
As circunstâncias do desaparecimento e da morte do caminhoneiro Wanderson Carlos de Oliveira Lemos, 27 anos, ainda estão cercadas de mistérios. A Polícia Civil de Goiás (PCGO) investiga o caso, com o objetivo de esclarecer as causas.
Após dois dias desaparecido, o homem foi encontrado sem vida preso às ferragens do veículo, em uma ribanceira, na zona rural de Cristalina (GO), no Entorno do Distrito Federal. O corpo foi localizado, na última sexta-feira (24/7), quando familiares que resolveram refazer o trajeto que Wanderson costumava fazer e encontraram o caminhão tombado.
Poucas queixas são tão comuns e tão pouco levadas a sério quanto a dor muscular. Como costuma não aparecer em ressonâncias, ultrassonografias ou exames de sangue, ela acaba rotulada como “dor menor”, daquelas que passam sozinhas. Quem convive com ela sabe que não é bem assim: atrapalha o sono, o trabalho, o treino, o humor e até a confiança no próprio corpo.
Suas origens são muitas: do esforço mal dosado e do movimento repetitivo ao estresse, ao sono ruim, à inflamação sistêmica, a infecções e a doenças crônicas como a fibromialgia. Por isso, antes de tratar, é preciso entender a história – quando começou, onde dói, para onde irradia, o que faz piorar, se há fraqueza, inchaço ou febre. Em quadros simples, ajustar a carga, descansar, dormir bem, hidratar-se e voltar ao movimento aos poucos, com apoio da fisioterapia e da medicação quando indicada, já resolve boa parte. Mas nem toda dor é assim.
Na dor aguda, as lesões musculares pedem atenção especial. Às vésperas de uma Copa, as lesões dos atletas nos lembram de algo que vale para todos: o músculo precisa cicatrizar bem antes de voltar a acelerar, saltar e frear. Neste caso, sim, os exames de imagem mostram o grau da lesão e direcionam o tratamento, em princípio conservador: proteger, controlar a dor, recuperar mobilidade e força e só então liberar o retorno. Aliviar a dor não é o mesmo que estar pronto para a carga máxima.
É aqui que a medicina regenerativa deve entrar com maturidade. O plasma rico em plaquetas (PRP) vem sendo estudado nas lesões agudas e, em casos selecionados, pode encurtar o retorno ao esporte, embora a evidência ainda peça cautela. O plasma pobre em plaquetas (PPP) também desperta interesse, com uso clínico menos definido. O propósito não é estimular a qualquer custo, e sim regenerar com qualidade: tecido funcional, alinhado e resistente, que devolva segurança ao movimento.
Quando a dor se cronifica, como na síndrome dolorosa miofascial, entram em cena pontos-gatilho, bandas tensas, um sistema nervoso sensibilizado e fáscias alteradas – esses tecidos que envolvem músculos, nervos e vasos. Horas sentado, telas, sedentarismo e estresse perpetuam o quadro. O diagnóstico é sobretudo clínico: depende de uma boa escuta e de mãos que examinam e localizam com precisão.
Seja na lesão aguda ou na dor que se arrasta, o tratamento será sempre multimodal: educação, exercício, ergonomia, terapia manual, sono, manejo do estresse e correção dos fatores metabólicos que alimentam a dor, somados, quando preciso, a agulhamento, infiltrações, hidrodissecção fascial, toxina botulínica ou terapias regenerativas. A dor muscular não merece ser banalizada. Entendida a fundo e tratada a sério, ela quase sempre pode ser superada.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de cinco novos medicamentos injetáveis à base de semaglutida, conhecidos como canetas emagrecedoras. Os fármacos são indicados para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (29/7).
Os novos dispositivos injetáveis foram autorizados para uso complementar a dieta e exercícios.
Os medicamentos são:
A semaglutida atua como se fosse um hormônio produzido no intestino, o GLP1. Ela melhora o funcionamento da insulina no organismo, o que leva a uma sensação maior de saciedade após as refeições.
Desde junho de 2025, as farmácias precisam reter as receitas médicas para a venda dos agonistas de GLP-1. No ano passado, a Anvisa também proibiu a prescrição de versões manipuladas desses medicamentos.

Ao menos três cidades do Rio Grande do Sul foram atingidas por um tornado no início da noite dessa terça-feira (28/7). De acordo com Defesa Civil do estado, o tornado atingiu o interior dos municípios de Giruá, Sete de Setembro e Senador Salgado Filho.
O tornado ocorreu após uma sequência de tempestades que já havia provocado estragos em diferentes regiões
do Rio Grande do Sul. As ocorrências causadas pelo fenômeno ainda são contabilizadas pelas autoridades locais.
Segundo a prefeitura de Giruá, as informações preliminares indicam que residências sofreram danos severos, com feridos. Ainda foram registradas quedas de árvores e prejuízos envolvendo animais.
O tornado atingiu principalmente as comunidades de Rincão dos Coimbras, Rincão dos Mellos, Rincão dos Ribeiros, Amaral e Melgarejo.
Segundo o Centro de Monitoramento da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, com base nos dados de radar, o tornado ocorreu por volta de 18h25, associado a uma supercélula, um tipo de tempestade que tem uma corrente ascendente giratória.
As supercélulas, geralmente, causam granizo de grande tamanho e rajadas de vento intensas, e, em algumas ocasiões, tornados.
O órgão emitiu, pela noite, “alerta muito alto” para inundação do Rio Taquari entre as cidades de Lajeado e Cruzeiro do Sul, com validade até às 12h desta quarta-feira (29/7).
Segundo levantamento da Defesa Civil estadual, ao menos 30 municípios reportaram danos relacionados às fortes chuvas na última semana.
Durante o maior evento brasileiro de Nutrição Estética e Saúde da Mulher, uma frase chamou minha atenção e resume perfeitamente uma preocupação que cresce entre os profissionais da saúde:
"Quando o emagrecimento não preserva músculo, osso e saúde, ele deixa de ser emagrecimento e passa a ser envelhecimento."
Os análogos do GLP-1, popularmente conhecidos como "canetas emagrecedoras", representam um dos maiores avanços no tratamento da obesidade dos últimos anos. Quando bem indicados e acompanhados, eles podem transformar a saúde de muitas pessoas, reduzindo peso, melhorando o controle glicêmico e diminuindo o risco de diversas doenças.
No entanto, o medicamento, sozinho, não garante um emagrecimento saudável.
A perda de peso acelerada pode vir acompanhada de uma perda significativa de massa muscular e, em alguns casos, até de massa óssea. É justamente isso que explica por que algumas pessoas percebem mais flacidez corporal, perda de volume facial e um aspecto mais envelhecido após emagrecer.
O problema não é o medicamento em si. O problema é quando o tratamento acontece sem estratégia.
Um bom acompanhamento nutricional busca garantir ingestão adequada de proteínas, vitaminas e minerais, além de ajustar a alimentação para que o organismo utilize preferencialmente a gordura como fonte de perda, preservando ao máximo a massa muscular.
Da mesma forma, o treinamento de força é indispensável durante esse processo. Músculos são fundamentais para manter o metabolismo ativo, preservar a funcionalidade, proteger os ossos e favorecer um envelhecimento saudável.
Outro ponto importante é lembrar que esses medicamentos não são indicados para todas as pessoas. Sua utilização deve ser individualizada e acompanhada pelo médico, enquanto a alimentação e a estratégia nutricional precisam ser conduzidas por um nutricionista.
O verdadeiro sucesso de um tratamento não está apenas no número que aparece na balança. Está em reduzir gordura corporal, preservar músculos, proteger os ossos e melhorar a saúde como um todo.
Emagrecer não deve significar envelhecer. Quando o processo é bem conduzido, é possível reduzir gordura corporal, cuidar da saúde e envelhecer com mais saúde e qualidade de vida.
Muito comum no inverno e no tempo seco, a gripe costuma melhorar em poucos dias com repouso e hidratação. Em algumas pessoas, porém, a infecção pode evoluir para pneumonia, uma complicação que aumenta o risco de internação e pode exigir tratamento imediato.
A evolução acontece quando o vírus provoca lesões nas vias respiratórias ou alcança diretamente os pulmões, favorecendo a entrada de bactérias. Idosos, crianças pequenas, gestantes, pessoas com doenças crônicas e pacientes imunossuprimidos estão entre os grupos mais vulneráveis.
Segundo o pneumologista Fabricio Sanches, do Hospital Santa Lúcia (HSL), em Brasília, a gripe normalmente fica restrita às vias aéreas superiores, mas o vírus pode comprometer as defesas naturais do organismo e abrir caminho para infecções mais graves.
“O patógeno causa uma lesão no tecido respiratório e altera temporariamente o sistema imune local. Isso facilita a adesão e a proliferação de bactérias que já habitam nossas vias aéreas”, explica.
Além da chamada pneumonia bacteriana secundária, alguns pacientes podem desenvolver pneumonia viral, quando o próprio vírus atinge o tecido pulmonar. O risco é maior entre idosos, crianças menores de 2 anos, gestantes, pessoas com doenças pulmonares, diabetes, doenças cardíacas, insuficiência renal, pacientes em tratamento oncológico, transplantados, pessoas vivendo com HIV e fumantes.
A infectologista Gabriela Leite Camargo, do Pró-Cardíaco, da Rede Américas, explica que é importante ficar atento ao desenvolvimento da infecção.
“Chamamos atenção ao chamado ‘duplo agravamento’: o paciente melhora da gripe por alguns dias e, em seguida, volta a apresentar febre, piora da tosse e do estado geral. Este é um quadro sugestivo de pneumonia bacteriana secundária”, afirma.
Outros sintomas que exigem avaliação médica incluem falta de ar, dor no peito ao respirar ou tossir, febre persistente ou que retorna após um período de melhora, tosse com aumento da secreção, queda da saturação de oxigênio e confusão mental, principalmente em idosos.
Para o pneumologista William Schwartz, do Hospital Santa Lúcia (HSL), em Brasília, a prevenção continua sendo a estratégia mais eficaz para reduzir o risco de pneumonia após uma gripe.
“Tudo começa com a vacinação. A vacina da gripe todo ano reduz a chance de complicações e fortalece o organismo contra formas graves da doença”, lembra.
Além da imunização anual contra o influenza, especialistas recomendam que os grupos indicados mantenham a vacinação contra o pneumococo em dia. Também faz diferença controlar doenças crônicas, evitar o tabagismo, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física, dormir bem e procurar atendimento médico diante de sintomas persistentes ou piora do quadro respiratório.
A redução da visão costuma estar relacionada a doenças oftalmológicas comuns, como catarata, glaucoma, problemas de refração ou alterações na retina. Em situações menos frequentes, porém potencialmente graves, o sintoma também pode indicar um aneurisma cerebral, especialmente quando surge de forma súbita ou vem acompanhado de dor de cabeça intensa, visão dupla, queda da pálpebra ou alterações na pupila.
Segundo especialistas, aneurismas próximos ao nervo óptico ou às estruturas responsáveis pela visão podem comprimir os tecidos e comprometer o funcionamento visual. Embora essa seja uma causa rara, reconhecer os sinais de alerta é essencial para aumentar as chances de preservar a visão e evitar complicações graves, como a ruptura do aneurisma.
O neurocirurgião Feres Chaddad, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), explica que aneurismas localizados na artéria oftálmica merecem atenção especial por estarem muito próximos do nervo óptico.
À medida que o aneurisma cresce, ele pode comprimir o nervo, provocando perda progressiva da visão, alterações no campo visual e, em alguns casos, visão dupla. Se houver rompimento, o sangramento pode causar piora visual súbita e representar risco de morte.
“Se o tratamento for feito antes de o nervo óptico sofrer dano grave, as chances de manter ou até melhorar a visão são boas”, afirma Chaddad.
Além da perda visual, especialistas alertam para sintomas como dor atrás dos olhos, áreas escuras no campo de visão e dor de cabeça extremamente intensa associada às alterações visuais. As situações exigem atendimento médico imediato.
O neurocirurgião Victor Hugo Espíndola, que atende em Brasília, ressalta que aneurismas pequenos geralmente não provocam sintomas e que a maioria dos casos de redução da visão possui explicações muito mais comuns.
Problemas como catarata, glaucoma, doenças da retina, complicações do diabetes, enxaqueca com aura e até acidente vascular cerebral aparecem com muito mais frequência entre os diagnósticos de alterações visuais.
“O que deve aumentar a preocupação é uma alteração visual nova, súbita, progressiva ou diferente do padrão habitual, principalmente quando acompanhada de dor de cabeça intensa, visão dupla, queda da pálpebra ou alteração da pupila”, explica Espíndola.
A investigação começa com avaliação neurológica e oftalmológica completa, incluindo exame da acuidade visual, campo visual, pupilas, movimentação ocular e fundo de olho.
Quando existe suspeita de aneurisma, exames como angiotomografia, angiorressonância e, em casos específicos, angiografia cerebral ajudam a confirmar o diagnóstico. Se houver suspeita de ruptura, a tomografia de crânio costuma ser o primeiro exame solicitado para identificar hemorragia.
Os especialistas explicam que pessoas com hipertensão arterial, tabagismo, histórico familiar de aneurisma cerebral, doenças genéticas do tecido conjuntivo e doença renal policística apresentam maior risco para desenvolver aneurismas. Mulheres e adultos acima dos 40 anos também fazem parte do grupo com maior incidência.
O aneurisma pode ser tratado por cirurgia para colocação de um clipe na base da lesão ou por técnicas endovasculares, realizadas por dentro dos vasos sanguíneos. A escolha depende da localização, do tamanho e das características do aneurisma, que não pode estar rompido.
Quanto mais cedo o diagnóstico for realizado, maiores são as chances de preservar a visão e evitar danos permanentes ao nervo óptico, além de reduzir o risco das complicações decorrentes da ruptura do aneurisma.
Um homem foi preso no bairro Clima Bom, em Maceió, por lesão corporal contra a mulher, na madrugada desta quarta-feira (29). Ele é suspeito de agredir a própria companheira após uma discussão motivada pelo volume do som de um aparelho.
A vítima abordou os policiais em uma rua próxima da residência dela e relatou que havia sido agredida com socos pelo marido, e que ele estava embriagado. Segundo ela, a violência aconteceu após uma briga pelo uso do som na casa.
Os militares seguiram até o imóvel e encontraram o suspeito. Ele confirmou que houve uma discussão com a esposa, mas negou as agressões. O homem foi conduzido à Central de Flagrantes.
Conforme a PM, o uso de algemas foi necessário durante o transporte para garantir a segurança da equipe e do próprio suspeito, já que a viatura não possuía cápsula de retenção.
Após os procedimentos, ele permaneceu preso, autuado pelo crime de lesão corporal contra a mulher no contexto de violência doméstica.
Outro caso registrado na madrugada
Outra ocorrência de violência doméstica também foi registrada na madrugada desta quarta-feira (29). Um homem foi preso no bairro Ponta da Terra suspeito de agredir fisicamente a companheira.
De acordo com a polícia, no local, a vítima relatou que tinha sido agredida na cabeça pelo autor, além de sofrer duas lesões em dois dedos da mão esquerda. No relato também foi dito que outras agressões semelhantes já tinham ocorrido anteriormente.
Diante dos fatos, após constatar que ambos estavam com sinais de embriaguez, a Polícia Militar encaminhou o casal à Central de Flagrantes para as medidas necessárias.
O homem foi autuado pelo crime de lesão corporal contra a mulher em contexto de violência doméstica e familiar, e permaneceu preso à disposição da justiça.
Um homem que passou 27 anos no corredor da morte nos Estados Unidos teve a condenação anulada após um vídeo inédito levantar dúvidas sobre as provas que o condenaram. Jimmie “Chris” Duncan, de 57 anos, foi condenado à pena de morte em 1998 pela morte da enteada, de apenas dois anos. O crime aconteceu em 1993.
Uma investigação da NBC News, contudo, revelou um vídeo que mostra um dentista forense pressionando e raspando um molde dos dentes de Duncan contra a pele da criança em um exame post-mortem.
A revelação altera a principal prova contra Duncan, que eram justamente as marcas de mordidas na menina.
Segundo a versão do homem, ele teria deixado a criança por um momento sozinha durante o banho e, quando voltou, ela teria se afogado. Ele teria tentado reanimá-la, mas não teve sucesso.
Inicialmente, ele foi acusado de homicídio culposo, quando não há intenção de matar. A acusação foi alterada para homicídio em primeiro grau ao serem descobertas as marcas de mordidas. A conclusão da promotoria foi que a criança teria sido agredida e afogada intencionalmente.
“Embora nada possa restituir as décadas roubadas do Sr. Duncan, esta decisão proporciona algum alento a ele, bem como à sua família e aos seus amigos”, disse o Innocence Project, que atuou na defesa de Duncan.
O homem recebeu liberdade provisória em novembro do ano passado após uma primeira decisão favorável. A Suprema Corte da Louisiana confirmou a anulação de sua condenação no fim do mês passado.
A família de uma britânica que viajou aos EUA para ser morta por homem que conhecera em site fetichista, em pacto macabro, rompeu o silêncio e se manifestou após a tragédia, prestando uma homenagem a Sonia Exelby, falecida aos 32 anos.
Sonia foi morta a facadas e enterrada em área de mata no condado de Marion (Flórida, EUA) em 17 de outubro.
Dwain Hall, de 54 anos, é acusado de tirar a vida dela de forma violenta após conhecê-la em um site de fetiches dois anos antes.
Ele se declarou inocente das acusações de sequestro e homicídio e será julgado em novembro. Swain alega que tudo o que aconteceu entre ele e a britânica foi consensual.
Os pais de Sonia divulgaram agora uma homenagem emocionante à filha, descrevendo-a como uma "pessoa verdadeiramente linda, por dentro e por fora".
O texto prossegue:
"Ela tinha uma alma extremamente gentil — tão gentil que escolheu ser vegana, pois não suportava a ideia de qualquer animal sofrer apenas para que ela pudesse se alimentar. Era assim que ela era: bondosa, compassiva e cheia de um amor sereno. Ela era incrivelmente talentosa. Sonia tocava piano com uma facilidade impressionante e, quando cantava, tinha voz de anjo. Estar perto dela era algo especial; ela transmitia uma calma e um calor humano que tornavam tudo mais leve. Sonia era uma daquelas pessoas raras que faziam você se sentir totalmente à vontade para ser quem realmente é.
Ela nunca julgava nem criticava; simplesmente aceitava as pessoas como elas eram e as amava por isso. Isso é algo que muitos de nós levaremos conosco para sempre. É muito importante para nós que você seja lembrada pela vida que viveu. Você foi profundamente amada e sempre será profundamente amada. Sentimos sua falta mais do que as palavras podem expressar. Nós amamos você demais, sempre e para sempre."
Uma de suas melhores amigas também se manifestou e escreveu que "nunca conheceu uma alma com um coração maior ou mais puro, e ninguém me fazia sentir tão compreendida quanto ela", enquanto seus irmãos a descreveram como a "alma mais doce e gentil que existia".
O acusado fez um pedido para responder ao processo em liberdade, mas ele foi negado pelo juiz que cuida do caso.
"Há uma grande quantidade de provas contra você", alegou o magistrado.
Investigadores disseram que Sonia, que morava em Portsmouth (Inglaterra), havia deixado provas no seu computador "indicando que estava viajando para os Estados Unidos para ser abusada sexualmente, torturada e possivelmente assassinada". O laudo indicou que a britânica sofreu ferimentos por arma branca com profundidade entre 10 e 18 centímetros.
O laudo também observou que ela apresentava uma abrasão seca, vermelho-alaranjada, em forma de "V". No seu sangue foram encontrados traços de canabinoides e quantidade de álcool suficiente para prejudicar o seu estado de alerta e julgamento de riscos.
Israel avança com um plano para cercar a prisão de Ketziot, onde há palestinos detidos, com um fosso de 170 metros e crocodilos-do-Nilo. As escavações já começaram, segundo o The Independent.
O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, defende o projeto para a prisão de segurança máxima no sul do país. A estrutura deve custar US$ 6,3 milhões e foi inspirada na unidade de detenção americana conhecida como Alligator Alcatraz.
Ketziot abriga um número não divulgado de palestinos acusados de integrar a força Nukhba, do Hamas. As acusações estão ligadas ao ataque contra o festival Nova, em 7 de outubro de 2023.
O governo israelense reclassificou o crocodilo-do-Nilo como animal silvestre sob manejo para permitir sua guarda no local. A ministra da Proteção Ambiental, Idit Silman, afirma que a medida responde à superlotação do sistema prisional e à falta de agentes.
Silman diz que os animais terão efeito dissuasório contra tentativas de fuga. "Estamos falando uma língua que nossos inimigos entendem", declarou a ministra.
Moazzam Begg, diretor do grupo de direitos humanos CAGE International, classificou o plano como sem sentido. "O fato de sequer tentarmos racionalizar o uso de crocodilos como um aparato de segurança legítimo no século 21 parece completamente satírico", disse.
Begg afirma que a adoção do fosso pode ampliar violações contra palestinos presos. "Adicionar crocodilos é apenas mais uma decisão cruel no constante mau tratamento de palestinos", declarou.
A Autoridade de Natureza e Parques de Israel e grupos ambientais também se opõem à reclassificação dos crocodilos. Em declaração ao Times of Israel, a autoridade disse não haver base técnica suficiente para manter os animais em instalações de segurança.
Ben-Gvir celebrou a decisão em uma publicação no Facebook com uma imagem gerada por inteligência artificial. O ministro escreveu: "Maldito terrorista, pensando em tentar fugir? Pense de novo."
Palmeira dos Índios se prepara para entrar no circuito das grandes provas de rua do Nordeste com a realização da 1ª Meia Maratona – Prova Radialista Josmário Silva. O evento acontecerá no dia 16 de agosto e integrará a programação comemorativa pelos 137 anos de Emancipação Política do município.
Promovida pela Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio da Secretaria Municipal de Esportes, em parceria com a Associação Cultural Cronos, a competição conta com mais de 1.600 atletas inscritos, representantes de todos os estados brasileiros. A expectativa é que a prova reúna corredores de alto rendimento, atletas amadores, iniciantes e famílias que desejam participar desse momento histórico para o esporte palmeirense.
A programação contará com percursos de 21 quilômetros, 10 quilômetros e 5 quilômetros, além de uma caminhada popular. A largada e a chegada acontecerão no Lago do Goiti, um dos principais cartões-postais da cidade.
Os atletas que disputarão a Meia Maratona, no percurso de 21 quilômetros, largarão às 5h30. Já as provas de 5 e 10 quilômetros terão início às 6h. A competição distribuirá R$ 50 mil em premiações, reforçando a importância do evento no calendário esportivo regional.
Antes da corrida oficial, será realizado, no dia 9 de agosto, um Treino Coletivo de reconhecimento do percurso. A atividade permitirá que os participantes conheçam previamente o trajeto e se preparem para os desafios da competição.
A entrega dos kits ocorrerá nos dias 7, 8, 14 e 15 de agosto, das 8h às 17h, no Ginásio de Esportes da Escola Municipal Olívia Pereira. A organização orienta os atletas a acompanharem as informações oficiais sobre os procedimentos necessários para a retirada do material.
Além de incentivar a prática esportiva e promover qualidade de vida, a Meia Maratona terá caráter solidário. Os recursos arrecadados com as inscrições serão destinados a entidades que desenvolvem projetos esportivos voltados para crianças, adolescentes e jovens de Palmeira dos Índios, contribuindo para o fortalecimento das atividades esportivas de base no município.
O evento também homenageará importantes nomes ligados à comunicação e à educação. A prova levará o nome do radialista Josmário Silva e prestará homenagens ao radialista Maurício Maranduba e aos professores Paulo Victor e Thalita Sandes, por reconhecer as contribuições de cada um para a sociedade palmeirense.
Para o secretário municipal de Esportes Flávio Targino, a realização da competição representa um novo momento para o esporte da cidade e amplia a visibilidade de Palmeira dos Índios no cenário regional e nacional. “A expectativa é receber participantes de várias cidades de Alagoas e de outros estados. É um evento que fortalece o esporte, promove integração e coloca Palmeira dos Índios em destaque”, afirmou o secretário.
Com a presença de atletas de diferentes regiões do Brasil, a 1ª Meia Maratona também deverá movimentar o comércio local, impulsionar as vendas e gerar oportunidades para hotéis, restaurantes e outros segmentos. “A expectativa é que o evento fortaleça a economia e consolide o município como destino para grandes competições esportivas. Apoiamos o esporte e o reconhecemos como instrumento que transforma vidas”, finalizou a prefeita Tia Júlia.
Uma sessão de 30 minutos de sauna pode aumentar temporariamente a quantidade de glóbulos brancos circulando no sangue, segundo um estudo publicado em 2 de julho na revista Temperature. Essas células fazem parte do sistema imunológico e são responsáveis por identificar e combater vírus, bactérias e outros agentes causadores de doenças.
A pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade da Finlândia Oriental e da Universidade de Turku, na Finlândia, acompanharam 51 adultos com idade média de 50 anos para entender como o calor da sauna influencia a resposta do organismo.
Durante o experimento, os participantes permaneceram 30 minutos na sauna e fizeram um breve banho frio na metade da sessão.
Após a sauna, os pesquisadores observaram aumento na quantidade de todos os tipos de glóbulos brancos circulando no sangue. Entre eles estavam os neutrófilos e os linfócitos — células importantes na defesa do organismo contra infecções. Cerca de 30 minutos após o término da sessão, seus níveis voltaram ao normal.
Segundo os autores, esse resultado sugere que a sauna faz com que células de defesa armazenadas em diferentes tecidos sejam temporariamente liberadas na corrente sanguínea.
“Esse tipo de liberação periódica de glóbulos brancos na corrente sanguínea é benéfico porque, ao saírem de seus locais de armazenamento, eles ficam mais aptos a percorrer o organismo e responder à presença de patógenos”, explica Ilkka Heinonen, pesquisador da Universidade de Turku, em comunicado.
Os cientistas destacam que um efeito semelhante também é observado durante a prática de exercícios físicos.
A equipe também analisou as citocinas — moléculas que ajudam a coordenar a resposta do sistema imunológico. No conjunto dos participantes, essas substâncias sofreram poucas alterações.
No entanto, os pesquisadores perceberam que algumas delas variaram de acordo com o aumento da temperatura corporal de cada pessoa durante a sauna. Para eles, isso indica que parte da resposta imunológica pode depender da intensidade com que o organismo aquece durante a exposição ao calor.
Os pesquisadores ressaltam que o trabalho avaliou apenas os efeitos imediatos de uma única sessão de sauna. Por isso, ainda não é possível afirmar se o uso frequente da sauna provoca mudanças duradouras no funcionamento do sistema imunológico ou se esses efeitos se traduzem em benefícios para a saúde a longo prazo. Novos estudos serão necessários para responder a essas questões.
Erika Januza, 41, fez um desabafo sobre a vida afetiva nas redes sociais nesta terça-feira (28). A atriz enfrenta rumores de término com o sambista Arlindinho, 34.
Por meio dos Stories do Instagram, a famosa surgiu no carro a caminho dos Estúdios Globo, onde grava a novela "A Nobreza do Amor", que vai ao ar na faixa das 18h.
"Bom dia, gente. Depois da lama que me colocaram, estou eu aqui, indo trabalhar. Que Deus é tão bom que eu fiquei de folga nos últimos dias", iniciou ela.
Erika Januza seguiu o desabafo com uma referência à música "O Que é o Amor", de Arlindo Cruz (1958-2025), pai de Arlindinho
"A partir de agora, se perguntarem o que é amor para mim, eu não sei responder, não sei explicar mais. Quem sabe um dia", declama a famosa.
O que aconteceu?
Erika Januza deixou de seguir Arlindinho nas redes socais após um vídeo do sambista supostamente em uma casa de swing ser divulgado pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.
Nas imagens, que teriam sido feitas em 10 de julho, ele aparece na calçada, rodeado de mulheres. Em determinado momento, ele deixa o grupo de pessoas e caminha em direção a um carro estacionado ao lado do estabelecimento, acompanhado de duas delas.
A CNN Brasil tentou contato com os representantes dos dois artistas, mas ainda não obteve respostas."Bom dia, gente. Depois da lama que me colocaram, estou eu aqui, indo trabalhar. Que Deus é tão bom que eu fiquei de folga nos últimos dias", iniciou ela. Erika Januza seguiu o desabafo com uma referência à música "O Que é o Amor", de Arlindo Cruz (1958-2025), pai de Arlindinho. "A partir de agora, se perguntarem o que é amor para mim, eu não sei responder, não sei explicar mais. Quem sabe um dia", declama a famosa. O que aconteceu? Erika Januza deixou de seguir Arlindinho nas redes socais após um vídeo do sambista supostamente em uma casa de swing ser divulgado pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles. Nas imagens, que teriam sido feitas em 10 de julho, ele aparece na calçada, rodeado de mulheres. Em determinado momento, ele deixa o grupo de pessoas e caminha em direção a um carro estacionado ao lado do estabelecimento, acompanhado de duas delas. A CNN Brasil tentou contato com os representantes dos dois artistas, mas ainda não obteve respostas.
O intestino pode desempenhar um papel importante na formação das memórias, especialmente as relacionadas à alimentação. É o que sugere um novo estudo publicado em 4 de junho na revista Nature Communications, que identificou como sinais enviados pelo sistema digestivo ajudam o cérebro a registrar novas experiências.
A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade do Sul da Califórnia (USC), nos Estados Unidos, e investigou a atuação do nervo vago, responsável por conectar o intestino ao cérebro. Até então, esse nervo era conhecido principalmente por participar do controle da digestão, da fome e da sensação de saciedade. Agora, os pesquisadores encontraram evidências de que ele também contribui para a formação da memória.
Em experimentos realizados com ratos, os pesquisadores observaram que, depois de consumir alimentos nutritivos, os animais apresentavam aumento da liberação de acetilcolina no hipocampo, região do cérebro responsável pelo aprendizado e pela memória.
A acetilcolina é um neurotransmissor importante para que novas lembranças sejam registradas. Quando a comunicação entre o intestino e o cérebro foi interrompida por meio do nervo vago, esse aumento deixou de ocorrer. Os animais também passaram a ter mais dificuldade para lembrar onde haviam encontrado alimento anteriormente.
Segundo os autores, isso indica que o intestino envia ao cérebro informações sobre o valor nutricional da refeição, ajudando a registrar essa experiência na memória.
Os pesquisadores também descobriram que o cérebro responde principalmente aos nutrientes presentes nos alimentos e não apenas ao sabor. Ratos que consumiram alimentos ricos em açúcar ou gordura apresentaram maior atividade cerebral relacionada à memória. Já aqueles que receberam líquidos doces, mas sem calorias ou com baixo valor energético, não mostraram a mesma resposta.
“Acreditamos que esse mecanismo tenha evoluído para ajudar os animais a se lembrarem de informações essenciais sobre fontes de alimento”, afirma Logan Lauer, primeiro autor do estudo, em comunicado.
Embora alimentos ricos em gordura e açúcar tenham estimulado o mecanismo em curto prazo, os pesquisadores observaram que o consumo frequente desse tipo de dieta produziu o efeito oposto. Animais alimentados por longos períodos com o padrão apresentaram uma comunicação mais fraca entre o intestino e o hipocampo e tiveram pior desempenho em testes de memória, mesmo depois que voltaram a receber uma alimentação saudável.
Para os autores, essa pode ser uma das explicações para a relação já conhecida entre obesidade, diabetes, alimentação inadequada e declínio cognitivo.
Os pesquisadores destacam que o estudo foi realizado em animais e que ainda será necessário investigar se o mesmo mecanismo ocorre em humanos. Mesmo assim, os resultados reforçam a importância da comunicação entre intestino e cérebro e podem contribuir para o desenvolvimento de novas estratégias para preservar a memória e a função cognitiva, inclusive em doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.
Por toda a história, o nosso planeta já passou por algumas catástrofes que moldaram a vida, como extinções em massa e erupções vulcânicas de grandes proporções. Segundo um novo estudo, todos esses desastres não ocorrem de forma aleatória, mas sim por meio de um ciclo geológico de cerca de 27,5 milhões de anos.
A afirmação faz parte de uma investigação feita pelo geólogo Michael Rampino, da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos. Na pesquisa, ele revisitou dados de 89 grandes eventos geológicos que aconteceram nos últimos 260 milhões de anos e utilizou idades geológicas atualizadas e análises estatísticas para chegar às conclusões. Os resultados foram publicados na revista Evolving Earth em meados de maio.
Foram consideradas extinções marinhas em massa, eventos de falta de oxigênio nos oceanos, derramamento de lava de baixa viscosidade, flutuações do nível do mar, extinções de tetrápodes terrestres, mudanças nas taxas de expansão do assoalho oceânico e pulsos de vulcanismo intraplaca.
A ideia de que os maiores desastres geológicos já vistos na Terra não ocorreram de forma aleatória é antiga e tem sido alvo de debates há décadas. A primeira vez que pesquisadores levantaram a possibilidade de intervalos regulares entre as catástrofes foi em 1980. Pesquisas posteriores também identificaram padrões, no entanto, a hipótese ainda não é unanimidade entre os cientistas.
“Esses resultados corroboram descobertas anteriores de que grandes eventos geológicos de vários tipos são globalmente correlacionados, ocorrem em pulsos e exibem periodicidades subjacentes comuns”, escreve Rampino no artigo.
Segundo o novo estudo, uma catástrofe não causa diretamente a outra. Na verdade, há múltiplos sistemas terrestres que atuam periodicamente, respondendo a processos que ainda não foram descobertos ao longo de milhões de anos.
Rampino também levantou a possibilidade de três fatores impulsionarem o ritmo das catástrofes geológicas a longo prazo: mudanças periódicas na convecção do manto terrestre; a interação entre a superfície e o interior da Terra; ou até pela captura ocasional de matéria escura por parte do nosso planeta.
Ainda não há a confirmação de nenhuma deles, porém a expectativa é que estudos mais profundos sobre o tema revelem mais detalhes e tragam respostas definitivas.
