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A alimentação equilibrada é um dos pilares de uma vida saudável. Enquanto diversos grupos alimentares são aliados do organismo, outros causam danos sem agregar nenhum valor ou benefício nutricional.

Alguns, inclusive, têm alto potencial inflamatório. Entre eles, o nutricionista Fernando Castro destaca os ultraprocessados, como fast foods, embutidos, salgadinhos de pacote, biscoitos recheados e produtos industrializados com muito sódio.

“O consumo frequente sobrecarrega o corpo e favorece processos inflamatórios silenciosos que, a longo prazo, podem prejudicar a saúde”, comenta Fernando. Produtos ricos em gorduras trans, excesso de açúcar e aditivos químicos também figuram entre os que podem desencadear processos inflamatórios.

E, além do que deve ser evitado, mas pode fazer parte da dieta eventualmente, existem os que não deveriam ser consumidos em nenhuma circunstância. O especialista explica que não existe um nível seguro para o consumo de gorduras trans, presentes em margarinas, salgadinhos industrializados e alguns biscoitos.

“O ideal é cortar de vez. Já o álcool em excesso é extremamente prejudicial e, para algumas pessoas com doenças específicas, deve ser totalmente eliminado”, completa.

Veja a matéria completa em Metrópoles

Algumas regiões de Alagoas devem registrar chuva passageira neste fim de semana. É o que diz a previsão da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh).
De acordo com o órgão, a previsão para este sábado, 16, é de nebulosidade variável com chuva passageira nas regiões do Litoral, Zona da Mata e Maceió.
Já nas nas regiões do Baixo São Francisco, Agreste, Sertão e Sertão do São Francisco, a meteorologia prevê sol entre poucas nuvens ao longo do dia.
A temperatura deve variar entre 20°C e 31°C.
Previsão do tempo para o domingo (17). 

Uma mulher matou 60 cobras-pítons em 10 dias e foi a grande vencedora de um desafio ambiental, proposto pelas autoridades do estado da Flórida, nos Estados Unidos. Ela faturou U$ 10 mil, equivalendo a R$ 54 mil reais.

O desafio, que ocorre anualmente, tem regras um tanto peculiares: não pode utilizar armas de fogo, cães ou outros animais na caçada para matar as cobras. Ou seja, tem que ser "no braço", o mais humanamente possível.

Apesar de parecer loucura participar de um desafio desse tipo, o evento contou com 934 participantes de 30 estados e do Canadá, segundo a Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida (FWC).

A prova durou 10 dias, realizada entre os dias 11 e 21 de julho. O objetivo é remover da natureza o maior número de pítons de Everglades. E assim, ao todo, 294 répteis foram retirados da região.

"O número recorde de pítons invasoras removidas dos Everglades durante a competição deste ano é uma grande vitória para a vida selvagem nativa", disse o presidente da FWC, Rodney Barreto, em um comunicado publicado pela revista "People". "Os esforços coletivos são essenciais para continuar a enfrentar as ameaças que os pítons-birmanesas representam para a vida selvagem e os ecossistemas nativos da Flórida", afirmou.

Durante a entrega do prêmio no último dia 13, a grande vencedora do desafio foi chamada de "nova rainha de Everglades". O estado da Flórida enfrenta sérios problemas com a presença excessiva de cobras pítons, que não são naturais do ecossistema da região. Ou seja, causa desequilíbrios por não possuir predadores e impactam diretamente a fauna nativa.

A cobra, que é de origem asiática, adentrou o estado norte-americano como resultado do comércio de animais de estimações exóticas. As fêmeas colocam de 50 a 100 ovos por vez, e sem um predador natural na região, a proliferação do réptil é quase que incontrolável.

 

De acordo com informações divulgadas pela jornalista Gaby Cabrini no programa Fofocalizando, do SBT, a aproximação entre os dois teria acontecido de maneira natural durante um evento que não era aberta ao público.

Segundo a apresentadora, Zé Felipe teria se interessado pela DJ Gisele Dario, também presente na festa, mas foi com Victória Miranda que a conversa fluiu.

Durante o Fofocalizando, Gaby Cabrini adicionou outra camada a esta história ao resgatar uma antiga publicação feita pela página Lets Gossip, sugerindo que Victória Miranda já teria vivido um affair com Matheus Vargas, irmão de Zé Felipe.

Nenhuma das partes citadas se manifestou sobre os rumores de um possível affair entre Zé Felipe e Victória Miranda até a conclusão desta nota.

O IBGE divulgou nesta sexta-feira, dia 15 de agosto, a nova série da PNAD Contínua referente aos meses de abril, maio e junho de 2025. A taxa de desocupação no 2° trimestre de 2025 em Alagoas foi de 7,5%, menor percentual desde que a série foi iniciada, em 2012.

Em relação ao 1º trimestre de 2025 (9,0%), houve queda de 1,5 ponto percentual, e redução de 0,7 p.p. frente ao 2° trimestre de 2024 (8,2%).

O percentual de 7,5% apurado no 2º trimestre deste ano corresponde a um contingente de 99 mil pessoas desocupadas, redução de 16,1% frente ao trimestre anterior (118 mil pessoas).
A taxa de desocupação do país no 2° trimestre de 2025 foi de 5,8%, redução de 1,2 p.p. ante o primeiro trimestre de 2025 (7,0%) e 1,1 p.p. frente ao mesmo trimestre de 2024 (6,9%).

Comparada ao 1º trimestre de 2025, essa taxa caiu em 18 das 27 unidades da federação e ficou estável nas outras nove. Pernambuco (10,4%), Bahia (9,1%) e Distrito Federal (8,7%) mostraram as maiores taxas, enquanto as menores foram em Santa Catarina (2,2%), Rondônia (2,3%) e Mato Grosso (2,8%).

Subutilização da força do trabalho

No 2° trimestre de 2025, a taxa composta de subutilização da força de trabalho em Alagoas (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) foi de 23,8%, queda de 3,5 p.p. frente ao 1º trimestre de 2025 (27,3%) e de 2,7 p.p. frente ao 2° trimestre de 2024 (26,5%).

Alagoas tem a sexta maior taxa de subutilização da força de trabalho entre as unidades da federação. O maior percentual foi alcançado pelo Piauí (30,2%), seguido por Bahia (27,0%) e Sergipe (26,0%). As menores taxas de subutilização ficaram com Santa Catarina (4,4%), Mato Grosso (6,8%) e Espírito Santo (7,1%).

Carteira assinada e trabalho informal

Entre os alagoanos, o rendimento médio real habitual de todos os trabalhos das pessoas ocupadas em Alagoas no 2º trimestre de 2025 foi de R$ 2.530, não apresentando variação estatisticamente significativa em relação ao 1º trimestre de 2025, mas subindo 13,4% em comparação ao 2º trimestre de 2024.

Dentre as pessoas ocupadas em Alagoas, estima-se que 354 mil pessoas trabalham com carteira assinada no setor privado. A pesquisa também estimou que 552 mil pessoas ocupadas trabalham informalmente.O nív

el geral de ocupação no estado é de 48,2% e se manteve estável em relação ao 2º trimestre de 2024. Em relação ao 1° trimestre deste ano, houve aumentou de 1,3 ponto percentual.

Mais sobre a pesquisa

Os dados divulgados nesta sexta pelo IBGE contemplam a reponderação da série histórica da PNAD Continua, já divulgada no último dia 31/7. A reponderação da pesquisa em 2025 considera os totais populacionais das Projeções de Populações, divulgadas em 2024, que incorporam os resultados do último Censo Demográfico, realizado em 2022.
A PNAD Contínua é a principal pesquisa sobre a força de trabalho do Brasil. A cada trimestre, dois mil entrevistadores integrados às mais de 500 agências da rede de coleta do IBGE visitam uma amostra de 211 mil domicílios, percorrendo cerca de 3.500 municípios situados nas 27 unidades da federação do país.

Em função da pandemia de COVID-19, a partir de 17 de março de 2020 o IBGE implementou a coleta por telefone na PNAD Contínua. Em julho de 2021, a coleta da pesquisa voltou a ser presencial.

É possível confirmar a identidade dos agentes de pesquisa no site Respondendo ao IBGE, ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, que podem ser solicitados pelo informante.

Os dados desta pesquisa também podem ser consultados no link https://painel.ibge.gov.br/pnadc.

A próxima divulgação da PNAD Contínua Trimestral, referente ao 3º trimestre de 2025, será em 14 de novembro.

Pelo menos 613 mil aposentados e pensionistas do INSS, que têm direito ao ressarcimento de descontos indevidos, ainda não fizeram a adesão ao acordo para receber o dinheiro de volta.

O acordo garante que as vítimas da fraude possam receber os valores que foram descontados, de forma integral e corrigidos pela inflação, diretamente na conta bancária onde o benefício é pago.

Podem fazer a adesão aqueles que contestaram e não receberam, em até 15 dias úteis, resposta da entidade ou associação responsável pelos descontos indevidos. Se enquadram todos que tiveram descontos entre março de 2020 e março de 2025 e aqueles com processo na justiça, que devem desistir da ação para ter o ressarcimento.

Ainda para aderir ao acordo, o beneficiário deve formalizar a contestação dos descontos junto à Previdência Social até o dia 14 de novembro, pelo aplicativo Meu INSS, na central 135 ou em agências dos Correios. Até agora, mais de 1,8 milhão de beneficiários, o que representa 75% dos que estão aptos, já aderiram ao acordo.  A expectativa é que 99% deles recebam os valores descontados indevidamente até a próxima segunda-feira, dia 18.

O jornalista Juca Kfouri disse, na manhã desta sexta-feira (15), que a demora para a definição do caso Bruno Henrique sobre manipulação esportiva acontece porque Flamengo tem influência sobre o Tribunal de Justiça.

A opinião foi dada durante o programa Posse de Bola , no canal do UOL no You Tube . O debate sobre a presença do jogador na partida da última quarta-feira (13), entre Flamengo e Internacional, pelas oitavas de final da Copa Libertadores, esquentou entre os membros do programa.

"Ele está indiciado já faz um bom tempo. A Justiça comum tem o seu tempo, natural. Agora, esse caso está indo para as calendas (algo que nunca acontecerá) é uma coisa injustificável na Justiça Esportiva" , disse Juca.

O jogador se tornou réu em processo que apura fraude em apostas esportivas no final do mês passado. Porém, a partida pela qual ele é acusado de manipulação aconteceu em novembro de 2023. Mesmo réu, o atleta continua atuando pelo clube.

Companheiro de bancada de Kfouri, o jornalista Danilo Lavieri reforçou o argumento do colega e lembrou que em outro caso de manipulação de resultados, que aconteceu em Goiás, os atletas envolvidos foram afastados dos gramados durante as investigações.

"No caso do Ministério Público de Goiás, os jogadores foram suspensos de atuar de maneira preventiva. Antes do julgamento. Eles estão sendo investigados (por manipular os jogos), não podem jogar. No caso do Bruno Henrique, além da demora, ele está jogando. Porque num caso houve afastamento de maneira preventiva e no outro, o jogador continua jogando?", pontuou.

Juca Kfouri continou a defender seu argumento e foi além: "Não é só essa semana, eu me refiro a ele como "o indiciado" Bruno Henrique há semanas. Porque tá na cara que o Flamengo tem influência no Tribunal de Justiça para impedir que ele seja julgado. É aquele história: o pau que bate em Chico, bate em Francisco".

"No caso do Paquetá, a família dele está envolvida na aposta do cartão amarelo que ele recebeu. Pra mim, é uma decisão (absolvição do Paquetá) para inglês ver, na Inglaterra. Aqui no Brasil, empurra-se com a barriga porque é do Flamengo, ou é do Corinthians, ou é do Palmeiras. Se fosse do Goiás, do Vila Nova, do Criciúma tava ferrado. E mais: torço para que ele seja inocente, embora não acredite.", finalizou.

"Tem casos e casos. Tem jogador que confessou. Já o Bruno Henrique está negando. Pode existir interferência do Flamengo? Claro que pode existir. Não sei se tem, eu não vou falar uma coisa que eu não posso provar", concluiu Mauro Cézar.

Bruno Henrique foi o autor do gol que deu a vitória à equipe rubro-negra na partida contra o Internacional. Durante o jogo, torcedores chegaram a questionar o uso de eufemismos na transmissão da TV Globo para se referir a situação do camisa 27. Em contrapartida, perfis ligados ao Flamengo lembraram do caso do jogador Tiago Maia, que deixou o clube carioca para atuar no colorado. Porém, a equipe gaúcha sequer pagou pelo atleta.

Nesse contexto, Mauro Cézar Pereria, que também participava do debate, acrescentou: "É óbvio que ele (Bruno Henrique) deveria ter sido julgado. Pra mim, isso é chover no molhado. Se ele for responsável, tem que ser punido. Eu acho que esse assunto deveria ter sido levantando na semana passada, e na outra. Aí, quando o Bruno Henrique joga e faz um gol, começam a falar sobre isso. E não falam sobre o Tiago Maia, que o Internacional põe em campo e não paga (ao Flamengo). Então, isso eu acho interessante: o assunto voltar agora, quando poderíamos falar sobre isso toda semana".

Nesta sexta-feira (15), um homem que realizava uma manutenção no telhado de um ginásio esportivo de um colégio particular, localizado na Rua da Cordeal, no conjunto Salvador Lyra, em Maceió, morreu após despencar do andaime em que estava apoiado.

Alunos que testemunharam o ocorrido relataram que a vítima não utilizava o cinto de segurança, equipamento de proteção individual (EPI) obrigatório para trabalhos em altura.

Informações iniciais apontam que o trabalhador caiu de uma altura de aproximadamente seis metros.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou a ser acionado para socorrer a vítima, que apresentava sangramento intenso no rosto e teve o óbito constatado ainda no local.

 

O governo dos Estados Unidos, sob uma ordem direta do presidente Donald Trump, começou a enviar tropas militares para a América Latina em uma nova ofensiva contra os cartéis de drogas que atuam na região. A medida visa combater o que a administração americana classifica como uma “ameaça crescente à segurança nacional”. Segundo a Casa Branca, a decisão foi motivada pela necessidade de enfrentar organizações criminosas que, além de abastecerem o mercado ilegal de entorpecentes nos EUA, financiam grupos transnacionais, desestabilizam governos e “destroem vidas”.

As operações envolverão incursões por terra, mar e ar, com unidades das Forças Armadas sendo deslocadas para missões de apoio, inteligência e cooperação com autoridades locais. As ações incluirão patrulhamentos conjuntos e interceptação de carregamentos marítimos e aéreos.

Embora o Pentágono não tenha divulgado a lista oficial de países por razões de segurança, fontes indicam que México, Colômbia e nações da América Central são considerados destinos prioritários para o recebimento das tropas.

A iniciativa, no entanto, já enfrenta possíveis barreiras diplomáticas. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, afirmou que não permitirá ações militares americanas em seu território. Nos Estados Unidos, o tema também gera debate no Congresso, com críticos expressando preocupação sobre uma escalada da presença militar na região, enquanto apoiadores defendem a medida como essencial para a segurança do país. A ofensiva faz parte de uma estratégia mais ampla da política de “tolerância zero” da administração Trump contra o narcotráfico e o crime organizado nas Américas.

*Com informações de Eliseu Caetano

A Polícia Civil de Alagoas identificou e indiciou seis suspeitos de uma dupla tentativa de homicídio e tortura contra dois jovens, em São Miguel dos Campos. As vítimas teriam ido comprar drogas, quando foram pegas após suspeita de que seriam integrantes de facções rivais. A conclusão do inquérito foi divulgada nesta sexta-feira (15).

Segundo o delegado Flávio Dutra, responsável pelo caso, após a dúvida dos supostos autores se as vítimas eram faccionadas ou não, elas foram levadas para uma residência, onde foram torturadas para que desbloqueassem um celular.

Ao utilizararem o aparelho, foi constatado que pertenciam a uma facção rival. Então o grupo decidiu matá-los, planejando levá-los a um local isolado e distante. Nesse momento, as duas vítimas iniciaram uma luta corporal contra o suspeitos.

Durante a briga, uma das vítimas conseguiu escapar sem ser atingida por disparos. A outra foi baleada na cabeça, socorrida e sobreviveu. Em depoimentos, foram identificados cinco homens e uma mulher como envolvidos no crime.

Perícia por áudio

Durante as investigações, a Polícia Civil obteve um áudio em que a mulher suspeita relatava detalhadamente, possivelmente a uma amiga, como o crime ocorreu.

Após o interrogatório, dois áudios foram encaminhados à perícia da Polícia Científica, que confirmou que pertenciam à mesma pessoa por meio de um exame de comparação de voz, cujo resultado também saiu nessa quinta-feira (14).

O exame de comparação de voz é uma perícia técnico-científica que analisa características vocais para confirmar se um áudio pertence a determinada pessoa.

Os seis suspeitos serão indiciados por tortura, tentativa de homicídio e associação criminosa. Os áudios periciados serão enviados ao Judiciário para dar prosseguimento à persecução criminal.

Os juízes já podem consultar perfis públicos de redes sociais de investigados e utilizar essas informações como fundamento para decretar prisão preventiva ou outras medidas cautelares. A decisão é da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

De acordo com colegiado, esse tipo de consulta não viola o sistema acusatório nem compromete a imparcialidade do magistrado, desde que respeitados os limites legais.

Como explica o advogado e professor Fernando Maciel, no recente julgado o STJ em sua Quinta Turma entendeu que o juiz pode decretar a prisão cautelar e outras medidas cautelares de prisão preventiva, onde ele próprio fazendo pesquisa nas redes sociais da parte.

“O STJ entendeu que se o juiz pode determinar a realização de qualquer produção probatória para instruir, para que ele tenha aquele acesso à informação que nada obsta que ele próprio possa buscar essas provas nas redes sociais, já que são públicas e estariam abertas”, pontua o advogado Fernando Maciel.

Segundo Maciel, trata-se de uma discussão extremamente interessante e importante não somente para a seara penal, mas para qualquer seara e que base nessa decisão tenhamos cuidados com nossas redes sociais.

A controvérsia teve início em exceção de suspeição movida contra um juiz que, ao examinar o pedido de prisão preventiva e outras medidas cautelares apresentado pelo Ministério Público, consultou as redes sociais do réu para conferir dados mencionados na denúncia.

Em seu voto, o ministro Joel Ilan Paciornik, relator do recurso na Quinta Turma, afastou qualquer ilegalidade na conduta do juiz ao acessar as redes sociais do investigado. Segundo o relator, o magistrado agiu dentro dos limites do sistema acusatório ao exercer seu livre convencimento motivado, realizando uma diligência suplementar baseada em dados públicos.

Bell Marques deixou os fãs bastante preocupados na manhã desta sexta-feira (15). O cantor de 72 anos passou mal durante a 'Corrida 100% Você' realizada em Forteleza e precisou ser carregado para concluir o trajeto.

Em vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver o artista sendo auxiliado por dois homens até a linha de chegada, completando a prova quase que se arrastando.

Em contato com o CORREIO, a assessoria de imprensa de Bell informou que ele apresentou um mal-estar decorrente de uma elevação momentânea da glicemia. O próprio cantor se pronunciou nos Stories do Instagram após as imagens circularem nas redes sociais, e tranquilizou os fãs.

"Me recuperando, viu? Saí cedo demais, comi um negócio, fiquei me sentindo mal, amassei, o estômago ficou ruim, mas deu tudo certo. A corrida foi linda e eu tô aqui, já tô indo pro palco de novo. Essas coisas acontecem, sabe? Rapaz, poxa vida!", falou.

Veja a nota da assessoria de Bell Marques:

"Ao final da Corrida 100% Você, realizada nesta sexta-feira (15) em Fortaleza, o cantor Bell Marques apresentou um mal-estar decorrente de uma elevação momentânea da glicemia. Bell passa bem, já se pronunciou ao lado dos filhos, brincando com a situação, e segue normalmente sua rotina".

A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) investiga o homicídio ocorrido nessa quinta-feira (14) no bairro Santa Cecília, conhecido como Matadouro, na cidade de Penedo. A vítima foi identificada como Maria de Fátima da Silva, de 47 anos, e a suspeita é uma mulher de 27 anos, grávida de oito meses.

O caso chegou ao conhecimento da Delegacia de Homicídios da 7ª Região, que, sob a coordenação do delegado Maurício Ramos Cruz, iniciou imediatamente as apurações no local.

De acordo com as investigações preliminares, o crime teria ocorrido após uma discussão entre a vítima e a suspeita. Segundo informações do chefe de operações da delegacia, agente Gledson Silva, a autora acusava Maria de Fátima de falar mal dela e, durante o desentendimento, desferiu um golpe fatal, possivelmente com uma faca de serra, que resultou na morte da vítima. Ela ainda foi socorrida à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, mas não resistiu.

Após o homicídio, familiares da vítima atearam fogo na residência da suspeita, localizada no mesmo bairro. O Corpo de Bombeiros foi acionado e conseguiu controlar as chamas, evitando maiores danos.

A equipe policial iniciou diligências para localizar a suspeita, incluindo buscas em maternidades e hospitais da região, mas até o momento não houve êxito na sua localização.

A Polícia Civil informou que irá representar pela prisão preventiva da suspeita. Quem tiver qualquer informação que possa ajudar a localizar a autora pode entrar em contato, de forma anônima, pelo Disque Denúncia 181.

A Polícia Civil, por meio da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), juntamente com a equipe do Departamento de Narcóticos (DENARC) da Polícia Civil de Sergipe, cumpriu nesta sexta-feira (15) mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra um casal que se encontrava homiziado em Maceió, Alagoas.

A ação faz parte de uma operação interestadual que também resultou na prisão de uma terceira investigada no município de Blumenau/SC. O trio é acusado de integrar uma organização criminosa voltada ao tráfico de drogas, comércio ilegal de arma de fogo e lavagem de dinheiro.

As investigações, iniciadas há cerca de sete meses pelo DENARC/PCSE, identificaram que o líder do grupo, foragido da Justiça sergipana, continuava a comandar atividades ilícitas de forma remota, contando com o apoio de sua companheira e de outra integrante.

A operação contou com o apoio da Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC/AL), da Divisão de Inteligência da Polícia Civil de Sergipe e da Polícia Civil de Santa Catarina, reforçando a atuação integrada das forças policiais no combate ao crime organizado em âmbito nacional.

Pesquisa Datafolha divulgada nessa quinta-feira (14) aponta que 24 milhões de brasileiros foram vítimas de golpes do PIX ou de boletos falsos. O levantamento foi feito em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública e ouviu 2.007 pessoas de 16 anos ou mais em 130 municípios entre os dias 2 e 6 de junho.

Do total de entrevistados, 14% responderam que caíram nesses golpes virtuais — eram 10% em 2024. O prejuízo médio agregado chega a quase R$ 29 bilhões, segundo a pesquisa, com perda média de R$ 1.198 por pessoa. O número é superior aos entrevistados que disseram ter sido vítimas de roubo, furto, roubo ou furto de celular, ou que receberam notas de dinheiro falso.

Veja os números:

Golpes do PIX ou boleto falso: 14% (equivalente a 24 milhões de brasileiros);

Roubo ou furto de celular: 9% (o que equivale a 15,7 milhões de pessoas);

Roubo ou assalto em geral: 11% (18,7 milhões de brasileiros);

Recebeu notas de dinheiro falso: 10% (16 milhões de pessoas).

Segundo o levantamento, 37% dos entrevistados que sofreram tentativas de golpes do PIX ou boletos são das classes A ou B, enquanto 22% são das classes C, D ou E.

A pesquisa indica que a quantidade de vítimas de crimes patrimoniais online, como golpes, superou o total de brasileiros que caem neste tipo de crime presencialmente. Dos entrevistados, 33% afirmam ter sido vítimas de crimes virtuais, enquanto 22%, de ações presenciais.

O levantamento aponta que aumentou a quantidade de pessoas que foram vítimas de golpes do PIX ou de boletos após terem celulares furtados, ou roubados.

"Golpe envolvendo PIX ou boleto falso, por exemplo, teve prevalência de 14,3% na população com 16 anos ou mais, mas chega a 35,1% dos que tiveram seu celular roubado ou furtado no período, reforçando a hipótese de que o lucro oriundo do roubo/furto do aparelho vai muito além do valor do celular, sendo o acesso às informações pessoais da vítima um elemento chave para compreender a epidemia de roubos e furtos de celulares que assola o país", diz o estudo.

Os tipos crimes variam conforme a faixa etária, conforme a pesquisa: 11% dos idosos com 60 anos ou mais relataram terem sofrido algum tipo de fraude bancária (conta-corrente ou poupança), número que é de 6% em relação ao total de entrevistados.

Já os mais jovens, de 16 a 24 anos, caem em golpes que envolvem compras pela internet ou redes sociais que não foram entregues, com 23% de incidência no grupo - a média nacional é de 18%.

O levantamento questionou aos entrevistados se eles sofreram ameaças ou chantagens decorrentes de dados vazados deles, ou de seus familiares durante o último ano. Um em cada cinco brasileiros (19% do total) respondeu "sim", o que equivale a 32 milhões de pessoas e 5,4 mil vítima por hora.

É o crime com maior incidência entre os levantados pela pesquisa, mas que não necessariamente significou um prejuízo financeiro para a vítima. Apesar disso, os prejuízos relatados por quem caiu neste tipo de chantagem é estimado em R$ 24,4 bilhões.

Ao todo, 46,4 milhões de brasileiros disseram ter sofrido algum tipo de contato por mensagem ou ligação telefônica envolvendo falsas centrais de segurança no período analisado, de julho de 2024 a junho de 2025.

A pesquisa indica que as pessoas que tiveram o aparelho celular roubado ou furtado têm uma chance quase quatro vezes maior de sofrer golpes do que o restante da população.

Desde que o ministro dos Transportes, Renan Filho, anunciou o plano do governo federal de por fim à obrigatoriedade de aulas em autoescolas para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), especialistas discutem se será possível aprender a dirigir por outros meios antes dos exames teórico e prático.

O debate ganhou força devido ao custo atual das autoescolas, que varia de R$ 3 mil a R$ 4 mil. No início de agosto, o presidente da Associação Nacional dos Detrans (AND), Givaldo Vieira, reuniu-se com o ministro para discutir alternativas ao modelo tradicional de formação de condutores.

Após o encontro, Vieira concedeu entrevista à GloboNews, em que expressou preocupação com os impactos da proposta na segurança viária e destacou o alto custo da CNH.

"[Esse custo] exclui pessoas, limita o número de profissionais para o mercado, e coloca nas ruas pessoas não habilitadas que conduzem veículos. [...] Por isso, a AND faz a CNH social, pagando a habilitação para milhares de pessoas", explicou.

Diante do número elevado de condutores sem habilitação, Vieira defende mudanças no modelo atual de formação e propõe uma ampla reforma nas regras de instrução. "Existem muitas exigências desnecessárias que tornam o processo mais caro, lento e burocrático."

Mas será possível simplesmente eliminar a exigência das autoescolas sem prejuízo à segurança no trânsito? O g1 procurou um especialista no tema.

O que diz o especialista?

O presidente do Observatório Nacional de Segurança Viária, Paulo Guimarães, discorda que essa seja a melhor solução. Para ele, a formação de condutores é um dos pilares da segurança no trânsito e não pode ser negligenciada.

“Não é apenas ensinar a passar na prova ou guiar o carro. Trata-se de preparar alguém para lidar com situações reais e tomar decisões seguras. Retirar a obrigatoriedade das aulas sem um modelo alternativo eficiente pode comprometer a qualidade da formação”, afirmou Guimarães.

Embora a proposta possa reduzir o custo da CNH, os riscos são claros: “Mais motoristas despreparados, mais acidentes e dificuldade para manter um padrão de qualidade. No trânsito, a consequência de uma má decisão pode ser irreversível”, alertou.

Segundo ele, tirar a obrigatoriedade das aulas pode:

✅ Reduzir a burocracia;

✅ Diminuir o custo para obtenção da licença;

❌ Levar motoristas despreparados às ruas;

❌ Aumentar o número de acidentes.

Por isso, antes de eliminar a exigência de frequentar autoescolas é necessário estruturar um sistema eficiente de formação. “Precisamos modernizar o processo e criar alternativas seguras. Apenas retirar a obrigatoriedade não resolve — pode até piorar”, afirmou.

Ele defende que a exigência aumente, e não diminua. “O segredo está em provas teóricas e práticas mais rigorosas, examinadores bem treinados, uso de tecnologia para registrar as aulas e auditorias constantes. Não basta ter uma prova final: é preciso garantir que todo o processo seja sério e transparente”, disse.

Segundo o Observatório, a formação ideal deve seguir oito passos:

Tornar o conteúdo mais prático e realista;

Preparar o condutor para diferentes condições;

Manter um núcleo mínimo de aulas obrigatórias;

Atualizar o conteúdo com novos métodos e tecnologias;

Rediscutir o uso de simuladores;

Investir em direção defensiva;

Ensinar a convivência com ciclistas, motociclistas e pedestres;

Criar um sistema progressivo de habilitação.

“Esse modelo já funcionou em países com bons resultados. Oferecer conteúdos e metodologias que aprimorem a percepção de risco e a autoavaliação dos condutores faz com que os motoristas tomem decisões mais seguras”, concluiu.


				CNH sem autoescola pode aumentar o número de acidentes, diz especialista
Como tirar a CNH. — Foto: Arte/g1

O que diz a Senatran?

Na tarde da última quinta-feira (13), Givaldo Vieira e o secretário nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, se reuniram para debater os próximos passos da proposta.

Em nota enviada ao g1, a AND informou que ainda não há definições sobre mudanças na formação de condutores, mas confirmou que haverá uma consulta pública. Confira a íntegra:

"Na data de hoje, a AND, acompanhada por presidentes e representantes de Detrans de diversos estados, esteve na sede da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) para conhecer, na íntegra, as propostas divulgadas na imprensa. Durante o encontro, os Detrans apresentaram questionamentos técnicos e operacionais, além de solicitar esclarecimentos sobre os impactos das alterações previstas.

Os Detrans solicitaram a proposta, e a Senatran se comprometeu a enviá-la no prazo de 15 dias, antes da realização da consulta pública. Após o recebimento do inteiro teor, os Detrans irão avaliar tecnicamente o conteúdo, a fim de se posicionarem."

Mais que a metade dos donos de moto no Brasil não possui CNH

Um estudo da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), divulgado em setembro do ano passado, revelou que mais da metade dos proprietários de motocicletas no Brasil não possui CNH de categoria A.

O Brasil conta com 34,2 milhões de donos de motocicletas, motonetas e ciclomotores. Destes, 17,5 milhões não são habilitados para pilotá-los — ou seja, 53,8% dos proprietários não poderiam estar rodando com suas motos.

Entre os habilitados com categoria A, a maioria (61%) não possui uma motocicleta própria. Em resumo: a maior parte dos proprietários de moto não tem CNH, e a maioria dos habilitados não possui moto.

Governo diz que autoescolas são muito caras

Em entrevista à GloboNews, o ministro Renan Filho destacou que o custo elevado — entre R$ 3 mil e R$ 4 mil — tem levado milhões de brasileiros a dirigir sem habilitação.

“Qual o problema do Brasil? É que a gente tem uma quantidade muito grande de pessoas dirigindo sem carteira porque ficou impeditivo tirar uma carteira no Brasil. Entre R$ 3 mil e R$ 4 mil. O cidadão não aguenta pagar isso”, afirmou o ministro.

“Quando o custo de um documento é impeditivo, o que acontece? A informalização. As pessoas dirigem sem carteira. E esse é o pior dos mundos porque o nível da qualificação. (...) Isso aumenta o risco para ela, aumenta o risco de acidentes.”

Segundo o ministro, o governo estuda formas de reduzir ao máximo o custo da CNH, permitindo que mais pessoas possam se qualificar e obter o documento.

Renan Filho afirmou que cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem habilitação atualmente, e outros 60 milhões têm idade para obter a CNH, mas ainda não possuem o documento. “A pesquisa que fizemos apontou o custo como o principal motivo”, disse.

Como fica o risco de acidentes?

Ao ser questionado sobre o risco de acidentes com a flexibilização da exigência, o ministro afirmou que os cursos continuarão disponíveis, ministrados por instrutores qualificados e supervisionados pela Senatran e pelos Detrans.

“O grande problema é que as pessoas já dirigem sem carteira. (...) E se você for olhar, por exemplo, as pessoas que compram moto, 40% delas, quando a gente faz um cruzamento entre o CPF de quem comprou e se ele tem ou não habilitação, não possuem habilitação”, disse.

“Se as pessoas dirigem sem curso algum, a gente está propondo garantir cursos para que as pessoas melhorem, tenham mais qualificação na hora de dirigir.”

Renan Filho também destacou as desigualdades sociais no acesso à CNH, afirmando que, em muitos casos, as mulheres são excluídas do processo de habilitação.

“Se a família tem dinheiro para tirar só uma carteira, muitas vezes escolhe tirar a do homem. A mulher fica inabilitada justamente por essa condição.”

Máfias das autoescolas

Renan Filho também criticou o modelo atual, que, segundo ele, favorece a atuação de máfias em autoescolas e nos exames. “É tão caro que não basta a pessoa pagar uma vez o preço alto. Quem pode pagar, muitas vezes, é levado a ser reprovado para ter que pagar de novo”, afirmou.

“O que que acaba com isso? Desburocratizar, baratear, facilitar a vida do cidadão tira o incentivo econômico para criação dessas máfias.”

Segundo o ministro, o Brasil emite entre 3 e 4 milhões de CNHs por ano. Com os preços atuais, isso representa um gasto anual entre R$ 9 bilhões e R$ 16 bilhões para a população.

“Se isso for barateado, esse dinheiro vai para outros setores da economia, (...) que geram empregos competindo internacionalmente. Isso ajuda a economia brasileira a se dinamizar.”

Como colocar em vigor?

Questionado sobre a necessidade de aprovação legislativa, o ministro afirmou que a proposta pode ser colocada em prática por meio de regulamentação, sem passar pelo Congresso.

“Não precisa passar pelo Congresso essa parte da modificação. Construímos um projeto que pode funcionar a partir daquilo que o próprio governo pode fazer. Não vamos mexer em leis profundamente.”

Para Renan Filho, a proposta configura apenas uma mudança regulatória. “A gente acredita que a gente pode, por meio da regulamentação das normas, facilitar, desburocratizar para o cidadão, que o que certamente facilita o debate político.”

O ministro também afirmou que a medida deve incentivar a formação de trabalhadores, permitindo o acesso antecipado a vagas que exigem carteiras de habilitação profissional.

“Condutores de ônibus, de caminhões, de vans de transporte, essas pessoas precisam ter uma carteira que não é essa que a gente está discutindo. A gente está discutindo a carteira A e B. (...) E, se as pessoas tiverem mais cedo, elas vão ter condição de acessar com mais facilidade o mercado de trabalho, é, de garantir melhoria na sua própria vida.”

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