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O acerto de Fernando Diniz com o Vasco significa um reencontro esperado no futebol brasileiro: quatro anos depois de sua saída do São Paulo, o treinador voltará a trabalhar com Tchê Tchê, jogador com quem coleciona passagens marcantes, para o bem e para o mal.

No episódio mais conhecido, em 6 de janeiro de 2021, durante derrota do São Paulo para o Bragantino pelo Brasileirão, Diniz xingou Tchê Tchê aos gritos.

– Seu ingrato do c..., seu perninha do c..., seu mascaradinho. Vai se f.

Na ocasião, o volante havia reclamado com o treinador dizendo que os jogadores costumam retrucá-lo durante o jogo – e perguntou por que ele não poderia fazer o mesmo. Diniz, então, explodiu.

Naquele momento, o São Paulo liderava o Brasileirão de 2020, que só acabou em fevereiro de 2021. A partir daquele jogo, o Tricolor engatou uma sequência ruim e terminou na quarta colocação. Diniz foi demitido antes mesmo do fim do torneio. Em entrevista recente ao ge, o treinador garantiu que o episódio foi resolvido logo depois e não teve papel determinante na queda de produção da equipe.

— As pessoas às vezes associam alguma coisa com o incidente do Tchê Tchê, mas não foi isso. Foi uma coisa que no outro dia estava tudo ok. Como time, a gente já tinha resolvido essa questão. Eu acho que essa questão da mudança da direção naquele momento foi uma coisa que pesou, mas não foi só isso. É difícil explicar. O time perdeu confiança e depois não é que foi caindo, estava assim (para cima) e foi assim (para baixo). Eu não consigo explicar.

Quatro dias depois da partida em 2021, Diniz havia admitido publicamente o erro.

— Foi um erro que cometi, pedi desculpas para o Tchê Tchê pela exposição e para o time.

Cinco meses depois do episódio, Diniz e Tchê Tchê se reencontraram em campo, em lados opostos. O técnico estava no Santos. O meia, por sua vez, havia ido para o Atlético-MG. Em um jogo pelo Brasileirão, o treinador tomou a iniciativa de chamar o atleta no gramado logo após o apito final. O técnico abraçou o volante, que inicialmente relutou, mas depois aceitou o gesto de carinho. No fim, a conversa terminou de maneira bem amistosa.

– Minha relação com ele é bonita mesmo, autêntica. E em relações há deslizes. A minha relação é muito mais que aquele deslize. É ela que fica. Hoje foi espontâneo e posso falar isso. Minha relação é imensamente maior do que aquilo que quiseram recortar e vender. Uma parte muito pequena do real – afirmou Diniz, em coletiva após o jogo.

Dois meses depois do reencontro público, no entanto, Tchê Tchê falou pela primeira vez sobre o ocorrido. O meia disse, em entrevista ao canal "Podpah" que ficou com uma "raiva incontrolável" depois de ser xingado por Diniz e classificou o episódio como "desnecessário".

— Primeira e última vez que vou tocar nesse assunto. Eu fui criado de uma maneira de sempre respeitar as pessoas, nunca xinguei ninguém. Tanto que no episódio eu poderia ter virado e xingado, mas não. Simplesmente mantive a minha postura, que é a que eu tenho no dia a dia. (...) Mas isso fez mal não foi só para mim. Você chegar em casa, todo mundo mal, seu pai te ligar chorando. É totalmente na contramão dos princípios que eu fui criado. Não sou mala, não sou perna, não sou arrogante. Ele (Diniz) foi mal naquilo, ele foi mal.

— Não foi um negócio saudável pra mim. Eu fiquei com muita raiva. Uma raiva incontrolável. E daí que eu falo que Deus é muito bom, porque no final das contas eu agi da maneira certa e as coisas continuaram dando certo para mim. Eu não precisava virar para o cara e xingar. Eu não fui criado assim. Do mesmo jeito que eu não sou um 'mala', eu não sou um cara desrespeitoso. O cara (Diniz) me conhecia, tinha uma ligação forte, então acho que foi uma coisa desnecessária - desabafou.

Tchê Tchê ainda revelou que esperou um posicionamento de alguém do São Paulo. Ele afirmou que não se posicionou oficialmente na época para não ficar marcado pelo caso, como alguém que brigou com o treinador e atrapalhou o clube na conquista do título do Brasileirão.

— Eu falei, 'não vou me posicionar'. Esperei que alguém falasse por mim. Eu não me sentia à vontade. Ninguém me protegeu no clube, ninguém tomou a frente no 'bagulho'. Simplesmente, "ah, aconteceu, é o pai dele", tá ligado? Eu não tenho pai nenhum no futebol. Eu fiz o bagulho acontecer desde o início. Ninguém fez favor para mim.

Nem só da briga pública viveu a relação entre Diniz e Tchê Tchê. Em 2016, o treinador comandou o Audax-SP e levou a equipe para a decisão do Campeonato Paulista, na qual foi derrotada pelo Corinthians. O volante era um dos destaques do time. Depois do vice, o atleta foi contratado pelo Palmeiras e teve uma carreira de sucesso no Brasil, sendo quatro vezes campeão brasileiro e conquistando a Libertadores e a Copa do Brasil uma vez cada.

Em 2017, em entrevista à TV Gazeta, Diniz contou que recebeu uma declaração do jogador ao entregar a Tchê Tchê um prêmio de melhor volante do Brasileirão, competição que o meio-campista conquistou com a camisa do Palmeiras.

— Eu vim de última hora para o Troféu Mesa Redonda e foi algo muito legal. Na hora em que eu entreguei o prêmio para o Tchê Tchê, ele virou para mim e falou: "Pô, eu te amo, cara". Nossa, cara, é algo que arrepia — contou o treinador.

Depois do Audax, Diniz e Tchê Tchê só trabalharam juntos no São Paulo. Quatro anos depois, o reencontro é no Rio de Janeiro.

O técnico mais estiloso da Libertadores voltou a chamar atenção. Segundo Castillo, comandante do Barcelona de Guayaquil, viralizou ao usar uma roupa com estampa de onça na partida contra o River Plate, na última quinta-feira.

Castillo, que começou a chamar atenção pelo visual nos jogos contra o Corinthians, ainda na pré-Libertadores, ficou famoso pelo estilo elegante usado para guiar a equipe do banco de reservas.

Apesar do visual do técnico, o Barcelona não resistiu e perdeu para o River Plate por 3 a 2 em casa. O time equatoriano está em terceiro lugar no Grupo B, com quatro pontos, e ainda tem chance de se classificar para as oitavas de final.

O início da passagem de Endrick no Real Madrid traduz uma montanha-russa de emoções. Com dificuldade para afirmar um espaço na rotação do time titular, o brasileiro viveu entre momentos de protagonismo e "sumiço" no elenco. A realidade, no entanto, pode mudar na próxima temporada para o jovem, com uma possível chegada de Xabi Alonso no comando técnico.

Atualmente no Bayer Leverkusen, Xabi Alonso seria o substituto, e segundo o portal espanhol "Defensa Central", ele já teria planos para Endrick no time. O ex-jogador apostaria no talento e no potencial do brasileiro, que não recebeu muitas oportunidades em sua primeira temporada pelos Merengues. Além disso, o veículo destaca que o Real Madrid não cogita vender ou emprestar o camisa 16.

No período, Endrick tem 34 exibições com a camisa Branca; sete gols e uma assistência. A joia ganhou prestígio na Copa do Rei, sendo o artilheiro e talismã da equipe no torneio, com seis tentos.

Futuro do comando técnico no Real Madrid

Carlo Ancelotti, alvo da Seleção Brasileira, parece já ter uma data estipulada para o fim de seu trabalho no Real Madrid. O italiano deixará o comando do clube logo após a disputa do clássico com o Barcelona, no domingo (11), segundo o jornal "Marca". Nas coletivas de imprensa, o italiano evita abordar o assunto.

Xabi Alonso, por sua vez, possui um "acordo de cavalheiros" para deixar o Bayer Leverkusen. A decisão foi tomada com intuito de não dificultar a liberação do treinador para um dos times que ele já atuou em sua época de jogador.

As escalas de arbitragem para os jogos do CSA, no próximo domingo (11), pela Série C, e do CRB, na segunda-feira (12), pela Série B, já foram definidas pela CBF, nesta quinta-feira (8).

O Azulão enfrenta o Maringá, a partir das 19 horas do domingo (11), pela 5ª rodada da Terceirona nacional, no Estádio Rei Pelé, em Maceió-AL, com o trio de arbitragem baiano.

O árbitro central será Emerson Souza Silva (BA), tendo como assistentes Paulo de Tarso Bregalda Gussen e Patricia dos Reis do Nascimento. Já o quarto árbitro será José Jaini Oliveira Bispo (AL).

 

 

 

 

E para a partida do CRB, na segunda (12), a partir das 21 horas, contra o Amazonas, pela 7ª rodada da Segundona, o trio de árbitros será de Minas Gerais. O duelo será na Arena da Amazônia, em Manaus-AM.

O árbitro central será André Luiz Skettino Policarpo Bento, que terá como assistentes Ricardo Junio de Souza e Leonardo Henrique Pereira. E o quarto árbitro é do Amazonas: Ivan da Silva Guimarães Júnior.

Na cabine do VAR estará Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP), que terá como assistente (AVAR) Amanda Matias Masseira (SP).

Fernando Diniz é o novo técnico do Vasco. Após 11 dias de negociação desde a demissão de Fábio Carille, as partes acertaram nesta quinta-feira os últimos detalhes que restavam e fecharam o contrato, que será válido até dezembro de 2026.

A diretoria do Vasco diminuiu a diferença entre o que salário oferecido inicialmente e o valor pedido pelo treinador. Faltava acertar também questões como o valor da multa rescisória. Nesta quinta, dia seguinte à goleada sofrida para o Puerto Cabello por 4 a 1, os dirigentes concluíram a negociação.

Pedrinho e seus diretores mostravam otimismo no acerto desde o início. Do outro lado da mesa, Diniz também se mostrou desde o início inclinado a voltar ao Vasco, pelo qual passou em 2021. O treinador aceitou reduzir seu patamar salarial, mas, por uma questão de posicionamento no mercado, avisou que essa redução teria um limite.

As negociações avançaram nas últimas 48 horas e tiveram um final feliz nesta quinta-feira. O ge apurou que a assinatura do contrato deve ocorrer nas próximas horas. O Vasco tem urgência para anunciar o novo técnico do clube.

Desde a demissão de Carille, no dia 27 de abril, depois da derrota para o Cruzeiro, o Vasco disputou três partidas, todas sob o comando interino de Felipe, que também é diretor do clube: a equipe empatou com o Operário e perdeu para Palmeiras e Puerto Cabello.

Fernando Diniz estava livre no mercado desde o dia 27 de janeiro, quando foi demitido pelo Cruzeiro depois de quatro meses no cargo. Em seu trabalho anterior, no Fluminense, conquistou a Libertadores de 2023, a Recopa Sul-Americana de 2024 e o Carioca de 2023.

O Santos emitiu um comunicado oficial, na tarde desta quarta-feira (07), confirmando que vai mandar a partida contra o Ceará, pelo Brasileirão, no Allianz Parque, estádio do rival Palmeiras.

Em nota, o Peixe comunicou que a mudança tem como objetivo programar atender aos associados e torcedores da capital de São Paulo. Santos e Ceará se enfrentam na próxima segunda-feira (12), às 20h (de Brasília), pela 8ª rodada do Brasileirão.

Veja o comunicado:

"Baseado no projeto da diretoria de definir jogos na Capital, está oficialmente confirmado: o Santos FC jogará contra o Ceará, pelo Campeonato Brasileiro, na próxima segunda-feira, a partir das 20 horas, no Allianz Parque. Será a primeira vez que o time santista atuará no estádio como mandante.

A mudança tem como objetivo programar jogos e atender aos associados e torcedores da Capital e Região.

A expectativa é de um grande público, a exemplo do que ocorreu quando o Santos FC atuou por duas vezes na Capital, em jogos do Campeonato Paulista, do ano passado."

A cidade de São Paulo foi eleita como cidade-cede da Copa do Mundo Feminina do Brasil, que acontece em 2027. A confirmação foi dada nesta quarta-feira (7), pela FIFA, organizadora da competição. Na capital paulista, os jogos acontecerão na Arena Itaquera, assim como ocorreu na Copa do Mundo de 2014. “São Paulo está preparada e de braços abertos para receber jogos da Copa do Mundo Feminina 2027. Além das jogadoras e equipes, todos os que vão prestigiar as partidas terão à disposição uma grande estrutura hoteleira, de transporte e entretenimento para aproveitar a estadia na nossa cidade, que conta com o programa Smart Sampa, o mais moderno sistema de segurança por câmeras com reconhecimento facial do país. Estamos juntos nessa torcida!”, disse o prefeito Ricardo Nunes. Segundo ele a cidade está preparada para competição.

Nunes também relembrou que o Estado de São Paulo é o maio polo de futebol feminino no Brasil e da América Latina, e que os clubes paulistas conquistaram 11 das 12 edições do Brasileirão Feminino e 13 das 16 edições da Libertadores Feminina. Para homenagear as atletas da Seleção Brasileira, a Prefeitura de São Paulo ilumina monumentos da cidade em verde e amarelo até sexta-feira (9).

Os locais escolhidos são:

Para o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, a escolha celebra a vocação histórica do Estado de São Paulo, maior polo do futebol feminino no Brasil e da América Latina: os clubes paulistas conquistaram 11 das 12 edições do Brasileirão Feminino e 13 das 16 edições da Libertadores Feminina. Além disso, o Paulistão Feminino Sicredi é a mais antiga e tradicional competição feminina do país. “São Paulo está preparada e de braços abertos para receber jogos da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™. Além das jogadoras e equipes, todos os que vão prestigiar as partidas terão à disposição uma grande estrutura hoteleira, de transporte e entretenimento para aproveitar a estadia na nossa cidade, que conta com o programa Smart Sampa, o mais moderno sistema de segurança por câmeras com reconhecimento facial do país. Estamos juntos nessa torcida!”, exalta Nunes.

A Federação Paulista de Futebol, por meio do seu presidente, Reinaldo Carneiro Bastos, teve um papel fundamental para o estreitamento de relações entre a Prefeitura de São Paulo e a FIFA, além de fornecer auxílio e apoio para a organização do campeonato. “Receber a Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™ é uma conquista histórica para a cidade de São Paulo e para o futebol paulista. Nosso Estado é referência nacional e sul-americana na formação de talentos, no investimento em competições e no fortalecimento do futebol feminino em todas as suas categorias. Estamos orgulhosos de liderar o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil e na América do Sul”, disse o presidente Reinaldo Carneiro Bastos.

Cruzeiro confirmou o vexame no cenário internacional ao ser eliminado, ainda na quarta rodada do Grupo E, da Conmebol Sul-Americana. O empate com o Mushuc Runa por 1 a 1, no Equador, somente ratificou o pífio desempenho no torneio da Conmebol.

Em um grupo com equipes de nenhuma ou pouca tradição no cenário internacional, o Cruzeiro conquistou apenas um ponto em quatro jogos e não tem mais chances de ultrapassar o Mushuc e o Palestino, do Chile. Uma campanha que nem os piores haters do clube talvez previssem.

Com um time bastante modificado, o Cruzeiro fez uma partida de pouco brilho no Equador. No primeiro tempo, pouco produziu. No segundo, ao levar o gol em erro de domínio do jovem Kauã Prates, melhorou e chegou ao empate com Lautaro Díaz.

O desempenho foi pouco pelo que o elenco pode mostrar, mas foi reflexo de toda a campanha. A eliminação veio mesmo nas três derrotas iniciais.

O jogo em Riobamba serviu para dar rodagem a jovens jogadores novamente. Além de Kauã – no primeiro jogo como titular no Cruzeiro – Murilo Rikhman e Kaique Kenji atuaram. O atacante, inclusive, entrou bem na segunda etapa.

A eliminação é uma mancha na história vitoriosa do Cruzeiro em competições da Conmebol. A Raposa já havia sido eliminada antes em fases de grupo, mas nunca de tal forma. O desempenho serve de lição a não ser repetida para um elenco de grande investimento, mas que entregou pouco no torneio.

O alento para o torcedor é o momento do trabalho de Leonardo Jardim, que chegou ao quarto jogo sem derrota e começou bem o Campeonato Brasileiro. O treinador, ao que tudo indica, encontrou uma forma equilibrada de o Cruzeiro atuar e começou a colher bons resultados na Série A.

Além disso, o Cruzeiro abriu boa vantagem na Copa do Brasil, com a vitória sobre o Vila Nova, em casa. Nos dois torneios, caberá ao treinador e ao elenco conseguirem manter o desempenho para que o peso de uma temporada, até agora muito ruim, não fique ainda maior.

O perfil oficial da Neo Química Arena nas redes sociais aproveitou o fato de o estádio do Corinthians ter sido escolhido como uma das sedes da Copa do Mundo Feminina de 2027 para tirar um sarro com o rival Palmeiras.

Em tom bem-humorado, o perfil postou fotos do telão do estádio corintiano com mensagens provocativas.

– Se é competição de nível mundial, a Arena entende! Que venha 2027!

Nesta quarta-feira, a FIFA anunciou as cidades-sede da Copa do Mundo e os estádios que serão utilizados pelas seleções dos cinco continentes. Em São Paulo, repetindo a Copa do Mundo Masculina de 2014, o local escolhido foi a casa do Corinthians.

Além do mundial, o estádio já foi sede de partidas das Eliminatórias, Copa América e Jogos Olímpicos. No ano passado, a casa corintiana foi palco do confronto entre Green Bay Packers e Philadelphia Eagles, que marcou o primeiro evento da NFL em solo sul-americano.

Após a classificação do Paris Saint-Germain sobre o Arsenal, na semifinal da Champions League, Donnarumma comentou a evolução da equipe desde a saída de Kylian Mbappé. Para o goleiro italiano, a equipe teve uma mudança de mentalidade a partir do início da atual temporada, quando o francês foi para o Real Madrid.

— A nossa mentalidade mudou, agora somos uma equipe melhor. Sentimos a falta do Kylian Mbappé, ele é um dos melhores jogadores do mundo e um grande amigo, mas o grupo no PSG ficou muito unido. Nos sentimos muito bem juntos. Vencemos a Eurocopa com a Itália desta forma, e isso é importante para todas as equipes — disse o goleiro do PSG.

Depois de vencer o jogo de ida por 1 a 0, o PSG também triunfou em Londres, por 2 a 1. Donnarumma foi crucial para a classificação. No primeiro tempo, durante o momento de pressão do Arsenal, o italiano fez grandes defesas, como num chute à queima-roupa de Odegaard. No segundo, apesar da superioridade do PSG, ele também operou milagre em batida de Saka.

Kylian Mbappé foi figura central de um projeto estrelado do Paris Saint-Germain, que também contou com outros grandes nomes do futebol mundial, como Neymar, Messi, Ibrahimovic, David Beckham, entre outros. Em junho de 2024 o francês deixou o clube em fim de contrato e foi reforçar o Real Madrid.

 

Jogadores do Flamengo sofreram uma tentativa de assalto na Linha Amarela, após o desembarque dos atletas no Aeroporto do Galeão, no final da madrugada desta quinta-feira (8), informou o clube em uma nota.

Segundo o clube, o carro onde estava o goleiro Rossi foi alvo de quatro tiros na altura de Bonsucesso, Zona Norte do Rio.

Ainda de acordo com o clube, apesar do susto, ninguém se feriu, e o roubo não foi concretizado.

"Ao desembarcarem no Rio de Janeiro, por volta de 5h30 da manhã, retornando para suas casas após partida na Argentina válida pela Conmebol Libertadores, alguns automóveis de jogadores do Flamengo sofreram tentativa de assalto na Linha Amarela, na altura de Bonsucesso", diz o comunicado.

"O carro onde estava o goleiro Rossi, que é blindado, chegou a ser alvejado com quatro tiros. Apesar da grave ocorrência, a tentativa não se concretizou e nenhum dos atletas ou integrantes dos veículos se feriu", diz outro trecho da nota.

O Flamengo jogou na Argentina, na noite desta quarta-feira (7), e empatou por 1 a 1 com o Central Córdoba, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores.

Um outro motorista que passava pela via disse que também foi alvo dos criminosos.

"Umas 5 e meia da manhã. Tava vindo aqui, de repente pararam dois carros, abriram as portas, aí saíram os caras de fuzil e pistola. Mandou sair do carro: 'sai, sai, sai'. Levaram meus pertences todos, levaram o carro, mandaram eu encostar a cara no chão. Fiquei lá no chão. Levaram tudo meu: relógio, cordão, aliança", contou.

A Polícia Militar informou que os agentes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) realizaram buscas pela região e conduziram algumas vítimas para a 21ª DP (Bonsucesso).

Em nota, a Lamsa, concessionária que administra a via, disse que uma equipe foi acionada para a ocorrência, na Linha Amarela, na altura da saída 7 (Bonsucesso), no sentido Barra. No entanto, ao chegar ao trecho, o motorista não estava mais no local.

Nesta tarde, os jogadores devem voltar a treinar no Ninho do Urubu, em Vargem Grande, em preparação para o jogo contra o Bahia, no sábado (10), pelo Brasileirão.

Nota do Flamengo

"Ao desembarcarem no Rio de Janeiro, por volta de 5h30 da manhã, retornando para suas casas após partida na Argentina válida pela CONMEBOL Libertadores, dois carros de jogadores do Flamengo sofreram tentativa de assalto na Linha Amarela, na altura de Bonsucesso. O carro onde estava o goleiro Rossi, que é blindado, chegou a ser alvejado com quatro tiros.

Apesar da grave ocorrência, a tentativa não se concretizou e nenhum dos atletas ou integrantes dos veículos se feriu. Todos os jogadores envolvidos já se encontram em suas residências. Mais informações sobre o ocorrido serão atualizadas ao longo do dia."

O Vasco escreveu na noite desta quarta-feira uma das páginas mais vexatórias de sua história e provou que o pior jogo desta versão 2025 sempre pode ser o próximo. Dominado do início ao fim pelo modesto Puerto Cabello, quinto colocado na primeira fase do Campeonato Venezuelano, o time vive um momento dramático na temporada, simbolizado no resultado de 4 a 1 que expõe erros e diferentes culpados.

Ao se distribuir a culpa de um fracasso histórico, a responsabilidade precisa começar na presidência. Principal responsável pela montagem de um elenco repleto de carências depois de duas janelas malsucedidas, Pedrinho optou ainda por arrastar as negociações com Fernando Diniz.

Em entrevista no último sábado, o presidente afirmou que entrou em contato com o treinador "assim que fez o desligamento" de Fábio Carille. Onze dias depois da demissão, ainda não houve acerto com Diniz. Nesse período, o Vasco empatou com o Operário em atuação muito ruim, perdeu para o Palmeiras e foi goleado pelo Puerto Cabello.

Depois da derrota na Venezuela, Vegetti, indignado, disse que espera que o resultado sirva "para começarmos a crescer". Que, ao menos, faça a diretoria entender a urgência necessária para contratar um novo treinador.

Sob o comando interino do diretor-técnico Felipe, o Vasco teve certamente sua pior atuação em uma temporada que conta com diversas apresentações ruins. No jogo em São Januário, por exemplo, o Puerto Cabello ofereceu muito mais resistência ao perder por 1 a 0 do que a equipe vascaína ofereceu na cidade venezuelana de Valencia.

Na única vez em que levou perigo à meta adversária, o Vasco fez seu gol na jogada mais manjada da equipe: o cruzamento de Lucas Piton para a área. João Victor aproveitou e marcou. Pelo chão, a equipe, inofensiva e apática, passou 98 minutos, contando acréscimos, sem ameaçar uma vez sequer o time mais fraco do Grupo G da Sul-Americana.

Nos últimos anos, quando as equipes brasileiras fracassam de forma retumbante em competições sul-americanas, muitas vezes é possível atribuir o resultado a um fator incomum, seja a altitude, uma expulsão ou uma grande quantidade de desfalques. Não foi o que houve com o Vasco.

O time passou vergonha com apenas um desfalque no time titular (um zagueiro), com 11 em campo do início ao fim e em um estádio sem altitude e sem pressão de torcedores. Coutinho e Vegetti, inclusive, entraram em campo descansados, já que haviam sido poupados três dias antes, contra o Palmeiras.

A convicção de que "a postura nos jogos é inegociável", defendida por Pedrinho em mais de uma ocasião desde que assumiu a presidência, perdeu-se em algum momento no voo para a Venezuela. Quem deixou isso muito claro foi Felipe.

Em coletiva na qual atribuiu a responsabilidade pelo mau resultado exclusivamente aos jogadores, o técnico interino disse 13 vezes a expressão "erros individuais" e 12 vezes a palavra "atitude". Felipe, aliás, entra na lista dos culpados. O time que o treinador levou a campo foi superado desde o apito inicial. No intervalo, o interino não mexeu e viu a equipe sofrer três gols nos primeiros 20 minutos.

Não que os jogadores sejam isentos de culpa. É difícil explicar a postura dos 16 atletas que entraram em campo com a camisa do Vasco no estádio Misael Delgado. Como virou rotina na temporada, erros individuais simples decidiram a partida para o adversário.

Hugo Moura voltou a cometer erro que deu origem a um gol sofrido pela equipe. Mateus Carvalho, Paulo Henrique, Lucas Piton, Luiz Gustavo, Léo Jardim, Coutinho... A lista das atuações tenebrosas na Venezuela é grande, como reconheceu Vegetti depois da partida: "A culpa é nossa".

Rayan foi o menos pior entre os titulares. Dos que começaram no banco, Nuno Moreira entrou no segundo tempo, contribuiu para uma ligeira melhora e tentou mais finalizações (três) do que qualquer outro vascaíno.

Com a Sul-Americana tratada internamente como prioridade, o Vasco agora se distancia da possibilidade de avançar em primeiro na chave e, dessa forma, evitar o playoff contra um time vindo da Libertadores. Da Venezuela, o time vai direto para Salvador, onde enfrenta o Vitória no sábado, pelo Brasileirão. São sete jogos seguidos sem vencer.

Como foi o jogo

O Vasco teve uma atuação patética no primeiro tempo em Valencia, na Venezuela. Sem Nuno Moreira, responsável por lampejos técnicos nos jogos mais recentes, Felipe povoou o meio de campo e apostou na posse de bola e troca de passes. Mas nada disso ocorreu. O Vasco foi um time com muita dificuldade de controlar o jogo, erros bobos e dominado.

Como não tinha pontas, Vegetti era obrigado a sair da área para receber a bola e, como de costume nessas circunstâncias, contribuiu muito pouco, sem conseguir dar sequência às jogadas. Ele é o atacante de último toque - o penúltimo ou antepenúltimo não é com ele, já que normalmente a bola para no pé de um adversário. A primeira finalização do Vasco saiu só aos 20 minutos, justamente com o centroavante: uma cabeçada que o goleiro Luis Romero defendeu sem sustos.

A dupla Hugo Moura e Mateus Cocão não se entendeu no primeiro tempo e protagonizou o lance deprimente que abriu o placar da partida: Cocão errou passe de dois metros na frente da área, e Hugo cometeu o pênalti derrubando Meza. A sorte do Vasco é que ao menos uma bola levantada na área encontrou João Victor, que cabeceou para fazer seu segundo gol na carreira e empatar a partida. O time comandado por Felipe foi para o intervalo no lucro.

O segundo tempo reservou um show de horrores ainda maior. A equipe venezuelana se deu conta que forçar o Vasco a errar era o caminho mais curto para vitória, apostou na estratégia e decidiu a partida em apenas 19 minutos.

O Vasco conseguiu a proeza de sofrer gol de cabeça de um jogador de 1,59m de altura num lance em que Lucas Piton não conseguiu dar conta do baixinho Padrón na dividida e Léo Jardim hesitou na saída de bola. Em seguida, mais dois vacilos (com João Victor, Paulo Henrique e Hugo Moura envolvidos) na saída resultaram no terceiro e no quarto gols do Puerto Cabello.

 

 

Na coluna de ontem do “Memória da Pan”, apresentei uma entrevista com o lateral Cafu, campeão do mundo em 1994 e 2002, os dois últimos anos em que a seleção brasileira conquistou a Copa. Os torcedores e a imprensa costumam se questionar sobre as características e as diferenças entre ambas. Os cronistas consideram a do penta mais fiel às tradições do futebol brasileiro, com foco no ataque e na criatividade.

A equipe que conquistou o tetra, nos Estados Unidos, era taxada de defensiva, pouco ousada, principalmente por ter apenas dois atacantes, Bebeto e Romário. A dupla foi responsável por oito dos onze gols marcados pelo time nacional. Já a de 2002, contava com RonaldoRonaldinho Gaúcho e Rivaldo lá na frente. A seleção do penta detém o maior saldo de gols entre as cinco campeãs: catorze. Ainda no recorte dos cinco títulos, Ronaldo é o que mais gols fez em apenas uma edição: oito. Veja o comparativo abaixo:

Tabela gerada com auxílio de IA

Os períodos de preparação brasileira para as Copas de 1994 e 2002 tiveram algumas semelhanças, pois foram turbulentos e cercados de desconfiança. Para o mundial dos Estados Unidos, pesavam os 24 anos sem títulos da seleção. Poucas vezes a equipe nacional foi tão atacada pela imprensa, principalmente depois da derrota para a Bolívia, em La Paz, a primeira da equipe nacional na história das eliminatórias, em 1993. A Gazeta Esportiva estampou na capa: “No fundo do poço”. Romário chegou como “salvador da pátria” e com dois gols sobre o Uruguai, no Maracanã, classificou o Brasil para o Mundial. Das cinco conquistas nacionais em Copas, a dupla Parreira e Zagallo foi a que teve mais tempo para trabalhar, ao ser escolhida pela CBF em setembro de 1991.

Já a preparação para 2002 teve outras características. Ao contrário da classificação para 1994, quando as eliminatórias duravam apenas dois meses, o que facilitava as convocações dos jogadores que tinham um pouco mais de tempo para os treinamentos, o formato de pontos corridos para 2002 ampliou a “agonia” da torcida. De março de 2000 a novembro de 2001, foram momentos de extrema turbulência, como a excessiva troca de técnicos, desde Luxemburgo, passando por Leão até a chegada de Scolari. A derrota na Copa América de 2001 para Honduras ampliou a desconfiança. Diferentemente do período 1990-1994, o momento político entre 1998 e 2002 era mais exacerbado, com a instalação das CPIs no Congresso Nacional para investigar as falcatruas do futebol brasileiro. Foi um momento também de muitos questionamentos sobre o calendário nacional e a ação da cartolagem.

Fluminense apresentou nesta quarta-feira (7) o seu novo uniforme número dois que será utilizado nesta temporada. Predominantemente branco, a nova peça conta com bordados verde e grená e vai ser a novidade da equipe nos jogos do Mundial de Clubes da Fifa, que será disputado entre os meses de junho e julho deste ano. A estreia do novo modelo já tem data e adversário definido para estrear. O time das Laranjeiras vai exibir o novo “fardamento” neste domingo, diante do Atlético-MG, em Belo Horizonte, em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro. Com uma estética mais refinada, a nova camisa traz uma gola “V” e ainda detalhes minimalistas nas laterais da camisa tingidas em verde de um lado e grená do outro.

“No uniforme dois deste ano decidimos trazer um modelo com estética minimalista, mas sem deixar de exibir detalhes clássicos e mais refinados, unindo tradição à modernidade. O resultado final da produção foi uma linda camisa que certamente será muito usada pelos torcedores não só nos estádios, mas em diversos momentos diferentes”, afirmou Eduardo Dal Pogetto, diretor da empresa de material esportivo Umbro. Em meio à novidade do lançamento do seu novo modelo de uniforme, o time carioca vem atuando em duas frentes para cumprir o calendário apertado desta semana. Nesta quinta, a equipe do técnico Renato Gaúcho enfrenta o GVS San José, pela Copa Sul-Americana, em La Paz.

No torneio, a agremiação contabiliza sete pontos no Grupo D e garante a liderança isolada em caso de vitória fora de casa. No Nacional, a equipe aparece no quinto posto, com 13 pontos, e vem de triunfo sobre o Sport no Maracanã.

O torcedor do Santos já tem um prazo para ver Neymar de volta aos gramados. Afinal, o Peixe espera concluir a recuperação total de seu craque em até três semanas. O prazo é considerado “seguro” para o astro ter uma boa cicatrização de sua lesão na coxa esquerda. O jogador, aliás, passou por exames nesta terça-feira (6), que mostraram uma boa evolução de sua contusão.

Assim, a expectativa é que Neymar volte a atuar nos primeiros dias de junho. O Santos encara Botafogo, dia 1º, e contra o Fortaleza, dia 12, pelo Campeonato Brasileiro. Depois, a competição será paralisada para a disputa do Super Mundial de Clubes. O período sem jogos será crucial para o Peixe negociar um novo contrato com o craque, que tem vínculo com o clube até o dia 30 de junho.

O camisa 10 tem feito intensos trabalhos de fisioterapia e está sendo visto como bastante focado em sua recuperação. Ele realiza atividades sob a supervisão do coordenador do Cepraf, Luiz Alberto Rosan.

Neymar se lesionou no mês passado. Foi o segundo problema do jogador desde que retornou ao Alvinegro, no início do ano. Embora o problema seja na mesma coxa esquerda, os músculos são diferentes. A recuperação vem sendo considerada como ótima e com cicatrização adequada.

Aliás, em campo, Neymar disputou apenas duas partidas no Brasileirão e não completou os 90 minutos em nenhuma delas. Há quase um mês, sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda e ficou fora da maioria dos jogos do Santos no Brasileirão e na Copa do Brasil.

 

Simone Inzaghi viveu uma noite mágica na terça-feira, ao vencer o Barcelona e se tornar um dos poucos técnicos a colecionar pelo menos duas finais de Champions League. A primeira vez que o treinador italiano tinha alcançado esta fase foi na temporada 2022/23, quando a Inter de Milão foi derrotada pelo Manchester City. Na época, Pep Guardiola acertou ao profetizar que Inzaghi teria outra chance de disputar a taça.

— Quero dizer ao Inzaghi que o que ele está sentindo agora, nós sentimos há dois anos. Ele deve saber que está treinando o segundo time mais forte da Europa e, portanto, um grande time. Ele estará de volta à final. O esporte é assim: às vezes você ganha, às vezes você perde... — disse Guardiola.

Aquela final foi no Estádio Olímpico Atatürk, em Istambul. Rodri, que foi eleito o melhor em campo, fez o único gol do jogo para consagrar a vitória. O City garantiu a tríplice coroa daquela temporada (junto com a Premier League e a Copa da Inglaterra), e Guardiola conquistou a primeira Champions fora do Barcelona.

Guardiola sabia bem a dor de chegar tão perto e não conseguir ficar com o troféu. Dois anos antes da final com a Inter de Milão, o Manchester City perdeu para o Chelsea de Thomas Tuchel na decisão da temporada 20/21.

Na atual edição, Inter de Milão e Barcelona protagonizaram dois duelos eletrizantes nas semifinais. As equipes terminaram empatadas em 3 a 3 no jogo de ida e decidiram quem ficaria com a vaga na prorrogação da volta, no San Siro. O elenco de Inzaghi abriu 2 a 0, o Barça virou, e Acerbi e Frattesi garantiram a classificação no tempo extra.

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