliana afirma que as trigêmeas permaneceram bem durante toda a gestação. Ela considera que o processo vivido pela filha e a estabilidade das bebês fizeram parte de um mesmo movimento de superação dentro da família: “Eu entendi que aquele milagre não era só sobre a Kaillany, era sobre toda a minha casa”.
Hoje, ela olha para a recuperação da filha como a soma de cuidados especializados, amor, apoio e fé. “Humanamente, não seria possível dar conta de tudo, mas com Deus eu vivi o impossível todos os dias.”
Marcos Antônio da Silva Neto, de 19 anos, é suspeito de matar Rafael Garcia Pedroso, de 31, condenado pela morte da mãe do jovem. O crime ocorreu em Frutal, no Triângulo Mineiro.
Rafael foi atingido por cinco tiros em frente à Unidade Básica de Saúde Carlos Alberto Vieira, no bairro Novo Horizonte, no dia 31 de março.
Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais, Marcos monitorava Rafael desde que ele deixou a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) em 15 de janeiro. Rafael cumpria pena na unidade pela morte da mãe do suspeito, assassinada com cerca de 20 facadas em 2016.
No dia do crime, a vítima aguardava a esposa ser atendida na unidade de saúde quando, de acordo com a polícia, foi surpreendida pelo suspeito, que teria efetuado vários disparos pelas costas.
Marcos é procurado desde então, e a Polícia Civil de Minas Gerais já solicitou à Justiça um mandado de prisão temporária contra ele.
A defesa do suspeito informou que ele pretendia se apresentar espontaneamente à delegacia e confessar o crime, mas a apresentação não ocorreu. Segundo o advogado, a corporação orientou que a entrega deveria ser previamente combinada e comunicada à unidade responsável pela investigação.
Alimentos ultraprocessados continuam sendo associados por muitas pessoas à ideia de uma infância feliz e a sinais de melhoria nas condições de vida. A percepção aparece em um estudo conduzido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), que investigou hábitos alimentares em comunidades urbanas de diferentes regiões do país.
A pesquisa ouviu quase 700 pessoas em bairros de Rio de Janeiro, Recife e Belém e buscou entender fatores culturais, sociais e econômicos que influenciam a alimentação na primeira infância. Mesmo com a preocupação declarada de pais e responsáveis com a saúde das crianças, os ultraprocessados continuam muito presentes na rotina alimentar.
Segundo o levantamento, publicado em março, esses produtos costumam ser associados à praticidade, ao prazer e até a conquistas sociais. Em alguns contextos, oferecer certos alimentos industrializados pode ser interpretado como sinal de acesso a produtos antes considerados inacessíveis.
Os dados mostram que metade das crianças consumiu algum tipo de ultraprocessado no dia anterior à entrevista. O consumo aparece principalmente nos lanches intermediários, momento em que esses alimentos superam o café da manhã, o almoço e o jantar.
O estudo também identificou dificuldades na interpretação das informações nutricionais presentes nas embalagens. Mais da metade (55%) dos entrevistados afirmou não ter o hábito de ler os rótulos dos produtos, mesmo quando eles trazem alertas sobre excesso de açúcar, gordura ou sódio.
Quando as embalagens são observadas, muitas vezes as informações não são bem compreendidas. Em alguns casos, símbolos de advertência acabam sendo interpretados de forma equivocada, o que reduz o impacto da rotulagem nutricional frontal adotada no Brasil nos últimos anos.
A pesquisa também aponta que certos alimentos são percebidos como opções saudáveis, mesmo sendo classificados como ultraprocessados. Entre os entrevistados, 52% consideraram o iogurte com sabor uma escolha saudável e 49% tiveram a mesma percepção sobre nuggets preparados na air fryer.
Para os pesquisadores, a forma como esses produtos são apresentados ao consumidor contribui para essa interpretação. Embalagens chamativas, personagens e mensagens destacando vitaminas ou benefícios nutricionais ajudam a construir uma imagem positiva desses alimentos.
Diante desse cenário, o estudo defende medidas como ampliar ações de educação alimentar e discutir restrições à venda e à publicidade de ultraprocessados em ambientes escolares. A ideia é fortalecer o conhecimento das famílias sobre alimentação saudável desde a infância e reduzir o consumo precoce desses produtos.
A Nasa divulgou nesta terça-feira (7/4) uma nova imagem capturada pela tripulação da missão Artemis II. A fotografia mostra a Via Láctea vista do espaço, registrada pelos astronautas após o sobrevoo da Lua.
Publicada nas redes sociais da agência espacial norte-americana, a imagem revela um campo estrelado, com milhares de estrelas e nuvens brilhantes de poeira que compõem a estrutura da nossa galáxia.
Segundo a Nasa, a Via Láctea tem uma forma espiral, com braços que se estendem a partir de uma região central composta por uma grande concentração de estrelas. A galáxia tem mais de 100 mil anos-luz de extensão.
A Terra está localizada em um desses braços espirais, aproximadamente a meio caminho entre o centro da galáxia e as regiões externas.
A fotografia foi registrada após a nave Orion fazer um sobrevoo lunar bem-sucedido. A missão Artemis II marcou o retorno de astronautas à órbita da Lua mais de cinco décadas depois das missões Apollo.
Desde o seu lançamento no último dia 1° de abril, a missão lunar Artemis II, coordenada pela agência espacial americana (Nasa), tem divulgado imagens inéditas e impressionantes feitas da superfície da Terra e da Lua.
Duas dessas imagens, que foram feitas pela janela da nave Orion, atraíram milhares de curtidas nas redes sociais. Além da história sendo registrada a partir das lentes das câmeras, dois detalhes chamaram a atenção: a região costeira do Nordeste em grande destaque e a capital alagoana entre as cidades que aparecem nas imagens.
O primeiro registro foi divulgado pela Nasa nas redes sociais no dia 3, cerca de 48 horas após o lançamento da missão tripulada. A foto, feita de uma câmera digital de longo alcance, deixou centralizada na mesma imagem o continente africano e parte no continente americano, com destaque para a América do Sul.
A imagem (veja abaixo), também chama atenção por alguns pontinhos pequenos e brilhosos, principalmente na região costeira do Brasil. Segundo o astrônomo Elielson Pereira,, graduado no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP), esses pontos seriam as capitais, entre elas Maceió.

Já o segundo registro, feito no 4° dia de missão e num posicionamento diferente, as lentes da tripulação captaram os mesmos continentes, mas em disposições diferentes.
O novo ângulo trouxe, além do continente americano e africano, a Aurora Boreal (linha esverdeada do lado direito da primeira imagem), que aparece nas extremidades do globo terrestre. A capital alagoana também voltou a aparecer na imagem.

Em entrevista ao TNH1, o astrônomo Elielson Pereira explicou que a tecnologia usada para captar as imagens e o ângulo diferente conseguiu trazer o registro histórico.
"O registro indica algumas capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro. Já na região Nordeste, o registro consegue mostrar ainda mais outras capitais, como Recife e Maceió. Isso tem ligação com a capacidade de resolução da imagem, que conseguiu fazer o registro nesse ângulo. É um ângulo diferente, por exemplo, feito pela missão Apollo 11, em 1969. À época, o registro retratava principalmente o continente africano", explicou.
O astrônomo ainda detalha que esse tipo de missão espacial, que pode ser contemplada por milhões de pessoas, fomenta questões importantes, entre elas, a ambiental.
"Lembrando que a Lua é só a primeira parada da Artemis. Após quase 50 anos Apollo 11, que havia encerrado a jornada de comissões tripuladas, foram retomadas com toda força as missões espaciais. A previsão é de que 2030 se tenha, novamente, pousos de pessoas na Lua. Depois da década de 70, que tivemos a missão da Apollo 11, foi muito importante, pois tivemos a oportunidade de ver a terra de uma distância jamais vista. É um registro muito importante, pois fomentou os movimentos ambientalistas. Desde aquela época foram levantadas várias questões, envolvendo as fragilidades da Terra", destacou Pereira.

MISSÃO ARTEMIS
A missão Artemis II, que marca o retomada do programa lunar do Estado Unidos (EUA) surge em meio a uma corrida espacial. Para o astrônomo Elielson Pereira, Um dos principais alvos dessas missões é o polo sul da Lua.
"Sobre a importância das missões Artemis, falando no plural, elas têm o propósito de fazer o acesso seguro à Lua. Esse acesso é a questões básicas, como, por exemplo, para saber se temos concentrações de água no polo sul da Lua, principalmente para futuras missões. Lembrando que a Artemis envolve o desenvolvimento de uma tecnologia para fazer voos mais distantes, como para marte. Então, essas missões são importantes nesse sentido, de trazer acessos seguros, estabilização de tecnologias, testes de equipamentos.Também há a questão da exploração espacial, envolvendo, por exemplo, a mineração, e que tem como foco a Lua e Marte", finalizou.

O governo do Irã afirmou, nesta terça-feira (7/4), ter imposto plano com 10 pontos como condição para aceitar trégua com os Estados Unidos. Segundo comunicado do Conselho Supremo de Segurança Nacional iraniano, as exigências foram aceitas por Washington e serviram de base para o cessar-fogo e para a abertura de negociações entre os dois países.
Mais cedo, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a suspensão dos ataques contra o Irã por duas semanas. Em publicação nas redes sociais, o mandatário dos EUA afirmou que a proposta apresentada por Teerã representa base viável para negociação.

10 pontos exigidos pelo Irã
Garantia de que não haverá novos ataques contra o Irã;
Manutenção do controle iraniano sobre o Estreito de Ormuz;
Reconhecimento do direito ao enriquecimento de urânio;
Suspensão de todas as sanções, incluindo primárias e secundárias;
Encerramento de resoluções do Conselho de Segurança da ONU e da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA);
Pagamento de compensações ao Irã;
Retirada das forças de combate dos Estados Unidos da região;
Fim das ações militares em outras frentes, incluindo contra grupos aliados do Irã no Líbano;
Liberação de ativos iranianos bloqueados no exterior;
Aprovação de todos os pontos em uma resolução vinculante do Conselho de Segurança da ONU.
Os termos foram apresentados pelo Irã por meio do governo do Paquistão. O governo iraniano destacou que aceitou negociar após considerar que alcançou seus principais objetivos. Ainda assim, ressaltou que o cessar-fogo não representa o fim definitivo do conflito, que dependerá da conclusão das negociações e do cumprimento das condições estabelecidas.
As conversas estão previstas para começar no dia 21 de abril e podem ser prorrogadas, caso haja necessidade de avançar nos detalhes do acordo. Durante esse período, o Irã afirmou que manterá suas forças em prontidão.
O Irã reagiu e classificou, nesta terça-feira (7/4), as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o possível fim de “toda uma civilização” como uma incitação a crimes de guerra e “potencial genocídio”, elevando a tensão no conflito no Oriente Médio.
Durante sessão do Conselho de Segurança da ONU, o embaixador iraniano Amir-Saeid Iravani afirmou que Teerã não ficará inerte diante das ameaças e prometeu reação imediata caso haja ação militar por parte de Washington.
“O Irã não ficará de braços cruzados diante de crimes de guerra tão graves. Exercerá, sem hesitação, seu direito inerente de autodefesa e tomará medidas recíprocas imediatas e proporcionais”, declarou.
A fala ocorre horas antes do prazo final imposto pelos Estados Unidos para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.
O governo iraniano havia rejeitado a exigência, classificando-a como “ilógica” e reiterando que não negocia sob pressão.
Gilberto Jarson, de 50 anos, preso por matar a subtenente Marlene de Brito Rodrigues, de 59, foi descrito como uma pessoa violenta pela ex-companheira, há dez anos. Ele foi preso por feminicídio na tarde de segunda-feira (6), na casa da subtenente, no bairro Estrela Dalva, em Campo Grande.
Conforme apurado pelo Jornal Midiamax, na ficha criminal do suspeito, constam 20 passagens, sendo a maioria por ameaça, quatro por violência doméstica e passagens por associação criminosa.
O suspeito foi denunciado em 2016 pela ex-companheira, época em que ela estava separada há quase dois anos de Gilberto. Antes disso, ela já havia registrado dois boletins de ocorrência contra o ex, por ameaça e injúria, e conseguiu medida protetiva.
À polícia, foi relatado que o homem era muito violento e não aceitava a separação. Mesmo com a medida protetiva em vigor, Gilberto foi visto em um bar próximo da casa da ex-companheira.
Mulher foi brutalmente agredida no caminho para a igreja
Conforme o registro policial, a mulher seguia para um culto na igreja com o filho de 4 anos no colo, quando passou em frente ao bar e percebeu que o ex-companheiro estava no estabelecimento.
Na ocasião, Gilberto teria proferido xingamentos de baixo calão aos gritos contra a ex-companheira. Ela seguiu o trajeto para a igreja, tentando ignorar o suspeito, mas ele se aproximou e arremessou um capacete em direção à mulher. Gilberto ainda teria agredido a ex com socos no olho e na cabeça, mesmo com a mulher carregando o filho no colo.
Diante da agressão, a mulher caiu ao chão e uma pessoa tirou a criança de perto do suspeito. Neste momento, Gilberto pegou um banco de madeira do bar e quebrou o banco com golpes na cabeça da vítima.
A mulher relatou aos policiais que deu um chute no ex-companheiro para se defender, mas ele só parou de agredi-la quando viu que sua cabeça estava com sangramento. Ele ameaçou matar a mulher “de qualquer jeito” e fugiu.
Na delegacia, a mulher contou que foi para uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e precisou levar dois pontos na cabeça. Ela revelou que o ex-companheiro era usuário de drogas e temia pela vida.
Feminicídio
O crime ocorreu no horário do almoço e, após dar versões contraditórias dos fatos, o namorado foi preso em flagrante pelo feminicídio. Conforme detalhes da PM (Polícia Militar), um vizinho policial foi o primeiro a chegar ao local do crime. Outra vizinha ouviu o tiro e comunicou ao policial militar, que então foi até a casa e encontrou Gilberto com as mãos ensanguentadas.
Segundo o soldado, ele questionou o suspeito sobre Marlene, mas ele não respondeu. Como o portão estava trancado, solicitou que Gilberto abrisse, mas ele demorou. Por isso, o militar pulou o muro da casa.
Gilberto estava falando ao telefone, com a arma na mão direita. Então, o PM ordenou que o namorado de Marlene soltasse a arma, um revólver, e ele o colocou em cima de um baú.
Quando o vizinho entrou na casa, Marlene ainda tinha sinais vitais, então, ele acionou socorro via 192, 193 e 190, mas ela não resistiu. Além do policial, outros vizinhos confirmaram que as brigas de casal eram frequentes.
Uma testemunha chegou a dizer que ouvia sempre Gilberto gritando com Marlene e que, em determinada ocasião, ouviu a mulher gritar por socorro. Após os fatos, as equipes do 9º Batalhão da PMMS foram acionadas e estiveram no local.
Aos policiais, Gilberto deu versões diferentes dos fatos. Em determinado momento, disse que ligou para a polícia após o tiro e mostrou o celular. Então, os militares identificaram também uma chamada para o advogado do suspeito.
Gilberto afirmou que a ligação ocorreu porque tinha provas de que a vítima “manifestava intenção de cometer suicídio”. Afirmou também que não houve discussão ou desentendimento na data dos fatos.
A prefeita de Palmeira dos Índios Luísa Júlia (Tia Júlia) reuniu nesta terça-feira (7), em seu gabinete, secretários municipais e representantes do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Palmeira dos Índios (CMDCA) para definir estratégias de ampliação da destinação do Imposto de Renda ao Fundo da Infância e Adolescência (FIA).
A legislação brasileira permite que pessoas físicas e jurídicas direcionem parte do imposto devido ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FIA). Esses recursos são aplicados diretamente em ações e projetos que promovem proteção, inclusão e oportunidades para crianças e adolescentes do município.
A prefeita explicou que o objetivo da gestão é aumentar a participação dos contribuintes. “É uma destinação legal, segura e sem custo adicional. Vamos fazer uma campanha de conscientização para garantir que esses recursos permaneçam no município e gerem impacto direto em projetos voltados às nossas crianças e adolescentes. Vamos mobilizar a cidade”, ressaltou Tia Júlia.
Durante a reunião, ficou definida a criação de uma campanha institucional de conscientização dos contribuintes e a realização de um encontro com empresários e contadores, público considerado estratégico para ampliar o alcance da iniciativa.
Participaram do encontro o presidente do CMDCA Manoel Holanda, a secretária de Educação Renilda Pereira, a secretária de Assistência, Inclusão e Desenvolvimento Social Daniela Paiva, a secretária de Gestão Cinara Barbosa, o procurador-geral do município Klenaldo Oliveira e o secretário de Comunicação Henrique Romeiro.
Entre o dia 10 de dezembro de 2025 e 19 de março de 2026, 24.554 motoristas de Alagoas economizaram R$ 16.207.585 com a renovação automática da CNH (carteira nacional de habilitação), de acordo com dados oficiais divulgados pelo Governo Federal nesta terça-feira, 07.
A economia foi possível por conta da MP do Bom Condutor (nº 1.327/2025), que permite a automatização da renovação do documento para condutores que não cometeram infrações sujeitas à pontuação nos últimos 12 meses, entre outros critérios. Alagoas foi o sexto estado no Nordeste onde os condutores mais economizaram por conta da medida provisória.
Veja o ranking a seguir:
A iniciativa, que integra o programa CNH do Brasil, elimina custos e simplifica o processo de renovação da carteira de motorista, reduz etapas burocráticas e amplia o acesso aos serviços digitais.
Dados nacionais
Em todo o Brasil, mais de 1,65 milhão de brasileiros deixaram de pagar pela renovação da Carteira Nacional de Habilitação entre 10 de dezembro de 2025 e 19 de março de 2026. A economia para o bolso da população chega a R$ 1.248.943.777.
Processamento em lotes
A renovação está em andamento por meio de processamento em lotes e respeita o prazo legal de até 30 dias após o vencimento do documento. Nesse período, o condutor pode circular normalmente, conforme a legislação de trânsito.
CNH do Brasil
Os dados reforçam a forte adesão ao programa nas diferentes regiões do país. O aplicativo CNH do Brasil já soma mais de 56 milhões de usuários ativos e oferece cursos teóricos gratuitos para quem deseja se tornar condutor. Alinhada ao programa, a MP do Bom Condutor contribui para a redução de custos, a ampliação do uso de soluções digitais e incentiva comportamentos mais seguros no trânsito. Desde o lançamento, mais de 2 milhões de pessoas finalizaram os cursos disponíveis na plataforma e mais de meio milhão de brasileiros emitiram a primeira carteira de motorista.
Dietas ricas em gordura podem tornar alguns tipos de câncer de mama mais agressivos. É o que sugere um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, que investigou como diferentes nutrientes influenciam o comportamento de tumores.
Os cientistas analisaram especialmente o câncer de mama triplo negativo, uma forma da doença considerada mais difícil de tratar por não responder à maioria das terapias convencionais.
Os resultados, publicados na revista científica APL Bioengineering em 3 de março, indicam que a gordura não necessariamente acelera o crescimento do tumor, mas pode alterar sua estrutura de uma forma que favorece a invasão de tecidos próximos.
Para entender o efeito da alimentação sobre o câncer, os pesquisadores cultivaram tumores em um modelo tridimensional que reproduz melhor o ambiente do corpo humano. Nesse sistema, eles adicionaram plasma semelhante ao humano contendo diferentes combinações de nutrientes para simular condições metabólicas associadas a várias dietas.
Os resultados mostraram que tumores expostos a altos níveis de ácidos graxos e colesterol desenvolveram projeções alongadas que se estendiam para fora do núcleo do tumor. Essas estruturas estão associadas ao comportamento invasivo do câncer e podem facilitar sua disseminação pelo organismo.
“Os cânceres agressivos formam esses filamentos, e são justamente as extremidades que acabam invadindo tecidos normais e alcançando vasos sanguíneos ou linfáticos, permitindo a metástase”, explica a bioengenheira Celeste Nelson, uma das autoras do estudo, em comunicado.
Curiosamente, outras condições testadas, incluindo ambientes ricos em insulina, glicerol ou cetonas, não produziram a mesma alteração estrutural nos tumores. Nesses casos, as células permaneceram mais compactas, semelhantes ao padrão observado na condição de referência.

Os cientistas também observaram mudanças na atividade de um gene chamado MMP1, associado à degradação do colágeno que compõe os tecidos ao redor do tumor. O aumento da expressão desse gene apareceu fortemente relacionado às alterações estruturais observadas nas células expostas a gordura.
Segundo os pesquisadores, a hipótese é que dietas ricas em gordura possam estimular esse mecanismo, facilitando a degradação do ambiente ao redor do tumor e favorecendo seu avanço. Ainda assim, os cientistas ressaltam que a relação de causa e efeito ainda precisa ser confirmada em estudos futuros.
Os experimentos também testaram uma mistura de nutrientes projetada para simular uma dieta cetogênica, caracterizada por alto consumo de gordura e baixa ingestão de carboidratos. Nesse caso, o modelo não apresentou melhora em relação aos tumores iniciais.
Para os autores, o estudo mostra que compreender a interação entre dieta e microambiente tumoral pode ajudar a identificar novos alvos para pesquisas sobre o comportamento do câncer e possíveis estratégias terapêuticas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta terça-feira (7/4), que “uma civilização inteira morrerá esta noite para nunca mais ser ressuscitada”. A ameaça ao Irã foi feita na rede social do republicano, a Truth Social.
“Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada. Eu não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá”, escreveu Trump.
Ainda segundo o norte-americano, “agora que temos uma mudança de regime completa e total, onde mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem, talvez algo revolucionário e maravilhoso possa acontecer, QUEM SABE?”.
“Descobriremos esta noite, em um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim. Deus abençoe o grande povo do Irã”, finalizou.
A declaração feita nesta terça-feira (7/4) coincide com o prazo final imposto por Donald Trump ao Irã. O plano previa trégua inicial de 45 dias e reabertura gradual da principal rota global de transporte de petróleo, o Estreito de Ormuz.
O governo iraniano classificou os termos como “ilógicos” e reiterou que não negocia sob ameaça.
Sacrifício
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirma que ele e 14 milhões de iranianos declararam estar dispostos a “sacrificar suas vidas” para defender o Irã.
“Mais de 14 milhões de bravos iranianos já declararam sua prontidão para sacrificar suas vidas em defesa do Irã. Eu também sacrifiquei a minha vida pelo Irã, e continuarei a fazê-lo”, escreveu Pezeshkian no X.
Presente na rotina de muitos brasileiros, o café carrega tradição, afeto e relevância quando o assunto é saúde. Não à toa, o Brasil figura entre os maiores consumidores da bebida no mundo, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café. Muito além de estimular a disposição, a bebida vem sendo estudada por seus possíveis efeitos positivos no organismo, especialmente na prevenção de doenças e na promoção do bem-estar.
“O café é uma bebida complexa do ponto de vista nutricional. Além da cafeína, concentra compostos fenólicos, como os ácidos clorogênicos, que têm ação antioxidante e anti-inflamatória. Esses compostos estão associados à melhora da sensibilidade à insulina, à modulação da glicemia e à redução do estresse oxidativo, fatores diretamente ligados à prevenção de doenças metabólicas e cardiovasculares”, explica o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, nutrólogo, Fellow da Obesity Society (USA) e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).
Além do sabor e do aroma marcantes, o café concentra compostos que podem favorecer o funcionamento do organismo e a qualidade de vida. Confira as principais vantagens da bebida!
A cafeína atua no sistema nervoso central, reduzindo a sensação de fadiga e aumentando o foco e a concentração.
O café é uma das principais fontes de antioxidantes da dieta moderna, ajudando a combater o estresse oxidativo, ligado ao envelhecimento celular e a doenças crônicas.
A cafeína pode contribuir para a consolidação da memória, colaborando na retenção de informações após o aprendizado. Um estudo da Universidade da Califórnia, Irvine, publicado na Nature Neuroscience em 2014, demonstrou que o consumo de 200 mg de cafeína após o aprendizado melhora a consolidação da memória de longo prazo em humanos.
A cafeína pode aumentar temporariamente o gasto energético e favorecer a queima de gordura.
O estudo “Long-term outcomes from the UK Biobank on the impact of coffee on cardiovascular disease, arrhythmias, and mortality: Does the future hold coffee prescriptions?“, publicado no European Journal of Preventive Cardiology, indica que até 3 a 4 xícaras de café por dia podem estar associadas ao menor risco de doenças cardiovasculares em pessoas saudáveis.
O consumo de café está ligado à liberação de neurotransmissores como dopamina e serotonina, relacionados à sensação de bem-estar.

A dose considerada segura para adultos saudáveis gira em torno de até 400 mg de cafeína por dia (cerca de 3 a 4 xícaras de café coado). O exagero pode trazer efeitos negativos, tais como:
Nem todo mundo responde da mesma forma à cafeína. Alguns grupos exigem atenção, como gestantes (limite reduzido a até 200 mg/dia), pessoas com ansiedade ou síndrome do pânico, hipertensos não controlados, portadores de arritmias cardíacas, indivíduos com gastrite ou refluxo intenso e quem sofre com insônia crônica. “Nesses casos, a ingestão deve ser individualizada. Há pacientes que apresentam sensibilidade maior à cafeína, mesmo em pequenas quantidades”, alerta o Prof. Dr. Durval Ribas Filho.
Para aproveitar os benefícios do café para a saúde, veja como inserir a bebida na rotina de maneira saudável:
Uma nova subvariante do coronavírus está sendo monitorada por pesquisadores em ao menos 23 países. Batizada informalmente de Cicada, a linhagem BA.3.2 faz parte da família da variante Ômicron e tem chamado a atenção de cientistas por apresentar um número elevado de mutações.
Até o momento, análises iniciais indicam que a subvariante não está associada a aumento de casos graves ou hospitalizações.
O que se sabe sobre a BA.3.2 é que ela é considerada uma sublinhagem da Ômicron, variante que domina a circulação do vírus desde o fim de 2021. Desde então, o SARS-CoV-2 vem acumulando pequenas mudanças genéticas que dão origem a novas subvariantes.
As alterações são monitoradas por sistemas internacionais de vigilância genômica, responsáveis por analisar mutações no material genético do vírus e acompanhar seu comportamento ao redor do mundo.
Entre as características observadas pelos pesquisadores está o chamado escape imunológico. O termo é usado quando mutações permitem que o vírus tenha maior facilidade para infectar pessoas que já possuem algum nível de imunidade, seja por vacinação ou por infecção anterior.
As mudanças costumam ocorrer principalmente na proteína spike, estrutura utilizada pelo vírus para entrar nas células humanas e é também um dos principais alvos do sistema imunológico.
De acordo com a Global Virus Network (GVN), organização internacional que reúne especialistas em virologia e monitora a nova variante, as evidências disponíveis até agora não indicam motivo para preocupação.
O surgimento de novas subvariantes é esperado e ocorre à medida que o vírus continua circulando. Segundo Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), desde o surgimento da Ômicron não houve o aparecimento de uma nova variante dominante completamente diferente.
“Todas as novas linhagens que aparecem são descendentes da Ômicron. O vírus vai acumulando mutações para continuar circulando na população e escapar parcialmente da imunidade já existente”, explica.
Ele afirma que esse processo faz parte da dinâmica natural dos vírus respiratórios.
“À medida que uma variante encontra menos pessoas suscetíveis, o vírus sofre mutações que permitem continuar se transmitindo. Essas subvariantes acabam substituindo umas às outras ao longo do tempo”, diz
Além disso, o perfil clínico da doença também não parece ter mudado. Os sintomas relatados continuam semelhantes aos observados nas variantes mais recentes da Covid-19, incluindo febre, dor no corpo, cansaço, dor de garganta e congestão nasal.
Mesmo com o surgimento de novas linhagens, os médicos reforçam que as vacinas continuam desempenhando um papel fundamental na proteção contra as formas mais graves da doença.
Segundo Juarez Cunha, diretor da SBIm, não há evidências até o momento de aumento na gravidade dos casos associados à nova subvariante.
“Até agora não foi observado aumento de hospitalizações ou de quadros graves relacionados a essa linhagem”, destaca.
Ele explica que, apesar de algumas mutações reduzirem parcialmente a capacidade de proteção contra infecção, a imunização continua sendo eficaz para evitar complicações mais sérias.
Pesquisadores conseguiram observar, pela primeira vez, como os danos associados ao Alzheimer acontecem em tempo real. Para isso, eles monitoraram, segundo a segundo, o processo químico que leva à doença.
O estudo liderado por cientistas da Oregon State University foi publicado em 7 de fevereiro de 2026 na revista científica ACS Omega. A descoberta ajuda a entender com mais precisão como o Alzheimer se desenvolve — e pode abrir caminho para tratamentos mais eficazes no futuro.
Para a pesquisa, os cientistas usaram uma técnica avançada que acompanha, em laboratório, o comportamento de proteínas chamadas beta-amiloides, diretamente ligadas ao Alzheimer.
Essas proteínas podem se acumular no cérebro e formar aglomerados que prejudicam a comunicação entre as células nervosas — um dos principais mecanismos da doença.
A novidade está no fato de que, até então, os estudos conseguiam observar apenas o resultado final. Agora, foi possível ver o processo acontecendo em tempo real.
Segundo a pesquisadora Marilyn Rampersad Mackiewicz, o método permite entender “como e quando” as reações ocorrem — e não apenas se funcionam.
O estudo também identificou a influência de metais, como o cobre, no processo. Conforme observaram os pesquisadores, os níveis desequilibrados de certos metais podem interagir com as proteínas beta-amiloides, favorecendo a formação dos aglomerados tóxicos.
Em outras palavras, o problema não está apenas nas proteínas, mas também no ambiente químico ao redor delas. Uma das descobertas importantes do estudo é que o processo pode ser interrompido.
Outro ponto relevante foi a observação de moléculas chamadas quelantes. Essas substâncias conseguem se ligar aos metais e, em alguns casos, impedir ou até reverter a formação dos aglomerados de proteínas.
Dessa forma, os cientistas identificaram que um tipo específico de quelante foi capaz de agir de forma mais precisa, especialmente sobre o cobre — considerado um dos principais envolvidos no processo.
A principal contribuição do estudo é oferecer uma visão mais detalhada de como o Alzheimer começa e evolui no nível molecular. Até hoje, muitos tratamentos falharam justamente por não compreender totalmente esse processo.
Com a possibilidade de observar as reações em tempo real, os pesquisadores acreditam que será possível desenvolver medicamentos mais direcionados, que atuem no momento certo e com maior precisão.
Apesar dos resultados promissores, os cientistas reforçam que os testes foram feitos em ambiente de laboratório. A próxima etapa será avaliar os achados em sistemas mais complexos, como células e modelos pré-clínicos.
Ainda assim, a descoberta representa um avanço importante para entender exatamente como o dano acontece e pode ser a chave para, no futuro, conseguir interromper ou até reduzir os efeitos do Alzheimer.
O presidente Donald Trump alertou que “toda uma civilização morrerá” no Irã nesta terça-feira (7), caso o regime não atenda ao seu ultimato. “Toda uma civilização morrerá esta noite, para nunca mais retornar. Não quero que isso aconteça, mas provavelmente acontecerá”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social. “QUEM SABE?”, acrescentou.
O mandatário não forneceu detalhes, mas já havia declarado anteriormente que as forças armadas de seu país poderiam bombardear pontes, usinas de energia e outras infraestruturas civis do Irã para fazer o país regredir à “Idade da Pedra”.
O ultimato expira às 20h, horário local de Washington (21h em Brasília).
Quando questionado por jornalistas na segunda-feira (6) sobre suas condições exatas, Trump respondeu: “um acordo que me satisfaça”. Esse acordo que neutralizaria a ordem de bombardeio deve incluir, acima de tudo, a renúncia do Irã à posse de armas nucleares, enfatizou o republicano.
O presidente afirmou em algumas ocasiões que a reabertura do Estreito de Ormuz também era uma condição indispensável, embora também tenha dito que, para os Estados Unidos, isso não é absolutamente necessário.
Em sua publicação no Truth Social nesta terça-feira, o presidente pareceu deixar a porta aberta para um acordo de última hora. “Agora que temos uma mudança de regime completa e total — onde mentes diferentes, mais inteligentes e menos radicalizadas prevalecem — talvez algo revolucionariamente maravilhoso possa acontecer. QUEM SABE?”, explicou.
“Saberemos esta noite — um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. Quarenta e sete anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim”, afirmou. “Deus abençoe o grande povo do Irã!”, conclui sua publicação.
