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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, sinalizou que irá deixar o cargo da presidência se a guerra com a Rússia acabar. A declaração foi feita durante uma entrevista ao jornal americano Axios, postada nesta quinta-feira (25/9), onde o líder ucraniano também afirma que, caso não haja um cessar-fogo, as autoridades do Kremlim vão precisar buscar um “abrigo antiaéreo”.

“Se acabarmos com a guerra com os russos, sim, estou pronto para não concorrer ao segundo mandato, porque as eleições não são meu objetivo. Eu queria muito, em um período tão difícil, estar com meu país, ajudar meu país. Meu objetivo é acabar com a guerra”, afirmou.

Leia a matéria completa em Metrópoles.com.

Rússia anunciou nesta quinta-feira (25) a intenção de prorrogar a proibição às exportações de gasolina até o final do ano, em um contexto de forte aumento nos preços dos combustíveis devido principalmente aos ataques ucranianos contra refinarias. A proibição em vigor desde março em um dos maiores produtores mundiais de petróleo deveria seguir até outubro. Por enquanto, a medida parece ter surtido pouco efeito.

“Em breve prorrogaremos a proibição das exportações de gasolina”, declarou o vice-primeiro-ministro russo encarregado da Energia, Alexandre Novak, citado por agências de imprensa russas. “Hoje existe uma leve escassez de produtos petrolíferos”, reconheceu Novak, embora tenha afirmado que o problema está sendo resolvido graças às reservas acumuladas.

Desde que a Rússia lançou em fevereiro de 2022 uma ofensiva militar em grande escala na UcrâniaKiev responde atacando refinarias de petróleo russas para limitar a capacidade de Moscou de financiar o conflito.

A Crimeia, anexada pela Rússia em 2014, enfrenta atualmente escassez de combustível “devido à redução nos volumes de produção das refinarias russas”, anunciou nesta quinta-feira o governador Serguei Aksiónov. Drones ucranianos atacaram na quarta-feira uma importante refinaria na região central de Bashkortostan, provocando um grande incêndio.

Banco Central (BC) reduziu, nesta quinta-feira (25), sua estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025, de 2,1% para 2%. Para 2026, ano de eleições presidenciais, a instituição divulgou pela primeira vez uma projeção: expansão de apenas 1,5%. Caso confirmado, será o menor crescimento desde 2020, quando a economia recuou 3,3% por causa da pandemia de Covid-19.

Segundo o Relatório de Política Monetária do terceiro trimestre, a revisão reflete a manutenção da política de juros em patamar elevado (15% ao ano), a desaceleração da economia global e a ausência do impulso agropecuário que favoreceu o desempenho de 2025. O documento indica ainda que o “hiato do produto” segue positivo, ou seja, a economia opera acima do seu potencial sem, por ora, gerar pressões adicionais sobre a inflação.

O BC também reduziu ligeiramente sua projeção para a inflação oficial de 2025, medida pelo IPCA, de 4,9% para 4,8%. Ainda assim, o índice deve encerrar o ano acima do teto da meta (4,5%). Para 2026, a estimativa é de 3,6%; para 2027, de 3,2%; e, para o primeiro trimestre de 2028, de 3,1%. Todas as projeções superam o centro da meta, de 3%.

Na prática, isso significa que a inflação seguirá acima do objetivo estabelecido pelo sistema de metas por, pelo menos, três anos. A autoridade monetária reconheceu o descumprimento da meta no acumulado em 12 meses até junho e enviou carta ao Ministério da Fazenda explicando os fatores: câmbio, custos de energia elétrica, atividade aquecida e efeitos climáticos.

O Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu, em sua última reunião, realizada na semana passada, manter a Selic em 15% ao ano pela segunda vez consecutiva — maior patamar em quase duas décadas. O BC indica que os juros devem permanecer nesse nível por “período bastante prolongado”, o que, segundo a instituição, é necessário para assegurar a convergência da inflação à meta. O mercado financeiro trabalha com início de cortes apenas em 2026.

Divergência com o governo

A política monetária tem sido alvo de críticas da equipe econômica. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta semana que a taxa “nem deveria estar em 15%” e avaliou haver espaço para redução. O governo, que busca reeleição em 2026, teme os efeitos da desaceleração no emprego, na renda e na arrecadação tributária.

A Receita Federal já registrou queda real de 1,5% na arrecadação de agosto frente ao mesmo mês de 2024. Segundo o órgão, a perda de fôlego da atividade econômica explica o resultado. No projeto de lei orçamentária para 2026, a equipe econômica havia projetado crescimento de 2,44% do PIB. Caso prevaleça a previsão do BC (1,5%), o governo terá mais dificuldade para atingir a meta fiscal e poderá ser obrigado a cortar gastos em pleno ano eleitoral.

Crédito também deve desacelerar

O relatório mostra ainda que o crédito total deve crescer 8,8% em 2025 e 8% em 2026, em linha com a perda de dinamismo da economia. Em termos reais, a expansão será bem menor: 3,8% e 4,2%, respectivamente, contra 6,4% em 2024.

Segundo o BC, a moderação no crédito decorre dos efeitos defasados da política monetária mais restritiva e tende a impactar diretamente consumo, investimentos e arrecadação pública.

Dois alunos foram mortos a tiros e três foram baleados em uma escola estadual de Sobral, no interior do Ceará, na manhã desta quinta-feira (25). O caso ocorreu na Escola Estadual Luiz Felipe, no Bairro Campos Velhos. As vítimas foram identificadas como Vitor Guilherme, conhecido como VG, e Cláudio.

Os estudantes mortos estavam no pátio da escola quando foram baleados. Vários policiais foram ao local, além de pais e amigos dos estudantes mortos e feridos.

A motivação do crime ainda não foi esclarecida. Testemunhas relataram no local que os tiros foram disparados por pessoas que estavam do lado de fora da escola.

Um entregador morreu após a colisão entre uma motocicleta e um caminhão, no início da tarde desta quinta-feira (25), em um trecho da AL-101 Norte, no município de São Luís do Quitunde, em Alagoas.

Informações de testemunhas dão conta de que a vítima – identificada apenas como Lulinha – saía de uma das vias de acesso à rodovia, quando foi atingida pelo caminhão que seguia no sentido Maceió, capital do estado.

A vítima é conhecida na cidade como Lulinha e trabalhava entregando água e gás. Imagens do local mostram que a motocicleta de Lulinha estava completamente destruída.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado para socorrer o homem, mas acabou constatando o óbito. O Instituto Médico Legal (IML) recolheu o corpo.

Carol Peixinho, de 40 anos de idade, usou seu Instagram, na noite desta quarta-feira (24), para apresentar Bento, seu primeiro filho com Thiaguinho, de 42 anos. A ex-BBB compartilhou uma sequência de imagens mostrando o rostinho do menino, que descansava no colo do cantor em alguns registros. O bebê veio ao mundo na última sexta (19), na maternidade ProMatre, em São Paulo.

"Bento chegou. E, com ele, nasceu uma nova versão de nós: mais forte, mais inteira e repleta do amor mais puro que já sentimos! Nos tornamos FAMÍLIA, e nosso maior sonho se fez realidade. Agradecemos a Deus por esse presente perfeito. Quando forem orar por nós, lembrem-se: agora há mais um ser lindo para incluir nas suas orações… Agora somos 3! ", disse.

Seguidores do casal apontaram a semelhança do menino com o pai. "A cara do pai", disse um, fazendo com que Carol concordasse com a afirmativa. "Igual, meu amigo! Control C, control V", respondeu ela, em referência às teclas do copiar e colar do computador.


				Carol Peixinho exibe rostinho de primeiro filho e fala sobre semelhança
— Foto: Thalita Castanha/Divulgação. — Foto: Thalita Castanha/Divulgação

A mamãe de primeira viagem contou que está vivendo intensamente a nova rotina ao lado do filho. “O Bento é a coisa mais linda desse mundo! Estamos cada dia mais apaixonados. Ele é muito fofo, muito tranquilo… uma verdadeira bênção”, declarou.

Carol também revelou alguns detalhes sobre amamentação e rotina de cuidados. “Antes, ele era um reloginho, mamando de três em três horas. Essa noite já foi de duas horas e meia em duas horas e meia, e hoje de manhã quis mamar duas horas depois. E eu estou como? 'Sim, senhor!'”, contou.

“Estou amando essas camisolas com robes, dá um up (levantada), faz a gente se sentir viva. Hoje vou de corretivo e blush para a consulta, e já me sinto bem assim. É um passinho de cada vez, sem agonia, levando da forma mais gostosa e fluida possível. Afinal, esse sempre foi o nosso maior sonho”, completou.


				Carol Peixinho exibe rostinho de primeiro filho e fala sobre semelhança

O PL amplia o benefício para estado de calamidade pública reconhecido pelo Governo Federal

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei nº 656/2023, de autoria do deputado federal Rafael Brito (MDB-AL), presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação no Congresso Nacional, que assegura a alimentação escolar de estudantes da educação básica, em situação de insegurança alimentar, durante o período de férias. O PL, que tramita apensado ao Projeto de Lei nº 975/2020, recebeu parecer favorável da deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), relatora da matéria.

A deputada do PSOL de São Paulo apresentou substitutivo que amplia o alcance da proposta de Rafael Brito, autorizando a oferta de refeições fora do período letivo nos casos de emergência, estado de calamidade pública ou estado de sítio reconhecido pelo Governo Federal, bem como em situações de ordem sanitária, como por exemplo, uma pandemia.

Para o deputado alagoano, a aprovação representa um passo importante na luta pela segurança alimentar de crianças e jovens no Brasil. “A escola é, para muitos, o espaço onde se faz a principal refeição do dia, e precisamos assegurar que esse direito se mantenha também em períodos de maior vulnerabilidade social ou emergencial. Garantir alimentação para nossas crianças e jovens não pode estar restrito apenas aos dias de aula”, defendeu o presidente da Frente Parlamentar Mista da Educação no Congresso Nacional.

A Sâmia Bomfim, relatora do PL, destacou que embora a necessidade de alimentação dos estudantes permaneça durante as férias, o fornecimento deixa de ser de natureza escolar e passa a se enquadrar como ação de assistência social. Por isso, o substitutivo cria a possibilidade de atender famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família, garantindo a continuidade do direito à alimentação em cenários de maior vulnerabilidade.

Outro ponto inovador da proposta é a correção dos valores de repasse as instituições de ensino com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) a cada exercício financeiro. A tabela atualizada deverá ser publicada pelo Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

O projeto seguirá para análise na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia, na Comissão de Finanças e Tributação e, por fim, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

"Deus mandou eu vir falar com você. Você vai fazer um sacrifício no altar de 24 reais, 24 reais, representando as 24 horas que eu vou ficar no monte. Você vai me pedir a chave Pix, esse dinheiro será para a gasolina do monte, para eu conseguir estar lá". A mensagem, em tom de urgência, era enviada a fiéis num grupo de WhatsApp por uma central de telemarketing. O grupo era chefiado por Luiz Henrique dos Santos Ferreira, conhecido como profeta Henrique Santini, que tem mais de oito milhões de seguidores em suas redes sociais. Nesta quarta-feira, o call center foi alvo da Operação Blasfêmia, realizada pela Polícia Civil do Rio e pelo Ministério Público estadual (MPRJ).

Segundo as investigações, a quadrilha cobrava dinheiro de fiéis para fazer orações, prometendo curas e milagres. A central de telemarketing ficava no Centro de Niterói. Luiz Henrique — que deve passar a usar tornozeleira eletrônica — e outros 22 integrantes do grupo foram denunciados. A investigação identificou movimentações superiores a R$ 3,3 milhões em um período de dois anos. Com base nisso, foram decretados o sequestro de bens e o bloqueio de contas bancárias dos investigados, bem como o de empresas a eles vinculadas.

Outro áudio divulgado pela emissora é de um fiel afirmando que não tem comida em casa, mas se esforçará para enviar o dinheiro: "Não tenho nada na minha casa a não ser água e sal, na minha casa. Mas se Deus me abençoar, daqui para mais tarde eu faço um Pix, em nome do Senhor Jesus. Mas no momento estou sem nada, sem nada".

Segundo o MPRJ, o atendimento espiritual fazia parte de um esquema de exploração financeira da fé. Dezenas de vítimas foram levadas a crer que falavam diretamente com Henrique Santini, mas, na verdade, estavam em contato com atendentes que fingiam ser ele, utilizando áudios previamente gravados, inclusive com pedidos de contribuição em dinheiro, em transferências via Pix. Segundo a denúncia, os atendentes contratados não possuíam qualquer autoridade religiosa. A denúncia também relata que ao menos sete adolescentes foram aliciados para o esquema.

Os valores cobrados, de acordo com a Polícia Civil, variavam entre R$ 20 e R$ 1,5 mil, conforme o tipo de oração oferecida. Para dar vazão ao grande volume de arrecadações, o grupo usava, conforme as investigações, uma rede de contas bancárias registradas em nome de terceiros, dificultando o rastreamento das movimentações financeiras. Os atendentes eram remunerados por comissões proporcionais à arrecadação semanal e, segundo os investigadores, submetidos a metas rígidas de desempenho. Aqueles que não atingiam o valor mínimo estipulado eram dispensados.

— A atuação de líderes religiosos na arrecadação de dízimos e ofertas é permitida dentro do princípio da liberdade religiosa, garantida pela Constituição Federal (artigo 5º, VI e VIII). No entanto, quando essa arrecadação ocorre por meio de fraude, ultrapassa o campo da fé, sendo considerada conduta criminosa — afirmou o delegado Luiz Henrique Marques Pereira, titular da 76ª DP (Centro de Niterói).

À TV Globo, Santini disse se sentir vítima de uma perseguição religiosa. Ele afirmou ter formação em teologia e trabalhar há mais de 10 anos como pastor:

— Sou surpreendido com um mandado de busca e apreensão e até agora não encontraram nada que pudesse me incriminar. Colaborei, dei todas as coisas possíveis. Eu entendo isso como uma perseguição religiosa.

Em vídeo publicado em seu perfil no YouTube na noite desta quarta-feira, Santini afirmou novamente estar sendo vítima de perseguição religiosa e disse que irá "desmascarar essa mentira, essa farsa dessa investigação".

Um homem de 24 anos morreu picado após aceitar uma recompensa de 500 rúpias (cerca de R$ 35) para capturar uma cobra que havia aparecida na casa de um vizinho no vilarejo de Morana (Uttar Pradesh, Índia), no último sábado (20/9).

Mohit, como a vítima foi identificada, foi até a casa de Mangal Prajapati, retirou o animal do imóvel sem qualquer equipamento de segurança e tentou envolver a serpente num saco plástico, conforme relatado pelo site indiano "True Story" e filmado por moradores que acompanhavam o resgate. Assista abaixo:

Ao manipular a cobra, Mohit, que era lavrador, acabou sendo picado. Ele foi levado às pressas ao hospital mais próximo, mas acabou não resistindo à picada. A espécie do réptil não foi informado.

Parentes de Manjal disseram que, em vez de se livrar logo da serpente, Mohit passou a mostrar uma "coragem desnecessária" e continuou "brincando" com o réptil.

A polícia iniciou uma investigação sobre a morte.

Um homem de 47 anos foi preso em flagrante na noite dessa quarta-feira (24), após agredir, ameaçar e causar danos materiais à sua esposa, uma mulher de 30 anos, no bairro Vila Maria, em Palmeira dos Índios. O caso foi registrado no Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) do município.

Segundo informações da polícia, a vítima compareceu à unidade policial visivelmente abalada, relatando que foi agredida e ameaçada pelo companheiro na manhã do mesmo dia. Ela contou que teve os cabelos puxados e foi ameaçada de morte com uma faca de cozinha. O agressor teria dito que iria matá-la.

Ainda conforme o relato, o homem quebrou dois aparelhos celulares da vítima — um iPhone 11 Pro e um Redmi Note 12 — além de incendiar a carteira profissional do Conselho Regional de Enfermagem (COREN), documento essencial para o exercício da profissão de técnico(a) de enfermagem.

No período da noite, o agressor voltou a discutir com a mulher e levou os filhos do casal para a casa da mãe dele, sogra da vítima. Sentindo-se em perigo iminente, a mulher precisou pular o muro de sua própria residência para fugir da situação e buscar ajuda no CISP.

O suspeito foi conduzido imediatamente à unidade policial, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante pelos crimes de ameaça, dano, e injúria, com base na Lei Maria da Penha.

O caso agora será acompanhado pela Delegacia de Defesa da Mulher, que deverá tomar as medidas legais cabíveis, incluindo solicitação de medidas protetivas para resguardar a integridade da vítima.

O Ministério Público de São Paulo e a Receita Federal realizaram, na manhã desta quinta-feira (25), uma nova operação que tem como alvo o esquema do PCC nos setores de combustíveis e de jogos de azar.

👉 Essa operação é um desdobramento da Operação Carbono Oculto – que revelou as operações do PCC dentro de fintechs do sistema financeiro da Faria Lima. Segundo a Receita, recursos de origem ilícita eram inseridos no setor formal por meio de empresas operacionais.

Batizada de Operação Spare, a ação desta quinta tinha como objetivo cumprir, no total, 25 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo (19 mandados), Santo André (2 mandados), Barueri, Bertioga, Campos do Jordão e Osasco.

Segundo as investigações, o chefe do esquema de venda de combustíveis adulterados é o empresário Flávio Silvério Siqueira, conhecido como Flavinho, suspeito há anos de lavar dinheiro do crime organizado por meio justamente de postos de combustíveis, além de pessoas associadas a ele. O g1 tenta contato com a defesa dos envolvidos, mas ainda não obteve resposta.

A Receita diz que identificou ao menos 267 postos ainda ativos que movimentaram mais de R$ 4,5 bilhões entre 2020 e 2024, mas recolheram apenas R$ 4,5 milhões em tributos federais – o equivalente a 0,1% do total movimentado, percentual muito abaixo da média do setor.


				Operação mira esquema do PCC no setor de combustíveis em SP
O empresário Flávio Silvério Siqueira, conhecido como Flavinho, é o principal alvo da Operação Spare desta quinta-feira (25). — Foto: Reprodução/TV Globo

Também foram identificadas administradoras de postos que movimentaram R$ 540 milhões no mesmo período.

Os investigados são suspeitos de utilizar postos, empreendimentos imobiliários, motéis e lojas de franquia como instrumentos para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

De acordo com o MP, a ação de hoje deveria ter ocorrido junto com a Carbono Oculto, mas as medidas cautelares inicialmente solicitadas pelos promotores foram indeferidas pela Justiça de 1º grau, sendo necessário recorrer ao Tribunal de Justiça para autorização.

Investigações

A apuração começou em 9 de julho de 2020, após a Polícia Militar alertar sobre o funcionamento de uma casa de jogos clandestinos em Santos, no litoral paulista.

Na época, foi apreendida uma máquina de pagamentos por cartão, posteriormente identificada como pertencente à empresa Posto Mingatto Ltda. A máquina havia sido entregue em um endereço na Rua Demétrio Ribeiro, em São Paulo, que não tem relação com a sede da empresa, localizada na cidade de Campinas.

Paralelamente, o Gaeco já conduzia outra investigação após o cumprimento de mandado de busca em um imóvel na Rua Euclides da Cunha, em Santos, onde também funcionava uma casa de jogos. No local, foi apreendida uma máquina de pagamentos registrada em nome do Auto Posto Carrara Ltda.


				Operação mira esquema do PCC no setor de combustíveis em SP
Ministério Público de SP e Polícia Militar realizam Operação Spare na manhã desta quinta-feira (25). — Foto: Reprodução/PMSP

A quebra de sigilo bancário da empresa revelou movimentações idênticas às do Posto Mingatto. Os valores recebidos eram imediatamente transferidos para a BK Bank, uma fintech intermediadora de pagamentos também acusada de operar dinheiro do PCC.

As investigações apontam que os valores provenientes da exploração de jogos de azar eram transferidos para contas da BK Bank após passarem pelas contas dos postos. Além disso, grande parte do lucro da organização criminosa vinha de crimes de adulteração de combustíveis, segundo o MP-SP.

A quadrilha atuava de forma sistemática em crimes contra consumidores por meio dos postos controlados, identificados por documentos obtidos na investigação.

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) foi acionada e enviou uma planilha com mais de 3 mil ocorrências envolvendo cerca de 50 estabelecimentos.

Dessas, 350 se referem à comercialização e armazenamento de combustível fora das especificações, amostras reprovadas por presença de solvente ou teor de etanol acima do permitido, além de bombas com aferição irregular.

Outro exemplo de empresa alvo da operação está na Avenida Rio das Pedras, Zona Leste de São Paulo. Trata-se de uma loja popular de artigos vendidos a R$ 1,99, que é sede de empresas que movimentaram milhões de reais, segundo a investigação.

Empresas de fachada e uso de laranjas

A organização também utilizava empresas de fachada e laranjas como sócios para movimentar os valores. Entre as empresas destacadas estão:

Zangão Intermediações

Optimus Intermediações

Athena Intermediações

Cangas Intermediações e Negócios

Foram localizados comprovantes de diversas transferências feitas por empresas do ramo hoteleiro à BK Bank, com indícios de que pertencem à organização criminosa.

A investigação revelou que contadores desempenham papel central na estrutura da organização, sendo responsáveis pela administração de centenas de empresas que pertencem ao mesmo grupo econômico.

Um dos contadores investigados possui procuração da Receita Federal para 941 empresas, sendo mais de 200 do ramo de combustíveis. Ele também figura como contador da S4 Administradora de Postos e Lojas de Conveniência, usada na gestão dos postos controlados pelo grupo.


				Operação mira esquema do PCC no setor de combustíveis em SP
Infográfico explica caminho do dinheiro no esquema do PCC. — Foto: Arte/g1

 

A busca por alternativas naturais para aliviar problemas digestivos tem crescido e o chá de espinheira-santa (Maytenus ilicifolia) desponta como opção promissora. Conhecida por suas propriedades medicinais, essa planta nativa do Brasil tem sido usada há décadas no combate aos sintomas da gastrite e da azia.

Segundo o nutricionista Guilherme Lopes, o segredo da espinheira-santa está na sua capacidade de proteger a musosa gástrica e acelerar a cicatrização de lesões. “Ela forma uma espécie de película natural no estômago, reduz a acidez e melhora a digestão. É uma aliada importante, principalmente para quem quer reduzir a dependência a medicamentos”, afirma.

Como o chá age no organismo?

A planta é rica em taninos, flavonoides, mucilagens e triterpenos — compostos bioativos que atuam em sinergia. Segundo Guilherme, enquanto os taninos têm ação anti-inflamatória, as mucilagens criam uma barreira protetora sobre o estômago, aliviando a irritação. Já os flavonoides e triterpenos auxiliam na cicatrização dos tecidos danificados.

Saiba mais no site Metrópoles, clicando aqui.

 

 

A Receita Federal e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) descobriram uma rede com cerca de 60 motéis em nomes de laranjas que é usada pelo PCC para lavar dinheiro do crime organizado. Os motéis movimentaram mais de R$ 450 milhões entre 2020 e 2024.

As investigações fazem parte da Operação Spare, realizada nesta quinta-feira (25) e que mira o esquema ilegal da facção nos setores de combustíveis e de jogos de azar.

Segundo a Receita Federal, esses estabelecimentos contribuíram para o aumento patrimonial dos sócios parceiros do crime organizado, com a distribuição de R$ 45 milhões em lucros e dividendos.

Um dos motéis chegou a distribuir 64% da receita bruta declarada. Restaurantes localizados nos motéis, com CNPJs próprios, também integravam o esquema - um deles distribuiu R$ 1,7 milhão em lucros após registrar receita de R$ 6,8 milhões entre 2022 e 2023.

As operações imobiliárias realizadas pelos CNPJs de motéis vinculados a integrantes da organização criminosa também chamaram a atenção dos investigadores.

Um dos CNPJs adquiriu um imóvel de R$ 1,8 milhão em 2021; outro comprou um imóvel de R$ 5 milhões em 2023.

Além de motéis, o grupo operava com lojas de franquias e até empreendimentos na construção civil.


				PCC usa cerca de 60 motéis em nome de laranjas para lavar dinheiro, diz MP
Gráfico da Receita Federal mostram como o empresário Flávio Silvério Siqueira lavava dinheiro de combustíveis adulterados em motéis e empreendimentos imobiliários em SP. — Foto: Divulgação/Receita Federal

Movimentação de R$ 1 bilhão

A Operação Spare é um desdobramento da Operação Carbono Oculto - que revelou as operações do PCC dentro de fintechs do sistema financeiro da Faria Lima.

O nome “Spare” foi retirado do boliche. Um spare ocorre quando o jogador derruba todos os pinos após os dois arremessos de uma mesma rodada.

Segundo a Receita Federal, durante as fiscalizações foram identificados 21 CNPJs ligados a 98 estabelecimentos relacionados a uma mesma franquia, todos em nome de alvos da operação.

Embora operacionais, essas empresas apresentavam indícios de lavagem de dinheiro. Entre 2020 e 2024, movimentaram cerca de R$ 1 bilhão, mas emitiram apenas R$ 550 milhões em notas fiscais.

No mesmo período, recolheram R$ 25 milhões em tributos federais (2,5% da sua movimentação financeira no mesmo período) e distribuíram R$ 88 milhões em lucros e dividendos aos sócios.

“Com os recursos obtidos por meio do esquema, os alvos adquiriram imóveis e bens de alto valor, diretamente ou por meio de empresas patrimoniais e de fachada. (...) Estima-se que os bens identificados representem apenas 10% do patrimônio real dos envolvidos”, diz a Receita Federal.

Entre os bens adquirido pelo grupo estão:

Iate de 23 metros, inicialmente comprado por um dos motéis e depois transferido a uma empresa de fachada, que também adquiriu um helicóptero;

Helicóptero (modelo Augusta A109E) foi comprado em nome de um dos investigados

Lamborghini Urus adquirido por empresa patrimonial

Terrenos onde estão localizados diversos motéis, avaliados em mais de R$ 20 milhões.

Chefe do esquema


				PCC usa cerca de 60 motéis em nome de laranjas para lavar dinheiro, diz MP
O empresário Flávio Silvério Siqueira, conhecido como Flavinho, é o principal alvo da Operação Spare desta quinta-feira (25). — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo as investigações, o chefe do esquema de venda de combustíveis adulterados é o empresário Flávio Silvério Siqueira, conhecido como Flavinho, suspeito há anos de lavar dinheiro do crime organizado por meio justamente de postos de combustíveis, além de pessoas associadas a ele.

A Receita diz que identificou ao menos 267 postos ainda ativos que movimentaram mais de R$ 4,5 bilhões entre 2020 e 2024, mas recolheram apenas R$ 4,5 milhões em tributos federais - o equivalente a 0,1% do total movimentado, percentual muito abaixo da média do setor.

Também foram identificadas administradoras de postos que movimentaram R$ 540 milhões no mesmo período.

A Receita diz que também detectou um padrão de retificação de declarações de Imposto de Renda dos envolvidos. São declarações antigas e recentes que eram retificadas no mesmo dia, com inclusão de altos valores na ficha de bens e direitos da declaração mais antiga - próxima à decadência - sem a correspondente inclusão de rendimentos e pagamento de imposto, o que configura mais uma tentativa espúria de indicar origem para patrimônio adquirido com recursos sem origem e não tributados.

“Usando desse artifício, membros da família do principal alvo aumentaram seu patrimônio informado de forma irregular em cerca de R$ 120 milhões (valores atualizados)”, disse o órgão.

25 mandados

A Operação Spare cumpre 25 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo (19 mandados), Santo André (2 mandados), Barueri, Bertioga, Campos do Jordão e Osasco.

Participam da operação 64 servidores da Receita Federal e 28 do Ministério Público de São Paulo, por meio do Gaeco, além de representantes da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) e cerca de 100 policiais militares.

Durante as investigações, foram identificadas conexões entre os alvos da Spare e indivíduos envolvidos em outras ações de combate ao crime organizado, incluindo a própria Operação Carbono Oculto e a Operação Rei do Crime.

Entre os indícios estão transações comerciais e imobiliárias entre os investigados, uso compartilhado de helicópteros e reservas conjuntas de passagens para viagens internacionais.

A Receita Federal também diz que deflagrou outras ações com foco em combustíveis. Por meio de sua área aduaneira, realizou na última sexta-feira (19) a “Operação Cadeia de Carbono”, que resultou na apreensão de cargas de dois navios no Porto do Rio de Janeiro.

As mercadorias, compostas por petróleo e seus derivados, foram avaliadas em aproximadamente R$ 240 milhões e são suspeitas de terem sido importadas por empresas que não comprovaram a origem dos recursos utilizados para aquisição de bens de valor tão elevado.

No dia 24, a Instituição publicou portaria que intensifica o combate a fraudes em operações de importação.

“A Receita Federal segue no seu compromisso de garantir a regularidade das importações de petróleo e derivados e a proteção da economia nacional, excluindo do mercado empresas e indivíduos que atuam de forma irregular - seja por meio de sonegação de tributos ou pela utilização de estruturas empresariais formais para introduzir na economia recursos de origem ilícita”, disse o órgão.

Um homem suspeito de tráfico de drogas foi preso em flagrante, na noite dessa quarta-feira (24), na cidade de Porto Calvo, após ser surpreendido pelo Pelotão de Operações Especiais (Pelopes) do 6º Batalhão da Polícia Militar. Ele estava armado e carregava entorpecentes prontos para comercialização.

Segundo a PM, a guarnição realizava patrulhamento tático motorizado quando recebeu denúncia de populares indicando que o indivíduo atuava no tráfico de drogas próximo a um bar, na rua da antiga rodoviária.

Ao se deslocar até o local, os policiais encontraram o suspeito, que tentou fugir da abordagem, mas acabou alcançado e contido.

Durante a revista, foi encontrado na cintura dele um revólver calibre .38 municiado, além de uma pochete com drogas. O material apreendido soma 13 gramas de maconha, 12 gramas de cocaína e 22 gramas de crack, além de quatro munições intactas.

O homem, identificado pelas iniciais E. J. da S., foi conduzido junto com os materiais para a Central de Polícia (CISP) de Matriz do Camaragibe, onde foi autuado por tráfico de drogas majorado e porte ilegal de arma de fogo. Ele permanece à disposição da Justiça.

O Brasil não tem registros que relacionem o uso de paracetamol durante a gravidez com casos de autismo. É o que afirmou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta quarta-feira (24), depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, citou a existência de ligação entre o uso de analgésico na gravidez e o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O caso ganhou repercussão no Brasil, sobretudo entre as mães de crianças com o diagnóstico de autismo. Pelas redes sociais ou em grupos de maternidade, relatos de preocupação e sentimento de culpa.

Para Rayanne Rodrigues, a preocupação maior foi com a “desinformação”. Estudante de Farmácia e mãe de uma criança com autismo nível dois de suporte, ela relata a empatia pelas mulheres que carregam o sentimento de culpa.

"Nós, como mães atípicas, ficamos preocupadas com o tamanho da desinformação que é repassada para frente. Uma mulher grávida já não tem um leque assim muito grande de medicamentos que pode ser tomado durante a gestação", afirmou

"Não é o meu caso, mas tem muitas mães que se culpam pelo filho ter o transtorno, ficam se perguntando o que elas fizeram de errado na gestação. E aí vem uma situação dessa e acaba culpabilizando mais ainda a mãe, sendo que nós não temos culpa. Vários fatores podem ocasionar o autismo", completou Rayanne.

Para tranquilizar a população, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, publicou nas redes sociais um recado sobre a falta de comprovação científica.

"O Tylenol é causa do autismo? Mentira! Não existe nenhum estudo que comprove uma relação entre o paracetamol e o Tylenol com o autismo. Esse tipo de mentira coloca a sua vida e a vida do seu bebê em risco. A Organização Mundial de Saúde, a Anvisa, as principais agências internacionais de proteção à saúde, já deixaram claro: o paracetamol é medicação segura. Aliás, o autismo foi diagnosticado e identificado muito antes de existir paracetamol."

Repercussão mundial

Após a declaração de Trump, a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu uma nota relatando que “atualmente não há evidências científicas conclusivas que confirmem” a ligação do autismo e o paracetamol na gravidez. Na nota, a OMS também citou que nenhuma das muitas pesquisas sobre o assunto encontrou associação consistente.

A Agência de Medicamentos da União Europeia também disse que “atualmente não há novas evidências que exijam alterações nas recomendações atuais de uso” do medicamento pela instituição. 

Apesar disso, a FDA dos Estados Unidos, agência reguladora equivalente à Anvisa no Brasil, anunciou ter começado o processo para modificar a bula do paracetamol no país, para refletir as supostas evidências, e informou que emitiu alerta para médicos dos Estados Unidos sobre o medicamento.

No Brasil, a Anvisa informa que o paracetamol é classificado em norma como medicamento de baixo risco e, por isso, faz parte da lista de produtos que não exigem receita médica. De acordo com a agência, a liberação de medicamentos no país segue "critérios técnicos e científicos rigorosos” para garantir qualidade, segurança e eficácia. Mesmo assim, esse tipo de remédio passa por monitoramento.

Saber quando procurar um pronto-socorro em casos de emergência ou urgência é essencial para garantir o atendimento médico adequado e preservar a saúde. Muitas vezes, identificar os sinais de gravidade permite que a pessoa receba cuidados imediatos, evitando complicações e aumentando as chances de recuperação. Reconhecer esses momentos faz a diferença entre um cuidado preventivo e uma intervenção que pode salvar vidas. Veja a seguir!

Casos de emergência médica

Segundo o Dr. Anthony Gueratto Klepp, coordenador do Pronto-Socorro do Hospital Albert Sabin (HAS-SP), devem ser tratados como emergências médicas:

“Nestes casos, a procura imediata pelo hospital é fundamental. A demora no atendimento pode trazer riscos sérios para a saúde do paciente”, alerta.

Ele lembra ainda que episódios de hemorragias intensas, reações alérgicas severas, queimaduras graves, afogamento e convulsões prolongadas também entram nesta categoria e precisam de avaliação imediata. Outros sinais de perigo que exigem procura rápida ao pronto-socorro incluem:

médico e paciente vestidos de branco, sentados lado a lado e olhando para prancheta preta apoiada em mesa
Casos de urgência exigem atenção médica rápida, mas geralmente não colocam a vida em risco imediato (Imagem: Hryshchyshen Serhii | Shutterstock)

Casos de urgência médica

Por outro lado, existem situações de urgência, que exigem atenção médica rápida, mas que geralmente não colocam a vida em risco imediato. Entre elas, estão:

“É importante que a população saiba reconhecer esses sinais. Em casos graves, não hesite em procurar imediatamente o pronto-socorro. Já nos quadros de urgência, a avaliação médica rápida também faz diferença para evitar complicações. Na dúvida, procure atendimento no pronto-socorro para garantir segurança e diagnóstico adequado”, reforça o Dr. Anthony Gueratto Klepp.

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