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A ciclista de 32 anos atropelada por uma carreta nas proximidades do viaduto localizado na antiga base da Polícia Rodoviária Federal, parte alta de Maceió, na última segunda-feira (27), morreu em um hospital na capital alagoana nessa quarta (29).

A mulher havia apresentado lesões traumáticas depois de ser atingida pelo veículo de grande porte. Ela foi derrubada pela carreta e um pneu passou por cima do corpo dela. Bombeiros militares e socorristas do Samu chegaram a ser acionados para o resgate.

Na ocasião, o motorista, ao ser alertado pelos populares que presenciaram a cena, parou o veículo e prestou assistência à vítima. Ele disse que não viu a ciclista à frente dele.

A família ainda não divulgou sobre horário e local de velório e sepultamento do corpo da vítima.

Apesar de muito associada a idosos, a cegueira pode se desenvolver de forma silenciosa em qualquer idade. Segundo a oftalmologista Alzira Delgado, do Hospital Alvorada Moema, em São Paulo, muitas doenças começam sem sintomas.

“Muitas vezes, o paciente só percebe quando a visão já está comprometida”, explica.

Na infância, por exemplo, podem surgir tumores oculares que afetam apenas um olho e passam despercebidos. Já na adolescência, o ceratocone pode evoluir lentamente, dificultando a percepção inicial.

O oftalmologista Diogo Bezerra, da plataforma Doctoralia, reforça que doenças como glaucoma, retinopatia diabética e degeneração macular relacionada à idade podem evoluir por anos sem sintomas claros.

“Esperar melhorar sozinho é um risco. Em oftalmologia, tempo é visão”, alerta o oftalmologista.

Principais causas de cegueira e seus riscos

Entre as principais causas de cegueira estão doenças que afetam diretamente o nervo óptico e a retina. O glaucoma, por exemplo, é conhecido por ser uma condição silenciosa que compromete o campo visual progressivamente.

A retinopatia diabética, por sua vez, está diretamente ligada ao controle inadequado da glicemia e pode evoluir rapidamente em alguns pacientes. Já a degeneração macular afeta a visão central e pode causar distorções importantes.

Além disso, doenças sistêmicas como hipertensão e diabetes têm impacto direto na saúde ocular, muitas vezes sem sintomas iniciais evidentes.

Erros comuns e sintomas ignorados

O principal fator que leva à cegueira evitável é o comportamento do próprio paciente. Ignorar sintomas ou adiar consultas ainda é o erro mais frequente. Sinais como visão embaçada, dor ocular, olho vermelho persistente, manchas escuras ou perda de campo visual são frequentemente negligenciados.

Alzira reforça que qualquer alteração visual que dure mais de 24 horas deve ser investigada. Não buscar ajuda nesse momento pode significar perder a chance de tratamento.

A boa notícia é que muitos casos de cegueira podem ser evitados com diagnóstico precoce. Exames de rotina são fundamentais e devem começar desde o nascimento.

O acompanhamento ao longo da vida permite identificar alterações antes danos irreversíveis se instalem. Em muitos casos, há tratamento eficaz, como cirurgias, laser e medicamentos.

Mas é preciso encarar a realidade: quando o paciente percebe tarde demais, nem sempre há como recuperar a visão. Por isso, prevenção não é opcional — é a única estratégia realmente eficaz.

Os convidados chegam ao som de bossa-nova. Clássico, cara de lounge, início de festa, mas não só: é também o estilo que Tiago Pitthan aprendeu a ouvir com o pai ainda criança. Em seguida, a programação segue com samba, roda de verdade; gente em pé, pandeiro, surdo, cavaco, tamborim, cuíca e tantã.

O DJ então assume a trilha e enfileira brasilidades diversas, de todas as décadas, enquanto o próprio protagonista da festa se ajeita com a banda para performar uma música. Ele, na guitarra, instrumento que insistiu em aprender a tocar quando metástases de um câncer de estômago se espalharam pelo seu corpo.

A noite segue adentro com rock and roll ‘de todo mundo’. Bandas de amigos, de desconhecidos, de quem quiser chegar.

O que os convidados vão celebrar, no dia 30 de maio, no espaço da Cervejaria Canalhas, em Campo Grande, não é um aniversário, nem um show, nem uma despedida qualquer.

É o velório de Tiago Martins Pitthan, de 49 anos. Ele está vivo.

O corpo avisou antes

No Réveillon de 2023 para 2024, Tiago estava em Bonito com um grupo de amigos. A cidade, no Mato Grosso do Sul, é conhecida pelos rios de água transparente, pelas cachoeiras e pelo silêncio que não existe em Campo Grande, onde ele mora.

Na ceia, tentou comer e não conseguiu. Na primeira garfada, a sensação foi imediata —o estômago cheio antes de começar. Forçou um pouco mais e vomitou. Atribuiu ao excesso dos dias anteriores, viagem, bebida, e voltou para casa, mas o problema continuou.

Ele treinava para hipertrofia, mas estava perdendo peso.

Foram meses de médicos até chegar a um gastroenterologista. A endoscopia, em março de 2024, identificou um adenocarcinoma gástrico —tumor maligno que se forma na mucosa do estômago e responde por mais de 90% dos cânceres gástricos.

“A descoberta do câncer foi um alívio”, ele não ironiza. Depois de meses, o que tinha ganhou nome, ufa. Iniciou as sessões protocolares de quimioterapia e agendou a gastrectomia: retiraria o estômago, o intestino assumiria a função, a vida seguiria.

A cirurgia foi marcada para maio. Quando os médicos abriram, encontraram a metástase. Dois focos no intestino, comprometimento do peritônio e início de invasão pulmonar. A gastrectomia não foi feita. Em cânceres gástricos com disseminação peritoneal, a cirurgia curativa deixa de ser viável —não há mais como retirar o tumor por cirurgia.

“Eu descobri que não tinha cura. Que teria de viver com aquilo; provavelmente, morrer daquilo.”

Por meses, o câncer foi, nas palavras dele, um inimigo abstrato, invisível. Sabia que tinha. Fazia quimioterapia. Mas continuava trabalhando, pedalando, treinando. Pesava 88, 89 quilos. Saía de casa, ia à academia, mantinha o cotidiano.

Mudou em novembro de 2025. Os pulmões reduziram a capacidade de repente. Tiago parou de conseguir comer com regularidade. Em dois ou três meses, perdeu 22 quilos —chegou a 67. Ficou fraco, sem fôlego, impossibilitado de praticar qualquer esporte.

Desenvolveu neuropatia periférica induzida pela quimioterapia, síndrome chamada pé caído: o nervo fibular é afetado pela toxicidade dos quimioterápicos, o pé perde mobilidade dorsal, e a marcha vira um arrasto. Ele passou a andar mancando; precisou adotar bengala, acessório que, diz, lhe caiu muito bem. Achou que pedia uma boina.

Foi então que resolveu marcar o próprio velório.

A ideia não surgiu do nada. Em agosto de 2024, com o diagnóstico feito e a metástase já confirmada, Tiago perdeu o pai. A família fez o velório —ele pessoalmente não é fã do ritual, acha que prolonga o sofrimento, mas a mãe quis e ele não foi contra.

O velório, diz, foi bonito: amigos reunidos, histórias sendo contadas, gente se divertindo. Para Tiago, no entanto, faltou o pai —o próprio homenageado—, que saberia mais histórias do que qualquer um.

“Naquele momento, decidi: não vou faltar no meu.”

O espaço é o antigo galpão da Canalhas, cervejaria local que mudou de endereço e o cedeu para a festa. A data se ajeitou ao calendário do irmão, que mora em Portugal.

Os dois antigos sócios de uma produtora de eventos que Tiago teve anos atrás —ele é turismólogo antes de ser advogado— estão organizando tudo: palco, som, bandas, estrutura. Ele acompanha, quer que seja perfeito, mas passa o operacional para eles. Com meses de antecedência, dá para fazer uma produção tranquila.

Não quer só os chegados. Quer conhecidos, quem o conhece de um “oi, tudo bem?” e quer estar presente. Postou no Instagram, sem assessoria, sem nada, e o que veio de volta ele não esperava: bandas oferecendo equipamento, desconhecidos pedindo para participar, relatos de gente que diz ter reconfigurado a própria forma de encarar a vida depois de ler sobre o velório. Também recebeu hate. Estima que seja 1% das reações.

Além da música, haverá um flash mob e um aquarelista pintando um quadro da festa em tempo real. Tiago quer muito esse quadro.

rover Curiosity, robô da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa), dos Estados Unidos, encontrou milhares de rochas cobertas por um padrão poligonal em Marte. À primeira vista, faz lembrar as escamas de um crocodilo ou, segundo alguns entusiastas, as de um dragão.

As imagens rapidamente chamaram a atenção tanto de internautas quanto de cientistas — não por se tratarem de formações desconhecidas, mas pela quantidade e extensão incomuns do fenômeno.

Os pesquisadores falam em “polígonos em forma de colmeia”, uma textura que, segundo explicou a cientista planetária Abigail Fraeman, já era conhecida, mas que desta vez aparece com uma densidade incomum.

“Já havíamos visto rochas com padrões poligonais como esses antes”, ela escreveu num blog da Nasa. “Mas eles não pareciam tão abundantemente presentes, estendendo‑se pelo solo por metros e metros”, acrescentou.

Kevin Gill, engenheiro de software do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da Nasa, foi quem publicou na internet as primeiras fotos em cores, capturadas em 13 de abril, no Sol 4865 do calendário marciano. A agência espacial americana já tinha divulgado imagens em preto e branco alguns dias antes.

Fendas de dessecação

Na Terra, esses padrões costumam surgir em solos que alternam entre períodos úmidos e completamente secos. Esse vai‑e‑vem provoca tensões na superfície, que acabam fragmentando o terreno em formas geométricas.

Um efeito semelhante pode ser observado em áreas congeladas, onde variações de temperatura fazem com que o gelo interno se expanda e se contraia, gerando fraturas parecidas. Em Marte, no entanto, essas formações são muito menos comuns: o planeta deixou de ter água líquida na superfície há bilhões de anos.

A chave pode estar em outra região do planeta vermelho. Segundo o site Science Alert, em 2023 foi documentado que uma área chamada Pontours apresentava um padrão semelhante de formas hexagonais, notavelmente preservadas e com uma geometria incomumente uniforme.

De acordo com o artigo publicado então na revista Natureo padrão não é resultado de um único episódio de umidade, mas de muitos ciclos. Quando a lama seca apenas uma vez, as rachaduras tendem a se cruzar, formando ângulos simples.

Mas, se esse processo se repete diversas vezes, acredita‑se que as fraturas possam se reorganizar, conectar‑se entre si e formar estruturas mais complexas, que tendem a assumir configurações próximas ao hexágono. Isso sugere a possível existência de condições sazonais ou cíclicas no passado de Marte, com variações de umidade cujas marcas ficaram preservadas na rocha ao se solidificar.

Antofagasta, um segundo Pontours?

A cratera marciana de Antofagasta poderia se encaixar nesse mesmo cenário, embora ainda não haja evidências suficientes para confirmá‑lo. A extensão do padrão parece maior do que em Pontours. Além disso, pequenas cristas elevadas sugerem que o processo não foi exatamente o mesmo — ou que as rochas estavam em outra fase quando se endureceram.

Uma possível explicação é que, com o passar do tempo, certas fissuras tenham sido preenchidas por minerais mais resistentes do que o material ao redor. À medida que a superfície se erodiu, essas áreas endurecidas teriam ficado em relevo, desenhando as formas hoje observadas pelo Curiosity.

Outra teoria mencionada no artigo da Nature sugere que essas formações podem ser antigos bancos de lama rachada que passaram por ciclos de umidade e secagem entre 3,6 e 3,8 bilhões de anos atrás, quando Marte era mais quente e úmido.

Ainda assim, é cedo para afirmar que ambos os locais sejam análogos. Não se sabe se a composição mineral das rochas de Antofagasta é semelhante à de Pontours.

Por exemplo, análises naquele local revelaram uma alta concentração de sais minerais, o que sugere que as formações podem ter se originado a partir de salmouras. Ao evaporarem, elas teriam deixado depósitos sólidos.

Só uma “ilusão” marciana?

Em resumo, os dados químicos coletados pelo Curiosity durante sua passagem pela região serão fundamentais para esclarecer se este é um fenômeno comparável ou de uma história geológica distinta.

Os pesquisadores não escolheram Antofagasta por acaso. Eles acreditam que a cratera pode conter vestígios de compostos orgânicos, ingredientes fundamentais associados à química da vida.

“Continuamos coletando muitas imagens e dados químicos que nos ajudarão a distinguir entre as diferentes hipóteses sobre como as texturas alveolares se formaram”, afirmou Fraeman.

Enquanto isso, a descoberta se soma a uma longa lista de “ilusões” marcianas. Como já aconteceu em outras ocasiões, muitas dessas formas evocativas — desde supostas “aranhas” até uma rocha com aparência de coral — não passavam de imagens criadas por um cérebro humano acostumado a identificar padrões familiares em estruturas aleatórias.

 

O excesso de colesterol em astrócitos — células que ajudam a proteger e sustentar o cérebro — pode piorar falhas de memória ligadas ao Alzheimer.

A conclusão é de um estudo publicado em 15 de abril na revista Nature Neuroscience, que identificou como alterações nessas células afetaram o sistema de limpeza cerebral e o desempenho cognitivo em camundongos com características da doença.

A pesquisa foi liderada por cientistas da Sun Yat-sen University e do Sun Yat-sen Memorial Hospital, ambos na china. Segundo os autores, o trabalho sugere que mecanismos ligados ao colesterol em astrócitos podem se tornar alvo de futuras terapias para fases iniciais do Alzheimer.

O que são astrócitos

Astrócitos são células abundantes no cérebro e fazem parte do grupo chamado glia. Eles ajudam a nutrir neurônios, controlar o ambiente químico cerebral e participar da circulação de líquidos que removem resíduos metabólicos.

Nos últimos anos, cientistas passaram a estudar com mais atenção o papel dessas células em doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. A pesquisa foi feita com camundongos do modelo 5xFAD, amplamente usado em estudos sobre Alzheimer, por desenvolver placas de beta-amiloide e prejuízo cognitivo precoce.

Observou-se, nos animais, atividade anormalmente elevada de cálcio em astrócitos localizados no córtex pré-frontal medial, área ligada à memória, à tomada de decisões e funções cognitivas superiores.

Colesterol achado em células do cérebro piora memória, diz estudo - destaque galeria

Como o colesterol entrou na história

De acordo com os autores, a hiperatividade de cálcio estimulou maior produção de colesterol dentro dos astrócitos. Na sequência, o colesterol alterou o comportamento da proteína aquaporina-4 (AQP4), importante para o fluxo de água e para o funcionamento do sistema glinfático — rede responsável por ajudar a eliminar resíduos do cérebro durante o repouso. Com a AQP4 deslocada, o sistema perdeu eficiência.

Segundo o estudo, a piora do sistema glinfático dos animais foi acompanhada por prejuízo cognitivo. Em outras palavras, os camundongos com essas alterações apresentaram desempenho inferior em testes comportamentais usados para medir a memória e a cognição.

Os cientistas puseram em prática estratégias para reduzir a produção de colesterol nos astrócitos. Entre elas, o bloqueio da enzima squalene epoxidase e o uso de atorvastatina. Após as intervenções, houve melhora da perfusão glinfática, da drenagem linfática meníngea e da performance cognitiva dos animais.

Conforme o estudo:

  1. O colesterol cerebral pode ter papel mais ativo no Alzheimerdo que se imaginava.
  2. Astrócitos ganharam destaquecomo alvo de tratamento.
  3. Melhorar a “limpeza” cerebralvirou caminho promissor.

Os resultados vieram de experimentos em camundongos, o que exige cautela. Nem todo mecanismo observado em animais se repete da mesma forma em pessoas.

Por isso, serão necessários estudos clínicos para confirmar se controlar colesterol em astrócitos realmente pode retardar sintomas ou progressão do Alzheimer em humanos.

A doação de órgãos é um ato que pode salvar vidas mas ainda é cercado por dúvidas, mitos e falta de informação. Entender como funciona o processo, quem pode doar e quais são os cuidados envolvidos é fundamental para ampliar o número de doadores no país.

Em 2025, o Brasil bateu um recorde histórico de transplantes realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS): foram 30.986 procedimentos, um crescimento de cerca de 21% em relação a 2022. Atualmente, de acordo com a Lista de espera e transplantes realizados no país do Ministério da Saúde, 48.880 pessoas esperam por transplante de órgãos em 2026.

Como funciona a doação no Brasil

A maior parte das doações ocorre após o diagnóstico de morte encefálica, quando não há mais atividade cerebral. Nesse momento, a família é responsável por autorizar a retirada dos órgãos.

No país, não existe uma “fila” simples. A distribuição segue critérios técnicos, como gravidade do paciente, compatibilidade genética e condições clínicas.

Cada estado gerencia sua própria lista de espera. Quando não há receptor compatível local, o órgão é direcionado para a lista nacional, coordenada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT).

“O sistema brasileiro é muito confiável, com auditoria e acesso universal. Os resultados são bons, mas ainda precisamos de mais doadores. Ainda se morre esperando um órgão no Brasil”, destaca o coordenador do departamento de Transplante de Intestino da Associação Brasileira Transplante de Órgãos (ABTO), André Ibrahim David.

Quem pode ser doador?

Não existe idade máxima para doação, o fator decisivo é a condição do órgão. Doenças crônicas ou infecções podem inviabilizar o procedimento, mas cada caso é avaliado individualmente. No Brasil, não é necessário registrar a decisão em documentos oficiais: o mais importante é comunicar a vontade à família, responsável pela autorização final.

A doação também pode ocorrer em vida, em situações específicas e com regras bem definidas, o doador precisa ser maior de idade, saudável e passar por avaliação médica criteriosa.

Uma pessoa viva pode doar um dos rins, parte do fígado, parte do pulmão e medula óssea, desde que isso não comprometa sua saúde. A lei permite a doação entre parentes de até quarto grau ou cônjuges, e fora desse vínculo é necessária autorização judicial”, explica o enfermeiro Tadeu Thomé, do departamento de Coordenação em Transplantes da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).

Um dos medos mais comuns é se a retirada de órgãos interfere no velório. A resposta é não.

“A retirada de órgãos é feita com rigor técnico e o corpo é reconstituído, sem deformações visíveis e não interfere no velório. Hoje, a recusa familiar gira em torno de 45%, e quando a família conhece o desejo do doador, a chance de autorização é maior”, conclui enfermeiro da ABTO.

Outro ponto importante é que a equipe médica sempre prioriza salvar a vida do paciente. A possibilidade de doação só é considerada após confirmação rigorosa da morte encefálica.

Quais órgãos podem ser doados

Um único doador pode salvar várias vidas. Entre os órgãos e tecidos que podem ser transplantados estão:

O tempo entre a retirada e o transplante, chamado de isquemia, vai variar conforme cada órgão. O coração, por exemplo, precisa ser transplantado em até quatro horas, enquanto o rim pode ser preservado por até 48 horas.

Transplante cura? O que acontece depois

O transplante substitui um órgão que estava em falência e pode devolver a função normal ao paciente. No entanto, o acompanhamento médico é permanente.

“O transplante cura do ponto de vista funcional, mas o paciente precisa tomar medicação para o resto da vida, para evitar rejeição”, explica David.

Segundo ele, medicamentos imunossupressores são essenciais para evitar que o organismo ataque o órgão transplantado. Caso a rejeição seja identificada precocemente, é possível reverter o quadro com ajustes no tratamento. Já a rejeição crônica pode comprometer o funcionamento do órgão.

O ex-deputado federal Átila Lira (PP-PI), de 79 anos, publicou por engano uma foto em que aparece nu nos Stories do Instagram. A imagem foi rapidamente apagada após a publicação. O caso ocorreu na segunda-feira (27/4).

Natural de Piripiri (PI), Átila Freitas Lira é economista e administrador. Ao longo de sua trajetória política, exerceu oito mandatos como deputado federal pelo Piauí. Também foi candidato à Prefeitura de Teresina em 1985 e 1988, além de disputar o governo do estado em 1994.

A coluna Na Mira tenta contato com a defesa do ex-deputado. O espaço permanece aberto para manifestações. Até o momento, ele não informou quais medidas pretende adotar para conter a disseminação do conteúdo.

Após o episódio, o perfil do político – que conta com cerca de 17 mil seguidores – foi configurado como privado. Na foto, o ex-parlamentar aparece em frente ao espelho, sem roupas.

O político é aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Filho de Manoel Cipriano Lira e Carolina Freitas Lira, é graduado em administração de empresas e economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com pós-graduação em Administração Pública pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Iniciou a carreira pública em 1975, no Departamento Administrativo do Serviço Público (DASP). Em 1977, tornou-se inspetor da Superintendência Nacional de Abastecimento (SUNAB).

Posteriormente, foi nomeado secretário de Trabalho e Ação Social no governo de Dirceu Arcoverde, permanecendo no cargo durante a gestão de Djalma Veloso. No governo de Lucídio Portela, presidiu o Instituto de Assistência Médica e Hospitalar e, em seguida, a Fundação Estadual do Trabalho.

Na vida partidária, teve passagem pelo MDB, ARENA e PDS, consolidando sua atuação política sob a legenda do PFL, pela qual disputou eleições.

A conhecida “novelinha das frutas”, vídeos curtos e virais nas redes sociais criados por inteligência artificial, foram denunciados pelo MDHC (Ministério dos Direitos Humanos), por meio do SNDCA (Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), no mês de abril.

Em comunicado oficial do MDHC, esses vídeos vão contra os artigos do ECA Digital (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente), que estabelece a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais.

Segundo as instituições, esses conteúdos têm elementos de adultização, sexualização, conflitos abusivos e violência simbólica.

Ambas as instituições e o Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), afirmam que tal conteúdo produz um efeito preocupante, visto que as crianças e adolescentes estão em fase de desenvolvimento socioemocional.

Comportamento violento

Segundo a pasta, os jovens ainda não estão totalmente aptas à ver esses conteúdos com responsabilidade.

O diretor de Proteção da Criança e do Adolescente da SNDCA, Fábio Meirelles, aponta que, pensando no desenvolvimento dos jovens, as “novelinhas” podem levar a uma naturalização de relações tóxicas, dificuldade de entender limites, respeito e consentimento.

Para o ministério também pode haver uma banalização de comportamentos agressivos quando se vê ele repassado repetidas vezes em vários vídeos.

“Eles são frequentemente impulsionados por algoritmos de recomendação, ampliando a exposição. Isso agrava os riscos e evidencia que não se trata apenas de um problema de conteúdo, mas também da forma como ele é disseminado”, comunica o diretor.

É recomendado pelo Conada e a SNDCA que, portanto, as contas dos menores de 16 anos sejam vinculadas aos perfis de seus responsáveis.

“Outro ponto importante é a proibição de recursos que induzam ao uso excessivo, que também não adotem prática de perfilamento de crianças e adolescentes para direcionamento de conteúdo e publicidade”, concluí Fábio

Um homem de 36 anos, que estava foragido da Justiça de Alagoas, foi preso nesta quarta-feira (29) após ser identificado pelo sistema de videomonitoramento da Secretaria de Segurança Pública. Ele estava caminhando no Centro de Maceió.

O reconhecimento ocorreu por meio das câmeras, que emitiram alerta às equipes do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC). Em seguida, policiais do Programa Ronda no Bairro, vinculados à Secretaria de Prevenção à Violência, foram acionados e realizaram a abordagem.

O suspeito foi localizado enquanto caminhava em direção à Praça Sinimbu. Contra ele, havia dois mandados de prisão em aberto por crimes de furto, expedidos pela 12ª e 16ª Varas Criminais da Capital.

O homem foi encaminhado à Central de Flagrantes, no bairro Tabuleiro do Martins, com apoio de uma guarnição do 1º Batalhão da Polícia Militar.

A Polícia Militar de Alagoas prenderam na manhã desta quarta-feira, 29, um homem conhecido como "Costela", que estaria traficando no Conjunto Salvador Lyra, em Maceió.

A operação teve início após denúncia anônima, quando um homem abordou a guarnição que estava em patrulhamento e relatou a ocorrência de tráfico de drogas em um imóvel na região.

Durante a ação, a polícia apreendeu 446 gramas de cocaína, uma pistola calibre .40, além de materiais utilizados na comercialização de entorpecentes.

Durante as buscas no interior da residência, os policiais localizaram a pistola com cinco munições, duas balanças de precisão, além das drogas e materiais para embalo e comercialização do entorpecente.

Um novo recurso interativo da Nasa tem chamado atenção ao transformar imagens reais da Terra em algo pessoal e criativo: agora é possível “escrever” nomes usando paisagens vistas do espaço.

A ferramenta, chamada Your Name in Landsat, permite que o usuário digite qualquer palavra e veja o resultado formado por fotos de satélite que lembram letras do alfabeto.

Cada caractere é composto por elementos naturais — como rios, desertos, montanhas, geleiras e áreas costeiras — registrados ao longo de décadas pelo programa Landsat, que monitora o planeta há mais de 50 anos.

Reprodução
É possível explorar a origem de cada “letra”, já que a ferramenta mostra a localização exata de onde aquela paisagem foi captada

O funcionamento é simples: basta inserir o nome desejado e o sistema monta automaticamente a sequência de imagens.

Além disso, é possível explorar a origem de cada “letra”, já que a ferramenta mostra a localização exata de onde aquela paisagem foi captada, oferecendo uma experiência interativa e educativa ao mesmo tempo.

Embora muitas pessoas estejam descobrindo o recurso agora, ele faz parte de um projeto maior da Nasa para divulgar a diversidade geográfica da Terra e estimular o interesse pelo planeta.

Os Estados Unidos já gastaram US$ 25 bilhões na guerra contra o IrãA primeira estimativa oficial dos gastos do país com a guerra foi revelada pelo controlador interino do Pentágono, Jules Hurst, nesta quarta-feira (29/4).

Segundo Hurst, a maior parte dos gastos foi com munição, mas também há despesas relevantes com manutenção e substituição de equipamentos.

O alto funcionário americano foi questionado em uma sessão do Comitê de Serviços Armados da Câmara dos Representantes, em Washington, com parlamentares dos EUA. O secretário de Guerra, Pete Hegseth, e o general do Exército Dan Caine também responderam a questionamentos.

Ao ser questionado sobre custos e estratégias da guerra, Pete Hegseth chegou a afirmar que “o maior adversário neste momento são as palavras imprudentes, ineficazes ​​e derrotistas dos democratas no Congresso e de alguns republicanos”.

A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã teve início em 28 de fevereiro, após ataques estadunidenses e israelenses que atingiram o país persa e mataram o então líder supremo islâmico Ali Khamenei.

Nesta quarta, o presidente americano Donald Trump voltou a ameaçar o Irã com publicação nas redes sociais, e prepara uma extensão do bloqueio naval americano contra navios ligados a portos iranianos na região do Estreito de Ormuz.

O presidente russo, Vladimir Putin, conversou por telefone com seu homólogo americano, Donald Trump, principalmente sobre a situação no Oriente Médio, informou o assessor diplomático do Kremlin, Yuri Ushakov, a jornalistas nesta quarta-feira (29).

“Os presidentes dedicaram atenção especial à situação relacionada ao Irã e ao Golfo Pérsico”, disse ele.

“Vladimir Putin acredita que a decisão de Donald Trump de estender o cessar-fogo com o Irã é acertada, pois isso deve dar uma chance às negociações e, de modo geral, ajudar a estabilizar a situação”, acrescentou.

O vulcão Kilauea, no Havaí, um dos mais ativos do mundo, voltou a entrar em erupção nas últimas semanas. Mas um registro chamou a atenção da agência do governo dos Estados Unidos que registra o vulcão: as lavas foram expelidas em cascata e produziram um efeito brilhante no contraste com o sol.

A imagem foi divulgada nesta quarta-feira (29) pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), que faz transmissões ao vivo de vulcões em erupção.

Segundo o USGS, as fontes de lava chegaram a atingir uma altura de 190 metros acima do solo.

O Kilauea, um dos vulcões mais ativos do mundo, está em erupção intermitente desde 23 de dezembro de 2024. A erupção mais recente foi o 44º episódio de lavas expelidas desde então.

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL), em ação integrada com a Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), cumpriu mandado de prisão contra um homem, de 25 anos, investigado pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção de menores e fornecimento de arma de fogo para adolescente. Ele foi localizado e preso em Maceió.

De acordo com o delegado Igor Diego, diretor da DRACCO, a prisão faz parte da Operação Renorcrim, deflagrada nesta terça-feira no estado do Rio Grande do Norte, com o objetivo de combater organizações criminosas. A ação resultou na prisão de diversos suspeitos.

Durante o cumprimento do mandado, o investigado também foi preso em flagrante após os policiais encontrarem maconha em sua residência.

Além disso, ele danificou o próprio aparelho celular ao perceber a chegada das equipes policiais, na tentativa de destruir possíveis provas.

Agora, o homem segue à disposição do Poder Judiciário.

Muito popular em Minas Gerais e Goiás, a ora-pro-nóbis é uma planta alimentícia não convencional (Panc) famosa por reunir nutrientes importantes para a saúde. As folhas, fáceis de cultivar e preparar, são ricas em fibras, ferro, cálcio, magnésio e vitaminas A e C. A Panc também tem proteínas vegetais em quantidades moderadas.

“Além do perfil nutricional, a ora-pro-nóbis se destaca por ser um alimento acessível e versátil, que pode ser incluído em preparações simples do cotidiano, o que facilita a adesão a uma alimentação mais natural”, explica a nutricionista Carla de Castro, da Clínica Sallva, em Brasília

Apesar da fama, a ora-pro-nóbis é uma opção de alimento complementar: a planta pode fazer parte de uma dieta equilibrada, mas não substitui outras comidas. No caso da proteína, por exemplo, feijão, ovos e carne ainda têm mais do nutriente do que a folha.

“Por ser um alimento de origem vegetal e rico em outros nutrientes, a ora-pro-nóbis ajuda a qualificar a refeição como um todo, oferecendo fibras e minerais que atuam junto com a proteína no funcionamento do organismo”, ressalta a nutricionista Pâmella Cardoso, da Supreme Clinic, em Goiânia.


Principais benefícios da ora-pro-nóbis


Fibras e antioxidantes

Um dos benefícios mais importantes da ora-pro-nóbis é a ajuda no funcionamento do intestino. Por ser rica em fibras, a planta auxilia na sensação de saciedade e controle de apetite, além de participar da movimentação saudável do bolo fecal.

Os antioxidantes presentes na planta também ajudam a proteger as células do estresse oxidativo e contribuir para o funcionamento do sistema imunológico. As versões in natura da planta são as mais indicadas.

Getty ImagesFoto colorida de folhas da ora-pro-nóbis - Metrópoles
Planta se destaca pela quantidade de benefícios para saúde

Como preparar a ora-pro-nóbis

O ideal é não deixar as folhas cozinhando por muito tempo: o calor em excesso pode diminuir a concentração de algumas das vitaminas da ora-pro-nóbis.

Por isso, a indicação é usá-la em refogados rápidos ou acrescentá-la no final do preparo. Além de pratos quentes, é possível usar a ora-pro-nóbis em sucos e chás. Macerada em forma de farinha, pode ser adicionada a massas, pãe se vitaminas para melhorar a qualidade nutricional.

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