
A Polícia Civil de São Paulo realiza nesta quinta-feira (21) uma operação contra fraude milionária no sistema bancário e ocultação de patrimônio envolvendo os donos da Camisaria Colombo e outras pessoas.
O grupo criminoso, formado por pelo menos sete pessoas, é investigado pelos crimes de furto mediante fraude e fraude contra credores.
As autoridades tentam cumprir quatro mandados de prisões temporárias, sendo dois deles contra os empresários proprietários da rede varejista de moda masculina, os irmãos Álvaro Jabur Maluf Júnior e Paulo Jabur Maluf.
Álvaro foi preso. Paulo não foi encontrado e ainda era procurado até a última atualização desta reportagem.
Os outros dois alvos dos mandados de prisões são Bruno Gomes de Souza e Mauricio Miwa, respectivamente, representante legal da BS Capital e funcionário da empresa de gestão de valores. Bruno foi detido e Maurício não foi localizado.
Além das prisões, a Justiça também autorizou o cumprimento de mais 12 mandados de busca e apreensão em endereços na capital paulista, Birigui e Avaré, cidades do interior do estado, e Brasília.
Os outros investigados são pessoas beneficiadas pelos valores que foram transferidos da conta da empresa BS Capital.
A equipe de reportagem tenta contato com as defesas dos alvos da operação para comentarem o assunto.
Mais de 20 policiais da Divisão de Crimes Cibernéticos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) de São Paulo participam da operação.
Como o esquema funcionava

As investigações começaram em dezembro após denúncia formalizada pela instituição financeira PagSeguro, que apontou um furto milionário por meio de fraude tecnológica.
De acordo com a polícia, os investigados exploraram uma vulnerabilidade do sistema para criar créditos inexistentes e movimentar os valores de forma pulverizada em diversas contas bancárias.
E com essas operações, conseguiram transferir cerca de R$ 21 milhões para uma conta BS Capital. Desses, R$ 9 milhões foram transferidos entre os dias 1 e 21 de outubro do ano passado.
Ainda segundo as investigações, o esquema teria como finalidade dissimular bens e valores em processo da recuperação judicial da Camisaria Colombo, dando prejuízo a credores do sistema financeiro nacional.
Fundada em 1917, em São Paulo, a Camisaria Colombo se consolidou como uma das maiores varejistas de moda masculina do país. A rede vende ternos, camisas, gravatas e outros itens de vestuário, com lojas em shoppings e centros comerciais.

Um casal foi preso no município de Igaci, Agreste alagoano, por sequestrar e extorquir caminhoneiros no estado de São Paulo. A prisão ocorreu na terça-feira (19), mas foi divulgada pela Polícia Civil na manhã desta quinta (21).
O homem de 36 anos tem extensa ficha criminal, além de ser apontado como ex-líder de uma facção criminosa. Já a mulher, de 31 anos, mantém relação amorosa com ele e tem envolvimento com os crimes. Veja o momento da prisão:
A investigação revelou que casal usava uma plataforma de fretes para atrair caminhoneiros, negociando supostas carregamentos e induzindo as vítimas para se deslocarem a endereços previamente escolhidos em São Paulo, onde eram abordados por comparsas armados e mantidos em cativeiro.
Durante o cárcere, o grupo criminoso exigia pagamentos em dinheiro para a liberação. Em apenas um dos casos, um caminhoneiro chegou a desembolsar R$ 25 mil para ser solto.
Os dois suspeitos foram encaminhados para a sede da Diretoria de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Dracco), onde estão presos à disposição da Justiça.
Prisões em São Paulo
Outras duas pessoas apontadas como integrantes do mesmo grupo foram presas em São Paulo. Uma seria responsável por receber em sua conta os valores provenientes dos resgates e outro identificado como recrutador de pessoas para movimentar os recursos ilícitos. Este último mantinha contato direto com o líder da organização criminosa radicada em Alagoas.
As investigações prosseguem para identificar outros possíveis envolvidos e apurar se há vítimas adicionais. Os presos foram encaminhados ao Sistema Prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça Paulista.
A Polícia Federal (PF) realiza nesta quinta-feira, 21, a segunda fase da Operação Oasis 14, contra organização criminosa especializada em fraudes contra o sistema financeiro nacional e a programas sociais. A investigação aponta um prejuízo superior a R$ 110 milhões.
Os policiais federais saíram para cumprir 26 mandados de prisão e 28 mandados de busca e apreensão em endereços localizados em São Paulo, na capital, e em sete cidades do estado do Rio de Janeiro: Niterói, São Gonçalo, Rio de Janeiro, Nova Friburgo, São Pedro da Aldeia, Saquarema e Itaboraí. Até as 8h30 desta quinta, 14 prisões já haviam sido cumpridas, segundo a PF.
Durante as buscas na casa de um dos alvos da operação, no município de São Pedro da Aldeia, os policias encontraram um revólver com seis munições. Assim, além da prisão determinada por ordem judicial, o investigado foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.
O que dizem as investigações?
A investigação começou em maio de 2024 e descobriu um esquema envolvendo seis funcionários públicos da Caixa Econômica Federal, quatro funcionários de instituições bancárias privadas e mais de 330 empresas de fachada sob a gestão da organização criminosa.
O esquema incluía abertura de contas para realizar as fraudes e concessão de empréstimos com auxílio dos bancários, simulação de movimentações financeiras e uso de imóveis reais como fachada para as empresas fictícias.
Para realizar as fraudes, eles usavam documentos falsos e pessoas de baixa renda como "laranjas", além do uso de "fantasmas" como sócios de empresas.
"A atuação conjunta com a Caixa permitiu o cruzamento de dados e a identificação de cerca de 200 operações de crédito fraudulentas, que totalizaram pelo menos R$ 33 milhões de prejuízo documentado, somente em detrimento da Caixa Econômica Federal", informou a PF. A corporação estima um prejuízo total de R$ 110 milhões ao sistema financeiro nacional.
As apurações contaram com o apoio da Corregedoria e da Centralizadora Nacional de Segurança e Prevenção à Fraude da Caixa Econômica Federal.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) fez xingamentos ao seu pai, Jair Bolsonaro (PL), após uma entrevista do ex-presidente.
O que aconteceu
"VTNC [vai tomar no c*], SEU INGRATO DO CARALHO", escreveu Eduardo para o ex-presidente. O deputado criticou as declarações do pai em uma entrevista ao portal Poder360 em 15 de julho. Nela, Bolsonaro disse que Eduardo não é "tão maduro". O parlamentar já havia dito que as falas do ex-presidente causaram "desconforto", mas as mensagens diretas a Bolsonaro foram mais duras.
Eduardo pediu "responsabilidade" ao pai e perguntou por que ele o "joga para baixo". As mensagens foram divulgadas no relatório final da Polícia Federal da investigação que apura tentativa de atrapalhar a ação da trama golpista —o deputado federal e o ex-presidente foram indiciados nesta quarta-feira (20).
Bolsonaro respondeu ao filho com dois áudios, mas a PF não conseguiu recuperá-los. "Me fudend* aqui! Você ainda te ajuda a se fud** aí! Se o imatura do seu filho de 40 anos não puder encontrar com os caras aqui, PORQUE VOCÊ ME JOGA PRA BAIXO, quem vai se fud** é você e VAI DECRETAR O RESTO DA MINHA VIDA NESTA POR** AQUI [sic]", disse o deputado.
O ex-presidente havia sido questionado sobre a briga entre Eduardo e o governador de São Paulo. Tarcísio de Freitas (Republicanos) recebeu críticas públicas do deputado federal. O filho de Bolsonaro avaliou que o governador agiu de forma errada após o anúncio do tarifaço imposto ao Brasil pelos Estados Unidos.
Eduardo pediu que o pai o olhasse e enxergasse o ex-presidente Michel Temer (MDB). "Você falaria isso do Temer?", questionou o deputado a Bolsonaro.
Na madrugada do dia seguinte, Eduardo pediu desculpas ao pai. "Peguei pesado... estava puto na hora", escreveu. Ele também enviou ao ex-presidente um texto que publicaria na sequência no X (ex-Twitter) sobre a relação com Tarcísio.
Em nota divulgada à imprensa, o deputado classificou como "lamentável e vergonhosa" a divulgação das mensagens. "Conversas privadas, absolutamente normais, entre pai e filho e seus aliados". Para Eduardo, o objetivo da PF "não se trata de justiça, mas de provocar desgaste político".

Pressionada pelos Estados Unidos, a Venezuela de Nicolás Maduro tem um Exército defasado, com problemas e limitado por sanções internacionais, de acordo com "Balanço Militar" de 2025, do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), a bíblia do assunto no mundo.
O governo do presidente Donald Trump tem dado mostras de que Maduro é o novo alvo dos EUA:
Nesta semana, por ordem de Trump, três navios de guerra foram deslocados para o sul do Caribe, perto da costa da Venezuela, sob a alegação de conter ameaças de cartéis de tráfico de drogas, segundo agências de notícias.
Ao responder por que do deslocamento de navios, a porta-voz do governo, Karoline Leavitt, disse nesta terça (19) que Maduro "não é um presidente legítimo", além de ser "fugitivo" e "chefe de cartel narcoterrorista" —e que, por isso, os EUA usariam "toda a força" contra o regime venezuelano.
A referência a "fugitivo" se explica pelo fato de os EUA terem colocado, no início de agosto, uma recompensa de US$ 50 milhões (R$ 275 milhões) por informações que levem à prisão ou condenação de Maduro.
Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, o presidente venezuelano é acusado de envolvimento em conspiração com o narcoterrorismo, tráfico de drogas, importação de cocaína e uso de armas em apoio a crimes relacionados ao tráfico. Maduro também é apontado pelo governo americano como líder do suposto Cartel de los Soles, grupo classificado recentemente pelos EUA como organização terrorista internacional.
Em resposta ao envio americano dos navios de guerra, Maduro anunciou mobilização de 4,5 milhões de milicianos para combater o que chamou de "ameaças" dos EUA.
Dado o estado atual da escalada de tensões entre os dois países, no entanto, é improvável que o governo Trump realize bombardeios em solo venezuelano, afirmou ao g1 o professor de Relações Internacionais da UFF e pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin. Mais do que eventuais ações efetivas, os EUA vem fazendo gestos de pressão contra a Venezuela, diz. (Leia mais abaixo)
Segundo o IISS, as Forças Armadas venezuelanas operam com "capacidades restritas" e "problemas de prontidão" por conta de "sanções internacionais, isolamento regional e uma crise econômica de longa data", que nas últimas décadas limitaram a capacidade de comprar armamentos e tecnologia militar.
"Sanções internacionais e a crise econômica limitaram significativamente a capacidade do país de obter novas tecnologias militares. (...) Devido à capacidade limitada de aquisição, grande esforço é direcionado a reparos e modernizações de sistemas já existentes, e a Força Aérea e a Marinha enfrentam problemas de prontidão", afirmou o IISS no relatório.
Por conta dessas restrições, muita incerteza paira sobre as capacidades militares reais da Venezuela, mesmo com o país tendo alguns equipamentos considerados modernos, segundo Brustolin.
Segundo o relatório do think tank, o regime venezuelano tem menos de 0,1% do orçamento de Defesa dos Estados Unidos. Entre os maiores parceiros militares da Venezuela estão a China, a Rússia e o Irã.
Veja um resumo do arsenal venezuelano no infográfico, e de forma mais detalhada mais abaixo:

Cinco frentes
As Forças Armadas venezuelanas são compostas por cinco frentes: 123 mil soldados distribuídos em Exército (63 mil), Marinha (25,5 mil), Força Aérea (11,5 mil) e Guarda Nacional (23 mil), além de cinco milhões de milicianos, segundo informações do IISS e do governo Maduro.
"Os milicianos são pessoas da população, e não profissionais das Forças Armadas, e são normalmente utilizados pelo regime Maduro para reprimir a população", afirmou Vitelio Brustolin, professor de Relações Internacionais da UFF e pesquisador de Harvard, ao g1.
O orçamento militar da Venezuela destinado à Defesa foi de US$ 640 milhões em 2024 (cerca de R$ 3,5 bilhões). O valor representa 2,5% do orçamento brasileiro planejado para 2025, e 0,07% em relação aos EUA.
Apesar de ter alguns caças de modernos, os equipamentos de guerra venezuelanos são considerados, em sua maioria, defasados e de menores porte e capacidade de fogo. Um dos pontos fortes do arsenal de Maduro é a defesa aérea, com sistemas S-300 de alta capacidade de interceptação. O país também utiliza drones de fabricação iraniana, e tem mísseis hipersônicos de curto alcance. Veja abaixo:
844 tanques e blindados, além de centenas de outros veículos de suporte, transporte e reconhecimento;
545 veículos de artilharia;
95 navios de patrulha e combate;
79 jatos, com esquadrões de F-5, F-16 (ambos de fabricação americana e adquiridos nos anos 1980), Su-30 (russo) e K-8W (chinês);
9 helicópteros de ataque;
2 fragatas;
2 submarinos.
"As aeronaves sofrem com falta de peças e de orçamento, então não há muita certeza sobre sua condição ou disponibilidade. (...) Parte da flotilha de superfície está imobilizada e obsoleta, e com prontidão incerta", afirmou Vitelio Brustolin. Estima-se que apenas metade dos 24 jatos soviéticos Sukhoi-30, a espinha dorsal da aviação venezuelana, estejam funcionais. Segundo o professor, os reparos de todos os veículos de guerra no país são feitos com peças de outras aeronaves, o que diminui sua capacidade.
A Venezuela também possui aeronaves brasileiras em sua frota, chamadas de Tucanos, produzidos pela Embraer. Um esquadrão de 19 aeronaves Tucanas EMB-312, produzidas entre os anos 1980 e 1990, segundo o IISS. No entanto, também não se sabe a condição dessas aeronaves.

Os três destróieres dos EUA, USS Gravely, USS Jason Dunham e USS Sampson, juntos, têm um poder de fogo maior que a Marina inteira da Venezuela. Cada um dos navios de guerra é equipado com centenas de mísseis multifunções, e até 96 mísseis Tomahawk, de longo alcance e alta precisão. As duas fragatas Mariscal Sucre F-21 do regime Maduro são consideradas antiquadas, assim como os submarinos Sabalo.
Além dos veículos de guerra, a Venezuela tem os drones Mohajer 6 e Mohajer 2, fabricados pelo Irã, e iniciou nos últimos anos a produção de um modelo nacional, o Ansu-100, com auxílio da tecnologia iraniana. O Exército venezuelano possui também mísseis de curto alcance de fabricação dos EUA e da Rússia, segundo o IISS.
EUA x Venezuela: Trump envia navios de guerra e promete uso de 'toda a força', e Maduro mobiliza milicianos
Além dos veículos de guerra, a Venezuela tem os drones Mohajer 6 e Mohajer 2, fabricados pelo Irã, e iniciou nos últimos anos a produção de um modelo nacional, o Ansu-100, com auxílio da tecnologia iraniana. O Exército venezuelano possui também mísseis de curto alcance de fabricação dos EUA e da Rússia, segundo o IISS.
Maduro anunciou na segunda-feira a mobilização de 4,5 milhões de milicianos em resposta ao que chamou de "ameaças" dos Estados Unidos.
A Milícia Bolivariana é composta por aproximadamente 5 milhões de reservistas, segundo dados oficiais. Ela foi criada pelo ex-presidente Hugo Chávez e tornou-se posteriormente um dos cinco componentes da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB). O grupo atua como um apoio ao Exército na "defesa da nação".
"Vou ativar nesta semana um plano especial para garantir a cobertura, com mais de 4,5 milhões de milicianos, de todo o território nacional, milícias preparadas, ativadas e armadas" perante "a renovação das ameaças" disse Maduro. "A paz, a tranquilidade e a soberania serão protegidas. (...) Nenhum império tocará a terra sagrada da Venezuela, nenhum império no mundo pode tocar a terra sagrada da América do Sul", acrescentou.
O anúncio ocorreu horas após os EUA terem enviado três navios de guerra para a costa da Venezuela para combater o narcotráfico na região, segundo agências de notícias internacionais. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que os EUA utilizarão "toda a força" contra o regime Maduro. A ação também serve para aplicar mais pressão sobre Maduro, que teve a recompensa por sua captura dobrada para US$ 50 milhões (cerca de R$ 270 milhões) pelo governo Trump.
A presença dos navios, no entanto, tem efeito dissuasório visando o tráfego marítimo ligado ao narcotráfico na região, e um ataque direto em solo venezuelano seria improvável, porque seria algo mais grave e complexo em termos políticos, segundo Vitelio Brustolin.
"O que os EUA estão fazendo é emitir um sinal de força e um meio de coerção com capacidade para ataques pontuais, se autorizados, e não uma arquitetura completa de mudança de regime. As ações dos últimos dias ampliam a capacidade de interdição e de ataques de precisão e são ferramentas de pressão, mas não equivalem a uma ordem pública para derrubar o governo da Venezuela", afirmou Brustolin.
O pesquisador Vitelio disse ainda que Maduro usa a investida dos EUA para unir a população em torno de uma causa, e que a convocação dos milicianos serve para elevar custos políticos de qualquer ação americana e reforçar prontidão interna na Venezuela.
Segundo Maduro, seu plano envolve a mobilização de milícias camponesas e operárias "em todas as fábricas e locais de trabalho do país" e o fornecimento de "mísseis e rifles para a classe trabalhadora, a fim de defender nossa pátria".
A 15ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) resultou na interdição de um laticínio e uma pocilga clandestinos no município de Major Izidoro, no Sertão alagoano.
A operação, realizada por diversos órgãos estaduais, flagrou a produção de queijo em condições insalubres e a criação irregular de mais de 140 suínos, com risco à saúde pública e ao meio ambiente.
Durante a ação, os fiscais encontraram 990 quilos de queijo impróprios para consumo, armazenados sem higiene, sem licença ambiental e sem o Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR).
O material foi apreendido e encaminhado ao aterro sanitário de Delmiro Gouveia. Também foram descobertas embalagens falsificadas de um laticínio regularizado e rótulos sem registro, caracterizando fraude ao consumidor.
Além disso, a equipe técnica identificou que os dejetos dos suínos eram descartados diretamente no solo e em um curso d’água, sem qualquer controle, ampliando o risco de contaminação ambiental.
A propriedade não possuía autorização ambiental para funcionamento e nem registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária de Alagoas (CRMV/AL).
Diante das infrações, foram lavrados seis autos de infração e dois embargos, com a interdição imediata das atividades.
O proprietário, ausente no momento da fiscalização, compareceu posteriormente, assinou os autos e foi intimado a cessar os lançamentos de dejetos, retirar os animais e apresentar documentação de destinação regularizada.
A operação também resultou na lavratura de uma ocorrência policial e de um termo circunstanciado por atividade poluidora sem licença ambiental.
O CRMV/AL apontou, ainda, a ausência de registro do laticínio no conselho e a inexistência de um médico-veterinário como responsável técnico, exigência legal para produção e beneficiamento de alimentos de origem animal.
A FPI destaca que ações como essa têm como objetivo proteger a saúde da população e preservar o meio ambiente, impedindo que alimentos produzidos irregularmente cheguem à mesa dos consumidores.
A operação foi conduzida pela Equipe de Produtos de Origem Animal, com atuação da Adeal, IMA/AL, CRMV/AL e o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA).
Projeto de Lei cria a Carteira Nacional para professores no Brasil
Matéria foi votada na Câmara dos Deputados ontem, 19, após requerimento de urgência protocolado pelo deputado Rafael Brito
O deputado federal por Alagoas, Rafael Brito (MDB), declarou apoio à criação da Carteira Nacional do Docente, prevista no Projeto de Lei nº 41/2025, de autoria do senador e ministro da Educação, Camilo Santana. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados de forma célere, após o pedido de urgência protocolado pelo parlamentar alagoano. Agora, o PL vai para a sanção do presidente Lula.
Para Rafael Brito, que preside a Frente Parlamentar Mista da Educação no Congresso Nacional, a iniciativa representa um passo fundamental na valorização da categoria. “Os professores são protagonistas da transformação social e precisam de políticas que reconheçam sua importância. A Carteira Nacional do Docente é uma medida concreta para assegurar benefícios e fortalecer a identidade dos educadores brasileiros”, afirmou o deputado alagoano.
A Carteira Nacional do Docente pretende padronizar a identificação dos profissionais da educação em todo o país, assegurando direitos e benefícios como entrada gratuita ou com desconto em atrações culturais e prioridade em serviços de saúde, a exemplo da vacinação. De acordo com a proposta, caberá aos estados, Distrito Federal e municípios repassar à União os dados necessários para a atualização constante da base nacional de informações sobre os profissionais da educação.
Valorização profissional
Como relator do Projeto de Lei Complementar que cria o Sistema Nacional da Educação, conhecido como o ‘SUS da Educação’, Rafael Brito, destacou que a implementação de um sistema nacional tem entre os eixos principais a valorização docente, com capacitação continuada, melhores condições de trabalho e remuneração.
“Em todas as experiências bem sucedidas de educação no mundo, a valorização profissional é um pilar importante para obtenção de bons resultados. Com base nesses dados tenho trabalhado nessa na elaboração do SUS da Educação e com o projetos de lei, como o da criação do piso nacional para os professores temporários”, enfatizou o presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação.
Um policial militar foi afastado das atividades da corporação após tentar furtar dois frascos de creme hidratante em um supermercado de Porto Alegre (RS). O caso teria ocorrido em 5 de agosto no bairro Sarandi, na zona norte da capital gaúcha.
Câmeras de segurança do estabelecimento captaram a tentativa de furto do policial. Nas imagens, o militar caminha por um dos corredores e empurra um carrinho de compras quando coloca os produtos dentro da roupa. Em seguida, ele deixa o estabelecimento sem pagar pelos cremes hidrantantes.
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Se você não quer deixar de comer um bom hambúrguer sem abandonar a dieta e a boa alimentação de lado, saiba que é possível encaixá-lo como uma opção saudável e saborosa. A nutricionista e professora de Gastronomia da Universidade São Judas, Luciana Marchetti, diz que o grande segredo é o equilíbrio:
"O hambúrguer pode, sim, fazer parte de uma alimentação saudável quando é preparado com carnes magras, vegetais frescos e molhos com menor teor de gordura. Para quem busca qualidade de vida, o recomendável é incluir o hambúrguer no cardápio até duas vezes por mês, priorizando sempre versões caseiras ou com composição mais leve", orienta a especialista em alimentação.
Segundo ela, o ideal é que o consumo seja esporádico, dentro de um plano alimentar equilibrado. Para ter equilíbrio no consumo do prato, a nutricionista Luciana Marchetti explica a necessidade de fazer substituições inteligentes e estratégicas. Confira como fazer as melhores escolhas na hora de comer um hambúrguer delicioso:
Proteína: carnes magras como patinho ou peito de frango, além de opções vegetais, como hambúrgueres de lentilha ou grão-de-bico.
Pães: escolha versões integrais, de fermentação natural ou com menos aditivos.
Molhos: à base de iogurte natural são boas alternativas à maionese tradicional.
Queijos: prefira os com menor teor de gordura, como minas frescal ou ricota.
Cuidado com os excessos
Carnes com alto teor de gordura, como acém e peito, excesso de molhos calóricos, adição de carnes gordurosas, como bacon, e acompanhamentos como batata frita, aumentam significativamente o valor calórico do hambúrguer. Por isso, essa combinação pode se tornar prejudicial.
Outro ponto de atenção é o tamanho exagerado das porções, muitas vezes sem nenhum vegetal como acompanhamento. Quanto à escolha de produtos industrializados ao comer hambúrguer, a nutricionista alerta para a leitura atenta do rótulo.
"Se a escolha for por versões prontas, o consumidor deve ficar atento à lista de ingredientes. Prefira produtos com menos conservantes e aditivos artificiais. Quanto mais curto e compreensível o rótulo, melhor", explica.
O debate sobre o processo de concessão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) está protagonizando uma disputa dentro do governo Lula que já escapou para além dos bastidores. De um lado, o ministro dos transportes Renan Filho, do MDB, defende a quebra de monopólio das autoescolas. Do outro lado, a ministra Gleisi Hoffman, da Casa Civil, quer que tudo se mantenha como está.
Em julho, circulou a proposta de uma minuta de decreto, elaborada dentro do Ministério dos Transportes, que retiraria a obrigatoriedade de frequentar autoescolas para a obtenção da carteira de motorista. A ministra Gleisi, contudo, correu para distanciar a proposta do Palácio do Planalto após a forte reação do setor, vocalizada pela Federação Nacional das Autoescolas e Centros de Formação de Condutores, inclusive junto a parlamentares governistas.
Para o Livres, que acompanha o tema de forma técnica e apartidária, o debate é legítimo, necessário e precisa de muita transparência para garantir o foco no interesse público e na segurança do trânsito, não nos interesses de lobbys setoriais.
Para quem está na ponta, a discussão não é abstrata: trata-se do custo e da dificuldade para obter a Carteira Nacional de Habilitação. Hoje, o processo pode chegar a R$ 4 mil em alguns estados, valor proibitivo para grande parte da população, especialmente em regiões onde o transporte público é insuficiente e a mobilidade individual é essencial para trabalhar ou estudar.
Esse alto preço não é fruto apenas de impostos ou da carga administrativa dos Detrans. Ele decorre, principalmente, de duas características do modelo atual:
Com um mercado fechado, de baixa competitividade, o preço é ditado por poucos fornecedores e o cidadão paga caro para cumprir exigências que nem sempre se traduzem em melhor preparo no trânsito.
Na prática, o alto custo tem incentivado a informalidade de condutores e gerado impactos negativos diretos na segurança do trânsito. Segundo dados da Secretaria Nacional de Transporte:
A informalidade no trânsito também se reflete em acidentes. No Piauí, por exemplo, entre 2024 e o início de 2025, 55% dos motoristas mortos estavam sem habilitação, e 37,6% dos feridos também não tinham CNH, segundo informações da Polícia Rodoviária Federal.
Para o Livres, romper com esse modelo significa reduzir a informalidade — permitindo que mais brasileiros se habilitem de forma regular e segura, com liberdade de escolha e mantendo a fiscalização rigorosa nas avaliações finais.
Outros países, como os EUA, Canadá e França, permitem a preparação independente ou familiar, com foco nos exames finais e na responsabilização individual. O Brasil pode se inspirar nesses modelos, mantendo a exigência por segurança, mas ampliando o espaço da liberdade.
A proposta do Ministério dos Transportes pretende quebrar o monopólio das autoescolas com a certificação de instrutores independentes, que poderiam aumentar a oferta do serviço de educação no trânsito e, com isso, baratear o custo para o cidadão.
Para diminuir a insegurança no trânsito, o Brasil precisa ser capaz de aumentar o nível de consciência a respeito das práticas de direção defensiva, atraindo os condutores para a formalização. Trânsito seguro também se faz com regulação inteligente, desburocratização e abertura de mercado, barateando o acesso à CNH.
Esta publicação é uma parceria da Jovem Pan com o Livres
O Livres é uma associação civil sem fins lucrativos que reúne ativistas e acadêmicos liberais comprometidos com políticas públicas pela ampliação da liberdade de escolha
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) disparou, na manhã desta terça-feira, 19, um novo alerta amarelo de acumulado de chuva para 37 municípios de Alagoas. O aviso meteorológico é válido até às 10h desta quarta-feira, 20.
De acordo com o Inmet, pode chover entre entre 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia em todo o litoral alagoano. Por conta disso, há baixo risco de alagamentos e pequenos deslizamentos em cidades com tais áreas de risco.
Instruções do instituto: evite enfrentar o mau tempo; observe alteração nas encostas; evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada; obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Confira as cidades listadas no alerta amarelo:
Moradores do Residencial Allegro, na QNN 27, em Ceilândia ouviram gritos de socorro do funcionário, 42 anos, de uma empresa terceirizada. Ele morreu prensado em um acidente com o elevador de serviço. A tragédia aconteceu na manhã desta terça-feira (19/8).
O Metrópoles apurou que a casa de máquina dá acesso aos três elevadores da torre “D” do condomínio residencial. O funcionário deveria consertar o elevador social – quebrado há cerca de um mês e meio. Ele, contudo, entrou na porta errada, no de serviço que estava em funcionamento. As informações preliminares indicam que ele ficou prensado no andar.
A equipe contava com três funcionários e dois deles realizavam outras manutenções no momento da tragédia. Os colegas de serviço da vítima estranharam a demora no retorno, até que uma moradora escutou pedidos de socorro vindo do fosso de elevador de serviço. Quando conseguiram acessar o local, o trabalhador já estava sem vida.
Leia a matéria completa no Metrópoles
Uma criança de apenas três anos sofreu um grave ataque de um cão que havia sido adotado pela pela família há cerca de um mês em Ponta Grossa, no Paraná. A menina estava brincando no quintal da residência quando a mãe e a irmã dela ouviram os gritos. O caso aconteceu no final da tarde da última sexta-feira (15/8), dia do aniversário da criança.
Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), levada ao Hospital Universitário Materno-Infantil da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Humai-UEPG) e recebeu alta no dia seguinte. A mãe da menina contou aos policiais que a família tirou o cachorro das ruas após ele sofrer maus-tratos.
Há cerca de um ano, o cão apareceu na região com a pata quebrada, recebeu cuidados da família e voltou às ruas. Agora, há cerca de um mês, ele reapareceu com sinais de desnutrição e com as costas queimadas, e foi adotado por eles.
Após o ataque, a Coordenação de Controle de Zoonoses foi acionada e orientou a família a manter o animal em um espaço fechado e ficar com ele sob observação por pelo menos dez dias, para verificar se ele apresenta sintomas de raiva, ou não.
Veja a matéria completa em Metrópoles
Preso por homicídio, o líder de uma organização criminosa dava ordens de dentro do sistema penitenciário de Alagoas para comandar um esquema de falsos empréstimos consignados que lesava idosos e movimentou mais de R$ 1 milhão. Os detalhes foram divulgados pela Polícia Civil, nesta terça-feira (19).
Segundo as investigações, o grupo tinha divisão bem estruturada. Uma parte era responsável por captar idosos, cujas imagens eram usadas para criar contas e solicitar empréstimos. De acordo com a delegada Maria Eduarda, os criminosos utilizavam dados de beneficiários reais, mas com fotos de laranjas.
Outro braço da Orcrim era responsável pela falsificação de documentos. Em um dos locais alvos da operação, a polícia apreendeu diversos materiais usados nas fraudes, incluindo até diplomas universitários falsificados.
O esquema também contava com um responsável por guardar o dinheiro do líder, enquanto a filha dele organizava os negócios fora da prisão. O preso, mesmo detido, mantinha influência em atividades ligadas à construção civil.
De acordo com o delegado José Carlos, o golpe funcionava a partir da obtenção de dados de beneficiários do INSS. Com documentos falsos, os criminosos criavam contas gov.br e solicitavam empréstimos em instituições financeiras digitais, explorando toda a margem disponível.
“Os empréstimos chegavam até a 70 mil reais e o dinheiro era depositado na conta do falso idoso, sendo imediatamente transferido para as contas de laranjas. Após umas três camadas de transferência, o dinheiro chegava na conta dos líderes da Orcrim”, explicou o delegado.
No total, 12 pessoas foram alvos da operação. Cinco delas já haviam sido presas anteriormente pela Polícia Federal por fraudes contra o INSS, quando criavam benefícios falsos e recebiam mensalmente os valores.
Depois de tentar monopolizar a internet do Ceará por meio de ataques a empresas provedoras, criminosos supostamente do Comando Vermelho (CV) agora tentam controlar a venda de água de coco e outros produtos na Avenida Beira-Mar, principal ponto turístico de Fortaleza.
Ao g1, uma testemunha que prefere não se identificar revelou que vendedores e fornecedores legais estão sendo ameaçados. As vítimas, com medo de retaliações, ainda não registraram Boletim de Ocorrência. A polícia informou, em nota atualizada nesta terça-feira (19), que apura o caso e que reforçou o policiamento na região.
Os criminosos criaram um grupo de WhatsApp, chamado "Grupo das Bebidas", e forçaram todos os ambulantes a entrar. No aplicativo, os suspeitos dão as ordens. Com ameaça de morte, eles exigem que todos os ambulantes da Beira Mar comprem produtos de um depósito da própria facção. O g1 teve acesso ao conteúdo do grupo de WhatsApp.
A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) informou ao g1 que apura um caso de possível ameaça a permissionários que teria ocorrido neste domingo (17), no Bairro Meireles, onde fica a Avenida Beira-Mar.
"O policiamento da área está sob a responsabilidade do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur) da Polícia Militar do Ceará (PMCE), que vem adotando medidas de reforço no patrulhamento e conta com o apoio de equipes do 8º Batalhão Policial Militar (8º BPM), da Força Tática (FT), do Comando de Policiamento de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio), do Comando de Policiamento de Choque (CPChoque) e do motopatrulhamento", diz a SSPDS.
"Uma duas semanas atrás (os homens que diziam ser membros do Comando Vermelho) vieram com essas conversas. Eles disseram que iam colocar um depósito e que a gente ia ter que comprar as bebidas daquele local. Passaram dias e, ontem (domingo, 17 de agosto), um tal de PH que se diz 'frente da quebrada' - não sei o que significa isso - chegou passando a informação de que a gente não poderia mais comprar mercadoria em nenhum outro fornecedor", disse a fonte.
"Frente da quebrada" é uma gíria da facção para indicar que ele está "à frente" do serviço para coordenar o monopólio da venda de coco para a facção.
Ainda de acordo com o relato, caso os vendedores descumpram a "ordem", eles poderão ser mortos:
"Primeiro, ele (o PH, membro da facção) falou que se a gente não estivesse gostando, era para pegar as coisas e ir embora. E que se a gente desobedecer à ordem dele, ele vai espichar a gente no calçadão."
O 'Grupo das bebidas', grupo de WhatsApp supostamente comandado pelo Comando Vermelho, conta com 74 participantes, entre vendedores e vendedoras da região e membros do grupo criminoso.
Os criminosos se apresentam como "PH" e "Netão Marley"' e dão ordens diretas às vítimas:
"Atenção a todos. Não será permitida a saída do grupo. Não desrespeitar as regras, viu? Para não serem punidos", diz uma das conversas.
"Peço que todos tenham calma para eu explicar tudo, entendeu? Calma, vai ser passado tudo aqui mano", diz outra mensagem.

Os criminosos ainda terminam as mensagens com uma bandeira vermelha, em referência ao grupo criminoso que surgiu no Rio de Janeiro. Um dos membros, inclusive, tem número telefônico com DDD 21, da capital carioca.
Com medo, os trabalhadores ouvidos pelo g1 relataram que não realizam denúncias ou falam sobre o assunto. Mesmo com policiamento ostensivo na região turística da capital, "PH" e "Netão" circulam normalmente, conforme relatos.
A trajetória de sucesso de Simone e Simaria é conhecida pelo público brasileiro: das origens humildes no Nordeste ao estrelato nacional como uma das duplas sertanejas mais populares da última década. Mas longe dos palcos e da fama, um meio-irmão das artistas tenta ser ouvido.
Magno, filho do mesmo pai das cantoras, vive no interior da Bahia, onde trabalha recolhendo materiais recicláveis e puxando carroça para garantir o sustento. Em entrevistas recentes, ele contou que busca aproximação com Simone e Simaria desde que sua filiação foi oficialmente reconhecida, mas afirma não ter recebido abertura.
"Minha busca não é financeira, e sim uma tentativa de reconectar os laços familiares rompidos há mais de 30 anos", declarou.
Segundo ele, o silêncio das cantoras tem sido doloroso, especialmente porque mantém contato com outro irmão, Caio, que convive normalmente com as artistas. A situação, segundo Magno, deixa claro o distanciamento pessoal que enfrenta dentro da própria família.
Apesar das dificuldades financeiras, o meio-irmão das cantoras ressalta que nunca pediu ajuda monetária:
"Graças a Deus, eu nunca precisei."
Até agora, Simone e Simaria não se manifestaram publicamente sobre o assunto. O contraste entre a vida de Magno e o universo de visibilidade e conquistas das cantoras chama atenção e reacende o debate sobre vínculos familiares, reconciliação e as diferentes trajetórias dentro de uma mesma história.
