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A Alphabet, controladora do Google, alcançou, nesta segunda-feira (12/1), a marca de US$ 4 trilhões (cerca de R$ 21,5 trilhões, pela cotação atual) em valor de mercado pela primeira em sua história.

Com isso, a big tech passa a integrar um restrito grupo de empresas que já ultrapassaram essa marca – Nvidia, Microsoft e Apple.


O que aconteceu

Na semana passadaa Alphabet já havia conquistado um feito ao se tornar a segunda empresa mais valiosa do mundo, ultrapassando a Apple e ficando atrás apenas da Nvidia.

Impulsionada pelo bom desempenho de suas ações e pelo avanço no mercado de inteligência artificial (IA), a Alphabet bateu a Apple pela primeira vez desde 2019.

Alphabet avança em IA

O avanço da Alphabet no mercado de IA foi determinante para o trajetória de alta das ações da companhia e, consequentemente, para a empresa prevalecer diante da Apple.

As ações da dona do Google fecharam o ano passado entre aquelas com maior valorização na Bolsa de Valores de Nova York. Em novembro, a companhia apresentou sua sétima geração de chips próprios de processamento tensorial – o chamado Ironwood, apontado como uma alternativa consistente aos produtos da Nvidia.

Em dezembro, foi a vez do lançamento do Gemini 3, a nova geração de IA do Google. A plataforma integra texto, imagem, áudio e vídeo e é focada em raciocínio profundo e capacidade de agir de forma autônoma para tarefas complexas, com versões como Gemini 3 Pro (mais potente) e 3 Flash (mais rápida).

Policiais militares salvaram uma bebê de 7 meses mantida como refém e ameaçada de morte pelo próprio pai, de 44 anos, no município de Abadiânia (GO), localizado a 120 quilômetros do Distrito Federal (DF), no domingo (11/1). Para resgatar a menina com segurança, os PMs atiraram na perna do agressor.

Segundo o 37º Batalhão da Polícia Militar (37º BPM), responsável pela ocorrência, o investigado teria entrado em surto após o uso de substâncias entorpecentes e bebida alcóolica. Transtornado, o acusado começou a falar frases desconexas e anunciou a intenção de fugir com a menina.

De acordo com relatos de testemunhas, o suspeito retirou a bebê do colo da mãe. Na sequência, teria começado a apertar a criança. O investigado tentou correr com a criança. Mas populares cercaram o agressor e impediram a fuga, temendo que ele pudesse realizar algum mal ao bebê.

A Polícia Militar (PMGO) foi acionada. Ao chegar no local, a equipe ordenou a entrega da bebê. O agressor desobedeceu e passou a ameaçar o bebê de morte, afirmando que, caso a equipe avançasse, mataria a menina.

No momento em que o agressor proferiu as ameaças, os policiais observaram uma faca de serra ao alcance do agressor.

Diante do risco iminente e concreto à vida da recém-nascida, um dos policiais efetuou dois tiros com uma pistola Beretta APX, 9mm, nas pernas do investigado. A criança foi resgatada sem ferimentos. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) encaminhou o agressor para um hospital de Abadiânia.

Segundo o 37º BPM, o suspeito possuí histórico criminal. O caso foi registrado na Polícia Civil (PCGO).

Veja a matéria completa em Metrópoles

A influenciadora Isabel Veloso morreu neste sábado (10) aos 19 anos. Ela lutava contra um linfoma de Hodgkin, diagnosticado em 2021.

A jovem estava internada desde dezembro e foi entubada na UTI após ter uma crise respiratória causada pelo excesso de magnésio no sangue.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), linfoma de Hodgkin é um tipo de câncer que tem origem no sistema linfático -- composto por órgãos e tecidos que produzem as células responsáveis pela imunidade e os vasos que conduzem essas células através do corpo.

Uma das características deste tipo de câncer é a de se espalhar indo de um grupo de linfonodos para outro, através dos vasos linfáticos.

Geralmente, o linfoma de Hodgkin surge quando um linfócito (célula de defesa do corpo) se transforma em uma célula maligna, capaz de se multiplicar descontroladamente e se espalhar para tecidos próximos.

Homens costumam ter maior propensão à doença do que mulheres. E ela costuma se originar com maior frequência na região do pescoço e na região do tórax. Atualmente, a maioria dos pacientes com linfoma de Hodgkin pode ser curada com o tratamento disponível.

O que aumenta o risco de linfoma de Hodgkin?

Pessoas com sistema imune comprometido -- como portadores do vírus HIV e pacientes que usam drogas imunossupressoras -- estão mais propensos à doença, além de pessoas com histórico familiar próximo.

Operários da indústria de madeira, agricultores e outros profissionais expostos a agrotóxicos e solventes podem ter risco aumentado para a doença, principalmente se têm contato com agentes comprovadamente cancerígenos.

Quais os sintomas de linfoma de Hodgkin?

Os sintomas dependem do local no qual a doença se origina. Caso se desenvolva em linfonodos superficiais do pescoço, axilas e virilha, formam-se ínguas (inchaços) indolores nesses locais.

Se a doença ocorre na região do tórax, o paciente pode sentir tosse, falta de ar e dor torácica. Na pelve ou no abdômen, os sintomas são desconforto e distensão abdominal.

Febre, cansaço, suor noturno, perda de peso sem motivo aparente e coceira no corpo também são sinais de alerta.

Caso apresente um ou mais dos sintomas, é importante investigar a possibilidade da doença, buscando um diagnóstico precoce. O diagnóstico é feito por meio de biópsia da região afetada.

Qual o tratamento de linfoma de Hodgkin?

Na maior parte dos casos, a doença é curável através do tratamento adequado -- a poliquimioterapia, quimioterapia com múltiplas drogas.

A quantidade de ciclos de quimioterapia depende da avaliação do estágio inicial do tumor, se a doença é localizada ou avançada.

A Secretaria do Estado de Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq), por meio do Sine Alagoas, está ofertando nesta semana 2.572 vagas de emprego com carteira assinada em 43 cargos diferentes. As oportunidades estão distribuídas nos municípios de Maceió, Delmiro Gouveia, Pilar, Barra de São Miguel, Maragogi, Porto Calvo e Porto de Pedras.

Entre os cargos com maior número de vagas estão Operador de Call Center, com 935 oportunidades em Maceió e Maragogi; Caldeireiro (147 vagas) e Inspetor de Solda (140 vagas), ambos para o município do Pilar; além de Auxiliar de Produção (67 vagas) e Motorista de Caminhão, categorias D ou E (40 vagas), para Maceió e Pilar.

Também seguem abertas vagas para Servente de Obras (20), Auxiliar de Pedreiro (20) na Barra de São Miguel, Manicure (15) e Pedreiro (15) em Maceió. Além disso, o Sine mantém 1.000 vagas destinadas a trabalhadores rurais em duas usinas localizadas em Porto Calvo.

Vagas em Maceió (848 oportunidades)

Entre as principais funções ofertadas na capital alagoana estão:

A lista completa das vagas, bem como orientações sobre cadastro e encaminhamento, também está disponível no perfil oficial do órgão no Instagram, @seteqalagoas.

A febre das canetas emagrecedoras fez explodir a importação desse remédio. Em 2025, a compra de medicamentos como Ozempic e Mounjaro somou US$ 1,669 bilhão – cerca de R$ 9 bilhões.

Dados do Ministério do Desenvolvimento (MDIC) revelam que a demanda por esses tratamentos saltou 88% em apenas um ano. E, como não há fabricação nacional, tanto interesse aparece na balança comercial.

O volume é tão expressivo que já supera a importação de itens tradicionais de consumo importado, como salmão, telefones celulares e até azeite de oliva.

A Dinamarca, sede da Novo Nordisk (criadora do Ozempic e Wegovy), ainda lidera a origem dos produtos, respondendo por 44% do total ou US$ 734,7 milhões no ano passado.

A geopolítica das canetas para emagrecer, porém, está mudando rapidamente. Os Estados Unidos já aparecem logo atrás, com 35,6% das importações ou US$ 593,7 milhões. O país abriga a Eli Lilly, fabricante do Mounjaro, que ganha clientes de forma agressiva.

Os dois gigantes farmacêuticos vivem, no Brasil, dois momentos muitos diferentes. Enquanto as compras da Dinamarca cresceram 7% no ano passado, as importações originárias dos EUA dispararam impressionantes 992%. O dado sugere que o motor do crescimento recente não foi o pioneiro Ozempic, mas sim a rápida adoção do concorrente norte-americano, o Mounjaro.

E o teto para esse mercado ainda parece distante. Um relatório do Itaú BBA projeta que o setor deve saltar do atual patamar de cerca de US$ 1,8 bilhão por ano para US$ 9 bilhões (R$ 50 bilhões) até 2030.

No curto prazo, um novo fator deve aquecer ainda mais as vendas: a quebra da patente da semaglutida (princípio ativo do Ozempic). A chegada dos genéricos promete reduzir preços e ampliar massivamente o acesso a esses tratamentos.

infarto é a segunda condição que mais mata no Brasil, ficando atrás do acidente vascular cerebral (AVC), conforme dados do Portal da Transparência do Centro de Registro Civil (CRC) do Brasil. Em 2024, a doença ocasionou a morte de 77.886 pessoas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), o quadro decorre da diminuição ou interrupção da passagem de sangue para o coração.

Diante desses dados alarmantes, a coluna Claudia Meireles requisitou a cardiologista Alessandra Figueiredo, do Hospital Mantevida, para saber: quais hábitos mais contribuem para o aumento do risco de infarto? Primeiramente, a médica menciona o tabagismo. Ela destaca que os indivíduos têm começado a fazer o uso do tabaco com “bastante precocidade e maior frequência.”

Cardiologista aponta os hábitos que mais aumentam o risco de infarto - destaque galeria
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A condição é a segunda maior causa de mortes no Brasil

Mais de 77 mil pessoas morreram em 2024 em decorrência de infarto
Cuidar da alimentação, manter rotina de atividades físicas e evitar o cigarro são medidas que reduzem os riscos de câncer e doenças cardíacas

“Principalmente, os pacientes mais jovens passaram a adquirir esse hábito, e não só do tabaco normal com cigarro de filtro, mas também de pods, que são extremamente nocivos, cheios de substâncias e milhões de compostos que geram um comprometimento dos pulmões”, detalha a especialista.

Alessandra revela atender um paciente na faixa dos 25 a 28 anos que apresenta já um “comprometimento importante” e com enfisema, o que pode evoluir para o “pulmão de pipoca”, isto é, o surgimento de nódulos nos pulmões. Os órgãos são responsáveis por oxigenar o sangue e devolvê-lo ao coração e, em seguida, o fluido é bombeado para todo o corpo.

fhm/Getty Images
O tabagismo é o hábito com potencial de aumentar o risco de infarto, segundo a médica

Além do uso de tabaco, a cardiologista aponta sobre a alimentação bastante irregular favorecer o aumento do risco de infarto: “Consumir opções ricas em colesterol e embutidos, que têm teor elevado de sal e de gordura”. Outro tópico abordado pela médica é o sedentarismo.

Segundo Alessandra Figueiredo, o histórico familiar também entra na lista. “Quase todas as pessoas têm um familiar próximo com hipertensão, doença coronariana e diabetes“, afirma.

A cardiologista, então, ressalta: “Basicamente, eu diria que tabagismo, alimentação não saudável e sedentarismo, no meu ponto de vista, são os hábitos que mais prevalecem na atualidade para comprometer e aumentar o risco cardiovascular”, finaliza.

andreswd/GettyimagesImagem mostra mulher sentada em maca e tendo a pressão aferida com um aparelho manual - Metrópoles

uso contínuo de medicamentos como omeprazol, pantoprazol e esomeprazol, comuns no tratamento de gastrite, refluxo e úlceras, pode ter efeitos negativos na nutrição do organismo.

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) chama a atenção para o impacto desses fármacos na absorção de minerais essenciais quando utilizados por períodos prolongados. Os resultados foram publicados na revista ACS Omega em novembro de 2025.

A pesquisa, apoiada pela FAPESP, analisou os efeitos do uso contínuo de inibidores da bomba de prótons em ratos. Esses medicamentos atuam reduzindo a acidez do estômago, o que ajuda a aliviar sintomas gástricos, mas também interfere em processos importantes da digestão.

Segundo os pesquisadores, essa alteração no ambiente ácido pode dificultar a absorção de nutrientes fundamentais para o equilíbrio do organismo.

Alterações nos minerais e possíveis consequências

Durante o experimento, os animais foram divididos em grupos que receberam omeprazol por 10, 30 ou 60 dias, além de um grupo controle. Ao longo do período, os cientistas observaram mudanças na distribuição de minerais como ferro, cálcio, zinco, magnésio, cobre e potássio.

Os resultados mostraram acúmulo de alguns desses minerais no estômago e desequilíbrios em órgãos como fígado e baço. No sangue, foi identificado aumento nos níveis de cálcio e redução de ferro, um padrão que pode estar associado a maior risco de problemas ósseos e anemia.

“O achado mais preocupante foi o aumento de cálcio na corrente sanguínea dos animais, o que pode indicar um desequilíbrio com a retirada do mineral dos ossos e um risco futuro de osteoporose. No entanto, são necessários estudos mais longos para confirmar essa hipótese”, afirma Angerson Nogueira do Nascimento, professor da Unifesp e coordenador do trabalho, em comunicado.

Além das alterações minerais, o estudo também detectou mudanças em células do sistema imunológico, sugerindo que os efeitos do uso prolongado vão além do trato digestivo.

Tempo de tratamento e uso banalizado

Com mais de três décadas no mercado, o omeprazol se tornou um dos medicamentos mais usados no país, muitas vezes sem acompanhamento médico. Para a pesquisadora Andréa Santana de Brito, da Unifesp, esse é um ponto central da discussão.

“Não se trata de demonizar o medicamento, que é eficaz para várias condições gástricas. O problema é o uso banalizado, inclusive para sintomas leves como azia, e por períodos que se estendem por meses ou anos. Esses efeitos adversos não podem ser ignorados”, afirma Andréa.

Ela alerta que a situação pode se tornar ainda mais delicada após a liberação da venda de omeprazol 20 mg sem prescrição médica pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em novembro de 2025. Segundo a pesquisadora, a facilidade de acesso pode estimular a automedicação e o uso contínuo além do recomendado.

Próximos passos da pesquisa

Em nota enviada à FAPESP, a Anvisa informou que a inclusão do medicamento como isento de prescrição busca promover o uso responsável, reforçando a orientação de que o tratamento não deve ultrapassar 14 dias sem avaliação médica. A agência também destacou que embalagens que excedam esse período não podem ser vendidas sem receita.

Os pesquisadores ressaltam que o estudo foi realizado com omeprazol, mas que outros medicamentos da mesma classe atuam de forma semelhante e podem ter efeitos ainda mais intensos.

“Algumas moléculas mais modernas têm ação mais potente e duradoura, o que pode prolongar o impacto sobre a absorção de nutrientes”, explica Andréa Santana de Brito.

Segundo a equipe, os efeitos dos inibidores da bomba de prótons sobre certos minerais já eram conhecidos, mas a pesquisa amplia esse conhecimento ao incluir elementos como magnésio e zinco.

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) desarticulou, na sexta-feira (9), quatro fazendas de mineração ilegal de criptomoedas instaladas na zona rural de Porto Real do Colégio, no interior do Estado. A ação foi conduzida pela Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), com apoio tático-operacional da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE).

Durante a operação, os agentes localizaram e apreenderam diversos equipamentos tecnológicos de alta performance utilizados na chamada mineração de criptomoedas — atividade que envolve a resolução e validação de complexas equações matemáticas para a geração de moedas digitais de alto valor comercial.

As investigações apontaram que as estruturas funcionavam por meio de ligações clandestinas à rede elétrica, caracterizando furto de energia em larga escala, além do bombeamento irregular de água do Rio São Francisco para resfriamento contínuo das máquinas.


				Polícia Civil desarticula quatro fazendas de mineração ilegal de criptomoedas
Materiais apreendidos pela polícia. Assessoria

De acordo com o delegado Thales Araújo, diretor da Dinpol, a mineração de criptomoedas não é ilegal por si só, mas as condições encontradas tornaram a atividade criminosa.

“As fazendas eram alimentadas por ‘gatos’ em todos os pontos descobertos. O consumo ilegal era tão elevado que provocava instabilidade e picos de energia, resultando na queima de eletrodomésticos e prejuízos diretos à população do entorno”, explicou.

Ainda segundo o delegado, a estrutura desarticulada consumia cerca de 200 mil kWh — o equivalente ao consumo moderado de aproximadamente mil residências. O prejuízo mensal estimado com a energia furtada era de cerca de R$ 155 mil, totalizando aproximadamente R$ 750 mil em apenas cinco meses de operação ilegal.

As apurações seguem em andamento para identificar todos os envolvidos. A Polícia Civil também investiga possíveis crimes associados, como sonegação fiscal e lavagem de dinheiro, com o objetivo de responsabilizar criminalmente os autores.

Um adulto e de um bebê morreram em um incêndio na Vila Prudente, zona leste de São Paulo, na manhã de hoje.

O que aconteceu

Fogo começou em um apartamento na avenida Vila Ema por volta das 5h08. No local, que fica perto do cruzamento com a avenida Salim Farah Maluf, funciona uma ocupação. Não há um balanço de quantas pessoas vivem no edifício.

Corpos foram encontrados durante o rescaldo do fogo, após incêndio ser controlado. O rescaldo seguia em curso às 7h30 e 10 viaturas trabalhavam no local, segundo o Corpo de Bombeiros.

Vítimas estavam carbonizadas e não foram identificadas. Os bombeiros não informaram se o adulto morto era um homem ou uma mulher. O local vai ficar a cargo da polícia técnico-científica, segundo os bombeiros.

Trânsito foi desviado na via. No sentido Vila Prudente, o desvio acontece na rua Doutor Paulo Aranha de Azevedo; no sentido Sapopemba, o desvio acontece pela rua Itaperima, informou a CET.

Em 2014, Tareena Shakil deixou o Reino Unido com o filho rumo a Raqqa (Síria) e se alistou no Estado Islâmico. Uma foto em que aparecia segurando um fuzil AK-47 viralizou em rede sociais. Ela dizia que sonhava se tornar "mártir".

Mas a aventura de Tareena no grupo terrorista não durou muito. Ela escapou de volta ao Reino Unido pela fronteira com a Turquia, após ser forçada a se casar com um combatente jihadista amputado.

De volta ao país de origem, Tareena foi julgada e condenada a seis anos de prisão, mas conseguiu a liberdade antes de completar três.

A britânica teve que "se desradicalizar" para voltar a conviver socialmente no Reino Unido. E, na verdade, Tareena se reinventou. Foi uma mudança que pode ser considerada radical. Atualmente, a ex-jihadista ganha a vida como influencer e conselheira sentimental.

Ela faz sucesso dando dicas sobre como encontrar a alma gêmea e fugir de relacionamentos tóxicos, além de postar fotos em que é vista em férias em locais famosos e paradisíacos e em lojas de grife — todos luxos do estilo de vida ocidental que ela um dia prometeu combater.

Num vídeo postado no TikTok na semana passada, Tareena explica como os homens fazem com que as mulheres com quem estão saindo fiquem obcecadas por eles. "Quando eles te bloqueiam, é uma punição porque sabem que isso vai te magoar", diz ela.

Tareena também promove o Islã em redes sociais:

"Você não precisa ser muçulmana para que possamos ajudá-la. Sempre que você leu ou viu algo dizendo que os muçulmanos odeiam o Ocidente, que são um perigo para o Ocidente, que odeiam os não muçulmanos, você foi enganada."

Associada à alimentação, principalmente quando há o consumo excessivo de opções ultraprocessadas, ricas em açúcar e com gorduras de alta qualidade, a inflamação do intestino resulta também da alta ingestão de álcool, estresse constante, uso repetido de medicamentos e intolerâncias alimentares. Segundo a nutricionista Clara Alves Delavy, esses são fatores que favorecem o processo inflamatório intestinal.

Em entrevista à coluna Claudia Meireles, a especialista em nutrição clínica e esportiva menciona que alguns alimentos têm ativos capazes de desinflamar o intestino. Com relação a esse efeito, ela evidencia a cúrcuma e o gengibreAmbos somam compostos bioativos com ação anti-inflamatória, conforme detalha a expert: “Podem ajudar bastante na saúde intestinal.”

Nutri cita alimentos que ajudam a combater a inflamação do intestino - destaque galeria
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A nutricionista aponta alimentos que ajudam a desinflamar o intestino

Com o passar do tempo, ficar com o intestino inflamado pode contribuir para a piora da saúde metabólica
Os sinais de que o intestino não está funcionando bem costumam aparecer no dia a dia

Clara prossegue ao ressaltar os benefícios da cúrcuma: “Rica em curcumina, um composto com forte efeito anti-inflamatório e antioxidante”. Para aproveitar mais as propriedades do alimento, a nutricionista aconselha consumi-lo em conjunto com uma fonte de gordura e um pouco de pimenta-do-reino, o que aumenta a absorção da curcumina.

Quanto ao gengibre, a especialista explica que a raiz tuberosa traz na composição substâncias como o gingerol e o shogaol. Elas ajudam a reduzir a inflamação, facilitam a digestão e aliviam desconfortos intestinais. “Os dois alimentos podem ser usados no dia a dia, em preparações culinárias, chás ou como temperos naturais, sempre com moderação e dentro de uma alimentação equilibrada”, aponta.

ma-no/Getty Images
O gengibre integra ativos que beneficiam a saúde do intestino

Outros alimentos listados por Clara são as frutas vermelhas, a exemplo do morango, amora, framboesa, mirtilo e cereja. Ela as define como “ótimas aliadas da saúde do intestino”. As opções dispõem de “boa quantidade de fibras” e, por isso, favorecem o órgão do sistema digestório a funcionar melhor. “São riquíssimas em antioxidantes, como polifenóis e antocianinas, que têm ação anti-inflamatória”, argumenta.

“Esses compostos, presentes nas frutas vermelhas, auxiliam no equilíbrio da microbiota, protegem a mucosa intestinal e colaboram para reduzir processos inflamatórios, além de favorecerem o trânsito do intestino e a saúde digestiva como um todo”, analisa a nutricionista. Ela salienta sobre manter o órgão saudável contribuir com a disposição e a saúde mental: “Impacta diretamente a qualidade de vida.”

Recentemente, países acometidos por arboviroses causadas por vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti, como dengue, zika e chikungunya, ganharam mais uma ferramenta para reduzir a incidência destas doenças: a bactéria Wolbachia.

Este microrganismo intracelular é transmitido da mãe para a prole e infecta naturalmente cerca de 70% das espécies de insetos, incluindo cupins, borboletas e moscas. Porém, nunca havia sido encontrado em Aedes aegypti.

Após a transinfecção de Wolbachia a partir de moscas da fruta em Aedes aegypti, os cientistas perceberam que este mosquito tinha capacidade reduzida em transmitir dengue, zika e chikungunya.

Desde então, machos e fêmeas de Aedes aegypti com Wolbachia têm sido soltos em áreas endêmicas para essas arboviroses. Com isso, busca-se substituir populações naturais do inseto, altamente competentes à transmissão viral, por outras com a bactéria, resistentes aos vírus.

Experiências mundiais com Wolbachia

Países tropicais como Austrália, Colômbia, Indonésia e Vietnã já contam com Aedes aegypti com Wolbachia em ambientes urbanos de algumas de suas cidades.

No Brasil, o país historicamente com o maior número de casos de dengue no mundo, as solturas de iniciaram em 2014 no Rio de Janeiro e em Niterói (RJ). E depois, ocorreram em Campo Grande (MS), Petrolina (PE), Belo Horizonte (MG), Foz do Iguaçu (PR), Joinville (SC), entre outras cidades.

Além disso, Brasília (DF), Luziânia (GO) e Blumenau (SC), por exemplo, estão em fase de implementação por meio da empresa Wolbito do Brasil.

A empresa foi criada a partir de uma parceria entre o Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP), vinculado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e a iniciativa internacional World Mosquito Program (WMP).

O sucesso da estratégia em locais como Austrália, Colômbia e Indonésia é notável. Houve uma queda de até 96% na incidência de dengue.

No Brasil, observou-se redução de 69% nos casos dessa arbovirose, 56% de chikungunya e 37% de zika em Niterói e63% menos casos de dengue em Campo Grande.

Na cidade do Rio de Janeiro, os resultados foram mais modestos com uma redução de 38% nos casos de dengue e 10% de chikungunya, fato atribuído a uma baixa presença de Wolbachia nos mosquitos coletados em campo (32%, em média).

Como a genética atua na luta contra a dengue, zika e chikungunya - destaque galeria
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Febre, dor no corpo e manchas vermelhas são sintomas comuns da dengue e das outras as doenças. Apesar disso, a forma distinta como evoluem, a duração dos sintomas e o grau de complicação são algumas das diferenças entre elas

Estar atento aos sinais e saber identificar as distinções é importante para um diagnóstico e tratamento precisos, pois, apesar do que se pensa, essas doenças são perigosas e podem matar
Na dengue, os sinais e sintomas duram entre dois e sete dias. As complicações mais frequentes, além das já mencionadas, são dor abdominal, desidratação grave, problemas no fígado e neurológicos, além de dengue hemorrágica
Além disso, dores atrás dos olhos e sangramentos nas mucosas, como a boca e o nariz, também podem acontecer em pacientes que contraem a dengue
Os sintomas da zika são iguais aos da dengue, só que a infecção não costuma ser tão severa e passa mais rápido. Há, no entanto, um complicador caso a pessoa infectada esteja grávida

 Desafios climáticos, população selvagem e inseticidas

Estes dados indicam que a capacidade da bactéria de se espalhar e reduzir a transmissão de arbovírus pode depender de fatores locais.

São importantes: os aspectos como características climáticas, o tamanho da população de Aedes aegypti selvagem (ou seja, sem a bactéria), o uso paralelo de outras estratégias de controle vetorial (como aplicação de inseticidas) e, principalmente, da compatibilidade genética dos mosquitos soltos com a população nativa de mosquitos, adaptada ao contexto local.

Vale lembrar que, para o espalhamento da bactéria em campo, as fêmeas soltas precisam sobreviver tempo bastante para se reproduzir, e assim transmitir Wolbachia para a prole ao longo das gerações.

Neste cenário, a construção de biofábricas para produção em massa de Aedes aegypti com Wolbachia para o uso em solturas por todo o Brasil pode ser desafiador.

As primeiras solturas em um bairro no Rio de Janeiro nos ensinaram uma importante lição: a prevalência de Wolbachia após o término das solturas caiu bruscamente de 65% para 10%, pois os mosquitos criados em laboratório e depois liberados eram susceptíveis a piretroides, principal composto dos inseticidas domésticos.

Assim, o estabelecimento da bactéria em níveis próximos a 100% só ocorreu quando fêmeas de Aedes aegypti com Wolbachia foram cruzadas com machos locais. Esta estratégia produziu uma linhagem geneticamente similar aos mosquitos nativos, capazes de sobreviver a certas doses de piretroides.

Cinco grupos genéticos de Aedes aegypti

A partir de estudos anteriores, já sabemos que no Brasil existem pelo menos cinco grandes grupos genéticos de Aedes aegypti,. Esses grupos possuem variações no seu DNA que possivelmente os tornam bem adaptados a cada ambiente.

Outro passo importante antes da expansão das solturas é verificar como cada população de Aedes aegypti responde ao receber a infecção por Wolbachia. Estes dados devem ser considerados no planejamento das solturas.

Alguns estudos mostram que populações do mosquito naturalmente variam na sua capacidade de transmissão de arbovírus. Logo, o grau de resistência à infecção viral conferido pela bactéria também pode variar.

Além disso, Wolbachia pode gerar custos na biologia do mosquito, prejudicando sua sobrevivência, fecundidade e fertilidade. No Rio de Janeiro, por exemplo, após o término das solturas de Wolbachia, a adoção de um novo larvicida no controle vetorial levou ao colapso populacional de Aedes aegypti.

Contudo, apenas a população selvagem (sem Wolbachia) se recuperou após alguns meses com a chegada das chuvas, graças à prolongada resistência dos ovos desta espécie na parede de criadouros secos.

Por outro lado, a população com Wolbachia não teve o mesmo desfecho: a prevalência da bactéria caiu de 20–55% para 10%, fato atribuído à redução significativa do tempo de sobrevivência dos ovos de Aedes aegypti em baixa umidade na presença de Wolbachia.

Deste modo, a homogeneização genética de Aedes aegypti por meio da soltura de uma linhagem única de mosquitos com Wolbachia por todo o país poderia disseminar algumas características genéticas indesejáveis. Entre elas, maior resistência a inseticidas, maior permissividade a arbovírus ou atratividade ao ser humano.

E claro, como visto no Rio de Janeiro, a incompatibilidade genética entre as linhagens nativas e os mosquitos com Wolbachia pode dificultar o estabelecimento da bactéria, levando a perdas econômicas diretas e/ou ao atraso na redução da incidência das arboviroses.

Diante desses resultados, sugerimos considerar e preservar a diversidade genética de populações de Aedes aegypti durante as solturas de mosquitos com Wolbachia.

Isso certamente aumentará as chances de sucesso dessa promissora estratégia em mitigar um dos maiores problemas de saúde pública do Brasil, onde milhares de pessoas são acometidas pelas arboviroses anualmente.

O oceano australiano acaba de reescrever a história dos maiores predadores dos mares. Pesquisadores identificaram fósseis de tubarões gigantescos com cerca de 115 milhões de anos, antecipando em 15 milhões de anos o surgimento desses titãs, conforme detalhado no estudo da Communications Biology.

A descoberta de cinco vértebras fossilizadas na Formação Darwin, no norte da Austrália, desafia a ideia de que o gigantismo dos tubarões lamniformes surgiu no Hemisfério Norte. Antes, acreditava-se que essa evolução ocorrera há 100 milhões de anos em águas da Europa e da América do Norte.

O achado indica que o gigantismo é uma característica ancestral dos lamniformes, linhagem que inclui o temido Otodus megalodon e o moderno grande tubarão-branco. As peças encontradas mostram que esses animais já dominavam o topo da cadeia alimentar muito antes do que era previsto.

A Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio da Secretaria Municipal de Educação, dará início ao recadastramento do Programa Caminhos da Universidade 2026, que garante transporte gratuito a estudantes do ensino superior. O atendimento acontecerá entre os dias 13 e 16 de janeiro, no Auditório da Escola Municipal Dr. Gerson Jatobá Leite, das 8h às 12h e das 14h às 17h.

O recadastramento é destinado aos alunos que já utilizam o programa, enquanto os novatos poderão se inscrever apenas para cursos em faculdades públicas. A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal com a educação e o acesso dos jovens ao ensino superior. A Secretaria de Educação orienta que os estudantes compareçam ao local dentro do prazo estabelecido para garantir a continuidade no programa durante este ano.

De acordo com a prefeita Tia Júlia, o programa, criado na gestão do então prefeito Júlio Cezar, representa um investimento direto no futuro dos estudantes palmeirenses. “Seguimos trabalhando para garantir que os nossos jovens tenham condições de continuar os estudos com dignidade e segurança. O Caminhos da Universidade é uma política pública que transforma vidas, amplia oportunidades e fortalece o desenvolvimento do nosso município”, destacou a prefeita.

Para quem já utiliza o veículo documentos obrigatórios:
✅comprovante de matrícula ✅comprovante de residência atualizado até 3 meses
✅carteira de estudante 2025

Segundados dos Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) só em dezembro de 2024 foram pagos mais de 40 milhões em benefícios assistências e previdenciários, desse valor mais de 2 milhões de pessoas receberam a aposentadoria por invalidez.

Mesmo com tantas pessoas recebendo a aposentadoria por invalidez, muitas delas não sabem é que algumas doenças e condições podem dar direito a um acréscimo de 25% no valor do benefício da sua aposentadoria por invalidez.

Esse acréscimo de 25% no benefício é previsto em leis previdenciárias e concedido para o aposentado por invalidez em casos onde ele não consegue mais lidar sozinho com as atividades mais simples do dia a dia e passa a precisar de auxílio contínuo.

Existem doenças e condições que afetam diretamente a autonomia da pessoa, exigindo a presença de um cuidador ou um familiar constante para a realização nas necessidades mais básicas de sua rotina.

Se você quer saber mais sobre quais situações como funciona e o que é o acréscimo de 25% na aposentadoria por invalidez, hoje vamos te explicar como ele funciona e quais doenças podem garantir o auxílio em 2026.

O que é o acréscimo de 25% na aposentadoria?
Não são todos os beneficiários que recebem a aposentadoria por incapacidade permanente também conhecida por aposentadoria por invalidez que vão receber o acréscimo de 25% no valor do benefício.

No entanto, ele é pago exclusivamente para os aposentados por invalidez, ou seja, quem recebe outro tipo de aposentadoria não tem direito ao benefício. Ele é concedido nos casos onde o segurado precisa de ajuda constante de outra pessoa para atividades do dia a dia, como se alimentar, tomar banho, se locomover ou administrar medicamentos.

Algumas características desse benefício merecem atenção, já que ele é pago enquanto existir a necessidade de acompanhamento, podendo durar por toda a vida. O valor também pode ultrapassar o teto do INSS, já que o cálculo é feito sobre o total da aposentadoria.

Por outro lado, o pagamento é encerrado com o falecimento do segurado e não é repassado aos dependentes como parte da pensão por morte.Mesmo quem já recebe aposentadoria por incapacidade permanente pode pedir o adicional de 25% a qualquer momento.

O pedido não precisa ser feito junto com a concessão inicial do benefício e o segurado deve protocolar a solicitação no INSS e reunir documentos médicos que demonstrem a dependência de ajuda constante no dia a dia.

Com essa documentação em mãos, o órgão marca uma perícia para avaliar a situação e decidir sobre a concessão do acréscimo. Vale mencionar, que nesses casos é sempre bom contar com a ajuda de um advogado previdenciário.

Quais doenças dão direito ao benefício?
Atualmente a lei não traz uma lista fixa de doenças que garantem esse adicional. O que realmente importa é que a pessoa receba a aposentadoria por invalidez e precise da ajuda constante de outra para suas atividades básicas di dia a dia.

Quando essa dependência de um cuidador é comprovada, o direito pode existir. No entanto, mesmo que não exista uma lista, alguns problemas de saúde aparecem com mais frequência nas decisões do INSS e da Justiça quando esse pedido é analisado. Entre os casos mais comuns estão:

1. Alzheimer

2. AVC (Acidente Vascular Cerebral) com sequelas

3. Câncer em estágio avançado

4. Cegueira total

5. Doença de Huntington

6. Esclerose lateral amiotrófica (ELA)

7. Esclerose múltipla

8. HIV em estágio avançado

9. Paralisia irreversível

10. Parkinson

É importante ter em mente que o adicional de 25% não é concedido automaticamente por causa da condição de saúde, sendo assim, ponto principal é comprovar que o aposentado precisa da ajuda permanente de outra pessoa, o que é avaliado por meio de perícia médica do INSS.

Vale destacar que mesmo que o aposentado possua uma doença que exista a necessidade constante do apoio de terceiros ele só pode ter direito ao acréscimo se receber a aposentadoria por invalidez. Já que em 2020, o Supremo Tribunal Federal decidiu que esse adicional não pode ser aplicado a outros tipos de aposentadoria.

Sendo assim, o direito ao acréscimo surge exclusivamente para o aposentado por invalidez que tem dificuldades para realizar atividades básicas do dia a dia com o auxílio de outra pessoa independe da doença. Esse valor extra funciona como um apoio importante para quem perdeu autonomia, ajudando a arcar com gastos como cuidadores e adaptações necessárias na rotina.

Um casal de ciclistas foi atropelado durante um passeio por um motorista com sinais de embriaguez, na manhã desse domingo, 11, no bairro Cidade Universitária, parte alta de Maceió. O condutor foi detido por populares e preso posteriormente. As informações são da Polícia Militar de Alagoas.

De acordo com a PM, testemunhas relataram que o motorista estava fazendo zigue-zague em alta velocidade na pista, aparentemente embriagado, até que atingiu as vítimas que passeavam de bicicleta pela calçada. Uma delas estava deitada no chão, com lesão e sangramento na cabeça. A outra, o marido, tinha algumas escoriações.

As duas pessoas foram atendidas pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e depois foram levadas ao HGE (Hospital Geral do Estado). Os militares levaram o motorista, que também precisava de atendimento médico, à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) do Tabuleiro do Martins.

Depois, o suspeito foi levado à Central de Flagrantes, onde se recusou a fazer o teste do bafômetro. Foi registrado um termo de constatação de embriaguez e ele ficou preso por lesão corporal culposa grave na direção de veículo, em razão da influência do álcool.

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