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Uma sessão de 30 minutos de sauna pode aumentar temporariamente a quantidade de glóbulos brancos circulando no sangue, segundo um estudo publicado em 2 de julho na revista Temperature. Essas células fazem parte do sistema imunológico e são responsáveis por identificar e combater vírus, bactérias e outros agentes causadores de doenças.

A pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade da Finlândia Oriental e da Universidade de Turku, na Finlândia, acompanharam 51 adultos com idade média de 50 anos para entender como o calor da sauna influencia a resposta do organismo.

Durante o experimento, os participantes permaneceram 30 minutos na sauna e fizeram um breve banho frio na metade da sessão.

O que aconteceu com as células de defesa

Após a sauna, os pesquisadores observaram aumento na quantidade de todos os tipos de glóbulos brancos circulando no sangue. Entre eles estavam os neutrófilos e os linfócitos — células importantes na defesa do organismo contra infecções. Cerca de 30 minutos após o término da sessão, seus níveis voltaram ao normal.

Segundo os autores, esse resultado sugere que a sauna faz com que células de defesa armazenadas em diferentes tecidos sejam temporariamente liberadas na corrente sanguínea.

“Esse tipo de liberação periódica de glóbulos brancos na corrente sanguínea é benéfico porque, ao saírem de seus locais de armazenamento, eles ficam mais aptos a percorrer o organismo e responder à presença de patógenos”, explica Ilkka Heinonen, pesquisador da Universidade de Turku, em comunicado.

Os cientistas destacam que um efeito semelhante também é observado durante a prática de exercícios físicos.

Temperatura corporal também influenciou a resposta

A equipe também analisou as citocinas — moléculas que ajudam a coordenar a resposta do sistema imunológico. No conjunto dos participantes, essas substâncias sofreram poucas alterações.

No entanto, os pesquisadores perceberam que algumas delas variaram de acordo com o aumento da temperatura corporal de cada pessoa durante a sauna. Para eles, isso indica que parte da resposta imunológica pode depender da intensidade com que o organismo aquece durante a exposição ao calor.

Os pesquisadores ressaltam que o trabalho avaliou apenas os efeitos imediatos de uma única sessão de sauna. Por isso, ainda não é possível afirmar se o uso frequente da sauna provoca mudanças duradouras no funcionamento do sistema imunológico ou se esses efeitos se traduzem em benefícios para a saúde a longo prazo. Novos estudos serão necessários para responder a essas questões.

Erika Januza, 41, fez um desabafo sobre a vida afetiva nas redes sociais nesta terça-feira (28). A atriz enfrenta rumores de término com o sambista Arlindinho, 34.

Por meio dos Stories do Instagram, a famosa surgiu no carro a caminho dos Estúdios Globo, onde grava a novela "A Nobreza do Amor", que vai ao ar na faixa das 18h.

"Bom dia, gente. Depois da lama que me colocaram, estou eu aqui, indo trabalhar. Que Deus é tão bom que eu fiquei de folga nos últimos dias", iniciou ela.

Erika Januza seguiu o desabafo com uma referência à música "O Que é o Amor", de Arlindo Cruz (1958-2025), pai de Arlindinho

"A partir de agora, se perguntarem o que é amor para mim, eu não sei responder, não sei explicar mais. Quem sabe um dia", declama a famosa.

O que aconteceu?

Erika Januza deixou de seguir Arlindinho nas redes socais após um vídeo do sambista supostamente em uma casa de swing ser divulgado pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.

Nas imagens, que teriam sido feitas em 10 de julho, ele aparece na calçada, rodeado de mulheres. Em determinado momento, ele deixa o grupo de pessoas e caminha em direção a um carro estacionado ao lado do estabelecimento, acompanhado de duas delas.

A CNN Brasil tentou contato com os representantes dos dois artistas, mas ainda não obteve respostas."Bom dia, gente. Depois da lama que me colocaram, estou eu aqui, indo trabalhar. Que Deus é tão bom que eu fiquei de folga nos últimos dias", iniciou ela. Erika Januza seguiu o desabafo com uma referência à música "O Que é o Amor", de Arlindo Cruz (1958-2025), pai de Arlindinho. "A partir de agora, se perguntarem o que é amor para mim, eu não sei responder, não sei explicar mais. Quem sabe um dia", declama a famosa. O que aconteceu? Erika Januza deixou de seguir Arlindinho nas redes socais após um vídeo do sambista supostamente em uma casa de swing ser divulgado pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles. Nas imagens, que teriam sido feitas em 10 de julho, ele aparece na calçada, rodeado de mulheres. Em determinado momento, ele deixa o grupo de pessoas e caminha em direção a um carro estacionado ao lado do estabelecimento, acompanhado de duas delas. A CNN Brasil tentou contato com os representantes dos dois artistas, mas ainda não obteve respostas.

O intestino pode desempenhar um papel importante na formação das memórias, especialmente as relacionadas à alimentação. É o que sugere um novo estudo publicado em 4 de junho na revista Nature Communications, que identificou como sinais enviados pelo sistema digestivo ajudam o cérebro a registrar novas experiências.

A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (USC), nos Estados Unidos, e investigou a atuação do nervo vago, responsável por conectar o intestino ao cérebro. Até então, esse nervo era conhecido principalmente por participar do controle da digestão, da fome e da sensação de saciedade. Agora, os pesquisadores encontraram evidências de que ele também contribui para a formação da memória.

Como o intestino participa da memória

Em experimentos realizados com ratos, os pesquisadores observaram que, depois de consumir alimentos nutritivos, os animais apresentavam aumento da liberação de acetilcolina no hipocampo, região do cérebro responsável pelo aprendizado e pela memória.

acetilcolina é um neurotransmissor importante para que novas lembranças sejam registradas. Quando a comunicação entre o intestino e o cérebro foi interrompida por meio do nervo vago, esse aumento deixou de ocorrer. Os animais também passaram a ter mais dificuldade para lembrar onde haviam encontrado alimento anteriormente.

Segundo os autores, isso indica que o intestino envia ao cérebro informações sobre o valor nutricional da refeição, ajudando a registrar essa experiência na memória.

Valor nutricional faz diferença

Os pesquisadores também descobriram que o cérebro responde principalmente aos nutrientes presentes nos alimentos e não apenas ao sabor. Ratos que consumiram alimentos ricos em açúcar ou gordura apresentaram maior atividade cerebral relacionada à memória. Já aqueles que receberam líquidos doces, mas sem calorias ou com baixo valor energético, não mostraram a mesma resposta.

“Acreditamos que esse mecanismo tenha evoluído para ajudar os animais a se lembrarem de informações essenciais sobre fontes de alimento”, afirma Logan Lauer, primeiro autor do estudo, em comunicado.

Dieta rica em gordura pode enfraquecer essa comunicação

Embora alimentos ricos em gordura e açúcar tenham estimulado o mecanismo em curto prazo, os pesquisadores observaram que o consumo frequente desse tipo de dieta produziu o efeito oposto. Animais alimentados por longos períodos com o padrão apresentaram uma comunicação mais fraca entre o intestino e o hipocampo e tiveram pior desempenho em testes de memória, mesmo depois que voltaram a receber uma alimentação saudável.

Para os autores, essa pode ser uma das explicações para a relação já conhecida entre obesidade, diabetes, alimentação inadequada e declínio cognitivo.

Os pesquisadores destacam que o estudo foi realizado em animais e que ainda será necessário investigar se o mesmo mecanismo ocorre em humanos. Mesmo assim, os resultados reforçam a importância da comunicação entre intestino e cérebro e podem contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias para preservar a memória e a função cognitiva, inclusive em doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.

Por toda a história, o nosso planeta já passou por algumas catástrofes que moldaram a vida, como extinções em massa e erupções vulcânicas de grandes proporções. Segundo um novo estudo, todos esses desastres não ocorrem de forma aleatória, mas sim por meio de um ciclo geológico de cerca de 27,5 milhões de anos.

A afirmação faz parte de uma investigação feita pelo geólogo Michael Rampino, da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos. Na pesquisa, ele revisitou dados de 89 grandes eventos geológicos que aconteceram nos últimos 260 milhões de anos e utilizou idades geológicas atualizadas e análises estatísticas para chegar às conclusões. Os resultados foram publicados na revista Evolving Earth em meados de maio.

Foram consideradas extinções marinhas em massa, eventos de falta de oxigênio nos oceanos, derramamento de lava de baixa viscosidade, flutuações do nível do mar, extinções de tetrápodes terrestres, mudanças nas taxas de expansão do assoalho oceânico e pulsos de vulcanismo intraplaca.

A ideia de que os maiores desastres geológicos já vistos na Terra não ocorreram de forma aleatória é antiga e tem sido alvo de debates há décadas. A primeira vez que pesquisadores levantaram a possibilidade de intervalos regulares entre as catástrofes foi em 1980. Pesquisas posteriores também identificaram padrões, no entanto, a hipótese ainda não é unanimidade entre os cientistas.

“Esses resultados corroboram descobertas anteriores de que grandes eventos geológicos de vários tipos são globalmente correlacionados, ocorrem em pulsos e exibem periodicidades subjacentes comuns”, escreve Rampino no artigo.

Segundo o novo estudo, uma catástrofe não causa diretamente a outra. Na verdade, há múltiplos sistemas terrestres que atuam periodicamente, respondendo a processos que ainda não foram descobertos ao longo de milhões de anos.

Rampino também levantou a possibilidade de três fatores impulsionarem o ritmo das catástrofes geológicas a longo prazo: mudanças periódicas na convecção do manto terrestre; a interação entre a superfície e o interior da Terra; ou até pela captura ocasional de matéria escura por parte do nosso planeta.

Ainda não há a confirmação de nenhuma deles, porém a expectativa é que estudos mais profundos sobre o tema revelem mais detalhes e tragam respostas definitivas.

Um dos medicamentos mais esperados entre as canetas emagrecedoras, a retatrutida pode causar perda de 22,6% do peso corporal em 80 semanas (6,6 anos). De acordo com dois novos estudos divulgados pela farmacêutica Eli Lilly, o remédio é eficaz para tratar pacientes com obesidade grave e doença cardiovascular, e indivíduos com diabetes tipo 2 associada à obesidade.

Os dois grupos são considerados difíceis de tratar e apresentaram bons resultados no estudo de fase 3. No estudo com diabéticos, foram testadas três doses diferentes do medicamento — na maior delas, de 12 mg, a perda média foi de 20,8% em 80 semanas.

Já no estudo que lidou com indivíduos com doença cardiovascular com ou sem diabetes, a perda de peso chegou a 22,6% durante o período.


O que é a retatrutida


Apesar de já ser famosa e comercializada na internet e no Paraguai, a retatrutida ainda está em fase de testes e não há autorização para comercialização oficial em nenhum lugar do mundo. A fabricante pretende entrar com o primeiro pedido em 2027, nos Estados Unidos. A Anvisa considera falsificações as canetas que são vendidas com o nome.

Pela primeira vez no mundo uma equipe médica da Clínica Oftalmológica Universitária do Hospital Molinette, em Turim, na Itália, fez uma cirurgia de autotransplante que devolveu a visão a uma mulher de 67 anos, que não enxergava há mais de cinco anos.

Segundo o professor Michele Reibaldi, diretor da Clínica Oftalmológica de Molinette, o procedimento transplantou de um olho para outro da paciente o segmento anterior completo do olho – parte frontal do globo ocular: córnea, íris, corpo ciliar e cristalino, e a porção central da retina, mácula lútea.

Conforme nota divulgada no site oficial do hospital, a paciente havia perdido a visão total após sofrer um acidente grave de carro, o qual trouxe danos irreversíveis ao nervo óptico do olho esquerdo. Com a lesão ocular, o olho ficou incapaz de transmitir luz ao cérebro, apesar das estruturas permanecerem saudáveis. Já o olho direito da paciente, já afetado por uma degeneração macular – doença que afeta a parte central da retina, quando sofreu o trauma severo teve o comprometendo da retina e da transparência da córnea. Devido à destruição ocular que continha uma parte da célula-tronco, era impossível um transplante convencional.

“Utilizando tecido saudável, porém disfuncional, do olho esquerdo, os médicos removeram e transferiram para o olho direito um bloco anatômico completo, composto pela córnea, esclera, conjuntiva e, pela primeira vez no mundo, a porção central da retina (a mácula). Essa “transferência” biológica permitiu a reconstrução de um olho funcional a partir dos dois olhos comprometidos”, diz a nota.

Após a cirurgia, a paciente está respondendo bem ao pós-operatório. Os exames clínicos confirmaram também o sucesso do procedimento. “Este procedimento representa uma nova fronteira na cirurgia oftalmológica”, afirma Reibaldi na nota. “Agora, aguardamos para ver como a retina transplantada funcionará, mas os resultados iniciais são encorajadores. Uma maratona cirúrgica extremamente complexa, com duração de quase seis horas”, acrescentou.

A partir desta terça-feira (28/7), é possível fazer chamadas de vídeo e áudio pelo WhatsApp Web, versão do aplicativo de mensagens utilizada no computador. Com a mudança, a página ganha novidades, incluindo uma nova aba direcionada para ligações.

Veja como fazer uma ligação de vídeo ou áudio pelo WhatsApp Web:

Segundo a plataforma, a atualização está sendo liberada aos poucos e ficará disponível para todos os usuários em breve.

As vacinas já utilizadas contra a variante Zaire do vírus ebola podem oferecer uma proteção parcial contra o vírus Bundibugyo, responsável por surtos registrados atualmente na República Democrática do Congo e em Uganda.

Um estudo publicado em 22 de julho no New England Journal of Medicine mostrou que esses imunizantes são capazes de estimular a produção de anticorpos que também reconhecem essa variante, embora ainda não haja confirmação de que isso seja suficiente para prevenir a doença.

A descoberta pode ser importante porque, até o momento, não existe uma vacina licenciada especificamente para o vírus Bundibugyo. Como o desenvolvimento de um novo imunizante leva anos, pesquisadores investigam se as vacinas já disponíveis podem ser utilizadas enquanto uma alternativa específica não chega.

Na última quarta-feira (22/7), a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um balanço sobre o surto de ebola declarado em maio na República Democrática do Congo. Segundo a entidade, o país já confirmou 2.473 casos da doença e 999 mortes. Em Uganda, foram registrados 20 casos e duas mortes.

Como o estudo foi feito

Para avaliar se as vacinas existentes poderiam provocar uma resposta contra o vírus Bundibugyo, os pesquisadores analisaram 179 amostras de sangue coletadas anteriormente em um grande estudo realizado na África Ocidental.

As amostras pertenciam a adultos e crianças que haviam recebido um dos dois esquemas de vacinação licenciados contra o ebola Zaire. Os cientistas avaliaram a resposta imunológica 28 dias e três meses após a aplicação das vacinas.

Em vez de vacinar novos participantes, a equipe utilizou um teste laboratorial capaz de verificar se os anticorpos produzidos após a vacinação também conseguiam reconhecer proteínas presentes na superfície do vírus Bundibugyo.

Os resultados mostraram que ambos os esquemas vacinais estimularam a produção de anticorpos capazes de reconhecer o vírus Bundibugyo. A resposta foi menor do que aquela observada contra a variante Zaire, para a qual as vacinas foram desenvolvidas, mas permaneceu detectável.

No caso da vacina rVSV, esses anticorpos foram identificados 28 dias após a vacinação e continuaram presentes três meses depois. Já na vacina Ad26.MVA, a resposta aumentou ao longo desse período.

Os pesquisadores explicam que esse fenômeno é conhecido como resposta cruzada, o que significa que anticorpos produzidos para combater uma variante do vírus também conseguem reconhecer outra variante relacionada.

Ainda não é possível saber se pode proteger contra a doença

Apesar dos resultados, os autores destacam que o estudo foi realizado apenas em laboratório. Os experimentos demonstraram que os anticorpos conseguem se ligar ao vírus Bundibugyo, mas ainda não comprovam que essa resposta seja suficiente para impedir a infecção ou evitar casos graves.

Segundo os pesquisadores, serão necessários novos estudos e ensaios clínicos para confirmar se as vacinas já armazenadas em estoques internacionais podem ser utilizadas durante surtos provocados por essa variante.

Como ocorre a transmissão

Acredita-se que o vírus ebola seja transmitido inicialmente de morcegos frugívoros para seres humanos por meio do contato com animais infectados ou com seus fluidos corporais. Depois que a infecção se instala, o vírus também pode ser transmitido entre pessoas pelo contato com sangue e outros fluidos corporais.

A doença costuma apresentar sintomas semelhantes aos de uma gripe, como febre, dores no corpo e mal-estar. Nos casos mais graves, pode provocar hemorragias, choque e falência de múltiplos órgãos. Como profissionais de saúde mantêm contato direto com pacientes infectados, também fazem parte dos grupos mais expostos durante os surtos.

Imagens de câmeras instaladas na residência do casal Nayane Gaspar Araújo e Ednilson Jonas podem ajudar a polícia a esclarecer a morte da mulher de 28 anos ocorrida em União dos Palmares, na zona da mata alagoana, no fim de semana.

Ela foi encontrada sem vida na manhã de domingo (26), e as forças de segurança estiveram na casa para os primeiros levantamentos do caso. Até o momento a hipótese é de suicídio, mas a família da jovem denunciou um suposto relacionamento abusivo entre os dois.

O que dizem os parentes

A família de Nayane acusou Ednilson de ser o responsável pela morte da mulher, devido à suposta relação conturbada. O casal conviveu por 12 anos e tinha desavenças frequentes, conforme o relato dos parentes.

"O marido dela chegou às 10h na minha casa, perguntei se foi verdade. E ele disse que foi. Eu perguntei: que horas? Aí ele disse que foi de meia-noite para 1h (de domingo). Eles tiveram uns conflitos, discussões, e ele me falou que ela vinha sofrendo com depressão. Mas qual era a dele? Procurar ajuda para ela ou chegar pra gente como familiar para que a gente procurasse e tirasse ela dessa vida. Mas ele nunca falou para a gente", disse Dayane, irmã da vítima, em entrevista ao Portal BR-104.

A familiar também informou que o cunhado não procurou a família logo depois de encontrar o corpo de Nayane. Segundo ela, os parentes queriam estar na residência do casal e informar aos policiais militares sobre a briga dos dois no dia anterior.

"Ele foi dormir na casa da mãe dele e deixou minha irmã sozinha em casa. E chegou a um ponto desse. Ele encontrou ela morta às 7h da manhã e por que só às 10h veio avisar à família? Os policiais perguntaram se ela tinha família. E ele disse que tem. Disseram: então ligue. Ele não ligou. Eu queria dizer o que tinha acontecido no dia anterior. Mas aí chegou ao ponto da minha irmã tirar a vida dela tão jovem, com 28 anos. Ela não teve coragem de pedir ajuda, mas eu vou até o fim. Ele sabia que a minha irmã estava sofrendo e não veio até os familiares", disse aos prantos.

Esposo nega violência

Ednilson nega ter praticado violência contra a esposa. Segundo o advogado de defesa dele, Alexandre Lima, o casal passou o dia de sábado (25) em harmonia, porém no fim do dia voltou a ter um desentendimento, o que teria sido uma discussão verbal entre os dois.

Ainda de acordo com o advogado, Ednilson e Nayane, nesse momento, optaram pelo fim da relação e o homem deixou a casa por volta das 23h de sábado, para dormir na casa da mãe.

O advogado reforçou que as imagens captadas por câmeras na residência mostraram essa movimentação, da saída de Ednilson até o retorno dele no domingo pela manhã, período do dia em que Naiane foi encontrada morta.

O TNH1 conseguiu imagens da câmera de segurança. Veja abaixo:

"O casal conviveu por 12 anos, e teve discussão e diferenças normais, como em toda relação. Na noite anterior, eles tinham decidido pela separação e a Nayane ceifou a própria vida. No domingo de manhã ele encontrou a cena. As imagens das câmeras estavam em aplicativo no celular dela e já foram encaminhadas para análise da polícia. O que aconteciam era desavenças mútuas, entre os dois, por causa de ciúmes", disse o advogado.

Invasão de residência

Na noite dessa segunda-feira (27), Ednilson teve a casa invadida e objetos levados. O portão da casa foi depredado e tudo foi revirado enquanto o homem não estava no local. Ainda não se sabe quantas pessoas entraram no imóvel.

TNH1 procurou o delegado Humberto Cassiano e ele confirmou que as investigações, até o momento, apontam para o suicídio da jovem. ”Até o momento não há conclusão pericial sobre existência de sinais de violência”, afirmou.

Na manhã desta terça-feira (28), o terapeuta de Nayane foi intimado para prestar depoimento à polícia. O caso segue sob investigação.

Um ambulante suspeito de cobrar R$ 8,5 mil de um turista polonês por uma caipirinha, na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi preso em flagrante, nesta segunda-feira, por policiais da Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat). Geovani Moisés da Silva dos Santos foi localizado na altura do Posto 3.

A vítima relatou que o autor ofereceu uma caipirinha por R$ 40. O pagamento foi feito com um cartão de crédito. Minutos depois de a transação ser feita, o estrangeiro constatou uma cobrança no valor de R$ 8,5 mi. Além disso, foram registradas outras três tentativas de transações recusadas que, somadas, ultrapassavam R$ 34 mil.

De posse das características dos envolvidos, os policiais identificaram e abordaram o autor, que foi reconhecido pela vítima. De acordo com a Polícia Civil, Geovani tem passagens criminais por porte de drogas. Ele foi levado para a sede da Deat e autuado em flagrante por estelionato.

Caso anterior

No último dia 19, a Deat já havia realizado uma prisão por um crime semelhante, também na Praia de Copacabana. Na ocasião, Wellington Tavares Gomes Cardoso foi apontado como responsável por aplicar o chamado "golpe da maquininha" contra um turista francês. Segundo a Polícia Civil, o ambulante ofereceu duas caipirinhas por R$ 80, mas afirmou que não poderia receber o pagamento em dinheiro, aceitando apenas cartão de crédito. Após a compra, a vítima constatou que havia sido cobrada em R$ 8.246,40, em vez dos R$ 80 combinados.

Em depoimento na Deat, o suspeito negou ter aplicado o golpe, segundo a delegada Patrícia Alemany, titular da especializada. Anda de acordo com a policial, ele teve a prisão em flagrante mantida e foi encaminhado à Polinter, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Marquito anunciou nesta terça-feira (28) sua candidatura a deputado estadual em São Paulo.
Marquito está internado em hospital de reabilitação. Ele sofreu um acidente em fevereiro após sofrer mal súbito enquanto pilotava sua moto na Vila Gustavo, na zona norte de São Paulo. Em abril, saiu do hospital e iniciou a reabilitação.

Ele caiu na via e foi atingido por outra motocicleta, conduzida por um enfermeiro. O profissional prestou os primeiros socorros imediatamente, realizou manobras de reanimação ainda no local e acionou o Samu. Marquito teve ferimentos no rosto, quebrou uma costela e passou por duas cirurgias na coluna.

O humorista citou o acidente em seu anúncio de candidatura. "Passei por um acidente que poderia ter encerrado minha história ali. Mas não encerrou. E hoje, quando olho pra trás, entendo que não foi coincidência. Deus tinha um propósito para mim que eu ainda não tinha enxergado por completo", diz o texto postado no Instagram.

No post, ele relembra seu mandato como vereador, entre 2012 e 2016. Marquito não divulgou o partido pelo qual vai concorrer ao cargo na Alesp. Em 2024, ele se candidatou a vereador pelo Republicanos.

Sentir algum desconforto durante a menstruação pode fazer parte da vida. O que não deveria ser considerado normal é precisar faltar ao trabalho, cancelar compromissos, deixar de estudar ou depender de analgésicos fortes todos os meses para suportar a dor.

Mesmo assim, milhões de mulheres convivem durante anos com esses sintomas antes de descobrir que têm endometriose. O diagnóstico da doença ainda demora, em média, cerca de sete anos. Nesse período, a inflamação continua evoluindo e pode afetar não apenas a qualidade de vida, mas também a fertilidade. Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as possibilidades de controlar seus efeitos e preservar a saúde reprodutiva.

Dor intensa nunca deveria ser encarada como algo normal

A endometriose ocorre quando um tecido semelhante ao que reveste o interior do útero cresce fora dele, provocando um processo inflamatório crônico.

As manifestações variam de uma mulher para outra, mas os sintomas mais frequentes incluem cólicas menstruais intensas, dor pélvica persistente, dor durante a relação sexual, dor para evacuar ou urinar durante o período menstrual e dificuldade para engravidar.

O grande problema é que essas queixas ainda são frequentemente banalizadas. Muitas mulheres crescem ouvindo que “cólica faz parte da vida” ou que a dor é uma característica natural da menstruação. Essa normalização contribui diretamente para o atraso no diagnóstico.

A fertilidade pode ser preservada, mas o tempo faz diferença

Receber o diagnóstico de endometriose não significa que a mulher seja estéril. A doença é uma causa importante de infertilidade, mas isso não significa que a gravidez seja impossível.

A inflamação provocada pela endometriose pode favorecer aderências nas trompas, comprometer a função dos ovários e dificultar o encontro entre óvulo e espermatozoide. Em alguns casos, também surgem os endometriomas, cistos ovarianos que podem reduzir a reserva ovariana.

Ainda assim, muitas mulheres conseguem engravidar espontaneamente. Outras podem se beneficiar do tratamento clínico, da cirurgia ou das técnicas de reprodução assistida.

O fator tempo, porém, faz diferença. Quanto mais cedo a doença é diagnosticada, maiores são as oportunidades de preservar a fertilidade e planejar a gestação da forma mais adequada.

Hoje o tratamento começa com uma pergunta diferente

A medicina também mudou a maneira de tratar a endometriose. Hoje, a decisão não se baseia apenas na extensão da doença, mas principalmente no projeto de vida da paciente. Ela deseja engravidar em breve? Quer aliviar principalmente a dor? Já teve filhos? Pretende engravidar no futuro? Essas respostas orientam a escolha do tratamento.

Em algumas mulheres, o controle clínico dos sintomas é suficiente. Em outras, a cirurgia pode ser a melhor estratégia. Há ainda pacientes para as quais o encaminhamento precoce para reprodução assistida representa o caminho mais indicado.

Por isso, duas mulheres com endometriose semelhante podem receber tratamentos completamente diferentes.

Nem toda cirurgia é a melhor solução

Outro conceito importante é que cirurgia e cura não são sinônimos. Embora seja uma ferramenta fundamental em muitos casos, ela precisa ser cuidadosamente indicada. Procedimentos repetidos sobre os ovários podem comprometer a reserva ovariana, enquanto cirurgias realizadas sem uma indicação bem estabelecida nem sempre aliviam os sintomas ou melhoram as chances de gravidez.

A decisão deve considerar fatores como idade, intensidade da dor, localização das lesões, reserva ovariana e desejo reprodutivo da paciente. Mais importante do que operar é indicar a cirurgia no momento certo e com objetivos bem definidos.

O maior risco é acreditar que ‘não tem jeito’

O maior desafio da endometriose continua sendo o atraso no diagnóstico. Quanto mais tempo a doença permanece sem tratamento, maiores são as chances de progressão das lesões, de impacto sobre a fertilidade e de prejuízo à qualidade de vida.

Ao mesmo tempo, os avanços da medicina permitem afirmar que existem diferentes estratégias para controlar os sintomas, preservar a fertilidade e ajudar muitas mulheres a realizar o desejo de engravidar.

Vale dizer que dor intensa não deve ser encarada como parte normal da menstruação. Ouvir o próprio corpo e procurar avaliação especializada diante de sintomas persistentes pode fazer toda a diferença no futuro reprodutivo e na qualidade de vida.

O banho quente costuma ser um momento de relaxamento, especialmente nos dias frios, mas o hábito pode trazer consequências para a saúde da pele. Embora a água em alta temperatura não seja uma causa direta do envelhecimento, especialistas alertam que a exposição frequente ao calor excessivo compromete a barreira de proteção natural do organismo, favorecendo o ressecamento, a inflamação e a perda de elasticidade ao longo do tempo.

Com a barreira cutânea fragilizada, a pele perde água com mais facilidade e fica mais vulnerável à ação de agentes externos. O resultado pode ser o surgimento de linhas finas, aspecto opaco, sensibilidade e agravamento de doenças dermatológicas, tornando os sinais do envelhecimento da pele mais evidentes.

Segundo a dermatologista Andressa Vargas, que atende no Rio Grande do Sul, a principal consequência do banho muito quente é a remoção dos lipídios responsáveis por proteger a pele e manter sua hidratação natural.

“A água muito quente remove os lipídios que formam a barreira cutânea, aumentando a perda de água pela pele. Como consequência, surgem ressecamento, sensibilidade, descamação e maior suscetibilidade a irritações”, explica a especialista.

A médica destaca que esse efeito pode ocorrer em qualquer pessoa, mas tende a ser mais intenso quando o hábito é frequente e prolongado.

Alguns grupos sofrem mais com os efeitos

Quem já apresenta uma barreira cutânea naturalmente mais delicada precisa ter atenção redobrada. Crianças, idosos e pessoas com dermatite atópica, psoríase, rosácea ou pele sensível estão entre os grupos que mais sofrem com a água muito quente.

De acordo com a dermatologista Camila Sampaio Ribeiro, da Clínica InDerm, em Salvador, esses pacientes podem notar rapidamente os efeitos do calor excessivo sobre a pele.

“Os primeiros sinais costumam ser ressecamento persistente, sensação de repuxamento logo após o banho, descamação, coceira e aumento da sensibilidade. Em algumas pessoas, também podem surgir vermelhidão, pequenas fissuras, irritação e piora de doenças como dermatite e psoríase”, afirma.

Como proteger a pele durante o banho

Os cuidados para evitar o envelhecimento da pele começam pela temperatura da água. As especialistas recomendam banhos mornos, entre aproximadamente 34 °C e 37 °C, com duração de cinco a 10 minutos, podendo chegar a, no máximo, 15 minutos.

Também se deve evitar o uso excessivo de sabonetes, principalmente os mais agressivos, secar a pele sem esfregar a toalha e aplicar um hidratante logo após o banho, enquanto a pele ainda está levemente úmida. Esses hábitos ajudam a restaurar a barreira cutânea, reduzir a perda de água e preservar a hidratação, contribuindo para manter a pele saudável e minimizar os efeitos relacionados ao envelhecimento da pele.

Comuns em diversas regiões do Brasil, os escorpiões encontram nas áreas urbanas condições favoráveis para sobreviver e se reproduzir. Ambientes escuros, frestas, acúmulo de materiais e a presença de baratas, principal fonte de alimento dos animais, aumentam as chances de eles aparecerem nas residências.

Segundo o zoologista Fabricio Escarlate, professor do Centro de Ensino Unificado de Brasília (Ceub), o escorpião-amarelo é uma espécie que se adaptou bem às transformações provocadas pelo ser humano nas cidades. “Ele se beneficia das modificações que fazemos no ambiente, encontrando abrigo e alimento nas áreas urbanas”, explica.

A presença de escorpiões é perigosa, principalmente para crianças e idosos, e deve ser avaliada com cuidado. A boa notícia é que algumas medidas simples podem diminuir o risco de encontrar os animais em casa.

Limpeza reduz o alimento dos escorpiões

Embora a limpeza não elimine os escorpiões, ela dificulta a permanência deles ao reduzir a oferta de alimento. A especialista em limpeza Vanessa Moia Martins, da Ecoville, orienta manter cozinhas, despensas, lavanderias e áreas de serviço sempre higienizadas, além de armazenar alimentos em recipientes fechados e manter o lixo tampado.

“A limpeza ajuda a evitar a proliferação de insetos, principalmente baratas, que são a principal fonte de alimento dos escorpiões”, destaca.

Também é importante limpar periodicamente caixas de gordura, tubulações e ralos e, sempre que possível, instalar telas de proteção nesses locais.

Organização elimina esconderijos

Além da limpeza, a organização dos ambientes é outra aliada na prevenção aos escorpiões. Depósitos, garagens, sótãos, lavanderias e quintais com entulho, folhas secas, restos de poda, madeiras, telhas ou materiais de construção podem servir de abrigo para os animais.

Segundo Escarlate, os escorpiões procuram locais protegidos, escuros e com pouca movimentação. Buracos em tijolos, frestas e rachaduras oferecem um microambiente favorável para sua permanência.

Por isso, especialistas recomendam retirar objetos sem uso, evitar o acúmulo de materiais e manter quintais e jardins sempre limpos e organizados.

Vede frestas e saiba como agir ao encontrar um escorpião

Outra medida importante é vedar rachaduras, corrigir frestas em paredes e pisos e instalar telas nos ralos para dificultar o acesso dos animais ao interior dos imóveis.

Também vale criar o hábito de verificar calçados, roupas, toalhas e roupas de cama antes do uso, especialmente em regiões onde há registros frequentes de escorpiões.

Caso um animal seja encontrado, a recomendação não é tentar matá-lo. Segundo o zoologista, a atitude aumenta o risco de acidentes, já que o escorpião pode reagir em defesa.

O ideal é isolar o local, conter o animal com um balde ou recipiente, se isso puder ser feito com segurança, e acionar o Centro de Controle de Zoonoses ou o serviço responsável do município para a remoção.

Palmeira dos Índios segue como uma das cidades mais bem iluminadas de Alagoas. Hoje, 100% da zona urbana já conta com a iluminação em LED. Diante dos dados apresentados, a prefeita Tia Júlia lançou o Programa Minha Cidade Iluminada.

“80% da zona rural também já tem LED. À medida que estão sendo feitas as melhorias na zona rural, como a chegada do calçamento, a equipe de Iluminação vai colocando o LED”, explicou Otacízio Temistocles, coordenador do setor de Iluminação Pública.

Tia Júlia comemorou a Programa e falou das expectativas sobre o mesmo. “Em Agosto iremos entregar o calçamento do Canaã, em Palmeira de Fora, e é por lá que vamos iniciar o Programa Minha Cidade Iluminada. A iluminação em LED, além de moderna, deixa o local mais bonito e claro. Em breve, Palmeira estará 100% no LED. Isso é modernidade e economia para a população”, disse a prefeita.

 

infarto, ou ataque cardíaco, é uma das principais emergências médicas e causas de morte no Brasil, com cerca de 300 mil a 400 mil casos registrados anualmente no país, segundo o Ministério da SaúdeEmbora a dor no peito e o formigamento no braço esquerdo sejam alguns dos sintomas clássicos, o cardiologista Roberto Yano reforça que há sinais menos conhecidos que também podem indicar risco elevado de infartocomo indigestão e falta de ar.

Em entrevista à coluna Claudia Meireles, o especialista explica que o organismo pode reagir de diferentes formas antes de um infarto. Segundo ele, esses sintomas menos conhecidos são mais frequentes em mulheres, idosos e pessoas com diabetes.

“O corpo pode emitir sinais mais sutis horas ou até alguns dias antes do infarto”, afirma Yano, ressaltando a importância de reconhecer mudanças no organismo que fogem do habitual.

 

Foto colorida de mulher sentada no chão com a mão no peito - Metrópoles
O infarto acontece quando o fluxo de sangue para o coração para de repente porque uma artéria ficou entupida

Saiba quais sinais menos observados podem indicar risco de infarto

Apesar de a dor intensa no peito continuar sendo um dos sinais mais conhecidos do infarto, ela não está presente em todos os casos. A combinação de sintomas aparentemente inespecíficos pode indicar que o coração já está em sofrimento.

“O maior erro é esperar que apareça apenas a dor clássica. Sempre que houver sintomas persistentes ou associados, especialmente em pessoas com fatores de risco como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, tabagismo ou histórico familiar, o ideal é procurar atendimento imediatamente”, orienta Roberto.

 

Foto colorida de mulher com a mão na cabeça e segurando uma xícara - Metrópoles
Sinais atípicos de infarto, muitas vezes, são confundidos com situações do dia a dia, como estresse

Segundo o médico, muitos sinais atípicos acabam confundidos com situações do dia a dia, como estresse, problemas digestivos ou cansaço.

Roberto Yano ressalta que a falta de conhecimento sobre esses alertas iniciais costuma atrasar a procura por atendimento médico.

“O infarto nem sempre começa de forma dramática. O organismo frequentemente apresenta sinais de que o coração está sofrendo antes da obstrução completa da artéria. Quanto mais cedo a pessoa identifica esses sintomas e procura atendimento, maiores são as possibilidades de reduzir danos ao músculo cardíaco”, aponta.

Cansaço sem explicação

Entre os sintomas que mais dificultam a busca por ajuda está o cansaço sem motivo aparente. Para o médico, a sensação de fadiga intensa após atividades leves ou sem explicação deve ser encarada com atenção.

“Quando o coração começa a ter dificuldade para bombear sangue de forma eficiente, o organismo precisa fazer mais esforço para realizar tarefas simples. Essa sensação incomum de fadiga não pode ser ignorada”, destaca Roberto Yano.

 

Foto colorida de mão feminina segurando uma esponja de lavar louças e um prato branco, sob uma torneira ligada - Metrópoles.
A sensação de fadiga intensa após tarefas simples é um dos indicativos de problemas

Indigestão ou desconforto no estômago

Diferentemente do que muitos pacientes imaginam, a dor relacionada ao infarto nem sempre se manifesta no peito. Um dos sinais atípicos destacados por Roberto Yano ocorre na região do estômago.

“Algumas pessoas relatam sensação de queimação, má digestão, pressão na região do estômago ou desconforto semelhante ao refluxo. Por isso, sintomas digestivos persistentes, principalmente quando acompanhados de outros sinais, merecem atenção”, alerta o médico.

 

médica apontando para uma maquete de estômago. Conceito de cirurgia bariátrica
Alguns pacientes relatam sensação de queimação e má digestão

Dor que muda de lugar

Ao perceber que a dor no peito passou a irradiar para outras regiões do corpo, Roberto Yano é enfático: é preciso procurar atendimento médico.

“Quando o desconforto começa a irradiar para ombros, costas, mandíbula, pescoço ou braços, especialmente o esquerdo, é um sinal de alerta importante. Em algumas situações, a dor alterna entre essas regiões, dificultando sua identificação como um problema cardíaco”, esclarece.

 

Quando a dor no peito irradia para outras regiões o ideal é buscar ajuda profissional

Ansiedade intensa

Em sua prática clínica, Roberto Yano relata que alguns pacientes descreveram um forte sentimento de inquietação, medo ou uma “sensação difícil de explicar de que algo muito ruim estava prestes a acontecer” poucos dias antes do infarto.

Embora a ansiedade possa ter diversas causas, quando surge de forma súbita e acompanhada de outros sintomas físicos, também pode estar relacionada ao sofrimento cardíaco.

“O coração e o cérebro estão intimamente conectados. Alterações cardiovasculares podem provocar respostas importantes do sistema nervoso, fazendo com que algumas pessoas experimentem uma ansiedade intensa pouco antes do infarto”, alerta.

 

Imagem colorida mostra homem branco de cabelos preto com mão no peito - Metrópoles
Alterações cardiovasculares podem provocar respostas importantes do sistema nervoso

Falta de ar

Sentir dificuldade para respirar também pode ser um sinal que antecede o infarto. Segundo Roberto Yano, a falta de ar durante atividades habituais ou até mesmo em repouso merece atenção.

“Isso acontece porque o coração passa a bombear sangue com menos eficiência, comprometendo a oxigenação adequada do organismo”, conclui.

 

Foto colorida de mulher escorada em janela e respiração ofegante - Metrópoles - infarto
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