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É impossível falar de seleção brasileira sem citar Romário. Para quem viu jogar ou só ouviu as histórias, o Baixinho está sempre presente na memória. Há 20 anos, o atacante entrava em campo para sua última atuação com a camisa do Brasil, em uma vitória por 3 a 0 sobre a Guatemala, em amistoso no dia 25 de abril de 2005. Uma partida diferente do que se esperava para a despedida, mas recheada de emoções. Veja o que aconteceu nessa data e relembre a trajetória do Baixinho com a Seleção.

Na minha geração, a gente tinha mais fome de vencer, mais vontade de ganhar. Não estou dizendo que essa geração atual não tenha essa fome e essa vontade, só estou dizendo que a minha geração tinha mais isso.

Pouco antes de se despedir da Seleção, Romário voltara ao Vasco em junho de 2005. Ele retornava depois de dois anos e meio jogando pelo Fluminense e com a expectativa de reviver tempos gloriosos em São Januário - nas passagens anteriores, conquistou dois Cariocas, uma Copa Mercosul e um Campeonato Brasileiro.

Romário estava com 39 anos, caminhando para o que seria o final da carreira, momento que pedia um adeus em grande estilo para o herói da Copa de 1994. Entretanto, o jogo pela Seleção foi modesto: um amistoso contra a Guatemala, no Pacaembu e sem os principais nomes do futebol brasileiro da época.

Por não ser Data Fifa, os clubes não eram obrigados a liberar os jogadores. O Brasil contava apenas com quem atuava no país. A escalação do técnico Carlos Alberto Parreira foi: Marcos; Cicinho, Anderson, Fabiano Eller e Léo; Mineiro, Magrão, Ricardinho e Carlos Alberto; Romário e Robinho.

— Não houve nenhum tipo de frustração, mas foi longe do ideal, que era ter me despedido da seleção brasileira no Rio de Janeiro, no Maracanã, com os jogadores que fizeram parte da minha história. Mas nem tudo é perfeito, assim como aconteceu na minha vida. De uma forma ou de outra, acabou sendo uma coisa legal, porque despedida é despedida. E quando você veste a camisa da seleção brasileira, em qualquer lugar, todo jogo é sempre importante — garantiu Romário.

Mesmo sem as proporções esperadas, o clima era de festa. O Brasil entrou em campo com a tradicional camisa verde e amarela, liderado por Romário, que levava a braçadeira de capitão e o número 11 nas costas.

O homenageado da noite chorou antes mesmo de começar o hino nacional ao ver as arquibancadas ocupadas por cerca de 40 mil pessoas e diferentes formas agradecimento. "Valeu, Baixinho! O maior da história dentro da área!", dizia um dos banners.

A diferença de nível entre as equipes não deixou que os torcedores demorassem para ver gols. O zagueiro Anderson abriu o placar aos cinco minutos. Romário tentou várias vezes: de falta, em chute de perto, em chute de longe. No fim das contas, o gol do protagonista do jogo saiu de cabeça, ainda no primeiro tempo, quando o meia Ricardinho cruzou para que o Baixinho deixasse o dele.

Na comemoração, um misto de emoções. Romário levantou o uniforme do Brasil e exibiu para o público uma camisa branca que carregava a frase: “Eu tenho uma filhinha down que é uma princesinha”.

Aquele dia marcava o fim de um ciclo na carreira dele, mas o início de outro tão relevante quanto na vida pessoal - agora, era pai da Ivy e defensor das pessoas com deficiências, causa que anos depois marcaria o início da carreira política dele.

Na comemoração, um misto de emoções. Romário levantou o uniforme do Brasil e exibiu para o público uma camisa branca que carregava a frase: “Eu tenho uma filhinha down que é uma princesinha”.

Aquele dia marcava o fim de um ciclo na carreira dele, mas o início de outro tão relevante quanto na vida pessoal - agora, era pai da Ivy e defensor das pessoas com deficiências, causa que anos depois marcaria o início da carreira política dele.

— Eu entendi que passar aquela mensagem como um pai de uma criança com a síndrome de down seria muito importante. Com certeza, muitos pais tinham algum preconceito e receio de não mostrar seus filhos. Ali tive essa oportunidade e foi uma ação muito positiva para mexer com a cabeça deles. Eu entrei na política em 2010, defendendo essa bandeira das pessoas com deficiência. Depois passou a ser sobre as pessoas com doenças raras e do esporte, o que é natural, porque sou do esporte, da educação e saúde — contou.

A comemoração poderia ter sido maior, se não fosse um impedimento. Romário marcou o segundo no jogo aos 26 minutos, mas o lance foi anulado pelo juiz.

Romário foi substituído aos 38 minutos para a entrada de Grafite. Ovacionado com gritos de "tetracampeão", ele deu uma volta olímpica para agradecer aos torcedores antes de deixar o gramado com a camisa da Seleção pela última vez.

O substituto da estrela da noite marcou o terceiro e último gol do jogo para fechar o placar em 3 a 0 para o Brasil. Aquele jogo ainda teria mais uma data marcante para o futebol: a estreia de Fred, ídolo do Fluminense, que na época ainda era uma jovem promessa de 21 anos do Cruzeiro.

Romário encerrou ali a trajetória que começou no 23 de maio de 1987, quando entrou em campo com o Brasil pela primeira vez. E deixava o legado de ser o terceiro maior artilheiro da camisa verde e amarela até aquele momento, atrás apenas de Ronaldo Fenômeno e Pelé (hoje o Baixinho é o quarto colocado na lista).

A seleção brasileira é muito diferente de qualquer outra coisa. Sou bastante feliz pelos jogos que disputei pelo Brasil e, principalmente, pelos títulos. A Seleção marca a minha carreira, sempre dei minha vida por isso
— Romário

O futuro mostrou que o atacante ainda tinha gás para continuar atuando por mais tempo. Depois daquela despedida, ele ainda jogou por mais três anos, defendendo Vasco, Miami FC (Estados Unidos) e Adelaide United (Austrália). Em 2005, foi artilheiro do Brasileirão com 22 gols e, no ano seguinte, o maior goleador do Campeonato Norte-Americano com 18.

— Saber a hora de encerrar é sempre muito difícil, não temos muita noção de quando realmente tem que parar. A condição física para jogar na seleção brasileira é muito importante, e a gente vai perdendo aos poucos. Eu entendi que aquele seria o momento ideal, por mais que fosse difícil e duro. Depois que a gente para, nos primeiros meses, talvez até no primeiro ano, sempre dá aquele sentimento de olhar para trás e pensar "poxa podia jogar mais um pouquinho". Até porque, de lá para cá, a galera não evoluiu muito não, tecnicamente ficaram meio parados no tempo — contou.

Romário pela Seleção

  • 70 jogos
  • 55 gols
  • 2x Copa Américas (96/97 e 88/89)
  • 1x Copa do Mundo (1994)
  • 1x Copa das Confederações (1997)
  • Medalha de Prata nas Olimpíadas (1988)

O encerramento da carreira veio em abril de 2008, mas Romário sempre esteve próximo do futebol. Diferentemente de outros jogadores da sua geração, como Dunga e Taffarel, ele não seguiu para a carreira técnica. Ele garante que, por ora, atuar como integrante da comissão de algum time não está nos planos, muito menos assumir alguma posição na Seleção.

Passou a se dedicar à política, primeiro como deputado federal e anos depois como Senador - cargo que ocupa até hoje. Em 2024, Romário foi eleito presidente do America-RJ, clube com o qual tem um laço afetivo devido ao fanatismo do pai, Edevair.

A relação com a seleção brasileira passou a ser como espectador e como crítico afiado que espera voltar a ver os anos de ouro do Brasil.

— Se essa geração entender que essa fome de vencer é importante, talvez vença. Eu vejo esses atletas jogando muito mais pelos seus clubes do que pela seleção brasileira. Não sei se eles tiram o pé (na Seleção), mas a entrega é diferente. E, na minha época, a gente jogava nos clubes e na Seleção, isso também é uma diferença — concluiu Romário.

Bahia voltou a ativar o modo Libertadores para alcançar a liderança do Grupo F. O Tricolor repetiu jogos passados da competição continental, teve alta rotação e ainda melhorou na segunda etapa para vencer o Atlético Nacional, por 1 a 0, na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, e chegar aos sete pontos. De volta ao torneio após 36 anos, o time baiano soube o que fazer na partida válida pela terceira rodada

Controle das ações x poucas chances

O Bahia entrou em campo reforçado de jogadores poupados no último jogo, como Luciano Juba, Caio Alexandre, Jean Lucas, Everton Ribeiro e Erick Pulga.

Os primeiros minutos de jogo mostraram o Bahia com espírito de Libertadores. Marcação pressão no campo de ataque para recuperar a bola rapidamente, tanto que o Tricolor já somava um escanteio e uma bola parada perto da área em quatro minutos.

O período seguinte também teve o Bahia com controle das ações e presença ofensiva, mas sem acertos nos últimos passes, tanto em cruzamentos quanto em passes por dentro, algo mais parecido com o futebol apresentado pela equipe nas últimas partidas.

Mas quando aprofundou a bola, principalmente a partir de lançamentos longos de Caio Alexandre, o Bahia foi mais perigoso e também criou a melhor jogada. Aos 30 minutos, o volante iniciou com esticada para Jean Lucas e encaixou outro bom passe para o meio-campista na sequência antes de a bola sobrar na área. Lucho Rodríguez parecia adiantado e perdeu a chance cara a cara com Ospina.

Defensivamente, o Tricolor demorou de fazer a transição em alguns momentos, mas foi relativamente bem. O lance mais complicado do Atlético Nacional foi uma finalização de longe do gol realizada por Uribe, aos 35 minutos, após rebote tricolor para fora da área.

Nos minutos finais da primeira etapa, uma virada de bola de Erick Pulga ainda deixou Gilberto livre na área, mas o lateral não acertou o cruzamento. Em outro lance, foi de Everton Ribeiro a lucidez no passe e de Jean Lucas a bola levantada na área, mas Cauly finalizou mal ao ser atrapalhado por Lucho.

Rotação lá no alto

O Bahia foi superior no primeiro tempo, mas precisava de maior volume ofensivo para buscar o gol que o credenciasse ao resultado positivo na segunda etapa. Para isso, o técnico Rogério Ceni manteve a mesma equipe, e a primeira chance foi gerada em marcação alta. Lucho cobrou falta, aos quatro minutos, e parou em Ospina.

A outra grande oportunidade foi em contra-ataque puxado por Jean Lucas e que teve Cauly colocando o próprio meio-campista na cara do gol, aos 11 minutos. O problema é que Jean demorou de finalizar e foi desmarcado.

Em outro lance de transição rápida em um momento mais aberto do jogo, aos 13, Everton Ribeiro encontrou Pulga na pequena área, mas o atacante precisou se esticar e tocou fraco na bola, que ficou com Ospina.

O ímpeto ofensivo do Bahia havia melhorado na segunda etapa, mas o Tricolor chegou ao minuto 20 sem marcar (ainda deu tempo de Marcos Felipe defender cobrança de falta de Cardona). Com isso, Ceni trocou Lucho e Cauly por Willian José e Ademir, respectivamente.

As mudanças surtiram efeito quase de imediato. Aos 26 minutos, Willian José aproveitou ótimo passe de um Caio Alexandre mais adiantado no ataque e finalizou de primeira da grande área para abrir o placar em lance que havia sido iniciado por Everton Ribeiro.

Com a vantagem, Ceni fez mais duas trocas para fortalecer a marcação no meio de campo e trazer novo fôlego a um time que tinha usado muitas transições na segunda etapa. Entraram Nestor e Erick nos lugares de Everton Ribeiro e Caio Alexandre, respectivamente.

O desgaste parecia tão grande que uma virada de bola da direita para a esquerda de marcação tricolor pegou o Bahia desprevenido porque Erick Pulga não havia feito a recomposição a tempo. Com isso, Parra chutou de primeira da grande área e exigiu atenção e defesa do goleiro Marcos Felipe.

A reta final da partida exigiu que o Bahia estivesse bem defensivamente, algo que se confirmou. Mesmo assim, o Tricolor levou sustos e até sofreu bola na rede, mas Asprilla, autor da cabeçada, havia cometido falta em Ramos Mingo na jogada.

A última alteração foi justamente para evitar maiores espaços lá atrás, com Acevedo em ação no lugar de Jean Lucas. Ao apito final do árbitro, venceu quem foi intenso, aumentou a rotação na segunda etapa e teve boas trocas para fazer o gol e controlar o resultado.

Agora, o Bahia volta a pensar em Campeonato Brasileiro e pode aproveitar o ótimo jogo diante do time colombiano como inspiração. Neste domingo, o Tricolor visita o Palmeiras, no Allianz Parque, às 18h30 (horário de Brasília), pela sexta rodada. Até agora, no entanto, o time de Ceni não repetiu a alta voltagem na competição nacional.

 

Mesmo com a volta dos dois principais atacantes do elenco – Dudu e Gabigol -, o Cruzeiro seguiu a rotina de criar chances, perdê-las e ser castigado pelo adversário. O time mineiro foi derrotado por 2 a 1 pelo Palestino e está em situação crítica na Conmebol Sul-Americana.

Favorito no papel para brigar pelo título do torneio, o time não corresponde até agora com as expectativas e faz uma das piores campanhas do torneio. Não somou nenhum ponto e tem chance remota de avançar na competição.

Neste cenário, não há como não usar a palavra vexame para a campanha do Cruzeiro na Conmebol Sul-Americana. O bicampeão da Libertadores está muito próximo de ser, pela primeira vez na história, eliminado de uma fase de grupos de um torneio continental.

Na lanterna da chave, o Cruzeiro está nove pontos atrás do líder Mushuc Runa, faltando os três jogos do returno. O time de Leonardo Jardim recisa de algo próximo de um milagre para tirar o clube equatoriano da ponta.

Ainda há chance de chegar à fase de mata-mata com o segundo lugar, já que o Palestino tem quatro pontos, e o Unión soma três. Se ficar com o segundo posto, entretanto, terá de passar pelo playoff contra um dos terceiros colocados da Conmebol Libertadores.

O jogo
No Chile, sem a presença de Matheus Pereira (com desgaste muscular, segundo o Cruzeiro), o time voltou a ter Gabigol – com boa atuação e dois passes para Lautaro Díaz, que desperdiçou ambas as oportunidades -, e Dudu (este com jogo tímido no Chile), mas seguiu a rotina de perda de gols.

O Cruzeiro dominou boa parte do primeiro tempo (chegando a ter mais de 80% de posse de bola em determinado momento) e, além das duas oportunidades de Lautaro Díaz, também não aproveitou boa chance com Rodriguinho. O castigo pelas chances perdidas veio no fim da etapa com o gol sofrido.

Mesmo com a necessidade de reagir, Leonardo Jardim voltou com a mesma equipe para o segundo tempo. O rendimento não foi o mesmo de boa parte da etapa inicial, e o Cruzeiro teve mais problemas com contra-ataques do Palestino.

Alterando todo o corredor esquerdo – saindo Kaiki e Dudu – e povoando ainda mais o setor do Kaique Kenji, Wanderson e Marquinhos, o Cruzeiro até achou o gol de empate em lance pelo setor e cabeceio de Eduardo na grande área. A verdade é que a produção da etapa final não condizia ao placar de 1 a 1.

O castigo veio logo depois. Após erro na saída de Cássio e escanteio cedido, a primeira trave não foi bem marcada por Kaio Jorge, que ainda desviou a bola para o gol, e o goleiro da Raposa não conseguiu segurá-la.

Cenário repetido a um Cruzeiro que tem dificuldade, na maioria dos jogos, de transformar as chances criadas em gols. Ao mesmo tempo, vem convivendo com falhas repetidas da defesa e segue a rotina de uma temporada de vitórias escassas.

Corinthians e Racing (URU) medem forças na noite desta quinta-feira, a partir das 19h (horário de Brasília), pela terceira rodada do Grupo C da Copa Sul-Americana. O duelo será disputado na Neo Química Arena, em São Paulo, e terá acompanhamento do ge em tempo real .

O Corinthians chega para a partida em um momento de instabilidade. O argentino Ramón Díaz foi demitido e, até o momento, a diretoria ainda não acertou a contratação do substituto. Na Copa Sul-Americana, o Timão tem apenas um ponto ganho nas duas primeiras rodadas e está fora da zona de classificação para a fase mata-mata.

Já o Racing, lanterna do Grupo C com apenas um gol marcado e oito gols sofridos, chega a São Paulo como franco atirador. Os uruguaios, embora ocupem a quinta colocação no campeonato nacional, perderam dois de seus três últimos jogos na temporada.

Na Conmebol Sul-Americana, o primeiro melhor de cada chave vai direto para as oitavas de final. Os segundos colocados se classificam para os playoffs, fase em que disputam vaga nas oitavas contra os terceiros colocados da fase de grupos da Conmebol Libertadores.

Escalações prováveis

Corinthians - técnico: Orlando Ribeiro

Ainda com o interino Orlando Ribeiro no comando, o Corinthians pode ter uma escalação mista para o jogo desta noite. Recuperado de uma lesão muscular, o goleiro Hugo Souza volta à formação titular depois de desfalcar o Timão por quase um mês.

Quem segue fora é o meio-campista Rodrigo Garro, que ainda trata da tendinopatia no joelho direito e, por enquanto, não tem data para retornar aos gramados.

Provável escalação: Hugo Souza; Matheuzinho, Félix Torres, Gustavo Henrique (André Ramalho) e Fabrizio Angileri; Raniele, José Martínez, André Carrillo e Breno Bidon (Igor Coronado); Memphis Depay e Yuri Alberto.

  • Quem está fora: Rodrigo Garro (tratamento de tendinopatia patelar no joelho direito).
  • Pendurados: ninguém.

acing - técnico: Cristian Chambian

O Racing vem a São Paulo com um esquema de três zagueiros e cinco homens no meio de campo. O jovem treinador Cristian Chambian, de apenas 34 anos, tem uma equipe jovem, montada quase que exclusivamente por atletas uruguaios.

Provável escalação: Amadé; Bueno, Monzón e Pinela; Pereira, Cáceres, Ramírez, Bosca e Ferreira; Severo e Da Silva.

O Santos vê o mercado de técnicos se fechar e, perto de completar dez dias da demissão de Pedro Caixinha, ainda não tem um consenso sobre quem será seu substituto. Em vias de ser anunciado como novo treinador do Corinthians, Dorival Júnior foi o primeiro a recusar a investida santista.

nome de Ramón Díaz, justamente o ex-técnico do rival paulista, é o mais forte no bastidor santista no momento, mesmo sem ser unanimidade. Ele foi uma indicação de Neymar pai e as negociações estão sendo conduzidas pelo agente André Cury, podendo avançar nas próximas horas.

Enquanto isso, o interino César Sampaio tem trabalhado em silêncio no CT Rei Pelé sem ter o futuro claramente definido. O presidente Marcelo Teixeira chegou a "efetivá-lo" por uma semana, justamente a atual, de preparação para o jogo contra o Red Bull Bragantino, domingo, na Vila Belmiro.

Bons resultados nos próximos jogos podem dar segurança à diretoria para mantê-lo por mais tempo, caso a negociação com Ramón não avance.

O caso de Dorival é emblemático e reflete a dificuldade alvinegra: ele foi sondado antes mesmo de Caixinha deixar o cargo, e o Peixe chegou a insistir por sua contratação nos últimos dias, mas, nas primeiras conversas, sinalizou que não estava pronto para voltar a trabalhar.

Conversa diferente da tida com o Corinthians, prestes a se tornar seu destino.

Enquanto a diretoria do Peixe entende ter investido o suficiente no elenco para voltar a fazer do Santos protagonista a curto prazo, o mercado não dá a mesma resposta, apontando que o desafio de brigar por títulos nacionais parece, neste momento, inalcançável.

Santos não tem pressa?

Oficialmente, inclusive em declarações de seu CEO, Pedro Martins, o Santos alega não ter pressa. A postura, no entanto, passa pela falta de opções. O clube tem usado todas as suas armas para buscar um nome de consenso, mas ainda não chegou a ele.

Vários nomes estiveram em pauta internamente no clube: André Jardine, Fernando Diniz, Thiago Motta, Ramón Diaz, Odair Hellmann e até nomes empregados em outros clubes. O entendimento é de que a temporada desafiadora exige convicção.

Pedro e Teixeira divergem no pensamento em alguns nomes, enquanto pessoas próximas à diretoria também têm participado de conversas para ajudar a encontrar boas opções. O setor de scout do clube, por sua vez, apresenta opções frequentemente, que são debatidas.

No caso de Caixinha, Pedro Martins foi determinante para a contratação. Agora, não será mais totalmente dele a indicação final do nome de consenso.

Jorge Sampaoli foi o único que teve negociações abertas de forma oficial. O argentino até se empolgou com a chance de retornar, mas preferia assumir o time no meio do ano.

 

Memphis Depay se destacou no fim de semana ao marcar dois gols na vitória por 2 a 1 do Corinthians sobre o Sport que fizeram o holandês alcançar uma marca importante no clube alvinegro: entrar no ranking dos dez maiores artilheiros estrangeiros da história corintiana.

Agora com 12 gols em 35 jogos, Memphis ultrapassou o colombiano Rincón, ídolo dos anos 1990 e início dos 2000, e o argentino Peres II, jogador do clube nos anos de 1929 e 1930 - ambos balançaram as redes 11 vezes com a camisa alvinegra.

Depois de um início de temporada marcado mais com passes para gols, o camisa 10, que lidera o ranking de assistências com oito, passou a apresentar uma versão mais goleadora nas últimas semanas.

Com três gols nos últimos quatro jogos, Memphis soma cinco na temporada e ocupa a vice-artilharia da equipe em 2025 ao lado de Talles Magno. Yuri Alberto lidera o ranking do Timão com oito gols.

No Brasileirão, Memphis chegou três bolas nas redes e também é segundo entre os goleadores, apenas um gol atrás dos líderes Pedro Raul, emprestado pelo Timão ao Ceará, Arrascaeta, do Flamengo, e Vegetti, do Vasco.

Garro na mira, e Romero líder absoluto

Na classificação histórica dos goleadores estrangeiros do Corinthians, Memphis ocupa a oitava colocação e agora mira outros companheiros de time.

Rodrigo Garro, que também chegou no ano passado, fez 14 gols desde a chegada ao Parque São Jorge. O líder do ranking é o paraguaio Romero, com 66 gols e 12 de vantagem sobre Paolo Guerrero, peruano com passagem marcante pelos gols decisivos na conquista do Mundial de Clubes de 2012.

Os argentinos Carlitos Tevez, com 46, Germán Herrera, com 22, e Mauro Boselli, com 17, fecham o top-5 de grandes goleadores estrangeiros. O zagueiro paraguaio Balbuena, com 15, é o sexto, logo acima de Garro e Memphis.

O holandês terá a oportunidade de aumentar essa marca nesta quinta-feira. A partir das 19h (de Brasília), o Corinthians recebe o Racing, do Uruguai, na Neo Química Arena, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa Sul-Americana.

Os maiores artilheiros estrangeiros do Corinthians:

  1. Ángel Romero: 66 gols
  2. Paolo Guerrero: 54 gols
  3. Carlos Tevez: 46 gols
  4. Germán Herrera: 22 gols
  5. Mauro Boselli: 17 gols
  6. Fabián Balbuena: 15 gols
  7. Rodrigo Garro: 14 gols
  8. Memphis Depay: 12 gols
  9. Freddy Rincón: 11 gols
  10. Peres II: 11 gols

De principal estrela no mercado de contratações do Cruzeiro à reserva no ataque. Em quatro meses, o status de Gabigol mudou no clube mineiro em meio à mudança de treinador e a necessidade de melhora dos resultados. Agora, o camisa 9 tenta a retomada.

Gabigol tem a chance de começar como titular diante do Palestino, nesta quinta-feira, em Coquimbo, no Chile, pela Conmebol Sul-Americana. Ele ficou fora do time titular nos últimos três jogos.

O atacante do Cruzeiro entrou no segundo tempo dos jogos contra Bahia e Bragantino, pelo Campeonato Brasileiro. Também pelo nacional, assistiu do banco de reservas o empate por 1 a 1 com o São Paulo.

O último jogo como titular foi na derrota por 2 a 1 para o Mushuc Runa, do Equador, na Sul-Americana. É justamente no torneio internacional que Gabigol tentará retomar o desempenho do começo de ano que o coloca ainda como artilheiro do Cruzeiro, em 2025, com sete gols.

A mudança de status de Gabigol ocorreu em meio às mudanças promovidas por Leonardo Jardim no time titular em virtude da falta de resultados do Cruzeiro. O cenário, entretanto, ainda não foi modificado. Nos jogos em que o atacante não foi titular, o time ganhou um jogo, perdeu um e empatou outro.

Até esta mudança, Gabigol nunca havia estado na condição de reserva no Cruzeiro. Com Fernando Diniz, foi sempre figura principal no ataque, assim como no começo do trabalho de Leonardo Jardim.

O atacante foi a principal contratação do Cruzeiro para a temporada. O clube mineiro moveu esforços para contratá-lo em meio ao fim de vínculo com o Flamengo e ofereceu um projeto ao jogador até o fim de 2028.

O futebol às vezes cobra muito caro. E no duelo que começou num dia e terminou no outro, o Fortaleza foi cobrado. Contra o Atlético Bucaramanga, pela Libertadores, o Laion fazia um jogo simples, correto, vencendo até os 43 do segundo tempo. Empilhou chances para marcar o segundo, o terceiro, mas desperdiçou. Levou o empate (também de pênalti) no fim e, por muito pouco, não levou a virada nos acréscimos. No fim, 1 a 1 no placar. A primeira vitória na Liberta insiste em não chegar. O futebol aquém, no entanto, segue marcando presença.

Primeiro tempo

O Fortaleza começou o jogo marcando com linhas mais altas, mas não conseguiu coordenar as jogadas de contra-ataque. Contra um time que joga mais aberto, era importante ocupar o meio-campo e o Laion tentou fazer isso. A bola passava o tempo inteiro pelos pés de Calebe, mas faltava precisão no passe para ligar o meio com o ataque.

Até que a bola foi lançada para Deyverson, que caiu pedindo pênalti e a jogada deu sequência. Allanzinho ficou com a sobra e quase marcou um golaço, mas o VAR entrou em ação. No lance de Deyverson, o defensor colombiano acabou tocando o pé do atacante. O árbitro decidiu pelo pênalti. O próprio Deyverson cobrou, o goleiro defendeu, mas no rebote, gol do Laion.

O resultado fez um pouco mais de justiça ao que produzia o Tricolor, melhor no jogo, mas sem conseguir ser eficiente. O pênalti, inclusive, alivia um pouco a pressão do último resultado, quando Lucero perdeu uma cobrança nos acréscimos contra o Palmeiras, em casa, pelo Brasileirão. Bons futebol e resultado no primeiro tempo.

Segundo tempo

A vantagem no placar deu mais tranquilidade ao Fortaleza, que se fechou bem para buscar matar o jogo no contra-ataque. Pikachu e Breno Lopes entraram. O primeiro, inclusive, teve duas ótimas chances para matar o jogo, mas a primeira mandou na trave e a segunda na rede pelo lado de fora. Elas fariam falta lá na frente.

O Bucaramanga cresceu no jogo, o que era natural, haja vista a necessidade do resultado. No entanto, João Ricardo não precisou fazer nenhuma defesa milagrosa. Pelo menos não teve a necessidade até os 43, quando Mancuso fez pênalti. Pons cobrou, a bola bateu no travessão, quicou dentro do gol e saiu. Era o empate colombiano.

No (contra-)ataque contra defesa que foi o segundo tempo, faltou ao Fortaleza a capacidade de matar o jogo. Borrero entrou no segundo tempo e não conseguiu jogar, errando praticamente tudo o que tentou. Nos acréscimos, Lucero entrou na vaga de Deyverson numa tentativa quase que desesperada de Vojvoda de conseguir o segundo gol. Em vão.

De quebra, o time ainda perde David Luiz para o jogo contra o Vitória no fim de semana pelo Brasileirão. O jogador foi substituído no intervalo e um protocolo de concussão será feito para avaliar as condições do atleta.

Contra um frágil Bucaramanga, a vitória não veio e o futebol puniu o time cearense - que não jogou mal, diga-se de passagem. Para o que vem pela frente, reencontrar o caminho para a eficiência será mais do que necessário.

 

Titular na vitória do Real Madrid sobre o Getafe nesta quarta-feira, o brasileiro Endrick foi substituído no segundo tempo e, após a partida, levou uma bronca pública do técnico Carlo Ancelotti. Em entrevista coletiva, o treinador italiano expressou seu descontentamento com uma conclusão de Endrick considerada por Ancelotti "de teatro".

E nesta quinta-feira, o jornal "Marca" afirma que o brasileiro pode sofrer consequências com o ato. O diário relembra que na temporada 2013/2014, o atacante espanhol Álvaro Morata, ao perder chance clara em uma vitória do Real Madrid sobre o Valladolid por 4 a 0, ficou de fora em seis das oito partidas seguintes dos merengues.

- Morata mais tarde recuperou sua posição, que era um papel com um pouco mais de relevância do que o atual de Endrick - destacou a reportagem de José Félix Diaz.

A publicação ressalta que o italiano não gosta de lances de efeito em momentos decisivos da partida.

- Poucas coisas elevam mais o tom do discurso de Carlo Ancelotti do que a falta de capricho quando se depara com a oportunidade de encerrar um jogo. Os jovens são alertados sobre isso diariamente. Garantir um gol ou pelo menos adotar a solução mais simples é uma obsessão para o italiano quando se trata de uma chance clara de decidir o jogo. Endrick sabia disso e errou ao tentar embelezar, em vez de dar uma solução mais simples. É uma máxima do treinador do Real Madrid e, quando isso acontece, a geladeira aparece no caminho dos jogadores.

O lance que irritou Ancelotti aconteceu aos 11 minutos do segundo tempo. Lançado livre diante de David Soria, Endrick tentou uma cavadinha, mas pegou mal na bola, que ficou facilmente com o goleiro do Getafe. Aos 19, Ancelotti trocou Endrick por Jude Bellingham.

Endrick, de 18 anos, teve nesta quarta sua primeira oportunidade como titular no Campeonato Espanhol. O brasileiro tem sido mais aproveitado na Copa do Rei: foram cinco jogos, quatro deles como titular, e cinco gols marcados.

Endrick divide a artilharia da Copa do Rei com Julián Alvarez, do já eliminado Atlético de Madrid, e com Ferrán Torres, do Barcelona, adversário do Real na decisão deste sábado.

A Copa do Rei é a maior chance do Real Madrid levantar uma taça na temporada, já que o Barcelona tem vantagem de quatro pontos sobre o rival no Campeonato Espanhol, a cinco rodadas do fim.

Para a decisão de sábado, no entanto, Endrick terá forte concorrência em busca de um lugar entre os titulares. Também na entrevista coletiva após o jogo deste sábado, Ancelotti praticamente garantiu a presença de Rodrygo na decisão, apesar da má fase do brasileiro, que não marca desde o início de março.

- Mas em jogos decisivos ele marca. Confio totalmente em Rodrygo - disse Ancelotti.

 

Com muitos desfalques e um time alternativo em campo, o Atlético-MG não conseguiu voltar da Venezuela com três pontos. Perdeu a chance de se isolar na liderança no Grupo H da Sul-Americana e fez um jogo ruim. O empate teve gol contra do Caracas, vacilo defensivo do Galo e uma declaração polêmica após a partida.

Questionado sobre a atuação do time, Cuca afirmou:

- O tamanho do Atlético é inquestionável e o investimento é questionável.

Até o próprio treinador sentiu o peso da resposta. Depois da fala, Cuca foi perguntado duas vezes sobre a qualidade do elenco atleticano e se esquivou. Não é de hoje que ele vem expondo as percepções sobre o grupo que tem em mãos e o investimento feito pela diretoria.

Experiente, Cuca entendeu que a declaração soou mal. Ele sabe que não é hora de expor o elenco que tem. Nada vai mudar, pelo menos até o meio do ano, quando a janela abrir novamente.

Sem Hulk, Scarpa, Igor Gomes e tantos outros titulares que foram poupados ou ainda estão no departamento médico, Cuca teve que colocar em campo um time reserva para enfrentar o Caracas. Como se não bastasse, perdeu Gabriel Menino, lesionado, ainda nos minutos iniciais. Jogador sentiu o joelho e será reavaliado. Ivan Román, zagueiro de ofício, foi quem entrou no meio.

Fora de casa, o Atlético teve dificuldade no início do jogo e viu o time venezuelano assustar. Everson fez defesas diante de uma linha defensiva quase toda reserva. Somente Lyanco foi titular na partida dessa quarta, com Saravia, Victor Hugo e Caio Paulista compondo a defesa.

O gol do Atlético saiu após um cruzamento de Bernard pela esquerda, com Rodriguéz mandando contra para as próprias redes. O empate do Caracas veio uma falha defensiva. Lyanco falhou no bote, no início do lance, e De Santis ficou cara a cara com Everson para marcar.

Na frente, Cuello e Rony tentaram e desperdiçaram muitas oportunidades. Bernard, que ganhou chance pela primeira vez entre os titulares. no ano, teve mais uma atuação apagada. O garoto João Marcelo, que entrou no segundo tempo, até chegou a marcar o gol que seria da vitória, mas foi assinalado impedimento no lance.

Diante do empate frustrante e de afirmações questionáveis, o que pode ser feito agora é cada um assumir as próprias responsabilidades. Os jogadores sabem que podem render mais. Cuca e diretoria têm ciência de que reforços só podem chegar no meio do ano. Se não houver consenso nesse sentido, até a abertura janela, o ano pode se tornar perdido para o Atlético.

O Galo segue favoritíssimo para a classificação na Sul-Americanaa, mesmo com as atuações ruins. A maratona de jogos fora de casa vai ser difícil, e o time precisa de uma sequência positiva também no Brasileirão. Não há o que se questionar quanto a isso.

A reunião entre Fabinho Soldado e Dorival Júnior desta terça-feira (23) foi positiva para as buscas do Corinthians por um novo treinador. O executivo de futebol do clube alvinegro se encontrou com o técnico em Florianópolis, em Santa Catarina.

Durante a conversa, foi apresentado detalhes esportivos sobre o elenco do Corinthians ao treinador, que gostou do que ouviu. Nesta quarta-feira (23), acontecerá uma nova reunião para tratar sobre o contrato e questões salariais.

O Timão tem pressa por um novo treinador. O cargo está vago desde a saída de Ramón Díaz, na última quinta-feira (17), após derrota para o Fluminense, no Campeonato Brasileiro. Desde então, o Corinthians tem sido comandado interinamente por Orlando Ribeiro, técnico da equipe sub-20.

A diretoria do Timão chegou a acertar com Tite, que inclusive era esperado para assinar contrato na terça-feira (22), mas o treinador surpreendeu a diretoria ao anunciar uma pausa indeterminada na carreira para cuidar da saúde mental e física.

Com a negativa do treinador, o Corinthians aposta todas as fichas na contratação de Dorival Júnior. Anteriormente, o clube alvinegro havia feito contato com um intermediário, e as reuniões em Florianópolis são as primeiras conduzidas por Fabinho Soldado.

Prioridade

O último trabalho de Dorival Júnior foi na Seleção Brasileira. O treinador deixou o comando da equipe nacional após uma derrota por 4 a 1 para a Argentina, pelas Eliminatórias da Copa, em março. A atuação do técnico no Flamengo e São Paulo, suas últimas atividades, são consideradas positivas e o credencia como Plano A do Timão.

O clube alvinegro está otimista pela contratação do técnico, mas avalia outros profissionais em caso de recusa de Dorival Júnior, como o caso do português Luís Castro.

Apesar do interesse da Arábia Saudita em contar com o melhor jogador do mundo da temporada 2023/24, Vinícius Júnior não deverá mudar de camisa nos próximos anos. Segundo informação de diversos veículos da Espanha, o Real Madrid negocia a ampliação do contrato do atacante brasileiro.

O atual compromisso, que termina em 2027, deverá ser estendido por mais dois ou três anos, de acordo com o programa "El Larguero". Nesta terça-feira, reportagem do jornal "Marca" afirmou que o camisa 7 mantém seu prestígio intacto no clube, em que pese a eliminação para o Arsenal nas quartas de final da Liga dos Campeões da Uefa e a liderança do Barcelona no Campeonato Espanhol.

Vinícius Júnior chegou a 200 vitórias pelo Real Madrid no último domingo, com o 1 a 0 sobre o Athletic Bilbao, e recebeu do presidente Florentino Pérez uma camisa especial em alusão ao feito. Em entrevista divulgada pelo próprio Real, Vini Jr. reafirmou seu desejo de permanecer "por muito tempo".

- Cheguei aqui com muito trabalho e muito sacrifício, com a ajuda de todos neste clube: treinadores, o presidente e os jogadores. Quero seguir aqui por muito tempo e espero seguir fazendo história - declarou o brasileiro, duas vezes campeão da Champions League com o Real (2021/22 e 2023/24).

Mesmo sem ter feito gol na partida de domingo, o camisa 7 foi elogiado pelo técnico Carlo Ancelotti por sua entrega em campo.

- Ele é um jogador extraordinário. Vinícius teve uma atitude fantástica, fez um gol (anulado), acertou duas ou três bolas no gol, e no segundo tempo ficou esgotado. Foi determinante, como sempre - afirmou o treinador.

De acordo com o "Marca", clube e jogador tem reunião prevista para as próximas semanas para tratar da renovação. Vinícius Júnior, que completará 25 anos em julho, chegou ao Real em 2018, tão logo completou a maior idade, e após um período difícil de adaptação, tornou-se titular absoluto e um dos protagonistas da equipe nos últimos quatro anos.

Polêmica na madrugada portuguesa. A festa de aniversário do zagueiro brasileiro Otávio, revelado pelo Flamengo, acabou com intervenção policial e um processo disciplinar pelo Porto. Além do aniversariante, outros quatro jogadores são investigados pelo clube, que treinou poucas horas depois.

Um integrante da torcida organizada do Porto foi até o local da festa e filmou a intervenção policial, ocorrida por volta das 4h da manhã no horário local.

O elenco do Porto tinha um toque de recolher determinado pelo clube, como informar o jornal Marca, da Espanha. A equipe treinou pela manhã, poucas horas depois da festa de aniversário.

A diretoria do clube português abriu um processo disciplinar contra Otávio, Tiago Djaló, William Gomes, Samu Aghehowa e Danny Namaso pelo envolvimento na festa de aniversário. Martim Fernandes também era investigado, mas disse ter provas que saiu mais cedo do local e foi para a casa.

Nesta sexta-feira, às 16h15, o Porto enfrenta o Moreirense pela 31ª rodada do Campeonato Português. O time é o 4º colocado com 62 pontos, dez a menos que o líder Sporting.

O Al-Hilal segue na busca por uma estrela a próxima temporada. De acordo o jornal "Sport", o clube árabe voltou à carga para contratar Raphinha e ofereceu ao atacante do Barcelona um salário total de 200 milhões de dólares (cerca de R$ 1,1 bilhão), dividido em quatro anos de contrato.

Desta forma, Raphinha receberia 50 milhões de dólares por temporada no Al-Hilal (aproximadamente R$ 286 milhões na cotação atual). O atacante, porém, ainda mantém a intenção de permanecer no Barcelona, de acordo com o "Sport".

Na última temporada, Raphinha já havia sido alvo do interesse da Arábia Saudita e ficou perto de deixar o Barcelona, mas foi convencido a ficar pelo técnico Hansi Flick.

Para abrir as conversar com o Barcelona, o Al-Hilal ofereceu 100 milhões de euros (cerca de R$ 652 milhões). A diretoria também não tem intenção de vender Raphinha, mas entende que pouco poderá fazer caso o atacante decida deixar o clube.

Desde que perdeu Neymar, o Al-Hilal busca a contratação de uma nova estrela. Nomes como Salah e Vini Jr. foram especulados no clube árabe, mas ainda não houve avanço.

Raphinha vive uma temporada de destaque na Europa e é considerado um dos principais nomes na disputa da próxima Bola de Ouro. O contrato do brasileiro com o Barcelona se encerra em 2027.

 

Nesta terça-feira (22) o lateral Weverton, de 25 anos, foi oficialmente apresentado no CRB. O atleta já passou nas categorias de base do time e estava na Ferroviária, antes de chegar na equipe regatiana.

Weverton comentou como se sente por jogar no Galo de Campina, demonstrando estar feliz por estar perto de sua família e em mais um grande clube na carreira. "É um grande clube", destacou o lateral-direito, que acumula passagens por gigantes do futebol nacional, como Cruzeiro, Internacional e Vasco da Gama.

"Primeiro de tudo é aprender a metodologia do professor (técnico). Tenho pouco tempo de casa, pouco tempo de treinos, mas estou à disposição para ajudar o treinador no que for preciso, assim como meus companheiros", disse.

"Acredito que todos que entrarem na lateral se dedicarão 100%, seja o Hayner, eu ou o Matheus Ribeiro", continuou o novo lateral regatiano, quando questionado sobre os treinamentos do time e tammbém elogiou bastante a estrutura do CT do Galo, dizendo, inclusive, "que é do mesmo nível de equipes da primeira divisão do futebol nacional".

Após ser perguntado sobre o drible aplicado em Neymar, durante o Campeonato Paulista, ele disse: "Já comentei sobre isso em outras entrevistas que aquele foi um momento que eu quero deixar de lado. Eu sei que foi um lance bonito, mas um drible é lance de jogo. Todo mundo sabe da qualidade do Neymar e um drible em cima dele traz uma grande visibilidade".

A Viva Sorte, empresa do ramo de títulos de capitalização, notificou o Corinthians que irá romper o contrato de patrocínio. Assinado em janeiro deste ano, o vínculo tem validade até dezembro de 2026 e rende R$ 15 milhões por ano ao Timão

O movimento aconteceu também com o São Paulo, que era patrocinado pela Viva Sorte.

A diretoria do Corinthians agora avalia as medidas jurídicas cabíveis. O clube acredita estar bem respaldado contratualmente e pode exigir o pagamento de multa indenizatória.

A informação foi noticiada inicialmente pelo jornalista Pedro Ramiro e confirmada pelo ge.

O motivo para a Viva Sorte romper o contrato foi o encerramento do título de capitalização "Viva Timão". Segundo a empresa, essa foi uma exigência da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que não autorizou a comercialização de produtos com nomes de outras instituições que não a proponente.

Este título será encerrado no próximo dia 27. Assim, a tendência é que a equipe entre em campo na quinta-feira, diante do Racing-URU, pela Copa Sul-Americana, ainda com a marca estampada no ombro do uniforme.

A manutenção do patrocínio com a marca "Viva Sorte" não é possível, já que a empresa também atua no segmento de apostas esportivas, o que geraria um conflito de interesses com a "Esportes da Sorte", anunciante máster do Timão.

Com o fim deste patrocínio, o Corinthians passará a ter sete patrocinadores em seu uniforme, além da Nike, fornecedora de material esportivo.

Para 2025, o clube projetou um faturamento de R$ 212 milhões com anunciantes, o que representaria um recorde na história do clube.

Agora, o uniforme do time masculino ficará com três propriedades vagas: além dos ombros, a diretoria tenta negociar a barra frontal da camisa e a parte frontal do calção.

Confira os patrocínios do time masculino do Corinthians:

  • Máster - Esportes da Sorte, até julho de 2027;
  • Peito - Appgas, até fevereiro de 2026;
  • Mangas - Banco BMG, até dezembro de 2026;
  • Barra traseira da camisa - Elétrica AREA, até o fim de 2025;
  • Costas parte superior - EZZE Seguros, até o fim de 2025;
  • Meiões - Kasinski Consórcio, até o fim de 2025;
  • Parte de trás do calção - UniCesumar, até dezembro de 2025;
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