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Dudu não é mais jogador do Cruzeiro. Nesta sexta-feira (2), o clube mineiro oficializou a rescisão de contrato com o atacante de 33 anos, que vinha convivendo com um ambiente conturbado na Toca da Raposa. O desligamento foi definido em comum acordo e encerra uma passagem marcada por polêmicas. “O Cruzeiro informa que chegou a um acordo com o atleta Dudu para a rescisão imediata do vínculo contratual entre o atacante e o clube estrelado”, diz a nota divulgada pela assessoria celeste. O fim do vínculo já era esperado após o jogador dar uma entrevista em tom de desabafo logo após uma partida da Copa Sul-Americana, o que provocou seu afastamento do elenco principal.

Dudu chegou a voltar aos treinos nos últimos dias, mas a decisão já estava tomada nos bastidores. O episódio desgastou a relação com o técnico Leonardo Jardim e evidenciou um rompimento irreversível. O próprio presidente do clube, Pedro Lourenço, chegou a ser flagrado por torcedores fazendo gestos que indicavam a iminente saída do jogador.

Com 33 anos, ele disputou 17 jogos com a camisa do Cruzeiro nesta temporada e marcou dois gols. Contratado com status de reforço importante, ele não conseguiu se firmar na equipe e encerra sua segunda passagem pela equipe celeste de maneira discreta. Fora dos planos em Belo Horizonte, o atacante já desperta interesse no mercado nacional. Atlético-MG e Grêmio monitoravam a situação e aguardavam a rescisão para avançar em uma possível negociação.

Corinthians está definido para enfrentar o Internacional no próximo sábado, às 18h30 (de Brasília), pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. Na tarde deste sábado, o técnico Dorival Júnior fez os últimos ajustes para a partida e montou a equipe titular com Memphis Depay e Yuri Alberto no ataque.

De acordo com as informações divulgadas pelo clube, a comissão técnica comandou um treino tático para simular a movimentação do Internacional e corrigir comportamentos da equipe. Na parte final da atividade, o elenco ajustou o posicionamento nas bolas paradas ofensivas e defensivas.

De acordo com as informações divulgadas pelo clube, a comissão técnica comandou um treino tático para simular a movimentação do Internacional e corrigir comportamentos da equipe. Na parte final da atividade, o elenco ajustou o posicionamento nas bolas paradas ofensivas e defensivas.

A provável escalação do Corinthians para esta partida tem Hugo Souza; Matheuzinho, André Ramalho, Cacá e Fabrizio Angileri; Raniele, José Martínez, André Carrillo e Igor Coronado (Breno Bidon); Memphis Depay (Ángel Romero) e Yuri Alberto.

As baixas são Rodrigo Garro, que segue em tratamento da tendinopatia no joelho direito, e Gustavo Henrique - operado nesta sexta-feira para resolver um problema de hérnia inguinal que o persegue desde o início da temporada.

O Timão tem sete pontos ganhos no Campeonato Brasileiro e inicia a rodada na 12ª colocação na tabela. Os colorados possuem dois pontos a mais, estão na sexta posição e dentro do grupo dos classificados para a Conmebol Libertadores do ano que vem.

São Paulo alcançou campanha incomum no Brasileirão após ficar no 0 a 0 com o Fortaleza, na noite desta sexta-feira (2). O time paulista chegou ao seu sexto empate em sete jogos numa trajetória invicta, porém preocupante, na avaliação de Lucas Moura, ídolo da torcida que voltou ao time no MorumBis, na abertura desta sétima rodada.

“(A sequência de empates) Incomoda. Claro que também estamos sem perder… Mas precisamos pontuar mais, temos que vencer. Teve jogos que performamos bem, mas não conseguimos os três pontos. Não podemos perder, mas alguns jogos podíamos ter ganhado, hoje era um exemplo disso. Temos que melhorar em alguns aspectos”, comentou.

Lucas não entrou em detalhes sobre as dificuldades do São Paulo neste momento do Brasileirão. Mas deixou implícita a necessidade de aproveitar as chances no ataque. Contra o Fortaleza, Ferreirinha teve a chance do jogo em uma cobrança de pênalti, mas desperdiçou a oportunidade preciosa no segundo tempo.

O próprio retorno de Lucas ao time deve ajudar o técnico Luis Zubeldía a resolver este problema do ataque. Contra o Fortaleza, foi a campo no segundo tempo.

“Foram sete semanas bem difíceis. Muito ruim ficar machucado. Muito sofrimento, mas faz parte”, afirmou. “Não foi o retorno que eu imaginava, ainda falta um pouco de ritmo. Quando fica muito tempo fora, parece que ficamos um ano sem jogar. Mas é normal. Pouco a pouco vou recuperando a minha melhor forma.”

O retorno de Lucas traz certo alívio para a torcida, que poderá também ter a volta de Oscar nos próximos dias. O retorno da dupla acontece em bom momento na temporada, principalmente em termos de efetividade no ataque são-paulino. O time não faz três gols numa mesma partida desde fevereiro, pelo Paulistão. Neste Brasileiro, já foram três empates por 0 a 0 e dois por 1 a 1.

A efetividade do ataque preocupa porque o São Paulo tem uma série de partidas decisivas e importantes nas próximas semanas, em busca de confirmar a classificação às oitavas de final da Copa Libertadores – que pode vir na terça-feira, contra o Alianza Lima, no Peru. No domingo da semana que vem, dia 11, fará o clássico com o Palmeiras, no Allianz Parque.

O futebol alagoano promete fortes emoções neste sábado (3), a partir das 17h, na Arena Fumeirão, em Arapiraca. ASA e Penedense se enfrentam pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série D em um confronto que vale muito para ambos os lados.

A temporada de 2025 tem mostrado que ASA e Penedense se equivalem dentro de campo. As equipes já se enfrentaram três vezes neste ano – pelo Campeonato Alagoano, pela Copa Alagoas e em um amistoso – e todos os confrontos terminaram empatados, reforçando o equilíbrio do duelo.

Neste sábado, no entanto, a igualdade pode não ser suficiente para nenhum dos dois lados. Resta saber: quem levará a melhor desta vez? O Fantasma do Agreste ou o Jacaré do São Francisco?

ASA

O Alvinegro arapiraquense quer manter a liderança do Grupo A4, enquanto o Jacaré de Penedo busca entrar no G4 após dois empates nas rodadas iniciais.

Com 6 pontos conquistados, o ASA lidera de forma isolada o grupo e aposta no bom desempenho dentro de casa para seguir embalado. A única dúvida no time é no meio-campo: Sammuel sofreu uma concussão na última partida e pode ser substituído por Juan Xavier.

A equipe comandada por Ranielle Ribeiro deve ir a campo com: Matheus Vinicius; Paulinho, Cristian Lucca, Zulu e Charles; Tibiri, Fabrício Bigode, Sammuel (ou Juan Xavier); Keliton, Thiago Alagoano e Júnior Viçosa.

Penedense

Do lado ribeirinho, o Penedense tenta conquistar sua primeira vitória na competição. A equipe soma dois pontos e ocupa a 5ª colocação, fora da zona de classificação.

Para o duelo, o técnico Jaelson Marcelino deve escalar: Alexandre; Luciano Tchow, Rafão, Wanderson e Drey; Kailan, Sorin e Nilton; Thiaguinho, Romarinho e Afonso. A novidade pode ser a estreia do volante Léo Santos, reforço recém-chegado para a sequência da Série D.

 

E segue a disputa jurídica dentro do CSE. Nesta sexta-feira (2), foi postado no Instagram oficial do clube um vídeo do advogado Frederico Dias, no qual ele explica algumas questões jurídicas.

O advogado cita, inclusive, que haverá uma nova assembleia.

Crise jurídica envolvendo o Clube Sociedade Esportiva (CSE) segue em destaque. Nesta sexta-feira, 2, o Instagram oficial do clube publicou um vídeo com declarações do advogado Frederico Dias, que abordou pontos relevantes sobre a situação jurídica atual da agremiação.

No vídeo, Frederico Dias comenta detalhes sobre o imbróglio jurídico enfrentado pela instituição, que vem sendo alvo de disputas internas nos últimos meses. O advogado também anunciou que uma nova assembleia será convocada, o que pode indicar novos rumos administrativos para o clube.

 

Cleber Xavier terá muito trabalho para recolocar o Santos nos trilhos na temporada 2025. O problema do time aparenta, cada vez mais, não ser só tático, mas também anímico e de concentração, além dos inúmeros desfalques, e dará ao novo técnico dor de cabeça até voltar a vencer.

Depois do empate em 1 a 1 com o CRB, na noite da última quinta-feira, na Vila Belmiro, pela ida da terceira fase da Copa do Brasil, ficou ainda mais claro que o grande objetivo inicial de Cleber no Peixe precisa ser conquistar resultados, independentemente do desempenho. Imediatamente, o Santos precisa vencer para realinhar os astros e, só então, dar chance ao técnico de "raciocinar".

Contra o time alagoano, foram sete desfalques, todos com condições de estar no time titular, e uma série de erros individuais que comprometeram a vitória. O goleiro Gabriel Brazão, com uma defesa de pênalti e algumas outras cruciais, e Benjamín Rollheiser, com gol, foram os destaques.

Gil foi o mais decepcionante: em dois erros individuais, cedeu um gol e um pênalti para o time rival. Uma noite muito ruim, mas que serve para lembrá-lo de que é preciso estar mais concentrado.

Resultado e só resultado

Com o empate, o Santos chegou a três partidas sem vitória. Pedro Caixinha deixou terra arrasada no quesito anímico do grupo. Uma torcida extremamente irritada, reativa e decepcionada, que até tentou apoiar o grupo durante a partida, mas protestou muito com o apito final. E expôs uma realidade que parece dura de mudar.

Nesse sentido, a grande busca é por resultado. A única coisa que dará a Cleber Xavier mais paz para trabalhar e confiança de volta ao elenco é resultado. O time figura na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e precisa reagir de forma contundente e imediata.

Serão dois dias de trabalhos no CT antes da partida contra o Grêmio, no domingo, em Porto Alegre. Um será usado para recuperar os atletas e outro para colocá-los em campo e esboçar qual será o time a ir a campo na capital gaúcha. Pouquíssimo tempo para um anseio tão grande.

Sequência dura

De palavras claras e ideias já bem definidas, Cleber terá de apostar na conversa para corrigir os erros já pensando no jogo contra o Grêmio. Tempo para trabalhar ele só terá na semana seguinte, com cinco, seis ou sete dias de trabalho antes do jogo contra o Ceará, marcado inicialmente para 12 de maio.

Ideias boas o comandante novo parece ter. Escolheu bem os Meninos da Vila para entrar em campo na metade final da partida, deu chance a Rollheiser de atuar de duas formas diferentes, por dentro e por fora, e parece ter claro que o trabalho será árduo.

Cabe a ele ter sabedoria e paciência para corrigir a rota santista ao mesmo tempo em que a torcida parece estar chegando em seu limite entre apoio e cobrança com bola rolando.

O técnico Jorge Jesus está livre no mercado para possivelmente assumir o comando da Seleção Brasileira. Isso porque o português foi demitido do cargo de treinador do Al-Hilal, da Arábia Saudita, nesta quinta-feira (1º), noticiaram inicialmente veículos da imprensa saudita. Mohammed Al-Shalhoub será o treinador interino.

Na última terça-feira (29), o Al-Hilal foi derrotado pelo Al-Ahli por 3 a 1, em partida válida pela semifinal da Liga dos Campeões da Ásia e perdeu a vaga na grande final da competição.

Com isso, a pressão sobre Jorge Jesus aumentou ao longo da semana. No Campeonato Saudita, a ex-equipe do português ocupa a 2ª colocação, seis pontos atrás do líder Al-Ittihad, faltando cinco jogos para o fim do torneio.

Com a demissão, o caminho de Jorge Jesus para possivelmente assumir o comando técnico da Seleção Brasileira ficou mais fácil. A CBF ainda sonha com a contratação do italiano Carlo Ancelotti antes da Data-Fifa de junho, mas Jorge Jesus e Abel Ferreira estão sendo cogitados pela entidade máxima do futebol brasileiro.

O Flamengo derrotou o Botafogo-PB por 1x0, na noite desta quinta-feira (1º), em partida de ida pela 3ª fase da Copa do Brasil. O jogo ficou marcado, principalmente, pelos mais de 35 mil torcedores nas arquibancadas e da renda de R$ 4,6 milhões, a maior da história do futebol nordestino.

Entre as sete maiores rendas do nordeste, o Flamengo esteve em campo em seis jogos. A vitória sobre o Botafogo-PB foi no estádio Castelão, no Maranhão, já que o clube paraibano vendeu o mando de campo.

Maiores rendas da história do futebol nordestino:

Cruzeiro fez 2 a 0 sobre o Vila Nova, na Copa do Brasil, mas com rendimento suficiente para ter matado o confronto. Vive a melhor fase em nove meses e, agora, terá um teste de fogo, contra o Flamengo, em meio ao momento de consolidação do time.

Desde o primeiro minuto de jogo, o Cruzeiro fez valer a soberania em relação ao Vila Nova. Demorou um pouco para criar chances claras, mas teve apetite para retomar rápido a bola e também verticalidade em busca do gol. Características que marcam o crescimento com Leonardo Jardim.

Aos poucos, o volume do Cruzeiro se transformou em chances. William obrigou o goleiro Halls a trabalhar, e Gabigol acertou a trave, antes de surgir o protagonista da noite. Com dois belos gols em quatro minutos, Kaio Jorge deu conforto e encaminhou a classificação do time às oitavas de final da Copa do Brasil.

Antes do intervalo, Romero levou perigo. No segundo tempo, Gabigol, Marquinhos e Eduardo tiveram chances claras para tornar protocolar o jogo de volta, mas desperdiçaram. Na defesa, com um sistema bem articulado, Cássio trabalhou somente uma vez em 90 minutos.

Desde o primeiro minuto de jogo, o Cruzeiro fez valer a soberania em relação ao Vila Nova. Demorou um pouco para criar chances claras, mas teve apetite para retomar rápido a bola e também verticalidade em busca do gol. Características que marcam o crescimento com Leonardo Jardim.

Aos poucos, o volume do Cruzeiro se transformou em chances. William obrigou o goleiro Halls a trabalhar, e Gabigol acertou a trave, antes de surgir o protagonista da noite. Com dois belos gols em quatro minutos, Kaio Jorge deu conforto e encaminhou a classificação do time às oitavas de final da Copa do Brasil.

Antes do intervalo, Romero levou perigo. No segundo tempo, Gabigol, Marquinhos e Eduardo tiveram chances claras para tornar protocolar o jogo de volta, mas desperdiçaram. Na defesa, com um sistema bem articulado, Cássio trabalhou somente uma vez em 90 minutos.

Leonardo Jardim tateou o elenco, mudou o time, cometeu erros de escolha, mas parece, cada vez mais, ter encontrado as soluções para o momento do Cruzeiro. Há um time titular consolidado, mas com rodagem do grupo e adaptações que dão resultado. Gabigol como meia/segundo atacante é uma delas, assim como Christian como meia pela direita. Situações importantes até ter a possibilidade de ajustar o grupo na janela do meio do ano.

Agora, pela frente, terá o melhor time do Brasil, em qualidade de elenco e desempenho em campo. O Flamengo segue muito favorito em relação ao Cruzeiro, mas o time de Leonardo Jardim, agora, se mostra bem mais capaz de competir, principalmente através da organização.

O resultado de domingo não cravará, para o bem ou para o mal, o que vai acontecer com o Cruzeiro no restante da temporada, mas um bom desempenho contra o time a ser batido no país certamente será considerado mais um passo nesse processo de reconstrução da equipe na temporada. Desafio grande.

Grêmio chegou a seis jogos seguidos sem vencer após perder para o CSA por 3 a 2 na quarta-feira, pela Copa do Brasil. A última vez que o clube atingiu essa marca foi em junho do ano passado, logo após a enchente e mandando seus jogos fora do Rio Grande do Sul. Na ocasião, porém, foram quatro derrotas e dois empates. Agora, são três derrotas e três empates.

O Tricolor tentará dar fim ao ciclo negativo com a ajuda da torcida. Depois de três partidas como visitante, o time recebe o Santos no domingo, às 16h, na Arena, pela sétima rodada do Brasileirão. Para vencer o momento de crise, o técnico Mano Menezes pediu a ajuda da massa:

— É o primeiro jogo que vamos fazer como mandante, e o torcedor deve ter visto também como é difícil jogar como visitante. O ambiente do jogo interfere diretamente na produção das equipes. Nós precisamos muito. Mesmo que tenhamos consciência que temos que melhorar. Só vamos melhorar ao lado do nosso torcedor. A gente pede esse voto de confiança.

O saldo do mês que recém acabou também é ruim. Nos nove compromissos de abril, apenas duas vitórias (contra Sportivo Luqueño e Atlético Grau pela Sul-Americana). Seis dessas partidas foram nas casas dos adversários.

O Grêmio em abril

  • 02/04 - Sportivo Luqueño 1 x 2 Grêmio - Sul-Americana
  • 05/04 - Ceará 2 x 0 Grêmio - Brasileirão
  • 08/04 - Grêmio 2 x 0 Atlético Grau – Sul-Americana
  • 13/04 - Grêmio 0 x 2 Flamengo - Brasileirão
  • 16/04 - Mirassol 4 x 1 Grêmio - Brasileirão
  • 19/04 - Grêmio 1 x 1 Inter - Brasileirão
  • 24/04 - Godoy Cruz 2 x 2 Grêmio - Sul-Americana
  • 27/04 - Vitória 1 x 1 Grêmio - Brasileirão
  • 30/04 - CSA 3 x 2 Grêmio - Copa do Brasil
  • 16 gols sofridos
  • 11 gols marcados
  • 33,3% de aproveitamento
  • As raízes da crise

    Perda do Gauchão

    O primeiro objetivo do Grêmio em 2025 era alcançar o oitavo título estadual e igualar uma marca que apenas o maior rival tinha, ainda da década de 1970. A sequência foi interrompida, e o Inter voltou a conquistar o Gauchão depois de muito tempo. No primeiro jogo da decisão, o Tricolor engoliu uma derrota incontestável por 2 a 0 na Arena, empatando em 1 a 1 no Beira-Rio.

    No combo que incomoda o torcedor está o fato de a equipe não vencer Gre-Nais desde outubro de 2023. Nesta temporada, já ocorreram quatro clássicos — três pelo Campeonato Gaúcho — e um Brasileirão, com três empates e uma derrota.

    Atuações ruins

    O que começou a minar o trabalho do antigo técnico, Gustavo Quinteros, foram as atuações irregulares, que viraram regra a partir da segunda partida da semifinal do Gauchão, quando perdeu por 2 a 1 para o Juventude. Derrotado no tempo normal (com a expulsão de Jemerson na etapa inicial), a vaga veio nos pênaltis.

    Quinteros criou a expectativa de que a equipe melhoraria quando tivesse mais tempo para treinar após o Gauchão e com a pausa viabilizada pela Data Fifa. Na estreia pelo Brasileirão, o time venceu o Atlético-MG, mas contou com uma grande atuação do goleiro Tiago Volpi.

    O desempenho aquém do esperado se repetiu mesmo com vitória por 2 a 1 sobre o Sportivo Luqueño, na Sul-Americana, e na derrota para o Ceará no Brasileirão. Apesar de na sequência bater o Atlético Grau por 2 a 0 — a última vitória, em 8 de abril —, o time foi vaiado na Arena.

    Aposta decepcionante

    Depois de perder o ídolo Renato Portaluppi, que não quis permanecer como treinador por mais uma temporada, o Grêmio resolveu apostar em um técnico estrangeiro. Buscou Gustavo Quinteros, campeão argentino em 2024 pelo Vélez Sarsfield. Não deu certo.

    O treinador foi demitido depois de 20 jogos e duas derrotas consecutivas que se somaram às más atuações: 2 a 0 para o Flamengo, na Arena, e 4 a 1 para o Mirassol, em São Paulo.

    Com exceção de goleadas sobre Caxias, São Luiz e Pelotas, o trabalho de Quinteros nunca convenceu. Como "legado", deixou uma equipe sem padrão de jogo e titulares definidos, com problemas de marcação e que abusava das ligações diretas entre defesa e ataque.

    Sem sustentar resultados

    Mano Menezes assumiu o comando há três jogos. Em todos, o Grêmio largou com vantagem no placar. Contra Godoy Cruz e Vitória, cedeu o empate. Diante do CSA, levou a virada, com gol nos acréscimos.

    As falhas que causaram a queda de Quinteros se repetem e ainda não foram corrigidas pelo novo técnico, que não consegue tempo para treinar e precisa transformar o modo de se defender do time.

    — Há mais tempo, o Grêmio jogava com perseguições. Isso fica muito no imaginário do jogador, está acostumado a fazer dessa maneira. Quando você começa a trabalhar com posicionamento zonal, precisa que toda equipe faça esse posicionamento junto para essas coisas funcionarem bem. Um bom enfrentamento de um contra um inicia com um bom posicionamento. Se você está mal posicionado, você já sai atrasado, se dá muita vantagem ao adversário, e aí dificulta mais as coisas — justificou Mano Menezes na quarta-feira.

    Dificuldade contra equipes menores

     

    O Grêmio sobrevive na Copa do Brasil sem vencer. Na primeira fase, empatou em 1 a 1 com o São Raimundo, em Roraima, e conquistou a vaga nos pênaltis. O adversário sequer está em uma das divisões do futebol nacional.

    Depois, novo empate, desta vez em 3 a 3 com o Athletic, em Minas Gerais, e outra classificação nos pênaltis. Os mineiros conquistaram o acesso para a segunda divisão no ano passado, pela primeira vez na sua história.

    Nas duas oportunidades, o Grêmio esteve longe de mostrar a tradição na Copa do Brasil e a superioridade de investimento que possui em relação aos adversário.

    Maurício Saraiva analisa derrota do Grêmio para o CSA

    Agora na terceira fase, que passa a ter jogos de ida e volta, a primeira amostragem também não agradou. Perdeu por 3 a 2 para o CSA, que disputa a Série C do Brasileirão, em uma virada a partir dos 40 minutos do segundo tempo. O clube gaúcho tem a chance de reverter a situação no dia 20 de maio, na Arena.

    Contratações não resolvem

    O Grêmio fez 11 contratações neste ano. Entretanto, apenas três conquistaram status de titular. O goleiro Tiago Volpi (questionado recentemente em gols sofridos contra Vitória e CSA), o zagueiro Wagner Leonardo e o atacante Cristian Olivera foram os que se afirmaram.

    Reforço mais recente, o lateral-esquerdo Marlon tende a permanecer na equipe colocando outra contratação, Lucas Esteves, no banco. Por lesão, Amuzu ainda não pode ser aproveitado por Mano Menezes.

    Cuéllar começou uma partida após 40 dias para fazer reforço muscular. Luan Cândido chegou fora de forma. João Lucas não conseguiu fazer sombra a João Pedro.

    Camilo perdeu a vaga na equipe principal para Dodi, que já estava no grupo no ano passado. Jorge, contratado do Pelotas (rebaixado no Gauchão), chegou para ser o terceiro goleiro.

Novorizontino Corinthians se enfrentam nesta quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil. A bola rola no estádio Jorge Ismael de Biasi, o Jorjão, em Novo Horizonte.

Novorizontino chega em bom momento após vencer o Athletico Paranaense na rodada anterior da Série B. O Tigre está invicto na Segundona com duas vitórias e três empates. Nas fases anteriores da Copa do Brasil, o Aurinegro de Novo Horizonte passou por Rio Branco-ES (3 a 1) e Operário VG (1 a 0), em partidas únicas fora de casa.

Já o Corinthians terá a estreia do técnico Dorival Júnior e busca se reabilitar da goleada sofrida por 4 a 0 para o Flamengo, no último domingo, pelo Brasileirão.

No último confronto entre as equipes, em fevereiro, no Campeonato Paulista, deu Timão: 1 a 0, fora de casa, com reservas.

Escalações prováveis

Novorizontino - técnico: Umberto Louzer

A única mudança que Umberto Louzer deve fazer na escalação é a entrada do atacante Pablo Dyego, que fez dois gols na vitória sobre o Athletico Paranaense. O camisa 7 entrou logo no começo do primeiro tempo no lugar de Robson, que sentiu uma lesão muscular. Fora essa troca, o Novorizontino deve ter o mesmo 11 inicial da partida anterior.

Provável escalação: Airton; Dantas, Rafael Donato e Patrick; Igor Formiga (Rodrigo Soares), Luís Oyama, Marlon e Patrick Brey; Waguininho, Matheus Frizzo e Pablo Dyego.

  • Desfalques: Robson, Vitinho e Renato Palm (lesionados); Airton Moisés e César Martins (em transição física).
  • Pendurados: ninguém.
  • Corinthians - técnico: Dorival Júnior

    Em sua estreia, o novo treinador do Timão não poderá contar com o zagueiro Gustavo Henrique e o atacante Memphis Depay, por questões físicas. Dorival deve retomar o esquema com quatro meio-campistas, que foi deixado de lado por Orlando Ribeiro nos três jogos em que ele comandou a equipe interinamente.

    Provável escalação: Hugo Souza; Matheuzinho, André Ramalho, Cacá e Fabrizio Angileri; José Martínez, Raniele, André Carrillo e Igor Coronado; Romero e Yuri Alberto.

    • Desfalques: Memphis Depay (pancada na perna e no pé direito), Gustavo Henrique (controle de carga) e Rodrigo Garro (tratamento de tendinopatia patelar no joelho direito);
    • Pendurados: ninguém.
    • Arbitragem

      • Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
      • Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e André Luiz Severo (GO)
      • Quarto árbitro: Lucas Canetto Bellote (SP)
      • VAR: Adriano de Assis Miranda (SP)

       

O Atlético-MG escapou ser derrotado no jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil. Contra um time de Série C, o Alvinegro mostrou fragilidades na defesa, ficou duas vezes atrás no placar e terminou no empate em 2 a 2 na terça-feira, fora de casa.

Cuca mexeu na escalação. Colocou Igor Rabello na vaga de Rômulo, e escolheu Fausto Vera como substituto de Alan Franco (lesionado).

As trocas não foram só em nomes, mas na formação da equipe. Lateral contra o Mirassol, Alonso atuou como um terceiro zagueiro quando estava defendendo. Com a bola, ficou mais avançado, como um volante. Já Rubens se posicionou pelo lado esquerdo.

O jogo trouxe um cenário diferente para o Atlético, mas não para quem acompanha o trabalho do Maringá nos últimos anos: uma marcação individual do adversário. O Dogão não tem o espaço como referência quando defende, mas, sim, o atleta adversário. Cada jogador tem o seu para marcar. Em um dos casos, Villar ficou na cola de Hulk o jogo inteiro.

Um jogo direto, físico e de muitas faltas. O desenho de jogo no Willie Davids seguiu esse roteiro, e o Maringá se mostrou melhor em boa parte do primeiro tempo.

Superior nos duelos individuais, o Dogão abriu o placar. Rubens errou na saída de bola - Rony não ganhou seu duelo, e Raphinha cruzou a bola na área. Rabello foi superado com facilidade, e Maranhão não perdoou.

Com a vantagem, o Maringá diminuiu o volume ofensivo e aumentou a intensidade na marcação, fazendo mais faltas. O Atlético tinha problemas para se adaptar ao que o jogo pedia. Cuello aparecia como a melhor escolha, mas ainda sendo pouco.

A bola parada ganhou peso. Uma parou na trave, e a segunda não deu para Rafael William. Em cobrança de falta de Scarpa, Rabello cabeceou para o chão e se redimiu da falha.

O cenário não mudou para o segundo tempo. Cuello era um dos poucos que se destacava. Foi assim que chegou a marcar, mas com o gol sendo anulado pela bola ter saído pela linha de fundo, segundo a arbitragem.

A fragilidade defensiva do Atlético também permaneceu. Erros técnicos, de posicionamento e pouca combatividade. Na bola parada, ninguém afastou da área, e Fausto Vera, contra, colocou o time da casa mais uma vez em vantagem.

Tudo ficou mais aberto após o gol. O Atlético teve Hulk com mais espaço e aumentando o volume ofensivo da equipe, enquanto o Dogão encaixava melhor o contra-ataque e trazia perigos ao goleiro Everson.

O gol de empate atleticano saiu por um caminho solitário. Cuello fez boa jogada e achou Hulk na área. O camisa sete finalizou forte e deixou tudo igual.

Cuca seguiu realizando trocas para deixar o time mais veloz e capaz de incomodar o adversário, mas era o Maringá quem tinha mais fôlego e capacidade para atacar. Incomodou uma, duas e só não saiu com a vitória por um erro do árbitro, ao não marcar uma penalidade.

Os problemas defensivos foram expostos mais uma vez. As lesões de Arana e Lyanco evidenciam os buracos na montagem do elenco. Quem está disponível, não tem dado conta do recado. Junto a isso, o time pode e deve render mais com as peças à disposição.

A vaga não está ameaçada, mas o futebol apresentado deixa um alerta para o que se pode transformar a temporada atleticana.

São Paulo cumpriu com a sua obrigação, mas venceu o Náutico, hoje na Série C do Campeonato Brasileiro, por um magro placar de 2 a 1 dentro do Morumbis, no jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil. A decisão da vaga nas oitavas será para o jogo dos Aflitos, no Recife, no dia 20 de maio.

Embora pobre, o placar não indica o que foi o jogo. O Tricolor teve mais volume, foi superior, desperdiçou várias chances e poderia ter matado o confronto ainda no jogo de ida. Foram 17 finalizações a nove; Onze escanteios a quatro. Nenhuma defesa de Rafael, e quatro de Muriel.

O jogo, porém, começou de outra maneira, com 1 a 0 para o Náutico. Depois de duas chances desperdiçadas por Luciano, o Timbu abriu o placar num chute muito bem executado por Caio Vitor, que tirou de Cédric Soares e mandou a bola quase no ângulo, sem chance de defesa para Rafael.

Apesar do golpe, a partida foi se desenhando de forma favorável ao São Paulo, que não se abalou. Num esquema ofensivo, o Tricolor teve força de chegada pela direita com Cédric e Lucas Ferreira, viu Marcos Antônio conduzir as ações centrais e teve Luciano, enfim, numa grande e decisiva noite.

pós viver jejum de 12 partidas, sem marcar nenhum gol desde 13 de fevereiro, o camisa 10 atuou mais solto e próximo de André Silva, pisou bastante na área e marcou duas vezes. Primeiro, recebeu enfiada de Lucas Ferreira, girou e bateu colocado. Na segunda etapa, completou cruzamento de Marcos Antônio. Uma virada tranquila e até natural pela superioridade do Tricolor ao seu rival.

Destaques em outros jogos, Matheus Alves e André Silva estiveram um pouco abaixo e não conseguiram ser decisivos também. Mesmo assim, acrescentaram qualidade ao time.

Sem Ferreirinha, poupado por desgaste, e ainda sem contar com Lucas Moura, Arboleda e Oscar (além de Luiz Gustavo, Pablo Maia e Calleri, que vão demorar mais a voltar), Zubeldía escalou uma equipe segura e dinâmica. O treinador rodou o elenco, e o time lutou por mais gols até o fim.

A vitória mantém o time num patamar de paz para a sequência do calendário, mas deixa a classificação aberta no jogo dos Aflitos. Até lá, serão três semanas. Tempo para a recuperação de alguns jogadores e uma maior maturação de um time que segue num processo de evolução.

O Fluminense venceu a Aparecidense por 1 a 0, gol de Keno, mas passou longe de convencer os torcedores, tanto os que estavam no estádio quanto os que viram pela televisão. Parte por falta de competência e um pouco por falta de sorte, não conseguiu ter um placar mais confortável e terá que resolver a vida no segundo jogo fora de casa.

Renato Gaúcho fez alterações no time titular em busca de uma postura mais agressiva. A ideia era tentar amassar um adversário que se sabia que jogaria fechado para segurar o empate. A parte de ter volume funcionou, mas faltou qualidade tanto nos passes quanto nas finalizações.

O Tricolor começou com Fuentes, Nonato e Keno nos lugares de Renê, Bernal e Canobbio, respectivamente. Um lateral mais agudo, um volante mais criativo e um atacante mais agressivo. É preciso também ponderar a saída de Cano antes dos 10 minutos de partida. É ele o grande responsável pela efetividade do time na frente.

O volume de jogo correspondeu ao esperado. O time entrou pressionando no campo de ataque, retendo a posse de bola e recuperando rápido nas (muitas) vezes que desperdiçava o controle. Mas foi apenas isso de bom que conseguiu apresentar, especialmente nos primeiros 45 minutos.

As 25 finalizações, sendo 10 na direção do gol, podem passar a impressão de que o Fluminense amassou a Aparecidense. Uma prova de que números frios não refletem a realidade do jogo.

Quem assistiu ao jogo viu um time que não tinha paciência nem dinâmica para abrir espaços na defesa da equipe goiana. A missão de enfrentar um time que se fecha atrás é complexa, mas a Aparecidense não apresentava um sistema defensivo muito encaixado também.

O Tricolor tinha a posse, rondava a área a todo tempo, porém foram poucas as vezes que conseguiu gerar boas condições de finalização. E, quando as teve, desperdiçou. Primeiro com Everaldo. O camisa 9 recebeu após lindo corta-luz de Ganso e bateu rasteiro para a defesa de Matheus Alves.

Dali até o intervalo, o Fluminense teve dificuldade de encontrar soluções. Apostou em alguns chutes de fora da área sem direção. A noite pouco inspirada de Arias, que errou 12 passes apenas no primeiro tempo, contribuiu para a pouca produção ofensiva.

O time trocava passes de forma lenta, o que facilitava para que a Aparecidense bloqueasse as chances de finalização. A volta para o intervalo mostrou uma postura diferente, mais agressiva, mas que aos poucos se misturou com ansiedade. Especialmente depois que começou a perder muitas chances.

As duas primeiras com Keno, em batida da entrada da área após passe de calcanhar de Samuel Xavier, e em finalização da marca do pênalti em cruzamento de Nonato. Ambas foram finalizações que poderiam ser melhores e, por isso, deram possibilidade de defesa a Matheus Alves.

Em seguida, foi Freytes que teve três oportunidades consecutivas: uma batida para fora, outra defendida e uma terceira parando na trave. Nesse meio-tempo, Renato apostou na entrada de Lima no lugar de Martinelli para dar mais criatividade ao meio-campo.

A tentativa de aumentar a pressão sobre a Aparecidense, jogando o time para o ataque, teve o efeito colateral de abrir o campo de defesa. Especialmente após as jogadas de bola parada improdutivas do Tricolor, a equipe da Série D teve o contra-ataque aberto para abrir o placar.

Foram pelo menos três ótimas chances de mano a mano com a defesa desperdiçadas. Quem mais buscou o jogo, finalizações e criou chances foi quem encontrou a solução. Keno abriu o placar e deu o alívio da vitória ao Fluminense.

Porém, como mostraram as vaias dos torcedores ao apito final, a atuação ainda não dá confiança de um time preparado para vencer. Os desafios maiores estão no horizonte, e o time precisa de evolução rápida se quiser sonhar com voos mais altos na temporada.

O Ahli venceu por 3 a 1 e aguarda Al Nassr ou Kawasaki Frontale na decisão. Em caso de título, o treinador alemão Matthias Jaissle segue no cargo, mas um revés fará com que as conversas se intensifiquem por Ancelotti. A busca do Al Hilal é mais emergencial e envolve também a Seleção.

Eliminado da competição continental e a seis pontos do Al Ittihad faltando cinco rodadas para o término da Liga Saudita, o clube vê Jorge Jesus em fim de ciclo e já pensa em troca para o Mundial de Clubes. O português, por sinal, passa a ser o favorito na corrida para assumir o Brasil até a Copa do Mundo e já é sabido que a multa rescisória é de 2 milhões de euros a partir de maio.

O Ahli venceu por 3 a 1 e aguarda Al Nassr ou Kawasaki Frontale na decisão. Em caso de título, o treinador alemão Matthias Jaissle segue no cargo, mas um revés fará com que as conversas se intensifiquem por Ancelotti. A busca do Al Hilal é mais emergencial e envolve também a Seleção.

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Cruzeiro fechou o exercício de 2024 com mais de R$ 183 milhões em compromissos de pagamentos por direitos econômicos adquiridos de atletas. A lista inclui 13 clubes e mais jogadores detentores de partes de seus direitos.

O valor de atletas de destaque no time profissional, como Matheus Pereira e Kaio Jorge, além de jogadores da base, como o jovem Akiles, pupilo do time do cantor Gusttavo Lima, constam no balanço.

No documento, os valores descritos são os compromissos de pagamento realizados na temporada. Não necessariamente todos eles foram quitados completamente em 2024.

Em 2024, o Cruzeiro tinha compromissos financeiros para a compra de direitos dos laterais Wesley Gasolina, Villalba e Marlon; dos zagueiros João Marcelo e Villalba; dos volantes Matheus Henrique, Fabrizio Peralta e Walace e do meia Matheus Pereira; também dos atacantes Arthur Gomes, Juan Dinenno, Lautaro Díaz, Kaio Jorge e Wesley.

Também foram realizadas aquisições de dois atletas da base, em termos de direitos econômicos: o lateral Kauã Silva (vindo do Azuriz-PR, por R$ 50 mil) e Akiles, vindo do Paranavaí-PR, por R$ 600 mil.

Os maiores compromissos de pagamento realizados foram nas aquisições dos jogadores que vieram do futebol italiano. O Cruzeiro declarou: Walace (R$ 42,924 milhões), Kaio Jorge (R$ 39,9 milhões) e Matheus Henrique (R$ 27,089 milhões).

Com Matheus Pereira, foram R$ 17,695 milhões para o Al Hilal, da Arábia Saudita. Compromissos de compra de atletas já negociados pelo Cruzeiro também foram incluídos. É o caso dos R$ 4,826 milhões ao Palmeiras por Wesley, hoje no Internacional, e também os R$ 9,973 milhões ao Sporting, por Arthur Gomes, agora no Dinamo Moscou, da Rússia.

A ampliação do vínculo com Marlon, com a aquisição dos direitos econômicos do lateral, custaram ao clube R$ 2,68 milhões. Este valor vai diretamente para o lateral, negociado com o Grêmio recentemente.

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