
A primavera chegou! A estação das flores, conhecida pelas paisagens coloridas e pelas temperaturas mais amenas, começou oficialmente às 15h19 desta segunda-feira, 22, em todo o Brasil.
O que esperar da estação em Alagoas?
Em entrevista à reportagem do TNH1, a meteorologista Fernanda Liz, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), explicou que, apesar de ser uma estação de transição, a temperatura deve subir gradativamente em todas as regiões de Alagoas nos próximos dias.
"Podemos ter dias com chuva passageira, principalmente na madrugada e pela manhã, na região do Litoral alagoano. Porém, a temperatura deve subir gradativamente nos próximos dias em todas as regiões, até chegar naqueles índices registrados no verão, no mês de novembro", disse.
A meteorologista também alerta para baixa umidade em algumas regiões do estado.
"Nas regiões do Sertão e Sertão do São Francisco já estamos registrando uma umidade abaixo de 40%. Estamos monitorando a região, pois a tendência é que esse cenário de baixa umidade continue, podendo trazer alguns riscos para a população", completou.
A primavera, que conhecida como a estação de transição entre o inverno e o verão, se estende até 21 de dezembro em todo o Hemisfério Sul.
A família de Ailton dos Santos, de 61 anos, está cobrando justiça pela morte do idoso, que foi atropelado por um motorista na madrugada do último domingo (21), no bairro Jacintinho, em Maceió. O condutor do veículo fugiu sem prestar socorro, mas acabou sendo preso em flagrante.
De acordo com os familiares, a vítima foi atingida pelo carro e, em razão do impacto, foi arremessada na via. Testemunhas relataram que o motorista estava ingerindo bebidas alcoólicas em um bar antes da ocorrência, o que deverá ser confirmado pela polícia.

"É um monstro. Em alta velocidade em uma via movimentada como a do Jacintinho. [...] Justiça tem que ser feita. Tirou a vida de um pai de família. Um trabalhador. E deixa a gente com essa sensação de impunidade", afirmou um dos parentes do idoso.
O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil de Alagoas. Ailton dos Santos foi sepultado nesta segunda-feira (22).
A advogada criminalista Kamila Cristina Rodrigues dos Santos foi assassinada com 20 tiros no bairro Vila Ermelinda, Região de Norte de Belo Horizonte, nesta segunda-feira (22/09).
Kamila atuava como advogada desde 2019. Formada pela Escola Superior Dom Helder Câmara, também era pós-graduanda em Direito Processual Civil pela Faculdade Líbano e mestranda em Direito pela FUNIBER, além de cursar uma segunda graduação em Ciências Contábeis.
Além de atuar como advogada, Kamila trabalhava na distribuidora de bebidas do namorado. No momento do crime, ela estava numa Fiorino amarela, usada para fazer entregas da distribuidora. Ela foi morta quando chegava em casa, onde morava com o companheiro.
A polícia acredita que o autor do crime possa ser um cliente insatisfeito com o trabalho do escritório dela. Outra hipótese é que o crime tenha sido cometido pelo ex-marido de Kamila, que é ex-presidiário.

A cereja chama atenção pela cor vibrante e pelo sabor adocicado que agrada diferentes paladares. Mais do que protagonista em sobremesas, bolos e bebidas refrescantes, essa fruta oferece nutrientes importantes, como vitaminas, minerais e antioxidantes que contribuem para o bem-estar do corpo
Originária da Ásia Menor e do sul da Europa, a cerejeira já era cultivada há mais de dois mil anos e foi difundida pelo Império Romano em diferentes regiões. Hoje, é produzida em larga escala em países como Turquia, Chile, Estados Unidos e Brasil, consolidando-se como uma fruta versátil e nutritiva.
Rica em antioxidantes, como antocianinas e flavonoides, a cereja ajuda a combater os radicais livres e a reduzir processos inflamatórios. Também contém vitamina C, potássio, fibras e melatonina, substância associada à regulação do sono.
“O consumo regular de cereja pode ajudar no controle da pressão arterial e, também, na recuperação muscular após exercícios intensos. Por ser fonte de antioxidantes, ela tem papel importante na proteção do organismo contra doenças crônicas, como o diabetes tipo 2 e problemas cardiovasculares”, explica o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, nutrólogo, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) e palestrante do CBN 2025.

A fruta pode ser saboreada in natura, em sucos, vitaminas, saladas de frutas e até em pratos salgados, como acompanhamentos para carnes. Uma porção de 10 a 15 unidades já é suficiente para aproveitar seus nutrientes, sem exageros. Outra forma interessante é o suco de cereja concentrado. “É uma opção prática, mas deve ser natural, sem adição de açúcares ou conservantes”, orienta o médico.
Apesar de saudável, o consumo deve ser equilibrado. Pessoas com sensibilidade gastrointestinal podem apresentar desconforto se ingerirem grandes quantidades, já que a cereja é rica em fibras fermentáveis.
“Assim como qualquer alimento, a ingesta da cereja deve ser feita com moderação e dentro de um plano alimentar equilibrado. Para pacientes com condições específicas, como diabetes ou problemas digestivos, a orientação individualizada de um médico nutrólogo ou nutricionista é fundamental”, ressalta o Prof. Dr. Durval Ribas Filho.
A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que a empresa Telegram removeu, do aplicativo de mesmo nome, grupos e canais que divulgavam e vendiam compostos à base de dióxido de cloro como substâncias eficazes na cura de várias doenças, incluindo câncer e autismo.
Além de não ter embasamento médico e científico, o dióxido de cloro é corrosivo e pode causar danos graves à saúde, especialmente em crianças. Apesar disso, tem sido ilegalmente vendido como um suposto “medicamento milagroso” desde a pandemia da Covid-19.
A Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia, da AGU, requisitou que o Telegram removesse os grupos na última sexta-feira (19). Na ocasião, o órgão também pediu que a empresa bloqueasse o uso e a pesquisa de palavras-chave (hashtags) que facilitem o acesso ao conteúdo.
“Trata-se, portanto, de manifesta desinformação, desprovida de qualquer lastro ou evidência, pois expõe manifestação sobre ocorrências que não condizem com a realidade, com o efeito de enganar o público sobre tema relevantíssimo, a saber, a saúde pública”, sustentou a procuradoria na notificação encaminhada ao Telegram na última sexta-feira.
Segundo a AGU, a ação da procuradoria foi motivada por denúncias feitas ao Ministério da Saúde e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ao apurar as denúncias, as autoridades sanitárias identificaram 30 comunidades que costumavam recomendar os compostos para diferentes fins.
A Agência Brasil tentou contato com a Telegram e está aberta às manifestações da empresa.
Um bebê foi diagnosticado com uma condição tão rara que não tem nome, e ele é o único caso conhecido no Reino Unido. Amanda Thomas, de 35 anos, está desesperada para encontrar outras crianças como Jack, de 1 ano, pois, segundo os médicos, o menino pode viver por apenas mais um ano. No mundo, existem apenas 16 casos conhecidos.
Amanda falou sobre os primeiros sinais de que seu bebê estava doente. Ela percebeu que algo estava gravemente errado quando Jack não conseguia mais fazer contato visual. O olho direito, então, se voltou para fora e se fixou, antes que ele tivesse uma convulsão com risco de vida. Os médicos não conseguiram encontrar a causa até que se descobriu que se tratava de uma mutação do gene PPFIBP1.
Atualmente, sua condição não tem nome e, como há pouca ou nenhuma informação, não há tratamento ou cura. A previsão é de que Jack tenha apenas mais um ano de vida. "Nenhum pai ou mãe quer ouvir que viverá mais que o filho", disse Amanda, ex-assistente social de Glamorgan. “Ter que me planejar para essa eventualidade é de partir o coração. Às vezes, penso que não vou conseguir lidar com isso; mas preciso, pelo Jack. Como família, estamos apenas aproveitando cada momento que temos com ele; vivendo um dia de cada vez.”
Gravidez e diagnóstico
Amanda e seu marido, Nicholas, de 44 anos, foram informados, durante o ultrassom de 12 semanas, que havia excesso de líquido na nuca de Jack, o que dava 25% de chance de sobrevivência. O casal decidiu fazer mais exames, incluindo exames de sangue e amniocentese, que não apresentaram resultado positivo.
Nove semanas após o nascimento, ele ficou letárgico e não mamava. Amanda, que presumiu que ele estivesse com alguma doença, teve um pressentimento de que algo não estava certo. Ela e Nicholas o levaram às pressas para o pronto-socorro quando seu olho direito virou para fora – mas ele foi mandado para casa pelos médicos, que disseram que todos os recém-nascidos fazem coisas "estranhas" com os olhos.
Mais tarde naquela noite, porém, ele sofreu a convulsão. Ela disse: "Gritei por socorro e duas enfermeiras entraram, uma delas chamando a equipe de emergência. Ele havia sido levado de volta ao hospital para exames, pois seu olho voltou a apresentar sintomas estranhos antes de ser colocado para dormir."
"De repente, alarmes altos soaram e dezenas de pessoas correram para o lado dele. Eu podia vê-los reanimando-o; eu realmente pensei que ele estava escapando de mim. Uma série de tomografias computadorizadas e ressonâncias magnéticas foram realizadas, mostrando calcificação no cérebro", lembra. O casal concordou em fazer testes genéticos, que descobriram que Amanda tinha uma cópia defeituosa do gene PPFIBP1, assim como o marido.
Jack herdou ambas as cópias, que sofreram mutação, causando um distúrbio do neurodesenvolvimento com convulsões, microcefalia – um cérebro pequeno – e anormalidades. Seus outros três filhos não apresentavam vestígios do gene defeituoso. O menino, agora, sofre convulsões frequentes, resistentes a medicamentos e, provavelmente, nunca conseguirá sentar, andar ou falar. Ele também está completamente cego.
"Eu me senti chocada e entorpecida. Eu tinha tantas perguntas, mas não conseguia falar. Tudo o que eu queria ouvir era que ele ficaria bem – mas ninguém conseguia nos dizer isso. A parte mais difícil foi ouvir que os pacientes geralmente morrem na infância. É uma área cinzenta; ele pode ter um, cinco ou dez anos de vida. Ninguém sabe", diz. Jack está atualmente fazendo fisioterapia e terapia ocupacional. Mas, à medida que ele cresce, equipamentos maiores são necessários, então a família pretende arrecadar o máximo de dinheiro que puder para apoiar isso. Isso teve um impacto enorme sobre o casal, incluindo os outros filhos.
"Temos que continuar lutando todos os dias para garantir que Jack esteja seguro e saiba o quanto é amado, mas nossos outros filhos também precisam de nós. É difícil nos esforçarmos para garantir que todas as suas necessidades emocionais sejam atendidas. Os irmãos e a irmã dele o adoram; sabem que ele é diferente e se preocupam quando ele tem convulsões. Eles nos ajudam quando o Jack não está bem e conseguem até reconhecer uma convulsão sutil quando ela está acontecendo."
"Tenho muito orgulho deles, mas isso é algo com que eles não deveriam ter que lidar. Um de nós precisa estar com o Jack o tempo todo, já que ninguém mais pode administrar a medicação dele e alimentá-lo com a bomba, além disso, o risco de ele ter uma convulsão é grande demais para deixá-lo com qualquer um. Então, tive que largar o meu emprego, o que prejudicou nossa renda. E nosso relacionamento é um desafio, pois só conseguimos ter momentos separados algumas vezes, nunca juntos”, lamenta.
Amanda está tentando conscientizar a população sobre a condição não identificada de Jack, além de encontrar outras pessoas como ele. Ela tem compartilhado o caso do filho nas redes sociais e, até agora, conversou com uma mulher na Geórgia, EUA, cuja filha tinha a mesma condição e morreu aos dois anos.
O Banco Central vai iniciar mudanças no regulamento do Pix para aprimorar o Mecanismo Especial de Devolução (MED) e aumentar a segurança do sistema. Lançado em 2020, o Pix se tornou o principal meio de pagamento instantâneo do país, adotado por milhões de brasileiros pela praticidade e rapidez. No entanto, o crescimento do uso também trouxe aumento de fraudes, e as novas regras buscam acelerar estornos e dificultar a atuação de golpistas.
Entre as principais mudanças estão o bloqueio de contas intermediárias usadas por criminosos e o autoatendimento para contestar transações. Confira, a seguir, quais as novas regras do sistema de devolução do Pix para aumentar a segurança dos usuários.
Quais as novas regras do Pix? Saiba o que muda na prática para você
1. O que são os bloqueios em cadeia?
Os bloqueios em cadeia permitirão que o Banco Central obstrua não somente a conta original utilizada na fraude, mas todas as contas intermediárias para onde os valores tenham sido enviados após um golpe. Esse mecanismo visa contornar a limitação atual do serviço, que abre espaço para golpistas repassarem os recursos a terceiros imediatamente após o recebimento, deixando o cliente sem perspectivas de reaver o dinheiro, uma vez que a conta de destino já não terá mais saldo suficiente para devolução.
Com a mudança, o MED rastreará a rota do dinheiro transferido em fraudes, permitindo bloqueios sucessivos ao longo da cadeia de transferências e impedindo que criminosos consigam distribuir rapidamente o valor roubado. Essas informações serão compartilhadas entre as instituições envolvidas, possibilitando devoluções em até 11 dias após a reclamação. A expectativa do Banco Central é reduzir perdas para os consumidores, desestimular fraudes bancárias e fechar brechas para o uso reincidente dessas contas.
Além disso, todos os aplicativos de bancos e instituições financeiras terão que oferecer, no ambiente Pix, uma função específica para contestação de transações, sem a necessidade de atendimento humano, como acontece atualmente. Esse será o canal oficial para solicitar devoluções em casos de fraude. O autoatendimento do MED deverá agilizar o processo, ampliando as chances de bloqueio de valores antes que sejam totalmente esvaziados.
2. Quando as novas regras do Pix entram em vigor?
O autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução do Pix será disponibilizado no dia 1º de outubro de 2025 em todos os bancos. Já o sistema de bloqueio de contas intermediárias começará a ser implantado facultativamente a partir do dia 23 de novembro de 2025, tornando-se obrigatório a partir de 2 de fevereiro de 2026.
3. Quem pode ser afetado pelas novas regras do Pix?
Além dos golpistas, os bloqueios em cadeia podem atingir usuários inocentes que recebem valores de forma legítima sem perceber que participam, ainda que indiretamente, do caminho de uma fraude. Isso pode acontecer, por exemplo, com vendedores de produtos usados, prestadores de serviços autônomos e microempreendedores que trabalham com fluxo intenso de Pix.
A ausência de notas fiscais ou comprovantes das transações pode dificultar a comprovação da legitimidade dos valores recebidos, aumentando as chances de sofrer bloqueios preventivos. Nesses casos, a conta pode ser obstruída temporariamente enquanto o Banco Central rastreia as transações.
Segundo o consultor Renato Cunha, especialista em meios de pagamento e segurança digital, não existe um critério único para diferenciar uma conta laranja de uma conta legítima. Por isso, alguns padrões de comportamento considerados atípicos ou incompatíveis com o perfil do usuário serão monitorados pelo Banco Central. Ele cita como exemplo uma pessoa que nunca movimentou R$ 5 mil, e de repente tem uma transação deste valor ou mais alta registrada na conta.
“A instituição tem que travar para analisar porque isso foge do padrão de transações. Pode acontecer também se for uma conta inativa e de uma hora para outra começa a receber altos valores ou quando altos valores caem na conta e são rapidamente sacados, um tipo de prática feita por fraudadores. Então, essa conta passa a ser monitorada mais de perto”, afirmou Cunha.
O especialista também aponta que negócios com irregularidades cadastrais, contas que estão ativas em CNPJs suspensos, nulos ou em CPF de pessoas falecidas também poderão ser monitoradas. “Após essas análises, quem decide [sobre o bloqueio] é a própria instituição financeira, porque elas são responsáveis pela validação e bloqueio nesses casos. Após fazer isso, precisam notificar ao Banco Central”, apontou.
4. Quais os prejuízos potenciais das novas regras do Pix?
O principal impacto para essas contas é a demora na liberação das transações. Sem documentação adequada, comprovantes ou evidências de boa-fé, o desbloqueio pode levar tempo. Há ainda um efeito de insegurança jurídica, já que pessoas comuns podem acabar assumindo responsabilidades indiretas por fraudes das quais não participaram, simplesmente por receberem valores ao longo da cadeia de transações monitorada pelo MED.
Além disso, empresas também podem sofrer com a interrupção do fluxo de caixa: enquanto os valores estão bloqueados, destinatários legítimos não podem acessar o dinheiro, comprometendo pagamentos e operações do dia a dia. Para pequenos negócios e autônomos, isso pode gerar dificuldades financeiras imediatas.
5. Quais os benefícios esperados com as novas regras do Pix?
As mudanças no Pix prometem agilizar o estorno de valores para vítimas de golpes, aumentando a chance de recuperação do dinheiro antes que seja transferido a outras contas. Ao mesmo tempo, devem pressionar redes de “contas-mulas”, usadas para “lavagem” rápida de recursos ilícitos, desestimulando fraudes organizadas.
Além disso, a exigência de rastreabilidade tende a incentivar práticas mais formais entre usuários e comerciantes na hora das transações, como emissão de nota fiscal, comprovação de entrega e registro documental das movimentações, trazendo mais segurança para o sistema e reduzindo riscos de bloqueios indevidos.
6. Como se proteger com as novas regras do Pix?
Para reduzir riscos de cair em fraudes e sofrer bloqueios indevidos, é essencial formalizar transações sempre que possível, emitindo notas fiscais ou recibos e registrando dados do comprador ou vendedor, como nome e CPF/CNPJ. Essa documentação serve como prova de boa-fé em caso de investigação por parte de instituições financeiras e do Banco Central.
Também é recomendável guardar evidências da entrega de produtos ou execução de serviços, como fotos, vídeos, mensagens e comprovantes de retirada ou entrega. Outra recomendação é evitar receber Pix de terceiros sem vínculo com a transação e monitorar notificações do banco ou aplicativo do Pix, respondendo rapidamente a pedidos de esclarecimento ou contestação, pois isso aumenta a segurança e minimiza prejuízos.
Segundo o consultor Renato Cunha, transações comuns entre pessoas físicas seguem livres, mas a instituição financeira sempre vai verificar o perfil do cliente, os limites e criar estratégias de segurança com base nesses padrões.
Para empresas, ele recomenda o acesso ao Diretório de Identificadores de Contas Transacionais (DICT), base de dados que armazena informações cadastrais dos usuários recebedores e das respectivas contas transacionais, como nome do usuário, CPF/CNPJ, chaves cadastradas, número da agência e da conta, entre outros. “O DICT está no Banco Central e faz uma dupla checagem para saber se uma conta é legitima”, apontou.
“De modo geral, os sistemas bancários são robustos e os golpes costumam ocorrer com o uso da engenharia social, onde o golpista se passa por um agente da financeira e convence a vítima a fazer o que eles querem, inclusive transferências. Por isso é ideal ficar por dentro dos avisos de segurança do banco, jamais compartilhar telas, passar senhas ou códigos, pois os bancos não pedem essas informações. Dessa maneira a segurança é garantida”, concluiu.
Seis pessoas da mesma família morreram em um acidente na noite do último sábado (20) em Campinorte, no norte de Goiás.
De acordo com a PRF (Polícia Rodoviária Federal), a ocorrência que deixou oito vítimas fatais envolveu o carro da família, uma motocicleta, um caminhão e uma caminhonete, que, segundo informações iniciais, teria causado o acidente.
O motorista da caminhonete fugiu do local, mas foi preso em flagrante após ser localizado pela Polícia Militar de Goiás.
Ele foi submetido ao teste do bafômetro, que registrou 0,89 miligrama de álcool por litro de ar expelido dos pulmões resultados iguais ou acima de 0,34 mg/L são passíveis de prisão em flagrante. A identidade do suspeito não foi informada.
Segundo a PRF, o carro onde estava a família, um Volkswagen Nivus, seguia de Jaú de Tocantins (TO) a Campinorte quando foi atingido na traseira pela caminhonete no km 171 da BR-153.
Com o impacto, a condutora teria perdido o controle do veículo, que invadiu a pista contrária e colidiu de frente com um caminhão carregado de bebidas que seguia no sentido Porangatu (GO).
Ainda segundo a polícia rodoviária, todos os passageiros do banco traseiro foram ejetados do veículo com a força da colisão.
Na sequência, o caminhão teria atingido uma motocicleta que vinha no mesmo sentido do Nivus e tombado. Os dois ocupantes da moto, um homem de 32, e a passageira, 42, morreram no local.
O motorista do caminhão foi encaminhado com lesões à unidade de saúde, e seu estado de saúde não foi informado.
No veículo Nivus, estavam os pais, José Mário da Silva Souto, 38, e Dayane, 32, e os filhos José Victor, 17, Emanuela, 14, José Arthur, 10 e Théo, 3.
O filho mais novo chegou a ser socorrido ao hospital municipal de Campinorte, mas não resistiu aos ferimentos. Os outros familiares morreram no local do acidente.
A Prefeitura de Jaú de Tocantins, no sul do estado, decretou luto de três dias pela morte da família.
A capital alagoana se despediu do período de inverno registrando o volume esperado para todo o ano de 2025. As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (22), pela Defesa Civil Municipal.
De acordo com o órgão, apenas em maio, Maceió contabilizou 519 mm. Até o início de setembro, o total foi de 1.808 milímetros de precipitação.
Os dados da Defesa Civil ainda apontam que, pelo quarto ano consecutivo, não houve vítimas fatais em decorrência de desastres causados por precipitações na cidade.
O inverno em Maceió foi marcado por chuvas intensas, alagamentos e deslizamentos de terra.
A morte do piloto australiano Timothy J. Clark, de 45 anos, em um acidente aéreo ocorrido em 14 de setembro, em Coruripe, litoral sul de Alagoas, segue cercada de mistério. Uma amiga de Clark, que preferiu não se identificar, afirmou acreditar que ele pode ter se envolvido involuntariamente em um esquema de tráfico internacional de drogas.
A mulher disse ao Daily Mail que, desde março, já havia pedido às autoridades australianas uma verificação de bem-estar, depois que o piloto desapareceu de forma repentina.
No monomotor em que ele estava, a Polícia Militar (PM) encontrou 198 quilos de cocaína, divididos em pacotes com o falso logotipo da empresa SpaceX.
“Estou arrasada. Essa história não começou esta semana para mim. Ele se viu em uma situação da qual claramente não conseguia sair”, relatou. A amiga ainda disse que avisou à Polícia Federal Australiana e ao Departamento de Relações Exteriores, mas não obteve retorno.
Clark tinha histórico no setor financeiro e chegou a dirigir empresas de investimento na Austrália. Morava na África do Sul, onde também atuou no setor aéreo.

Segundo a amiga, documentos pessoais, celulares e cartões de contato que estavam em seu escritório já podem ter sido levados por terceiros.
A queda do avião foi registrada após moradores ouvirem um forte estrondo em um canavial da região. Policiais militares encontraram o corpo do piloto e a droga escondida na aeronave, que carregava matrícula da África do Sul.
A Polícia Federal investiga a origem e o destino do voo. Os destroços da aeronave foram levados ao Aeroporto de Arapiraca e aguardam decisão da Justiça Federal.
O caso também está sob apuração do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa II).

O veneno de vespa pode ajudar mais de 1,2 milhão de brasileiros que convivem com o Alzheimer. Uma descoberta feita por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) traz esperança para pacientes e famílias que sofrem com esse diagnóstico.
O estudo mostrou que uma substância retirada da peçonha da vespa social Polybia occidentalis pode retardar o avanço da doença. Testes tiveram resultados animadores em animais, com melhora de déficits cognitivos.
“A peçonha da vespa é estudada há mais de 20 anos para tratar doenças neurodegenerativas. Agora conseguimos adaptá-la para enfrentar diretamente o Alzheimer”, afirmou a coordenadora do projeto, Luana Cristina Camargo, do Instituto de Psicologia da UnB. Os testes mostraram resultados animadores em animais, com melhora de déficit cognitivo.
O poder do veneno da vespa
A iniciativa conta com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e reúne cientistas de diferentes áreas, como farmácia, física, neurofarmacologia e nanotecnologia. Os cientistas querem transformar a descoberta em um tratamento seguro e acessível para todos.
O foco da pesquisa está no peptídeo chamado octo vespina, extraído da peçonha da vespa Polybia occidentalis. Essa substância foi modificada em laboratório para agir contra a beta-amiloide, uma das principais proteínas associadas ao Alzheimer.
O próximo desafio dos cientistas é garantir que o medicamento chegue de forma eficaz ao cérebro. Uma das apostas é a aplicação intranasal, considerada menos invasiva e mais viável para uso humano.
Desafios da pesquisa
Apesar do avanço, o caminho até que o medicamento chegue aos pacientes ainda é longo. Os pesquisadores precisam de mais infraestrutura, equipamentos e investimentos para avançar nos testes.
O apoio da FAP-DF tem sido essencial para manter o projeto em andamento. A expectativa é que, no futuro, os compostos passem por todas as etapas regulatórias, incluindo testes em humanos e aprovação da Anvisa.
“Nosso sonho é que essa substância chegue de fato ao mercado, trazendo mais esperança às famílias que convivem com essa doença tão difícil”, disse a pesquisadora.
Sintomas que merecem atenção
O neurologista Lucas Cruz, do Hospital Anchieta, explica que muitos sinais do Alzheimer podem ser confundidos com o envelhecimento natural. Entre os principais sintomas estão:
Segundo o médico, observar esses sinais precocemente e buscar atendimento médico é fundamental para iniciar o tratamento adequado.
Tratamento e cuidados
Embora não exista cura, há formas de retardar a progressão do Alzheimer. Entre elas estão os medicamentos conhecidos como anticolinesterásicos, que ajudam na memória e cognição. Além disso, terapias complementares fazem diferença no dia a dia do paciente.
“O suporte da família é essencial. O cuidado diário influencia diretamente o bem-estar do paciente e também de quem convive com ele”, destacou o neurologista.
A pesquisa feita na UnB busca desenvolver tratamentos capazes de conter a degeneração cerebral e oferecer mais qualidade de vida e tempo para pacientes e familiares.
Um esquema de mineração ilegal e corrupção em Minas Gerais foi desmascarado nesta semana, revelando a atuação de empresários, servidores públicos e políticos envolvidos na exploração de áreas protegidas em troca de vantagens ilícitas.
O Fantástico desse domingo (21) trouxe a denúncia mais recente, a da ex-mulher de Alan Cavalcante do Nascimento, alagoano apontado como líder da quadrilha, que detalhou o funcionamento do grupo e como o dinheiro do esquema era escondido.
Segundo a ex-mulher, Alan armazenava US$ 10 milhões em malas em um apartamento em Alagoas. “Ele guardou essas malas num apartamento, com um valor de R$ 10 milhões de dólares”, relatou.
Sobre a forma de agir do marido, ela disse: “Ele é um psicopata que está tratando tudo isso de caso pensado e ele acha que vocês (Polícia Federal) nunca vão pegar ele.”
A investigação da Polícia Federal aponta que Alan, junto com João Alberto Paixão Lages, ex-deputado estadual, e Helder Adriano de Freitas, especialista em mineração, obtinha contratos vantajosos e licenças irregulares para exploração de minérios de ferro na Serra do Curral.
Nos arquivos dos suspeitos, foram encontrados nomes de políticos, servidores públicos e especialistas em mineração, evidenciando a tentativa de influência sobre o poder público.
Entre as estratégias do grupo, Alan teria comprado imóveis em prédios onde residiam juízas responsáveis por seus processos. “Ele já tinha comentado que tinha que ser no mesmo prédio da juíza”, contou a ex-mulher.
Alan também tentou se aproximar de Marília Carvalho de Melo, então secretária de Meio Ambiente de Minas, chegando a envolver os filhos para criar proximidade.
“Ele tentou, eu me aproximar dos filhos, né? Brincar com ele e tal. E ele falou: ‘Se aproxima dele e tal, para a gente criar um relacionamento bom com ela’.”
A tentativa de aproximação não deu certo porque a secretária foi ameaçada pelo sócio de Alan: “Ô, ilustre secretária de m... nenhuma. Aqui, você para de bandidagem. De tentar extorquir a Global no nosso licenciamento.”
“Eu não sei o que ele fala de bandidagem ou de extorsão. Pelo contrário, a minha ação foi de garantir a legalidade nesse processo e, por isso, eu fui ameaçada”, disse a secretária.
A empresa Fleurs Global, que tratava o minério extraído, movimentou mais de R$ 4 bilhões em cinco anos, sendo apontada como o núcleo financeiro da organização criminosa. Enquanto isso, moradores da comunidade de Botafogo, em Ouro Preto, sofrem com a escassez de água e os impactos ambientais causados pela mineração irregular.
Em áudios e documentos, Alan ironizava sobre os resíduos gerados: “Pela quantidade de rejeito que a gente tem e que vai gerar ao longo dos anos, dá para colocar piso em Belo Horizonte toda.”
Após a operação, Alan, Helder e João Alberto foram transferidos para o presídio federal de segurança máxima em Campo Grande, marcando a primeira vez que presos por crimes ambientais são levados a uma penitenciária federal. A exploração da Serra de Botafogo foi imediatamente interrompida, e especialistas reforçam a urgência da recuperação das áreas degradadas.
O Fantástico procurou as defesas dos envolvidos, mas ninguém foi localizado. A Agência Nacional de Mineração reiterou sua colaboração com as autoridades na investigação.
O coentro divide opiniões ao redor do mundo: há quem não abra mão da erva em nenhum prato e quem preferisse nunca sentir o cheiro dela. Se você faz parte do grupo que torce o nariz para o tempero, a explicação pode estar na ciência – e não no seu paladar.
Pesquisadores descobriram que a resposta está nos genes ligados ao olfato. Um deles, chamado OR6A2, produz uma proteína capaz de identificar aldeídos, compostos químicos responsáveis pelo aroma marcante do coentro. Devido a uma variação genética, algumas pessoas acabam sendo muito mais sensíveis a essas substâncias.
O resultado é curioso: enquanto para uns o tempero dá sabor especial às receitas, para outros ele pode remeter ao cheiro de produtos de limpeza – e transformar uma refeição saborosa em uma experiência nada agradável.
Um homem foi preso em flagrante nesse domingo (21) por agredir fisicamente e ameaçar de morte a própria esposa, no bairro Canaã, em Maceió.
De acordo com a Polícia Militar (PM), ao chegar ao local, a guarnição flagrou o autor agredindo sua companheira. Ao perceber a presença dos policiais, o agressor passou a ameaçar a vítima de morte e, em seguida, destruiu os móveis da residência.
Ainda segundo os militares, o homem estava visivelmente alcoolizado e sob efeito de entorpecentes. Ele resistiu à prisão e investiu contra os policiais, sendo necessário o uso progressivo da força e a aplicação de algemas para contê-lo.
A guarnição solicitou apoio do GRIFO Comando para realizar o transporte da vítima e de seus quatro filhos, que também estavam na residência no momento da agressão.
O suspeito foi conduzido à Central de Flagrantes, onde foi autuado pelos crimes de ameaça e lesão corporal no contexto de violência contra a mulher, conforme prevê a Lei Maria da Penha.

Quem nunca ouviu a famosa expressão “dor nas juntas”? Popularmente, algumas pessoas usam a expressão para se referir ao ponto onde dois ossos se encontram, como joelhos, ombros, cotovelos e quadril. Esses locais podem doer por conta de sobrecarga, má postura, lesões, desgastes naturais, inflamações, entre outras causas.
Existem vários exercícios de baixo impacto e fortalecimento que podem ser realizados em casa para ajudar a aliviar dores nas articulações. Fortalecer a musculatura que dá suporte às articulações pode reduzir a sobrecarga e a dor.
O profissional de Educação Física Luiz Fernando Lukas explica que os exercícios físicos e alongamentos estão entre as principais formas de prevenir as dores articulares, juntamente com a alimentação saudável, evitar o estresse e os movimentos repetitivos.
“O segredo para evitar as dores é fortalecer a musculatura que ‘ajuda’ as articulações, como agachamento sem peso ou com peso leve, para fortalecer os joelhos e quadril”, sugere.
Exercícios para fazer em casa
A sugestão do profissional é começar de forma leve, vá aumentando progressivamente os exercícios, mas se a dor for forte ou persistente, pare imediatamente e busque avaliação profissional.
Agachamento com peso corporal: vai fortalecer joelhos e quadril. E, caso seja possível, pode usar um peso qualquer disponível para aumentar a eficácia, como halteres, saco de arroz, mochila pesada, garrafa com água etc.
Ponte de glúteo: deitar e levantar o quadril e permanecer nessa posição por cerca de 45 segundos a um minuto.
Flexão de braços (pode ser apoiando os joelhos): ajuda a estabilizar os ombros.
Elevação de panturrilhas: em um degrau, por exemplo, descer o calcanhar e ficar nas pontas dos dedos. Executar esse movimento cerca de 20 vezes.
Alongar posterior da costa: tocar as mãos nos pés – sentado para iniciantes e em pé para mais avançados.
Alongar peitoral: em uma porta, girar o tronco com um braço segurando no batente.
Alongar os braços acima da cabeça e inclinar para o lado
Veja a matéria completa em Metrópoles
Estudo conduzido pela UFG (Universidade Federal de Goiás) revela que a cera de ouvido pode trazer resultados promissores para antecipar o diagnóstico de risco de câncer
De acordo com as evidências, a cera acumulada no ouvido tem valor científico que pode indicar alterações de saúde antes do surgimento do tumor.
A importância deste ganho científico, segundo o doutor em química João Marcos Gonçalves Barbosa, está na luta contra o relógio. "Tempo é um fator crucial no diagnóstico de câncer. Quanto mais precoce a manifestação oncológica é detectada no organismo, maiores são as chances de uma intervenção clínica que leve à remissão completa da doença tumoral."
Respostas para outras doençasIdealizado há dez anos pelo professor Nelson Roberto Antoniosi Filho, o projeto Cerúmen tem proporcionado conquistas promissoras para o futuro de tratamentos não apenas do câncer, mas também de doenças como o diabetes. "Tal projeto busca desenvolver abordagens diagnósticas inovadoras utilizando o cerúmen para abordar doenças metabólicas e se encontra em fase de desenvolvimento para outras doenças neurodegenerativas".
A iniciativa, que recebeu menção honrosa no Prêmio Capes de Tese 2025, é realizada em parceria com o Hospital Amaral Carvalho, em Jaú (SP), especializado no tratamento do câncer.
Barbosa ressalta que o método abre novos caminhos para a medicina científica e amplia o conhecimento na investigação da doença. "A relevância científica e social do trabalho é evidente no impacto direto que o método desenvolvido pode levar ao bem-estar e à saúde da população, já que envolve estratégias de diagnóstico precoces e acessíveis para uma das maiores causas de mortalidade do mundo, o câncer".
Testes indicam precisão no diagnósticoO estudo coletou amostras de cera de ouvido de 751 voluntários. Desses, 220 não tinham diagnóstico de câncer e, em cinco casos, a análise identificou substâncias atípicas que serviram como indícios da doença.
Esses cinco voluntários foram submetidos a exames convencionais que, posteriormente, confirmaram o diagnóstico de câncer.
Os outros 531 participantes já estavam em tratamento oncológico. O teste da cera de ouvido conseguiu identificar a doença em 100% deles.
