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CRB volta a perder para o Fortaleza e se despede da Copa do Brasil

 

 

O Fortaleza garantiu sua classificação par as quartas de final da Copa do Brasil nesta quarta-feira. A equipe comandada pelo técnico Juan Pablo Vojvoda venceu o CRB no Estádio Rei Pelé, em Maceió, por 1 a 0.

Na ida, na Arena Castelão, o Fortaleza já havia vencido por 2 a 1, deixando o agregado em 3 a 1. O gol da vitória do Leão do Pici foi marcado pelo atacante Wellington Paulista.

O jogo - O primeiro tempo foi controlado pelo Fortaleza em grande parte do tempo, controlando a posse de bola e finalizando mais. O CRB foi assustar apenas aos 38 minutos, com finalização de Renan Bressan, que passou perto do gol de Marcelo Boeck.

Na sequência, as duas equipes se soltaram. Aos 39, Nicolas Careca saiu na cara de Boeck e finalizou em cima do goleiro do Leão do Pici. O Fortaleza logo respondeu com o zagueiro Tinga, que finalizou com muito perigo ao pisar no ataque.

O gol do Fortaleza saiu aos 47 minutos com Wellington Paulista, que já tinha marcado os dois gols da partida de ida. O experiente atacante recebeu na pequena área de Yago Pikachu, e com chute firme, tirou do goleiro Diogo Silva.

Na segunda etapa, o jogo voltou mais morno. O CRB passou a ocupar o campo de ataque, mas sem eficiência para finalizar e assustar a meta de Boeck. O Fortaleza se postou bem na defesa e saiu em jogadas de contra-ataque.

As melhores chances foram do Fortaleza. Felipe finalizou para grande defesa de Diogo Silva aos 13 minutos. Aos 16, Wellington Paulista cabeceou com pouca força para outra defesa do goleiro do CRB.

Até o final da partida, o jogo teve poucas emoções e os goleiros não trabalharam. O Fortaleza soube administrar o resultado e o CRB não conseguiu furar a defesa adversária.

O adversário do Fortaleza na fase seguinte será definido em sorteio na próxima sexta-feira, na sede da CBF.

FICHA TÉCNICA

CRB 0 x 1 FORTALEZA

Local: Estádio Rei Pelé, em Maceió (AL)

Data: 04 de agosto de 2021, quarta-feira

Hora: 16h30 (de Brasília)

Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)

Assistentes: Daniel Henrique da Silva Andrade (DF) e Jose Reinaldo Nascimento Junior (DF)

VAR: Heber Roberto Lopes (SC)

Cartões amarelos: Diego Torres, Nicolas Careca, Carlos Jatobá (CRB); Éderson, Felipe (Fortaleza);

GOLS:

Fortaleza: Wellington Paulista (47 minutos do 1T)

CRB: Diogo Silva; Reginaldo, Gum, Caetano e Guilherme Romão; Jean Patrick (Carlos Jatobá) e Marthã; Diego Torres (Calyson), Renan Bressan (Ewandro) e Jajá (Erik); Nicolas Careca (Júnior Brandão). Técnico: Allan Aal.

FORTALEZA: Marcelo Boeck; Tinga, Jackson e Titi; Yago Pikachu, Éderson (Matheus Jussa), Felipe (Matheus Vargas), Ronald e Lucas Crispim (Bruno Melo); Wellington Paulista (Osvaldo) e David (Robson). Técnico: Juan Pablo Vojvoda.

Fonte: Todo Segundo.

Com Ana Marcela, mulheres levam 75% dos ouros do Brasil até agora: "Estamos vindo com tudo"

 

 

Das quatro medalhas de ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio, três vieram com mulheres. A mais recente delas, com Ana Marcela Cunha nos 10km na prova de maratona aquática, na manhã desta quarta-feira, na marina de Odaiba. Além de Ana Marcela, a ginasta Rebeca Andrade e a dupla de velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze também foram ao alto do pódio no Japão.

Do total de 15 medalhas conquistadas, sete foram com o naipe feminino – e há mais uma garantida com Bia Ferreira no boxe, a oitava. Uma representação muito relevante do poder das mulheres na delegação nacional dentro dos Jogos Olímpicos com mais presença feminina em todos os tempos.

- A mulher pode ser o que ela quiser, onde quiser, na hora que quiser. O tanto que a gente vem recebendo de ajuda e igualdade representa muito e faz diferença nas medalhas do brasil. O COB [Comitê Olímpico do Brasil] tem ajudado, acreditado independentemente se é masculino ou feminino. Hoje, no esporte existe uma meritocracia das coisas. As mulheres estão vindo com tudo, com aquele gostinho especial – afirmou Ana Marcela, de 29 anos.

O país começou a participar das Olimpíadas em Antuérpia 1920, mas só com homens. A estreia “delas” se deu apenas em 1932, com a nadadora Maria Lenk. Medalha saiu apenas em Atlanta 1996. Desde então, no entanto, elas nunca mais pararam.

- Sou motivada a provocações, guardo as coisas. Alguns lugares não me colocaram no pódio, outros me colocaram em segundo, outros em terceira, mas nenhum como campeã olímpica. Aqui vai minha resposta. A medalha como material representa muito, mas a conquista e a glória de ser campeã olímpica ficam para sempre. Na história da maratona aquática e na história do Brasil – disse a nadadora baiana.

Fonte: Globo Esporte.

Invictos há quase 30 anos, EUA batem a Austrália e seguem no rumo do ouro no basquete feminino

 

 

Não deu nem para falar em rivalidade olímpica. Os Estados Unidos passaram por cima da Austrália na final do torneio feminino de basquete nos Jogos de Tóquio-2020 e seguem favoritíssimos no caminho da inédita sétima medalha de ouro consecutiva em esportes coletivos para mulheres. Três vezes vice no hexa americano entre Atlanta-1996 e Rio-2016, as australianas foram presas fáceis desde o primeiro quarto e estão fora das Olimpíadas com o placar de 79 a 55. Breanna Stewart, com 23 pontos, foi a cestinha.

Os Estados Unidos chegaram a 52ª vitória seguida em Olimpíadas. A última derrota aconteceu na semifinal de Barcelona-1992 para a Equipe Unificada de Estados Independentes, que reunia antigas repúblicas da desmembrada União Soviética. De lá para cá, só vitórias, que teve início com a garantia do bronze sobre Cuba, e seis medalhas de ouro.

Se o Brasil ficou com a prata em Atlanta-1996, a Austrália foi vítima em Sydney-2000, Atenas-2004 e Pequim-2008, mas não conseguiu fazer valer a tradição e impor dificuldades em Tóquio. Com a vitória por 24 pontos de diferença, os Estados Unidos têm pela frente a Sérvia, que eliminou a China por 77 x 70, na próxima sexta-feira, 1h40 (de Brasília).

Avalanche americana desde o início

A partida até começou indicando um equilíbrio na Super Arena de Saitama. A Austrália fez os dois primeiros pontos e ficou na frente até o placar apontar 6 a 6. Foi quando os Estados Unidos tomaram as rédeas do jogo e dispararam para não largar mais. Foram três minutos onde praticamente somente as hexacampeãs olímpicas jogaram até o fazerem 21 a 6. A vantagem condicionou toda sequência da partida e o quarto inicial terminou 26 a 12.

A Austrália até esboçou um equilíbrio no segundo período. Com um chute de três de Marianna Tolo, tirou cinco pontos da desvantagem, mas a realidade durou pouco. O jogo de toma lá, dá cá permaneceu até os dois minutos finais, quando só às americanas acertaram bolas e ampliaram a superioridade para 21 pontos: 48 a 27.

A esta altura, as australianas já estavam em clima de despedida dos Jogos Olímpicos, enquanto as americanas mantinham o ritmo visando a semifinal diante da Sérvia. Enquanto a Austrália errava aos montes, os Estados Unidos tinham atuação quase perfeita, e abriu mais oito pontos no terceiro quarto, levando o placar a 68 a 39.

Com a vitória confirmada, a técnica Dawn Staley começou a rodar o time, colocou praticamente todo banco de reservas em quadra e viu a Austrália diminuir a vantagem. No fim, vitória americana por 79 a 55.

Fonte: Globo Esporte.

Campeão no Rio, Thiago Braz ganha o bronze no salto com vara

 

 

Campeão olímpico no Rio de Janeiro, em 2016, Thiago Braz garantiu a medalha de bronze no salto com vara em Tóquio 2020. A final ocorreu nesta terça-feira (3). O brasileiro, que se classificou ao saltar 5,75 m na etapa classificatória, conseguiu ir até os 5,87 m, ficando atrás somente do recordista mundial Armand Duplantis, da Suécia, que confirmou o favoritismo ficando com o ouro. O norte-americano Christopher Nilsen levou a prata.

Thiago começou bem e acertou, em seu salto inicial, os 5,50 m. Na sequência, tentou 5,70 m e chegou a passar na primeira tentativa, porém, um toque acabou derrubando o sarrafo. Na segunda tentativa, ultrapassou a barra.

Para 5,80 m, o brasileiro falhou na primeira tentativa. Na segunda, foi bem e se credenciou para saltar os 5,87 m, que acertou de primeira.

Na tentativa para 5,92 m, de 14 competidores restavam apenas Christopher Nilsen (EUA), Thiago Braz (BRA), Renaud Lavillenie (FRA) e Armand Duplantis (SUE), franco-favorito. Na primeira execução, o brasileiro falhou e o sueco passou no primeiro salto com folga.

Thiago foi para a segunda tentativa, mas derrubou a barra. Na sequência, o francês Renaud Lavillenie, que sofreu com lesões nos pés, desperdiçou sua terceira tentativa e o brasileiro garantiu o bronze.

Na terceira execução, Braz falhou de novo, mas ficou com o terceiro lugar, garantindo a medalha, a sua segunda em dois Jogos Olímpicos.

A prova seguiu com o Nilsen e Duplantis. O sueco passou com tranquilidade na primeira tentativa. O norte-americano desperdiçou suas três tentativas e o pódio se formou.

Insaciável

Não satisfeito, Duplantis ajustou o sarrafo para 6,19 m para tentar bater o recorde mundial, que é dele mesmo (6,18 m), e o olímpico, que é de Thiago Braz, que saltou 6,03 m no Rio, em 2016.

O sueco chegou a pensar em tentar o olímpico primeiro, mas decidiu ir direto para o mundial. Na primeira tentativa, faltou pouco para conseguir. Cansado, na segunda desistiu no meio do caminho. Na terceira, o medalhista de ouro, conquistada com facilidade hoje, derrubou a barra novamente.

O recorde olímpico, portanto, segue com Braz.

Fonte: R7.

Alison faz história e conquista bronze nos 400 m com barreiras

 

 

O atletismo brasileiro está mais uma vez no pódio olímpico. Alison dos Santos conquistou nesta terça-feira (3), em Tóquio 2020, a medalha de bronze nos 400 metros com barreira, com o tempo de 46s72. O norueguês Karsten Warholm cravou o novo recorde mundial (45s94), seguido pelo norte-americano Rai Benjamin (46s17).

Confira o resultado dos 400 metros com barreiras:
Karsten Warholm (1) - Noruega - 45s94 (recorde mundial)
Rai Benjamin (2) - Estados Unidos - 46s17
Alison dos Santos (3) - Brasil - 46s72
Kyron McMaster (4) - Ilhas Virgens Britânicas - 47s08
Abderrahman Samba (5) - Qatar - 47s12
Yasmani Copello (6) - Turquia - 47s81
Rasmus Magi (8) - Estônia - 48s11
Alessandro Sibilio (19) - Itália - 48s77

Desde Seul 1988, com Joaquim Cruz (prata nos 800 metros) e Robson Caetano (bronze nos 200 metros), o atletismo brasileiro não conquistava uma medalha em provas individuais de pistas. Nesse meio tempo, é verdade, representantes do revezamento, da maratona e dos saltos também fizeram bonito.

Mas a medalha de Alison representa mais do que a 17ª conquista da modalidade. É também a volta do respeito ao uniforme verde-amarelo nas pistas de atletismo. O brasileiro desembarcou na capital japonesa como o terceiro colocado do ranking mundial e não se intimidou com os adversários.

Pelo contrário, o menino de São Joaquim da Barra, no interior de São Paulo, já se escondeu demais e hoje mostra o seu rosto para o mundo. Por conta de queimaduras no corpo, que o reservaram momentos de muita timidez na adolescência, ele demorou a ingressar no esporte e, quando enfim decidiu pela carreira, chegou a correr de boné.

Ao se classificar para a final, Piu, como também é conhecido, havia previsto que a disputa pela medalha seria muito dura. Dos oito classificados, sete estavam entre os oito melhores do ranking e três já havia corrido a prova esse ano abaixo dos 47s (Warholm, Benjamin e Samba), ele mesmo havia feito 47s31, o segundo melhor tempo geral, apenas 0s01 atrás do norueguês.

Warholm, inclusive, pulverizou o recorde mundial, que era de 46s70. Com todos os tempos somados, foi a prova mais rápida da história dos 400 metros com barreiras apesar do calor de 32º C no Estádio Olímpico.

“Foi uma prova incrível. Quando você está correndo, você não tem noção do tempo que vai fazer, mas eu sabia que a prova estava realmente muito forte. Sabia que eu estava brigando pela fazer um bom tempo por correr pra correr muito rápido para fazer história”, disse Alison, que quebrou o recorde sul-americano pela sexta vez no ano.

Ainda nos corredores do estádio, o técnico de Alison, Felipe Siqueira, gentilmente parou para falar com os jornalistas, mesmo fora da área de entrevistas. O treinador revelou que não conseguiu fazer uma análise muito técnica da prova porque estava torcendo como os próprios jornalistas na tribuna.

"O que aconteceu aqui hoje foi surreal. Uma prova realmente muito forte, com os três atletas do pódio correndo abaixo de 47 segundos. Qualquer um deles poderia sair daqui como campeão olímpico e recordista mundial. Eu não me lembro de ter visto isso em outra prova do atletismo", contou o treinador.

Fonte: R7.

Martine e Kahena se tornam bicampeãs olímpicas na vela

 

 

Martine Grael e Kahena Kunze são bicampeãs olímpicas na vela! A dupla fez história ao terminar a medal race da classe 49er FX, nesta terça-feira (3), na 3ª colocação. Com o resultado, elas superaram todas as rivais na disputa total e conquistaram o ouro em Tóquio 2020, repetindo o que fizeram no Rio, em 2016.

O ouro delas é a 19ª medalha da vela brasileira na história dos Jogos Olímpicos, sendo a 9ª apenas da família Grael. Até agora, foram oito ouros, três pratas e oito bronzes. É o esporte que mais rendeu medalhas de ouro ao país no evento.

Chegando na regata decisiva empatadas com as holandesas Annemiek Bekkering e Annette Duetz e pouco à frente de Alemanha, Espanha e Grã Bretanha, as brasileiras surpreenderam e, enquanto as outras competidoras formaram um pelotão, elas foram para o outro lado, buscando uma corrente de vento mais forte.

A estratégia deu certo e elas logo se colocaram entre as primeiras colocadas, na frente de todas as concorrentes ao título. Aí foi só administrar. Com o 3º lugar, atrás de Argentina e Noruega, elas ficaram bem na frente das holandesas, que encerraram na 9ª colocação e foram bronze. As alemãs Tina Lutz e Susann Beucke fecharam na 5ª posição e ficaram com a prata.

Carreiras recheadas de conquistas

As brasileiras chegaram ao Japão com status de favoritas e mantiveram a regularidade durante toda a semana, para escrever mais um capítulo da vitoriosa parceria.

Martine é filha do bicampeão olímpico Torben Grael, e começou a velejar com quatro anos de idade pelo Rio Yacht Club. Kahena também é filha de um velejador campeão mundial, Claudio Künze. Elas se conheceram no início da adolescência, aos 13 anos, e começaram a participar de competições em barcos diferentes.

Depois de conseguirem o ouro em 2016, foram vice-campeãs mundiais em 2017, repetindo o feito de 2013 e 2015. Venceram o Campeonato Mundial de Classes Olímpicas em Aarhus, na Dinamarca, em 2018, e com isso se classificaram para Olimpíada de Tóquio-2020. Tudo isso mesmo com as duas afastadas da 49erFX por uma temporada para que Martine competisse na Volvo Ocean Race.

Já em 2019, elas venceram a etapa da Copa do Mundo disputada em Miami e, no mesmo ano, foram campeãs dos Jogos Pan-Americanos de Lima. No ano seguinte, a dupla foi vencedora do evento-teste que aconteceu em Tóquio, antes do início da pandemia.

Veja os resultados de Martine e Kahena na classe 49er FX da Olimpíada de Tóquio:

Regata 1 – 27 de julho: 15º lugar (descarte)
Regata 2 – 27 de julho: 5º lugar
Regata 3 – 27 de julho: 1º lugar
Regata 4 – 28 de julho: 10º lugar
Regata 5 – 28 de julho: 7º lugar
Regata 6 – 28 de julho: 6º lugar
Regata 7 – 30 de julho: 1º lugar
Regata 8 – 30 de julho: 6º lugar
Regata 9 – 30 de julho: 10º lugar
Regata 10 – 31 de julho: 12º lugar
Regata 11 – 31 de julho: 2º lugar
Regata 12 – 31 de julho: 10º lugar
Regata 13 (final) – 3 de agosto: 3º lugar

Classificação final

OURO: Brasil – Grael/Kunze: 91 pontos*
PRATA: Alemanha – 96 pontos
BRONZE: Holanda – 104 pontos

*Na vela, o primeiro colocado de uma regata perde um ponto, o segundo perde dois, e assim sucessivamente. Quem perder menos pontos fica em primeiro lugar na classificação final.

Fonte: R7.

Beatriz Ferreira vence e garante mais uma medalha no boxe

 

 

A brasileira Beatriz Ferreira venceu, na madrugada desta terça-feira (3), a pugilista Raykhona Kodirova, do Uzbequistão, na disputa das quartas de final do boxe na categoria até 60 kg, e está na semifinal dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020.

Como no boxe não tem disputa de terceiro colocado, a brasileira já garantiu mais uma medalha para o Brasil. Caso perca na semifinal, Beatriz ficará com a medalha de bronze.

Agora, Beatriz se junta a Hebert Conceição e Abner Teixeira, que também são semifinalistas nos Jogos Olímpicos e têm, no mínimo, a medalha de bronze garantida.

Beatriz, no entanto, é a grande favorita ao ouro. A pugilista teve um ciclo olímpico considerado brilhante, pois conquistou o Mundial e o Pan-Americano de 2019, e se tornou a número um do ranking mundial. Em Tóquio, ela chegou como a adversária a ser batida na categoria.

Fonte: R7.

Rebeca não consegue a 3ª medalha e encerra participação em Tóquio

 

 

Ouro no salto e prata no individual geral, a ginasta brasileira Rebeca Andrade não conseguiu conquistar sua terceira medalha nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020. Ela se apresentou em sua terceira final, na manhã desta segunda-feira (2), no solo da ginástica artística.

Ao som do funk Baile de Favela, do MC João, a brasileira foi a penúltima a se apresentar no aparelho, e recebeu nota 14.033. Rebeca ficou na quinta colocação do aparelho.

O ouro ficou com Jade Carey, dos Estados Unidos, que recebeu nota 14.366. A italiana Vanessa Ferrari ficou com a medalha de prata, após ganhar nota 14.200. Empatadas com 14.166, as ginastas Mai Murakami, do Japão, e Angelina Melnikova, do Comitê Olímpico Russo, ficaram com o bronze.

Em Tóquio 2020, Rebeca se tornou a primeira mulher a conquistar uma medalha para o Brasil na ginástica artística, após ganhar a prata, na última quinta-feira (29), na disputa do individual geral. Na ocasião, o som Baile de Favela já havia se destacado.

No domingo (1), quando ganhou a medalha de ouro no salto, a ginasta também se tornou a primeira mulher brasileira a conquistar duas medalhas em uma mesma edição de Jogos Olímpicos.

Fonte: R7.

Ginástica: Caio Souza falha em segundo salto e fica sem medalha

 

 

Em sua primeira participação em Olimpíada, o ginasta Caio Souza, de 27 anos, se despede dos Jogos de Tóquio sem medalha. Depois de ficar em 17º no individual geral na semana passada, o brasileiro cometeu falhas em suas duas tentativas no salto e acabou em 8º lugar.

Na primeira execução, o atleta deu um passo para trás na aterrisagem, o que tirou pontos da boa perfomance. A nota dos juízes foi 14.466. Na segunda tentativa, Caio fez uma boa entrada, mas caiu sentado na chegada. Com uma nota de 12.900, a média ficou em 13.683 pontos, o que o tirou da disputa por um lugar ao pódio.

A medalha de ouro ficou com o sul-coreano Jeahwan Shin, que marcou 14.783 pontos. A prata foi conquistada por Denis Abliazin, do Comitê Olímpico Russo, que também recebeu 14.783, mas acabou em segundo porque o grau de dificuldade do vencedor foi maior. Com 14.733 pontos, o armênio Artur Davtyan levou o bronze.

Na classificação final da prova, o filipino Carlos Yulo ficou em 4º lugar, seguido pelo russo Nikita Nagornyy (5º) e os turcos Adem Asil (6º) e Ahmet Onde (7º).

Classificação

Na fase de classificação, o ginasta brasileiro obteve nota média de 14.700, apenas 0,166 pontos menos comparado ao líder da eliminatória, Shin Jeahwan, que totalizou 14,866.

Já na disputa por medalhas na prova individual geral, Caio Souza somou 81.532 pontos, terminando a disputa em 17º lugar. Ele é o atual campeão panamericano.

Fonte: R7.

Arthur Zanetti cai e perde a chance de fazer história nas argolas

 

 

brasileiro Arthur Zanetti caiu nesta segunda-feira (2) durante sua apresentação na final da ginástica artística nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 e perdeu a chance de fazer história nas argolas como o único atleta a conquistar medalhas em três Olimpíadas consecutivas.

Em Londres 2012, ele havia sido ouro nesta prova. Quatro anos mais tarde, o brasileiro adicionou ao currículo extenso a prata na Rio 2016. Ele ainda tem seis medalhas nos Jogos Pan-Americanos e quatro em campeonatos mundiais.

Primeiro a se apresentar, o brasileiro arriscou movimentos de grande dificuldade já na sua estreia e fez grande apresentação até o final, quando caiu de joelhos ao tentar aterrissar depois de um mortal triplo. A nota da apresentação foi baixa: 14.133.

O nível da prova, porém, foi muito alto e os concorrentes deixaram o brasileiro de fora do pódio já na quarta apresentação, do grego Eleftherios Petrounias, que anotou 15.200. O final da prova acabou com os chineses Yang Liu (ouro), com 15.500, e Hao You (prata), com 15.300, no topo, acompanhados do grego Petrounias (bronze).

Depois da prova, Zanetti comentou que foi para o "tudo ou nada" na sua apresentação devido à ordem de apresentação na prova. Ao saber que seria o primeiro, disse Zanetti, a estratégia era de subir o nível da apresentação o máximo possível porque suas manobras de rotina não seriam suficientes para garantir a medalha.

Com a falha de Zanetti, o time brasileiro masculino de ginástica artística corre o risco de sair de Tóquio 2020 sem medalhas. Arthur Nory, uma das estrelas do time, decepcionou nos aparelhos em que era favorito (barra fixa e solo) e foi eliminado na primeira fase. Diogo Soares não conseguiu o título no individual geral. Só Caio Souza ainda pode conseguir o pódio, no final do salto nesta segunda.

Entre as mulheres, no entanto, o Rebeca Andrade já conquistou um ouro e uma prata. Flávia Saraiva, na trave, ainda pode brilhar hoje e elevar o Brasil no quadro de medalhas.

Fonte: R7.

ASA perde para o Retrô e chega ao sexto jogo seguido sem vencer na Série DASA perde para o Retrô e chega ao sexto jogo seguido sem vencer na Série D

 

 

O ASA foi batido pelo Retrô por 1 a 0 neste domingo, no Municipal de Arapiraca, e ficou em situação difícil no Grupo 4 da Série D. Mayco Félix, aos 37 do primeiro tempo, fez o único gol do jogo, válido pela 9ª rodada.

Sem vencer há seis partidas, o ASA continua em sétimo lugar do grupo, com seis pontos. O Retrô tem 16 e ficou perto de conquistar uma vaga para o mata-mata.

Em nove rodadas da Série D, o ASA tem apenas uma vitória. São três empates e cinco derrotas. Na próxima rodada, domingo, o Alvinegro vai enfrentar o Sergipe, no Batistão. O jogo é pela 10ª rodada da Série D.

Ficha técnica

ASA 0 x 1 Retrô

Quando: neste domingo, 1 de agosto de 2021
Onde: Estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca

Gol: Mayco Felix

ASA - Dida; Chiquinho (Xande), Caique Baiano, Marcelo e Willames (Biro Biro); Olívio (Henrique), Zé Wilson (Joanderson) e Johnnattan; Deivison, Fernandinho (Joaninha) e Gabriel. Técnico: Ademir Fonseca

Retrô - Erivelton; Augusto (Neilson), Diego, Carlos Alexandre e Edson; Ramires (Escuro), Otávio (Lucas), Thalysson e Mayco Felix; Braga (Thiaguinho) e Gustavo (Yago). Técnico: Luzinho Vieira

Fonte: Todo Segundo.

Brasil perde nos pênaltis para o Canadá e dá adeus a sonho do ouro

 

 

A seleção brasileira feminina de futebol se despediu do sonho da inédita medalha de ouro olímpica. Em um jogo tenso e equilibrado, com poucas chances de gol, e decidido nos pênaltis após empate em 0 a 0 em 120 minutos, o Brasil foi derrotado pelo Canadá nas quartas de final dos Jogos de Tóquio na manhã desta sexta-feira 30, no Estádio de Miyagi. Na semifinal, o Canadá enfrentará o vencedor do duelo entre Holanda e Estados Unidos, finalistas da última Copa do Mundo.

O duelo era uma reedição da última decisão de terceiro e quarto lugares, vencida pelas canadenses na Rio-2016. Os dois times que jamais conquistaram o título (o Brasil tem duas pratas e o Canadá dois bronzes) aparentaram cansaço, além do temor pela eliminação, e criaram poucas chances. A técnica sueca Pia Sundhage apostou nos contra-ataques do Brasil e demorou a mexer no time.

Na primeira etapa, a melhor chance foi da canadense Christine Sinclair, maior artilheira de uma única seleção entre homens e mulheres, com 187 gols. A veterana de 38 anos, porém, não dominou bem um cruzamento da direita e perdeu e a bola ficou com a goleira Bárbara, que, apesar de contestada, teve a titularidade bancada por Pia.

O Brasil respondeu em chutes de Tamires, por cima do travessão, e Debinha, para defesa da goleira Labbé. A partida seguiu nervosa no complemento. Bem marcada, Marta aparentou cansaço e teve atuação apagada. O Brasil criou chances com chute de Andressinha e cabeçada de Rafaelle, mas as finalizações saíram fracas e foram bem defendidas por Labbé.

O Canadá respondeu: Gilles subiu bem de cabeça e a bola explodiu no travessão de Bárbara. Ludmila entrou no lugar de Bia Zaneratto para dar mais velocidade ao ataque e o jogo foi ficando mais aberto. O Brasil respondeu em mais um chute de Debinha, mas a goleiro canadense defendeu. O jogo foi para a prorrogação, momento em que Pia mandou a campo a meio-campista Andressa Alves, destaque do time nas partidas anteriores. O equilíbrio se manteve, com as duas equipes aparentando mais medo de levar um gol do que desejo de resolver a partida.

Faltando dois minutos para o fim da prorrogação, Erika subiu e cabeceou muito bem, mas Labbé salvou o Canadá.

Na decisão por pênaltis, Bárbara se redimiu das falhas nos últimos jogos ao defender a primeira cobrança, justamente da estrela canadense Sinclair. Marta, Debinha, Erika marcaram, mas Andressa Alves desperdiçou. Gilles deixou o Canadá na frente e Rafaelle falhou a última cobrança, mais uma vez frustrando o objetivo da equipe feminina.

Após a partida, Marta pediu paciência com as atletas mais jovens e se disse orgulhosa da campanha. “Tem dias que as coisas não funcionam, faltou um pouco de paciência. Poderíamos ter aproveitado melhor na prorrogação, porque elas estavam mais cansadas. São coisas que acontecem, nem sempre o melhor vence. Temos de continuar apoiando a modalidade, porque o futebol feminino não acaba aqui. Espero que as pessoas tenham a consciência de não apontar dedos, não tem culpados. Fizemos o que estava a nosso alcance.”

Fonte: Globo Esporte.

Brasil vira sobre EUA e garante vaga nas quartas no vôlei masculino

 

 

Por um momento, tudo indicou um drama. No início, contra os Estados Unidos, o Brasil até tentava se impor, mas errava à mesma medida. Aos poucos, porém, o jogo encaixou. A seleção de Renan Dal Zotto ignorou a pressão e encaminhou a vaga nas quartas de final das Olimpíadas de Tóquio. De virada, em 3 sets a 1, parciais 30/32, 25/23, 25/21 e 25/20, bateu os americanos na Arena Ariake.

Após a derrota para Rússia no jogo anterior, o Brasil precisava vencer para não ter de decidir a classificação às quartas de final no último jogo da fase, contra a França. Com o triunfo, garantiu a vaga, independentemente do resultado do jogo desta sexta-feira, contra a França. Apenas dois entre EUA, França e Argentina podem superar os brasileiros, que estão garantidos entre os quatro melhores do grupo.

E na tabela?

O Brasil, agora, soma três vitórias em Tóquio - número de triunfos é o primeiro critério de desempate. A seleção empurrou os EUA e tomou o segundo lugar no grupo B, com oito pontos, atrás apenas da Rússia. Agora, já está garantido entre os quatro melhores que avançam à próxima fase.

A seleção volta à quadra no próximo sábado, contra a França, às 23h05, no horário de Brasília. A TV Globo e o SporTV transmitem, e o ge acompanha tudo em tempo real.

1° set - EUA viram em reta final dramática

Era preciso reagir de cara, mas era um jogo diferente. Mais rápidos e técnicos que os russos, os americanos dispararam no placar logo no início, com 5/0. Aos poucos, porém, a seleção encaixou. Conseguiu acelerar o ritmo no ataque e tirou a diferença para 6/5. O empate veio em um ataque para fora de Sander. A virada veio em um ace de Wallace.

A seleção deixou de lado o início ruim e passou a dominar o jogo. O ataque, que não funcionara no jogo anterior, passou a encaixar. Assim, o Brasil abriu 16/13. Mas os EUA buscaram. Em dois pontos em sequência de Sander, o time americano passou a frente. Abriu 19/17 e voltou a jogar a pressão para o lado brasileiro.

Renan mudou. Mandou Maurício Borges à quadra no lugar de Leal para acertar o passe. Naquele momento, deu certo. Mas, em uma reta final dramática, já com Leal de volta, a seleção não aproveitou as chances de fechar o set e permitiu a virada. Sem conseguir marcar : 32/30.

2° set - Brasil erra muito, mas fecha o set

Foi um início tão intenso quanto a reta final do set anterior. Ao Brasil, faltava acertar a marcação sobre Christenson, levantador americano. Em seu melhor momento, a seleção conseguiu disparar. Abriu 14/10 ao encaixar o ataque e acertar a defesa. Mas, assim como no primeiro set, permitiu a virada americana para 16/15.

O Brasil retomou seu ritmo. No ace de Lucarelli, conseguiu abrir 18/16. A seleção cometia alguns erros inexplicáveis quando parecia ter o jogo na mão. Abriu 22/19, mas permitiu que os americanos voltassem a encostar em duas falhas não-forçadas em sequência. O empate veio em uma pancada de DeFalco. Renan mandou Alan à quadra no lugar de Wallace. E foi na marra. O oposto reserva, em uma bola espirrada, fechou a conta em 25/23.

3° set - Brasil encaixa o jogo e vira o placar

Mesmo ritmo, mesmo roteiro. Na volta à quadra, as duas seleções trocaram pontos no início do terceiro set. O Brasil conseguiu desgrudar no placar com dois aces seguidos de Lucarelli, abrindo 10/7. O jogo, enfim, clareou. A seleção passou a dominar a partida e já não sofria tanto com os ataques dos americanos. Com um saque forçado, a linha de passe rival ruiu, e o bloqueio, enfim, encaixou.

Foi justamente em um bloqueio de Leal que a seleção abriu 21/16 no placar. Os EUA ameaçaram uma reação com dois pontos em sequência, mas a seleção não se abalou. Em um ataque de Lucão pelo meio, o Brasil fechou o set em 25/21 e virou o placar na Arena Ariake.

4° set - Seleção fecha a conta e encaminha vaga

Os Estados Unidos tentaram reagir na volta à quadra. Na marra, até largaram na frente. Mas não demorou para que o Brasil retomasse a dianteira. Leal, no ataque, fez o Brasil abrir 12/9. A partir dali, a seleção manteve o ritmo e não permitiu mais que os americanos ameaçassem no placar. No fim, vitória e classificação encaminhada: 25 a 20.

Fonte: Gazetaweb.

Abner Teixeira avança à semifinal e garante primeira medalha do boxe brasileiro nos Jogos Olímpicos

 

 

O pugilista Abner Teixeira garantiu a primeira medalha do boxe brasileiro nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Ele derrotou o jordaniano Hussein Iashaish na manhã desta sexta-feira e se classificou para a semifinal da categoria dos pesados (entre 81kg e 91kg). O combate acontecerá na próxima terça-feira, às 6h50 (de Brasília), ainda sem adversário definido.

A decisão da luta foi dividida, já que Abner encaixou poucos golpes no primeiro round e perdeu a disputa por um ponto. Mas se reergueu no segundo round, aproveitou o cansaço do jordaniano e insistiu em uma sequência de cruzados para conseguiu a vitória. Já no terceiro round, o brasileiro foi com tudo e chegou a ferir supercílio do rival, que sangrou.

Essa é a segunda vitória de Abner, que também fez uma boa luta contra o lutador número cinco do mundo, Chaeavon Clarke, da Grã-Bretanha, na última terça-feira. O brasileiro comemorou a vitória na estreia nas redes sociais:

Obrigado a Deus por me dar força e saúde pra estar aqui, à comissão técnica por me guiarem durante todo o combate e a todos que estão torcendo e mandando boas energias.

Fonte: Gazetaweb.

Ao som de Baile de Favela, Rebeca Andrade é prata em Tóquio 2020

 

 

Ao som do funk Baile de Favela, Rebeca Andrade conquistou o prata para o Brasil na disputa do individual geral da ginástica artística dos Jogos Olímpicos Tóquio 2020, na manhã desta quinta-feira (29).

Após se apresentar nos quatro aparelhos (salto, barras assimétricas, trave de equilíbrio e solo), a brasileira somou a nota de 57.298. O ouro ficou com a norte-americana Sunina Lee (57.433) e o bronze foi para a ginasta russa Angelina Melnikova (57.199).

Rebeca começou suas apresentações no salto. Ela foi a segunda a entrar no aparelho, depois de Sunina Lee, e recebeu nota 15.300, o que deu a ela a liderança geral após o final da primeira rotação. Atrás dela, estavam a norte-americana Jade Carey (15.200) e a russa Angelina Melnikova (14.633), que também se apresentaram no salto.

Na segunda rotação, a brasileira abriu as apresentações das barras assimétricas. Ela ganhou 14.666 no aparelho, e ficou com a quinta nota do seu grupo no aparelho. No entanto, na somatória das duas notas de todas as ginastas, Rebeca seguiu na primeira colocação ao fim dessa rotação, com 29.966. Seguida pela norte-americana Sunisa Lee (29.900) e da russa Angelina Melnikova (29.533).

No aparelho seguinte, Receba foi a última a se apresentar na trave de equilíbrio. Inicialmente, ela recebeu 13.566, mas pediu revisão e a nota foi para 13.666. Com isso, ela chegou a 43.532 na somatória, ficando atrás somente de Sunisa Lee, que somou 43.733, ao final da terceira rotação.

Rebeca finalizou com Baile de Favela. Ao som do funk do MC João, a brasileira foi a penúltima a se apresentar no solo, e recebeu 13.666. No somatório, ela ficou com 57.298.

O caminho

A brasileira havia se classificado para a final do individual geral na segunda colocação, com 57.399, atrás somente da lendária ginasta Simone Biles, dos Estados Unidos. A norte-americana, no entanto, desistiu da disputa para cuidar de sua saúde mental.

Na fase classificatória, que aconteceu no domingo (25), Rebeca começou na trave de equilíbrio, e ganhou nota 13.733, sendo a 11ª melhor marca das eliminatórias.

Na sequência, ela se apresentou no solo, e mandou muito bem. Com a nota 14.066, atrás somente de Biles (14.133) e Jade Carey (14.100), também dos Estados Unidos, ela se garantiu na final desse aparelho.

No salto, ela também conseguiu a classificação para a final do aparelho ao receber nota 15.400, a maior da série. Rebeca fechou suas apresentações nas barras assimétricas, ganhando nota 14.200, a 14ª marca entre as ginastas.

Rebeca começou suas apresentações no salto. Ela foi a segunda a entrar no aparelho, depois de Sunina Lee, e recebeu nota 15.300, o que deu a ela a liderança geral após o final da primeira rotação. Atrás dela, estavam a norte-americana Jade Carey (15.200) e a russa Angelina Melnikova (14.633), que também se apresentaram no salto.

Na segunda rotação, a brasileira abriu as apresentações das barras assimétricas. Ela ganhou 14.666 no aparelho, e ficou com a quinta nota do seu grupo no aparelho. No entanto, na somatória das duas notas de todas as ginastas, Rebeca seguiu na primeira colocação ao fim dessa rotação, com 29.966. Seguida pela norte-americana Sunisa Lee (29.900) e da russa Angelina Melnikova (29.533).

No aparelho seguinte, Receba foi a última a se apresentar na trave de equilíbrio. Inicialmente, ela recebeu 13.566, mas pediu revisão e a nota foi para 13.666. Com isso, ela chegou a 43.532 na somatória, ficando atrás somente de Sunisa Lee, que somou 43.733, ao final da terceira rotação.

Rebeca finalizou com Baile de Favela. Ao som do funk do MC João, a brasileira foi a penúltima a se apresentar no solo, e recebeu 13.666. No somatório, ela ficou com 57.298.

O caminho

A brasileira havia se classificado para a final do individual geral na segunda colocação, com 57.399, atrás somente da lendária ginasta Simone Biles, dos Estados Unidos. A norte-americana, no entanto, desistiu da disputa para cuidar de sua saúde mental.

Na fase classificatória, que aconteceu no domingo (25), Rebeca começou na trave de equilíbrio, e ganhou nota 13.733, sendo a 11ª melhor marca das eliminatórias.

Na sequência, ela se apresentou no solo, e mandou muito bem. Com a nota 14.066, atrás somente de Biles (14.133) e Jade Carey (14.100), também dos Estados Unidos, ela se garantiu na final desse aparelho.

No salto, ela também conseguiu a classificação para a final do aparelho ao receber nota 15.400, a maior da série. Rebeca fechou suas apresentações nas barras assimétricas, ganhando nota 14.200, a 14ª marca entre as ginastas.

Fonte: R7.

Handebol: seleção feminina perde para Espanha na Olimpíada

 

 

O Brasil foi superado pela Espanha por 27 a 23, nesta quinta-feira (28) no Ginásio Nacional Yoyogi, em jogo válido pela 3ª rodada do Grupo B do torneio de handebol feminino na Olimpíada de Tóquio (Japão).

Só que na etapa final, as espanholas foram muito superiores e, com uma atuação espetacular da goleira Navarro, de 42 anos, controlaram a partida para fechar em 27 a 23. O grupo do Brasil, além do Comitê Russo, da Espanha e da Hungria, conta com França e Suécia. No Grupo A estão a campeã mundial Holanda, Montenegro, Noruega, Japão, Coreia do Sul e Angola.

Na próxima rodada, o Brasil pega a Suécia na madrugada do próximo sábado (31), a partir das 04h15 (horário de Brasília).

Fonte: Gazetaweb.

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