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"Não aguentava mais fazer cirurgia", desabafa Mayra após bronze

 

 

Assim que a vitória e a conquista de sua terceira medalha olímpica foi confirmada, Mayra Aguiar caiu em lágrimas. Medalhista também em Londres 2012 e Rio 2016, seu bronze em Tóquio, com certeza, foi a mais difícil. Uma luta que começou muito antes de subir no tatame. Ela passou por mais uma cirurgia, essa constante na vida de atletas de alta performance, em novembro de 2020, em plena pandemia de covid-19. Precisava reparar uma grave lesão no joelho esquerdo.

Nesta quinta, toda a corrida contra o tempo para competir nas Olimpíadas de Tóquio 2020 valeu a pena. Mayra conquistou sua terceira medalha e não conteve a emoção quando entrevistada pela TV Globo na saída do tatame.

- Acho que é a conquista mais importante para mim. Foram difíceis os últimos tempos, bem difíceis, tem que superar, superar de novo e de novo. Não aguentava mais fazer cirurgia, ainda mais no momento que vivemos, tive medo, angústia. Mas continuei. Dar o nosso melhor vale a pena - desabafou a judoca.

Mayra não se esqueceu de quem a apoiou no momento mais difícil de sua carreira. Ela lembrou de todo seu sistema de apoio, incluindo a família e treinadores.

- Muito importante para mim. Não conseguiria nada sem minha família, me apoiaram em tudo e estavam comigo nos momentos mais complicados. Obrigada por me apoiar, por me aguentar, eu sou bem chata às vezes. Energia boa. TPM, cansada, com dor, estava comigo. Meus técnicos, apoio, todos. Que me fazem levantar todos os dias. Obrigada por estarem ali. Beijo para o seu Moacir. Me fez amar luta no chão. Pensei: "Não vou soltar, tenho potencial para ganhar essa luta". Beijão a todos. Obrigada de coração - disse.

O feito de Mayra é histórico em diversos sentidos. A judoca se torna a primeira brasileira a conquistar três medalhas olímpicas em um esporte individual: antes de Tóquio, já havia subido ao pódio em Londres 2012 e Rio 2016. É, também, a primeira a fazer isso em três Olimpíadas em sequência.

Mayra também chega ao topo do esporte que mais deu medalhas ao Brasil em Olimpíadas. O judô soma 24 pódios em Olimpíadas. Mayra tem três, mais do que qualquer outro no país.

Fonte: Gazetaweb.

Richarlison brilha de novo, e Brasil vence e vai às quartas em Tóquio

 

 

Richarlison brilhou de novo, marcou duas vezes, e a seleção brasileira venceu por 3 a 1 a Arábia Saudita, na manhã desta quarta-feira (28), e se classificou para as quartas de final do futebol masculino nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. O outro gol brasileiro foi de Matheus Cunha, no começo do primeiro tempo

Com o resultado, Brasil se classificou na primeira colocação do grupo D e aguarda a definição do grupo C, que tem os jogos às 8h desta quarta-feira, para conhecer o adversário do próximo sábado (31), às 7h.

O jogo

Desde o começo a seleção já mostrou domínio na partida, com mais investidas no ataque. O primeiro o gol não demorou para sair: Claudinho cruzou um escanteio do lado esquerdo e, de cabeça, Matheus Cunha abriu o placar aos 13 minutos do primeiro tempo.

Após abrir o placar, a seleção brasileira seguiu em cima dos sauditas. Seis minutos depois do  gol, Guilherme Arana mandou a bola para a área e Antony cabeceou na trave. Na sequência, o Brasil insistiu em mandar a bola para o gol, até que acabou finalizando pela linha de fundo.

Embora a seleção brasileira demonstrasse mais qualidade em campo, a seleção da Arábia Saudita manteve mais a posse de bola e tentou aproveitar lances de bolas paradas para chegar ao empate. E o gol saiu justamente após um cruzamento de uma falta na intermediária, que o zagueiro Al Amri cabeceou para o gol, para deixar tudo igual no placar aos 26 minutos.

O Brasil voltou a assustar os sauditas aos 36 minutos. Após ora brasileiros trocarem passe no campo de ataque, Guilherme Arana recebeu pelo lado esquerdo e arristou o chute, que passou raspando a a trave do goleiro Al Bukhari. Depois disso, a seleção chegou mais duas vezes em sequência: primeiro com Richarlison, que parou no goleiro sem muito perigo, depois, com Claudinho, recebendo cruzando de Daniel Alves e mandando à direita do gol.

Mas o foi aos 40 minutos que quase o brasileiros comemoram o segundo. Matheus Cunha cruzou rasteiro e achou Antony na pequena área, mas ele já estava pressionado pelo goleiro, que se jogou no chão para pegar a bola que já estava no pé do atacante brasileiro. Al Bukhari até precisou de atendimento médico após a defesa. Esse foi o último lance de perigo no primeiro tempo.

Para a etapa complementar, o técnico André Jardine colocou Malcom no lugar de Antony. A seleção voltou para o segundo tempo do mesmo jeito que terminou o primeiro: com domínio dos lances ofensivos, mas sem oferecer tanto perigo.

O primeiro grande lance do segundo tempo aconteceu aos 20 minutos. Após um chute de Matheus Henrique, o goleiro saudita espalma, a bola sobra para no pé de Matheus Cunha, que sozinho chuta na trave. Na sequência, o Brasil tentou seguir a jogada, no entanto, não conseguiu mais oferecer perigo ao gol da Arábia Saudita no lance.

Seis minutos depois, mais uma boa chegada da seleção. Richarlison recebe passe de Reinier na entrada da área, e chuta forte e alta, mas o goleiro Al Bukhari defendeu bem. O Brasil seguiu pressionando, e após um cruzamento de Daniel Alves na área, a zaga saudita afastou parcialmente, Bruno Guimarães cabeceou de volta para a área e Richarlison, também de cabeça, mandou para as redes.

No final da partida, Richarlison ainda marcou duas vezes. Na primeira recebeu um passa da linha de fundo e, dentro da pequena área, empurrou para as redes — mas o gol foi anuldo por impedimento. Depois, em uma jogada parecida, o camisa 10 da seleção recebeu de novo e mandou para o gol, agora com todos em posição legal, para ampliar e fechar o placar do jogo em 3 a 1.

Fonte: R7.

Ana Sátila e Pepê Gonçalves avançam à semifinal da canoagem slalom

 

 

Os brasileiros Ana Sátila e Pepê Gonçalves fizeram bonito na madrugada desta quarta-feira (28/7), pelo horário de Brasília, e avançaram às semifinais na canoagem slalom na Olimpíada de Tóquio. Competindo na cidade de Kasai, Ana se classificou no C1 (canoa), categoria feminina que entrou no programa olímpico nesta edição dos Jogos. Pepê vai disputar a semi no K1 (caiaque), após ficar em 10º no geral.

A atleta de 25 anos obteve a quarta colocação geral, mostrando grande evolução entre suas duas descidas. Na primeira, a brasileira terminou o trajeto em 116s56. Mas, como sofreu quatro penalidades, teve quatro segundos acrescentados ao seu tempo final, totalizando 120s56. Ficou, assim, em 11º lugar entre 22 competidoras.

A segunda descida foi melhor. Mais rápida e ágil em comparação à tentativa anterior, ela superou os obstáculos em 107s90, com duas punições. Assim, ficou com 109s90. Foi a terceira melhor performance até então. Na sequência, foi superada por apenas uma adversária, fechando a fase na quarta colocação geral.

A melhor performance do dia foi registrada pela britânica Mallory Franklin, com 105s06, após duas punições. A semifinal e a final, que poderá render mais uma medalha para o Brasil, estão marcadas para a madrugada desta quinta-feira (29/7), pelo horário de Brasília.

Na terça-feira, Ana Sátila havia encerrado sua participação no K1 (caiaque) no 13º lugar, na semifinal, sem conseguir avançar à disputa por medalha. Apesar da eliminação no Kasai Canoe Slalom Centre, ela registrou o melhor resultado de uma brasileira na modalidade em uma Olimpíada. Foi a primeira vez que ela alcançou a semifinal.

A mineira, da cidade de Iturama, tem melhores resultados na C1, como a medalha de bronze conquistada no Mundial de 2017, na França. A brasileira foi medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de Lima-2019 tanto no C1 quanto no K1 extremo. Levou o primeiro lugar também no Pan de Toronto-2015. No K1 extremo, foi ainda campeã mundial em 2018.

PEPÊ AVANÇA – Na estreia em sua segunda Olimpíada, Pedro Gonçalves não decepcionou. Fez duas boas descidas também no K1 (caiaque) e também assegurou lugar na semifinal. Pepê, como é mais conhecido, ficou em 15º na primeira, com 98s13, após quatro penalidades. Na segunda, melhorou o aproveitamento.

Anotou 92s91, com duas punições, o 10º melhor desempenho da fase classificatória, entre 24 competidores. O mais veloz foi o alemão Hannes Aigner, com 90s14.

Aos 28 anos, o paulista da cidade de Ipaussu garantiu nova semifinal em sua trajetória olímpica. A primeira aconteceu no Rio-2016, quando alcançou a final e ficou em sexto lugar, melhor posição de um brasileiro na canoagem slalom em uma Olimpíada.

Pepê tem no currículo o terceiro lugar no Mundial de 2019, no K1 extremo, a medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de Lima-2019 tanto no K1 quanto no K1 extremo. E ainda foi prata no Pan de Toronto-2015, no K1.

A semifinal e a final do K1 estão marcadas para a madrugada de sexta-feira, pelo horário brasileiro.

Fonte: Gazetaweb.

Tóquio: Stefani e Pigossi vencem EUA de virada e avançam às semifinais

 

 

A dupla brasileira de tênis feminino formada por Laura Pigossi e Luisa Stefani se classificou nesta quarta-feira para as semifinais dos Jogos de Tóquio ao derrotar de virada as norte-americanas Jessica Pegula e Bethanie Mattek-Sands por 2 sets a 1, em 1h26min de partida.

Com o resultado, a dupla já iguala o melhor resultado do tênis brasileiro na história dos Jogos Olímpicos, que foi a semifinal de Fernando Meligeni em Atlanta 1996.

"Jogamos com alma e coração. Desde o começo estamos falando que queremos trazer a medalha para o Brasil. E não é qualquer medalha, queremos a de ouro. Viemos com uma missão, não importa com quem a gente jogue", afirmou Laura, de acordo com nota do Time Brasil. "Antes de vir para cá, falamos que tínhamos que entrar com autoridade, e não tinha nenhuma adversária que falássemos que não dava para ganhar. O principal é continuar com essa energia e acreditando que vamos conseguir levar essa medalha para casa."

A dupla brasileira não começou bem o jogo e perdeu o primeiro set em 24 minutos. Mas depois veio a reação e, desde o início da segunda parcial, sempre se manteve na dianteira do placar e fechou o jogo no tiebreak.

"O tênis é assim, temos momentos altos e baixos durante o jogo. Elas estavam jogando muito firme, devolvendo bem, colocando pressão, e nós não estávamos nos encontrando. Isso acontece. Sabia que uma hora teríamos condições de entrar no jogo, e foi o que aconteceu no segundo set", declarou Luisa.

Fonte: Gazetaweb.

Leonardo de Deus é sexto na final dos 200 metros borboleta em Tóquio

 

 

Não deu para Leonardo de Deus na final dos 200 m (metros) estilo borboleta da Olimpíada de Tóquio (Japão). O nadador sul-mato-grossense terminou a prova desta terça-feira (27), no Centro Aquático da capital japonesa, em sexto lugar, com o tempo de 1min55s19. A marca ficou 24 centésimos acima da estabelecida por ele na semifinal, quando o brasileiro fez o segundo melhor tempo.

A prova foi vencida pelo húngaro Kristof Milak, recordista mundial e principal favorito, com 1min51s25. A marca é o novo recorde olímpico, batendo em quase um segundo o índice que era do norte-americano Michel Phelps. O japonês Tomoru Honda levou a prata, com 1min53s73, enquanto o italiano Federico Burdisso foi bronze, com 1min54s45.

“É minha terceira Olimpíada. Uma das coisas que estava buscando, desde o início, era uma final olímpica. Entreguei meu melhor. Fui o sexto do mundo, fiz o melhor tempo da vida nas eliminatórias. Saio daqui de cabeça erguida. Muito feliz, satisfeito. A gente sempre quer medalhar, viver essa experiência, mas saio como vitorioso nos meus objetivos pessoais, sabendo que a gente pode entregar mais, fazer melhor. O que tinha para Tóquio foi feito, em um ano de pandemia, de dificuldade”, afirmou Léo de Deus após a prova.

O nadador da Unisanta, de Santos (SP), revelou também a saudade do filho Theo, de 11 meses. Por conta da preparação olímpica, o sul-mato-grossense pouco conseguiu aproveitar a companhia do pequeno.

“Ele olhava para mim e falava 'mamá'. Em Sagamihara [cidade onde a seleção de natação fez a aclimatação antes de ir a Tóquio], escutei ele falar 'papá'. Parece uma coisa besta, mas, puxa, é meu primeiro filho. Foi muito gostoso. Por outro lado, um pouco doído. A mãe perguntou a ele: 'como você fala com o papai?' E ele faz assim [simula um telefone]. Ou seja, com 11 meses ele entende que fala com o papai pelo telefone. São ossos do ofício. A gente sacrifica muita coisa. Mas valeu a pena, pois deixei meu melhor”, declarou o brasileiro de 30 anos.

Fonte: Gazetaweb.

Em duelo no Engenhão, CSA perde para o Botafogo e cai uma posição na tabela da Série B

 

 

A noite dessa terça-feira (27) foi tenebrosa para o CSA no Rio de Janeiro. Jogando muito mal e com falhas na defesa, o Azulão perdeu para o Botafogo, por 2 a 0, em duelo pelo Brasileiro da Série B, no Engenhão. A partida foi pela 6ª rodada, que foi remarcada. Os gols do Botafogo foram de Marco Antônio, no finalzinho do primeiro tempo, e de Diego Gonçalves, no início da etapa final.

Com este resultado, o Azulão desceu uma posição na tabela e agora está em 12º lugar, com 18 pontos; enquanto o Fogão ultrapassou o time azulino e, agora, é o 11º colocado, com 19. Essa foi a quarta derrota do Azulão fora de casa. Clique aqui para ver o Tempo Real

O próximo embate azulino será no domingo (1º), contra o Remo, no Baenão, em Belém-PA, às 18h15. Já o Bota, um dia antes, no sábado (31), faz o clássico carioca com o Vasco, no Engenhão, às 21h.

No início do jogo o Botafogo tentava pressionar a saída de bola do CSA, que por sua vez tentava fazer suas jogadas pelas pontas. Mas a partida começou truncada, com passes errados dos dois lados. O time azulino passou a rondar a área do Fogão. Aos 8 minutos, arriscou na bola aérea, com Gabriel, pela esquerda, cruzando na área, mas a defesa do Alvinegro afastou o perigo.

Aos 17 minutos, o Azulão por pouco não abriu o placar. Renato Cajá cobrou a falta pelo lado direito, a bola atravessou a área, mas ninguém conseguiu completar e a chance foi perdida. O Bota respondeu aos 20 minutos. Guilherme Santos apareceu livre na esquerda e mandou na área, mas Fabrício estava nela e cortou providencialmente. Aos 21 minutos foi a vez do CSA. Após bela jogada trabalhada, Gabriel tabelou, recebeu na área e bateu cruzado, mas Diego Loureiro defendeu.

O duelo chegava aos 30 minutos e era equilibrado, mas o Azulão não ia mais ao ataque como no início. Quanto ao Botafogo, começou a gostar do jogo e, aos 30’, após falha do CSA na hora de sair, Chay apareceu no meio para tentar arriscar o chute, mas pegou embaixo e a bola subiu demais, para sorte do Azulão. Aos 42 veio o gol do Botafogo. Após falha grotesca de Lucão e Fabrício, que bateram cabeça, Rafael Navarro serviu a Marco Antônio que, na saída do goleiro Thiago Rodrigues, só fez mandar para o fundo da rede: 1 a 0.

O primeiro tempo foi até os 48 minutos, com os acréscimos decretados pelo árbitro, que deu o apito final, encerrando essa etapa, com o Bota à frente no marcador: 1 a 0.

Etapa final

No segundo tempo, não demorou para o Botafogo fazer o segundo gol e, novamente após falha na defesa azulina. Aos 8 minutos, o Fogão deu sorte na sobra de bola, Rafael Navarro ficou com ela mais uma vez e tocou para Diego Gonçalves, sozinho, chutar cruzado no canto de Thiago Rodrigues: 2 a 0.

Chegando aos 20 minutos, o jogo passou a ficar com muitas faltas. E o Fogão apenas cozinhava a partida, mantendo o resultado sem maiores sustos.Aos 22 minutos, quase fez o terceiro. Em chegada ao ataque com perigo, livre, Diego Gonçalves recebeu de Marco Antônio e chutou, mas a bola bateu caprichosamente na trave.

Só dava o Alvinegro em campo. Aos 25 minutos, Marco Antônio recebeu completamente livre no lado direito da área, cortou Fabrício e bateu colocado, mas a bola foi pelo alto, assustando. Aos 27 minutos, de novo o Bota. Chay fez o que quis, invadiu a grande área e chutou, mas Thiago Rodrigues salvou o Azulão. E, com a desvantagem no placar, e muito mal em campo, o técnico Ney Franco, do CSA, sem saber muito o que fazer, passou a mudar vários jogadores na sua equipe.

Aos 31 minutos, uma chance azulina. Reinaldo, em sua primeira participação no jogo, arriscou um chute e quase diminuiu para o CSA, mas a bola saiu pela linha de fundo. O duelo chegava aos 35 minutos e o CSA tentou de novo. Gabriel chutou na direção do gol, de perna direita e de fora da área, mas foi em cima de Diego Loureiro.

Aos 40 minutos, uma boa chegada do CSA: Reinaldo tocou para o meio da área, mas Diego Loureiro fez ótima defesa. Com o resultado já garantido, o Botafogo passou a administrar, o técnico Enderson Moreira fez mais substituições na sua equipe, para segurar a vitória.

O árbitro deu mais cinco minutos de acréscimos e, aos 50 minutos, ele encerrou a partida, com a vitória do Botafogo sacramentada: 2 a 0.

Botafogo - Diego Loureiro; Daniel Borges, Lucas Mezenga, Gilvan e Guilherme Santos; Pedro Castro (Matheus Frizzo), Barreto e Chay (Oyama); Marco Antônio (Enio), Diego Gonçalves (Romildo) e Rafael Navarro (Rafael Moura). Técnico: Enderson Moreira.

CSA - Thiago Rodrigues; Fabrício, Lucão, Matheus Felipe (Dudu Beberibe) e Ernandes; Geovane, Silas (Giva Santos), Gabriel e Renato Cajá (Reinaldo); Bruno Mota (Yago) e Dellatorre (Ewerthon). Técnico: Ney Franco.

Árbitro - Douglas Schwengber da Silva (RS).

Assistentes - André da Silva Bitencourt (RS) e Fabrício Lima Baseggio (RS).

Quarto árbitro - João Ennio Sobral (RJ)

Fonte: Gazetaweb.

Seleção no caminho do ouro! Veja como ficou o mata-mata da Olimpíada no futebol feminino

 

 

A Seleção feminina ratificou nesta terça-feira sua vaga para as quartas de final dos Jogos Olímpicos. Com gol de Andressa Alves, a equipe de Pia Sundhage, mesmo repleta de reservas, derrotou Zâmbia por 1 a 0 e assegurou a segunda vaga do Grupo F, ao somar sete pontos.

Agora, as meninas medirão forças na sexta-feira (30), contra o Canadá. A equipe canadense obteve a segunda colocação do Grupo E, com cinco pontos. Caso o Brasil avance para a semifinal, pegará o vencedor do confronto entre Holanda e Estados Unidos.

Veja quais são as outras seleções que lutam pelo sonho dourado e anote na sua agenda!

QUARTAS DE FINAL (horários de Brasília)

30/07 
5h - Miyagi
Canadá (2ºE) x Brasil (2ºF)

6h - Kashima
Grã-Bretanha (1ºE) x Austrália (3ºG)

7h - Saitama
Suécia (1ºG) x Japão (3ºE)

8h - Yokohama
Holanda (1ºF) x Estados Unidos (2ºG)

Fonte: Gazetaweb.

Da tampa de isopor ao ouro olímpico, a longa jornada de Ítalo Ferreira

 

 

Primeiro campeão olímpico no surfe, o brasileiro Ítalo Ferreira completou uma jornada incrível na modalidade, desde que começou a surfar na tampa de isopor do pai no Rio Grande do Norte até a conquista da medalha de ouro nos Jogos de Tóquio.

O atleta de 27 anos se interessou pelo surfe pequeno, na cidade litorânea de Baía Formosa (RN), onde cresceu, começando a pegar ondas na tampa de isopor do pai pescador e progredindo para pranchas emprestadas de seus primos antes de ser descoberto aos 12 anos.

Ele derrotou o japonês Kanoa Igarashi nesta terça-feira (27), em evento transmitido no mundo todo, para se tornar o primeiro campeão olímpico do surfe, modalidade que fez em Tóquio sua estreia em Jogos Olímpicos. Quando a sirene soou para sinalizar o fim da competição, ele apontou para o céu, completando uma incrível jornada desde sua humilde cidade natal de cerca de 10 mil habitantes.

"Acho que tenho uma grande história. Comecei a surfar em uma tampa de isopor. Depois disso, tive minha primeira prancha e venci meu primeiro campeonato. Tenho muita paixão pelo esporte e comecei para fazer história", disse Ítalo Ferreira em entrevista coletiva.

O brasileiro ganhou duas etapas no Mundial de juniores em 2011, antes de vencer o Campeonato Brasileiro e se classificar para o Campeonato Mundial pela primeira vez em 2014. Em 2019, sagrou-se campeão da World Surf League (WSL), o maior campeonato mundial de surfe.

"Fico muito orgulhoso de ter crescido em lugar onde tive ótimas pessoas comigo, todas as pessoas me deram muito apoio para estar aqui, acreditaram em mim e isso me ajudou e me motivou muito", acrescentou.

Ítalo Ferreira abriu caminho nas ondas da Praia de Surfe de Tsurigasaki com um estilo agressivo e impressionando os juízes ao longo de três dias de competição.

Quando a escuridão já tomava a praia, ele foi questionado se tinha uma mensagem para os fãs de esportes assistindo ao surfe pela primeira vez.

"Só quero dizer - o surfe pode mudar sua vida", sorriu Ítalo, com a medalha de ouro olímpica brilhando em seu pescoço.opical Nepartak.

Fonte: Globo Esporte.

Rayssa Leal, a Fadinha, faz história e é prata no skate street nas Olimpíadas

 

 

Enquanto toda a arquibancada se calava no Complexo Ariake, Rayssa Leal dançava. Ao lado da amiga Margielyn Didal, das Filipinas, parecia não se importar com o que acontecia à volta mesmo antes da manobra poderia definir seu futuro. Ali, o circuito montado em Tóquio não se mostrou assim tão diferente da pista de Imperatriz, no Maranhão. Ao ignorar qualquer pressão, a menina de 13 anos fez história: conquistou prata e garantiu a segunda medalha para o skate street nas Olimpíadas de Tóquio, repetindo o resultado de Kelvin Hoefler no domingo.

Rayssa é a atleta mais jovem da história do Brasil subir ao pódio em Olimpíadas. Aos 13 anos e 203 dias, bateu de longe o recorde de Rosângela Santos, bronze em Pequim 2008 com 17 anos no 4x100m do atletismo. Fadinha é, também, a mais jovem brasileira a participar dos Jogos. A marca anterior era de Talita Rodrigues, nadadora que foi finalista no 4x100m livre em 1948, nos Jogos de Londres. Na ocasião, tinha 13 anos e 347 dias.

- Eu estou muito feliz, porque pude representar todas as meninas, a Pamela e a Leticia, que não se classificaram, todas as meninas do skate e do Brasil. Poder realizar meu sonho de estar aqui e ganhar uma medalha é muito gratificante. Meu sonho e sonho dos meus pais - disse a jovem skatista.

O ouro ficou com a japonesa Momiji Nishiya, também de 13 anos, cinco meses mais velha que Rayssa. A skatista somou 15,26 na final, à frente dos 14,64 da brasileira. A também japonesa Funa Nakayama completou a dobradinha da casa no pódio, com 14,49.

O caminho até a prata

Rayssa começou a final com uma bela primeira volta: emplacou crooked, backside smith, boardslide backside, frontside feeble, e só errou na última manobra, a mais difícil da sua série. Recebeu um 2,94, a terceira maior nota de início, atrás da holandesa Roos Zwetsloot e da japonesa Momiji Nishiya.

O nível subiu na segunda volta. A bicampeã mundial Aori Nishimura postou um 3,46, e Zwetsloot a seguiu com uma volta perfeita de 3,80. Rayssa começou bem também, com alguns boardslides, rockslides e flips. Porém, dois erros diminuíram sua nota para 3,13. Ainda assim, foi o suficiente para impulsioná-la à segunda posição, graças a uma volta inferior de Nishiya.

Na parte das manobras, a americana Alexis Sablone abriu com um flip 50 e recebeu um 4,03, maior nota da final até ali. Zwetsloot respondeu com um feeble grind, que lhe deu um 4,12. Rayssa errou seu primeiro truque, mas permaneceu no pódio àquela altura.

A chinesa Wenhui Zeng saltou à segunda posição com um flip e slide que lhe rendeu um 4,93. Rayssa acertou um flip com um backslide no corrimão, mas como se apoiou com as mãos para não cair, sua nota ficou em 3,91, que a recolocou na vice-liderança. A japonesa Funa Nakayama veio em seguida com um frontside crooked slide e recebeu a maior nota da final, 5,00, ultrapassando a brasileira e a jogando para terceiro lugar.

Alexis Sablone voltou a aprontar com um flip boardslide e, com 5,01, foi para a liderança. Mas Rayssa respondeu com um frontside crooked que valeu 4,21 e a impulsionou à primeira posição.

As principais concorrentes de Rayssa erraram na quarta manobra. Não a Fadinha: um slide no backside perfeito valeu 3,39 e jogou sua nota geral para 14,64. Mas aí, veio a japonesa Momiji Nishiya, que fez uma manobra ainda mais difícil e, com 4,66, somou 14,74 e tomou a liderança. Funa Nakayama acertou um frontside crooked de 4,20 e pegou a terceira posição, com 14,49.

A decisão ficou para a última manobra. Com os erros de Nishimura, Sablone e Zwetsloot, o pódio de Rayssa ficou garantido. Ela precisava de 3,24 para tomar a liderança, mas caiu na saída do slide. No fim, com um novo erro de Nishimura, a brasileira fez a festa ao garantir a prata.

Fonte: Gazetaweb.

Com hat-trick de Bruno Henrique, Flamengo goleia o São Paulo de virada no Maracanã

 

 

Um jogo de tirar o fôlego na tarde deste domingo no Maracanã. E venceu o time que tinha Bruno Henrique. Em tarde iluminada do atacante, o Flamengo saiu atrás do placar, mas se recuperou em grande estilo e goleou o São Paulo por 5 a 1, pela 13ª rodada do Brasileirão.

O camisa 27 rubro-negro marcou três gols – além de um anulado – e foi o grande destaque da partida. Arboleda havia aberto o placar para o Tricolor no início do segundo tempo. Gustavo Henrique e Welington (contra) fecharam o marcador para os donos da casa nos minutos finais.

Apesar do gramado ruim no Maracanã, Flamengo e São Paulo protagonizaram um primeiro tempo movimentado, marcado pela objetividade e pelas chances criadas por ambos os times. Após um início de domínio paulista, o Rubro-Negro equilibrou as ações e passou a impor um volume maior de jogo. Com boas trocas de passe entre o trio de ataque, o Fla teve oportunidades para abrir o marcador, mas parou em grande atuação de Tiago Volpi.

SÃO PAULO APROVEITA VACILO E SAI NA FRENTE

Na volta do intervalo, foram precisos apenas dois minutos para o zero sair do placar no Maracanã. Em cobrança de escanteio de Rodrigo Nestor, o zagueiro Arboleda subiu mais que Gustavo Henrique e colocou o São Paulo na frente. A reação do Flamengo foi rápida, mas irregular. Bruno Henrique recebeu grande passe de Arrascaeta na área e tocou na saída de Volpi. O árbitro confirmou o gol, mas voltou atrás após o VAR indicar toque no braço do atacante rubro-negro no momento do domínio.

BRUNO HENRIQUE DESENCANTA E DECIDE PARA O FLA

Se o primeiro gol de Bruno Henrique foi anulado, o camisa 27 tratou de aparecer novamente para comandar a virada do Flamengo com três gols em um intervalo de apenas oito minutos. O primeiro veio após vacilo defensivo do São Paulo em escanteio. Em seguida, um golaço de fora da área. Por fim, um bonito cabeceio em nova cobrança de escanteio.

VIROU PASSEIO

Já em situação confortável na partida, o Flamengo transformou a vitória em goleada no Maracanã. Primeiro, Gustavo Henrique aproveitou passe de Rodrigo Caio e apenas completou para as redes. Nos acréscimos, Welington tentou cortar passe de Vitinho para Michael e acabou encobrindo Tiago Volpi.

FIM DE JEJUM

Além de encostar no G-4 do Brasileirão, a goleada foi importante para o Flamengo encerrar um tabu de quatro anos sem vencer o São Paulo. O último triunfo rubro-negro diante do rival havia acontecido em julho de 2017. Até o jogo deste domingo, o São Paulo defendia uma invencibilidade de nove jogos, com seis vitórias e três empates.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 5 X 1 SÃO PAULO – 13ª rodada do Brasileirão

Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Data e hora: 25 de julho de 2021, às 16h

Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG)

​Assistentes: Guilherme Dias Camilo (Fifa/MG) e Celso Luiz da Silva (MG)

Árbitro de vídeo: Emerson de Almeida Ferreira (MG)

Gramado: Ruim

Cartões amarelos: Rodrigo Caio, Willian Arão e Filipe Luís (FLA) / Reinaldo, Welington, Marquinhos, Rigoni, Igor Vinicius e Benítez (SAO)

Cartões vermelhos: –

GOLS: Arboleda, 2’/2ºT (0-1); Bruno Henrique, 24’/2ºT (1-1), 27’/2ºT (2-1) e 32’/2ºT (3-1); Gustavo Henrique, 40’/2ºT (4-1); Welington (contra), 46’/2ºT (5-1)

FLAMENGO (Técnico: Renato Gaúcho)

Diego Alves; Isla, Rodrigo Caio, Gustavo Henrique e Filipe Luís (Renê); Willian Arão, Diego (Thiago Maia), Everton Ribeiro (Michael) e Arrascaeta (Vitinho); Bruno Henrique e Gabigol (Pedro).

SÃO PAULO (Técnico: Hernán Crespo)

Thiago Volpi, Arboleda, Miranda e Bruno Alves; Welington, Liziero, Rodrigo Nestor (Igor Gomes), Gabriel Sara (Benítez) e Igor Vinícius; Marquinhos (Pablo) e Vitor Bueno (Rigoni).

Fonte: Estadão Alagoas.

CRB vence o Sampaio Corrêa fora de casa e volta ao G-4 da Série B

Fechando a 13ª rodada da Série B, o CRB foi até o Maranhão para enfrentar o Sampaio Corrêa neste domingo. O time da casa foi surpreendido e a equipe alagoana venceu por 3 a 2 no Castelão e de quebra entrou no G-4 da competição.

O CRB foi fulminante logo de cara e em 10 minutos de jogo já vencia por dois gols de diferença. O primeiro veio no primeiro minuto de bola rolando, com Emerson Negueba abrindo o placar.

O meia apareceu novamente sete minutos mais tarde - Negueba invadiu a área e sentiu o toque. O árbitro assinalou a penalidade para o CRB e Wesley ampliou.

O placar não abalou o time da casa e o Sampaio foi buscar o empate. Ainda na primeira etapa, aos 38, Ciel cobrou falta com perfeição e diminuiu. Logo aos seis minutos do segundo tempo, Ferreira deixou tudo igual.

Allan Aal mexeu no CRB então e Jajá entrou em campo - com um minuto no jogo, o atacante apareceu para anotar o seu e colocar a equipe alagoana pela última vez na frente do placar.

Também neste domingo, Avaí e Brasil de Pelotas se enfrentaram pela Série B. Em partida disputada na Ressacada, as duas equipes ficaram no empate por 1 a 1 - gols de Junior Dutra e Netto Norchang.

O resultado é suficiente para a equipe gaúcha chegar aos 12 pontos e sair da zona de rebaixamento. O Avaí soma 22 pontos até aqui e ocupa a parte de cima da tabela.

Fonte: Todo Segundo.

ASA perde para o Bahia de Feira e vê classificação distante na Série D

O ASA perdeu para o Bahia de Feira, por 1 a 0, na tarde deste domingo. A partida, pela 8ª rodada da Série D, foi disputada na Arena Cajueiro. Diones fez o único gol do jogo.

Com o resultado, o time alagoano caiu para a penúltima posição do Grupo 4, com seis pontos. A equipe alvinegra chegou ao quinto jogo seguindo sem vencer na competição. A classificação ficou mais distante.

Agora, o ASA tem quatro derrota. Empatou três e venceu apenas um jogo. O único triunfo até o momento foi contra o Murici, pela terceira rodada.

O Bahia de Feira tem oito ponto e pulou para o sexto lugar do grupo.

Domingo, o ASA recebe o Retrô pela 9ª rodada da Série D. O jogo está marcado para as 16h, no Municipal de Arapiraca.

Ficha técnica

Campeonato Brasileiro Série D - 8ª rodada
Domingo, 24/07/2021
Arena Cajueiro - Feira de Santana-BA
Bahia de Feira 1 x 0 ASA
Gol: Diones

Bahia de Feira - Alan; Tiago José, Paulo Paraíba, Tiago Santana (Nilton Júnior)(Thiaguinho) e Cazumba; Ricardo, Diones, Jarbas e Bruninho; Fabrício (Breno) e Deon (Edson). Técnico: Índio Ferreira

ASA - Dida; Chiquinho (Joaninha), Caique, Marcelo e Willams; Olívio, Johnnattan, Zé Wilson e Fernandinho; Deivison (Caio) e Gabriel (Biro Biro). Técnico: Ademir Fonseca.

Fonte: Todo Segundo.

Brasil leva susto, mas brilho de Richarlison e golaço de Paulinho garantem vitória na estreia contra a Alemanha

 

 

Foi bonito de ver, mas também deu certa agonia. O Brasil atropelou a Alemanha na estreia da seleção masculina no torneio de futebol olímpico, venceu por 4 a 2, mas poderia ter feito sete - sim! - com tranquilidade.

.A vitória garante a liderança do grupo D ao Brasil, que enfrenta Costa do Marfim, vencedora também na primeira rodada, no próximo domingo.

.Richarlison fez três gols, Paulinho marcou um golaço no fim da partida. Para os alemães, marcaram Amiri e Ache, na segunda etapa.

Fonte: Globo Esporte.

Austrália surpreende a Argentina, vence na estreia e sai na frente no grupo C

 

 

Depois de a seleção principal conquistar a Copa América depois de 28 anos, a seleção olímpica da Argentina decepcionou nas Olímpiadas. A Austrália teve boa atuação e venceu os Hermanos por 2 a 0, nesta quarta-feira (22), em duelo realizado em Sapporo. Wales abriu o placar no começo do jogo, e Tilio ampliou no segundo tempo, quando os argentinos tinham um jogador a menos em campo

Com a vitória, a Austrália vira líder isolada no grupo C da competição. Os Socceroos chegam a três pontos e ficam à frente de Espanha e Egito, que têm um ponto cada. A Argentina fecha a tabela, sem pontuar. Os dois primeiros colocados avançam para as quartas de final.

BOA SURPRESA

A Austrália se mostrou uma boa surpresa no torneio de futebol masculino, mostrando uma atuação competente em um confronto com diferentes momentos. O time começou aproveitando contra-ataques e abriu o placar rapidamente, aos 13 minutos, e depois ficou totalmente recuado, travando bem as chegadas argentinas. Depois, no segundo tempo, quando ficou com um homem a mais pela expulsão de Ortega, segurou um inicial ímpeto adversário, antes de controlar o resultado, ainda ampliando a diferença.

LANCE-CHAVE

Um lance que pode ter sido decisivo para a derrota argentina ocorreu no fim do primeiro tempo. No fim dos acréscimos, Ortega cometeu uma falta perto da área e levou o cartão amarelo. A cobrança seria o último lance da etapa inicial, mas foi adiada por muitas discussões e empurra-empurra na área. Depois de uma conversa, o árbitro se irritou e optou por amarelar um jogador de cada time - mas entre eles estava Ortega, que havia sido punido minutos antes. Resultado: o jogador foi expulso e deixou os argentinos precisando reagir com um homem a menos.

PRÓXIMA RODADA

A Argentina buscará sua recuperação no grupo C diante do Egito, no próximo domingo, às 4h30 (de Brasília) também em Sapporo. Uma derrota pode até eliminar a equipe sul-americana, caso a Austrália não perca para a Espanha, às 7h30.

Fonte: Gazetaweb.

CSA e Vasco empatam em gramado encharcado e se distanciam do G-4

 

 

Em um gramado encharcado e com muitas poças, fruto da forte chuva que caiu em Maceió antes da partida, CSA e Vasco fizeram um duelo agitado e empataram em 2 a 2 nesta quarta-feira (21), no estádio Rei Pelé, resultado que não foi bom para nenhuma das equipes.

Marquinhos Gabriel abriu o placar para o Vasco, mas Gabriel deixou tudo igual ainda no primeiro tempo. Na segunda etapa, o CSA virou o placar com Ernandes. A equipe da casa, no entanto, também não conseguiu segurar a vantagem e cedeu o empate ao Vasco em gol de Daniel Amorim.

Com o resultado, o clube cruz-maltino perdeu mais uma vez a oportunidade de encostar no G-4 da Série B do Campeonato Brasileiro e agora aumentou sua distância para quatro pontos, estando na oitava colocação. Já o time alagoano, com 15 pontos, caiu para a 12ª posição.

Ambos os times voltarão a campo no próximo sábado (24), às 21h. O Vasco receberá o terceiro colocado da competição, o Guarani, em São Januário, enquanto o CSA vai enfrentar o Vitória, novamente no Rei Pelé.

CSA
Lucas Frigeri, Yuri, Matheus Felipe, Lucão e Ernandes; Geovane, Silas, Renato Cajá e Gabriel; Bruno Mota e Delatorre (Yago). T.: Ney Franco

VASCO
Vanderlei, Zeca, Ernando, Leandro Castan e Riquelme (Léo Jabá); Bruno Gomes (Juninho), Galarza, Marquinhos Gabriel (Daniel Amorim) e MT; Gabriel Pec (Morato) e Germán Cano. T. (interino): Alexandre Gomes

Estádio: Rei Pelé, em Maceió (AL)
Árbitro: Rodrigo Dalonso Ferreira (SC)
Auxiliares: Henrique Neu Ribeiro e Thiaggo Americano Labes (SC)
Cartões amarelos: Silas (CSA); Germán Cano, Bruno Gomes e MT (VAS)
Gols: Marquinhos Gabriel (VAS), aos 4′, e Gabriel (CSA), aos 28’/1ºT; Ernandes (CSA), aos 7′, e Daniel Amorim (VAS), aos 27’/2ºT

Fonte: Estadão Alagoas.

Delegação do Boca Juniors passa noite em delegacia de BH e perde voo de volta para Argentina

 

 

A delegação do Boca Juniors permanece na delegacia de Polícia Civil no bairro Alípio de Melo, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, na manhã desta quarta-feira (21), após a briga generalizada depois da partida contra o Atlético-MG, pela Copa Libertadores, no Mineirão, na noite de terça-feira (20).

Dois ônibus da delegação estão parados em frente à unidade policial, na Avenida João XXIII. O quarteirão foi interditado para garantir mais segurança à equipe.

O voo fretado do time de volta para a Argentina, que estava marcado para o fim do jogo, no início da madrugada, foi cancelado. Após prestar depoimento, a delegação vai voltar para o hotel e, só depois disso, o retorno ao país será definido.

O Boca Juniors foi desclassificado e, no caminho para o vestiário, jogadores do time argentino entraram em confronto com seguranças do Atlético-MG e do estádio. Uma briga generalizada começou nos acessos aos vestiários, e um dos argentinos chegou a arrancar um bebedouro para atacar atleticanos e arbitragem. Grades de proteção também foram danificadas.

A Polícia Militar (PM) utilizou spray de pimenta para dispersar jogadores e membros da comissão.

Oito integrantes da delegação do Boca Juniors foram identificados. Eles são acusados de agressão e dano ao patrimônio.

Parte do staff do Mineirão ainda deve comparecer ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito.

Fonte: Gazetaweb.

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