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Em mais um confronto pela Série C do Brasileiro, o CSA enfrenta o Tombense, neste sábado (17), a partir das 17 horas, no Estádio Antônio Guimarães de Almeida, em Tombos-MG. A partida é válida pela 6ª rodada da competição, onde o time azulino vai tentar mais uma vitória para seguir no G8.

Na última rodada o CSA venceu o Maringá, por 3 a 2, de virada, no Rei Pelé. E o Tombense empatou com o Londrina, por 1 a 1, fora de casa. No momento, o CSA está na 6ª posição na tabela, com 8 pontos; enquanto o time de Tombos ocupa a 7ª colocação, também com 8 pontos e com todos os critérios de desempate iguais aos do Azulão.

Até agora o Tombense venceu 40% dos cinco jogos disputados na Série C. Quando joga em casa, a taxa de vitória é de 100% (partidas como mandante). E o CSA, até aqui, saiu vitorioso em 40% dos cinco jogos realizados. Mas quando atua jogando fora de casa (em 2 ocasiões), a taxa de vitórias é de 0%.

Sobre os confrontos entre ambos, nos últimos anos, Tombense e CSA se enfrentaram em três oportunidades. A equipe mineira venceu um jogo e o Azulão saiu vencedor em dois confrontos.

Tombense

O técnico Raul Cabral deve mandar a campo a mesma escalação do time que empatou com o Londrina. O treinador quer manter a formação com o objetivo de emabalar a equipe nesta Série C.

Uma provável escalação do Carcará é: Matheus; Léo Pereira, Ianson, Roger Carvalho e Tarcísio; Fabrício Dias, Mila, Pedro Oliveira e Ingro; Anderson Ligeiro e Rafael Silva.

CSA

Para este jogo, o técnico Higo Magalhães não poderá contar com o meia Brayann, que se recupera de uma lesão no tornozelo esquerdo. Sem Brayann, o treinador pode optar por Vander ou Gabriel Vieira. Já na lateral direita, Felipe Albuquerque deve atuar, pois volta de suspensão.

O CSA deve ir a campo com Gabriel Felix; Felipe Albuquerque, Betão, Islan e Enzo; Camacho, Gustavo Nicola e Gabriel Vieira (Vander); Guilherme Cachoeira (Baianinho), Marcelinho e Tiago Marques.

Arbitragem

Árbitro - Daiane Muniz (SP).

Assistentes - Gustavo Rodrigues de Oliveira (SP) e Rafael Tadeu Alves de Souza (SP).

Quarto árbitro - Daniel da Cunha Oliveira Filho (MG).

 

Um dos adversários do Flamengo no Mundial de Clubes da Fifa será conhecido no dia 31 de maio. Los Angeles FC e América-MEX se enfrentarão no BMO Stadium, em Los Angeles, a partir das 23h30 (horário de Brasília). O vencedor vai integrar o Grupo D da competição, que conta com Espérance e Chelsea, além da equipe rubro-negra.

A decisão acontece após a recusa do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) sobre as apelações de León e Alajuelense para participarem do Mundial de Clubes. Com isso, a Fifa oficializou que Los Angeles FC e América-MEX vão disputar um lugar no torneio, que acontece entre 15 de junho e 13 de julho, nos Estados Unidos.

O critério da Fifa para definir as equipes como desafiantes pela vaga no Mundial de Clubes foi colocar o melhor colocado do ranking da Concacaf entre os clubes que não estão na competição (América-MEX), e o vice-campeão da Concachampions de 2023, competição vencida pelo León (Los Angeles FC).

Veja a matéria completa em Metrópoles

 

O Nacional conseguiu somar os quatro pontos que tem no Grupo F da Libertadores em solo brasileiro. Causou problemas a Internacional e Bahia da mesma forma. Bem fechado na defesa e potente em contragolpes. Na noite desta quinta-feira, o Colorado não foi necessariamente um time reativo o tempo inteiro, mas construiu os gols da vitória e outras jogadas importantes em contra-ataques.

Os três pontos dão ao Inter a segunda colocação no Grupo F, além da vantagem de dois resultados contra o Bahia, na última rodada, em Porto Alegre. Se não perder, disputará as oitavas de final. Ricardo Mathias abriu o placar no fim do 1º tempo, mas Aguirre foi o melhor em campo. Começou o contragolpe no primeiro tento, deu assistência, e ainda marcou o segundo gol aos 51' da 2ª etapa.

Escalações

Pablo Peirano abriu mão do esquema com três zagueiros diante da torcida tricolor. Montou um 4-1-4-1. O meia Maurício Pereyra entrou e o zagueiro Calione saiu. Jeremia Recoba perdeu espaço para Diego Romero.

Já Roger Machado optou novamente por três volantes de ofício. Desta vez, porém, o ''falso ponta'' foi Thiago Maia, que recompôs auxiliando Bernabei pela esquerda e em fase ofensiva se convertia em mais um elemento do meio-campo. Bruno Tabata ficou no banco. Ricardo Mathias foi o centroavante.

O jogo

O primeiro minuto no Parque Central passou a sensação equivocada do que poderia ser a 1ª etapa. O Nacional iniciou de maneira agressiva e chegou com perigo duas vezes. Nico López chegou a ter um gol anulado por impedimento. O que veio na sequência, porém, mostrou um cenário diferente de quando os Albos surpreenderam o Colorado e o Bahia em jogos no território brasileiro.

Diante de sua torcida, não dava para passar o tempo inteiro recuado para explorar contragolpes. O time da casa não deixou de fazer isso, mas precisou passar mais tempo com a bola nos pés do que esteve habituado nesta Libertadores. E aí se revelou a limitação uruguaia para produzir algo diante de uma defesa postada e sem grandes espaços.

O Nacional não produziu mais nada ao longo de todo o 1º tempo. Conseguiu um bom contragolpe com Villalba, sempre a força motriz da equipe pela direita, mas a jogada não pôde ser terminada por novo impedimento de Nico López. O Inter não correu mais riscos. Se postava em duas linhas de quatro por trás de Alan Patrick e Ricardo Mathias. Protegia os setores e evitava subir muito a marcação.

Com a bola, poderia ter sido um time mais insinuante. Talvez tenha tomado cuidados para não ceder contragolpes em campo aberto ao Nacional. Thiago Maia flutuava para o centro, tentava jogar perto de Fernando, Bruno Henrique e Alan Patrick. Bernabei e Aguirre aos poucos ocupavam os flancos, mas evitavam se lançar muito a frente. Wesley traçava diagonais para se aproximar de Ricardo Mathias.

O Colorado conseguiu um bom contra-ataque antes dos 15 minutos. Mejía voou para impedir o gol de Alan Patrick, após transição iniciada por Wesley. O atacante se mexia com desenvoltura e ganhava duelos contra os rivais. Foi dele o cruzamento para o gol anulado de Thiago Maia de cabeça, que estava impedido. Na parte final do 1º tempo os gaúchos foram um pouco mais agressivos.

Antes era um time estático. Trocava passes de forma burocrática ao se instalar no campo adversário. Conseguiu construir o gol em ataque rápido pela direita. Aguirre foi esperto e não demorou a cobrar um lateral que pegou o lateral Báez muito longe do seu setor. Alan Patrick esperou a aproximação de Bruno Henrique e Thiago Maia, e o próprio Aguirre cruzou para Ricardo Mathias abrir o placar.

O jovem centroavante se antecipou a Calione, que havia acabado de entrar na vaga do experiente Coates. Impressionante como a proteção de área dos donos da casa caiu após a lesão de Coates. É a referência defensiva e grande liderança dos Albos.

Isso ficou ainda mais nítido no início do 2º tempo. Ricardo Mathias teve liberdade para finalizar duas vezes diante de Mejía em menos de dois minutos, mas desperdiçou. Bruno Henrique entrava livre e sem goleiro na pequena área em um deles.

Apesar de quase sofrer dois gols relâmpagos depois do intervalo, o Nacional mostrou mais poderio ofensivo. O atacante Petit e o meia-atacante Jeremia Recoba substituíram Diego Romero e Pereyra. A equipe ganhou agressividade e Nico López chegou muito perto de empatar em grande jogada na entrada da área. Mandou uma bomba no travessão de Anthoni, que nada poderia fazer.

Thiago Maia sentiu antes dos dez minutos e deu lugar a Ronaldo. Wesley passou a jogar pela esquerda, e Bruno Henrique fez o papel que Thiago Maia cumpriu na 1ª etapa, mas a partir do lado direito. Ronaldo fez dupla com Fernando na frente da área. A equipe não reagiu bem às transformações. Teve dificuldades para segurar a bola e a pressão do Nacional se formou.

Roger não demorou a mexer. Sacou o amarelado Victor Gabriel para a entrada de Juninho na zaga. Ricardo Mathias e Bruno Henrique também saíram. Gustavo Prado e Bruno Tabata entraram para atuar pelos lados. Wesley foi adiantado para o centro do ataque, mas o Colorado seguia sem reter a posse para desafogar a defesa. Tão pouco roubava bolas que possibilitassem contragolpes.

A tentativa da vez foi renovar o fôlego no ataque. Lucca substituiu Wesley. Pablo Peirano abdicou da defesa ao sacar o lateral-esquerdo Báez e colocar o centroavante Herazo. Depois tirou o volante Boggio e botou o ex-Santos e Galo Otero. A equipe passava a ter quatro atacantes e três meias de ofício. Naturalmente cedeu espaços, e o Inter quase ampliou em chutes de Bernabei e Gustavo Prado.

A pressão dos donos da casa não tinha cessado. O Inter deu alguns vacilos em saídas de bola que quase causaram gols ao Nacional, mas ao menos conseguia respirar um pouco mais com a posse no campo de ataque. Otero bateu uma falta no travessão nos acréscimos, Gustavo Prado havia desperdiçado grande chance um pouco antes.

Bastante criticado em jogos recentes, Anthoni mostrou velocidade de reação em intervenções importantes. Outro jogador que não goza de tanto prestígio assim com a torcida colorada, o lateral-direito Aguirre deu números finais ao placar já aos 51 minutos do 2º tempo. Disparou sozinho em contragolpe após Tabata ganhar uma dividida e driblou Mejía para ampliar.

Depois de três derrotas seguidas e atuações ruins, nada como superar um desafio deste tamanho com um triunfo merecido. O Colorado não foi melhor o jogo inteiro, mas soube lidar com as dificuldades de um cenário bem adverso em determinados momentos.

O céu parece o limite para o Palmeiras de 2025. Com mais uma atuação dominante na Conmebol Libertadores, desta vez contra o Bolívar, no Allianz Parque, o Verdão chegou à quinta vitória em cinco jogos, garantiu a liderança geral da fase de grupos e faz os feitos parecerem fáceis.

Esta é a sexta vez nas últimas oito edições que o Palmeiras consegue alcançar a marca. Nesta temporada, porém, os 100% de aproveitamento contra adversários tradicionais da América do Sul dão um tom diferente e sinalizam algo grande que o clube vem fazendo.

Enquanto adversários se complicam em outros grupos, o Verdão vive seu auge, um dos melhores desde que Abel Ferreira assumiu o comando da equipe, em 2020. O Palmeiras atual tem um repertório infinito de estratégias e escalações que permitem ao treinador mudar a hora que quer e ditar o ritmo do jeito que ele deseja.

O alviverde entrou em campo na última quinta-feira já classificado, e por isso Abel optou por fazer diversas alterações na equipe. Nomes como Estêvão, Gustavo Gómez e Paulinho nem sequer foram relacionados.

Vai ser repetitivo, mas é necessário dizer mais uma vez: mesmo sem alguns dos titulares, a intensidade e forma de jogar foi a mesma.

O grande segredo do Palmeiras tem sido esse equilíbrio entre titulares e reservas. Em algumas ocasiões é até difícil citar quem é dono da posição no meio de campo, por exemplo.

– É o que Abel planejou nesse começo do ano, o que ele pediu para diretoria, ter dois ou três da mesma posição. O mais importante é que não tem vaidade, nenhuma torcida contra nosso companheiro, e por isso que o Palmeiras mesmo trocando, perdendo jogador por lesão, consegue manter o mesmo padrão e estamos brigando por todos os títulos por causa dessa coletividade. Parabenizar o trabalho da diretoria e de todo o elenco – disse Marcos Rocha.

Essa rotação tem sido uma das grandes chaves para o elenco conseguir um descanso e performar sempre em alto nível, seja qual for o adversário ou competição.

Talvez seja por isso que nesta Libertadores o Verdão fez as cinco vitórias nos cinco jogos da fase de grupos parecerem algo natural. Mas é que a fórmula adotada tem sido tão precisa e bem executada que deixa essa sensação.

Não é que os adversários são fracos, é o Palmeiras que criou uma estratégia que o fez ficar forte.

E essa força terá que ser medida agora em uma sequência pesada e que irá colocar todo esse discurso feito aqui à prova. Nas próximas três rodadas, a equipe enfrentará os outros três que completam o G-4 do Brasileirão: Bragantino, Flamengo e Cruzeiro.

Será neste momento que o Palmeiras mostrará se a frase inicial desta análise é uma realidade. O céu parece o limite, e dependendo do que fizer nessa sequência talvez o céu seja, sim, o limite.

Por enquanto, a torcida vai curtindo sua lua de mel com um time coeso, brigador e que demonstra a cada jogo que passa que vive uma sinergia no grupo que pode levar o Verdão a conquistas e mais conquistas em 2025.

 

Corinthians segue vivo na Copa Sul-Americana. Na noite desta quinta-feira, o Timão bateu o Huracán, por 1 a 0, e assumiu a segunda colocação do Grupo C com oito pontos ganhos. Por mais que não tenha tido uma grande atuação, o elenco festejou a vitória e deixou o gramado do estádio Centenário, no Uruguai, projetando o clássico de domingo com o Santos.

– Jogo muito difícil, de poucas oportunidades. Sabemos que o jogo era importante, precisávamos vencer para ter a chance de classificação. Ano passado, batemos na trave e, desta vez, vamos fazer o possível para trazer a alegria à torcida – iniciou Yuri Alberto, citando a campanha do ano passado, quando o Timão parou na semifinal.

– No domingo temos uma partida importante, um clássico, é uma final para nós. É um grande clássico, quero pedir o apoio de todos para que, juntos, a gente consiga mais uma grande vitória – finalizou o camisa 9 na entrevista de saída de campo.

Autor do único gol da partida, o lateral Matheus Bidu enalteceu o triunfo e a situação no grupo. Afinal, com o resultado desta noite, o Timão ultrapassou o América de Cali na tabela de classificação, entrou na zona de classificação para a repescagem da Copa Sul-Americana e agora decide a vaga no mata-mata diante do Huracán, na Argentina.

– Sabíamos que seria um jogo extremamente difícil, independente de como foi a partida, lutamos até o final, ganhamos e agora temos o último jogo contra o Huracán para buscar a classificação.

A opinião foi compartilhada pelo peruano André Carrillo, que entrou no intervalo e foi decisivo para a construção da vitória corintiana em Montevidéu.

– Os três pontos servem para que a gente acredite na luta até o fim. Agora é jogar contra o Huracán na casa deles e vamos atrás da classificação – concluiu o meio-campista.

O clássico com o Santos, válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, será disputado no domingo, a partir das 16h (de Brasília). O Timão tem dez pontos ganhos, está no meio da tabela e tenta voltar ao caminho das vitórias na Série A para se aproximar do grupo dos classificados para a Conmebol Libertadores do ano que vem.

 

- Você tem que demonstrar dentro do campo que realmente quer ganhar essa competição. A equipe passou essa mensagem.

 

A declaração de Filipe Luís resume bem o que é a análise da vitória por 2 a 0 sobre a LDU, na noite de quinta-feira, no Maracanã. O Flamengo, como ainda não tinha feito antes nesta Libertadores, teve postura de um time que queria vencer. O nível alto de concentração fez a diferença para o Rubro-Negro chegar à última rodada menos pressionado e mais perto da classificação.

Até então parecia existir dois Flamengos diferentes, o do Campeonato Brasileiro e o da Libertadores. Na quinta, com a obrigação de vencer a LDU, o time intenso e dominante de Filipe Luís deu as caras na competição continental. Este Flamengo, mesmo com alguns erros de decisão no terço final, é difícil de segurar. E o time equatoriano vivenciou isso no Maracanã.

A LDU praticamente correu atrás da bola o jogo todo. Conseguiu apenas dois ou três escapes nos 90 minutos, mas nenhum gerou oportunidade de trabalho para o goleiro Rossi.

Sem Pulgar e Allan, lesionados, o técnico Filipe Luís fez mexidas certeiras e que influenciaram diretamente no desempenho do Flamengo. Gerson voltou a atuar como volante, ao lado de De la Cruz, e Luiz Araújo entrou no time titular. O trio, junto a Léo Ortiz, ditou o ritmo da vitória.

A proposta da LDU, ao contrário do que se desenhou, não foi ficar postada na defesa esperando o Flamengo. O adversário tentou ganhar campo, mas não conseguiu sair da pressão rubro-negra e se mostrou frágil diante de um Fla determinado a alcançar seu objetivo.

O gol cedo, mais uma vez, condicionou o jogo do Flamengo. Aos 9 minutos, Luiz Araújo cobrou escanteio para Léo Ortiz abrir o placar. E aí um gesto de Gerson é autoexplicativo para a postura apresentada pelo time. O capitão quase não esperou a bola tocar na rede. Colocou-a debaixo dos braços e posicionou-a no meio-campo, chamando os colegas para retomarem logo suas posições para o jogo recomeçar. Não quis saber de comemoração. A meta era uma vantagem mais larga.

Flamengo intenso e dominante de Filipe Luís dá as caras na Libertadores — Foto: Adriano Fontes/Flamengo

O nível de entrega do Flamengo fez a diferença. Diferentemente do que se viu nos jogos anteriores do time na Libertadores, especialmente nas duas partidas contra o Central Córdoba.

Com Gerson e De la Cruz no meio, o Flamengo ganhou ritmo. A dupla distribuiu e acelerou o jogo, ajudando na rápida recuperação da bola quando necessário. Do lado direito do ataque, Luiz Araújo contribuiu com o que faltou ao time em boa parte do primeiro tempo: estar mais perto do gol.

- O Luiz tem gol, tem assistência, gera perigo perto da área - reconheceu Filipe Luís.

O camisa 7 qualificou a bola parada do Flamengo e chutou sempre que teve espaço. O que não aconteceu com outros jogadores. O Fla teve 70% de posse e muita presença no campo ofensivo, mas não criou tantas chances perigosas no primeiro tempo. Faltava chutar. E isso é algo que Luiz Araújo faz bem. A dobradinha com Wesley encaixou.

Foram 25 minutos de pressão incessante. Toques rápidos, decisões acertadas, domínio do campo, controle da posse de bola e muita vontade de fazer o segundo gol. O plano de jogo funcionou. Mesmo quando o Flamengo deu um pouco de espaço para a LDU, o time não sofreu. Foi superior o primeiro tempo todo, o que foi traduzido em números:

  • Finalizações: 12 x 1
  • Posse de bola: 62% x 38%
  • Escanteios: 7 x 0
  • Passes: 310 x 148

O que o Flamengo fez foi cansar a LDU na primeira parte do jogo. Poderia ter sido melhor, se estivesse mais ajustado no último terço. Os equatorianos se livraram de uma derrota pior.

Apesar de a LDU exigir pouca participação da defesa rubro-negra, a dupla de zaga participou bastante do jogo. Léo Ortiz e Léo Pereira se posicionaram no meio-campo e acompanharam o avanço do time. Pelo lado esquerdo, Michael e Alex Sandro geraram muito volume. Foi do lateral-esquerdo a jogada do segundo gol. Ele entrou na área, fez fila e tocou para trás. Ricardo Adé tentou afastar, e a bola parou nos pés do decisivo Luiz Araújo, aos 8 minutos.

O segundo gol no início da etapa final mudou a dinâmica do jogo no Maracanã. O Flamengo passou à frente da LDU no saldo de gols e obrigou o time de Quito a se expor mais. O Fla cadenciou a partida, e Filipe Luís fez mudanças para tentar explorar os espaços adversários. Pedro, Cebolinha e Wallace Yan entraram. Com o camisa 9 em campo, faltou cruzar mais na área, como aconteceu no primeiro tempo. Foram só duas finalizações rubro-negras na etapa final. Depois de muita intensidade, o fôlego naturalmente diminuiu, mas sem causar sérios riscos.

“Tentamos ser humildes, mas o Flamengo não deixa”, comemora Arthur | A Voz da Torcida

Não foi o melhor jogo do Flamengo na temporada. O time cometeu erros técnicos e perdeu a chance de um placar mais decisivo para a classificação. Ainda assim, a estratégia foi bem executada, e o Rubro-Negro dominou a LDU nos 90 minutos. Com o desejo de jogar e de vencer e com a aplicação tática que o Fla mostrou, a vaga nas oitavas ficou mais perto. Com este nível de concentração, sempre é difícil para os adversários enfrentar e passar ileso à equipe de Filipe Luís.

Na Libertadores, o Flamengo voltará a jogar no dia 28 de maio, contra o Deportivo Táchira, também no Maracanã. O time rubro-negro depende só de si para avançar na Libertadores.

Confira a íntegra da coletiva de Filipe Luís após a vitória do Flamengo sobre a LDUFlamengo 2 x 0 LDU | Gols | 5ª rodada | CONMEBOL Libertadores 2025

Botafogo conquistou uma vitória emocionante sobre o Estudiantes, com um gol decisivo de Artur nos minutos finais, encerrando a partida em 3 a 2. No entanto, um gesto polêmico do técnico Renato Paiva durante o jogo chamou a atenção e rapidamente se espalhou nas redes sociais. Muitos especularam que o gesto era uma provocação à torcida, mas Paiva se apressou em esclarecer a situação. “Anda circulando na internet um gesto que eu fiz. Já estão dizendo que é para a torcida, para o treinador (do time) da Argentina. A história é a seguinte: houve uma discussão entre eu e a minha equipe técnica sobre tirar o Artur. Eu disse que não tiraria o Artur. ‘Ah, mas ele está em risco e desgastado’. Não vou tirar. O Artur faz o gol e eu fiz aquilo à boa maneira portuguesa para o meu colega de comissão. Que fique claro. Não queria fazer isso para a minha torcida ou qualquer outra”, explicou.

Paiva lembrou do seu histórico, que não conta com marcas de indisciplina ou hostilidades com torcidas. “Não há um gesto de desrespeito na minha carreira para qualquer elemento do jogo. Nenhum. Não há nenhum momento registrado da minha parte de desrespeito para elementos do jogo, apenas uma expulsão em 23 anos, no sub-17 do Benfica. Quem me conhece, sabe. Isso foi uma brincadeira porque era constantemente um pedido de tirar o Artur pela parte física, GPS. E eu tinha o feeling que não tinha de tirar porque era um dos melhores em campo. A defesa do Estudiantes estava completamente bagunçada. Quando sai o gol, eu inclusive estou rindo”, completou.

A vitória de quarta-feira manteve o Botafogo com chances de classificação para as oitavas de final. O time carioca só precisa de uma vitória simples na rodada final da fase de grupos, contra a Universidad de Chile, para sacramentar a vaga no mata-mata. A partida está marcada para o dia 27 deste mês, no Rio de Janeiro.

 

No Uruguai, o Corinthians tem a missão de vencer o Racing nesta noite, a partir das 19h (horário de Brasília), para manter vivo o sonho de classificação ao mata-mata da Copa Sul-Americana. O Timão tem apenas cinco pontos ganhos no torneio continental e se encontra em situação delicada na tabela.

Mesmo diante deste cenário, o técnico Dorival Júnior optou por uma escalação mista - poupando alguns de seus titulares. A decisão se dá por dois motivos principais: o clássico de domingo, contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro, e a necessidade de ter em campo aquilo que de melhor o Corinthians pode entregar no aspecto físico.

A provável formação tem nomes como Léo Maná, João Pedro Tchoca, Charles, Talles Magno e Héctor Hernández como titulares. O quinteto geralmente costuma ficar no banco de reservas, mas deve ganhar a oportunidade no Uruguai por estar em plena forma física.

Desde sua chegada ao Corinthians, Dorival tem deixado claro que rodará o elenco sempre que possível para dar oportunidade a todos e conseguir encaixar alguns dias de descanso em meio ao calendário apertado com as disputas de Brasileirão, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana.

Recentemente, inclusive, o comandante do Timão sequer relacionou Fabrizio Angileri e Matheuzinho para jogos importantes. Em um movimento parecido, deixou Yuri Alberto, Raniele e André Carrillo no banco de reservas por controle de carga e preservação.

A iminência do jogo com o Santos, domingo, na Neo Química Arena, pesa na balança corintiana. A equipe tem dez pontos ganhos no Brasileirão, está no meio de tabela e não quer deixar os líderes abrirem distância. Vencer o clássico é a prioridade do Timão nos próximos dias.

Por fim, Dorival e seus auxiliares também levaram em conta a fragilidade do adversário. Embora não vá admitir publicamente, o Corinthians entende que tem plenas condições de bater o Racing, no Uruguai, jogando com uma formação mista.

A equipe de Montevidéu perdeu todos os seus quatro jogos no Grupo C da Copa Sul-Americana e é o saco de pancadas da competição.

A quarta-feira (14) foi movimentada no CSE. Na área administrativa foi publicada a decisão judicial que restabeleceu poderes ao Presidente José Barbosa e afastou o presidente do Conselho Deliberativo, Ibson Melo.

"Defiro a liminar vindicada, para o fim de suspender os efeitos das reuniões realizadas em 11/03/2025 e em 10/04/2025determinando o restabelecimento de José Barbosa da Silva ao cargo de Presidente Executivo do clube CSE e o afastamento de Ibson Pereira de Melo de sua Presidência ou de seu Conselho Deliberativo,"  cita o juiz Ewerton Luiz Chaves Carminati.

Além disso, determina que os réus Ibson Pereira de Melo, Mikaelle Marques da Luz Monteiro, João Pedro Canuto de Almeida, Paulo Henrique Marques Costa, Joel de Araújo Santos, Victor Ferreira da Silva, Andreza Ferreira da Silva Balbino e Anderson Diego Holanda de Mendonça se abstenham de praticar quaisquer atos em nome do Clube Sociedade Esportiva, salvo se já tivessem mandato antes das reuniões ora suspensas, sob pena de multa de R$ 10.000,00 (dez mil reais) a cada um deles a cada novo ato praticado após a citação. 

Ainda determinou que os réus relacionem e apresentem todos os atos e negócios jurídicos firmados em nome do Clube desde 10/04/2025, sob pena de multa diária. Por fim, determinou a suspensão todos os atos e negócios jurídicos celebrados pela gestão eleita na reunião de 10/04/2025, ora suspensa.

No campo

Enquanto isso, o grupo comandado pelo técnico Humberto segue a preparação para o Campeonato Alagoano Sub 20. Na tarde da quarta-feira (14), o Tricolor foi até a cidade de Quebrangulo e venceu um amistoso contra a equipe Projeto Chute Inicial por 5x1. A movimentação aconteceu no estádio Goleiro Quebrangulo.

Quanto a estreia na competição Sub 20, o jogo da primeira rodada - contra o Jaciobá-  foi transferido do próximo domingo, dia 18, para o dia 28. Manteve-se o local, que é o estádio Juca Sampaio.

Antes disso, caso não haja qualquer alteração, o CSE vai jogar contra o Independente Atalaia, no domingo, dia 25 de maio. O jogo, que é válido pela 2ª rodada, será no estádio Luiz Pontes.

 

Cristiano Ronaldo é o atleta mais bem pago do mundo em 2025. A revista "Forbes" divulgou nesta quinta-feira sua tradicional lista, colocando o craque português do Al-Nassr em primeiro lugar, com um rendimento de 275 milhões de dólares (cerca de R$ 1,5 bilhão), somando salário e patrocínios.

O pódio é completado por Stephen Curry, astro da NBA, com 156 milhões de dólares, e o boxeador Tyson Fury, com 146 milhões de dólares.

Além de Cristiano Ronaldo, outros dois futebolistas estão no top 10: Messi ocupa a quinta posição, e Benzema, a oitava. A lista contém ainda três jogadores da NBA: Curry, LeBron James e Durant.

Veja os 10 atletas mais bem pagos do mundo em 2025:

  1. Cristiano Ronaldo (futebol) - 275 milhões de dólares
  2. Stephen Curry (basquete) - 156 milhões de dólares
  3. Tyson Fury (boxe) - 146 milhões de dólares
  4. Dak Prescott (futebol americano) - 137 milhões de dólares
  5. Lionel Messi (futebol) - 135 milhões de dólares
  6. LeBron James (basquete) - 133,8 milhões de dólares
  7. Juan Soto (beisebol) - 114 milhões de dólares
  8. Karim Benzema (futebol) - 104 milhões de dólares
  9. Shohei Ohtani (beisebol) - 102,5 milhões de dólares
  10. Kevin Durant (basquete) - 101,4 milhões de dólares

Nesta quinta-feira, a partir das 19h (horário de Brasília), Racing e Corinthians medem forças no estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai, pela quinta rodada do Grupo C da Copa Sul-Americana. O ge segue todos os lances em tempo real.

Lanterna da chave, o Racing recebe o Corinthians com a missão de cumprir tabela no torneio continental. Embora ainda tenha chances remotas de classificação, a equipe uruguaia sequer somou pontos na Sul-Americana com quatro derrotas em quatro partidas disputadas.

O Timão também vive situação delicada. Antes apontado como favorito do grupo, o Alvinegro tem cinco pontos ganhos, está na terceira colocação da chave e precisa vencer o Racing nesta noite para manter vivo o sonho de classificação ao mata-mata do torneio continental.

Apenas o líder avança diretamente para a fase oitavas de final. O segundo colocado de cada chave vai disputar uma eliminatória com um dos terceiros colocados dos grupos da Libertadores para definir mais oito times nas oitavas da Sul-Americana.

Onde assistir

  • Transmissão: ESPN no Disney +
  • Escalações prováveis

    Racing - Técnico: Cristian Chambian

    Mandante do confronto, o Racing deve encarar o Corinthians no esquema 3-5-2 que vem utilizando durante a maior parte de sua participação na Copa Sul-Americana. A proposta dos uruguaios é ter solidez defensiva e conseguir atacar em velocidade pelos lados do campo.

    Provável time: Lautaro Amadé; Guillermo Cotugno, Gastón Bueno, Maximiliano Pinela; Agustín Pereira, Martín Ferreira, Juan Pablo Bosca, Lucas Rodríguez; Mateo Cáceres, Bautista Tomati e Alejandro Severo.

    Corinthians - Técnico: Dorival Júnior

    Por mais que precise da vitória para se manter vivo na competição, o Corinthians irá a campo com uma formação mista. O técnico Dorival Júnior deve poupar alguns de seus titulares para esta partida para ter força máxima no duelo de domingo, contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro.

    Apesar das mudanças, o Timão deve manter o esquema com quatro meio-campistas. A ideia é proteger o sistema defensivo sem abrir mão da força ofensiva - marca registrada da equipe desde a temporada passada, ainda sob o comando do argentino Ramón Díaz.

    Provável time: Hugo Souza; Léo Maná, André Ramalho, Cacá (João Pedro Tchoca) e Fabrizio Angileri (Matheus Bidu); José Martínez, Maycon (Charles), André Carrillo e Igor Coronado; Talles Magno (Héctor Hernández) e Romero.

    • Quem está fora: Félix Torres (suspenso), Rodrigo Garro (tratamento de tendinopatia patelar no joelho direito), Gustavo Henrique (tratamento de hérnia inguinal), Memphis Depay (entorse no tornozelo direito) e Raniele (edema no músculo anterior da coxa direita).
    • Pendurados: André Carrillo.

    Arbitragem

    • Árbitro: José Cabero (Chile)
    • Árbitro Assistente 1: Alan Saldoval (Chile)
    • Árbitro Assistente 2: Carlos Venegas (Chile)
    • Quarto Árbitro: Daniel Ureta (Peru)
    • Árbitro de Vídeo: Francisco Gilabert (Chile)

Flamengo e LDU se enfrentam nesta quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Maracanã, pela quinta rodada do Grupo C da Libertadores. O Rubro-Negro entra pressionado pela vitória para se manter vivo na competição. O ge acompanha todos os lances em Tempo Real.

Com cinco pontos na terceira colocação do Grupo C, o Flamengo ainda depende só de si para avançar às oitavas de final. Para isso, precisa vencer os dois jogos restantes e fazer saldo de gols. Se empatar com a LDU nesta noite, o time ainda terá chances de classificação, mas dependerá de outro resultado na rodada final. O clima promete ser de apoio e apreensão no Maracanã.

A LDU ocupa o segundo lugar do Grupo C, com oito pontos, e vem ao Rio com a missão de vencer, eliminar o Flamengo e garantir com antecedência sua vaga na próxima fase da Libertadores. O time equatoriano busca pelo menos um empate para chegar com boas chances de classificação na rodada final. O técnico Pablo Sánchez jogou a pressão para o Rubro-Negro e acredita que a obrigação pode gerar nervosismo nos jogadores adversários.

Transmissão

  • ESPN e Disney+.
  • Flamengo - Técnico: Filipe Luís

    Filipe Luís teve que lidar com desfalques importantes para montar o time. Ainda sem o atacante Plata, com edema ósseo no joelho direito, o técnico também não poderá contar com os volantes Pulgar e Allan, que se machucaram no jogo contra o Bahia. Evertton Araújo deve ser o titular.

    Reserva no último fim de semana, Pedro tende a continuar no banco. O centroavante ainda busca sua melhor forma física após voltar de grave lesão no joelho esquerdo.

    Provável escalação do Flamengo: Rossi; Wesley, Léo Ortiz, Léo Pereira (Danilo), Alex Sandro; Evertton Araújo, De La Cruz, Gerson, Arrascaeta; Michael (Juninho) e Bruno Henrique (Pedro).

    • Desfalques: Viña (joelho direito), Plata (joelho direito), Allan (coxa direita) e Pulgar (coxa direita).
    • Pendurados: De la Cruz e Arrascaeta.
    • LDU - Técnico: Pablo Sánchez

      O técnico Pablo "Vitamina" Sánchez tem dúvida para escalar a defesa da LDU. Ricardo Adé teve um problema na panturrilha e ainda não é presença confirmada. Se o zagueiro começar no banco, Darío Aimar deverá ser o titular no Maracanã.

      Provável escalação da LDU: Gonzalo Valle; Daniel De La Cruz, Ricardo Adé (Darío Aimar), Gian Franco Allala, Leonel Quiñónez; Kevin Minda, Carlos Gruezo, Fernando Cornejo; Lisandro Alzugaray, Álex Arce e Alexander Alvarado.

      • Desfalque: Bryan Ramírez (suspenso).
      • Pendurado: Carlos Gruezo.
      • Árbitro: Andrés Rojas (COL)
      • Assistente 1: Miguel Roldán (COL)
      • Assistente 2: Mary Blanco (COL)
      • VAR: Heider Castro (COL)

A sétima etapa da Fórmula 1 vai ter uma novidade: pela primeira vez, a Pirelli, fornecedora de pneus da categoria, vai disponibilizar os pneus ultramacios C6. A novidade já havia sido testada nas atividades de fim de temporada no ano passado, mas vai ser usada oficialmente pela primeira vez no GP da Emilia-Romagna, que acontece entre sexta-feira (16) e domingo (18).

A princípio, a utilização do novo tipo de pneu em Ímola só é obrigatória durante a classificação de sábado, mas as equipes são livres para usar o composto nos treinos livres e na corrida, se assim desejarem.

Como funcionam os pneus da F1?

Atualmente, os pneus de pista seca são mostrados ao público em três categorias: duros (na cor branca), médios (amarelos) e macios (vermelhos). No entanto, essa disposição ocorre apenas para facilitar o entendimento dos fãs em relação às estratégias. Na verdade, até a última temporada, eram cinco os tipos de compostos disponíveis: C1, C2, C3, C4 e C5.

O C1, por exemplo, é o pneu mais duro, projetado para circuitos que exigem mais esforço das rodas. Apesar de levar mais tempo para aquecer e ter menor aderência, o que resulta em tempos de volta mais lentos, ele tem uma durabilidade superior às demais; isso permite que o composto seja usado por mais voltas.

No outro espectro da lista, o C5 era o pneu mais macio até o ano passado e usado, principalmente, em circuitos que exigem menor esforço. Com maior aderência, ele também era o mais rápido até então. Por outro lado, o desgaste desse composto é muito maior – isso faz com que eles tenham que ser substituídos mais rapidamente.

Classificado pela Pirelli como ultramacio, o composto C6 que estreia neste fim de semana a Emilia-Romagna toma o posto do C5 como mais rápido e com menor durabilidade.

A cada corrida, a Pirelli seleciona três entre os seis tipos de pneus para a prova: um serve como duro, outro como médio e o terceiro como macio. Para a etapa deste fim de semana, as escolhas foram pelo C4, C5 e C6, respectivamente – a gama de compostos mais macia possível. No ano passado, foram usados C3, C4 e C5.

Há também os pneus intermediários (verdes) e de chuva forte (azuis), utilizados apenas quando a pista está molhada.

Por que em Ímola?

Apesar da introdução do C6 em 2025, a Fórmula 1 ainda não tinha utilizado o novo composto neste campeonato, nem mesmo nos testes de pré-temporada no Bahrein, e decidiu fazer isso apenas na sétima etapa do ano. A ideia da fornecedora de pneus era fazer com que todos os tipos de pneus fossem testados antes da metade do campeonato.

Imagem aérea do Circuito Enzo e Dino Ferrari, em Imola, sede do GP da Emilia-Romagna — Foto: Reprodução/F1

Imagem aérea do Circuito Enzo e Dino Ferrari, em Imola, sede do GP da Emilia-Romagna — Foto: Reprodução/F1

Entretanto, três razões explicam a escolha de Ímola para a utilização inicial do C6. A primeira é a pouca abrasividade, ou seja, não há tanto desgaste dos pneus na comparação com outras pistas.

A segunda é proporcionar uma corrida mais emocionante e com diferentes opções de estratégia, visto que o circuito é estreito e tem poucas opções de ultrapassagem. Por fim, a Pirelli quer colher dados na pista para melhorar a seleção dos compostos no futuro.

- Para 2025, temos uma gama maior de opções em comparação com o ano passado: há um espaçamento mais eficaz entre os vários compostos em termos de desempenho e, em geral, eles parecem ser menos propensos ao superaquecimento e à granulação da superfície da banda de rodagem. Isso também nos permite experimentar novas soluções, fazendo escolhas que podem levar a uma variedade de estratégias válidas, tanto em termos de uso de pneus quanto de número de pit stops – disse Mario Isola, diretor da Pirelli.

Apesar disso, a própria fornecedora de pneus da categoria disse imaginar que as equipes não devem utilizar os pneus macios C6 na corrida – espera-se que cada jogo seja apenas empregado na classificação, quando os pilotos não se preocupam em conservar os compostos e dão, em geral, apenas uma volta rápida com eles.

Mas a utilização dos pneus ultramacios não vai ser exclusividade do Autódromo Internacional Enzo e Dino Ferrari. A Pirelli já anunciou que os C6 também vão ser usados pelo menos nas corridas em Mônaco, na próxima semana, e no Canadá, entre os dias 13 e 15 de junho.

Dudu foi apresentado oficialmente como jogador do Atlético-MG nessa terça-feira. O atacante assinou contrato até 2027 e só irá estrear após a abertura da janela do meio do ano, quando for regularizado. O jogador comentou sobre o gramado sintético da Arena MRV e afirmou que prefere o piso natural, mas respeita cultura e necessidade do sintético.

- Cara, eu acho que se você for perguntar a maioria dos jogadores, eles vão preferir jogar na grama natural. Eu também não sou diferente, não posso ser mentiroso, mas eu sou profissional e tenho que respeitar que aqui no Brasil há uma cultura que está tendo, que é os times botar a grama sintética.

"E aqui no Galo, gente tem a grama sintética, eu vou procurar jogar na grama sintética e vou procurar fazer o meu melhor. Eu vim de uma grama sintética lá no Palmeiras e eu espero que eu possa ser feliz que a gente possa aqui no Galo também".

Dudu sofreu uma lesão recente e em declarações ele chegou a dizer que a grama sintética poderia ter agravado sua lesão. Ele participou de um movimento de jogadores contra o gramado sintético nas redes sociais. Ele apagou a publicação.

Cuca

O técnico do Galo teve papel importante em meio a ida de Dudu para o Galo. Os dois foram campeões juntos no tempo de Palmeiras. Perguntado sobre onde ele vê o treinador o escalando no time, Dudu falou que vai brigar por posição e que Cuca sabe extrair o melhor dele.

- Ele me conhece muito bem desde muito novo, desde quando eu estava subindo para o profissional. Ele foi já meu treinador, trabalhamos junto no Palmeiras.

"Então, ele sabe muito bem o que extraiu melhor de mim dentro do campo e eu espero que ele possa extrair o melhor de mim para gente fazer um Atlético muito forte".

Os dirigentes da CBF chegaram a Madri nesta quarta-feira para se encontrarem com o técnico Carlo Ancelotti, que começará a comandar a seleção brasileira a partir do dia 26.

Juan e Rodrigo Caetano desembarcaram às 13h40 (horário local, 8h40 de Brasília) e não deram entrevista. A dupla vai se reunir nesta quinta-feira com o técnico italiano, que comandará ainda o Real Madrid nas três últimas rodadas do Campeonato Espanhol. Nesta quarta, inclusive, o Real enfrenta o Mallorca, às 16h30 (Brasília).

No encontro, os dirigentes vão debater com Ancelotti a pré-lista de convocados para a próxima Data Fifa. O Brasil enfrenta o Equador, no dia 5 de junho, em Guayaquil, e depois recebe em São Paulo o Paraguai, no dia 10. Os nomes desta pré-lista serão divulgados publicamente no domingo, data em que a Fifa precisa recebê-los. A convocação definitiva acontece dia 26, no Rio de Janeiro.

Juan e Rodrigo Caetano também discutirão com Ancelotti a formação da comissão técnica do Brasil. A tendência é que o italiano tenha a companhia de quatro profissionais estrangeiros e haverá discussão sobre a inclusão de brasileiros no grupo. É sabido que o filho Davide Ancelotti e o italiano Francesco Mauri seguem como seus auxiliares.

Mino Fulco, genro de Ancelotti, também deve fazer parte, acumulando a função de auxiliar e preparador físico. Outro nome indicado é Simone Montanaro, italiano de 52 anos, analista de desempenho que acompanhou o técnico nos últimos três trabalhos: Napoli, Everton e Real Madrid.

Em negociação adiantada, Santos e Neymar acertam os últimos detalhes de um novo acordo que ampliaria o vínculo do atacante até o meio de 2026, segundo o Ricardinho Martins, da TNT Sports Brasil.

O ambiente interno do Peixe está otimista com a permanência do camisa 10, mesmo com o contrato atual válido até junho de 2025. A diretoria reconhece a importância de manter Neymar em campo, tanto pelo apelo esportivo quanto pelo impacto comercial que ele gera.

Desde seu retorno ao clube, o atacante disputou sete partidas, deu três assistências e marcou três gols, incluindo um pênalti convertido contra o Água Santa e um olímpico diante da Inter de Limeira.

Neymar está fora dos gramados desde o jogo contra o Red Bull Bragantino, em 2 de março, onde ele sofreu uma lesão e precisou sair no segundo tempo.

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