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Carlos Miguel, novo goleiro do Palmeiras, chega com o “peso” e responsabilidade de ser o goleiro mais caro da história do Alviverde. Ele desembarcou no Brasil nesse domingo (17/8) e deve ser anunciado ainda nesta semana.

O Palmeiras desembolsou 5,5 milhões de euros (R$ 34,77 milhões de reais na cotação atual), além de uma bonificação de 500 mil euros (R$ 3,16 milhões) para adquirir 80% dos direitos ec0nômicos do jogador de 2,04m. O contrato será válido até 2030.

O arqueiro supera justamente o concorrente da posição, Weverton, que foi contratado pelo Verdão no fim de 2017. A equipe paulista pagou R$ 2 milhões ao Athletico-PR.

Com 26 anos, Carlos Miguel deve ser uma espécie de sombra e nome de uma reformulação para o futuro, já que Weverton está na parte final da carreira, com 37 anos.

Veja a matéria completa em Metrópoles

 

Na noite do último sábado (16), no empate com a equipe do Ituano, o torcedor azulino viu pela primeira vez o experiente atacante Ciel vestir a camisa do CSA. A estreia foi intensa: o camisa 9 chegou a marcar dois gols, porém ambos foram anulados pela arbitragem, em lances que geraram reclamação do jogador e da torcida.

“Dei o meu melhor e até marquei dois gols, mas infelizmente foram anulados, anulação essa que nos impediu de sair com a vitória e por uma falta inexistente. Mas isso faz parte do futebol…”, declarou Ciel após a partida.


				Ciel estreia pelo CSA, balança as redes duas vezes, mas lamenta gols anulados: “Faz parte do futebol”
Ciel estreia pelo CSA, balança as redes duas vezes, mas lamenta gols anulados. — Foto: Redes sociais

Apesar da frustração com os gols anulados, o atacante preferiu valorizar o momento e deixou claro seu otimismo com a caminhada no clube. “Saio desse primeiro jogo com o coração cheio de gratidão e esperança. Sei que Deus tem grandes coisas preparadas e que o melhor ainda está por vir”, completou.

Ídolo em passagens por vários clubes do Nordeste, Ciel chega ao CSA como aposta de experiência e liderança para fortalecer o ataque azulino na sequência da temporada. Mesmo sem vitória, sua estreia já mostrou o que o torcedor pode esperar: entrega, presença de área e confiança de que os gols, dessa vez valendo, estão próximos de sair.

Após o empate em 2 a 2 com o Ituano, os torcedores azulinos e a direção do CSA ficaram na bronca com a equipe de arbitragem do confronto do último sábado (16), pela 17ª rodada da Série C do Brasileirão. O segundo gol anulado do time marujo, inclusive, teria provocado a confusão com policiais militares nas arquibancadas do Estádio Rei Pelé. Diante da insatisfação, o Azulão enviou um ofício para CBF no dia seguinte ao jogo, com reclamações direcionadas ao quarteto de árbitros.

No documento, o CSA alegou que os dois gols anulados teriam sido legítimos, além da partida ter sido marcada por "erros graves e decisivos" da arbitragem, que teriam sido registrados em vídeos, anexados no ofício. As imagens não foram divulgadas.

“No primeiro tempo, foi anulado gol legítimo do CSA por suposto impedimento,
em lance de enorme dúvida. [...] No segundo tempo, foi anulado outro gol legítimo do CSA, em que o árbitro assinalou inexistente falta cometida pelo atleta Igor Bahia, privando o clube da vantagem no placar”, afirmou o clube.

Outro lance que gerou reclamação da diretoria maruja foi uma falta no atacante Baianinho logo após a anulação do segundo gol. Segundo o clube, mais um erro claro da condução da arbitragem. “Nesse caso, o mais absurdo é que o árbitro aplicou falta contra o CSA”.

A equipe foi composta pelo árbitro Maguielson Lima Barbosa (DF), os assistentes Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Lucas Costa Modesto (DF), e o quarto árbitro Pedro Alves de Oliveira (DF).

Frase de árbitro aos gandulas

Mais uma conduta do juiz desagradou os dirigentes azulinos, e segundo eles, levantou suspeitas: uma frase direcionada aos gandulas antes do início da partida. O clube destacou que o árbitro Maguielson teria dito: “Hoje a minha mãe não vai chorar. Se tiver de chorar, que chore a sua. Qualquer erro de vocês coloco para fora”.

“Tal conduta é absolutamente incompatível com a postura de isenção, equilíbrio e urbanidade exigida de um árbitro de futebol, revelando comportamento de intimidação e destempero”, destacou o Azulão.

Confusão nas arquibancadas 

O jogo foi marcado por uma confusão nas arquibancadas antes do final da partida. Após o gol anulado, torcedores azulinos teriam jogado objetos no gramado. Com isso, diversas bombas foram lançadas pela Polícia Militar na direção da arquibancada, e ainda com pessoas agredidas e atingidas por disparos de bala de borracha. O CSA classificou a ação policial como “desproporcional”.

No documento à CBF, o CSA responsabilizou o juiz por conta da confusão na torcida. “A confusão só ocorreu em razão direta do erro de arbitragem, que inflamou a revolta dos torcedores”.

Dirigentes e arbitragem

Na súmula da arbitragem, o diretor executivo de futebol do CSA, Jadson Oliveira, foi citado por se dirigir ao quarto árbitro com palavras de baixo calão e ameaças, o que aumentou o clima hostil nos corredores do Rei Pelé.

Segundo o árbitro, ele afirmou: “Isso foi tudo culpa de vocês, seus f!lh# da pta, avisa aquele p@u no c* do árbitro que ele acabou com todo um jogo. Vocês são fd@, parecem que são da federação paulista, só tem f!lh# da pta. O que vocês estão fazendo aqui vai acabar com a gente. Vocês estão fd!d#s, vão para a casa do c@r@lh.”*

Mesmo com os ânimos exaltados, o quarto árbitro Pedro Alves de Oliveira teria ido até a porta do vestiário do CSA após o término da partida. O Azulão afirma que o fato agravou a tensão.

“Ressalte-se que tal diligência poderia e deveria ter sido realizada pelo delegado da partida, em momento adequado e sem exposição. A atitude, em cenário de ânimos exaltados, gerou discussão entre o quarto árbitro e membros do CSA, agravando ainda mais a tensão”.

O vascaíno não vai se esquecer tão cedo da tarde do dia 17 de agosto de 2025. Com uma atuação dominante desde os primeiros minutos e um segundo tempo quase perfeito, o Vasco venceu o Santos por 6 a 0 e aplicou a maior goleada na história do confronto entre os dois clubes. Além disso, saiu da zona de rebaixamento do Brasileirão e se encheu de moral na tentativa de espantar de vez a má fase na temporada.

No Morumbis, o Vasco de Fernando Diniz mostrou sua versão mais letal. Saiu na frente com méritos, sofreu no início da segunda etapa, mas em seguida não tomou conhecimento do adversário, marcou cinco gols no intervalo de 16 minutos e esbanjou uma precisão no aproveitamento de oportunidades criadas que fez falta para a equipe em jogos recentes. Agora a bola entrou - não só uma, nem duas... mas seis vezes.

Diniz disse na coletiva que, na essência, o Vasco não jogou diferente das últimas partidas. E algumas estatísticas mostram que ele tem razão. Contra o Santos, a equipe terminou o jogo com 14 finalizações, nove delas na direção do gol defendido por Gabriel Brazão. Nesse sentido, se atendo apenas aos duelos recentes, o Vasco criou mais contra o Atlético-MG (16 finalizações), contra o Inter (15), contra o Grêmio (28), na partida de volta da Sul-Americana contra o Independiente del Valle (15) e nos dois jogos das oitavas da Copa do Brasil contra o CSA (19 e 23).

E venceu apenas uma de todas essas partidas citadas. Dessa vez, o Vasco colocou as bolas para dentro.


				Vasco vive dia histórico e se enche de moral contra má fase; análise
Jogadores do Vasco comemoram vitória histórica sobre o Santos. — Foto: Marcos Ribolli / ge

Chama atenção a maneira articulada e criativa com a qual o Vasco construiu seus gols. No seu primeiro jogo sem Pablo Vegetti (o capitão e artilheiro da equipe na temporada, com 22 gols, cumpriu suspensão), o Vasco foi um time indiscutivelmente mais leve no ataque. E que, quando chegou ao último terço do campo, dispôs de mais recursos do que apenas cruzamentos para dentro da área.

David foi o escolhido pelo treinador para substituir o argentino, não atuou fixo como um centroavante e, além de marcar um lindo gol, contribuiu com assistências para outros dois gols de uma forma que Vegetti dificilmente conseguiria. Colocá-lo no banco é a solução para todos os problemas do Vasco? Decerto que não. Mas a produção ofensiva sem amarras deste domingo deve no mínimo colocar um ponto de interrogação na cabeça do treinador.

O time de Diniz ganhou mais confiança a partir do gol e viveu um raro momento na temporada em que a maioria das tomadas de decisão pareceu correta. Teve susto no pênalti marcado em cima de Guilherme, mas o árbitro logo corrigiu a marcação apontando o impedimento do santista no início do lance. A única finalização do Santos na direção do gol de Léo Jardim no primeiro tempo inteiro foi justamente de Guilherme, sem perigo algum.

Por muito pouco, o Vasco não foi para o intervalo com uma vantagem maior no placar. Rayan poderia ter mais calma para tentar limpar Luan Peres antes de finalizar praticamente no último lance. Antes disso, David também teve boa oportunidade em lançamento de Paulo Henrique, mas não se entendeu com a bola e adiantou demais após domínio com o peito.

Não foi uma simples vitória, um resultado que serviu para somar três pontos na classificação e só. Essa é a primeira vez que o Vasco vence por seis gols de diferença em um jogo de Campeonato Brasileiro desde 2001, quando fez 7 a 1 no São Paulo. E a última ocasião em que havia marcado seis gols foi no 6 a 1 sobre o Atlético-MG em 2008. O que ocorreu neste domingo não se vê todo dia.

Por esse motivo, o feito pode servir de combustível para chacoalhar o Vasco, que antes disso havia vencido apenas um dos últimos nove jogos. O time foi chegou aos 19 pontos no Brasileirão, empurrou o Vitória para a zona de rebaixamento (os clubes têm a mesma pontuação, mas os cariocas têm mais vitórias) e deu a impressão de que é capaz de brigar por mais do que apenas não cair.

Superior desde o início

O Vasco fez um bom primeiro tempo no Morumbis. Superou o momento breve em que o Santos teve mais a bola e tentou dominar as ações, nos primeiros minutos, e tomou o controle da partida dos 10 minutos em diante. Diferente de jogos anteriores, a saída de bola do time de Fernando Diniz dessa vez funcionou, e a equipe teve sucesso em sair da pressão dos jogadores do Santos para ganhar terreno no campo.

Aos 18 minutos, o Vasco fez valer o melhor momento na partida e abriu o placar numa jogada construída de pé em pé, com David na esquerda (onde os jogadores do Santos reclamaram de uma possível saída de bola) até chegar a bola chegar em Nuno Moreira na direita. O português foi muito feliz na bola que atravessou a área e encontrou Lucas Piton livre para empurrar de cabeça para o gol.

Vasco sofre susto e responde com goleada

Com três minutos do segundo tempo, o Santos poderia ter empatado e até virado a partida. Foram três grandes chances criadas pela equipe mandante: Léo Jardim cortou o cruzamento para Neymar na primeira, Guilherme chutou inacreditavelmente para fora na segunda e Barreal acertou a trave na terceira.

A partir daí, o Vasco se recompôs defensivamente, não deu mais chances para o Santos e respondeu com uma goleada que entrou para a história. O segundo gol da equipe, marcado por David, saiu aos seis minutos. E o sexto, de Tchê Tchê, foi aos 22. Portanto, em apenas 16 minutos o Vasco colocou o Santos na corda, liquidou a partida e construiu o placar elástico.


				Vasco vive dia histórico e se enche de moral contra má fase; análise
Fernando Diniz comemora vitória do Vasco sobre o Santos. — Foto: Marcos Ribolli / ge

David se recuperou da atuação ruim no primeiro tempo e foi um dos melhores jogadores da equipe no segundo. Ora como um centroavante de ofício, como quando apareceu para finalizar bonito e deixar o seu na partida, ora flutuando para dar as assistências para os gols de Coutinho e Tchê Tchê. Nuno Moreira deu passes para os gols de Lucas Piton e Coutinho, mas um olhar atento é o bastante para observar que a bola passou pelo português em praticamente todos os lances de ataque.

Como os homens mais avançados no meio de campo, Tchê Tchê e Coutinho se alternavam na origem da construção das jogadas, recuavam bastante para começar o jogo, mas também tinham fôlego e liberdade para pisar na área. Tudo isso somado ao apoio recorrente de Paulo Henrique e Piton pelas pontas fez com que o Vasco envolvesse a defesa santista no Morumbis.

E ainda cabia mais, só que Gabriel Brazão nos minutos finais voou na finalização de Puma Rodríguez para fazer salvar o gol que parecia certo. Por outro lado, Léo Jardim só precisou fazer duas defesas durante o segundo tempo inteiro. O Vasco conseguiu mostrar o equilíbrio entre defesa e ataque que Diniz tanto pedia. E o tamanho da importância desse feito apareceu na irritação do treinador com sua equipe quando Guilherme fez o gol que em seguida seria anulado - nem parecia que o placar apontava 6 a 0.

O apresentador e comentarista Craque Neto não mediu as palavras para descrever a atuação de Neymar na goleada de 6 a 0 sofrida pelo Santos contra Vasco, neste domingo (17), no Morumbis, em São Paulo.

“Nossa, Neymar, você não é o craque? Por que você não resolveu o jogo no Morumbis? Não é você que chega com samba? Com caixa de som? Menos né. Que jogadorzinho você virou, hein”, disse o comunicador em um vídeo publicado no YouTube da Rádio Craque Neto.

Neto ainda “alfinetou” a forma física de Neymar. O comentarista foi enfático ao afirmar que o camisa 10 do Santos está acima do peso. “Por sinal, eu acho que você está um pouco “gordinho”, um pouco inchado”, disse.

Pior resultado da carreira

O 6 a 0 deste domingo foi a maior goleada já sofrida por uma equipe de Neymar. Titular e capitão da equipe, o jogador atuou durante todos os 90 minutos da derrota santista. Ele, inclusive, recebeu um cartão amarelo por reclamação no primeiro tempo, quando o placar ainda era de 1 a 0, com gol marcado por Lucas Piton.

O atacante Neymar deixou o campo chorando após o Santos ser goleado por 6 a 0 pelo Vasco, neste domingo, no Morumbis, pelo Campeonato Brasileiro.

Assim que o árbitro apitou o fim do jogo, o craque sentou no gramado e começou a chorar. Em seguida, se levantou e foi abraçado pelo técnico adversário, Fernando Diniz, enquanto se dirigia para os vestiários.

Esta é a maior goleada sofrida por Neymar desde que iniciou a carreira no próprio Santos. As outras duas haviam sido por 4 a 0: também pelo Peixe, na final do Mundial de Clubes de 2011, contra o Barcelona, e pelo Barça diante do PSG, em 2017, nas oitavas da Liga dos Campeões.

"Quem não faz, leva". A famosa expressão do futebol resume bem a vitória do Palmeiras sobre o Botafogo por 1 a 0, em pleno estádio Nilton Santos, na noite deste domingo (17). O Fogão, mesmo sem todos os titulares, perdeu chances claras no primeiro tempo, enquanto o Verdão foi letal com Felipe Anderson em sua primeira oportunidade e saiu com a vitória no Brasileirão.

Pensando na Libertadores, Davide Ancelotti poupou titulares no Botafogo como Montoro, Danilo e Savarino. O Palmeiras também teve mudanças, e foi justamente Felipe Anderson, que voltou a iniciar uma partida entre os onze iniciais, o autor do gol. A partida foi equilibrada e Verdão voltou a vencer os cariocas nesta temporada, em duelo que marcou uma reedição das oitavas de final do Mundial de Clubes.

Com a vitória, o Palmeiras chega a sete partidas sem perder pelo Brasileirão, a última vez foi em junho, para o Cruzeiro. O Verdão é o vice-líder, com 39 pontos. O Botafogo é o quinto colocado, com 29 pontos.

Como foi o jogo?

A primeira etapa ilustrou bem o equilíbrio recentre entre Botafogo e Palmeiras. Davide Ancelotti poupou peças pensando na Libertadores, mas os mandantes começaram o clássico se impondo no Estádio Nilton Santos.

Com muitas jogadas pelas linhas de fundo, o Botafogo conseguiu envolver o Palmeiras nos primeiros minuto e criou as melhores oportunidades. Marlon Freitas foi o primeiro a assustar o Verdão, com um chute de fora da área que passou por cima do travessão. O melhor momento foi com Joaquín Correa, que ficou cara a cara com Weverton e viu o goleiro fazer uma grande defesa.

Restando poucos minutos para o intervalo, Mateo Ponte teve outra chance clara na pequena área. O lateral finalizou de primeira, mas a bola foi para fora. O Botafogo, com 60% de posse de bola, parecia ter o domínio do duelo e um empate era um mau resultado no primeiro tempo, mas piorou. A letalidade do Palmeiras em sua primeira oportunidade no jogo, aos 44 minutos. Felipe Anderson superou Barboza na corrida, finalizou na saída de John e abriu o placar.

No segundo tempo, Davide Ancelotti promoveu a entrada de titulares para mudar o roteiro do jogo: Danilo e Savarino. Com poucos minutos em campo, o venezuelano chutou de fora da área para boa defesa de Weverton.

O Verdão também apresentou suas armas. Em contra-ataque rápido, uma especialidade palestrina, Vitor Roque limpou a marcação na área, soltou a bomba e John defendeu. O Fogão melhorou no jogo, e rondou a área do Palmeiras, mas sem oferecer tanto perigo. Os comandados de Abel Ferreira administraram o resultado e saíram com os três pontos.


				Palmeiras é letal, vence Botafogo ‘misto’ e amplia sequência positiva no Brasileirão
Palmeiras venceu o Botafogo pelo Brasileirão. — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF

O que vem por aí?

Verdão e Fogão viram a chave e passam a pensar na Libertadores. O Botafogo entra em campo primeiro. Na quinta-feira (21), o clube carioca encara a LDU, em Quito, às 19h (de Brasília), pelo jogo de volta das oitavas de final da competição continental. A equipe de Davide Ancelotti venceu a ida por 1 a 0.

No mesmo dia, às 21h30 (de Brasília), o Palmeiras entra 'tranquilo' para o duelo de volta das oitavas de final do torneio. Após vencer por 4 a 0 no Peru, o Verdão recebe o Universitario no Allianz Parque, com uma mão na vaga.

Pelo Brasileirão, o Botafogo encara o Juventude em Caxias do Sul, no próximo domingo (24). No dia seguinte, o Palmeiras enfrenta o Sport, no Allianz Parque.

Com gols de Pedro, marcados aos 6 e aos 11 do primeiro tempo e de Plana no segundo tempo – Borré descontou no final –, o Flamengo venceu o Internacional por 3 a 1, na noite deste domingo (17), no estádio Beira-Rio. Como no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores, na quarta-feira (13) passada, o Rubro-Negro dominou o primeiro tempo do embate válido pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, não deixou o Colorado ver a cor da bola nos minutos iniciais do confronto. Na etapa final, administrou o resultado.

Com o resultado, o Flamengo se manteve na primeira colocação, indo a 43 pontos. Do lado alvirrubro, o Inter estacionou na 12ª colocação, com 24 pontos.

Como foi o primeiro tempo de Internacional x Flamengo

Antes de o relógio marcar um minuto, o Flamengo já armava um salcedo na área colorada. Com menos de dois minutos, Vitinho tomava o amarelo. E numa cobrança de falta, Léo Ortiz cabeceou raspando o travessão de Anthoni. E foram necessários apenas seis minutos para o Rubro-Negro abrir o placar. Em levantamento de Arrascaeta, Valera ajeitou para Pedro balançar as redes. Gol do Flamengo! 0 a 1.

O Fla ampliou os 11. Em uma aula de contra-ataque, com avanço rápido e mortal, bola de pé em pé, Lino tocou para Arrascaeta e o uruguaio passou para Pedro, que teve tempo e liberdade para dominar e tirar de Anthoni. Gol do Flamengo! 0 a 2. Com a vantagem e o Inter no bolso, a equipe carioca passou a tirar a velocidade do jogo, rodando a bola, sem ser pressionado pelo adversário.

Quando tinha a posse, o Colorado abusava dos erros de passe ou parava na bem postada defesa. O Inter até conseguiu uma série de quatro escanteios, mas sem levar perigo para Rossi. Aos 39, após cobrança de escanteio, Léo Pereira acertou a trave colorada após uma bela bicicleta. Na sequência, o time de Roger Machado conseguiu levar algum perigo à área carioca.

Aos 40, Valencia avançou a dribles pelo lado esquerdo. Com Aguirre e Borré postados para receber, o equatoriano abusou da individualidade e bateu na defesa. Pouco depois, aos 43, em cobrança de escanteio, Clayton Sampaio cabeceou no cantinho, mas para fora. E aos 45, Alan Benítez recebeu lançamento na área rubro negra e bateu para grande defesa de Rossi.

Como foi o segundo tempo de Internacional x Flamengo

Como na quarta, o Internacional voltou com mais posse. Isso não significou ofensividade. Tanto que aos 4, o Flamengo abusou de perder a chance de ampliar. Primeiro, Samuel Lino parou nos pés de Victor Gabriel. Depois com Luiz Araújo ficando em Aguirre. O Colorado tentava responder, mas ou parava na defesa carioca ou errava no último passe. Até que, aos 8, teve sua melhor chance. Em triangulação pela esquerda, Gustavo Prado entrou da esquerda para o meio e bateu de longe. Rossi fez grande defesa.

Aos 14, Varela foi lançado no findo, passou por Victor Gabriel e centrou. A redonda chegou a Arrascaeta que bateu seco, mas Richard desviou. O Rubro-Negro voltou a colocar o enfrentamento no bolso e, aos 16, numa roubada na intermediária, Arrascaeta serviu Plata, que chutou rasteiro. Gol do Flamengo! 0 a 3. Foi a 100ª assistência do uruguaio com a camisa da equipe carioca. Aos 28, Airton Lucas quase fez o quarto. Ele arrancou do meio-campo e chegou à área, tentando encobrir Anthoni.

A partir das entradas de Bernabei, Thiago Maia, Alan Rodríguez, Wesley e Ricardo Mathias, o Alvirrubro voltou a ter alguma posse. Deixando de sofrer com as ações do Flamengo, mas sem levar perigo ao adversário. Como aos 34, quando Wesley lançou Bernabei. O argentino venceu a dividida com Plata e foi ao fundo, mas colocou nas mãos de Rossi ao tentar levantar na área. Aos 43, Rodríguez passou para Wesley que tocou para Borré dentro da área. Pela esquerda, o colombiano bateu, para defesa de Rossi.

Nos acréscimo, após roubada de bola no meio, Rodríguez avançou pelo meio, rabiscou, limpando dois defensores, e chutou alto. Caprichosamente, a bola bateu no alto da trave direita do goleiro argentino. Na sequência, Rodríguez lançou Bernabei que cruzou da esquerda. Rafael Borré se antecipou e descontou. Gol do Inter! 1 a 3.

O que vem pela frente

Internacional e Flamengo viram agora a chave para a Libertadores. As duas equipes voltam a se enfrentar pelas oitavas de final do torneio continental. O Rubro Negro, que venceu por 1 a 0 o jogo de ida, tem a vantagem do empate. O Colorado precisa vencer por dois gols de diferença para se clarificar. Vitória simples do Alvirrubro leva a partida para os pênaltis.

No Brasileirão, o Inter volta a campo no sábado (23), às 18h30min, contra o Cruzeiro, no Mineirão. Com terceiro amarelo, Vitinho e Valencia não ficam à disposição. Já o Flamengo joga somente na segunda (25), às 21h, no Maracanã, contra o Vitória.

Apesar da recente eliminação na Copa do Brasil, o Galo vem de vitória em casa diante do Athletic na última rodada, o foco do CRB agora é total na Série B. A equipe, treinada por Eduardo Barroca, encara o Volta Redonda nesta segunda-feira (18), às 19h (horário de Brasília), no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda-RJ.

Antes da rodada, o CRB ocupa a 10ª posição, com 28 pontos (8 vitórias, 4 empates e 9 derrotas), e encara a necessidade de reduzir a oscilação em resultados no segundo turno.

O time iniciou a preparação na quinta-feira (14) e ainda treinou na sexta, no sábado e na manhã desse domingo (17), antes de viajar ao Rio de Janeiro, à tarde, em busca de consolidar ritmo e confiança.

CRB

Para este duelo, o principal desfalque será o volante Gegê, suspenso após receber o terceiro cartão amarelo. Outros sete jogadores estão pendurados com dois cartões: Mikael, Fernando Henrique, Weverton, Giovanni, Henri, Danielzinho e Kallyel.


				Buscando seguir sequência positiva, CRB encara o Volta Redonda na 22ª rodada da Série B
— Foto: Francisco Cedrim/Ascom CRB

O Galo ainda vai se reencontrar com dois atletas que passaram pelo clube. Chay e Raí (que deve ser titular após cumprir suspensão na última rodada) estão hoje defendendo o Volta Redonda.

Eduardo Barroca pode mandar a campo: Matheus Albino; Weverton, Henri, Fábio Alemão e Matheus Ribeiro; Higor Meritão, Giovanni e Danielzinho; Thiaguinho, Douglas Baggio e Mikael.

Volta Redonda

O Volta Redonda chega determinado, após empatar em 0 a 0 com o Novorizontino, em casa, pela 21ª rodada da Série B. Esse resultado foi importante para se afastar, ainda que momentaneamente, da zona de rebaixamento, mas sabe-se que são necessários mais resultados positivos.

Agora, o time precisa de sequência de bons resultados diante de sua torcida. O Voltaço vai atrás de regularidade na Segundona, buscando somar pontos em seu mando de campo.

No primeiro turno, as equipes se enfrentaram no Estádio Rei Pelé e o placar foi de 1 a 0. Agora, jogando em casa, o Volta Redonda quer alargar a distância da zona de rebaixamento.

O provável time do Volta Redonda é: Jean Drosny; Wellington Silva, Fabrício, Gabriel Bahia e Sanchez; André Luiz, Pierre, Raí e PK; Ítalo e MV.

📝 Ficha técnica

🏟️ Local: Estádio Raulino de Oliveira, Volta Redonda-RJ

🕒 Horário: 19h

📅 Data: 18/08

🟨 Arbitragem:

Árbitro: Lucas Casagrande (PR)

Assistentes: Sidmar dos Santos Meurer (PR) e Denise Akemi Simoes de Oliveira (PR)

VAR: Emerson de Almeida Ferreira (MG)

CSE x CSA iniciam neste sábado (16) a decisão do Campeonato Alagoano Sub 20 (A-1) e o confronto está marcado para às 16h, no Estádio Juca Sampaio, em Palmeira dos Índios.

O árbitro será João Paulo dos Santos Nascimento. Ele terá como assistentes Genilson Firmino da Silva e Jessica Alves Bomfim.

O quarto árbitro será Everton Da Silva Santos.

Com todos os jogadores a disposição, o técnico Carlos Humberto deve iniciar com Júnior Igaci; Igor, Jamyson, Juca e Jeffinho; Jonas, Thiago e Pepeu; Alison, Poca e Jobson.

Neste sábado, a partir das 21h (horário de Brasília), Corinthians e Bahia se enfrentam na Neo Química Arena, em São Paulo, pela 20ª rodada do Brasileirão. O Premiere e o sportv transmitem o jogo ao vivo.

O Corinthians chega em um momento delicado. Nos últimos dias, muitas más notícias assolaram o clube, como o transfer ban imposto pela Fifa, a lesão de Yuri Alberto e a venda do garoto Kauê Furquim, justamente ao Bahia, considerada pela diretoria como aliciamento. No Brasileirão, o time venceu apenas um de seus últimos dez jogos e está cada vez mais próximo da zona do rebaixamento.

O Bahia vem de empate em casa com o Fluminense e não vence há três jogos, mas também não perde há cinco. A sequência invicta colocou o Tricolor nas quartas de final da Copa do Brasil e manteve o time no G-4 do Campeonato Brasileiro, posição que será defendida nesta 20ª rodada.

  • Transmissão: Premiere e sportv.
  • Tempo real: ge acompanha todos os lances em tempo real (clique aqui).

 

Neo Química Arena, estádio do Corinthians — Foto: Marcos Ribolli

Neo Química Arena, estádio do Corinthians — Foto: Marcos Ribolli

Escalações prováveis

Corinthians - técnico: Dorival Júnior

Com sete desfalques, o técnico Dorival Júnior terá de quebrar a cabeça para montar o Corinthians para enfrentar o Bahia. A tendência é de que o time mantenha a formação no 4-4-2 e aposte nos garotos da base Kayke e Gui Negão como dupla de ataque.

Provável time: Hugo Souza; Matheuzinho, André Ramalho, Gustavo Henrique e Matheus Bidu; Raniele, José Martínez, Breno Bidon e Rodrigo Garro; Kayke e Gui Negão.

  • Quem está fora: Yuri Alberto (cirurgia para correção de hérnia inguinal), Hugo (transição física após cirurgia para correção de hérnia inguinal), André Carrillo (cirurgia no tornozelo esquerdo), Memphis Depay (lesão muscular na coxa direita), Fabrizio Angileri (suspenso pelo terceiro amarelo), Cacá (suspenso pelo terceiro amarelo) e Romero (suspenso por cartão vermelho);
  • Pendurados: Charles, Gui Negão, Yuri Alberto, Matheus Bidu e Dorival Júnior.

 

Bahia - técnico: Rogério Ceni

Rogério Ceni perdeu o camisa 10 e capitão, Everton Ribeiro, que está suspenso. A tendência é de que o meia tricolor seja substituído por Michel Araujo, embora Cauly também seja opção para a posição. Em recuperação de lesão, o atacante Erick Pulga viajou e foi relacionado.

Provável time: Ronaldo; Gilberto, David Duarte, Ramos Mingo e Luciano Juba; Caio Alexandre, Jean Lucas e Michel Araujo (Cauly); Ademir, Kayky (Iago Borduchi) e Willian José.

  • Quem está fora: Everton Ribeiro (suspenso); Rodrigo Nestor, Kanu, Erick e Fredi Lippert (lesionados);
  • Pendurados: Jean Lucas, Ademir, Erick Pulga e Willian José.

 

Arbitragem

  • Árbitro: Paulo César Zanovelli da Silva (MG);
  • Árbitro Assistente 1: Nailton Júnior de Sousa Oliveira (CE);
  • Árbitro Assistente 2: Felipe Alan Costa de Oliveira (MG);
  • Quarto Árbitro: Leonardo Willers Lorenzatto (MT);
  • Árbitro de Vídeo: Rafael Traci (SC).

 

Árbitro Paulo César Zanovelli — Foto: Gilson Junio/AGIF

 

O confronto entre Manauara e ASA pelas oitavas de final da Série D promete um choque de estilos e números. Enquanto o “Búfalo da Amazônia” construiu sua trajetória com uma fortaleza em casa, o “Fantasma de Arapiraca” fez do gramado adversário um terreno fértil para vitórias importantes.

As duas equipes entram em campo neste sábado (16) para o primeiro jogo das oitavas, no Estádio da Colina, em Manaus-AM, com bola rolando a partir das 16h (horário de Brasília) e 15h (horário local).

O Manauara, jogando na Arena da Amazônia, somou 7 vitórias, 2 empates e apenas 1 derrota na competição, com 19 gols marcados e apenas 3 sofridos como mandante. Destaque para as goleadas sobre SC Humaitá (5 a 0) e GAS (3 a 0), além da consistência defensiva — foram 6 jogos sem sofrer gols em casa.

Do outro lado, o ASA chega com retrospecto respeitável longe de Arapiraca: 4 vitórias, 2 empates e 3 derrotas fora de casa, balançando as redes 12 vezes e sofrendo 7 gols. As vitórias contra Penedense (1 a 0), União Atlético (4 a 0) e Ferroviário (1 a 0) mostram um time que sabe jogar com a pressão da torcida adversária.

O duelo ganha contornos estratégicos: o Manauara tentará impor intensidade e pressão desde o apito inicial, enquanto o ASA aposta na disciplina tática e no contra-ataque letal, arma que tem dado resultado na estrada.

No retrospecto recente, os números sugerem equilíbrio, mas com o fator casa pendendo para os amazonenses. No entanto, na Série D, cada mata-mata é uma história à parte — e o Fantasma já mostrou que gosta de assombrar fora de casa.

O técnico Ranielle Ribeiro não tem desfalques e, mesmo com as boas e decisivas atuações de Thiago Alagoano e Júnior Viçosa, não deve promover mudanças. Assim, o ASA deve ir a campo com: Matheus Vinicius; Paulinho, Cristian Lucca, Zulu e Charles; Guilherme, Fabrício Bigode e Sammuel; Keliton, Will e Marcelo Toscano.

E o time amazonense, comandado pelo experiente Luís Carlos Winck, deve ir a campo com: David Becker; Zé Leandro, Everson e Ítalo; Paulinho, Marinho, Luiz Fernando, Allefe e Jhonathan Moc; Tobinha e Edson Cariús (Manoel).

Com a volta do técnico Higo Magalhães, o CSA entra em campo contra o Ituano, neste sábado (16), a partir das 19h30, em um duelo direto na briga pela vaga no G8 da Série C. O jogo será no Estádio Rei Pelé, em Maceió, válido pela 17ª rodada.

Jogando em casa e motivado pelo retorno de Higo Magalhães, o CSA deve ir para cima do adversário, que tem grandes dificuldades em jogos longe no Novelli Júnior. Os dois times estão próximos na tabela, com apenas um ponto separando um do outro: o CSA é o 9º colocado, com 21 pontos, enquanto o Ituano é 12º, com 20 pontos.


				Com o retorno de Higo Magalhães, CSA encara o Ituano ainda na busca de ir ao G8
Técnico do CSA, Higo Magalhães, está de volta ao comando do time. Genival Paparazzi

CSA

O Azulão vem de derrota para o Itabaiana, por 1 a 0, jogando no interior sergipano, pela última rodada da Série C. Os maus resultados recentes, incluindo a eliminação para o Vasco, na Copa do Brasil, provocaram o retorno do treinador, após 14 dias da sua demissão.

No duelo deste sábado, o Azulão busca o caminho das vitórias, para entrar de vez na zona de classificação ao quadrangular final. Para isso, a diretoria contratou o experiente atacante Ciel, que estava no Ferroviário, na Série D, além de trazer de volta o zagueiro Eduardo Biazus, que estava na Portuguesa-SP e já tinha defendido o time azulino. Mas eles não devem entrar de primeira no jogo deste sábado.

Higo Magalhães deve mandar o CSA a campo, no 4-3-3, com: Gabriel Felix; Felipe Albuquerque, Betão, Islan e Enzo; Camacho, Gustavo Nicola e Brayann; Guilherme Cachoeira, Tiago Marques e Daniel Baianinho.


				Com o retorno de Higo Magalhães, CSA encara o Ituano ainda na busca de ir ao G8
Ituano busca melhorar retrospecto contra times do G-8 da Série C. Miguel Schincariol/Ituano FC

Ituano

O Galo de Itu vem de derrota para o Confiança, jogando no Novelli Júnior, pelo placar de 2 a 1, na rodada anterior. Por isso, o time comandado pelo técnico Mazola Júnior, que conhece bem o futebol alagoano, chega precisando vencer.

Durante a semana, o clube anunciou a contratação do zagueiro Carlão, que estava no Água Santa e disputou o Brasileiro da Série D pelo Netuno.

O Ituano deve ir a campo no 4-2-3-1, com a seguinte escalação: Vagner; Dija, Grigor, Matheus Mancini e Dal Pian; Bruno Silva e Ramon; Léo Passos, Neto Berola e Felipe Muranga; Gabriel Razera.

Arbitragem

Árbitro: Maguielson Lima Barbosa (DF);

Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Lucas Costa Modesto (DF);

4º árbitro: Pedro Alves de Oliveira (DF).

Depois de registrar um déficit de R$ 287 milhões em 2024, e o ver o valor da dívida total subir para R$ 968,2 milhões, o São Paulo adotou uma postura diferente no mercado nesta temporada: apostar em jogadores livres ou sem custo para suas contratações. Essa estratégia faz com que o clube não tenha que arcar com valores do tipo para reforçar seu elenco neste ano. O cálculo não considera luvas e os salários oferecidos a cada novo reforço. Desde o fim da última temporada, o São Paulo anunciou a chegada de Oscar (ex-Shanghai Port), Wendell (ex-Porto), Juan Dinenno (ex-Cruzeiro), Cédric Soares (ex-Arsenal) e Enzo Díaz (emprestado pelo River Plate). Além disso, Rafael Tolói, ex-São Paulo e Atalanta, já realizou exames médicos e é mais um atleta próximo de ser anunciado pelo time tricolor.

Todos os demais clubes da Série A tiveram de arcar com ao menos uma contratação nesta temporada. É o caso do Corinthians, que também sofre com uma dívida bilionária e pouco se reforçou para 2025. Cacá, que estava emprestado pelo Tokushima Vortis, foi comprado de forma definitiva no início deste ano, por R$ 24 milhões. Além dele, Hugo Souza foi adquirido de forma definitiva junto ao Flamengo após período de empréstimos. Em campo, o São Paulo tem conseguido responder após a chegada de Hernán Crespo. No Campeonato Brasileiro, o clube se aproximou da briga pela Libertadores e soma cinco vitórias consecutivas, enquanto decide no Morumbi, na próxima semana, a vaga às quartas de final da Libertadores contra o Atlético Nacional.

O único tropeço após o Mundial de Clubes se deu na eliminação diante do Athletico-PR pela Copa do Brasil. A eliminação, que não estava prevista pelo clube no orçamento para esta temporada, fez o São Paulo deixar de ganhar R$ 4,7 milhões com a classificação às quartas de final. A estratégia no mercado de transferências se justifica ainda mais por esse resultado financeiro negativo. As metas esportivas são estipuladas no orçamento do clube para determinado ano fiscal. Em geral, são menos ousadas em relação às reais ambições da equipe para a temporada, mas servem para limitar os gastos da gestão no ano e, consequentemente, evitar que falte dinheiro para arcar com reforços, dívidas, folhas salariais, entre outros pontos.

Para 2025, a gestão de Julio Casares estabeleceu as mesmas metas do último ano. Na última temporada, no entanto, o clube só deixou de alcançar a final do Campeonato Paulista, já que ficou na ‘nota de corte’ dos demais pontos no planejamento orçamentário. Já em 2024, somando Estadual e Copa do Brasil, o prejuízo já chega à casa dos R$ 6,2 milhões – o vice-campeonato Estadual renderia um bônus de R$ 1,5 milhão aos cofres.

As eliminações precoces, no entanto, não afetam somente o valor das premiações. Ao deixar de chegar à decisão do Campeonato Paulista e às quartas de final da Copa do Brasil, o clube deixa de somar uma renda referente à bilheteria nestas duas partidas, que seriam disputadas no Morumbi. Na última temporada, por exemplo, o São Paulo somou R$ 2,8 milhões com a renda líquida do duelo de ida das quartas de final, diante do Atlético-MG.

Grêmio fechou a contratação do lateral-direito Marcos Rocha, do Palmeiras, nesta sexta-feira (15). O jogador de 36 anos deve se despedir de seus companheiros nesta sexta ou no sábado (16).

O Tricolor procurava um jogador nesta posição para reforçar o elenco e com a condição de chegar e jogar de imediato. O clube gaúcho já contratou o zagueiro Balbuena e o centroavante Carlos Vinicius. Antes da parada da Copa do Mundo de Clubes, Alex Santana já havia chegado.

Marcos Rocha chegou ao Palmeiras em 2018 e possui 12 taças na equipe paulista (duas Conmebol Libertadores, três Brasileiros, Recopa Sul-Americana, Copa do Brasil e Supercopa do Brasil, entre outros). O lateral tem 346 jogos no alviverde, marcou nove gols e deu 40 assistências. Nesta temporada, atuou em apenas 17 dos 49 jogos do Palmeiras, sendo 13 como titular. No Campeonato Brasileiro, jogou só uma vez, e por isso pode defender o Grêmio na Série A.

Premiação para os atletas na reta final, volta de Higo Magalhães, SAF, críticas às novas contratações e até conversa com o presidente do CRB. O ex-presidente do Azulão, Rafael Tenório, abriu o jogo e falou sobre todos estes assuntos em entrevista à Pajuçara FM na noite dessa quinta-feira (14). Envolvido diretamente no retorno do técnico ao clube 16 dias após a demissão, o ex-mandatário revelou ações que fará junto ao clube na reta final da Série C.

Segundo Rafael Tenório, ele pediu autorização à atual presidente do CSA para fazer um planejamento de premiação para os três últimos jogos da fase final da Série C, uma premiação em caso de acesso, outro bônus pelo título da Terceirona, além também de premiar em uma possível classificação e título da Copa do Nordeste.

O empresário afirmou que, nesta sexta-feira (15), terá uma reunião com Mirian Monte e o departamento financeiro do time para montar um orçamento.

“Eu quero saber qual valor da premiação da passagem de fase para que a gente possa fazer uma coisa real, haja vista que houve premiações fora da realidade. Eu estou buscando ajudar sem interferir na gestão do clube, apenas me coloquei para o CSA possa tentar ficar no G-8. E eu confesso para vocês que se entrar no G-8 eu subo com aqueles caras e a gente vai para o acesso”.

O ex-mandatário ainda criticou os valores de premiações acordados ao longo da temporada, como por exemplo contra a Tuna Luso, na Copa do Brasil. Na ocasião, o Alviceleste goleou por 5 a 0.

Volta de Higo

Rafael ainda explicou que foi um dos principais pilares para o técnico Higo Magalhães estar de volta ao comando técnico do Marujo. Após a derrota para o Itabaiana por 1 a 0, Márcio Fernandes seria demitido e Tenório aconselhou a atual presidente Mirian Monte a optar por Higo. Ele contou que chegou a ligar para o ex-treinador.

“Eu perguntei para ela [Mirian] sobre quem estava pensando em trazer. Ela me disse que iria conversar com o Jadson e perguntou a minha opinião. Eu falei que traria o Higo Magalhães, não sei o motivo pelo qual ele saiu, mas como foi ele quem montou a equipe e tava fazendo bons jogos, bem nas competições, eu traria ele de volta. Pedi permissão a ela, fiz a ligação para o Higo.”

Criticas à nova contratação 

O CSA anunciou o atacante Ciel, de 43 anos, na noite dessa quinta-feira (14). O anúncio foi alvo de críticas por parte de Rafael Tenório, que destacou que não faria a contratação caso fosse o presidente.

“Nós só temos três jogos [na Série C], vai que o CSA não passa de fase. Como que vai ficar a situação do contrato dele? Então, tem que pensar nisso. São essas coisas que eu não entendo. Se eu fosse presidente não traria nunca um jogador para três partidas. [...] Não vai acrescentar em absolutamente nada.”

Conversa com Mário Marroquim

Durante a entrevista, o ex-presidente do Marujo revelou que teve uma conversa com o atual presidente do CRB, Mário Marroquim, na 12ª rodada da Série B, e disse que a classificação contra o Santos na Copa do Brasil foi o “grande mal” para o Regatas, e que o mesmo aconteceu com o CSA eliminando o Grêmio.

“Eles passaram uma mensagem de que o CSA era o melhor clube do Brasil e que ganharia de qualquer adversário que ficasse pela frente, que faria gol a hora que queria. Uma situação muito perigosa, aconteceu também com o CRB e eu alertei ao Mário”, conta Tenório.

SAF e retorno

Nos últimos meses, o modelo de gestão de clube Sociedade Anônima do Futebol (SAF) foi pauta no CSA. Representantes da XP chegaram a visitar as instalações do clube em fevereiro deste ano.

Para o ex-presidente, esse é o modelo ideal para o futuro do CSA. Além disso, um grupo de investidores seria a única maneira que faria ele pensar em retornar ao comando do clube.

Confira a entrevista completa: 

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