
Um tremor de terra de magnitude 2,04 foi registrado na manhã de segunda-feira (7/9) no município de Presidente Tancredo Neves, a 240 km de Salvador (BA).
O abalo foi identificado pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).
Por se tratar de baixa intensidade e com profundidade rasa, o evento não deixou feridos nem provocou danos materiais, sendo percebido apenas de forma leve ou imperceptível pela maioria da população local.
Esse foi mais um tremor registrado na Bahia nos primeiro dias de setembro. De acordo com o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), na quinta-feira (3/9) um tremor de magnitude 2,4 atingiu o município de Cansanção, a 353 km de Salvador.
Em Cansanção, não teve registro de que os tremores foram sentidos pela população.
O suspeito de sequestrar uma adolescente de 16 anos que pulou do carro para fugir, na zona norte do Rio de Janeiro, foi preso na madrugada desta quarta-feira (9).
A polícia encontrou Anderson Rodrigues Leite em São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, na noite desta terça-feira (8). Ele foi levado à 23ª DP (Méier), na capital, para prestar depoimento.
Segundo a polícia, ele afirmou que no momento do crime estava sob efeito da mistura de medicamento controlado com álcool. O suspeito não explicou por que puxou a jovem para o veículo.
O delegado pediu a prisão de Anderson ao plantão judiciário e o mandado foi expedido ainda na madrugada. O suspeito foi preso enquanto aguardava na delegacia.
A polícia não informou se Anderson já tem advogado. A reportagem busca a defesa dele.
O crime ocorreu na sexta-feira (4). A adolescente voltava da escola, no Engenho Novo, por volta das 20h, quando parou ao lado de um veículo com película escura nos vidros.
A jovem disse que o homem dentro do carro afirmou estar armado. Ela achou que se tratava de um assalto e entregou o celular, mas foi puxada por ele para dentro do veículo, segundo depoimento. A ação foi registrada por câmeras de segurança.
O suspeito arrancou com o carro. A vítima aproveitou um momento de descuido do motorista para abrir a porta e pular do carro. Um veículo que vinha logo atrás precisou frear bruscamente para não a atropelar. Segundo o pai da adolescente, ela sofreu escoriações no joelho e bateu a cabeça, mas passa bem.
A jovem correu até um condomínio próximo e pediu ajuda. O suspeito fugiu levando a bolsa dela. O carro foi encontrado estacionado no bairro de Irajá.
Anderson, que trabalha como motorista de ônibus, será investigado por sequestro.
Em estudo conduzido na Universidade de São Paulo (USP) concluiu que pessoas com diabetes que tiveram Covid-19 apresentam recuperação mais lenta, tendem a ter mais complicações associadas à Covid longa, pior qualidade de vida e, por isso, precisam de acompanhamento médico mais atento e prolongado.
A pesquisa, que envolveu 870 pessoas acompanhadas por sete meses após a internação por Covid-19, constatou que, além de um maior tempo para se recuperar da doença, o risco de complicações cardiovasculares, como infarto e angina, é ainda maior em comparação aos não diabéticos.
Além disso, sete meses após a alta hospitalar, o grupo com diabetes demonstrou níveis elevados de fragilidade, maior incidência de quedas e pior qualidade de vida com incapacidade para atividades diárias, desempenho inferior nos domínios físico e cognitivo e dificuldades de mobilidade.
“A diabetes não é apenas um fator de risco para a fase aguda da Covid-19, mas também um elemento que prolonga o tempo de recuperação e degrada a qualidade de vida no longo prazo. O estudo deixa evidente a necessidade de uma estrutura de saúde para atender a essa população com diabetes que foi infectada pelo vírus SARS-CoV-2, de modo a evitar que esses sobreviventes fiquem presos em um ciclo de reinternações”, afirma a chefe da Unidade de Diabetes do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC-FM-USP), Maria Elizabeth Rossi da Silva, em entrevista à agência Fapesp.
O trabalho, que comparou 320 pacientes com diabetes e 550 sem a doença, recrutou mais de 3 mil indivíduos internados no Hospital das Clínicas entre março e setembro de 2020, período que corresponde à primeira fase da pandemia no Brasil, quando ainda não havia vacinas disponíveis. Os participantes passaram por uma avaliação presencial que incluiu exame físico e laboratorial.
Enquanto 94,3% dos pacientes sem diabetes tiveram recuperação plena, 89,8% entre aqueles com a doença relataram o mesmo. Maria Elizabeth explica que a infecção pelo SARS-CoV-2 coloca o sistema cardiovascular dos diabéticos sob grande estresse.
“A inflamação sistêmica provocada pela diabetes se soma à toxicidade direta do vírus, criando um cenário em que o coração se torna um dos principais alvos de complicações graves. E o risco aumenta conforme o número de comorbidades do paciente”, afirma.
No grupo com diabetes, o vírus comprometeu a mobilidade de forma severa, sendo que 21,1% desses pacientes relataram quedas após a alta, quase o dobro do observado no grupo sem a doença (11,1%).
Para além das particularidades metabólicas, a pesquisadora considera importante compreender as dificuldades socioeconômicas associadas à diabetes no atendimento clínico. Ela destaca que desigualdades sociais influenciam os desfechos da doença, como baixo acesso a cuidados médicos, estresse, alimentação não saudável e falta de tempo para a prática de atividade física.
“As políticas de saúde devem considerar essas particularidades, oferecendo acompanhamento específico para pacientes com diabetes no pós-Covid”, conta.
Além disso, 7,3% dos participantes não diabéticos desenvolveram a doença após a infecção pelo SARS-CoV-2. Para a pesquisadora, no entanto, embora não se possa descartar o papel direto do vírus na destruição de células do pâncreas, é provável que a Covid-19 tenha desmascarado casos preexistentes ou que o quadro inflamatório grave tenha servido como gatilho em pessoas já predispostas.
Para a pesquisadora, é importante entender como a Covid-19 impacta a diabetes ao longo do tempo, por isso o estudo com os pacientes internados no HC na primeira fase da pandemia continua. Os pesquisadores estão analisando, agora, os dados coletados três anos após a infecção.
A inteligência artificial (IA) é uma ferramenta de tecnologia usada no dia a dia de milhares de pessoas para ajudar a automatizar processos, esclarecer dúvidas e produzir conteúdos. Para que ela tenha um bom desempenho, geralmente os usuários precisam abastecê-la com diversas informações e comandos, os famosos prompts. Porém, em busca de uma resposta mais precisa, as pessoas podem acabar revelando demais sobre a própria vida.
Segundo especialistas, nem sempre é problemático revelar demais — mas depende da ferramenta. Muitas delas fazem backups, mas outras podem não armazenar de fato todos os conteúdos para economizar espaço. O maior risco é, na verdade, o tipo de dado e informação pessoal disponibilizado.Informações sensíveis estão expostas ao risco de vazamento.
O professor Laerte Peotta de Melo, do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília (UnB), alerta que o fornecimento de dados como senhas, códigos de autenticação, CPF, RG, dados bancários, exames médicos e documentos corporativos permite à ferramenta criar um perfil minucioso que pode não estar protegido.
“Ao longo do tempo, o acúmulo de detalhes do dia a dia — como profissão, hábitos, localização, rotina familiar e condição financeira — permite a correlação dessas informações, criando um perfil detalhado sobre o indivíduo”, reforça.
Pedro A. Galvão Junior, professor da Faculdade de Tecnologia (Fatec) São Roque, em São Paulo, confirma que superabastecer as ferramentas faz com que elas criem um perfil da pessoa que as usa cotidianamente. Um dos sinais de que isso acontece é que, às vezes, nem é necessário que o usuário pense para escrever um prompt. A ferramenta já entrega uma série de informações de antemão.
“Uso essas ferramentas todos os dias. Tenho observado que elas já entendem minha forma de trabalhar com código e têm domínio sobre minhas ações”, relata.
Outro problema é que plataformas muito genéricas, que respondem sobre tudo, geralmente usam os dados inseridos pelos usuários para ensinar o algoritmo a responder melhor. Falhas de segurança podem acabar fazendo com que a IA use as suas informações para responder perguntas de outras pessoas.
É essencial pensar duas vezes antes de abastecer a IA com seus dados pessoais. Senhas, valores, dados bancários, detalhes sobre a saúde, documentos e informações sobre o trabalho não devem ser disponibilizados. É possível perguntar sem dar detalhes.
Melo destaca que algumas empresas, quando precisam fazer análises de contrato com a ajuda da ferramenta, recorrem ao uso de Shadow AI, que é uma espécie de “uso oculto” do sistema.
“Se precisar enviar algumas informações particulares e privadas, o importante é buscar anonimizar esses dados. Por exemplo, ao pedir uma análise de um contrato, normalmente a gente não precisa fornecer o nome completo, o CPF, a assinatura ou mesmo dados bancários. Você pode enviar o texto sem essas informações”, ressalta o professor.
As regiões áridas e semiáridas podem ocupar mais de 40% das terras do planeta até o fim do século, segundo um estudo publicado em 1º de setembro na revista científica Environmental Research Letters. A projeção indica que a expansão continuará ao longo das próximas décadas, embora em ritmo menor do que algumas estimativas anteriores sugeriam.
A pesquisa analisou como as áreas secas se distribuíram entre 1960 e 2023 e projetou as mudanças até 2100, considerando diferentes cenários de emissões de gases de efeito estufa. No período de referência, entre 1994 e 2023, as regiões classificadas como secas ocupavam cerca de 38,58% da superfície terrestre global.
Os cientistas consideraram como áreas secas as regiões onde a disponibilidade de água é limitada em relação à quantidade que poderia retornar à atmosfera pela evaporação do solo e pela transpiração das plantas.
A análise mostrou que, entre 1960 e 2023, a extensão global dessas áreas aumentou, em média, cerca de 39,1 mil quilômetros quadrados por ano, apesar das oscilações registradas ao longo do período.
Para estimar o futuro, os pesquisadores analisaram diferentes cenários de emissões e calcularam que as áreas secas poderão representar entre 39,31% e 40,28% das terras do planeta no período de 2071 a 2100. No cenário de maiores emissões, o percentual chega a 40,28%, um crescimento equivalente a cerca de 2,37 milhões de quilômetros quadrados em comparação com o período de referência.
A projeção não significa que 40% das terras atualmente úmidas se tornarão áridas, mas que a participação total das regiões classificadas como secas poderá ultrapassar quatro décimos da superfície terrestre. O avanço também não ocorrerá de maneira uniforme, já que algumas regiões tendem a ficar mais secas, enquanto outras podem apresentar aumento da umidade.
Entre os locais com maior tendência de secamento aparecem a Austrália, o Brasil e o norte da África. A Austrália deve concentrar as mudanças mais pronunciadas, seguida pelo território brasileiro, enquanto partes do noroeste da China podem manter uma tendência de aumento da umidade.
Um dos diferenciais do trabalho foi incorporar às projeções o efeito do aumento da concentração de dióxido de carbono, o CO₂, sobre a evapotranspiração, processo pelo qual a água retorna à atmosfera a partir do solo e das plantas.
Quando há mais CO₂ disponível, as plantas podem reduzir a abertura dos estômatos, pequenas estruturas das folhas utilizadas nas trocas gasosas, diminuindo a perda de água pela transpiração.
Ao incluir o mecanismo nos cálculos, os pesquisadores chegaram a uma expansão das áreas secas menor do que a apontada por métodos que não consideram a resposta fisiológica da vegetação ao aumento do CO₂.
A diferença é relevante porque projeções anteriores chegaram a indicar que as regiões secas poderiam ocupar até 56% das terras do planeta até 2100. O novo estudo não elimina o avanço da aridez, mas sugere uma expansão global mais moderada e, ao mesmo tempo, reforça que as mudanças regionais podem ser expressivas.
Os autores ressaltam que os resultados representam uma avaliação baseada principalmente nas condições climáticas e, portanto, não determinam exatamente como cada ecossistema ou a disponibilidade de água responderá nas próximas décadas.
Fatores como o uso da terra, a retirada de água subterrânea, a irrigação, as mudanças na vegetação e outras formas de utilização dos recursos hídricos não foram incorporados de maneira direta ao modelo.
Por isso, os pesquisadores defendem que futuras avaliações combinem as projeções climáticas com informações sobre o uso da terra e os recursos hídricos, principalmente nas regiões apontadas como potenciais focos de secamento.
Os adoçantes podem ser usados como alternativa para reduzir o consumo de açúcar, principalmente durante uma fase de adaptação do paladar. No entanto, é preciso estar atento à quantidade consumida e à frequência de uso no dia a dia, alerta o nutricionista Diego Righi.
Ao Metrópoles, o professor de nutrição na Afya Centro Universitário Itaperuna explica que o objetivo não deve ser simplesmente substituir todo o açúcar por grandes quantidades de adoçante. O ideal é reduzir a necessidade de sabores excessivamente doces.
“A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a redução dos açúcares livres seja acompanhada, sempre que possível, de uma redução gradual da preferência pelo sabor muito doce, em vez de depender continuamente de adoçantes não açucarados para controle de peso.”
Sobre a quantidade recomendada de adoçante por dia, o nutricionista explica que é preciso considerar a Ingestão Diária Aceitável (IDA), limite de segurança calculado de acordo com o peso corporal.
A IDA corresponde à quantidade que pode ser consumida diariamente ao longo da vida sem representar risco apreciável à saúde. No entanto, esse valor não deve ser entendido como uma meta de consumo, mas como um parâmetro de segurança.
“Por exemplo, para o aspartame, o JECFA — comitê científico da FAO/OMS — mantém uma IDA de 0 a 40 mg/kg de peso corporal por dia. Para uma pessoa de 70 kg, isso corresponderia a até 2.800 mg/dia. Na prática, porém, não há motivo para tentar se aproximar desse limite: vale usar apenas a quantidade necessária para tornar a alimentação agradável“, orienta o profissional.

De acordo com o nutricionista Diego Righi, não existe um adoçante que seja universalmente “o mais saudável”. Estévia, sucralose, aspartame, acessulfame-K e outros edulcorantes autorizados podem ser utilizados dentro dos limites estabelecidos.
O profissional enfatiza que a escolha deve considerar quantidade utilizada, tolerância, sabor, frequência de consumo e contexto individual, e não apenas se o produto é “natural” ou “artificial”.
“Para quem está reduzindo açúcar, uma estratégia interessante é utilizar o adoçante como uma ponte para diminuir progressivamente o grau de doçura. Por exemplo: começar reduzindo o açúcar do café, usar uma pequena quantidade de adoçante se necessário e, gradualmente, tentar consumir menos de ambos”, afirma Diego.
Alguns cuidados específicos também importam. Produtos com polióis, como sorbitol, maltitol ou xilitol, podem provocar gases, distensão abdominal ou efeito laxativo quando consumidos em maiores quantidades. “Já pessoas com fenilcetonúria devem evitar ou restringir o aspartame devido à presença de fenilalanina.”

O primeiro passo, segundo o nutricionista, é olhar a lista de ingredientes, e não somente frases como “zero açúcar”, “diet” ou “com estévia”. Vale observar qual edulcorante realmente está presente e se o produto utiliza uma mistura de vários deles.
Também vale observar:
A ideia de que primeiro sentimos, depois pensamos e só então agimos pode não refletir o que acontece no cérebro. Um estudo recente propõe que a sensação de decidir e a ação em si surgem ao mesmo tempo, como parte de um mesmo processo, e não em etapas separadas como se imaginava.
O trabalho, publicado em junho no Journal of Cognitive Neuroscience, descreve essa dinâmica como resultado de uma mesma atividade neural, sem uma fase intermediária dedicada à decisão. A pesquisa é assinada pelo neurocientista Tom James, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos.
Uma das formas mais comuns de explicar o funcionamento do cérebro é o chamado “modelo sanduíche”. Nele, a informação passa por três etapas: percepção, pensamento e ação. Segundo essa visão, primeiro a pessoa percebe algo, depois avalia opções e, por fim, toma uma decisão que leva a uma ação.
Porém, o novo estudo contesta essa separação. Para o autor, não existe um momento isolado em que a decisão acontece.
“Explicar que o cérebro funciona por meio de um controlador central é como colocar uma pessoa dentro da cabeça para tomar decisões. Isso leva a uma regressão infinita e não resolve o problema”, afirma James.
Na hipótese apresentada, o cérebro funciona como um sistema em que percepção e ação estão conectadas em um ciclo contínuo. A sensação de que existe uma escolha no meio do caminho seria apenas uma forma de interpretar esse processo. Isso significa que ver algo e reagir a isso não são etapas separadas, mas partes do mesmo movimento.
O pesquisador argumenta que, embora possamos identificar estruturas físicas ligadas aos sentidos e aos movimentos, não há um ponto específico no cérebro que corresponda a uma “decisão” isolada.
Para explicar a ideia, ele usa comparações do dia a dia. Uma delas é a frase “a universidade decidiu”. Na prática, a ação resulta de várias interações entre pessoas, e não de uma entidade única que toma a decisão.
Outra analogia envolve robôs programados para seguir regras simples. O comportamento pode parecer intencional, mas surge de instruções básicas, sem uma etapa de escolha consciente.
O estudo não apresenta experimentos com imagens cerebrais ou testes com participantes. Trata-se de uma proposta teórica sobre como interpretar o funcionamento do cérebro.
O autor sugere que pesquisas futuras analisem decisões em situações mais próximas da vida real, em vez de tarefas controladas de laboratório. Também defende que cientistas evitem assumir que toda ação observada depende de uma decisão separada e abstrata.
“Nossas ações parecem ser causadas por decisões baseadas em desejos e intenções. Mas essas ideias são definidas em um nível muito abstrato para explicar o que acontece no cérebro”, conclui James.
O Instituto Superar, em parceria com o Hospital Santa Rita, proporcionou aos seus colaboradores um momento especial de aprendizado, cuidado e valorização.
A ação contou com palestras sobre Segurança do Trabalho, levando informação e conscientização, além de momentos dedicados ao bem-estar e à beleza dos funcionários.
Mais do que uma ação, foi um momento de cuidado com aqueles que todos os dias dedicam seu trabalho a cuidar de outras pessoas. ✨
Instituto Superar e Hospital Santa Rita: juntos, valorizando pessoas e construindo uma comunidade cada vez melhor! 💙
#InstitutoSuperar #HospitalSantaRita #PalmeiraDosÍndios #SegurançaDoTrabalho #Valorização Cuidado BemEstar Parceria.
A dor no joelho é um sintoma que pode ser causado por sobrecarga, lesões ou inflamações na articulação. O ideal é procurar ajuda médica para identificar a causa e realizar o tratamento adequado. Além disso, alguns exercícios podem melhorar a mobilidade da região, afirma o fisioterapeuta Raul Oliveira.
De acordo com Raul Oliveira, professor de fisioterapia na Afya Centro Universitário Itaperuna, alguns exercícios podem contribuir para o fortalecimento da musculatura e melhorar a mobilidade da articulação, ajudando no alívio dos sintomas.
Confira abaixo!
1. Movimento pendular sentado
“O movimento deve ser confortável. Ele pode ajudar na mobilidade e na redução da sensação de rigidez, mas não deve causar dor forte, estalos dolorosos ou aumento do inchaço”, afirma a profissional.

2. Automobilização da patela
“A patela deve ser movimentada delicadamente. Não force se houver bloqueio, dor aguda, inflamação intensa ou sensação de instabilidade”, orienta o fisioterapeuta.

3. Isometria do quadríceps deitado
“O movimento deve ser de contração, sem prender a respiração e sem provocar dor significativa”, finaliza Raul Oliveira.

Passar muito tempo sentado já é associado a problemas de saúde. Agora, um novo estudo publicado na revista PLOS Medicine em 2 de julho indica que a forma como esse tempo é acumulado ao longo do dia também faz diferença.
A pesquisa acompanhou mais de 91 mil pessoas no Reino Unido e mostrou que períodos longos sem interrupção podem estar ligados a maior risco de câncer e de morte pela doença.
Os participantes usaram um dispositivo no pulso por sete dias para registrar níveis de atividade. Os dados foram cruzados com informações de saúde ao longo de cerca de 12 anos.
Os pesquisadores observaram que não é só o total de tempo sentado que importa, mas principalmente se ele ocorre de forma contínua ou com pausas.
Períodos de 30 minutos ou mais sem se levantar foram classificados como comportamento sedentário prolongado. Já os intervalos com pausas ou de menor duração foram considerados interrompidos.
Os resultados mostram que cada hora extra por dia em longos períodos sentado foi associada a um aumento de 9% no risco de morte por câncer. Também houve aumento de 3% no risco de diagnóstico da doença e de 5% em tipos ligados à obesidade e ao diabetes tipo 2.
Segundo os autores, mesmo variações pequenas podem se acumular ao longo do tempo e influenciar a saúde.
Por outro lado, levantar com frequência foi associado a melhores resultados. Cada hora de tempo sentado com pausas esteve ligada a menor risco de morte por câncer e menor incidência da doença.
Trocar uma hora por dia de tempo sentado por atividade leve, como caminhar, também esteve relacionado a redução nos riscos.
Os pesquisadores destacam que o estudo mostra uma associação e não prova causa direta. Ainda assim, os dados indicam que pequenas mudanças na rotina, como evitar longos períodos sentado, podem fazer diferença ao longo do tempo.
O momento da perda de um ente querido é uma das situações mais dolorosas para uma família, que se vê diante da difícil decisão de autorizar ou não a doação de órgãos após a constatação de morte cerebral para salvar vidas de pessoas desconhecidas na fila de espera. No Brasil, a taxa média de recusa familiar para a doação de órgãos gira em torno de 45%, índice que varia entre estados e até mesmo entre hospitais de uma mesma cidade, evidenciando que a recusa não depende apenas da população, mas também de fatores institucionais.
Segundo o presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), Cristiano Franke, muitos pacientes deixam seus familiares orientados sobre sua vontade de doar órgãos e muitas famílias também gostariam de fazer isso, atendendo a esse desejo. Entretanto, ele reforça, que, em muitos casos, a falha no acolhimento aos familiares e na comunicação dentro dos hospitais — tanto públicos quanto privados — é um dos principais obstáculos para a efetivação das doações.
“Muitas vezes as famílias não recebem todas as informações adequadamente, no momento e com um protocolo adequados para tomarem a melhor decisão. E muitas vezes também, as equipes médicas não estão preparadas para lidar com conversas difíceis, utilizando termos excessivamente técnicos e inacessíveis, ou realizando abordagens consideradas frias e comerciais em locais inadequados”, disse Franke.
Por conta disso, a AMIB, em parceria com o Ministério da Saúde, capacitou, entre setembro de 2025 e agosto de 2026, 2.534 profissionais de saúde para atuar no processo de doação e transplantes de órgãos. Até o momento, o resultado, que já superou em 25% a meta inicial desse projeto de 2 mil participantes capacitados.
O objetivo dos cursos elaborados e oferecidos pela AMBI é o ampliar o número de profissionais preparados para conduzir esse processo, incluindo a melhoria na comunicação para reduzir a resistência das famílias em autorizarem a retirada de órgãos de parentes com diagnóstico de morte encefálica.
De acordo com Franke, a formação também busca qualificar as diferentes etapas que antecedem uma doação, abrangendo a identificação de potenciais doadores, a determinação da morte encefálica e a manutenção clínica do potencial doador, tornando o processo mais seguro.
“Atingir mais de 2,5 mil profissionais capacitados mostra que estamos conseguindo levar conhecimento técnico para quem está na linha de frente de um processo que exige muita responsabilidade. Um diagnóstico de morte encefálica precisa seguir critérios rigorosos, assim como a manutenção do potencial doador e o diálogo com a família”, afirmou.
Entre as dificuldades para os familiares aceitarem autorizar os transplantes estão a compreensão ou aceitação do diagnóstico de morte encefálica, crenças religiosas, receio de alteração da integridade do corpo, desconfiança em relação ao processo e desconhecimento sobre a vontade manifestada em vida pelo familiar, ou até mesmo a percepção de que os profissionais estavam mais interessados nos órgãos do que no paciente ou em seus familiares.
“As famílias têm receio de deformação do corpo e nós explicamos adequadamente como é feito o procedimento e a reconstituição do corpo, que não deixarão deformidades visíveis nos ritos funerais como o velório. Elas trazem isso com muita clareza e nós precisamos explicar isso com tempo e clareza”, explicou.
De acordo com a AMIB, entre os participantes capacitados até agosto, estão 933 médicos, dos quais 473 receberam treinamento voltado à determinação de morte encefálica. O restante dos participantes, que são médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, administradores, farmacêuticos, odontólogos, biólogos, e um nutricionista e um pedagogo, tiveram instruções sobre o Gerenciamento no processo de Doação e Transplante (GPDT) e uso da Comunicação em Situações Críticas (CSC).
Até agosto, já haviam sido realizados 73 cursos, distribuídos em 23 módulos e com atividades em 25 estados brasileiros. Ainda estão previstos mais oito treinamentos até o encerramento do projeto. Neste mês, eles ocorrerão em Fortaleza (CE) e Florianópolis (SC).
Transplantes no Brasil
De acordo com dados do Registro Brasileiro de Transplantes, da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), em 2025, foram registrados 15.940 potenciais doadores no país. Desse total, 4.335 tornaram-se doadores efetivos. Entre as famílias entrevistadas, 4.200 não autorizaram a doação, o equivalente a 45% das entrevistas realizadas. No mesmo ano, o Brasil alcançou 20,3 doadores efetivos por milhão de habitantes, contra 19,2 em 2024.
Uma mulher de 45 anos morreu após ser sequestrada e lançada de uma ponte da rodovia A1, perto de Florença, na Itália. Lorena Isceri foi raptada na tarde de quinta-feira (3/9), pelo ex-namorado, Federico Vella. O caso é investigado como um possível feminicídio e é o sétimo assassinato de uma mulher atribuído a um parceiro ou ex-parceiro no país desde 15 de agosto.
O sequestro ocorreu na área de Rifredi, em Florença. Isceri foi forçada a entrar no porta-malas do carro dele e levada em direção a uma ponte na rodovia A1. Ela tentou acalmar o homem, mas não adiantou. Ainda com o celular, a mulher conseguiu ligar para um número de emergência e informar que havia sido raptada.
Foi então que Federico parou o veículo, tomou o telefone e a atirou da ponte, pulando em seguida. Após a ligação, a polícia rastreou o sinal do celular de Lorena, mas chegou tarde demais. As autoridades investigam se ela foi morta antes de ser lançada.
A mãe de Isceri declarou à SkyTg24 que a filha parecia bem na última conversa que tiveram, na manhã de quinta-feira. Questionada sobre o relacionamento com Vella, ela disse que a filha havia falado sobre o assunto e estava "com muito medo".
Onda de violência
Dados do ministério do Interior italiano indicavam uma tendência de queda nos feminicídios nos primeiros seis meses de 2026. Números da aliança feminista Non Una di Meno mostravam que, até 8 de agosto, 40 mulheres haviam sido assassinadas neste ano.
Contudo, os casos aumentaram desde 15 de agosto. Sete mulheres, incluindo Isceri, foram mortas por um parceiro atual ou ex-parceiro desde então.
A coalizão governista de Giorgia Meloni havia se comprometido a combater a violência de gênero após a forte reação pública ao assassinato de Giulia Cecchettin, uma estudante de 22 anos, pelo ex-namorado em novembro de 2023.
Dois anos depois, o governo aprovou uma lei que, pela primeira vez, introduziu uma definição legal de feminicídio no código penal, punindo-o com prisão perpétua. A legislação também aumentou as penas para crimes como perseguição, violência sexual e compartilhamento de imagens íntimas sem consentimento.
Uma campanha para educar meninos em idade escolar sobre relacionamentos saudáveis foi frustrada depois que o governo a condicionou à aprovação dos pais.
Luisa Rizzitelli, coordenadora na Itália da One Billion Rising, que luta pelo fim da violência contra as mulheres, afirmou que há pouco a celebrar em termos de resultados concretos. "A abordagem à trágica questão da violência masculina contra as mulheres tem se baseado em políticas de segurança, carecendo completamente de programas estratégicos e estruturais de formação e prevenção", disse à emissora.
Rizzitelli acrescentou que "a recusa teimosa em implementar a educação sexual e de relacionamentos nas escolas é um fator importante que alimenta a epidemia de feminicídios na Itália".
O que é feminicídio?
Feminicídio é o nome dado ao assassinato de mulheres por causa do gênero. Ou seja, elas são mortas por serem do sexo feminino. O Brasil é um dos países em que mais se matam mulheres, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.
A tipificação do crime de feminicídio é recente no Brasil. A Lei do Feminicídio (Lei 13.104) entrou em vigor em 9 de março de 2015.
Entretanto, o feminicídio é o nível mais alto da violência doméstica. É um crime de ódio, o desfecho trágico de um relacionamento abusivo.
O que diz a Lei do Feminicídio?
Art. 121, parágrafo 2º, inciso VI "Considera-se que há razões de condição de sexo feminino quando o crime envolve:I - violência doméstica e familiar; II - menosprezo ou discriminação à condição de mulher."
Qual a pena por feminicídio?
Segundo a 13.104, de 2015, "a pena do feminicídio é aumentada de 1/3 (um terço) até a metade se o crime for praticado durante a gestação ou nos 3 (três) meses posteriores ao parto; contra pessoa menor de 14 (catorze) anos, maior de 60 (sessenta) anos ou com deficiência; na presença de descendente ou de ascendente da vítima."
Uma mãe acolhedora (mulher que acolhe temporariamente jovem em situação de vulnerabilidade) do Missouri (EUA) foi condenada após trocar uma adolescente por um macaco exótico.
Inicialmente, Brenda Deutsch, de 70 anos, foi condenada a sete anos de prisão por colocar uma menor em risco, mas na semana passada Thomas Frawley, juiz do condado de Lincoln, suspendeu a execução da pena e determinou três anos de liberdade condicional, permitindo que ela permanecesse em liberdade caso cumprisse as condições impostas, informou a FOX2 St. Louis.
O magistrado também revogou a licença de Brenda para atuar no acolhimento familiar e criticou o estado do Missouri por ter permitido que ela a mantivesse. Frawley classificou a conduta da condenada como condenável e pediu desculpas às vítimas por um sistema de acolhimento familiar que, segundo ele, havia falhado com elas.
A filha biológica de Brenda, Brina Johnson, que testemunhou no caso, disse que o desfecho não foi o que ela esperava.
"Estou sem palavras, porque esse não é o desfecho que desejávamos", declarou ela à FOX2. "Tenho toda a conversa no meu celular, que entreguei aos investigadores. Foi isso que ela fez. Ela tinha pelo menos sete macacos. É uma característica dela", acrescentou a filha.
Brina depôs que os menores que a mãe acolhia e os macacos eram tratados de maneira precária e deixados em condições insalubres.
Brenda foi presa em abril do ano passado, após autoridades investigarem alegações de que ela havia enviado a jovem sob sua guarda — hoje com 17 anos — para o Texas, para ficar numa casa sobre a qual a mãe acolhedora admitiu, em tribunal, não saber nada.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de dois medicamentos genéricos à base de liraglutida, substância usada no tratamento da obesidade e da diabetes tipo 2. As autorizações foram concedidas à farmacêutica EMS e publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (8/9).
Os produtos são soluções injetáveis de 6 mg/mL para aplicação sob a pele, em apresentações com diferentes quantidades de cartuchos e canetas aplicadoras. O registro tem validade até 2036, e os lotes terão prazo de 18 meses.
Os dois genéricos seguem processos já utilizados pela própria EMS em medicamentos anteriores: um deles está relacionado a um produto indicado para obesidade, enquanto o outro tem como base um tratamento voltado ao diabetes tipo 2. Na prática, isso ocorre porque a mesma substância pode ser usada em contextos diferentes, com orientações específicas para cada condição.
A liraglutida atua em receptores ligados ao hormônio GLP-1, envolvido no controle da glicose. Ela estimula a liberação de insulina quando o nível de açúcar no sangue está elevado, além de retardar o esvaziamento do estômago e aumentar a sensação de saciedade.
Esses efeitos ajudam tanto no controle da glicemia quanto na redução do peso corporal. Estudos clínicos apontam perda média de cerca de 8% do peso ao longo de um ano de uso. A substância já é utilizada há mais de uma década no Brasil e está presente em medicamentos conhecidos no mercado.
Apesar da aprovação, os novos genéricos não chegam automaticamente às farmácias. Antes disso, é necessário definir o preço máximo por meio da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
Além disso, desde 2025, esse tipo de medicamento só pode ser vendido com retenção de receita médica, medida adotada após aumento do uso sem acompanhamento profissional
Em busca de tratamentos mais eficazes e com menos efeitos colaterais para mulheres passando pela menopausa, pesquisadores descobriram que um remédio para câncer pode ajudar a tratar osteoporose e o ganho de peso relacionados à mudança nos hormônios.
O estudo da University of East Anglia, no Reino Unido, foi publicado nesta segunda (7/9) na revista npj Drug Discovery, do grupo Nature. O medicamento CADD522 foi testado em ratos modificados para apresentar as mudanças hormonais vistas após a menopausa.
O CADD522 foi criado para bloquear uma proteína que permite o crescimento e metástase de vários tipos de câncer. A administração do remédio em comprimidos durante oito semanas mostrou melhoras significativas na saúde dos ossos — a droga estimulou o crescimento dos ossos, enquanto outros tratamentos disponíveis apenas param o processo de desgaste da estrutura óssea.
Um efeito colateral inesperado foi que as ratinhas emagreceram, apesar de estarem comendo exatamente a mesma quantidade que o grupo controle. Elas tinham menos gordura corporal e menos depósitos de gordura na medula óssea (processo relacionado à osteoporose na menopausa).
A análise do tecido cerebral mostrou ainda que o medicamento reverteu algumas mudanças causadas pela menopausa em ácidos graxos.
“Não avaliamos diretamente a memória ou a capacidade de raciocínio, mas nosso trabalho levanta questões sobre se este medicamento poderia, um dia, ajudar a tratar problemas de saúde mais amplos relacionados à menopausa”, explica o pesquisador Darrell Green, em comunicado à imprensa.
A pesquisa ainda está em estágio inicial, mas os cientistas acreditam que os resultados abrem portas para estudos mais robustos e que incluam humanos.
“Existem tratamentos atuais, mas muitos apresentam efeitos colaterais, preocupações com a segurança ou esquemas de dosagem inconvenientes que dificultam o uso a longo prazo”, aponta Green.
O suor é um dos mecanismos mais eficientes do corpo. Para além de água e sal, o líquido também pode conter metais pesados.
Na composição química, é possível encontrar chumbo, arsênio, cádmio e mercúrio, por exemplo. Porém, o suor não promove uma desintoxicação clinicamente relevante, e a presença dos metais não significa intoxicação.
“A quantidade eliminada varia muito entre indivíduos, conforme o metal, a exposição e até a forma de coleta do suor. De maneira geral, a evidência disponível não demonstra que aumentar deliberadamente a sudorese produza uma redução clinicamente relevante da carga desses metais no organismo”, ensina o dermatologista Rafael Parisi, do Hospital Brasília.
Por isso, saunas e exercício intenso não são estratégias eficazes para reduzir a concentração de metais pesados no corpo. O quadro só é diagnosticado com a avaliação de biomarcadores e identificação da fonte de contaminação.
“Até o momento, não existem evidências clínicas robustas de que sauna, exercício ou sudorese intensa sejam estratégias eficazes para reduzir a concentração corporal de metais pesados”, explica a farmacêutica Andreia Vidal, do DB Toxicológico.
Parisi conta que a via de eliminação depende do metal e de sua forma química. Em geral, a urina, a bile e as fezes são so principais atores neste processo.
“O fígado também participa do metabolismo e da transformação de diversas substâncias para facilitar sua eliminação. A pele pode contribuir pela sudorese, mas não é considerada a principal via de depuração de metais tóxicos”, afirma o médico.
Ele alerta que provocar a sudorese intensa pode, inclusive, fazer mal à saúde: produzir suor em excesso pode causar perda excessiva de água e eletrólitos e favorecer a desidratação.
Os especialistas apontam que o suor não deve estar associado à ideia de detox. Em nenhuma hipótese, o estímulo à sudorese é considerado no tratamento de intoxicação por metais pesados.
Para casos extremos, pode ser indicado fazer hemodiálise para retirar as substâncias tóxicas do sangue.
