A operação foi marcada por um aumento significativo na fiscalização e nas autuações. Ao todo, foram 608 infrações registradas, representando um crescimento de 52,7% em relação a 2024. O número de motoristas inabilitados também subiu: 39 casos, uma alta de 18,18%.
Além disso, dois condutores foram autuados por embriaguez ao volante, e três motoristas se recusaram a fazer o teste do bafômetro, o que, por lei, tem as mesmas penalidades da condução sob efeito de álcool.
A operação também coibiu outras infrações comuns, como o não uso do capacete, irregularidades na documentação, ausência de equipamentos obrigatórios e ultrapassagens proibidas.


