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O presidente e diretores do Rioprevidência, o Regime Próprio de Previdência Social do Rio de Janeiro, são alvo de buscas pela Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (23), na Operação Barco de Papel, dentro das investigações sobre o Banco Master.

O Rioprevidência afirmou ter feito nos últimos anos aportes de quase R$ 1 bilhão em fundos do conglomerado de Daniel Vorcaro. A PF considera que essas operações financeiras, supostamente irregulares, “expuseram o patrimônio da autarquia a risco elevado e incompatível com sua finalidade”.

O fundo estadual é responsável pelo pagamento de benefícios previdenciários a 235 mil servidores do RJ e seus dependentes, como aposentadorias e pensões.

“A investigação, iniciada em novembro, visa apurar um conjunto de 9 operações financeiras, realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que resultaram na aplicação de aproximadamente R$ 970 milhões de recursos pertencentes à autarquia em Letras Financeiras emitidas por banco privado”, declarou a PF.

Agentes saíram para cumprir 4 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal.

Um dos endereços é a casa do presidente do Rioprevidência, Deivis Marcon Antunes, em Botafogo. A equipe precisou pular o portão para entrar.

Também são alvos Eucherio Lerner Rodrigues, ex-diretor de investimentos, e Pedro Pinheiro Guerra Leal, ex-diretor de investimentos interino.

Agentes ainda foram à sede da autarquia, no Centro.

Relembre o caso

Em novembro, o g1 mostrou que o Rioprevidência aplicou R$ 2,6 bilhões em fundos do grupo liderado pelo Banco Master. O investimento foi realizado ao longo de 2024 e 2025, aproveitando taxas consideradas “mais atrativas” que as oferecidas por concorrentes.

Em maio, o Tribunal de Contas do RJ (TCE-RJ) já havia alertado para “graves irregularidades” aos gestores do fundo. Em outubro, o TCE voltou a criticar os aportes e determinou uma tutela provisória com apensação sobre o Rioprevidência, impedindo-o de fazer novas transações com o Master.

🔎 Tutela provisória seguido de apensação é como, em uma situação de emergência, o Tribunal emitir um comando de parar imediatamente (tutela provisória) e, em seguida, dizer que o caso será transferido e anexado à investigação criminal completa (a auditoria) para que todas as punições e responsabilidades sejam definidas de uma vez.

“Chega de decisões sem transparência, chega de colocar em risco a aposentadoria daqueles que colaboraram com a construção deste estado”, declarou o conselheiro Jose Gomes Graciosa.

Na época da reportagem, o Rioprevidência afirmou que “o valor efetivamente aplicado pelo órgão foi de aproximadamente R$ 970 milhões, em Letras Financeiras emitidas pela instituição entre outubro de 2023 e agosto de 2024, com vencimentos previstos para 2033 e 2034”. O órgão destacou que estava em negociação para substituir as letras por precatórios federais.

Como funcionava o aporte

De acordo com o TCE, o Rioprevidência utilizava o dinheiro arrecadado com descontos em folha para aplicar no mercado financeiro — o que deveria garantir a sustentabilidade do fundo.

O órgão determinou que o Rioprevidência não investisse mais em instrumentos financeiros emitidos, administrados ou geridos pelo conglomerado do Banco Master, nem em outras instituições que não atendessem aos princípios de segurança e prudência financeira.

Em maio, o Tribunal já havia pedido esclarecimentos sobre os investimentos. Desde então, concluiu que houve agravamento das irregularidades.

Até julho, R$ 2,6 bilhões — o equivalente a 25% dos recursos aplicados pelo Rioprevidência — estavam expostos a fundos administrados pelo Banco Master.

Um dos exemplos citados é o aporte de mais de R$ 1 bilhão no Arena Fundo de Investimento, administrado pela Master S/A Corretora. O fundo iniciou as operações em 18 de dezembro do ano passado, e no dia seguinte o Rioprevidência fez o primeiro aporte de R$ 50 milhões. Desde então, o fundo estadual fez sucessivos aportes, sendo o único cotista.

A rentabilidade média do fundo, de 4,05%, ficou abaixo da poupança (5,47%) e muito aquém do CDI (9,31%), o que, segundo o TCE, reforça a “ausência de vantajosidade”.

Os técnicos também identificaram aportes de mais de R$ 300 milhões em letras financeiras sem qualquer informação disponível — aplicações que funcionam como empréstimos a instituições financeiras, em troca de juros.

Outro exemplo citado é o investimento de R$ 100 milhões em junho, que caiu para R$ 75 milhões em apenas um mês. Na avaliação do Tribunal de Contas, esses casos “evidenciam uma gestão possivelmente irresponsável dos recursos do regime previdenciário”.

Dois homens foram baleados durante um ataque a tiros na Chã da Jaqueira, em Maceió, na madrugada desta sexta-feira (23).

O primeiro ferido deu entrada na UPA da Chã da Jaqueira com um tiro na mão direita. O projétil ficou alojado e ele precisou ser transferido para o Hospital Geral do Estado (HGE), no Trapiche da Barra. Segundo a polícia, o homem tem antecedente por homicídio e responde ao processo em liberdade.

Pouco depois, um segundo homem ferido por disparo de arma de fogo procurou atendimento na UPA da Santa Lúcia. Ele contou que estava em um comércio em frente a um supermercado, na Chã da Jaqueira, quando um homem em uma motocicleta passou atirando.

Os disparos teriam como alvo outra pessoa, mas um dos tiros acabou atingindo a vítima no braço direito. Assim como o primeiro ferido, ele também foi levado para o HGE.O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Antes associada ao envelhecimento, a hipertensão arterial tem sido diagnosticada cada vez mais cedo. Entre jovens, mesmo sem histórico familiar, o problema surge ligado a mudanças no estilo de vida, como estresse constante, má qualidade do sono e alimentação inadequada. Segundo o cardiologista Fabrício Da Silvia, o corpo jovem não está imune aos efeitos cumulativos de hábitos pouco saudáveis.

Entenda

  1. A hipertensão em jovens está ligada ao comportamento, não só à genética
  2. Estresse, sono ruim e sedentarismo afetam diretamente a pressão arterial
  3. Substâncias como álcool, nicotina e anabolizantes aumentam o risco
  4. Mudanças simples de rotina podem prevenir ou adiar o uso de medicamentos

De acordo com o especialista, há uma antecipação dos quadros de pressão alta impulsionada por transformações no cotidiano.

“Sedentarismo, consumo excessivo de sódio e ultraprocessados, ganho de peso, privação crônica de sono e estresse contínuo interferem nos mecanismos que regulam a pressão arterial”, explica.

Esses fatores atuam sobre o sistema nervoso autônomo e o equilíbrio hormonal, favorecendo a elevação persistente da pressão.

Jovem com pressão alta? Cardiologista explica os riscos e faz alerta - destaque galeria
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Ele abrange aspectos físicos, mentais e sociais

Faça substituições inteligentes na dieta para comer mais saudável
Praticar atividade física é essencial
 Os exercícios ajudam as pessoas a viver de forma mais equilibrada, saudável e feliz
O bem-estar contribui para a prevenção de doenças e melhora a qualidade do sono

Hábitos comuns na juventude têm impacto direto nesse processo. O estresse constante mantém elevados os níveis de adrenalina e cortisol, enquanto a falta de sono compromete a saúde vascular e aumenta a rigidez das artérias. Segundo o médico, o uso excessivo de telas contribui para o sedentarismo, piora do descanso e sobrecarga mental. Já o consumo de álcool, mesmo em quantidades consideradas moderadas, pode elevar a pressão de forma sustentada.

A alimentação também ocupa papel central. Alimentos ultraprocessados, ricos em sódio, gorduras inflamatórias e aditivos, favorecem a retenção de líquidos e a disfunção vascular. O tabagismo e o uso de cigarros eletrônicos agravam ainda mais o cenário: a nicotina provoca vasoconstrição imediata e, a longo prazo, danifica a parede dos vasos sanguíneos, aumentando o risco de hipertensão e doenças cardiovasculares precoces.

Kinga Krzeminska/Getty ImagesMonitoramento da pressão arterial. Metrópoles
A pressão alta acontece devido a uma combinação de fatores genéticos e estilo de vida, incluindo obesidade, sedentarismo, rotinas alimentares pouco saudáveis, tabagismo, além do excesso de álcool e estresse

Fatores emocionais, como ansiedade crônica e burnout, também não devem ser subestimados. “Quando o organismo permanece em estado de alerta por longos períodos, picos ocasionais de pressão podem se transformar em hipertensão estabelecida”, alerta Fabrício. A repetição de níveis elevados em diferentes horários é um sinal claro de que algo não vai bem.

Outro ponto de atenção é o uso de hormônios anabolizantes. Segundo o cardiologista, o consumo abusivo, muitas vezes associado à busca por estética ou desempenho físico, está ligado ao aumento da pressão arterial, retenção de líquidos, alterações no colesterol e maior risco de eventos cardiovasculares, mesmo em jovens aparentemente saudáveis.

Embora a hipertensão seja frequentemente silenciosa, alguns sinais costumam ser ignorados: dores de cabeça recorrentes, cansaço excessivo, palpitações, tontura, visão embaçada, sensação de pressão no peito e queda no desempenho físico ou cognitivo. A ausência de sintomas, porém, não significa ausência de risco.

Halfpoint Images/Getty ImagesImagem colorida mostra médico medindo a pressão arterial de jovem em um consultório - Metrópoles
A pressão alta prejudica os vasos sanguíneos e contribuem para o rompimento ou danos nessas estruturas

Antes de recorrer a medicamentos, mudanças de comportamento fazem grande diferença. Atividade física regular, sono de qualidade, redução do consumo de sal, álcool e ultraprocessados, abandono do tabagismo — incluindo vapers — e controle do estresse são medidas eficazes. Monitorar a pressão com regularidade, mesmo sem sintomas, também é fundamental.

“Quando adotadas precocemente, essas estratégias têm impacto significativo na prevenção e no controle da hipertensão em jovens”, conclui o especialista da Amplexus Saúde Especializada. O cuidado com o bem-estar hoje pode evitar complicações cardiovasculares no futuro.

Mais da metade das mulheres com menos de 40 anos com câncer de mama avançado é responsável pelo cuidado de filhos menores de 18 anos. O dado, que por si só já revela a sobrecarga que recai sobre esse grupo, é um dos principais achados da primeira pesquisa global dedicada a mapear os desafios enfrentados por jovens pacientes em todo o mundo.

Conduzido pelo Projeto 528, batizado a partir da estimativa de que 528 mil mulheres vivem hoje com câncer de mama avançado, o estudo reuniu 3,8 mil respostas de participantes de 67 países, das quais 385 tinham menos de 40 anos. É sobre esse contingente que a análise se debruça, revelando o amplo impacto da doença na renda, na vida familiar, na estabilidade emocional e na relação com o próprio corpo.

Os números mostram que, além da carga emocional do diagnóstico, muitas dessas mulheres sustentam o lar e são o principal apoio de crianças e adolescentes que dependem delas integralmente. Entre as entrevistadas, 52% eram cuidadoras primárias. Após o início do tratamento, seis em cada dez relataram dificuldades no trabalho, 59% tiveram problemas para manter as contas em dia e 40% acumularam dívidas médicas.

Ao mesmo tempo, a percepção de estabilidade financeira, que antes alcançava metade delas, despencou para 20% após o diagnóstico. Para 36% das participantes, o custo das terapias influenciou a escolha do tratamento.

“O estudo foi muito eficiente em demonstrar que, com o aumento de diagnóstico de câncer de mama em pacientes e mulheres jovens, as disparidades são gigantes, com dificuldades que impedem desde o diagnóstico precoce até o tratamento”, analisa a oncologista Patrícia Taranto, do Einstein Hospital Israelita.

Embora não sejam a maioria das pacientes oncológicas, as mulheres jovens tendem a enfrentar tumores mais graves. “O câncer de mama nesse grupo é biologicamente mais agressivo do que em mulheres mais velhas. Muitas vezes, há maior risco de um tumor triplo negativo, que tem menos opções de tratamento, e de desenvolver um câncer por predisposição hereditária”, explica Taranto.

Mulheres com câncer de mama avançado acumulam dívidas no tratamento - destaque galeria
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Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), há vários tipos de câncer de mama. Alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem lentamente. A maioria dos casos, quando tratados cedo, apresentam bom prognóstico

Não há uma causa específica para a doença. Contudo, fatores ambientais, genéticos, hormonais e comportamentais podem aumentar o risco de desenvolvimento da enfermidade. Além disso, o risco aumenta com a idade, sendo comum em pessoas com mais de 50 anos
Apesar de haver chances reais de cura se diagnosticado precocemente, o câncer de mama é desafiador. Muitas vezes, leva a força, os cabelos, os seios, a autoestima e, em alguns casos, a vida. Segundo o Inca, a enfermidade é responsável pelo maior número de óbitos por câncer na população feminina brasileira
Os principais sinais da doença são o aparecimento de caroços ou nódulos endurecidos e geralmente indolores. Além desses, alteração na característica da pele ou do bico dos seios, saída espontânea de líquido de um dos mamilos, nódulos no pescoço ou na região das axilas e pele da mama vermelha ou parecida com casca de laranja são outros sintomas
O famoso autoexame é extremamente importante na identificação precoce da doença. No entanto, para fazê-lo corretamente é importante realizar a avaliação em três momentos diferentes: em frente ao espelho, em pé e deitada

Desigualdade e toxicidade financeira

Entre os fatores levantados pela pesquisa, o peso da renda aparece como central, sobretudo pelos altos custos associados às terapias mais modernas. “Ao mesmo tempo que o tratamento evolui para a melhora dos desfechos, com a sobrevida global subindo, os valores associados a esse tratamento também podem aumentar de maneira muito significativa, chegando a custos muito elevados por ciclo de tratamento”, destaca a oncologista.

Para quem não dispõe de recursos ou enfrenta negativas de cobertura, o efeito pode ser devastador. “A ‘toxicidade’ financeira é algo que realmente pode impactar de maneira significativa e negativa na jornada do paciente oncológico, limitando o acesso”, observa a médica do Einstein.

Essa combinação de limitações econômicas e obstáculos ao atendimento aparece de forma consistente nos relatos. O levantamento indica que 40% das pacientes, mesmo após serem diagnosticadas, adiaram a busca por ajuda especializada. Muitas mencionaram que médicos da atenção primária ignoraram sinais iniciais ou que não havia informação clara sobre riscos.

Apenas 14% obtiveram diagnóstico por triagem clínica ou rotina; a maioria (85%) descobriu a doença a partir da percepção direta de sintomas, o que frequentemente aponta fases mais avançadas. Segundo a pesquisa, 52% receberam o diagnóstico já no estágio 4.

As desigualdades também se estendem ao acesso a exames de precisão. Nove em cada dez entrevistadas realizaram testes genéticos para detectar mutações hereditárias, mas somente 59% tiveram acesso a testes genômicos do tumor, fundamentais para orientar terapias mais precisas. Como consequência, apenas 46% receberam mais de uma opção de tratamento.

Sexualidade e fertilidade após o câncer de mama

Cerca de 80% das voluntárias relataram sofrimento psicológico. Questões ligadas a alteração da imagem corporal, medo de perder a fertilidade e alterações da vida sexual apareceram de forma frequente. Apenas 4% afirmaram não ter tido problemas nessa área.

“Metade das mulheres teve suas relações sexuais e afetivas modificadas após a doença. Esse fator também é muito importante de ser acompanhado, porque parte do tratamento oncológico muitas vezes envolve uma indução de menopausa precoce, levando a impactos importantes na libido. O manejo adequado da doença deve avaliar esses sintomas e melhorar como possível o bem-estar dessas mulheres”, explica Patrícia Taranto.

A preservação da fertilidade também ganhou destaque. O estudo aponta que apenas 13% das pacientes que responderam à pesquisa foram aconselhadas a passarem por procedimentos prévios para preservar sua fertilidade, como a coleta de óvulos.

“Essa etapa deve ser feita sempre no início do tratamento, antes de começar a quimioterapia, para saber quais são os desejos da paciente, se ela tem um planejamento familiar e que técnicas podem ser usadas para permitir que ela consiga realizar esse desejo apesar da doença, incluindo avaliação com especialistas para o congelamento de óvulos ou de embriões”, orienta a médica do Einstein.

A pesquisa também analisou as redes de apoio: comunidades online de mulheres com doença avançada ajudaram de forma decisiva, mas apenas 43% receberam indicação de ingressar nessas redes. “O cuidado com a saúde mental tem de fazer parte do tratamento multidisciplinar do câncer de mama. É natural que a paciente fique mais fragilizada, então encontrar apoio, além de suporte psicológico, auxilia muito a reduzir o peso mental, espiritual e físico de atravessar essa jornada”, conclui a oncologista.

O radialista Cícero José faleceu na noite desta quinta-feira (22) após se envolver em um grave acidente nas proximidades do trevo de Ouricuri, no município de Atalaia, interior de Alagoas.

Cícero era um nome bastante conhecido e querido no rádio alagoano, , onde construiu uma trajetória marcada pela dedicação e amor à comunicação. Por muitos anos.

Além de comunicador, Cícero José também atuou por muitos anos como técnico de radio.

A notícia de sua morte causou comoção entre colegas de trabalho, amigos, familiares e ouvintes, que acompanhavam seu trabalho ao longo dos anos.

Nota de pesar – Direção Radio Vitório “A Direção da Rádio Vitório lamenta profundamente o falecimento do radialista e amigo Cícero José, colaborador e funcionário.

Cícero deixa um legado de profissionalismo, companheirismo e amor pelo rádio. Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares, amigos e ouvintes, rogando a Deus que conforte a todos.”

A Rádio Vitório se une ao sentimento de luto e presta homenagem a Cícero José, cuja voz e dedicação jamais serão esquecidas.

O motorista do ônibus de turismo que saiu de Alagoas e tombou com 48 ocupantes, na noite desta quarta-feira (21), na BR-251, em Francisco Sá, no Norte de Minas Gerais, fugiu do local logo após o acidente. Cinco pessoas morreram, entre elas um bebê. Outras nove pessoas ficaram em estado grave e 34 sofreram ferimentos leves.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o veículo conduzido pelo homem de 38 anos trafegava por um trecho de declive e curva sob chuva leve, quando apresentou falha no sistema de frenagem.

Segundo os policiais, ele não conseguiu reduzir a velocidade e saiu da pista, tombando às margens da rodovia.

Testemunhas também relataram que três motoristas se revezavam na direção do veículo, porém o condutor que estava à frente da direção no momento do acidente foi o único a fugir do local.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o ônibus, que saiu de Alagoas e tinha como destino final a cidade de Itapema (SC), não possuía autorização para a realização de transporte rodoviário interestadual de passageiros. Ele seria de propriedade da empresa Dinho Turismo, que operava de forma irregular.

O acidente está sendo investigado pela Polícia Civil de MG. 

A reportagem não conseguiu contato com a empresa Dinho Turismo, e o espaço fica aberto para posicionamento. 

Pesquisadores descobriram que a primeira pandemia documentada do mundo, a Peste de Justiniano, provocou mortes quase simultâneas e enterros rápidos, improvisados e sem nenhuma estrutura. Os detalhes foram revelados após uma investigação de uma cova coletiva em Jerash, uma cidade da Jordânia.

O primeiro período pandêmico da história aconteceu devido ao surto de peste bubônica no Mediterrâneo, entre 541 e 750 d.C., causando milhares de mortes na região e afetando gravemente a dinastia do Império Bizantino.

Pesquisas anteriores focavam mais no patógeno responsável por difundir a doença, o Yersinia pestis. Já o objetivo do novo estudo foi investigar evidências físicas para saber como a condição afetava a vida dos enfermos e outros ao redor.

O trabalho liderado pela pesquisadora Rays HY Jiang, da Universidade do Sul da Flórida, nos Estados Unidos, foi publicado na revista Journal of Archaeological Science em 13 de janeiro.

“Queríamos ir além da identificação do patógeno e focar nas pessoas afetadas, quem eram, como viviam e como era a morte durante a pandemia em uma cidade real. Os relatos anteriores identificavam o organismo da peste. O sítio arqueológico de Jerash transforma esse sinal genético em uma história humana sobre quem morreu e como uma cidade vivenciou a crise”, afirma Jiang.

Investigação sobre a primeira pandemia

A análise da cova coletiva foi realizada através da investigação de isótopos estáveis, que revelaram a “impressão digital” das amostras e as origens dela, e de documentos arqueológicos da época.

Os resultados revelaram que a vala foi construída entre o século 6 e o início do 7 d.C.. Ao menos 230 corpos foram enterrados lá, um sobre o outro. As pistas também demonstraram uma deposição rápida dos mortos na vala e que houve um colapso no sistema sanitário urbano à época. Em poucos dias, diversas pessoas morreram.

Com tanta pressa, não havia tempo para preparar cerimônias sofisticadas e os ritos funerários comuns foram quase inexistentes. Análises de DNA antigo presente na cova coletiva confirmaram que todas as perdas foram causadas por peste bubônica.

“Ao relacionarmos as evidências biológicas dos corpos com o contexto arqueológico, podemos ver como a doença afetou pessoas reais dentro de seu contexto social e ambiental. Isso nos ajuda a entender as pandemias na história como eventos de saúde humana vivenciados, e não apenas surtos registrados em textos”, finaliza Jiang.

Nesta quinta-feira (22), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento e a suspensão da venda do lote CC28525493 do chocolate branco Laka de 145g, fabricado pela Mondelez Brasil, por estar sendo comercializado em embalagem incorreta. Segundo a agência, também estão suspensas a distribuição e a divulgação do lote citado.

A Anvisa declara que a determinação veio após a Mondelez Brasil comunicar o recolhiento voluntário do lote e a retirada do produto do mercado após constatar a troca de embalagem com o produto Laka Oreo.

A falha técnica faz com que os ingredientes descritos no rótulo não correspondam aos apresentados pelo produto. Isso resulta na falta da declaração obrigatória da presença de glúten, um alerta previsto em lei para pessoas com condições específicas de saúde, como celíacos e alérgicos ao glúten. Portanto, a ausência desse aviso traz riscos para esses grupos.

Em nota enviada ao Estadão, a Mondelez Brasil informa ter adotado preventivamente o processo de recolhimento voluntário do chocolate trocado e reforça que o item não apresenta problema de qualidade.

A Mondelez diz ainda que consumidores que adquiriram o lote trocado poderão trocá-lo por outro de mesma natureza da marca. Para isso, é necessário contatar o Serviço de Atendimento ao Consumidor pelo telefone 0800 704 1940, que funciona de segunda a sexta-feira das 08h às 17h, exceto feriados.

batata-doce é rica em fibras alimentares, proteínas e vitaminas A, E, C e do complexo B. Muitas pessoas costumam consumir o tubérculo no dia a dia, mas você já parou para pensar qual seria a melhor forma de prepará-lo para potencializar seus benefícios?

De acordo com a nutricionista Cibele Santoso segredo está menos no alimento em si e mais em como você o prepara e combina. “A biodisponibilidade e a resposta glicêmica são fundamentais para a saúde metabólica e emocional (energia estável)”, explica.

O segredo para potencializar nutrientes da batata-doce, segundo nutri - destaque galeria
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A batata-doce pode ser utilizada para fazer sucos

Batata-doce roxa
Batata-doce crocante

As melhores formas de consumo da batata-doce

1. Método de cozimento ideal

Cibele afirma que o cozimento no vapor é a melhor forma para preservar as vitaminas hidrossolúveis. Além disso, o vapor mantém os antioxidantes mais intactos do que a fervura direta na água.

2. Consumo com a casca

“Sempre que possível, higienize bem e consuma com a casca. Nela está concentrada a maior parte das fibras insolúveis, que auxiliam na saúde intestinal e reduzem ainda mais a velocidade de absorção do açúcar no sangue”, orienta a nutricionista.

Getty ImagesHomem tirando as medidas
Consumir fibras pode ajudar no emagrecimento

3. Sinergia nutricional (combinações)

A recomendação de Cibele Santos é adicionar um fio de azeite de oliva extravirgem ao preparar o alimento. Ou, se preferir, servir abacate como acompanhamento.

“O betacaroteno (precursor da vitamina A) é lipossolúvel. Consumir a batata-doce com um fio de azeite de oliva extra virgem ou acompanhada de abacate aumenta drasticamente a absorção dessa vitamina”, explica a profissional.

Outra dica é polvilhar canela, que ajuda no controle da glicemia, ou cúrcuma (com uma pitada de pimenta preta) para potencializar o efeito antioxidante da refeição.

4. Estratégia do amido resistente

“Se você cozinhar a batata e deixá-la na geladeira por algumas horas antes de consumir (mesmo que a reaqueça levemente depois), ocorre um processo chamado retrogradação do amido. Isso aumenta a quantidade de amido resistente, que funciona como um prebiótico para as bactérias intestinais e reduz o impacto calórico e glicêmico”, finaliza a nutricionista Cibele Santos.

A alagoana Rafaela Ferreira dos Santos, que está grávida de quatro meses e viajava de ônibus com o filho de apenas seis anos de idade, relatou momentos de desespero no tombamento do veículo que seguia de Arapiraca para Santa Catarina. O acidente deixou cinco pessoas mortas na BR-251, em Francisco Sá, no Norte de Minas Gerais, na quarta-feira (22).

“Foi horrível demais. Na hora só pensava no meu filho, todo mundo começou a gritar quando o ônibus começou a tombar. Todo mundo assustado. Só tenho que agradecer a Deus por estar aqui hoje”, disse ela em entrevista à Inter TV.

O menino Mateus Levi dos Santos, filho dela, também falou sobre o ocorrido. “Quando vi o ônibus tombando, eu gritei e segurei na minha mãe”.

Rafaela está grávida e viajava com o filho de seis anos (Foto: Carla Marques / Inter TV)

 

Outra testemunha que deu mais detalhes sobre o acidente foi Jerri Adriano, que também saiu de Alagoas no ônibus.

“Na hora do acidente eu e um colega estávamos acordados, percebemos que o ônibus deu uma virada e depois voltou pro outro lado, nós seguramos na cadeira bem forte. Depois, foi pra frente e foi pro lado esquerdo, foi pro lado direito e tombou [...]. Foi de repente assim, o ônibus virando, todo mundo gritando. Nasci de novo, nunca tinha passado por isso na vida”, contou o homem que trabalha como motorista.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o ônibus teria apresentado problemas no sistema de frenagem ao passar por um trecho de declive e curva. Também chovia no momento do acidente.

Aindad e acordo com as informações, o condutor do ônibus não teria conseguido reduzir a velocidade, o que levou o veículo a sair da pista e tombar às margens da BR-251.

Em nota encaminhada ao TNH1, o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais informou que foram confirmadas cinco vítimas em óbito no local, entre elas um bebê. Além disso, nove pessoas ficaram gravemente feridas, com múltiplas fraturas e diversas escoriações, enquanto outras 34 vítimas apresentaram lesões leves ou não sofreram ferimentos.


ÔNIBUS SERIA CANDLESTINO

Segundo informações do jornal Estado de Minas, o ônibus de turismo que saiu de Alagoas e capotou na BR-251, em Francisco Sá, no Norte de Minas Gerais, operava de forma irregular.

Em nota, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que já foi instaurado inquérito policial para apurar as circunstâncias que motivaram o acidente.

A perícia oficial da PCMG também compareceu ao local e realizou a análise e coleta de vestígios que auxiliarão na elucidação da dinâmica do acidente.

Essencial para o funcionamento do organismo, a glicose é a principal fonte de energia do corpoPorém, quando em excesso no sangue, o açúcar pode causar complicações importantes, como doenças cardíacas, problemas renais e diabetes. A glicose alta danifica vasos sanguíneos, dificulta a cicatrização, aumenta o risco de infecções e pode causar até cegueira.

Apesar das consequências graves, é difícil perceber que a glicose está muito alta. Os sintomas são inespecíficos, e incluem fadiga e aumento da sede, por exemplo.


Sinais que a glicose está alta


No Brasil, existem vários tipos de exame para medir a glicemia, mas o mais comum é um teste de sangue feito com um aparelho. Em jejum, ela é considerada normal quando está entre 70 e 99 mg/dL. Se a glicose for medida após a refeição, com intervalo de duas horas da alimentação, não deve ultrapassar os 140 mg/dL.

Glicemia em jejum:

Glicemia duas horas após a refeição:

Getty ImagesIlustração colorida de açúcar no sangue, a glicose - Metrópoles
A glicose é um tipo de açúcar que circula no corpo

No início, glicose alta pode ser revertida

De acordo com o endocrinologista Renato Zilli, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem), a diabetes evolui de maneiras diferentes em cada pessoa. Acompanhar os níveis de glicose com o médico é importante para identificar o início da doença.

“Em fases iniciais, quando o pâncreas ainda produz insulina suficiente e a resistência à insulina é leve, mudanças no estilo de vida podem normalizar a glicose. Em outros casos, há perda progressiva da função pancreática, o que torna o medicamento necessário. A diabetes pode ser silenciosa no início, mas é uma doença grave. O tratamento adequado no momento certo protege o organismo”, alerta Zilli.

Nos estágios iniciais, na chamada pré-diabetes, a mudança no estilo de vida, com ajuste da dieta, pode ser suficiente para reverter o quadro.

“Se o paciente começa a fazer atividade física, diminui o consumo de carboidrato, melhora a qualidade dos carboidratos que ele está ingerindo, diminui o consumo de açúcar, de processados, passa a ter um estilo de vida mais saudável, ele pode conseguir normalizar completamente a glicemia”, afirma a endocrinologista Thais Castanheira, do centro clínico do Órion Complex, de Goiânia.

 

Uma pesquisa feita por pesquisadores da Universidade do Surrey, no Reino Unido, mostra que a deficiência severa de vitamina D está associada a um risco 33% maior de hospitalização por infecções respiratórias, como pneumonia. O estudo foi publicado no The American Journal of Clinical Nutrition em 29 de dezembro de 2025.

Os cientistas consideraram deficiência severa como uma quantidade menor que 15 nmol por litro de sangue. A quantidade normal é de 75 nmol/L.

Foram analisados dados do UK Biobank e do NHS, o SUS do Reino Unido, na mairo investigação do tipo já feita. A equipe levantou informações sobre os 36.258 participantes do banco de dados, e descobriu também que cada 10 nmol/L a mais de vitamina D no sangue, o risco de hospitalização por infecções respiratórias cai 4%.

Doenças respiratórias e a vitamina D

Os pesquisadores apontam que adultos de meia idade e idosos têm maior risco de desenvolver doenças do trato respiratório, e pneumonia e bronquite estão entre as maiores causas de morte entre pessoas com mais de 75 anos.

“A vitamina D é vital para o nosso bem-estar físico. Além de manter nossos ossos e músculos saudáveis, suas propriedades antibacterianas e antivirais também são consideradas importantes para reduzir o risco de infecções do trato respiratório que podem levar à hospitalização”, explica o principal autor do estudo, o pesquisador Abi Bournot, em comunicado à imprensa.

Getty ImagesSuplementos, vitamina D em capsulas na mão de uma pessoa em close
Quando suplementada, a vitamina D deve ser acompanhada de alimentos ricos em gorduras boas

Ele defende que a suplementação da vitamina, principalmente para idosos que têm níveis baixos da substância e populações vulneráveis, é essencial e pode diminuir os riscos de morte.

 

A Academia da Saúde de Palmeira dos Índios promoveu uma tarde de bem-estar para os seus usuários com um aulão de ritmos. Dentro de uma hora o aulão trouxe hits e ritmos do momento, agitando quem esteve presente.

A secretária Zoé Duarte falou do momento. “As prévias carnavalescas estão para começar e, até lá, queremos promover atividades lúdicas voltadas para o momento. Sabemos que nossos usuários adoram essas aulas e sempre são muito participativos. Teremos outras em breve”, ressaltou Zoé.

O aulão aconteceu no pátio de atividades da Academia da Saude e teve a participação de servidores da SMS e dos usuários dos serviços da academia. Os instrutores Henrique e Larissa ficaram por conta de animar os alunos.

 

Uma mulher que usou um emagracedor vendido de forma ilegal no Brasil está internada em estado grave desde dezembro, em Belo Horizonte. O medicamento utilizado por Kellen Oliveira Bretas Antunes, 42, segundo publicação da filha no Instagram, é o Lipoless (tirzepatida) em ampola, do laboratório paraguaio Eticos. O produto não tem autorização da Anvisa para ser comercializado no Brasil.

Atualmente, o único medicamento com o princípio ativo tirzepatida permitido no Brasil é o Mounjaro, da Eli Lilly, que detém a patente. Em comunicado, o laboratório afirma que "produtos do Paraguai que alegadamente contêm tirzepatida não são equivalentes ao Mounjaro e não foram aprovados pela Anvisa como 'genéricos'".

"Apesar de a autoridade reguladora do Paraguai ter supostamente autorizado alguns destes produtos, isso não significa que eles cumprem os critérios científicos, clínicos e de qualidade exigidos pela Anvisa", diz a Eli Lilly.

Resoluções publicadas no ano passado pela Anvisa reforçaram a proibição de fabricação, venda e uso de emagrecedores não autorizados, incluindo o Lipoless. Mais recentemente, na última quarta-feira (21), a agência determinou a apreensão de lotes de tirzepatida das marcas Synedica e TG.

EMAGRECEDORES PROIBIDOS PELA ANVISA

A agência já publicou resoluções proibindo fabricação, distribuição, importação, comercialização, propaganda e uso dos seguintes produtos agonistas de GLP-1:

- Lipoless (tirzepatida)
- Lipoless Eticos (tirzepatida)
- Synedica (tirzepatida)
- TG (tirzepatida)
- TG 5 (tirzepatida)
- TG Indufar (tirzepatida)
- Tirzazep Royal Pharmaceuticals (tirzepatida)
- Retratutida, de todos os fabricantes

EMAGRECEDORES COM REGISTRO NA ANVISA

Os medicamentos indicados para o tratamento de diabetes tipo 2 ou obesidade que têm registro na Anvisa e podem ser comercializados legalmente no Brasil são:

- Soliqua (glargina + lixisenatida), da Sanofi Medley, para diabetes tipo 2
- Victoza (liraglutida), da Novo Nordisk, para diabetes tipo 2
- Trulicity (dulaglutida), da Eli Lilly, para diabetes tipo 2
- Saxenda (liraglutida), da Novo Nordisk, para obesidade
- Xultophy (insulina degludeca + liraglutida), da Novo Nordisk, para diabetes tipo 2
- Ozempic (semaglutida), da Novo Nordisk, para diabetes tipo 2
- Rybelsus (semaglutida em comprimidos), doa Novo Nordisk, para diabetes tipo 2
- Wegovy (semaglutida), da Novo Nordisk, para obesidade
- Mounjaro (tirzepatida), da Eli Lilly, para obesidade
- Povitztra (semaglutida), da Novo Nordisk, para obesidade
- Extensior (semaglutida), da Novo Nordisk, para diabetes tipo 2
- Lirux (liraglutida), da EMS, para diabetes tipo 2
- Olire (liraglutida), da EMS, para obesidade

RISCOS À SAÚDE

A diretora da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) Flávia Coimbra afirma que órgãos reguladores como a Anvisa garantem a qualidade, segurança, eficácia e procedência de medicamentos.

"Sem essa a qualificação, aumenta o risco de o paciente estar usando uma superdosagem ou subdosagem. Às vezes está escrito que é um determinado medicamento quando na verdade é outro, e pode ter variabilidade na concentração do princípio ativo", diz.

Segundo Coimbra, a utilização de medicamentos fora dos padrões regulatórios é fortemente desencorajada e representam um risco grande para a saúde.

"Ninguém pode comercializar o medicamento, senão o próprio fabricante. Portanto, o uso de qualquer outra forma não é legal no Brasil", afirma o endocrinologista Rodrigo Lamounier, membro da diretoria da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica).

Uma vez que não é possível dizer o que há na formulação de um produto de origem desconhecida, os riscos do uso são imponderáveis, acrescenta o médico.

PACIENTE DE BH ESTÁ COM SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRÉ, DIZ FAMÍLIA

Após sentir dores abdominais e ter 16 convulsões, Kellen foi levada ao hospital João 23, na capital mineira.

Ainda segundo a postagem da família, ela foi transferida para o HC-UFMG (Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais) e recebeu o diagnóstico de síndrome de Guillain-Barré, condição neurológica grave que causa fraqueza muscular progressiva e pode evoluir para paralisia. A filha afirma que a mãe está traquiostomizada e consegue mexer apenas o pescoço e os dedos das mãos e dos pés.

A inteligência artificial (IA) no marketing digital nada mais é que o uso de sistemas automatizados para apoiar tarefas como criação de conteúdo, análise de dados, segmentação de público e otimização de campanhas. Essas aplicações podem variar desde automações simples, como respostas automáticas e envio de e-mails, até modelos mais avançados capazes de gerar textos, imagens e prever comportamentos de consumo. Apesar de cada vez mais presente no dia a dia das empresas, a IA não atua de forma única nem resolve sozinha todos os desafios do marketing.

Em muitos casos, a principal dúvida de quem utiliza inteligência artificial não está relacionada à tecnologia em si, mas ao limite entre eficiência e perda de identidade. Automatizar processos pode trazer velocidade e escala, mas também levanta questionamentos sobre autenticidade, sensibilidade e capacidade de leitura humana. Por isso, o uso da IA no marketing não segue uma fórmula única e precisa considerar o tipo de negócio, o estágio da marca e, principalmente, a relação que se deseja construir com o público.

IA é realidade entre empresas líderes, mas integração ainda é desafio

Pesquisas ajudam a sustentar essa condução mais cuidadosa. Um estudo da McKinsey & Company aponta que 90% das empresas consideradas líderes em crescimento já utilizam inteligência artificial em suas estratégias, mas apenas 23% conseguem integrar essas ferramentas a uma atuação humana estratégica e contextualizada. O levantamento indica que o diferencial competitivo não está na adoção da IA em si, mas na capacidade de combiná-la com decisões humanas bem fundamentadas.

Nesse contexto, Leandro Ferrari, estrategista digital e cofundador do grupo XFlow, destaca que a tecnologia deve ser vista como ferramenta de apoio, e não como substituição da inteligência humana. “A IA entrega velocidade e volume, mas só gera valor quando guiada por quem entende de negócio. O algoritmo acerta mais quando a decisão é feita por alguém que domina o contexto”, afirma.

O estrategista observa que muitos profissionais ainda cometem o erro de delegar à IA decisões que exigem leitura emocional e estratégica. Segundo ele, tarefas como interpretação de comportamento do consumidor, ajuste de narrativa e escolha do momento certo de comunicar continuam dependendo da experiência humana. “IA sem inteligência humana vira automação cega. O que move os negócios é a leitura precisa das necessidades do cliente, da jornada emocional e do timing certo”, explica.

Homem com a mão estendida e em cima da mão um holograma simbolizando a Inteligência Artificial
O equilíbrio entre tecnologia e visão humana passa a ser central nas decisões de marketing em 2026 (Imagem: SuPatMaN | Shutterstock)

Equilíbrio entre automação e conexão com o público

Em alguns contextos, o uso da IA pode acelerar resultados e ampliar eficiência operacional. Em outros, o excesso de automação pode gerar distanciamento e perda de conexão com o público. Por isso, o equilíbrio entre tecnologia e visão humana passa a ser central nas decisões de marketing em 2026. A ausência de automação não significa atraso, assim como o uso irrestrito da IA não garante relevância.

Ao longo desse processo, a leitura humana continua sendo um diferencial estratégico. Mais do que produzir em escala, o marketing digital passa a exigir discernimento, empatia e capacidade de escolha. “O verdadeiro avanço não está em automatizar tudo, mas em saber exatamente o que não deve ser automatizado”, conclui Leandro Ferrari.

Durante as festas de fim de ano, em um momento cheio de amor, um homem pediu a sua vizinha em casamento. Apesar de serem colegas de vizinhança em Lexington, cidade em Kentucky (EUA) por quatro décadas, Art e Marilyn só se aproximaram nos últimos anos.

casal de idosos perdeu seus cônjuges e, inesperadamente, reencontrou o amor ao se conhecer melhor. Art pediu Marilyn em casamento durante um encontro festivo dentro de um iglu privativo na Vila de Inverno do Parque Gatton, no coração do centro de Lexington, em 17 de dezembro.

Com o brilho da árvore de Natal iluminada ao fundo, o homem tirou uma caixinha de anel do bolso enquanto a companheira estava diante dele, sorrindo.

“Foi simplesmente maravilhoso te conhecer, e que pessoa incrível você é. Você é generosa e gentil, peculiar e muito divertida. Então, te pergunto se você quer casar comigo”, disse Art para Marilyn, como registrado em um vídeo (veja aqui).

@gattonpark/TikTok/Reprodução
Art e Marilyn

Marilyn, então, respondeu: “Art, eu adoraria me casar com você, com todo o meu coração, amor e alma. Não consigo imaginar nada que eu desejasse mais do que me casar com você. Para sempre. Para sempre.”

O vídeo viralizou no TikTok, com mais de 1,2 milhão de visualizações. Muitos internautas parabenizaram o casal e elogiaram o pedido de casamento como “precioso”. Apesar da repercussão, o casal prefere manter a vida privada longe dos holofotes.

 

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