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Juju Oliveira, mais conhecida como Juju do Pix, passou por uma nova cirurgia para retirar o óleo mineral que ela colocou no rosto em 2017. A influenciadora gaúcha esteve em São Paulo na última terça-feira, 20, após ter complicações em uma das cicatrizes da primeira cirurgia, realizada há dois meses.

É uma cirurgia de pequeno porte, realizada em até uma hora, com anestesia local e sedação, e a recuperação é muito rápida. Fizemos apenas um reparo e já dar uma melhorada antes da próxima cirurgia", informou o médico Thiago Marra, mostrando o óleo enrijecido que retirou da bochecha de Juju.

"A próxima etapa será uma cirurgia maior, mas essa de agora é uma cirurgia menor, justamente para corrigir alguns detalhes que já precisavam ser ajustados", completou.

Segundo o médico, Juju vem se se recuperando bem e apresentando uma melhora da abertura bucal. Ela teve também uma redução da papada.

A primeira cirurgia foi realizada no dia 20 de novembro, no Hospital Indianópolis, em São Paulo. Após receber alta, Juju retornou para sua cidade, onde segue sendo acompanhada pelo cirurgião.

“A gente já está programando uma próxima retirada, uma segunda etapa. Ela ainda tem uma região da papada que estava muito comprometida, que não deu para tirar tudo de uma vez. E ela já tinha uma assimetria muito grande de um lado do rosto em relação ao outro. Já amenizamos bastante, mas ainda há um pouco de diferença. Estamos planejando uma nova cirurgia para daqui a três a seis meses, para retirar mais produto”, explicou o médico.

Médico retirou óleo mineral enrijecido do rosto de Juju

Em um vídeo postado nas redes sociais, o médico explicou a complexidade da intervenção e mostrou fragmentos endurecidos do produto removido.

"Foi uma cirurgia muito difícil, e a gente não podia fazer nada muito agressivo nesse primeiro momento. Na ressonância, já mostrava que o óleo mineral no rosto dela estava duro e enrijecido. A gente teve que afinar a pele o máximo possível, porque, se tirar mais, corre o sério risco de ter necrose. Tivemos que fazer com bastante cautela", explicou Marra.
O médico ressaltou que a equipe ainda não tinha dimensão do que encontraria ao iniciar o procedimento, dada a imprevisibilidade causada pelo material no rosto da paciente.

"A gente não sabia o que tinha ali dentro. Era uma surpresa para gente. Não sabíamos se estava no meio do músculo, próximo de nervo ou de vaso sanguíneo. Descolamos toda a estrutura, fizemos todo o descolamento do tecido, de forma muito cuidadosa, usando cauterização. Fizemos a cirurgia com anestesia local. É uma cirurgia de alta complexidade. O rosto dela ainda está muito inchado, mas já terá uma melhora significativa, embora o resultado geral só deva aparecer entre 6 meses e um ano", completou.

'Foi uma cirurgia difícil'

O procedimento inicial durou cerca de quatro horas e meia e marcou o começo do processo. Na segunda etapa, após a recuperação do tecido e a avaliação da equipe médica sobre a resposta do organismo, será possível remover uma quantidade maior do produto, aprimorando o resultado.

"Foi uma cirurgia difícil. Vamos retirar um pouco da papada. Agora precisamos esperar para ver como será a cicatrização, para então continuar removendo mais. Mas, neste primeiro momento, não é possível tirar tudo, senão a pele pode abrir e evoluir para necrose”, explicou o médico Thiago Marra, responsável pela cirurgia de Juju.

A expectativa é que o aspecto facial melhore gradualmente com a retirada do óleo mineral. O resultado definitivo deve aparecer entre seis meses e um ano. As primeiras imagens após a cirurgia foram divulgadas pelo médico responsável. Juju convive com o óleo industrial no rosto desde 2017.

No dia 20 de novembro, Marra publicou parte do resultado e deu detalhes da cirurgia:

"Tudo saiu exatamente como planejado no pré-operatório. Fizemos um procedimento conservador, como combinado, mas ainda assim conseguimos retirar muita pele e tecido. O tecido estava duro, enrijecido, totalmente impregnado por óleo mineral. Fizemos um deslocamento cuidadoso e seguro".

O profissional explicou que, neste momento, foi retirado o máximo de pele dentro das condições de segurança. Em uma segunda etapa, será retirado mais quantidade de tecido e melhorar o resultado.

Marra, que se descreve nas redes sociais como pós-graduado em cirurgia plástica, contou com o apoio dos médicos Alexandre Algarve e Alexandre Rezende para realizar o procedimento. O primeiro, afirmou que o caso de Juju não é simples e é um dos mais delicados que sua equipe já viu. Ele também publicou uma prévia de como o rosto da influenciadora ficará após todas as intervenções.

Thiago contou que a cirurgia não teve nenhum custo para Juju. Em 2021, ela chegou a arrecadar R$ 20 mil para realizar o procedimento após abrir uma vaquinha virtual, mas acabou doando o valor. Agora, Juju deseja voltar ao mercado de trabalho, segundo contou ao médico.

"A Juju do Pix é, antes de tudo, uma comediante. E. Ela é engraçada por natureza, faz a gente rir, traz leveza… e isso é o trabalho dela. Mas o fato de ser comediante não dá direito a ninguém de ofender. Independente da aparência física, que amanhã, se Deus quiser, vamos melhorar, ela merece respeito".

Em um vídeo publicado pela equipe médica logo após a cirurgia, Juju dá um depoimento logo após o procedimento. "Estou muito feliz, sem dor, não estou tonta", disse ela, agradecendo o médico responsável (assista abaixo).

250 ml de óleo mineral

Juju Oliveira, de 35 anos, é do Rio Grande do Sul e ficou famosa em 2020, após revelar o resultado do óleo mineral que colocou no rosto em 2017. Na época, a gaúcha contou ao EXTRA que procurou uma clínica clandestina e que pagou para colocar 250 ml do que ela acreditava ser silicone industrial. O produto foi espalhado por bochecha, nariz, queixo e maxilar.

"Eu paguei por silicone industrial. O rosto ficou muito diferente. Hoje fui buscar o exame e descobri que não se trata do silicone. Eu fui três vezes na pessoa que aplicou e olha o que colocaram no meu rosto: óleo mineral. E o que é o óleo mineral? Laxante para cagar! Eu fiz a primeira bombação, não vi resultado. Fiz três vezes. Encheram a minha cara de laxante. No primeiro ano ficou muito bom, e depois não parou de aumentar, deformar, desceu para o pescoço", explicou ela, revelando, na ocasião, como era seu rosto antes do procedimento (veja abaixo).

Quando ficou famosa, Juju Oliveira contou que fazia programa nas ruas de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Com a fama, passou a pedir Pix nas redes sociais, ficando conhecido como "Juju do Pix".

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) recuperou um gerador avaliado em R$ 20 mil que havia sido alugado e não devolvido ao proprietário de uma empresa do ramo no município de Santana do Ipanema, no Sertão alagoano.

Segundo a polícia, o empresário procurou a delegacia após perceber que o equipamento, alugado no dia 12 de dezembro, não foi devolvido dentro do prazo acordado. A partir do registro da ocorrência, os investigadores iniciaram diligências para localizar o gerador e identificar os envolvidos.

Durante as apurações, a equipe da Delegacia Regional de Santana do Ipanema, sob coordenação da delegada Daniella Andrade, levantou a informação de que o equipamento estaria no município de Palmeira dos Índios.

Diante dos indícios, a Polícia Civil representou judicialmente pela expedição de mandado de busca e apreensão para o endereço onde o gerador estaria armazenado.

A ordem judicial foi cumprida com apoio da Delegacia Regional de Palmeira dos Índios, resultando na localização e apreensão do gerador. O equipamento foi encontrado em posse de um terceiro, que afirmou tê-lo comprado do locatário pelo valor de R$ 2.500.

O homem foi preso em flagrante pelo crime de receptação. Após a recuperação, o gerador foi devolvido ao proprietário.

O uso de versões irregulares de medicamentos injetáveis para emagrecimento, conhecidas popularmente como “Mounjaro do Paraguai”, tem crescido no Brasil e acende um alerta importante para a saúde pública. Vendidas no mercado paralelo, essas canetas são comercializadas sem registro na Anvisa, sem prescrição médica e sem qualquer garantia de composição, dose ou segurança.
Segundo o médico Djairo Araújo, especialista em Nutrologia e Medicina Esportiva, o risco vai muito além da ilegalidade. “Muitos pacientes acreditam estar usando a mesma medicação, apenas mais barata. Isso é um erro perigoso. Não existe equivalência segura entre um medicamento aprovado e uma substância sem controle sanitário”, afirma.
Medicamentos como tirzepatida e semaglutida passaram por anos de estudos clínicos rigorosos antes de serem aprovados por agências regulatórias como FDA, EMA e Anvisa. Já as versões clandestinas não oferecem qualquer garantia de pureza, esterilidade, armazenamento adequado ou ausência de contaminantes — fatores críticos em medicamentos injetáveis.
Entre os principais riscos associados ao uso dessas canetas irregulares estão infecções locais e sistêmicas, reações alérgicas graves, hipoglicemia, náuseas intensas, vômitos persistentes, desidratação, pancreatite, falha terapêutica e interações medicamentosas perigosas.
A Anvisa exige testes de qualidade, estudos clínicos e rastreabilidade dos lotes justamente para proteger a população. “Nada disso existe no mercado paralelo. Quando algo dá errado, não há como identificar a origem do problema ou interromper a circulação do produto”, explica o especialista.
Apreensões recentes realizadas pela Receita Federal e pela Polícia Federal evidenciam a dimensão do problema, mas, do ponto de vista médico, o maior perigo é o risco biológico e metabólico imposto ao paciente. “O maior risco não é ser pego com um produto ilegal, e sim sofrer uma complicação grave por algo que nunca deveria ter sido injetado no corpo”, reforça Djairo.
Especialistas são unânimes ao afirmar que o tratamento da obesidade deve ser feito com acompanhamento médico, exames laboratoriais e prescrição adequada.
“Medicamentos modernos são ferramentas importantes, mas fora da ciência e da regulação, não são tratamento — são aposta”, conclui o médico.

A Prefeitura de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, adiou o início da cobrança de taxa para turistas, que estava prevista para começar nesta quinta-feira (22/1). Ainda não há nova data para a adoção da medida.

O prefeito Toninho Colucci (PL) afirmou que a plataforma que será utilizada na cobrança ainda está em fase de ajustes técnicos e operacionais.

A chamada de Taxa de Preservação Ambiental (TPA) estava prevista para ser aplicada inicialmente a partir do dia 18 de dezembro de 2025, mas foi suspensa pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) após representações apontarem supostas irregularidades na licitação.

Segundo a gestão municipal, a TPA é um “instrumento para apoiar ações permanentes de conservação, manutenção e preservação do patrimônio natural do município”. A medida, segundo a prefeitura, também busca assegurar que moradores e visitantes possam usufruir de uma cidade mais limpa e organizada.

A previsão é de que o pagamento possa ser realizado pela internet, emitindo um boleto, ou no Centro de Atendimento ao Usuário. A cobrança por meio de tags eletrônicas e sistemas automáticos de identificação veicular será disponibilizada após credenciamento das empresas operadoras.

Os veículos registrados em Ilhabela e São Sebastião, cidade vizinha, serão isentos da TPA. Veja abaixo o valor da taxa aos turistas:


Valores da taxa para turistas em Ilhabela

Perto da linha do Equador, o Sol se põe rapidamente no horizonte em questão de minutos. A escuridão se espalha pela floresta ao redor. Há quase 10 mil anos, na base de uma montanha na África, as sombras das pessoas se estendem pela parede de uma saliência natural de pedra.

Elas são iluminadas por uma fogueira feroz que arde há horas, visível mesmo para pessoas a quilômetros de distância. O vento traz o cheiro de queimado. Essa fogueira permanecerá na memória da comunidade por gerações — e nos registros arqueológicos por muito mais tempo.

Somos bioarqueólogos, arqueólogos e antropólogos forenses que, com nossos colegas, descobrimos recentemente a evidência mais antiga de cremação — a transformação de um corpo de carne em fragmentos de ossos queimados e cinzas — na África, e o exemplo mais antigo de cremação de um adulto em uma pira no mundo.

Não é uma tarefa fácil produzir, criar e manter uma fogueira forte o suficiente para queimar completamente um corpo humano. Embora a cremação mais antiga do mundo date de cerca de 40 mil anos atrás na Austrália, aquele corpo não foi totalmente queimado.

É muito mais eficaz usar uma pira: uma estrutura construída intencionalmente com combustível inflamável. As piras aparecem nos registros arqueológicos apenas há cerca de 11,5 mil anos, com o exemplo mais antigo conhecido contendo uma criança cremada sob o piso de uma casa no Alasca.

Muitas culturas praticaram a cremação, e os ossos, cinzas e outros resíduos desses eventos ajudam os arqueólogos a reconstruir os rituais funerários do passado. Nosso artigo científico, publicado na revista Science Advances, descreve um evento espetacular que aconteceu há cerca de 9,5 mil anos no Malaui, no centro-sul da África, desafiando antigas noções sobre como os povos caçadores-coletores tratavam seus mortos.

A descoberta

No início, era apenas um vestígio de cinzas, mas depois apareceu mais. Expandiu-se para baixo e para fora, tornando-se mais espesso e duro. Pequenas bolsas de terra escura apareciam e desapareciam rapidamente sob as espátulas e escovas, até que um dos escavadores parou.

Eles apontaram para um pequeno osso na base de uma parede de cinzas arqueológicas de 0,5 metro, revelada sob uma saliência de pedra natural no sítio arqueológico Hora 1, no norte do Malaui.

O osso era a extremidade quebrada de um úmero, do braço de uma pessoa. E agarrado à sua extremidade estava a extremidade correspondente do antebraço, o rádio. Ali estava uma articulação do cotovelo humano, queimada e fraturada, preservada em sedimentos cheios de detritos da vida cotidiana dos caçadores-coletores da Idade da Pedra.

Nós nos perguntamos se isso poderia ser uma pira funerária, mas tais estruturas são extremamente raras nos registros arqueológicos.

Encontrar uma pessoa cremada da Idade da Pedra também parecia impossível, porque a cremação não é geralmente praticada pelos coletores africanos, vivos ou antigos. A evidência mais antiga de restos humanos queimados na África data de cerca de 7,5 mil anos atrás, mas aquele corpo estava incompletamente queimado e não havia evidência de uma pira.

Os primeiros casos claros de cremação datam de cerca de 3,3 mil anos atrás, realizados pelos primeiros pastores na África Oriental. Mas, no geral, a prática continuou sendo rara e está associada a sociedades produtoras de alimentos, e não a caçadores-coletores.

Encontramos mais restos humanos carbonizados em um pequeno aglomerado, enquanto a camada de cinzas era do tamanho de uma cama queen size. As labaredas devem ter sido enormes.

Quando voltamos do trabalho de campo e recebemos nossas primeiras datações de radiocarbono, ficamos chocados novamente: o evento havia acontecido há cerca de 9.500 anos.

Reunindo as peças do quebra-cabeça

Montamos uma equipe de especialistas para reunir as peças do quebra-cabeça sobre o que aconteceu. Aplicando técnicas forenses e bioarqueológicas, confirmamos que todos os ossos pertenciam a uma única pessoa que foi cremada logo após sua morte.

Era um adulto pequeno, provavelmente uma mulher, com pouco menos de 1,5 metro de altura. Em vida, ela era fisicamente ativa, com a parte superior do corpo forte, mas apresentava evidências de uma infecção óssea parcialmente curada no braço. O desenvolvimento ósseo e os primeiros sinais de artrite sugeriam que ela provavelmente tinha meia-idade quando morreu.

Padrões de deformação, rachaduras e descoloração causados por danos do fogo mostram que seu corpo foi queimado com parte da carne ainda nele, em um fogo que atingiu pelo menos 540 graus Celsius. Sob o microscópio, pudemos ver pequenas incisões ao longo de seus braços e nas conexões musculares de suas pernas, revelando que as pessoas que cuidavam da pira usaram ferramentas de pedra para ajudar no processo, removendo a carne.

Dentro das cinzas da pira, encontramos muitos pequenos fragmentos pontiagudos de pedra, o que sugere que as pessoas adicionaram ferramentas ao fogo enquanto ele queimava.

E a forma como os ossos estavam agrupados dentro de uma fogueira tão grande mostrou que não se tratava de um caso de canibalismo: era algum outro tipo de ritual.

Talvez o mais surpreendente seja que não encontramos nenhum vestígio da cabeça dela. Os ossos do crânio e os dentes geralmente ficam ber preservados em cremações porque são muito densos. Embora não possamos ter certeza, a ausência dessas partes do corpo sugere que sua cabeça pode ter sido removida antes ou durante a cremação como parte do ritual fúnebre.

Um espetáculo comunitário

Concluímos que a pira deve ter sido construída e mantida por várias pessoas que participaram ativamente do evento. Durante novas escavações no ano seguinte, encontramos ainda mais fragmentos ósseos da mesma mulher antiga, deslocados e com cores diferentes dos encontrados na pira principal. Esses restos adicionais sugerem que o corpo foi manipulado, cuidado e movido durante a cremação.

A análise microscópica de amostras de cinzas de toda a pira inclui fungos enegrecidos, solo avermelhado de estruturas de cupins e restos microscópicos de plantas. Isso nos ajudou a estimar que as pessoas coletaram pelo menos 30 kg de madeira morta para realizar a tarefa e alimentaram o fogo por horas ou dias.

Também descobrimos que este não foi a primeira fogueira no sítio de Hora 1 — nem a última. Para nossa surpresa, o que parecia durante o trabalho de campo ser uma única pilha enorme de cinzas era, na verdade, uma série de eventos de queimas em camadas.

A datação por radiocarbono das amostras de cinzas mostrou que as pessoas começaram a acender fogueiras naquele local há cerca de 10.240 anos. O mesmo local foi usado para construir a pira funerária várias centenas de anos depois. À medida que a pira ardia, novas fogueiras eram acesas em cima dela, resultando em cinzas fundidas em camadas microscópicas.

Algumas centenas de anos após o evento principal, outra grande fogueira foi acesa novamente no mesmo local. Embora não haja evidências de que outras pessoas tenham sido cremadas nas fogueiras subsequentes, o fato de as pessoas terem retornado repetidamente ao local para esse fim sugere que sua importância permaneceu viva na memória da comunidade.

Uma nova visão das antigas cremações

O que tudo isso nos diz sobre os antigos caçadores-coletores da região?

Por um lado, mostra que comunidades inteiras estavam envolvidas em um espetáculo funerário de escala extraordinária. Uma pira aberta pode levar mais de um dia de cuidados constantes e uma enorme quantidade de combustível para reduzir completamente um corpo a cinzas, e durante esse tempo é impossível esconder as imagens e os cheiros da madeira em chamas e outros restos mortais.

Esse nível de esforço fúnebre é inesperado para essa época e esse lugar. Nos registros africanos, rituais mortuários complexos e multigeracionais ligados a locais específicos geralmente não estão associados a um modo de vida de caça e coleta.

Isso também mostra que pessoas diferentes eram tratadas de maneiras diferentes após a morte, levantando a possibilidade de papéis sociais mais complexos em vida. Outros homens, mulheres e crianças foram enterrados no sítio de Hora 1 já há 16 mil anos.

Na verdade, esses outros enterros forneceram evidências de DNA antigo, mostrando que eles faziam parte de um grupo de longa data no local. Mas esses enterros, e outros que ocorreram algumas centenas de anos depois da pira, foram realizados sem esse espetáculo que exigia muito trabalho.

O que havia de diferente nessa pessoa? Ela era uma integrante querida da família ou uma estranha? Esse tratamento foi devido a algo que ela fez em vida ou a uma esperança específica para a vida após a morte? Escavações adicionais e dados de toda a região podem nos ajudar a entender melhor por que essa pessoa foi cremada e o que a cremação significava para esse grupo.

Quem quer que ela fosse, sua morte teve um significado importante não apenas para as pessoas que fizeram e cuidaram da pira, mas também para as gerações que vieram depois.

 

A Mastercard anunciou na terça-feira (20) que suspendeu o uso dos cartões do Will Bank, fintech do Banco Master, em sua rede.

“Nós, assim como os reguladores, acompanhamos de perto as operações do Will Bank há algum tempo para entender como as regras da nossa rede estavam sendo cumpridas, a fim de apoiar os participantes do ecossistema que dependem de seus serviços", afirmou a Mastercard em nota.

"Diante de mudanças no atendimento a essas obrigações, e considerando também nossos próprios requisitos regulatórios, suspendemos o uso dos cartões do Will Bank em nossa rede”, completou.

Nesta quarta-feira (21), o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento. Conforme comunicado do BC, decisão foi tomada em extensão ao comprometimento da sua situação econômico-financeira, da sua insolvência e do vínculo de interesse do Banco Master.

O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, é um dos controladores da Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento.

O Banco Central também nomeou nesta quarta o liquidante do Banco Master, Eduardo Bianchini, como liquidante da Will Financeira. A autarquia ainda decretou a indisponibilidade de bens dos controladores e dos ex-administradores da instituição.

Além de Vorcaro, também eram controladores da instituição a Will Holding Financeira S.A,; Master Holding Financeira S.A.; 133 Investimentos E Participações Ltda.; Armando Miguel Gallo Neto; Felipe Wallace Simonsen.

Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Master, após a Polícia Federal prender o dono Daniel Vorcaro por um esquema de fraude bancária.

Foram liquidados de forma extrajudicial o Banco Master S/A, do Banco Master de Investimento S/A, do Banco Letsbank S/A, e da Master S/A Corretora de Câmbio, Títulos e Valores Mobiliários.

A ação "foi motivada pela grave crise de liquidez do Conglomerado Master e pelo comprometimento significativo da sua situação econômico-financeira, bem como por graves violações às normas que regem a atividade das instituições integrantes do SFN [Sistema Financeiro Nacional]", informou o BC em nota na época.

O Banco Master Múltiplo S/A, que detém o Will Bank, foi colocado sob o Raet (Regime Especial de Administração Temporária) "tendo em vista a possibilidade concreta de solução que preserva o funcionamento" do banco digital, segundo o BC.

O Raet é uma solução para reorganizar a instituição ao BC, ao permitir que ocorra uma solução de mercado, como transformação, incorporação, fusão, cisão ou transferência do controle acionário.

Vorcaro, ex-dirigente do Master e do BRB são investigados por emissão de títulos de crédito falsos.

Você já ouviu falar em sarcopenia? O nome complicado descreve algo mais comum do que parece: a perda de massa muscular que acontece com o passar dos anos.

O problema é silencioso e avança devagar. De repente, subir escadas ou levantar da cadeira parece mais difícil. As pernas ficam fracas, o corpo cansa rápido, e tudo isso pode ser sinal de sarcopenia.

Segundo Luiz Antônio da Silva Sá, especialista em Clínica Médica, Geriatria e Gerontologia e professor da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR), “a perda muscular não é apenas envelhecimento natural. É uma condição tratável que afeta diretamente a autonomia e a qualidade de vida.

Em mais uma ação de fiscalização, a Vigilância Sanitária de Maceió (Visa), apreendeu 250 kg de produtos impróprios para o consumo, em uma feira livre no bairro Levada.  A inspeção ocorreu, na manhã desta terça-feira (20), em estabelecimentos comerciais, por meio de denúncia anônima. 

Durante a ação, foram identificadas grandes quantidades de produtos perecíveis e não-perecíveis com prazo de validade vencidos, além de estarem armazenados de forma inadequada. Entre os alimentos impróprios para o consumo, fora dos padrões sanitários, com risco à saúde do consumidor, havia leite de coco, charque, mortadela, pão, catchup, farofa, pipoca e refrigerantes. A irregularidade resultou no recolhimento e apreensão dos alimentos comercializados.

De acordo com Airton Santos, chefe especial da Visa Maceió,  os estabelecimentos foram autuados e deverão responder a processo administrativo, cuja penalidade inclui multa no valor de R$ 180,00 a R$ 38 mil reais, no caso de reincidência de infração.

“Essa ação foi resultado de denúncia e  com a inspeção identificamos as irregularidades que causam risco à saúde do consumidor. A fiscalização é necessária para garantir a saúde de quem compra e conscientizar comerciantes sobre à importância das normas sanitárias para contribuir para saúde coletiva e comercialização consciente, nos padrões exigidos pelas Anvisa”, destacou Airton Santos.

Como denunciar 

Ao constatar, em qualquer estabelecimento, irregularidades que causam riscos à saúde da população, entre em contato com a Visa de Maceió pelo telefone (82) 3312-5496, de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h; ou pelo WhatsApp (82) 98752-2000, que funciona 24 horas, todos os dias. As denúncias são anônimas, garantindo o sigilo do denunciante.

Mesmo considerada extinta desde a década de 1960, pesquisadores identificaram que a Pilotus senarius, uma espécie rara de planta australiana, ainda não desapareceu da natureza. O mais curioso é que o encontro com ela aconteceu através de uma foto do cientista amador Aaron Bean postada no iNaturalist, uma plataforma de ciência cidadã que reúne informações sobre plantas e animais do mundo todo.

A imagem foi vista no site pelo botânico Anthony Bean (apesar do sobrenome, ele e Aaron não são parentes), do herbário de Queensland, na Austrália. Posteriormente, em parceria com o pesquisador Thomas Mesaglio, os cientistas confirmaram que de fato se tratava de um exemplar da rara espécie. A descoberta foi publicada na revista Australian Journal of Botany nessa segunda-feira (19/1).

De acordo com Aaron, ele estava seguindo normalmente sua rotina de trabalho, em uma fazenda australiana, quando notou uma planta diferente. Como é horticultor, logo tirou uma foto e postou no iNaturalist. Ele mal poderia imaginar, mas tinha acabado de encontrar, por acaso, uma espécie considerada extinta.

“Foi uma grande coincidência. Aaron é um ávido usuário do iNaturalist que, de maneira oportuna, tirou algumas fotos de plantas interessantes na propriedade”, afirma Mesaglio, em entrevista ao portal da revista científica em que o trabalho foi publicado, o Australian Journal of Botany.

Plataformas de ciência são importantes para a redescoberta de plantas e animais

Sem ser encontrada desde 1967, a Pilotus senarius fazia parte de uma seleta lista de plantas consideradas extintas por todo o mundo desde 1750. Mas, devido ao achado no iNaturalist, a espécie subiu de patamar e passou a ser classificada como “criticamente ameaçada de extinção”.

Segundo os pesquisadores, plataformas de ciência cidadã, em que pessoas do mundo todo podem enviar registros de plantas e animais, são boas ferramentas para otimizar o encontro de novas espécies ou até de outras consideradas extintas.

Para ajudar ainda mais os cientistas que acompanham a plataforma, Mersaglio dá a dica para os usuários mandarem outras informações, como tipo de solo e cheiro, além da imagem postada no site. “Quanto mais informações e contexto você puder fornecer, mais usos potenciais esse registro terá no futuro”, diz o pesquisador.

A expectativa dos especialistas é que novos componentes dos ecossistemas mundiais sejam descobertos através da ciência cidadã.

Um homem que procurou a Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência por extravio de documentos acabou preso nesta segunda-feira (20), no município do Pilar, na Região Metropolitana de Maceió.

De acordo com a polícia, durante o atendimento na unidade policial, os dados do homem foram consultados nos sistemas de segurança e foi constatada a existência de um mandado de prisão em aberto contra ele.

A ordem judicial foi expedida pela 3ª Vara Criminal da Comarca de Jaciara, no estado de Mato Grosso, referente a uma condenação definitiva, com pena superior a 10 anos de reclusão em regime fechado por tentativa de homicídio.

Após o cumprimento do mandado, o homem foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos de praxe e, em seguida, conduzido a delegacia.

Um casal de namorados foi morto a tiros na noite de segunda-feira (19), na cidade de Remanso, no norte da Bahia.

Segundo informações da Polícia Civil, as vítimas foram identificadas como Lucas Gabriel Santana Andrade, de 27 anos, e Juliana Rosa Ribeiro dos Santos, de 23.Informações iniciais apontam que Lucas e Juliana estavam na casa onde moravam, na Vila Santana, zona urbana do município, quando foram assassinados. Para a polícia, a família do jovem disse que ele chegou a ligar para familiares informando que o imóvel estava sendo invadido.

Quando chegaram no local, os policiais já encontraram o casal morto. Buscas foram feitas pela região ainda na noite de segunda, mas nenhum suspeito foi encontrado.

O caso é investigado pela Delegacia Territorial (DT) de Remanso, que tenta identificar os autores dos assassinatos e descobrir a motivação do crime.

Em entrevista à coluna nesta terça-feira (20/1), o delegado Maurício Iacozzilli deu detalhes do modus operandi dos três técnicos de enfermagem suspeitos de matar três pacientes que estavam internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF), em novembro e dezembro de 2025.

 

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Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, de 28 e 22 anos, foram presos pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

De acordo com Iacozolli, os suspeitos agiam juntos, tendo as duas mulheres participação “omissiva e colaborativa”. As investigações revelaram que o trio agia com frieza, sendo que chegaram, inclusive, a se reunir, após a aplicação do medicamento, para observar o monitor cardíaco das vítimas zerar os batimentos.

“Uma delas está com ele quando ele pega o remédio, prepara as injeções e vai com ele até o quarto. A outra chega num momento posterior e elas parecem vigiar a porta em um certo momento, pelas filmagens. Elas se posicionam na frente do braço da vítima que ele está fazendo a aplicação para que alguém que esteja lá fora não consiga ver e depois os três ficam assistindo o monitor da vítima até zerar. Os vídeos demonstram que elas tinham conhecimento, sim, do que estavam acontecendo”, contou.

O delegado declarou que, por esta razão, as técnicas também vão ser indiciadas pelos crimes de homicídio.

Matança em UTI: técnicos assistiam monitor cardíaco de vítimas zerar - destaque galeria
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Três profissionais são investigados pelo crime

Marcos Vinícius Silva
O suspeito tem 24 anos
O homem é apontado como líder do grupo
O técnico de enfermagem confessou os crimes

 

As mortes

As investigações apontam que o grupo teria sido responsável pelas mortes de João Clemente Pereira, de 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, de 33, servidor dos Correios; e Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada, de 75 anos.

No caso da professora aposentada, o homem ainda injetou mais de 10 seringas de desinfetante no organismo da mulher. A motivação dos crimes ainda está sendo investigada.

Inicialmente, os presos tentaram negar os crimes afirmando que aplicavam apenas medicamentos indicados pelos médicos. Contudo, ao serem confrontados com as provas dos crimes, os investigados confessaram o crime sem apresentar arrependimento, demonstrando frieza.

A investigação deverá indiciá-los pelo crime de homicídio doloso qualificado com impossibilidade de defesa da vítima.

O posicionamento do hospital

O caso passou a ser investigado após denúncias do próprio hospital, que percebeu circunstâncias atípicas relacionadas aos três na UTI. “O hospital instaurou investigação, por iniciativa própria”, afirmou a instituição em nota.

Com base nas evidências, fruto da investigação interna, o Hospital requereu a instauração de inquérito policial, bem como a adoção das medidas cautelares cabíveis, inclusive a prisão cautelar dos envolvidos, os quais já haviam sido desligados da Instituição.

“O Hospital, enquanto também vítima da ação destes ex-funcionários, solidariza-se com os familiares das vítimas, e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas, reafirmando seu compromisso permanente com a segurança dos pacientes, com a verdade e a Justiça.”

No recorte de 2020 até 2025, o Brasil registrou a morte de 8.557 mulheres vítimas do feminicídio. Em seis anos, foi registrado um aumento de 9,1%. O ano de 2025 registrou bateu um novo recorde, com 1.470 vítimas, uma variação de 0,41% em relação ao ano passado, com 1.464.

No entanto, o número tende a aumentar, uma vez que Alagoas, Paraíba, Pernambuco e São Paulo ainda não enviaram os dados referentes aos crimes de dezembro.

Os dados fornecidos pelo portal do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) evidenciam que, em média, cerca de quatro mulheres morrem por dia em razão do feminicídio.

Os últimos anos foram marcados por um padrão de crescimento no crime. O recorte com maior aumento foi entre 2020 e 2021, com 17 casos. Veja:

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Tentativas de feminicídio

O número de tentativas de feminicídio também é um destaque importante. O ano de 2025 registrou o total de 3,702 tentativas, uma variação de 16,3% em relação ao ano anterior, com 3.185.

Apesar da ausência dos estados pendentes do mês de dezembro, o número registra o maior dos últimos seis anos. De 2020 até 2025, foram 15.214 casos de tentativas de assassinato contra mulheres, um aumento de 121,41%.

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Lei do Feminicídio

Em 2026, a Lei do Feminicídio completa 11 anos desde a sanção da então presidente Dilma Rousseff (PT) em 9 março de 2015.

Em 2024, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou uma lei que endurece a pena para quem cometer o crime. Agora, a prisão pode ser de até 40 anos.

A pena é a maior prevista no Código Penal do país e, com a nova lei, haverá maior punição também para ocorrências de lesão corporal e violência doméstica.

Como denunciar violência contra as mulheres

A Central de Atendimento à Mulher, Ligue 180, é um serviço público que atua no combate à violência contra as mulheres. A ligação é gratuita e está disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Ele oferece os seguintes serviços:

Em situações de emergência, deve-se acionar a Polícia Militar, pelo número 190.

A prefeita Tia Júlia visitou  as obras de pavimentação no Conjunto José Maia Costa. Desta vez, a Rua Vereador Antônio Balbino entrou na fase final dos serviços e deve ser concluída nos próximos dias e vai garantir mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para os moradores da localidade.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura Thiago Tavares, a obra segue dentro do cronograma estabelecido e atende a uma antiga demanda da comunidade. “Estamos finalizando os últimos ajustes da pavimentação, com toda a infraestrutura necessária para assegurar durabilidade e conforto para quem trafega pela rua. É um serviço feito com planejamento e responsabilidade”, destacou o secretário.

Para a prefeita Tia Júlia, o avanço das obras representa o compromisso da gestão com a melhoria dos bairros e com o bem-estar da população. “Cada rua pavimentada significa mais dignidade para os moradores. Estamos trabalhando para levar infraestrutura de qualidade a todas as comunidades, ouvindo as pessoas e transformando essas demandas em ações concretas. A pavimentação da Rua Vereador Antônio Balbino faz parte de um conjunto de investimentos em infraestrutura urbana que vêm sendo executados no município”, afirmou a prefeita.

 

cantora de forró Tamara da Silva foi morta a facadas pelo ex-companheiro nesse domingo (18/1), no bairro Parque Vista Bárbara, em Sorocaba, no interior de São Paulo. A namorada dela também morreu após ser atacada pelo suspeito.

Cantor de forró mata ex e namorada dela a facadas no interior de SP - destaque galeria
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Ex matou cantora de forró a facadas

Namorada de cantora de forró esfaqueada também foi morta a facadas

Segundo a Polícia Civil, o homem, Tony Lima, desferiu diversos golpes de facas contra as vítimas e fugiu da cena do crime. Imediatamente, as equipes iniciaram as investigações para identificar e localizar o suspeito.

Durante as buscas, a polícia constatou que Tony teria cruzada a fronteira com Minas Gerais, em fuga. Ele foi localizado e preso em flagrante, no mesmo dia em que cometeu o crime. Questionado, ele confessou ter cometido os assassinatos.

O homem foi conduzido ao Plantão Policial de Pouso Alegre, em Minas Gerais, mas tirou a própria vida enquanto esperava a conclusão dos registros policiais na delegacia.

Tamara Silva foi velada e sepultada nessa segunda-feira (19/1), no Cemitério Santo Antônio, em Sorocaba.

A advogada Juliane Vieira, 28, que teve 63% do corpo queimado salvando a família de um incêndio no Paraná, recebeu alta nesta terça-feira (20) do Hospital Universitário de Londrina.
Alta à paciente foi dada na manhã desta terça, informou o hospital à reportagem. Na semana passada, a unidade de saúde informou uma melhora no quadro da advogada, que estava acordada e interagindo com a família.

Juliane passou mais de três meses internada após dar entrada no hospital em estado gravíssimo. Ela deu entrada no local em 15 de outubro de 2025, após salvar a mãe e um primo de quatro anos do incêndio.

ENTENDA O CASO

Juliane teve mais da metade do corpo queimado após salvar a família de um incêndio em outubro. O fogo atingiu o apartamento da família dela, que fica localizado no 13º andar de um prédio em Cascavel.

Ela se pendurou no suporte de um ar-condicionado para salvar a família. Depois de ajudar os familiares, Juliane foi resgatada pelos bombeiros.

Juliane Vieira tem 28 anos. Ela é descrita por amigos nas redes como uma mulher disciplinada, reservada e acostumada a superar desafios.

Ela mantinha vida ativa com atividades físicas. Em seu perfil no TikTok, compartilhava treinos de crossfit e momentos de lazer, com postagens que refletem cuidado com a saúde e gosto por atividades ao ar livre. Nas publicações, misturava fotos de treinos com mensagens de fé e superação, que agora têm sido retomadas por amigos e admiradores como símbolo da força demonstrada no resgate da família.

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