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São Paulo nem chegou a precisar de uma "batalha dos Aflitos" contra o Náutico, no Recife, para se classificar às oitavas da Copa do Brasil. Um dos gols da vitória por 2 a 1, na noite desta terça-feira, foi marcado por Luciano com assistência de Oscar, dois atletas que ditaram o ritmo do resultado positivo jogando mais próximos em campo.

O camisa 8 fez a função de segundo volante e acompanhou bem Luciano, que atuou como uma espécie de meia, armando jogadas. Os dois se revezaram bastante na posição mais próxima da área, fazendo com que André Silva e Lucas Ferreira tivessem liberdade para receber.

Oscar, inclusive, dá outra dinâmica ao São Paulo. É um jogador mais solto em campo contrário, que independe de função para fazer o jogo acontecer. Participa muito, pensa, enxerga e oferece boas opções aos companheiros, principalmente no poderio decisivo das bolas paradas.

O camisa 10, por sua vez, tem um estilo de liderança, de movimentação. Distribuiu passes, atacou espaços, colaborou com a construção do companheiro e se posicionou bem para aparecer e buscar finalizações.

Quando o São Paulo precisar de alternativas para tentar se sobressair em relação aos inúmeros desfalques, os dois jogadores, juntos, podem ser o desafogo do time. Podem oferecer a tranquilidade da experiência em uma sequência difícil.

Além da classificação às oitavas da Copa do Brasil, o Tricolor já está confirmado na mesma fase da Libertadores e ocupa a 11ª colocação do Campeonato Brasileiro. O próximo compromisso será pelo torneio nacional, no sábado, às 18h30 (de Brasília), no Morumbis, diante do Mirassol.

O CSA segurou o empate em 0 a 0 com o Grêmio na noite desta terça-feira, na Arena, e se classificou às oitavas de final da Copa do Brasil, beneficiado pela vitória por 3 a 2 no jogo de ida, em Maceió. No fim da partida, um gol anulado do time gaúcho gerou polêmica, confusão e expulsão . Dirigentes foram para cima da arbitragem ainda no gramado. Os bastidores da Arena estiveram acalorados.

O relógio marcava 43 minutos do segundo tempo quando, em escanteio pela esquerda, Aravena aproveitou bate-rebate na pequena área e mandou a bola para o fundo da rede. Os gremistas comemoraram o placar que levaria a decisão para os pênaltis. Mas o árbitro Matheus Candançan anulou o lance, apontando falta

Então, os tricolores se desesperaram. Kannemann, capitão e principal envolvido no lance em que se bate com Igo Bahia, gesticula para o juiz analisar no VAR. Candançan decide verificar no vídeo e mantém a decisão de campo: falta do zagueiro no jogador do CSA. Revoltado, o centroavante Arezo dá uma peitada no homem do apito e recebe cartão vermelho.

Depois do apito final, o tumulto continuou até os corredores da Arena, com mais indignação dos donos da casa, inclusive de dirigentes do alto escalão.

– Alguém tem que entender por que eles fazem isso. Alguma razão tem que ter, porque não é possível – gritou o vice-presidente e membro do Conselho de Administração Eduardo Magrisso.

Bastidores quentes

Quando o jogo terminou, os jogadores cercaram a equipe de arbitragem ainda no gramado. No caminho para o túnel, já com proteção policial, o árbitro foi alvo de protesto do diretor de futebol Guto Peixoto, empurrado pelos policiais.

Na zona mista, o vice-presidente Eduardo Magrisso bradou também contra a decisão. Antes, no gramado, havia sacado a carteira do bolso e direcionado para o árbitro Matheus Candançan. Depois, foi encontrada uma nota de R$ 2 no gramado.

O árbitro, aliás, recebeu proteção policial também nos corredores da Arena. O vestiário da equipe de arbitragem é na frente do espaço do Grêmio, por isso a precaução. Na passagem para o reduto gremista, era nítido o barulho de batidas em portas e objetos jogados no chão.

Kannemann e Volpi foram as vozes das reclamações e mostraram indignação, apesar da atuação abaixo. O goleiro declarou que o time tem que jogar contra 11 adversários e também "contra a arbitragem".

O atacante Pavon ainda precisou comparecer ao Juizado Criminal da Arena acompanhado do vice de futebol Alexandre Rossato e do advogado Jorge Petersen. Conforme relato, o jogador teria tentado cuspir no árbitro, mas acabou por acertar um policial.

 

A poucos dias da abertura da próxima janela de transferências, que visa contratações para a Copa do Mundo de Clubes, o técnico Renato Gaúcho voltou a pedir reforços para o Fluminense. Neste caso, após o empate em 1 a 1 com o Juventude, neste domingo, no Alfredo Jaconi. O treinador pediu "de dois a três nomes" que "cheguem para decidir".

— Tem janela no meio do ano. Troco bastante conversa com o presidente e com o Paulo (Angioni). Se puderem me dar mais dois ou três jogadores para somarem a esse grupo, para a gente ficar mais fortalecido, melhor ainda. Tem que ser pontual, jogadores que cheguem para ajudar a decidir, principalmente na tomada de decisão — iniciou Renato.

Aí sim, com a parada do Mundial, vamos ver quem a gente pode trazer. Independentemente da posição, é trazer jogadores que vão se juntar e na virada do Mundial vamos estar com um grupo mais forte para buscar objetivos maiores.
— Renato Gaúcho, técnico do Fluminense

Essa não foi a primeira vez que Renato Gaúcho falou sobre o assunto. Após a derrota por 3 a 2 para o Atlético-MG, o treinador afirmou que "o clube sente um pouco no bolso, mas está atento" ao mercado. A próxima janela de transferência abre no dia 2 de junho e é especial para a disputa da Copa do Mundo de Clubes.

Recentemente, alguns nomes surgiram como especulados no Fluminense. Um deles é o goleiro Marcelo Lomba, do Palmeiras. Ele interessa porque o clube sempre pensou em ter dois goleiros experientes no elenco. O Tricolor não enviou proposta até o momento, mas pode fazê-lo caso o goleiro consiga a liberação do Palmeiras - o que não seria problema para o Alviverde.

Por outro lado, também foram ventilados o meia Vitinho, do Al-Ettifaq, e o atacante Carlos Vinicius, do Fulham.

São poucas sessões de treino e espaço reduzido para trabalhar a equipe. Entretanto, Dorival Júnior tenta ainda nessas primeiras semanas dar a própria assinatura ao Corinthians. Diante do Santos, as mudanças evidenciaram um time ainda em formação, travado. Mas, em clássico, os três pontos no fim são o que importa.

Graças a uma das poucas jogadas bem trabalhadas, com movimentação fluída e trabalho de bola, o Corinthians bateu o Santos por 1 a 0, na tarde de domingo, e voltou a vencer no Brasileirão.

De Igor Coronado para José Martínez, que, projetado aberto pela direita, cruzou na medida para Yuri Alberto anotar de cabeça e assegurar a vitória.

Ainda é pouco para uma equipe que quer brigar por coisas grandes no Brasileirão. Mas, em questão de confiança, vencer o clássico ajuda Dorival Júnior a ter mais segurança para implementar a própria filosofia e adequar esse time para pensar em coisas grandes.

Para projetar algo grande, porém, é preciso melhora e tempo para trabalhar. Tanto que no primeiro tempo, o público de 46 mil pessoas presentes na Neo Química Arena testemunhou um Corinthians com pouco trabalho de infiltração e que ainda cedia espaços ao Santos.

A escalação de Félix Torres como um defensor pela direita serviu para os embates contra Soteldo, mas gerou lacunas ofensivas. Carrillo, aberto pelo setor, pareceu mais isolado e teve dificuldades de infiltração, mesmo com passagens de José Martínez.

Igor Coronado, escalado para se aproximar de Yuri Alberto, recuava para buscar a bola e deixava o centroavante mais isolado. Era um Corinthians travado, longe do ataque fluído que se apresentou em algumas vezes na temporada.

Em contrapartida, mesmo combalido pelo início ruim de Brasileirão e sem Neymar, o Peixe foi quem mais assustou nos primeiros 45 minutos, também por erros defensivos apresentados pela equipe alvinegra.

Aos 20 minutos, o corte de cabeça de Yuri Alberto parou nos pés de Rollheiser, que cruzou na medida para Zé Ivaldo perder chance absurda, completamente livre. Aos 32, Cacá foi quem rebateu errado, nos pés de Barreal, que quase atingiu o ângulo de Hugo Souza.

Corinthians, por outro lado, só assustou com a cobrança de falta de Igor Coronado, aos 39 minutos. Brazão salvou no único lance a arrancar alguma reação do torcedor corintiano, que se incomodava com o ritmo moroso da equipe em Itaquera.

O intervalo trouxe uma mudança de panorama da partida. Dorival Júnior conseguiu ajustar alguns encaixes com a bola, especialmente com Igor Coronado achando espaço entre as linhas. O Corinthians passou a ter volume, mas pouco criava.

Foi o suficiente para empurrar o Santos para o campo defensivo e tornar o Corinthians minimamente perigoso. Ainda faltam entendimento e trabalhos para entrosar as novas movimentações. Porém, bastava um lance bem encaixado para o time chegar aos três pontos.

Igor Coronado conseguiu achar espaço aos 21 minutos e abriu para Martínez, que saiu do meio e abriu para a ponta direita. O volante cruzou na medida para Yuri Alberto desviar de cabeça e superar Gabriel Brazão, que chegou a fazer a defesa, porém depois de a bola cruzar a linha do gol.

O gol deixou o Corinthians mais leve. Aquele time travado começou a aproveitar, enfim, as fragilidades de um Santos que somou apenas 5 pontos de 27 disputados até o momento no Brasileirão.

O placar até poderia ter sido ampliado, mas a arbitragem viu falta de Félix Torres no lance que terminou com contra-ataque puxado pelo zagueiro, finalizado com categoria por Yuri Alberto.

Dorival ainda está no início e terá trabalho para deixar o Corinthians no mais alto nível competitivo. Falta tempo para trabalho e também peças, como os machucados Memphis e Garro.

Ainda engatinhando no trabalho e procurando os melhores encaixes, os três pontos no clássico servem como alento. Nada melhor do que trabalhar com confiança e leveza, naturais para quem superou um rival.

 

 

A nona rodada do Campeonato Brasileiro começa neste sábado com três partidas e, no domingo, mais sete jogos agitam o fim de semana. Os destaques ficam por conta dos quatro clássicos estaduais: Flamengo x BotafogoCorinthians x SantosCruzeiro x Atlético-MG e Bahia x Vitória.

Campeonato Brasileiro 2025

Fase única

Ceará

X

Sport

Ceará

Sport

Jogo: Ceará x Sport

  • Quando: sábado, 17 de maio;
  • Onde: Castelão, Fortaleza;
  • Horário: 16h (de Brasília);
  • Transmissão: Premiere;

 

Ceará x Sport: informações e palpite para o jogo

Vasco

X

Fortaleza

Vasco

Fortaleza

Jogo: Vasco x Fortaleza

  • Quando: sábado, 17 de maio;
  • Onde: São Januário, Rio de Janeiro;
  • Horário: 18h30 (de Brasília);
  • Transmissão: Cazé TV, Premiere e Record;

 

Vasco x Fortaleza: informações e palpite para o jogo

Campeonato Brasileiro 2025

Fase única

São Paulo

X

Grêmio

Jogo: São Paulo x Grêmio

  • Quando: sábado, 17 de maio;
  • Onde: Morumbis, São Paulo;
  • Horário: 21h (de Brasília);
  • Transmissão: Premiere e SporTV;

Campeonato Brasileiro 2025

Fase única

Corinthians

X

Santos

Corinthians

Santos

Jogo: Corinthians x Santos

  • Quando: domingo, 18 de maio;
  • Onde: Neo Química Arena, São Paulo;
  • Horário: 16h (de Brasília);
  • Transmissão: Globo (Todo Brasil, menos BA, RJ, RS, ES e Juiz de Fora) e Premiere;

Corinthians x Santos: informações e palpite para o jogo

Campeonato Brasileiro 2025

Fase única

Bahia

X

Vitória

Jogo: Bahia x Vitória

  • Quando: domingo, 18 de maio;
  • Onde: Casa de Apostas Arena Fonte Nova, Salvador;
  • Horário: 16h (de Brasília);
  • Transmissão: Globo (apenas BA) e Premiere;

Campeonato Brasileiro 2025

Fase única

Juventude

X

Fluminense

Jogo: Juventude x Fluminense

  • Quando: domingo, 18 de maio;
  • Onde: Alfredo Jaconi, Caxias do Sul;
  • Horário: 16h (de Brasília);
  • Transmissão: Globo (RJ, RS, ES e Juiz de Fora) e Premiere;

Campeonato Brasileiro 2025

Fase única

Flamengo

X

Botafogo

Jogo: Flamengo x Botafogo

  • Quando: domingo, 18 de maio;
  • Onde: Maracanã, Rio de Janeiro;
  • Horário: 18h30 (de Brasília);
  • Transmissão: Premiere;

Campeonato Brasileiro 2025

Fase única

Bragantino

X

Palmeiras

Bragantino

Palmeiras

Jogo: Bragantino x Palmeiras

  • Quando: domingo, 18 de maio;
  • Onde: Cícero de Souza Marques, Bragança Paulista;
  • Horário: 18h30 (de Brasília)
  • Transmissão: Premiere;

Bragantino x Palmeiras: informações e palpite para o jogo

Cruzeiro

X

Atlético-MG

Jogo: Cruzeiro x Atlético-MG

  • Quando: domingo, 18 de maio;
  • Onde: Mineirão, Belo Horizonte;
  • Horário: 20h30 (de Brasília);
  • Transmissão: Amazon Prime;

Campeonato Brasileiro 2025

Fase única

Internacional

X

Mirassol

Jogo: Internacional x Mirassol

  • Quando: domingo, 18 de maio;
  • Onde: Beira-Rio, Porto Alegre;
  • Horário: 20h30 (de Brasília);
  • Transmissão: Premiere e SporTV;

O apito final no estádio Centenário, em Montevidéu, veio seguido de um recado do torcedor do Corinthians presente no local: de que o clássico de domingo contra o Santos “é guerra”. A mensagem foi clara, mas nada que mude o planejamento estipulado por Dorival Júnior para as primeiras semanas de trabalho no Parque São Jorge. É jogo a jogo.

Diante do Racing-URU, Dorival arriscou, poupou titulares e saiu com a vitória por 1 a 0, nesta quinta-feira, que coloca o time na segunda posição do Grupo C da Sul-Americana. Mesmo com o risco de se complicar no torneio, o treinador sustentou a ideia de segurar nomes importantes para o clássico do fim de semana.

Outros que atuaram como titulares no Uruguai, caso de Romero, podem começar no banco de reservas diante do Santos. Memphis, em tratamento para uma entorse no tornozelo direito, é dúvida para domingo.

No Uruguai, Yuri Alberto, Carrillo e Coronado entraram no intervalo; Maycon e José Martínez no decorrer do segundo tempo. Matheuzinho e Angileri, titulares das laterais, nem jogaram. O foco é ter o time inteiro a cada jogo, priorizando o lado físico.

– Essas mudanças vão continuar acontecendo, porque é uma sequência muito grande que pode tirar resultados melhores. Lembra a atuação contra o Flamengo? Queremos evitar ter uma atuação como aquela – acrescentou o treinador, lembrando da última dura derrota do time.

Do camarote do Maracanã, após acertar contrato, Dorival Júnior testemunhou a goleada por 4 a 0 do Flamengo sobre o Corinthians, em partida de pouca competitividade do time dirigido pelo interino Orlando Ribeiro.

– Estamos tentando evitar o que vemos nas equipes, em todas, problemas musculares, tirando às vezes três jogadores a cada partida. Isso que estamos tentando evitar – comentou o treinador.

Dessa forma, diante do Santos no domingo, a partir das 16h (de Brasília), na Neo Química Arena, Dorival Júnior deve levar a campo um time bem modificado na comparação com a escalação titular desta quinta-feira.

A sequência do Corinthians ainda tem o Novorizontino, na próxima quarta, novamente em Itaquera, para definir um classificado às oitavas de final da Copa do Brasil, e o Atlético-MG, no fim de semana seguinte, em Belo Horizonte, pelo Brasileirão.

Somente depois desses três compromissos, o Timão volta o foco para a decisão da vaga na Sul-Americana. Para não depender do resultado de América-COL x Racing-URU, o time de Dorival Júnior deve vencer o Huracán, na Argentina.

 

O Nacional conseguiu somar os quatro pontos que tem no Grupo F da Libertadores em solo brasileiro. Causou problemas a Internacional e Bahia da mesma forma. Bem fechado na defesa e potente em contragolpes. Na noite desta quinta-feira, o Colorado não foi necessariamente um time reativo o tempo inteiro, mas construiu os gols da vitória e outras jogadas importantes em contra-ataques.

Os três pontos dão ao Inter a segunda colocação no Grupo F, além da vantagem de dois resultados contra o Bahia, na última rodada, em Porto Alegre. Se não perder, disputará as oitavas de final. Ricardo Mathias abriu o placar no fim do 1º tempo, mas Aguirre foi o melhor em campo. Começou o contragolpe no primeiro tento, deu assistência, e ainda marcou o segundo gol aos 51' da 2ª etapa.

Escalações

Pablo Peirano abriu mão do esquema com três zagueiros diante da torcida tricolor. Montou um 4-1-4-1. O meia Maurício Pereyra entrou e o zagueiro Calione saiu. Jeremia Recoba perdeu espaço para Diego Romero.

Já Roger Machado optou novamente por três volantes de ofício. Desta vez, porém, o ''falso ponta'' foi Thiago Maia, que recompôs auxiliando Bernabei pela esquerda e em fase ofensiva se convertia em mais um elemento do meio-campo. Bruno Tabata ficou no banco. Ricardo Mathias foi o centroavante.

O jogo

O primeiro minuto no Parque Central passou a sensação equivocada do que poderia ser a 1ª etapa. O Nacional iniciou de maneira agressiva e chegou com perigo duas vezes. Nico López chegou a ter um gol anulado por impedimento. O que veio na sequência, porém, mostrou um cenário diferente de quando os Albos surpreenderam o Colorado e o Bahia em jogos no território brasileiro.

Diante de sua torcida, não dava para passar o tempo inteiro recuado para explorar contragolpes. O time da casa não deixou de fazer isso, mas precisou passar mais tempo com a bola nos pés do que esteve habituado nesta Libertadores. E aí se revelou a limitação uruguaia para produzir algo diante de uma defesa postada e sem grandes espaços.

O Nacional não produziu mais nada ao longo de todo o 1º tempo. Conseguiu um bom contragolpe com Villalba, sempre a força motriz da equipe pela direita, mas a jogada não pôde ser terminada por novo impedimento de Nico López. O Inter não correu mais riscos. Se postava em duas linhas de quatro por trás de Alan Patrick e Ricardo Mathias. Protegia os setores e evitava subir muito a marcação.

Com a bola, poderia ter sido um time mais insinuante. Talvez tenha tomado cuidados para não ceder contragolpes em campo aberto ao Nacional. Thiago Maia flutuava para o centro, tentava jogar perto de Fernando, Bruno Henrique e Alan Patrick. Bernabei e Aguirre aos poucos ocupavam os flancos, mas evitavam se lançar muito a frente. Wesley traçava diagonais para se aproximar de Ricardo Mathias.

O Colorado conseguiu um bom contra-ataque antes dos 15 minutos. Mejía voou para impedir o gol de Alan Patrick, após transição iniciada por Wesley. O atacante se mexia com desenvoltura e ganhava duelos contra os rivais. Foi dele o cruzamento para o gol anulado de Thiago Maia de cabeça, que estava impedido. Na parte final do 1º tempo os gaúchos foram um pouco mais agressivos.

Antes era um time estático. Trocava passes de forma burocrática ao se instalar no campo adversário. Conseguiu construir o gol em ataque rápido pela direita. Aguirre foi esperto e não demorou a cobrar um lateral que pegou o lateral Báez muito longe do seu setor. Alan Patrick esperou a aproximação de Bruno Henrique e Thiago Maia, e o próprio Aguirre cruzou para Ricardo Mathias abrir o placar.

O jovem centroavante se antecipou a Calione, que havia acabado de entrar na vaga do experiente Coates. Impressionante como a proteção de área dos donos da casa caiu após a lesão de Coates. É a referência defensiva e grande liderança dos Albos.

Isso ficou ainda mais nítido no início do 2º tempo. Ricardo Mathias teve liberdade para finalizar duas vezes diante de Mejía em menos de dois minutos, mas desperdiçou. Bruno Henrique entrava livre e sem goleiro na pequena área em um deles.

Apesar de quase sofrer dois gols relâmpagos depois do intervalo, o Nacional mostrou mais poderio ofensivo. O atacante Petit e o meia-atacante Jeremia Recoba substituíram Diego Romero e Pereyra. A equipe ganhou agressividade e Nico López chegou muito perto de empatar em grande jogada na entrada da área. Mandou uma bomba no travessão de Anthoni, que nada poderia fazer.

Thiago Maia sentiu antes dos dez minutos e deu lugar a Ronaldo. Wesley passou a jogar pela esquerda, e Bruno Henrique fez o papel que Thiago Maia cumpriu na 1ª etapa, mas a partir do lado direito. Ronaldo fez dupla com Fernando na frente da área. A equipe não reagiu bem às transformações. Teve dificuldades para segurar a bola e a pressão do Nacional se formou.

Roger não demorou a mexer. Sacou o amarelado Victor Gabriel para a entrada de Juninho na zaga. Ricardo Mathias e Bruno Henrique também saíram. Gustavo Prado e Bruno Tabata entraram para atuar pelos lados. Wesley foi adiantado para o centro do ataque, mas o Colorado seguia sem reter a posse para desafogar a defesa. Tão pouco roubava bolas que possibilitassem contragolpes.

A tentativa da vez foi renovar o fôlego no ataque. Lucca substituiu Wesley. Pablo Peirano abdicou da defesa ao sacar o lateral-esquerdo Báez e colocar o centroavante Herazo. Depois tirou o volante Boggio e botou o ex-Santos e Galo Otero. A equipe passava a ter quatro atacantes e três meias de ofício. Naturalmente cedeu espaços, e o Inter quase ampliou em chutes de Bernabei e Gustavo Prado.

A pressão dos donos da casa não tinha cessado. O Inter deu alguns vacilos em saídas de bola que quase causaram gols ao Nacional, mas ao menos conseguia respirar um pouco mais com a posse no campo de ataque. Otero bateu uma falta no travessão nos acréscimos, Gustavo Prado havia desperdiçado grande chance um pouco antes.

Bastante criticado em jogos recentes, Anthoni mostrou velocidade de reação em intervenções importantes. Outro jogador que não goza de tanto prestígio assim com a torcida colorada, o lateral-direito Aguirre deu números finais ao placar já aos 51 minutos do 2º tempo. Disparou sozinho em contragolpe após Tabata ganhar uma dividida e driblou Mejía para ampliar.

Depois de três derrotas seguidas e atuações ruins, nada como superar um desafio deste tamanho com um triunfo merecido. O Colorado não foi melhor o jogo inteiro, mas soube lidar com as dificuldades de um cenário bem adverso em determinados momentos.

O céu parece o limite para o Palmeiras de 2025. Com mais uma atuação dominante na Conmebol Libertadores, desta vez contra o Bolívar, no Allianz Parque, o Verdão chegou à quinta vitória em cinco jogos, garantiu a liderança geral da fase de grupos e faz os feitos parecerem fáceis.

Esta é a sexta vez nas últimas oito edições que o Palmeiras consegue alcançar a marca. Nesta temporada, porém, os 100% de aproveitamento contra adversários tradicionais da América do Sul dão um tom diferente e sinalizam algo grande que o clube vem fazendo.

Enquanto adversários se complicam em outros grupos, o Verdão vive seu auge, um dos melhores desde que Abel Ferreira assumiu o comando da equipe, em 2020. O Palmeiras atual tem um repertório infinito de estratégias e escalações que permitem ao treinador mudar a hora que quer e ditar o ritmo do jeito que ele deseja.

O alviverde entrou em campo na última quinta-feira já classificado, e por isso Abel optou por fazer diversas alterações na equipe. Nomes como Estêvão, Gustavo Gómez e Paulinho nem sequer foram relacionados.

Vai ser repetitivo, mas é necessário dizer mais uma vez: mesmo sem alguns dos titulares, a intensidade e forma de jogar foi a mesma.

O grande segredo do Palmeiras tem sido esse equilíbrio entre titulares e reservas. Em algumas ocasiões é até difícil citar quem é dono da posição no meio de campo, por exemplo.

– É o que Abel planejou nesse começo do ano, o que ele pediu para diretoria, ter dois ou três da mesma posição. O mais importante é que não tem vaidade, nenhuma torcida contra nosso companheiro, e por isso que o Palmeiras mesmo trocando, perdendo jogador por lesão, consegue manter o mesmo padrão e estamos brigando por todos os títulos por causa dessa coletividade. Parabenizar o trabalho da diretoria e de todo o elenco – disse Marcos Rocha.

Essa rotação tem sido uma das grandes chaves para o elenco conseguir um descanso e performar sempre em alto nível, seja qual for o adversário ou competição.

Talvez seja por isso que nesta Libertadores o Verdão fez as cinco vitórias nos cinco jogos da fase de grupos parecerem algo natural. Mas é que a fórmula adotada tem sido tão precisa e bem executada que deixa essa sensação.

Não é que os adversários são fracos, é o Palmeiras que criou uma estratégia que o fez ficar forte.

E essa força terá que ser medida agora em uma sequência pesada e que irá colocar todo esse discurso feito aqui à prova. Nas próximas três rodadas, a equipe enfrentará os outros três que completam o G-4 do Brasileirão: Bragantino, Flamengo e Cruzeiro.

Será neste momento que o Palmeiras mostrará se a frase inicial desta análise é uma realidade. O céu parece o limite, e dependendo do que fizer nessa sequência talvez o céu seja, sim, o limite.

Por enquanto, a torcida vai curtindo sua lua de mel com um time coeso, brigador e que demonstra a cada jogo que passa que vive uma sinergia no grupo que pode levar o Verdão a conquistas e mais conquistas em 2025.

 

Corinthians segue vivo na Copa Sul-Americana. Na noite desta quinta-feira, o Timão bateu o Huracán, por 1 a 0, e assumiu a segunda colocação do Grupo C com oito pontos ganhos. Por mais que não tenha tido uma grande atuação, o elenco festejou a vitória e deixou o gramado do estádio Centenário, no Uruguai, projetando o clássico de domingo com o Santos.

– Jogo muito difícil, de poucas oportunidades. Sabemos que o jogo era importante, precisávamos vencer para ter a chance de classificação. Ano passado, batemos na trave e, desta vez, vamos fazer o possível para trazer a alegria à torcida – iniciou Yuri Alberto, citando a campanha do ano passado, quando o Timão parou na semifinal.

– No domingo temos uma partida importante, um clássico, é uma final para nós. É um grande clássico, quero pedir o apoio de todos para que, juntos, a gente consiga mais uma grande vitória – finalizou o camisa 9 na entrevista de saída de campo.

Autor do único gol da partida, o lateral Matheus Bidu enalteceu o triunfo e a situação no grupo. Afinal, com o resultado desta noite, o Timão ultrapassou o América de Cali na tabela de classificação, entrou na zona de classificação para a repescagem da Copa Sul-Americana e agora decide a vaga no mata-mata diante do Huracán, na Argentina.

– Sabíamos que seria um jogo extremamente difícil, independente de como foi a partida, lutamos até o final, ganhamos e agora temos o último jogo contra o Huracán para buscar a classificação.

A opinião foi compartilhada pelo peruano André Carrillo, que entrou no intervalo e foi decisivo para a construção da vitória corintiana em Montevidéu.

– Os três pontos servem para que a gente acredite na luta até o fim. Agora é jogar contra o Huracán na casa deles e vamos atrás da classificação – concluiu o meio-campista.

O clássico com o Santos, válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, será disputado no domingo, a partir das 16h (de Brasília). O Timão tem dez pontos ganhos, está no meio da tabela e tenta voltar ao caminho das vitórias na Série A para se aproximar do grupo dos classificados para a Conmebol Libertadores do ano que vem.

 

- Você tem que demonstrar dentro do campo que realmente quer ganhar essa competição. A equipe passou essa mensagem.

 

A declaração de Filipe Luís resume bem o que é a análise da vitória por 2 a 0 sobre a LDU, na noite de quinta-feira, no Maracanã. O Flamengo, como ainda não tinha feito antes nesta Libertadores, teve postura de um time que queria vencer. O nível alto de concentração fez a diferença para o Rubro-Negro chegar à última rodada menos pressionado e mais perto da classificação.

Até então parecia existir dois Flamengos diferentes, o do Campeonato Brasileiro e o da Libertadores. Na quinta, com a obrigação de vencer a LDU, o time intenso e dominante de Filipe Luís deu as caras na competição continental. Este Flamengo, mesmo com alguns erros de decisão no terço final, é difícil de segurar. E o time equatoriano vivenciou isso no Maracanã.

A LDU praticamente correu atrás da bola o jogo todo. Conseguiu apenas dois ou três escapes nos 90 minutos, mas nenhum gerou oportunidade de trabalho para o goleiro Rossi.

Sem Pulgar e Allan, lesionados, o técnico Filipe Luís fez mexidas certeiras e que influenciaram diretamente no desempenho do Flamengo. Gerson voltou a atuar como volante, ao lado de De la Cruz, e Luiz Araújo entrou no time titular. O trio, junto a Léo Ortiz, ditou o ritmo da vitória.

A proposta da LDU, ao contrário do que se desenhou, não foi ficar postada na defesa esperando o Flamengo. O adversário tentou ganhar campo, mas não conseguiu sair da pressão rubro-negra e se mostrou frágil diante de um Fla determinado a alcançar seu objetivo.

O gol cedo, mais uma vez, condicionou o jogo do Flamengo. Aos 9 minutos, Luiz Araújo cobrou escanteio para Léo Ortiz abrir o placar. E aí um gesto de Gerson é autoexplicativo para a postura apresentada pelo time. O capitão quase não esperou a bola tocar na rede. Colocou-a debaixo dos braços e posicionou-a no meio-campo, chamando os colegas para retomarem logo suas posições para o jogo recomeçar. Não quis saber de comemoração. A meta era uma vantagem mais larga.

Flamengo intenso e dominante de Filipe Luís dá as caras na Libertadores — Foto: Adriano Fontes/Flamengo

O nível de entrega do Flamengo fez a diferença. Diferentemente do que se viu nos jogos anteriores do time na Libertadores, especialmente nas duas partidas contra o Central Córdoba.

Com Gerson e De la Cruz no meio, o Flamengo ganhou ritmo. A dupla distribuiu e acelerou o jogo, ajudando na rápida recuperação da bola quando necessário. Do lado direito do ataque, Luiz Araújo contribuiu com o que faltou ao time em boa parte do primeiro tempo: estar mais perto do gol.

- O Luiz tem gol, tem assistência, gera perigo perto da área - reconheceu Filipe Luís.

O camisa 7 qualificou a bola parada do Flamengo e chutou sempre que teve espaço. O que não aconteceu com outros jogadores. O Fla teve 70% de posse e muita presença no campo ofensivo, mas não criou tantas chances perigosas no primeiro tempo. Faltava chutar. E isso é algo que Luiz Araújo faz bem. A dobradinha com Wesley encaixou.

Foram 25 minutos de pressão incessante. Toques rápidos, decisões acertadas, domínio do campo, controle da posse de bola e muita vontade de fazer o segundo gol. O plano de jogo funcionou. Mesmo quando o Flamengo deu um pouco de espaço para a LDU, o time não sofreu. Foi superior o primeiro tempo todo, o que foi traduzido em números:

  • Finalizações: 12 x 1
  • Posse de bola: 62% x 38%
  • Escanteios: 7 x 0
  • Passes: 310 x 148

O que o Flamengo fez foi cansar a LDU na primeira parte do jogo. Poderia ter sido melhor, se estivesse mais ajustado no último terço. Os equatorianos se livraram de uma derrota pior.

Apesar de a LDU exigir pouca participação da defesa rubro-negra, a dupla de zaga participou bastante do jogo. Léo Ortiz e Léo Pereira se posicionaram no meio-campo e acompanharam o avanço do time. Pelo lado esquerdo, Michael e Alex Sandro geraram muito volume. Foi do lateral-esquerdo a jogada do segundo gol. Ele entrou na área, fez fila e tocou para trás. Ricardo Adé tentou afastar, e a bola parou nos pés do decisivo Luiz Araújo, aos 8 minutos.

O segundo gol no início da etapa final mudou a dinâmica do jogo no Maracanã. O Flamengo passou à frente da LDU no saldo de gols e obrigou o time de Quito a se expor mais. O Fla cadenciou a partida, e Filipe Luís fez mudanças para tentar explorar os espaços adversários. Pedro, Cebolinha e Wallace Yan entraram. Com o camisa 9 em campo, faltou cruzar mais na área, como aconteceu no primeiro tempo. Foram só duas finalizações rubro-negras na etapa final. Depois de muita intensidade, o fôlego naturalmente diminuiu, mas sem causar sérios riscos.

“Tentamos ser humildes, mas o Flamengo não deixa”, comemora Arthur | A Voz da Torcida

Não foi o melhor jogo do Flamengo na temporada. O time cometeu erros técnicos e perdeu a chance de um placar mais decisivo para a classificação. Ainda assim, a estratégia foi bem executada, e o Rubro-Negro dominou a LDU nos 90 minutos. Com o desejo de jogar e de vencer e com a aplicação tática que o Fla mostrou, a vaga nas oitavas ficou mais perto. Com este nível de concentração, sempre é difícil para os adversários enfrentar e passar ileso à equipe de Filipe Luís.

Na Libertadores, o Flamengo voltará a jogar no dia 28 de maio, contra o Deportivo Táchira, também no Maracanã. O time rubro-negro depende só de si para avançar na Libertadores.

Confira a íntegra da coletiva de Filipe Luís após a vitória do Flamengo sobre a LDUFlamengo 2 x 0 LDU | Gols | 5ª rodada | CONMEBOL Libertadores 2025

 

No Uruguai, o Corinthians tem a missão de vencer o Racing nesta noite, a partir das 19h (horário de Brasília), para manter vivo o sonho de classificação ao mata-mata da Copa Sul-Americana. O Timão tem apenas cinco pontos ganhos no torneio continental e se encontra em situação delicada na tabela.

Mesmo diante deste cenário, o técnico Dorival Júnior optou por uma escalação mista - poupando alguns de seus titulares. A decisão se dá por dois motivos principais: o clássico de domingo, contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro, e a necessidade de ter em campo aquilo que de melhor o Corinthians pode entregar no aspecto físico.

A provável formação tem nomes como Léo Maná, João Pedro Tchoca, Charles, Talles Magno e Héctor Hernández como titulares. O quinteto geralmente costuma ficar no banco de reservas, mas deve ganhar a oportunidade no Uruguai por estar em plena forma física.

Desde sua chegada ao Corinthians, Dorival tem deixado claro que rodará o elenco sempre que possível para dar oportunidade a todos e conseguir encaixar alguns dias de descanso em meio ao calendário apertado com as disputas de Brasileirão, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana.

Recentemente, inclusive, o comandante do Timão sequer relacionou Fabrizio Angileri e Matheuzinho para jogos importantes. Em um movimento parecido, deixou Yuri Alberto, Raniele e André Carrillo no banco de reservas por controle de carga e preservação.

A iminência do jogo com o Santos, domingo, na Neo Química Arena, pesa na balança corintiana. A equipe tem dez pontos ganhos no Brasileirão, está no meio de tabela e não quer deixar os líderes abrirem distância. Vencer o clássico é a prioridade do Timão nos próximos dias.

Por fim, Dorival e seus auxiliares também levaram em conta a fragilidade do adversário. Embora não vá admitir publicamente, o Corinthians entende que tem plenas condições de bater o Racing, no Uruguai, jogando com uma formação mista.

A equipe de Montevidéu perdeu todos os seus quatro jogos no Grupo C da Copa Sul-Americana e é o saco de pancadas da competição.

Cristiano Ronaldo é o atleta mais bem pago do mundo em 2025. A revista "Forbes" divulgou nesta quinta-feira sua tradicional lista, colocando o craque português do Al-Nassr em primeiro lugar, com um rendimento de 275 milhões de dólares (cerca de R$ 1,5 bilhão), somando salário e patrocínios.

O pódio é completado por Stephen Curry, astro da NBA, com 156 milhões de dólares, e o boxeador Tyson Fury, com 146 milhões de dólares.

Além de Cristiano Ronaldo, outros dois futebolistas estão no top 10: Messi ocupa a quinta posição, e Benzema, a oitava. A lista contém ainda três jogadores da NBA: Curry, LeBron James e Durant.

Veja os 10 atletas mais bem pagos do mundo em 2025:

  1. Cristiano Ronaldo (futebol) - 275 milhões de dólares
  2. Stephen Curry (basquete) - 156 milhões de dólares
  3. Tyson Fury (boxe) - 146 milhões de dólares
  4. Dak Prescott (futebol americano) - 137 milhões de dólares
  5. Lionel Messi (futebol) - 135 milhões de dólares
  6. LeBron James (basquete) - 133,8 milhões de dólares
  7. Juan Soto (beisebol) - 114 milhões de dólares
  8. Karim Benzema (futebol) - 104 milhões de dólares
  9. Shohei Ohtani (beisebol) - 102,5 milhões de dólares
  10. Kevin Durant (basquete) - 101,4 milhões de dólares

Nesta quinta-feira, a partir das 19h (horário de Brasília), Racing e Corinthians medem forças no estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai, pela quinta rodada do Grupo C da Copa Sul-Americana. O ge segue todos os lances em tempo real.

Lanterna da chave, o Racing recebe o Corinthians com a missão de cumprir tabela no torneio continental. Embora ainda tenha chances remotas de classificação, a equipe uruguaia sequer somou pontos na Sul-Americana com quatro derrotas em quatro partidas disputadas.

O Timão também vive situação delicada. Antes apontado como favorito do grupo, o Alvinegro tem cinco pontos ganhos, está na terceira colocação da chave e precisa vencer o Racing nesta noite para manter vivo o sonho de classificação ao mata-mata do torneio continental.

Apenas o líder avança diretamente para a fase oitavas de final. O segundo colocado de cada chave vai disputar uma eliminatória com um dos terceiros colocados dos grupos da Libertadores para definir mais oito times nas oitavas da Sul-Americana.

Onde assistir

  • Transmissão: ESPN no Disney +
  • Escalações prováveis

    Racing - Técnico: Cristian Chambian

    Mandante do confronto, o Racing deve encarar o Corinthians no esquema 3-5-2 que vem utilizando durante a maior parte de sua participação na Copa Sul-Americana. A proposta dos uruguaios é ter solidez defensiva e conseguir atacar em velocidade pelos lados do campo.

    Provável time: Lautaro Amadé; Guillermo Cotugno, Gastón Bueno, Maximiliano Pinela; Agustín Pereira, Martín Ferreira, Juan Pablo Bosca, Lucas Rodríguez; Mateo Cáceres, Bautista Tomati e Alejandro Severo.

    Corinthians - Técnico: Dorival Júnior

    Por mais que precise da vitória para se manter vivo na competição, o Corinthians irá a campo com uma formação mista. O técnico Dorival Júnior deve poupar alguns de seus titulares para esta partida para ter força máxima no duelo de domingo, contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro.

    Apesar das mudanças, o Timão deve manter o esquema com quatro meio-campistas. A ideia é proteger o sistema defensivo sem abrir mão da força ofensiva - marca registrada da equipe desde a temporada passada, ainda sob o comando do argentino Ramón Díaz.

    Provável time: Hugo Souza; Léo Maná, André Ramalho, Cacá (João Pedro Tchoca) e Fabrizio Angileri (Matheus Bidu); José Martínez, Maycon (Charles), André Carrillo e Igor Coronado; Talles Magno (Héctor Hernández) e Romero.

    • Quem está fora: Félix Torres (suspenso), Rodrigo Garro (tratamento de tendinopatia patelar no joelho direito), Gustavo Henrique (tratamento de hérnia inguinal), Memphis Depay (entorse no tornozelo direito) e Raniele (edema no músculo anterior da coxa direita).
    • Pendurados: André Carrillo.

    Arbitragem

    • Árbitro: José Cabero (Chile)
    • Árbitro Assistente 1: Alan Saldoval (Chile)
    • Árbitro Assistente 2: Carlos Venegas (Chile)
    • Quarto Árbitro: Daniel Ureta (Peru)
    • Árbitro de Vídeo: Francisco Gilabert (Chile)

Flamengo e LDU se enfrentam nesta quinta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Maracanã, pela quinta rodada do Grupo C da Libertadores. O Rubro-Negro entra pressionado pela vitória para se manter vivo na competição. O ge acompanha todos os lances em Tempo Real.

Com cinco pontos na terceira colocação do Grupo C, o Flamengo ainda depende só de si para avançar às oitavas de final. Para isso, precisa vencer os dois jogos restantes e fazer saldo de gols. Se empatar com a LDU nesta noite, o time ainda terá chances de classificação, mas dependerá de outro resultado na rodada final. O clima promete ser de apoio e apreensão no Maracanã.

A LDU ocupa o segundo lugar do Grupo C, com oito pontos, e vem ao Rio com a missão de vencer, eliminar o Flamengo e garantir com antecedência sua vaga na próxima fase da Libertadores. O time equatoriano busca pelo menos um empate para chegar com boas chances de classificação na rodada final. O técnico Pablo Sánchez jogou a pressão para o Rubro-Negro e acredita que a obrigação pode gerar nervosismo nos jogadores adversários.

Transmissão

  • ESPN e Disney+.
  • Flamengo - Técnico: Filipe Luís

    Filipe Luís teve que lidar com desfalques importantes para montar o time. Ainda sem o atacante Plata, com edema ósseo no joelho direito, o técnico também não poderá contar com os volantes Pulgar e Allan, que se machucaram no jogo contra o Bahia. Evertton Araújo deve ser o titular.

    Reserva no último fim de semana, Pedro tende a continuar no banco. O centroavante ainda busca sua melhor forma física após voltar de grave lesão no joelho esquerdo.

    Provável escalação do Flamengo: Rossi; Wesley, Léo Ortiz, Léo Pereira (Danilo), Alex Sandro; Evertton Araújo, De La Cruz, Gerson, Arrascaeta; Michael (Juninho) e Bruno Henrique (Pedro).

    • Desfalques: Viña (joelho direito), Plata (joelho direito), Allan (coxa direita) e Pulgar (coxa direita).
    • Pendurados: De la Cruz e Arrascaeta.
    • LDU - Técnico: Pablo Sánchez

      O técnico Pablo "Vitamina" Sánchez tem dúvida para escalar a defesa da LDU. Ricardo Adé teve um problema na panturrilha e ainda não é presença confirmada. Se o zagueiro começar no banco, Darío Aimar deverá ser o titular no Maracanã.

      Provável escalação da LDU: Gonzalo Valle; Daniel De La Cruz, Ricardo Adé (Darío Aimar), Gian Franco Allala, Leonel Quiñónez; Kevin Minda, Carlos Gruezo, Fernando Cornejo; Lisandro Alzugaray, Álex Arce e Alexander Alvarado.

      • Desfalque: Bryan Ramírez (suspenso).
      • Pendurado: Carlos Gruezo.
      • Árbitro: Andrés Rojas (COL)
      • Assistente 1: Miguel Roldán (COL)
      • Assistente 2: Mary Blanco (COL)
      • VAR: Heider Castro (COL)

A sétima etapa da Fórmula 1 vai ter uma novidade: pela primeira vez, a Pirelli, fornecedora de pneus da categoria, vai disponibilizar os pneus ultramacios C6. A novidade já havia sido testada nas atividades de fim de temporada no ano passado, mas vai ser usada oficialmente pela primeira vez no GP da Emilia-Romagna, que acontece entre sexta-feira (16) e domingo (18).

A princípio, a utilização do novo tipo de pneu em Ímola só é obrigatória durante a classificação de sábado, mas as equipes são livres para usar o composto nos treinos livres e na corrida, se assim desejarem.

Como funcionam os pneus da F1?

Atualmente, os pneus de pista seca são mostrados ao público em três categorias: duros (na cor branca), médios (amarelos) e macios (vermelhos). No entanto, essa disposição ocorre apenas para facilitar o entendimento dos fãs em relação às estratégias. Na verdade, até a última temporada, eram cinco os tipos de compostos disponíveis: C1, C2, C3, C4 e C5.

O C1, por exemplo, é o pneu mais duro, projetado para circuitos que exigem mais esforço das rodas. Apesar de levar mais tempo para aquecer e ter menor aderência, o que resulta em tempos de volta mais lentos, ele tem uma durabilidade superior às demais; isso permite que o composto seja usado por mais voltas.

No outro espectro da lista, o C5 era o pneu mais macio até o ano passado e usado, principalmente, em circuitos que exigem menor esforço. Com maior aderência, ele também era o mais rápido até então. Por outro lado, o desgaste desse composto é muito maior – isso faz com que eles tenham que ser substituídos mais rapidamente.

Classificado pela Pirelli como ultramacio, o composto C6 que estreia neste fim de semana a Emilia-Romagna toma o posto do C5 como mais rápido e com menor durabilidade.

A cada corrida, a Pirelli seleciona três entre os seis tipos de pneus para a prova: um serve como duro, outro como médio e o terceiro como macio. Para a etapa deste fim de semana, as escolhas foram pelo C4, C5 e C6, respectivamente – a gama de compostos mais macia possível. No ano passado, foram usados C3, C4 e C5.

Há também os pneus intermediários (verdes) e de chuva forte (azuis), utilizados apenas quando a pista está molhada.

Por que em Ímola?

Apesar da introdução do C6 em 2025, a Fórmula 1 ainda não tinha utilizado o novo composto neste campeonato, nem mesmo nos testes de pré-temporada no Bahrein, e decidiu fazer isso apenas na sétima etapa do ano. A ideia da fornecedora de pneus era fazer com que todos os tipos de pneus fossem testados antes da metade do campeonato.

Imagem aérea do Circuito Enzo e Dino Ferrari, em Imola, sede do GP da Emilia-Romagna — Foto: Reprodução/F1

Imagem aérea do Circuito Enzo e Dino Ferrari, em Imola, sede do GP da Emilia-Romagna — Foto: Reprodução/F1

Entretanto, três razões explicam a escolha de Ímola para a utilização inicial do C6. A primeira é a pouca abrasividade, ou seja, não há tanto desgaste dos pneus na comparação com outras pistas.

A segunda é proporcionar uma corrida mais emocionante e com diferentes opções de estratégia, visto que o circuito é estreito e tem poucas opções de ultrapassagem. Por fim, a Pirelli quer colher dados na pista para melhorar a seleção dos compostos no futuro.

- Para 2025, temos uma gama maior de opções em comparação com o ano passado: há um espaçamento mais eficaz entre os vários compostos em termos de desempenho e, em geral, eles parecem ser menos propensos ao superaquecimento e à granulação da superfície da banda de rodagem. Isso também nos permite experimentar novas soluções, fazendo escolhas que podem levar a uma variedade de estratégias válidas, tanto em termos de uso de pneus quanto de número de pit stops – disse Mario Isola, diretor da Pirelli.

Apesar disso, a própria fornecedora de pneus da categoria disse imaginar que as equipes não devem utilizar os pneus macios C6 na corrida – espera-se que cada jogo seja apenas empregado na classificação, quando os pilotos não se preocupam em conservar os compostos e dão, em geral, apenas uma volta rápida com eles.

Mas a utilização dos pneus ultramacios não vai ser exclusividade do Autódromo Internacional Enzo e Dino Ferrari. A Pirelli já anunciou que os C6 também vão ser usados pelo menos nas corridas em Mônaco, na próxima semana, e no Canadá, entre os dias 13 e 15 de junho.

Dudu foi apresentado oficialmente como jogador do Atlético-MG nessa terça-feira. O atacante assinou contrato até 2027 e só irá estrear após a abertura da janela do meio do ano, quando for regularizado. O jogador comentou sobre o gramado sintético da Arena MRV e afirmou que prefere o piso natural, mas respeita cultura e necessidade do sintético.

- Cara, eu acho que se você for perguntar a maioria dos jogadores, eles vão preferir jogar na grama natural. Eu também não sou diferente, não posso ser mentiroso, mas eu sou profissional e tenho que respeitar que aqui no Brasil há uma cultura que está tendo, que é os times botar a grama sintética.

"E aqui no Galo, gente tem a grama sintética, eu vou procurar jogar na grama sintética e vou procurar fazer o meu melhor. Eu vim de uma grama sintética lá no Palmeiras e eu espero que eu possa ser feliz que a gente possa aqui no Galo também".

Dudu sofreu uma lesão recente e em declarações ele chegou a dizer que a grama sintética poderia ter agravado sua lesão. Ele participou de um movimento de jogadores contra o gramado sintético nas redes sociais. Ele apagou a publicação.

Cuca

O técnico do Galo teve papel importante em meio a ida de Dudu para o Galo. Os dois foram campeões juntos no tempo de Palmeiras. Perguntado sobre onde ele vê o treinador o escalando no time, Dudu falou que vai brigar por posição e que Cuca sabe extrair o melhor dele.

- Ele me conhece muito bem desde muito novo, desde quando eu estava subindo para o profissional. Ele foi já meu treinador, trabalhamos junto no Palmeiras.

"Então, ele sabe muito bem o que extraiu melhor de mim dentro do campo e eu espero que ele possa extrair o melhor de mim para gente fazer um Atlético muito forte".

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