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Você já percebeu um odor diferente no corpo ou no hálito e ficou em dúvida se aquilo poderia indicar algum problema de saúde? A resposta é: depende. O risco de interpretação errada é maior do que muita gente imagina.

Segundo especialistas, algumas condições realmente podem alterar o odor do corpo, mas a informação está longe de ser um método confiável de diagnóstico.

Quando o odor pode sinalizar algo no organismo

O endocrinologista Fábio Carra, do Hospital Nove de Julho, em São Paulo, explica que doenças metabólicas podem, sim, provocar mudanças perceptíveis no cheiro do paciente.

“Distúrbios metabólicos levam ao acúmulo de substâncias químicas que não são adequadamente processadas. Esses compostos são eliminados pela respiração, suor e urina, gerando alterações de odor”, afirma.

Um exemplo clássico é a cetoacidose diabética, em que o hálito pode apresentar cheiro adocicado ou frutado. Isso acontece devido à presença de corpos cetônicos no organismo, comum em quadros de diabetes descompensada.

Além disso, alterações hormonais também influenciam o odor corporal. Durante a puberdade, por exemplo, o início da atividade das glândulas sudoríparas, estimuladas por hormônios, muda completamente o cheiro do corpo.

Outro ponto importante é que o cheiro corporal não vem apenas do organismo em si, mas da ação de bactérias na pele. “As glândulas liberam substâncias inicialmente inodoras, que são transformadas em compostos com cheiro pelas bactérias”, explica o médico.

Apesar dessas associações, usar o odor como ferramenta de diagnóstico é um erro comum e potencialmente perigoso. O infectologista Cristiano Gamba, do Hospital Samaritano Paulista, também em São Paulo, é direto: não é possível identificar infecções apenas pelo cheiro.

“Hoje não consideramos o odor um meio de diagnóstico seguro. Não dá para definir qual infecção está presente apenas com base nele”, afirma.

Segundo o médico, até existem situações em que o cheiro chama atenção, como feridas crônicas de pele, que podem apresentar odor forte devido à presença de bactérias e tecido comprometido. Ainda assim, o odor não permite identificar o agente causador do quadro.

Outro exemplo são alterações no hálito associadas à saúde bucal, como gengivite, que podem gerar cheiro desagradável mas não significam, necessariamente, uma infecção sistêmica.

O odor serve para alguma coisa?

Na prática, o odor pode funcionar como um sinal de alerta inicial, mas nunca como diagnóstico. De acordo com Carra, em alguns casos ele pode ser o primeiro indício percebido pelo paciente, como no hálito cetônico da diabetes ou até no surgimento precoce de odor corporal em alterações hormonais. Ainda assim, o médico faz um alerta: o cheiro deve ser visto apenas como um indicativo complementar.

“O odor pode levantar suspeitas e direcionar a investigação, mas não deve ser usado isoladamente para confirmar ou descartar doenças”, ressalta.

Gamba reforça o risco de erro: associar cheiro diretamente a doenças infecciosas pode levar a interpretações equivocadas e atrasar o diagnóstico correto.

O que observar na prática

Se você notar um odor diferente persistente, seja no hálito, suor ou secreções, o caminho não é tentar adivinhar a causa, e sim procurar avaliação médica.

O mesmo tipo de cheiro pode ter origens completamente diferentes, desde alterações hormonais até questões metabólicas ou até algo simples, como mudanças na alimentação ou na microbiota da pele. O cheiro até pode dar pistas, mas confiar nele como resposta é um atalho arriscado, e, muitas vezes, enganoso.

As geleiras do mundo registraram uma das maiores perdas já observadas: cerca de 408 bilhões de toneladas de gelo desapareceram apenas em 2025, segundo estudo publicado na revista científica Nature Reviews Earth & Environment. O volume é considerado extremo e coloca o ano entre os piores já registrados desde o início das medições, em 1975.

Para o professor de Geografia João Carvalho, do colégio Galois, de Brasília, esse dado ajuda a dimensionar a gravidade do fenômeno. “O aumento do nível do mar é o impacto mais imediato quando pensamos no derretimento das geleiras”, explica. Segundo o estudo, só em 2025 o degelo contribuiu com cerca de 1,1 milímetro na elevação global dos oceanos.

Oceanos sob pressão e risco para territórios

O problema, no entanto, vai além da quantidade de gelo perdida. O despejo massivo de água doce nos oceanos altera a salinidade e pode interferir nas correntes marítimas, sistemas essenciais para o equilíbrio climático global. João destaca que isso pode afetar diretamente regiões costeiras e países insulares. “Territórios próximos ao nível do mar podem perder áreas para o avanço dos oceanos”, afirma.

O estudo mostra, ainda, que todas as principais regiões glaciais do planeta registraram perda de massa pelo quarto ano consecutivo, reforçando que o fenômeno não é isolado, mas parte de uma tendência contínua e acelerada.

Clima mais extremo e efeito global

As geleiras também exercem papel fundamental na regulação da temperatura da Terra. Conforme explica o também professor de Geografia Marcos Bau, da Maple Bear Brasília, o gelo funciona como um espelho natural, refletindo a radiação solar. “Quando há derretimento acelerado, essa capacidade diminui, o que intensifica o aquecimento global”, diz.

Esse processo impacta diretamente o clima. Mudanças nas correntes oceânicas e na atmosfera aumentam a frequência de eventos extremos, como chuvas intensas, secas prolongadas e ondas de calor, efeitos que já começaram a ser sentidos em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil.

Cenário aponta para mudanças irreversíveis

Os dados do estudo da Nature indicam que o ritmo atual de perda das geleiras está muito acima do registrado no século passado. Nas últimas décadas, a taxa anual de degelo quase quadruplicou, evidenciando a aceleração do aquecimento global.

Para Bau, o cenário já é preocupante do ponto de vista da reversibilidade. “Mesmo que o aquecimento seja controlado, parte dessas perdas já está comprometida. Estamos diante de mudanças que devem durar gerações”, afirma.

O avanço do degelo em 2025, portanto, não é apenas mais um dado científico, é um sinal claro de que o planeta já entrou em uma fase de transformação climática profunda, com impactos diretos no nível do mar, no clima e na disponibilidade de água doce no futuro.

Uma mulher foi presa nesta sexta-feira, 17, após agredir a própria mãe, danificar objetos da residência e desacatar policiais no bairro Brasília, em Arapiraca. De acordo com a Polícia Militar de Alagoas, a equipe foi acionada para atender uma denúncia de ameaça e encontrou a suspeita visivelmente embriagada e sendo contida pelo irmão.

Segundo relato da vítima, que é mãe da suspeita, a filha chegou em casa alcoolizada, passou a proferir xingamentos e, em seguida, iniciou agressões com tapas e chutes. Ainda conforme a denúncia, a mulher concentrou os ataques na perna esquerda da mãe, local onde a mulher apresenta deficiência física.

A vítima informou ainda que a filha tentou usar uma xícara para agredi-la, quebrou diversos objetos da casa, como copos, pratos e garrafa de café, e depois tentou atacá-la novamente com uma vassoura. A ação só foi interrompida após a intervenção de outro filho da vítima.

Ainda segundo o depoimento, os episódios de agressão e ameaça seriam frequentes, especialmente quando a suspeita faz uso de bebida alcoólica.

Os militares deram voz de prisão à mulher. Conforme a polícia, foi necessário o uso de algemas para garantir a segurança da própria conduzida e da equipe.

Durante o encaminhamento, a suspeita também desacatou os policiais com ofensas verbais. Ela foi levada para a Central de Flagrantes de Arapiraca, onde foi autuada por vias de fato, dano qualificado no contexto da Lei Maria da Penha e desacato, permanecendo presa à disposição da Justiça.

Uma criança de 3 anos, identificada como Sofia Aparecida Iaciuk, morreu após ser atingida por uma trave de futebol na sua escola em Prudentópolis, no centro sul do Paraná. A tragédia ocorreu nessa quinta-feira (16/4) e a prefeitura do município lamentou a perda.

Segundo o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR), Sofia e seus colegas se divertiam durante uma atividade recreativa na quadra do colégio. Em determinado momento, algumas crianças se penduraram no equipamento.

Com o peso, a trave tombou sobre a menina e atingiu a cabeça dela, o que ocasionou o início de uma parada cardiorrespiratória. Ainda conforme a corporação, os socorristas tentaram reanimá-la. Porém, ela não resistiu e morreu no local.

De acordo com a Polícia Científica do Paraná (PCIPR), a corporação foi acionada após a ocorrência e realizou a perícia no local. O corpo foi encaminhado a um departamento médico, passou por necrópsia e foi entregue à família.

Prefeitura lamenta

A Prefeitura de Prudentópolis lamentou o falecimento de Sofia e informou que se solidariza com a família. A morte da criança causou repercussão e comoção nas redes sociais.

“A Administração Municipal de Prudentópolis manifesta seus mais sinceros sentimentos pelo falecimento de Sofia Aparecida Iaciuk, de 3 anos, e se solidariza com a família neste momento de profunda tristeza, desejando que Deus conceda conforto e força a todos os familiares e amigos”, informou.

A Polícia Civil da Paraíba (PCPB), por meio da Delegacia de Pombal, concluiu o inquérito policial que apurou o surto de intoxicação alimentar ocorrido no município de Pombal, no Sertão do estado, em março deste ano. O proprietário da pizzaria La Favoritta, identificado como Marcos Antônio (foto em destaque), foi indiciado pelo crime contra as relações de consumo.

Ao todo, 117 pessoas procuraram atendimento no Hospital Regional de Pombal e na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), sendo que uma delas, Raissa Maritein Bezerra e Silva, morreu dois dias após o consumo do alimento.

A investigação reuniu elementos técnicos, periciais, bem como depoimentos, para esclarecer as circunstâncias do caso.


				Dono de pizzaria é indiciado após cliente morrer e 100 passarem mal

A investigação

De acordo com as apurações, na noite do dia 15 de março deste ano, dezenas de pessoas deram entrada em unidades de saúde após consumirem pizzas de carne comercializadas pelo estabelecimento.

As vítimas apresentaram sintomas como náuseas, palidez, vômitos, diarreia e sudorese.

Durante a investigação, o estabelecimento foi submetido a vistorias, com apreensão de alimentos e ingredientes, além de pizzas recolhidas com clientes que também passaram mal.

Exames laboratoriais realizados pelo Instituto de Polícia Científica (IPC-PB) identificaram a presença de bactérias como Escherichia coli e estafilococos coagulase-positivos no molho de tomate e nas pizzas analisadas. Já a carne, quando examinada ainda na origem, não apresentou contaminação, indicando que o problema ocorreu durante o processo de manipulação dos alimentos dentro da pizzaria.

Os laudos também confirmaram a presença de contaminação bacteriana em exames realizados nas vítimas, além de apontarem que o óbito registrado ocorreu em decorrência de infecção intestinal aguda grave. Os exames descartaram a presença de substâncias tóxicas exógenas, como venenos ou entorpecentes.

Apesar da comprovação do surto alimentar e das irregularidades sanitárias identificadas, as investigações não conseguiram individualizar a conduta de um agente específico que tenha causado diretamente a contaminação, razão pela qual não foi possível atribuir o resultado morte ou as lesões às vítimas ao proprietário do estabelecimento sob o aspecto penal.

Apesar disso, a Polícia Civil concluiu pelo enquadramento no crime contra as relações de consumo, previsto no art. 7º, inciso IX, da Lei nº 8.137/90, considerando o número de vítimas atingidas.

O local permanece interditado pela Vigilância Sanitária, e a Polícia Civil também representou pela interdição judicial do estabelecimento.

As investigações foram finalizadas, e o inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

“Queremos respostas”

Dois dias após o início das investigações, Marcos Antônio, dono do estabelecimento, divulgou um vídeo nas redes sociais em que lamenta o ocorrido e presta solidariedade às vítimas.

“Inicialmente, eu venho aqui dar minhas condolências à Raíssa e toda a família e a todas as pessoas que estão apresentando esses sintomas ou desconforto”, declarou. “Eu estou sem acreditar também, eu não sei o que aconteceu”, acrescentou.

O empresário também relatou que procurou os órgãos de fiscalização por iniciativa própria. “Eu mesmo entrei em contato com o pessoal da Vigilância Sanitária e convidei eles até o estabelecimento para poderem fazer a fiscalização e me dar uma resposta do que veio a ocorrer”, afirmou. Segundo Marcos, a prioridade é esclarecer os fatos. “Todos nós queremos respostas, eu como proprietário, as pessoas que foram afetadas e os familiares também”, disse.

 

O cantor D4vd, de 21 anos, foi preso em Los Angeles sob suspeita de envolvimento no assassinato de Celeste Rivas Hernandez, de 14 anos. O caso, que já havia chocado a comunidade local meses atrás, ganhou novos desdobramentos após a confirmação da detenção do artista nesta semana.De acordo com o Los Angeles Police Department, o corpo da adolescente foi encontrado desmembrado em setembro do ano passado, dentro do compartimento dianteiro (frunk) de um veículo Tesla registrado em nome do cantor. O carro havia sido deixado estacionado por semanas na região de Hollywood Hills antes de ser rebocado, o que levou à descoberta dos restos mortais.

A jovem havia sido dada como desaparecida meses antes, após sua mãe relatar às autoridades que ela foi vista pela última vez saindo para um encontro com um rapaz identificado como “David”. Investigações posteriores apontaram para Burke como sendo a pessoa em questão. Um detalhe que chamou a atenção dos investigadores foi uma tatuagem com a palavra “shhh” no dedo do cantor, semelhante a uma que a adolescente também possuía.

Segundo relatos iniciais, a polícia também apura a possível participação de outra pessoa no crime, especialmente no processo de ocultação e desmembramento do corpo. Até o momento, D4vd permanece detido sem direito à fiança, enquanto o caso segue em análise pelo Ministério Público local.

 

cãibra é uma contração muscular involuntária, rápida e dolorosa. Ela costuma surgir durante ou após o treino.

As causas mais comuns incluem:

Alimentos que ajudam com a dor da cãibra
Veja os alimentos baratos que ajudam com as cãibras - Foto: Shutterstock

Entre os principais nutrientes envolvidos estão:

Esses minerais ajudam no equilíbrio entre contração e relaxamento muscular.

3 alimentos baratos que ajudam a evitar cãibra

Banana

A banana é uma das opções mais conhecidas.

Ela é rica em potássio, mineral essencial para o funcionamento dos músculos.

Consumir antes ou depois do treino pode ajudar a reduzir o risco de cãibra.

Amendoim

O amendoim é fonte de magnésio.

Esse nutriente participa da contração muscular e ajuda a evitar espasmos.

Além disso, é uma opção barata e fácil de incluir na dieta.

Iogurte grego

O iogurte grego é rico em cálcio e proteínas.

O cálcio atua diretamente na contração muscular.

Já a proteína ajuda na recuperação após o treino.

Outros alimentos que ajudam

Além dos três principais, outros alimentos também podem contribuir para evitar cãibra:

Todos eles possuem minerais importantes para o funcionamento muscular.

Dicas simples para evitar cãibra

A alimentação é essencial, mas não é o único fator.

Alguns hábitos também ajudam a prevenir o problema:

Hidratação é fundamental

falta de água no corpo pode facilitar o surgimento de cãibra.

Por isso, manter a hidratação em dia é indispensável.

Especialmente para quem pratica atividades físicas com frequência.

O viaduto da antiga PRF, localizado na parte alta de Maceió, segue sob monitoramento intensificado da Secretaria Municipal de Segurança Cidadã (Semsc) após uma operação que resultou na retirada de barracos irregulares utilizados como ponto de apoio para o tráfico de drogas.

Segundo a Semsc, o local permanece sob vigilância contínua por meio de câmeras de segurança, além da atuação da Guarda Municipal, que realiza patrulhamento e permanece de prontidão para identificar movimentações suspeitas e coibir novas ocupações.

O secretário de Segurança Cidadã, delegado Thiago Prado, destacou que o trabalho no local será permanente para evitar a retomada de atividades criminosas.


				Cracolândia: viaduto da antiga PRF segue sob vigilância após desmonte do tráfico

“Seguimos com um trabalho permanente para garantir o ordenamento e impedir a retomada de atividades relacionadas ao tráfico no viaduto da antiga PRF. Estamos atentos a qualquer movimentação suspeita e, diante de flagrante, atuaremos imediatamente”, afirmou.

A operação que antecedeu o reforço do monitoramento teve como objetivo desarticular estruturas improvisadas que, segundo a secretaria, eram usadas como esconderijo de drogas e ponto de apoio para atividades ilícitas.

Durante a ação, quatro pessoas foram presas por tráfico de drogas. Entre elas, uma possuía mandado de prisão em aberto por homicídio. No local, também foram apreendidos cachimbos, facas, isqueiros, espetos e materiais possivelmente ligados a crimes como roubos e arrombamentos em estabelecimentos comerciais.

A Semsc informou que o monitoramento seguirá de forma permanente, com o objetivo de impedir a reocupação do espaço e reforçar a segurança na região.


				Cracolândia: viaduto da antiga PRF segue sob vigilância após desmonte do tráfico

Um susto envolvendo a influenciadora Patixa Teló movimentou as redes sociais na noite de quinta-feira (16/4). A informação inicial foi divulgada por Rico Melquiades, que relatou um suposto atropelamento ocorrido enquanto a criadora de conteúdo estava no Rio de Janeiro. A publicação rapidamente ganhou repercussão e preocupou seguidores, especialmente após a divulgação de uma imagem em que Patixa aparece sendo atendida dentro de uma ambulância.


				Famosa influenciadora sofre acidente e é levada as pressas ao hospital

Pouco tempo depois, diante da repercussão, Rico Melquiades voltou às redes para esclarecer o ocorrido e corrigir a versão inicial. Segundo ele, o incidente aconteceu durante um passeio de patinete na orla. “Galera, deixa eu explicar pra vocês aqui. Calma! Patixa está bem. A gente alugou um patinete. Sabe aqueles patinetes que ficam na beira da praia, na orla do Rio? Ela caiu com o patinete e bateu essa parte da perna no meio-fio e a gente caiu perto do bombeiro”, explicou. Ele ainda acrescentou que o atendimento foi apenas preventivo: “Vocês sabem que a Patixa gosta de enxame, né? Mas ela está bem! Está tudo ótimo!”.

Reação após o susto e repercussão nas redes

A própria Patixa Teló também se pronunciou para tranquilizar os fãs, mantendo seu estilo bem-humorado mesmo após o susto. “Eu fui andar ali, bati minha perna e doeu. Eu fiquei ali e disse: ‘Agora eu vou morrer’. Mas agora eu estou bem e estou legal”, afirmou. A fala descontraída ajudou a diminuir a tensão que havia se formado após a notícia inicial.

Nos comentários, amigos e internautas reagiram com humor e alívio. Lucas Guimarães entrou na brincadeira ao comentar: “Gente, será que ela não está fingindo? Só neste ano ela disse que morreu 30 vezes”. Já Carlinhos Maia, citado na situação, chegou a declarar que não tinha conhecimento do caso em um primeiro momento. Apesar do susto, o episódio terminou sem maiores consequências, com a influenciadora já recuperada e fora de perigo.

De acordo com um artigo da revista da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG)o Brasil tem elevada prevalência da bactéria Helicobacter pylori, também conhecida como H. pylori. Conforme levantamento da entidade, em torno de 70% da população brasileira está infectada pelo micro-organismo especializado em colonizar o revestimento do estômago.

Recentemente, a coluna Claudia Meireles já explicou sobre o contágio, sintomas e o que a H. pylori provoca no organismo. Desta vez, a gastroenterologista Maria Júlia Colossi detalha se a infecção pela bactéria tem cura. A médica é mestra pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e membro titular da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG).

Gastroenterologista explica se infecção pela H. pylori tem cura - destaque galeria

A bactéria coloniza o interior do estômago

A H. pylori é considerada a infecção crônica bacteriana mais comum do mundo, com 40% de prevalência mundial

A especialista descreve a H. pylori como uma “bactéria chata”. “Tem seus mecanismos próprios de adaptação em um meio hostil no estômago, consegue se proteger e sobreviver por muito tempo”, afirma a professora assistente de gastroenterologia da Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP).

Segundo a gastroenterologista, a única forma de tratamento é por meio do uso de antibióticos. A médica esclarece que o que costuma ser recomendado está prestes a mudar no Brasil tendo em vista a atualização do Consenso Brasileiro do H. pylori, que está em sua quinta edição. “Seguirá a lógica mundial dos estudos mais recentes”, frisa Maria Júlia.

Ilustração colorida de sistema di
A H. pylori penetra na mucosa gástrica, causando inflamação continuada

“De uma forma geral, passaremos a recomendar amoxicilina em altas doses com bloqueio de ácido intenso, no caso, os ‘prazois’, como esomeprazol, lansoprazol ou pantoprazol, ou vonoprazana. Esses medicamentos serão combinados ou não com bismuto”, sustenta a especialista em endoscopia digestiva.

A médica pontua: “A terapia com quatro drogas diferentes”, a exemplo de bismuto, tetraciclina, metronidazol e os ‘prazois’ ou vonoprazana também seguirá sendo recomendada”. Maria Júlia enfatiza que esse tratamento deve ser feito sempre por 14 dias e sob orientação de um gastroenterologista, para ponderar caso a caso.

Ilustração colorida de estômago com bactérias dentro - Metrópoles

As denúncias que levaram à prisão de um professor de educação física da rede municipal de Murici apontam que ele abusava sexualmente de estudantes há mais de 30 anos. O educador foi preso na tarde de quinta-feira, 19, durante operação em conjunto do Ministério Público de Alagoas (MP-AL) e da Polícia Militar (PM).

De acordo com o Ministério Público, o professor teria aproveitado do cargo público para abusar sexualmente de crianças em situação de vulnerabilidade econômica. As violências eram iniciadas dentro da sala de aula.

Os investigadores também descobriram que o professor cometia o tipo de crime há mais de 30 anos. Uma das vitimas disse ter sido abusada por ele há mais de 20. Outras vítimas também relataram que foram dopadas antes dos estupros.

Diante da gravidade da denúncia, a Justiça decretou a prisão do educador após ele passar por audiência de custódia. A reportagem não conseguiu contato com a defesa dele. 

A Prefeitura de Murici informou que acompanha o caso denunciado e declarou que não compactua com atos criminosos.

Uma nova geração de tecnologias já permite analisar tumores durante a própria cirurgia, em poucos minutos. Estudos publicados na revista Nature mostram que a inteligência artificial pode ajudar o cirurgião a tomar decisões mais precisas na hora – algo que até pouco tempo era impensável.

Durante muito tempo, o cirurgião precisou tomar decisões críticas durante uma cirurgia com base em informações limitadas. Em tumores, especialmente cerebrais, nem sempre era possível saber com precisão, naquele momento, o tipo de lesão ou até onde era seguro remover o tecido afetado.

Esse cenário está mudando. Novas ferramentas de inteligência artificial já conseguem analisar o tecido tumoral durante a cirurgia e oferecer informações relevantes em poucos minutos, ajudando a orientar a conduta em tempo real.

Decisão na hora certa pode mudar o resultado

Essas tecnologias combinam análise digital de tecidos e modelos avançados de reconhecimento de padrões para identificar características do tumor ainda no centro cirúrgico. Na prática, isso permite ao médico entender melhor se está diante de um tecido mais agressivo, infiltrativo ou de uma área que pode ser preservada.

Essa informação, obtida no momento da cirurgia, pode ajudar a definir a extensão da ressecção com mais segurança – equilibrando dois pontos fundamentais: retirar o máximo possível do tumor e preservar funções importantes do paciente.

Neurocirurgia é uma das áreas mais impactadas

Na neurocirurgia, esse avanço tem um peso ainda maior. O cérebro é um órgão extremamente sensível, onde poucos milímetros podem fazer diferença entre uma boa recuperação e uma sequela permanente.

Estudos recentes publicados na revista Nature mostram que sistemas baseados em inteligência artificial já conseguem identificar padrões tumorais e até sinais de infiltração diretamente no tecido analisado durante o procedimento. Isso aumenta a precisão da cirurgia e pode reduzir a chance de deixar áreas relevantes do tumor ou, ao contrário, de remover tecido saudável em excesso.

Embora ainda em expansão, esses recursos têm potencial de melhorar desfechos e diminuir a necessidade de novas cirurgias.

Tecnologia como aliada, não substituição

Apesar do avanço, é importante reforçar que a inteligência artificial não substitui o médico. Ela funciona como uma ferramenta de apoio, ampliando a capacidade de análise e ajudando na tomada de decisão.

Ainda existem desafios importantes, como custo, disponibilidade de tecnologia, necessidade de validação em larga escala e integração com a rotina hospitalar. Além disso, os resultados obtidos durante a cirurgia não substituem a análise completa realizada posteriormente em laboratório, que continua sendo essencial para o diagnóstico definitivo.

O que já se pode afirmar é que a inteligência artificial deixou de ser uma promessa distante e passou a fazer parte da prática médica em alguns centros. No caso dos tumores, especialmente os cerebrais, ela começa a oferecer algo que até pouco tempo parecia impossível: informação suficiente, no momento certo, para mudar o rumo da própria cirurgia.

A empresa 123 Milhas foi condenada pela Justiça a indenizar um cliente que teve passagens aéreas e um pacote turístico cancelados sem aviso prévio e sem reembolso. A decisão também determina a devolução integral do valor pago, que totaliza R$ 1.906,09.

Além da restituição material, o consumidor deverá receber R$ 2 mil por danos morais. A sentença foi publicada nessa quinta-feira (16) no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) e é do juiz Ricardo Cavalcante, do 8º Juizado Especial Cível da Capital.

De acordo com o processo, o cliente adquiriu os serviços de viagem, mas foi surpreendido com o cancelamento unilateral das reservas, sem qualquer comunicação prévia e sem a devolução dos valores investidos. Diante da falha na prestação do serviço, ele recorreu ao Judiciário para buscar reparação.

Em sua defesa, a 123 Milhas alegou que enfrenta processo de recuperação judicial e que fatores externos e de força maior teriam impedido o cumprimento das obrigações com o consumidor. No entanto, os argumentos não foram acolhidos pelo magistrado.

Ao proferir a decisão, o juiz destacou que problemas internos da empresa não afastam a responsabilidade perante o consumidor, reforçando o dever de reparação em casos de falha na prestação do serviço.

Segundo o entendimento exposto na sentença, o fornecedor assume os riscos da atividade econômica e não pode transferi-los ao cliente. O magistrado também ressaltou que não se tratou de uma falha pontual, mas de cancelamento unilateral após a criação de expectativa legítima de viagem.

A decisão aponta ainda que o consumidor teve seu planejamento pessoal e financeiro frustrado, o que caracterizou dano moral indenizável, além do prejuízo material já comprovado.

Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação.

A matéria foi aprovada na última terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para o autor do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), a medida pode ajudar autoridades a identificar a origem dos veículos em casos de infrações, furtos e roubos.

O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), afirmou que a mudança pode reforçar o senso de pertencimento regional e facilitar a identificação de veículos “de fora”.

➡️ O que muda
Volta do nome do estado e do município nas placas
Inclusão da bandeira da unidade da federação

O que diz quem defende a proposta
Segundo o autor do projeto, a identificação pode ajudar autoridades de trânsito e policiais a identificarem com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações furtos, roubos e outros crimes envolvendo veículos.

O relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), argumentou que a medida pode resgatar o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento regional.

Como é a placa do Mercosul
A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como:

Como é a placa do Mercosul
A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020 e, além de tirar o estado e o município do veículo, trouxe mudanças como:

À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis.

Com o novo formato alfanumérico da placa Mercosul, a capacidade foi expandida para cerca de 450 milhões de combinações.

Alice Ribeiro, 35, repórter da Band Minas, morreu, na noite desta quinta-feira (16), após um grave acidente de carro na BR-381, em Minas Gerais. A informação foi confirmada pela PMMG para Splash.

O que aconteceu
A jornalista estava internada em estado grave no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. Ela sofreu o acidente, na tarde de terça-feira (15), na volta de uma gravação para Band Minas.

"Nós, da PMMG, lamentamos profundamente em confirmar a morte encefálica da nossa querida repórter Alice. Que Deus a receba e abençoe toda a família", diz a nota da Polícia Militar de Minas Gerais.

A repórter perdeu muito sangue e precisou passar por transfusões. Ela ficou em coma durante a manhã de hoje, mas não resistiu aos ferimentos.

Alice estava na Band Minas desde agosto de 2024. Antes, passou pela Band em Brasília e por uma afiliada da TV Globo em Feira de Santana (BA). A jornalista deixa os pais, o irmão, o marido e um filho de nove meses.

"A Band Minas, em luto, lamenta a partida precoce de Alice, e afirma que está prestando toda a assistência à família da repórter", informou a emissora.

 

Mateus Simões, governador de Minas Gerias, lamentou a morte da jornalista em publicação da Band Minas. "Sem palavras para dizer o que quer que seja num momento desses. Deus guarde a família e sua pequena filha."

A família de Alice Ribeiro não divulgou informações sobre o velório e o sepultamento.

O acidente

O carro com a jornalista Alice Ribeiro e o cinegrafista Rodrigo Lapa colidiu com um caminhão, na tarde de terça-feira (15), entre Santa Luzia e Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte. A equipe trafegava pela rodovia que liga Minas Gerais ao Espírito Santo.

O cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos, morreu no local da colisão. Ele trabalhava com a repórter no momento da batida.

Os profissionais gravavam uma reportagem sobre o alto número de acidentes na BR-381. O trabalho também abordava o início das obras de duplicação do trecho.

Após uma relação com sexo sem proteção, agir rápido não é exagero: é necessidade. O tempo influencia diretamente nas chances de evitar tanto infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) quanto uma gravidez indesejada. Ainda assim, muitas pessoas ignoram os primeiros sinais de alerta ou simplesmente não procuram ajuda, o que pode transformar um risco evitável em um problema de longo prazo.

A ginecologista Lorrany Viola, do Laboratório Exame, no Distrito Federal, explica que a primeira atitude deve ser procurar atendimento de urgência. “Algumas doenças têm uma janela de entrada no organismo e, se agirmos dentro desse período, conseguimos reduzir significativamente o risco de infecção”, afirma.

Janela de prevenção: o tempo joga contra você

Após o sexo sem proteção, existe um intervalo curto e decisivo para agir. Um dos principais cuidados é a prevenção ao HIV por meio da profilaxia pós-exposição (PEP), que deve ser iniciada em até 72 horas, idealmente nas primeiras 24 horas após a relação.

“O vírus pode levar esse tempo para atravessar as barreiras do organismo. Por isso, iniciar a medicação rapidamente aumenta muito a eficácia”, explica Lorrany.

No caso da gravidez, a lógica é a mesma. A pílula do dia seguinte deve ser tomada o quanto antes. Apesar de apresentar efeito em até 72 horas, e, em alguns casos, até cinco dias, sua eficácia diminui com o passar do tempo. Ou seja: adiar a decisão reduz diretamente as chances de evitar a gestação.

Gravidez não é o único risco, e nem o mais silencioso

Focar apenas na possibilidade de gravidez após o sexo sem proteção é um erro comum e perigoso. A sexóloga Tamara W. Zanotelli, de Santa Catarina, alerta que nenhuma contracepção de emergência protege contra ISTs. “Muitas pessoas resolvem a questão da gravidez e esquecem completamente das infecções, que podem ser silenciosas”, afirma.

Doenças como HIV, sífilis, hepatites, gonorreia e HPV podem ser transmitidas em uma única relação. Em muitos casos, não há sintomas imediatos, o que cria uma falsa sensação de segurança. Esse silêncio inicial é justamente o que torna essas infecções mais perigosas, já que o diagnóstico acaba sendo feito tardiamente.

O acompanhamento médico é essencial para garantir que não houve contágio. Segundo Lorrany, testes para HIV, sífilis e hepatites devem ser feitos logo após a exposição e repetidos após 30 dias, podendo se estender por até três ou seis meses, dependendo do risco.

A sexóloga Tamara reforça que sintomas como corrimento com odor forte, coceira, dor ao urinar, sangramentos fora do ciclo menstrual, febre ou lesões genitais exigem atenção imediata. No entanto, ela alerta: “A ausência de sintomas não significa que está tudo bem”. Muitas infecções evoluem de forma silenciosa no início.

Além disso, situações como dor intensa, sangramento anormal ou dificuldade para respirar devem ser tratadas como urgência médica. Mesmo em casos sem sintomas aparentes, buscar orientação profissional nas primeiras 72 horas é o caminho mais seguro. Ignorar o problema, confiar apenas na sorte ou tratar o assunto com descuido não elimina o risco, só adia as consequências.

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