
A possível existência de um nono planeta no Sistema Solar voltou ao centro das discussões científicas após estudos indicarem alterações incomuns nas órbitas de objetos localizados além de Netuno. Chamado informalmente de Planeta Nove, o suposto corpo celeste ainda não foi observado diretamente, mas já mobiliza pesquisadores do mundo inteiro em busca de respostas sobre os confins do espaço.
Segundo o professor de Física Marcos Guassi, do Centro Universitário de Brasília (Ceub), a hipótese surgiu após astrônomos identificarem comportamentos orbitais que não coincidiam com os modelos tradicionais. “Uma das hipóteses levantadas é a existência de um nono planeta, localizado em uma região muito afastada do Sol, cuja força gravitacional estaria provocando essas alterações nas órbitas observadas”, explica
Os indícios da existência do planeta nove vieram principalmente da análise de corpos do Cinturão de Kuiper, região localizada após a órbita de Netuno. Alguns desses objetos parecem apresentar movimentos semelhantes, como se fossem influenciados gravitacionalmente por um planeta massivo ainda desconhecido.
Wagner Corradi, professor do Departamento de Física da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), afirma que a hipótese ainda está longe de ser consenso. “Não existem evidências observacionais claras. Existem alguns dados que estão sendo interpretados para tentar entender se realmente há um planeta provocando essas perturbações gravitacionais”, afirma.
Apesar disso, cálculos publicados por pesquisadores internacionais sugerem que o possível planeta poderia ter até seis vezes a massa da Terra e estar localizado a uma distância superior a 300 vezes a separação entre a Terra e o Sol.
Caso ele realmente exista, sua órbita seria extremamente lenta, levando milhares de anos para completar uma volta ao redor da estrela.
A grande dificuldade para confirmar o planeta Nove está justamente na distância. Por estar muito longe do Sol, o suposto planeta refletiria pouca luz, tornando sua observação extremamente complicada até mesmo para os telescópios mais modernos. Guassi destaca que os cientistas ainda precisam de observações diretas para validar a hipótese.
“Mesmo que astrônomos encontrem sinais do planeta por meio da luz refletida, ainda será necessário determinar sua órbita real e comprovar que a movimentação é compatível com as distorções gravitacionais observadas”, diz.
Entre as apostas da comunidade científica está o Observatório Vera Rubin, no Chile, que deve ampliar a capacidade de observação do céu do Hemisfério Sul nos próximos anos. O equipamento poderá registrar objetos extremamente distantes e ajudar a confirmar, ou descartar, a existência do Planeta Nove.
Se confirmado, o nono planeta poderá alterar teorias sobre a formação e evolução do Sistema Solar. Atualmente, os cientistas acreditam que regiões além do Cinturão de Kuiper sejam compostas principalmente por corpos menores e gelados. A presença de um planeta massivo nesse local mudaria parte desse entendimento.
Corradi lembra que a ciência trabalha com hipóteses que precisam ser constantemente testadas. “O método científico funciona justamente assim: você coleta dados, cria modelos, testa teorias e verifica se elas realmente se confirmam. Pode ser um planeta, mas também pode haver outras explicações para essas perturbações”, pontua.
Enquanto novos estudos avançam, o Planeta Nove segue como um dos maiores mistérios da astronomia moderna, e uma possível descoberta capaz de transformar a forma como a humanidade enxerga o próprio Sistema Solar.
A seleção da Espanha anunciou nesta segunda-feira (25/5) a lista de atletas convocados para a Copa do Mundo. A relação de jogadores conta com 26 nomes escolhidos pelo treinador Luis de la Fuente para defender as cores da Fúria no torneio.
Entre os atletas convocados estão nomes conhecidos do público, como Lamine Yamal, do Barcelona, Rodri, do Manchester City, e Marc Cucurella, do Chelsea.
Goleiros: Unai Simón, David Raya, Joan García.
Defensores: Cucurella, Grimaldo, Cubarsí, Laporte, Pubill, Eric García, Marcos Llorente, Porro.
Meio-campistas: Pedri, Fabián, Zubimendi, Gavi, Rodrigo, Alex Baena, Merino.
Atacantes: Oyarzabal, Olmo, Nico, Yeremy Pino, Ferran, Borja Iglesias, Víctor Muñoz, Lamine Yamal.
A Espanha está no Grupo H da Copa do Mundo, ao lado de Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde. A estreia dos espanhóis será contra os cabo-verdianos, no dia 15 de junho, em Atlanta, nos Estados Unidos.
Descobrir novas espécies ainda parece algo ligado às grandes expedições científicas do passado, mas o processo evoluiu, conta com novas tecnologias, requer diferente tipos de análise e continua acontecendo em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil. Apesar da empolgação em encontrar um organismo desconhecido, o reconhecimento oficial exige anos de pesquisas, comparação com registros antigos e validação científica rigorosa.
Segundo especialistas, não basta encontrar um animal, planta ou fungo diferente para que ele seja automaticamente considerado inédito. É preciso provar que aquele organismo realmente não pertence a nenhuma espécie já conhecida pela ciência.
A professora Morgana Bruno, do Curso de Ciências Biológicas da Universidade Católica de Brasília, explica que uma nova espécie só passa a existir oficialmente após cumprir critérios científicos internacionais.
“É obrigatório eleger e preservar um espécime físico de referência, chamado holótipo, que deve ser depositado em uma coleção pública para consultas futuras”, afirma a pesquisadora.
Além disso, os cientistas precisam publicar uma descrição detalhada em revista científica especializada, definir um nome científico e seguir regras internacionais de nomenclatura.
Já o professor Fabricio Escarlate, de Ciências Biológicas do CEUB, destaca que o avanço do conhecimento tornou o processo mais complexo ao longo dos anos. “Quanto maior o conhecimento acumulado sobre determinado grupo de organismos, mais difícil encontrar uma nova espécie”, explica.
Para confirmar se um organismo realmente representa uma nova espécie, pesquisadores realizam diferentes tipos de análises. Estruturas físicas, comportamento, habitat e até sons emitidos pelos animais podem ser comparados com registros já existentes.
Segundo Morgana, a genética se tornou uma ferramenta importante principalmente para identificar espécies “crípticas”, que são visualmente muito parecidas, mas geneticamente diferentes. “Apenas o DNA pode revelar algumas novas espécies que parecem idênticas aos olhos humanos”, afirma.
Apesar disso, a análise genética não é obrigatória em todos os casos. Escarlate explica que estudos morfológicos ainda podem ser suficientes dependendo do organismo analisado.
“Não há obrigatoriedade de realizar análises genéticas ou moleculares. O mais importante é reunir argumentos robustos que sustentem a distinção entre os organismos”, ressalta.
O reconhecimento oficial de uma nova espécie pode levar meses ou até anos. Isso porque o trabalho envolve expedições, análises laboratoriais, comparação com coleções científicas e debates entre pesquisadores.
Os professores lembram que erros também acontecem, principalmente quando análises são feitas de maneira superficial ou com poucos exemplares. Eles reiteram que o processo de descrição de uma nova espécie é um trabalho árduo e demanda centenas de horas de trabalho em campo e em laboratório.
A taxonomia – área responsável pela classificação dos seres vivos – está em constante mudança, segundo os especialistas. Novas tecnologias e interpretações científicas podem alterar a forma como determinadas espécies são reconhecidas ao longo do tempo.
Mesmo com tantos desafios, cientistas afirmam que ainda existem milhares de espécies desconhecidas no planeta, especialmente em ambientes pouco explorados, como florestas tropicais e regiões oceânicas profundas.
Casos de doenças inflamatórias intestinais avançam no Brasil enquanto o consumo de ultraprocessados cresce. Especialistas apontam que alimentos simples e acessíveis ajudam a proteger o intestino e reduzir inflamações.
As chamadas Doenças Inflamatórias Intestinais (DIIs) incluem, principalmente, a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa, condições crônicas que provocam inflamação no trato digestivo.
Segundo o Ministério da Saúde, os quadros podem causar diarreia persistente, presença de sangue ou muco nas fezes, dor abdominal, perda de peso e fraqueza.
Embora a campanha Maio Roxo seja dedicado à conscientização sobre as DIIs, médicos afirmam que a prevenção precisa ser discutida durante todo o ano, principalmente diante das mudanças no padrão alimentar da população.
Para o nutricionista Diego Righi, professor de Nutrição da Afya Centro Universitário Itaperuna, a saúde intestinal está diretamente ligada à regularidade alimentar e ao consumo de fibras
“A base da saúde intestinal não está em alimentos caros ou da moda, mas em regularidade, variedade de plantas, boa hidratação e menor consumo de ultraprocessados”, afirma Righi.
Segundo o especialista, a tradicional refeição brasileira, também conhecida como PF, continua sendo uma alternativa equilibrada para o corpo. “A combinação arroz, feijão, salada e legumes cozidos segue sendo uma das formas mais simples de cuidar do intestino no dia a dia”, destaca.
Apesar dos benefícios das fibras, especialistas alertam que o aumento brusco do consumo pode provocar gases, distensão abdominal e desconforto intestinal, principalmente quando a hidratação é insuficiente.
Por isso, a recomendação é fazer mudanças progressivas. Diego Righi orienta começar com metas simples, como acrescentar uma fruta ao dia, incluir aveia no café da manhã ou aumentar o consumo de feijão nas refeições principais.
A nutricionista Clara Alves Delavy, do Rio de Janeiro, destaca que a inflamação intestinal costuma estar ligada aos hábitos do cotidiano, especialmente ao excesso de ultraprocessados.
“Na prática, a inflamação intestinal costuma estar bastante ligada à alimentação no dia a dia, especialmente quando há excesso de ultraprocessados, muito açúcar e gorduras de má qualidade, além de pouca ingestão de fibras”, afirma.
Segundo Clara, manter o intestino inflamado por longos períodos pode trazer impactos que vão além da digestão. “Isso acaba desequilibrando a microbiota e aumentando a permeabilidade intestinal, o que favorece ainda mais a inflamação no corpo como um todo”, explica.
Outro erro comum, segundo os especialistas, é retirar alimentos sem orientação profissional. Cortar feijão, frutas, leite ou vegetais por conta própria pode empobrecer a alimentação e prejudicar a diversidade alimentar, principalmente em pessoas com doenças inflamatórias intestinais.
O Ministério da Saúde reforça que as DIIs não têm cura, mas o tratamento adequado ajuda no controle da inflamação e melhora a qualidade de vida dos pacientes.
Na rotina, a constância costuma trazer mais resultado do que mudanças radicais. Alimentação equilibrada, hidratação adequada, atividade física e sono regular continuam entre os principais aliados da saúde intestinal.
Dormir bem, tentar desacelerar e recorrer ao café nem sempre resolvem a sensação constante de exaustão. Em uma rotina marcada por excesso de trabalho, pressão e pouco tempo para descanso, muita gente aprende a conviver com o cansaço sem perceber que o sintoma pode ir além do estresse.
O alerta surge quando a fadiga persiste por semanas, piora progressivamente e começa a interferir em atividades simples do dia a dia, como trabalhar, estudar, praticar exercícios ou manter a concentração.
Segundo a hematologista Maricy Viol, consultora da Binding Site, há diferença entre o desgaste esperado após períodos intensos e um quadro que merece investigação médica.
“É importante diferenciar o cansaço esperado após períodos intensos de trabalho ou estudo de uma fadiga persistente, progressiva e que não melhora mesmo após sono adequado. Quando o sintoma passa a impactar atividades habituais, como trabalhar, estudar ou realizar tarefas do cotidiano, já merece uma avaliação médica”, afirma.
Além da sensação contínua de exaustão, outros sintomas podem aparecer junto com a fadiga e indicar que algo não vai bem no organismo. Palpitações, falta de ar, tontura, dores no corpo, fraqueza muscular, alterações de humor e dificuldade de concentração estão entre os sinais mais comuns.
O médico integrativo Wandyk Allison, que atende em Balneário Camboriú (SC), afirma que o quadro merece atenção principalmente quando persiste por mais de duas semanas sem uma causa evidente.
“Alterações de humor ou memória, além de sintomas como queda de cabelo, ganho de peso, dores musculares e problemas gastrointestinais, devem ser monitorados de perto”, explica.
De acordo com Maricy Viol, o esgotamento persistente pode estar relacionado a diferentes condições de saúde. Entre elas estão alterações hormonais, problemas de tireoide, a diabetes, distúrbios do sono, anemia, doenças autoimunes, inflamatórias e neurológicas.
A anemia é uma das causas mais frequentes de fadiga. A condição reduz a capacidade do sangue de transportar oxigênio pelo corpo, provocando sensação constante de fraqueza e indisposição.
Outro problema comum é a apneia obstrutiva do sono. Mesmo dormindo por muitas horas, pessoas com o distúrbio têm interrupções repetidas da respiração durante a noite, o que compromete a qualidade do descanso.
“O desafio é que são manifestações muito inespecíficas, frequentemente confundidas com estresse, ansiedade ou excesso de trabalho. Isso acaba atrasando a busca por ajuda e, consequentemente, o diagnóstico”, destaca a hematologista.
Wandyk Allison também chama atenção para possíveis deficiências nutricionais. Segundo o médico, baixos níveis de ferro, vitamina B12, magnésio, vitamina D e coenzima Q10 podem afetar a produção de energia do organismo.
A investigação clínica costuma começar com exames laboratoriais básicos, como hemograma completo, glicemia, avaliação da função tireoidiana, dosagem de ferro, vitamina B12 e marcadores inflamatórios. A definição dos exames, porém, depende da avaliação médica e dos sintomas apresentados pelo paciente.
Outro comportamento frequente é a adaptação silenciosa à fadiga. Muitas pessoas passam a evitar exercícios físicos, reduzem compromissos sociais ou aumentam o consumo de café e bebidas energéticas para tentar manter a produtividade.
“Muitas pessoas passam meses ou até anos acreditando que o quadro é normal da idade. O problema é que isso pode mascarar condições tratáveis e impactar diretamente a qualidade de vida”, alerta Maricy.
O consenso entre os especialistas é que o cansaço persistente não deve ser normalizado. Quando o corpo deixa de responder ao descanso e a exaustão começa a limitar atividades simples da rotina, investigar a causa pode ser decisivo para recuperar qualidade de vida e prevenir problemas de saúde mais graves.
Uma guerra entre facções criminosas com atuação no estado da Bahia (BA) teria motivado o ataque a um velório que terminou com um caixão metralhado na noite dessa quinta-feira (21/5), no município baiano de Dias D’Ávila.
O corpo velado pertencia a um adolescente de 17 anos, conhecido como “Maquinista”. Ele seria integrante do Comando Vermelho (CV) e teria morrido dois dias antes, durante um confronto com policiais militares.
Informações preliminares apontam que o adolescente era conhecido na região por envolvimento em crimes violentos.
De acordo com a Polícia Militar, agentes da 36ª CIPM realizavam patrulhamento tático no bairro Concórdia quando se depararam com indivíduos armados. Ao perceberem a presença da polícia, os suspeitos efetuaram disparos contra as guarnições, dando início ao confronto.
O velório ocorria no Cemitério Municipal de Dias D’Ávila quando foi invadido por um grupo de criminosos que abriu fogo contra o caixão do adolescente.
A Polícia Civil investiga se o ataque ao sepultamento tem relação com disputas entre grupos criminosos da região.
Um dos suspeitos de efetuar disparos na cerimônia fúnebre também morreu horas depois, em um confronto com a Polícia Militar.
De acordo com informações da Rondesp RMS, o confronto ocorreu por volta das 20h dessa quinta-feira (21/5), na região do Campo do Albino, em Dias d’Ávila. O suspeito chegou a ser socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Lucas Evangelista, mas não resistiu aos ferimentos.
Dormir oito horas e ainda acordar cansado pode parecer contraditório, mas especialistas afirmam que isso é mais comum do que muita gente imagina, especialmente depois de uma noite marcada por pesadelos. Nessas situações, o corpo até descansa fisicamente, mas o cérebro continua funcionando em estado de alerta, como se estivesse enfrentando uma ameaça real.
O resultado aparece logo pela manhã: sensação de exaustão, mente pesada, irritação, dificuldade de concentração e baixa disposição ao longo do dia.
O médico do sono Ícaro Alves, que atende em Brasília, explica que os pesadelos prejudicam principalmente a fase REM do sono, considerada uma das mais importantes para recuperação do cérebro.
“Quando a pessoa tem pesadelos frequentes, intensos ou desperta várias vezes durante a noite, a arquitetura do sono fica prejudicada, especialmente o sono REM, que é uma das fases mais importantes para consolidação da memória, equilíbrio emocional e recuperação cerebral”, afirma.
Segundo o especialista, mesmo sem perceber, o cérebro sofre microdespertares ao longo da madrugada. Isso impede que o organismo entre em um estado profundo de recuperação. Na prática, é como tentar descansar enquanto o corpo continua sob tensão.
Além do cansaço, noites ruins podem aumentar irritabilidade, compulsão alimentar, lapsos de memória e dificuldade para tomar decisões.
A neurologista Carolina Alvarez, que atende no Rio de Janeiro, afirma que o cérebro interpreta o pesadelo de forma muito parecida com situações reais de medo e estresse.
“Um pesadelo pode provocar uma reação intensa do cérebro e do organismo, quase como se a pessoa estivesse vivendo uma situação real de estresse ou ameaça”, explica.
Durante o episódio, é comum acordar com coração acelerado, suor, ansiedade e dificuldade para voltar a dormir. Isso acontece porque o cérebro ativa mecanismos ligados à sobrevivência, liberando hormônios do estresse que dificultam o relaxamento.
Como os pesadelos geralmente acontecem durante a fase REM, interrupções frequentes acabam afetando funções importantes do cérebro, como organização das memórias, aprendizado e regulação do humor.
Para a psiquiatra Neusa Aita Agne, que atende em Porto Alegre, o excesso de estímulos e preocupações do dia não desaparece quando a pessoa dorme. “Quando o cérebro entra em ‘modo ameaça’, ele começa a monitorar excessivamente o corpo”, afirma.
Segundo a especialista, ansiedade, estresse crônico, burnout e excesso de informação podem deixar o cérebro hiperativo até durante a madrugada. Isso aumenta a chance de sonhos intensos, despertares frequentes e sensação constante de que o sono não foi suficiente.
Os especialistas alertam que pesadelos ocasionais são normais, mas alguns sinais merecem atenção: acordar cansado todos os dias, ter muito sono durante o dia, sentir medo de dormir, apresentar movimentos intensos durante a noite ou perceber piora importante na memória e concentração devem ser investigados.
Quando os episódios passam a ser frequentes ou começam a afetar a qualidade de vida, a recomendação é procurar avaliação médica especializada.
Um novo tremor de terra, de magnitude 3.1, foi registrado em Maricá, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (22/5). Segundo a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), responsável pelo monitoramento da sismicidade em todo o território nacional, o fenômeno aconteceu às 6h50.
Os abalos sísmicos foram registrados pelas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisados pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).
Não houve relatos de que a população tenha sentido o abalo.
De acordo com o sismólogo do Observatório Nacional e da RSBR Gilberto Leite, “o Brasil registra pequenos tremores de terra com certa frequência, especialmente devido às tensões tectônicas que atuam na crosta terrestre. Na maioria dos casos, esses abalos têm baixa magnitude e não chegam a ser sentidos”.
Este é o segundo sismo registrado na região nas últimas 48 horas. Na quinta-feira (21/5), um tremor de magnitude 3,3 também foi verificado nas proximidades do município de Maricá, às 5h31.
O Republicanos vai passar a testar em pesquisas o nome do senador Cleitinho (MG) na corrida pela presidência da República nas próximas semanas. A informação foi confirmada ao Metrópoles pelo presidente da legenda, Marcos Pereira. Atualmente, o senador é cotado para o governo de Minas Gerais e lidera as pesquisas nos dois turnos.
A legenda fará levantamentos sobre o conhecimento do parlamentar e a sua viabilidade. Em 2022, o Republicanos apoiou a reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e neste ano caminha para uma neutralidade. A possibilidade de uma candidatura própria passou a ser ventilada na legenda depois da crise de imagem que afeta o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Pré-candidato ao Palácio do Planalto, Flávio atravessa um momento de instabilidade na sua campanha depois da divulgação do envolvimento dele com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Além de pedir R$ 134 milhões para o filme Dark Horse, se tornou público também que o senador viajou com cota parlamentar ao encontro de Vorcaro em dezembro, depois que já havia sido preso por suspeita de fraude financeira.
Com sua presença forte nas redes sociais e com diálogo com a base bolsonarista, Cleitinho passou a ser cotado na disputa presidencial. Conhecido por relembrar sua origem humilde de verdureiro e com discurso forte de ser “anti-establishment”, o parlamentar costuma fazer apelos para pautas populares, críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e aos benefícios da classe política.
Em 2022, obteve 4,2 milhões de votos para o Senado por Minas Gerais. Antes, foi vereador de Divinópolis (MG) e deputado estadual.
Como mostrou o Metrópoles, o Republicanos de Minas já tem um plano caso a candidatura presidencial avance. O nome para a disputa estadual seria do ex-prefeito de Patos de Minas e ex-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) Luiz Eduardo Falcão, também do Republicanos e que até agora é cotado para ser o vice na chapa de Cleitinho em MG.
Do campo da direita, o senador se aproximou da pauta do fim da escala 6×1 encabeçada pela esquerda. Cleitinho é defensor da bandeira e na quinta-feira (21/5) usou uma caixa de pizza para criticar a suposta demora do avanço do tema no Congresso.
A ação foi publicada pelo próprio parlamentar nas redes sociais. “Levei uma pizza à tribuna do Senado para esfregar na cara dos políticos e mostrar que um dia de trabalho de um trabalhador, que é R$ 50, não compra nem uma pizza”, afirmou o senador.
Durante o discurso, Cleitinho também criticou a rotina de trabalho dos parlamentares e cobrou prioridade para a proposta que trata da redução da jornada de trabalho.
“Que moral que nós temos aqui? Inclusive, semana que vem, Sr. presidente [Davi Alcolumbre], parece que é semi-presencial de novo, não é? Aqui é terça, quarta e quinta. Raramente temos Congresso Nacional na quinta ”, denunciou o congressista.
Em um artigo, pesquisadores da divisão de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, avaliaram como jantar tarde da noite interfere no sono e na saúde metabólica. Esse hábito negativo também pode impactar no quadro de esteatose hepática, mais conhecido como gordura no fígado.
De acordo com a hepatologista Bruna Correia, que atende em Arapiraca (AL), o corpo segue um ritmo circadiano e, à noite, o metabolismo desacelera naturalmente para se preparar para o repouso. “Quando faz a refeição do jantar muito tarde e vai dormir logo em seguida, o organismo não tem tempo de queimar essa energia consumida”, explica a médica.
A especialista em cirrose e doenças hepáticas continua: “O resultado de jantar tarde é que o fígado entende que sobrou combustível e, em vez de descansar e se recuperar durante o sono, passa a noite fabricando gordura“. Ela destaca que optar por fazer essa refeição mais cedo e de forma leve é fundamental para a saúde.
“Até enquanto você dorme, o seu fígado sente as suas escolhas”, acrescenta a hepatologista.
Bruna pontua que o órgão do sistema digestório tem uma capacidade de recuperação incrível: “Ao melhorar a alimentação e se exercitar, você retira a ‘fonte’ que estava gerando a gordura e obriga o corpo a usar aquele estoque que está no fígado como combustível”. A médica frisa sobre a esteatose hepática ser reversível.

Para explicar a esteatose hepática, Bruna Correia afirma gostar de usar uma analogia: “Imagine que o fígado é como uma extensão de areia bem lisinha. A gordura não aparece de um dia para o outro, é como uma gota de água caindo nessa faixa de areia, sempre no mesmo lugar. Se cair uma gota hoje, não acontece nada. Mas, se todo dia cair, com o tempo, forma-se um buraco. Se não parar a gota, o buraco vira uma cratera”.
“Quanto à evolução da esteatose hepática, essa gota é o excesso de açúcar, farinha branca e sedentarismo. Quando o fígado recebe mais energia do que consegue processar, estoca isso em forma de gordura (triglicerídeos e ácidos graxos) dentro das células hepáticas“, frisa. Ela emenda: “O problema é que o fígado não foi feito para ser um ‘depósito’. Essa gordura acumulada causa uma inflamação silenciosa”.

O relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de fim da escala 6×1, o deputado federal Leo Prates (Republicanos-BA), negou nesta quinta-feira (21) haver discussões sobre a transição para adotar folga semanal de dois dias. Segundo o congressista, a previsão é de que a mudança comece a valer ainda em 2026. As informações são do jornal O Globo.
“O debate é sobre qual o tempo de transição útil e necessário para a implementação da redução da jornada. Esse eu acho que é o grande ponto de discussão entre nós”, declarou o deputado durante seminário em Belo Horizonte, em Minas Gerais.
Prates falou que a proposta ainda em discussão busca ser “o mais enxuta possível” o que deixa a parte de regulamentação para ser definida por leis posteriores e a partir de negociações coletivas entre sindicatos e trabalhadores. O congressista disse ainda que o texto não acolherá os acordos individuais previstos na reforma trabalhista. Segundo ele, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu não acatar a questão.
O deputado federal Alencar Santana (PT-SP) comunicou que a leitura do relatório da PEC foi adiada para segunda-feira (25). O presidente da comissão especial disse que ainda havia pontos a serem “maturados” e “melhor construídos”, como a transição da atual jornada de trabalho.
“Dois dias de descanso na semana, a redução da jornada para 40 horas sem a [diminuição] salarial, isso está mantido e garantido no texto constitucional. E, ao mesmo tempo, o fortalecimento das convenções de acordos coletivos”, afirmou Alencar em entrevista a jornalistas.
O parlamentar se reuniu na terça-feira (19) com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), o líder do governo na Casa Baixa, Paulo Pimenta (PT-RS), o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) e os ministros Luiz Marinho (Trabalho e Emprego) e José Guimarães (Secretaria de Relações Institucionais) e Prates. Depois do encontro, foi comunicado o adiamento da leitura do relatório que originalmente estava marcada para quarta-feira (20).
Aos jornalistas, Prates disse que Motta garantiu a votação da PEC no Plenário da Câmara na próxima semana. Segundo o relator, o presidente da Casa Baixa irá pautar a apreciação da proposta depois de concluído o procedimento na comissão especial.
A proteína é o macronutriente favorito de quem frequenta a academia. Ela é essencial para a recuperação muscular, a produção de hormônios e a manutenção da saciedade.
Se você quer ver o resultado dos seus treinos no espelho, bater a meta proteica diária é obrigatório.
Muitos atletas focam apenas no básico, mas variar as fontes é o segredo para uma dieta equilibrada.
As proteínas animais são consideradas “completas”. Elas contêm todos os aminoácidos essenciais que o corpo não produz sozinho.
Peito de frango: O clássico dos clássicos. É magro, versátil e possui cerca de 31g de proteína a cada 100g.
Ovos: A fonte mais biodisponível que existe. Não descarte a gema, pois nela estão vitaminas importantes para a hipertrofia.
Carne bovina magra: Patinho e maminha são ótimas opções. Oferecem ferro e creatina natural para os seus músculos.
Peixes: Salmão e atum são excelentes. Além da proteína, entregam o Ômega-3, que combate a inflamação pós-treino.
Laticínios: Iogurte grego, queijo cottage e whey protein são práticos e ajudam a manter o aporte proteico entre as refeições.
Para vegetarianos, veganos ou quem quer reduzir o consumo de carne, os vegetais são aliados poderosos.
Lentilha e feijão: Além de proteínas, são ricos em fibras que ajudam na digestão e no controle do índice glicêmico.
Grão-de-bico: Excelente para preparar homus ou saladas proteicas.
Tofu: Um “coringa” na cozinha. Absorve bem os temperos e é uma fonte de proteína completa de origem vegetal.
Quinoa: Diferente da maioria dos grãos, a quinoa possui um perfil de aminoácidos muito equilibrado.
Sementes e oleaginosas: Sementes de abóbora e amêndoas são ótimos snacks para elevar o total proteico do dia.
Não tente consumir toda a sua proteína em uma única refeição. O ideal é fracionar o consumo ao longo do dia (café da manhã, almoço, lanche e jantar).
Isso garante que o seu corpo tenha um fluxo constante de aminoácidos para reparar as fibras musculares.
Lembre-se: a quantidade ideal varia conforme seu peso e nível de atividade física. Consultar um nutricionista é o caminho mais rápido para o sucesso!
Os preços internacionais do petróleo voltaram a subir, nesta sexta-feira (22/5), diante do impasse prolongado nas negociações entre Estados Unidos e Irã pelo possível fim da guerra no Oriente Médio.
A perspectiva de fim da guerra entre EUA e Irã segue operando como o principal vetor dos mercados globais e afetando a cotação do petróleo. O conflito começou em 28 de fevereiro e, nesses quase três meses, mantém os agentes econômicos sob permanente tensão.
Nos últimos dias, o presidente dos EUA, Donald Trump, emitiu sinais contraditórios sobre a possibilidade de encerrar o conflito – ora dizendo que um acordo de paz estaria próximo e em outros momentos subindo o tom e ameaçando o regime iraniano.
Nessa quinta-feira (21/5), a emissora de TV estatal Al Arabiya, da Arábia Saudita, afirmou que os EUA e o Irã teriam chegado a uma versão de acordo, em negociações mediadas pelo Paquistão. Nenhum dos dois países, contudo, confirmou a informação.
Ainda assim, segundo a TV saudita, o rascunho do documento fixa um cessar-fogo imediato e abrangente. A abertura do Estreito de Ormuz também estaria contemplada no documento. Ela ocorreria por meio de um monitoramento compartilhado da região.
O Estreito de Ormuz é um canal marítimo estratégico localizado entre o Irã e os Emirados Árabes Unidos, considerado o “gargalo” mais importante do mundo para a energia por concentrar cerca de 20% a 30% do petróleo mundial e grande parte do gás natural liquefeito (GNL). O estreito é crucial para a economia global.
Presnel Kimpembe, ex-zagueiro do PSG, revelou o grande problema que afetou a convivência e a relação de Neymar, Messi e Mbappé na época em que atuaram juntos pelo clube francês. O defensor afirmou que o Paris enfrentava problemas para equilibrar a equipe quando o trio estava em campo e declarou que o “ego” prejudicava o time.
“Em termos de ego, foi difícil”, declarou Kimpembe sobre a convivência do trio.
Kimpembe foi revelado pelo PSG e passou grande parte da carreira no clube francês. O defensor, atualmente no Qatar SC, conviveu diretamente com o trio de estrelas na época em que atuaram no clube.
“Temos que ser honestos conosco mesmos, e até eles reconhecem isso. Estou muito feliz por ter jogado com eles. Tenho muito orgulho de ter jogado com jogadores desse calibre. Se alguém me dissesse isso há 15 anos, eu não acreditaria”, completou o zagueiro.
O trio jogou junto pelo PSG entre as temporadas de 2021 e 2023. Apesar do estrelato de Messi, Mbappé e Neymar, o clube não atingiu o grande objetivo da época ao contratar os astros: a conquista da Champions League.
Sentir o corpo instável, a cabeça “leve” ou até a impressão de que vai desmaiar pode assustar. Embora muita gente associe esses sintomas apenas a problemas no labirinto, órgão responsável pelo equilíbrio do corpo, especialistas alertam que a ansiedade também pode provocar episódios de desequilíbrio físico e tontura.
De acordo com o otorrinolaringologista Ricardo Valadares, do Hospital Santa Lúcia Sul, em Brasília, fatores emocionais interferem diretamente nas regiões cerebrais responsáveis pelo controle do equilíbrio.
Já o psiquiatra Oswaldo Petermann Neto, que atende na plataforma Doctoralia, explica que o organismo entra em estado constante de alerta durante crises de ansiedade. “A ansiedade frequentemente provoca sintomas físicos importantes, e a tontura está entre os mais comuns”, destaca.
Segundo Valadares, a ansiedade pode causar tontura e sensação de instabilidade por diferentes mecanismos do organismo. Entre eles estão alterações respiratórias provocadas pela hiperventilação, mudanças no controle da postura corporal, sobrecarga visual e estímulos neurológicos ligados ao estresse.
Já Petermann Neto explica que, durante momentos de ansiedade, há um aumento da adrenalina e ativação do sistema nervoso simpático. Isso altera a respiração, a frequência cardíaca e até a percepção corporal. “A hiperventilação reduz o gás carbônico no sangue e pode provocar tontura, sensação de irrealidade, formigamentos e impressão de desmaio iminente”, afirma.
Apesar da ansiedade causar sintomas físicos intensos, os médicos alertam que nem toda tontura tem origem emocional. Problemas vestibulares, como alterações no ouvido interno, costumam apresentar sinais mais específicos.
O otorrinolaringologista explica que sintomas como vertigem rotatória, náuseas, vômitos, tremor nos olhos e piora da tontura ao movimentar a cabeça podem indicar alterações vestibulares.
De acordo com o psiquiatra, doenças neurológicas ou do labirinto frequentemente vêm acompanhadas de perda auditiva, zumbido importante, alterações motoras e dificuldade na fala.
Embora muitos casos estejam relacionados ao estresse e à ansiedade, alguns sintomas exigem atendimento médico imediato. “Perda de força muscular, dificuldade para falar, alteração na deglutição, déficit visual, fraqueza intensa e incoordenação motora podem indicar condições neurológicas graves”, alerta Valadares.
Além disso, crises frequentes de ansiedade associadas ao medo constante de desmaiar, dificuldade para sair de casa ou prejuízo na rotina também merecem acompanhamento especializado.
“Quando a ansiedade se torna crônica, o cérebro permanece em estado constante de hipervigilância, fazendo com que o paciente perceba cada sensação física como ameaça”, explica Petermann Neto.
Com acompanhamento adequado, tanto os sintomas de ansiedade quanto os episódios de desequilíbrio podem ser controlados.
Os especialistas reforçam que ignorar sinais persistentes ou recorrer ao autodiagnóstico pode atrasar o tratamento correto. Por isso, diante de tonturas frequentes, sensação de instabilidade ou sintomas associados, a recomendação é buscar avaliação médica para identificar a causa e evitar complicações.
Quem faz musculação e exercícios aeróbicos no mesmo dia provavelmente já ficou na dúvida: afinal, é melhor correr antes ou depois do treino de força? A resposta depende principalmente do objetivo de cada pessoa.
A ordem das atividades pode interferir no rendimento, na recuperação muscular e até nos resultados ligados à hipertrofia ou emagrecimento. Por isso, entender como o corpo reage em cada situação ajuda a organizar melhor os treinos.

Para quem busca perda de gordura corporal, correr depois da musculação costuma ser uma estratégia bastante utilizada.
Isso acontece porque o treino de força usa grande parte das reservas de glicogênio, que é uma das principais fontes de energia do organismo durante exercícios intensos. Com a musculação feita primeiro, o corpo tende a chegar ao exercício aeróbico com parte dessas reservas reduzidas.
Na prática, isso pode favorecer maior utilização de gordura como fonte energética durante a corrida ou caminhada.
Além disso, a musculação também aumenta o gasto calórico total da sessão de treino, o que contribui para o déficit energético necessário para emagrecer.
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Já quem tem foco em melhorar desempenho na corrida, aumentar resistência cardiovascular ou preparar-se para provas costuma priorizar o aeróbico antes da musculação.
Isso porque exercícios de força podem gerar fadiga muscular e reduzir rendimento durante a corrida. Dependendo da intensidade do treino de pernas, por exemplo, correr depois pode ficar mais difícil.
Nesses casos, iniciar pela corrida permite manter melhor ritmo, velocidade e qualidade do treino aeróbico.
Treinos aeróbicos muito longos ou intensos, especialmente quando feitos antes da musculação, podem prejudicar desempenho no treino de força.
Quando o corpo chega muito cansado para levantar cargas, a qualidade da execução diminui e isso pode impactar os estímulos ligados à hipertrofia.
Por isso, equilíbrio é importante. Nem sempre mais tempo de treino significa melhores resultados.
A melhor estratégia costuma ser adaptar os treinos ao objetivo principal.
Durante o exercício aeróbico, controlar intensidade pode ajudar no desempenho e na segurança do treino.
De forma geral, muitas pessoas usam como referência uma faixa entre 65% e 75% da frequência cardíaca máxima durante corridas moderadas.
A estimativa mais conhecida para calcular a frequência máxima é:
FCmaˊx=220−idadeFC_{máx}=220-idade
Esse valor serve apenas como estimativa geral e pode variar conforme condicionamento físico e individualidade biológica.
Apesar da dúvida ser comum, a regularidade ainda é o fator mais importante para ter resultados consistentes.
Treinar com frequência, respeitar recuperação muscular, dormir bem e manter alimentação equilibrada fazem muito mais diferença no longo prazo do que apenas decidir qual exercício vem primeiro.
