Bruno Fernandes, ex-goleiro do Flamengo, voltou a falar sobre um dos episódios mais marcantes e controversos de sua vida: o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, em junho de 2010. Em uma entrevista recente ao Geral Podcast, o jogador abriu o jogo sobre seu papel no caso e revelou que a morte da modelo não foi um crime isolado, mas envolveu uma facção criminosa, sem detalhar nomes ou operações.
O ex-atleta afirmou que, embora não tenha sido o mandante do crime, reconhece sua omissão e a gravidade das consequências. “Chegou a um ponto que eu não tinha mais diálogo com a Eliza. Quem tomava conta das minhas coisas era o Macarrão. Ele que resolvia tudo pra mim“, disse Bruno, destacando que havia pessoas próximas tomando decisões que poderiam ter relação direta com os acontecimentos que levaram à morte de Samudio.
Bruno também relembrou seu depoimento à Justiça, reforçando que sabia do crime, mas não o encomendou. “A situação que aconteceu, eu até falei no meu júri quando o juiz me perguntou: ‘Você mandou fazer isso?’. Eu falo ‘Não’. ‘Mas você sabia?’. Eu sabia, mas eu não mandei”, comentou. Essa declaração mostra o que ele chama de conflito entre conhecimento do que poderia acontecer e sua incapacidade ou decisão de não interferir, algo que, segundo ele, foi um dos maiores erros de sua vida.
O ex-goleiro também quis esclarecer a imagem que muitas pessoas têm dele, defendendo que seu papel no caso não o define como alguém totalmente mau. “Eu fui omisso. O meu erro na situação foi ter sido omisso. Isso faz de mim uma pessoa inocente? Não. Eu nunca falei que eu sou inocente, mas eu também não sou o demônio da parada”, apontou. Para ele, a omissão não significa culpa completa pelo crime, mas reconhece que houve responsabilidade moral e ética.
Bruno falou ainda sobre a complexidade do caso, destacando a presença de uma facção criminosa, o que, segundo ele, torna o contexto muito mais amplo do que a população imagina. “Eu tive que segurar um problema muito grande, porque a situação envolve facção. Envolve pessoas que vão além do que vocês imaginam”, disse, sem fornecer detalhes que pudessem comprometer investigações ou outras pessoas. “Eu já falei pra quem eu tinha que falar, e eu já falei pra quem eu devia uma satisfação.”
Além de explicar os acontecimentos, Bruno demonstrou preocupação com o futuro e com a relação com seu filho, Bruninho. Ele revelou que ainda espera o momento certo para falar diretamente com ele sobre o que realmente aconteceu, deixando claro que essa conversa é exclusiva entre pai e filho: “Espero que, no momento oportuno, ele me dê uma oportunidade pra mim falar com ele o que eu tenho que falar. É ele que precisa saber desse esclarecimento. Só ele, mais ninguém”, concluiu.
Com essa entrevista, Bruno Fernandes mostra uma tentativa de abrir o jogo sobre um caso que marcou sua vida pessoal e profissional, buscando explicar seu ponto de vista sem se eximir da responsabilidade de ter sido omisso. O relato também evidencia como o envolvimento de terceiros e de organizações criminosas pode complicar a compreensão pública sobre crimes de grande repercussão, e como figuras públicas podem se tornar símbolos de vilania mesmo quando sua participação direta é limitada.
Goiânia – A mãe dos garotos baleados pelo pai, o secretário de Governo da prefeitura de Itumbiara (GO), Thales Machado, estava em viagem no momento do crime. Na madrugada dessa quinta-feira (12/2), o homem atirou contra os filhos, de 8 e 12 anos, e, em seguida, tirou a própria vida.
A mulher, que também é filha do prefeito de Itumbiara, Dione Araújo (UB), estava em São Paulo, mas retornou para Itumbiara quando soube da tragédia familiar. O filho mais velho dela, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, chegou a ser socorrido, mas morreu instantes após dar entrada em uma unidade de saúde. Ele foi sepultado sob forte comoção.
O filho mais novo passou por cirurgia e segue internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em estado grave, no Hospital Estadual de Itumbiara – São Marcos, segundo informações da assessoria de imprensa da prefeitura da cidade.
Amor nas redes sociais
Thales Machado era casado com a mãe dos meninos a cerca de 15 anos. Ele costumava fazer registros da família nas redes sociais.
O secretário, que era pré-candidato à Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), demonstrava ter uma vida feliz, com viagens, shows e declarações à esposa e aos filhos.
Na noite de quarta-feira (11/2), ele chegou a publicar um vídeo em que declarava amor aos meninos: “Que Deus abençoe sempre, meus filhos. Papai ama muito”, escreveu ele.
Carta de despedida
Também por meio das redes sociais, Thales Machado chegou a escrever uma carta de despedida. Na publicação, ele dizia estar passando por dificuldades no casamento e pediu desculpas à família e aos amigos. Thales disse ter sido traído pela esposa e falou com respeito sobre o sogro. Explicou ainda que agiu em um momento que considerou como “o limite do improvável”.
Ele também afirmou que sempre buscou manter a “melhor harmonia e respeito possível”.
“Partimos eu e meus meninos, que agora são anjos que, infelizmente, vieram comigo. Nunca pensei nisso, foi hoje. Todos sabem como sou intenso e verdadeiro e não iria conseguir viver mais com essas lembranças. A minha família, pai e mãe agradeço por tudo sempre”, diz um trecho do documento.
Ao fim do texto, Thales pediu perdão a todos e declarou que não imaginava cometer o ato criminoso.
Investigação
O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO). Em nota, a corporação informou que o caso é tratado como homicídio consumado e homicídio tentado seguidos de autoextermínio por parte do autor. Até o momento, não há elementos que indiquem a participação de terceiros.
A tragédia ocorreu no condomínio onde a família morava, mas ainda não há detalhes oficiais sobre a dinâmica do crime. Um inquérito já foi aberto e as testemunhas já começaram a ser ouvidas.
Os Estados Unidos vão enviar o maior porta-aviões do mundo para o Oriente Médio em meio às tensões com o Irã. A informação é do The New York Times.
Segundo o jornal, a tripulação da embarcação foi informada da decisão nessa quinta-feira (12/2).
Na terça-feira (10/2), o presidente Donald Trump já tinha indicado que podia deslocar mais um porta-aviões à região e adotar uma medida “muito dura” caso as negociações com Teerã fracassem.
Nesta sexta-feira (13/2), representantes dos Estados Unidos e do Irã devem se encontrar em Omã para tratar do programa nuclear.
O governo iraniano afirma que o enriquecimento de urânio tem fins pacíficos, como produção de energia, e diz que tem direito de manter a atividade. Em troca de limites e inspeções, Teerã quer principalmente o fim das sanções econômicas, que afetam sua economia.
O país também deixa claro que não aceita negociar seu programa de mísseis nem sua atuação militar na região.
Ofensiva
Atualmente, o porta-aviões USS Abraham Lincoln e sua escolta já estão posicionados no Oriente Médio, reforçando a presença naval americana na região.
Já o USS Gerald R. Ford tem 337 metros de comprimento e capacidade para mais de 75 aeronaves, o que o faz ser considerado o maior porta-aviões do mundo.
Esse é o mesmo navio que foi enviado à Venezuela em novembro, menos de dois meses antes da ação norte-americana que resultou na captura de Nicolás Maduro.
O câncer de pâncreas está entre os tumores mais letais existentes justamente porque costuma evoluir em silêncio. Localizado na região do abdômen, o órgão não denuncia facilmente quando algo vai mal. Ainda assim, o corpo pode emitir sinais de alerta, muitas vezes sutis e confundidos com problemas digestivos comuns.
A gastroenterologista Pâmela Oliveira, membro titular da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), explica que os sintomas iniciais raramente são específicos. Indigestão persistente, sensação de estômago cheio mesmo comendo pouco e perda de apetite frequente estão entre as queixas mais relatadas.
“O grande perigo é que tudo parece banal no começo. Mas, a perda de peso sem dieta ou mudança de rotina é um sinal de alerta importante e nunca deve ser ignorado”, afirma.
Dor que engana
A dor abdominal ligada ao pâncreas costuma ser confundida com gastrite ou refluxo — isso acontece porque o órgão fica atrás do estômago. A diferença, de acordo com Pâmela, é que a dor gástrica geralmente varia com a alimentação, enquanto a dor pancreática tende a ser contínua e profunda.
Outro ponto de atenção é a dor nas costas. Quando tem origem pancreática, ela pode surgir em “barra”: começa na parte superior do abdome e irradia para trás. Se for persistente, sem relação com esforço físico, e se aliviar ao inclinar o corpo para frente, merece investigação.
O mau funcionamento do pâncreas também pode afetar a digestão de gorduras. Nesses casos, as fezes podem ficar claras, gordurosas, com cheiro forte e até boiar no vaso sanitário. Esse é considerado um sinal relativamente específico de alteração pancreática.
A icterícia, pele e olhos amarelados, também entra na lista de sinais de alerta. Ela pode surgir quando um tumor comprime a via biliar. Muitas pessoas associam a urina escura à desidratação e demoram a procurar avaliação.
“O emagrecimento sem causa e a icterícia leve são sintomas frequentemente ignorados. Às vezes, o paciente até comemora a perda de peso sem perceber que há algo errado”, diz Pâmela.
Sintomas do câncer de pâncreas
Dor abdominal contínua.
Alterações nas fezes.
Perda de peso sem explicação.
Cansaço intenso.
Icterícia.
Dor nas costas sem causa aparente.
Por que o diagnóstico é difícil
O oncologista clínico Rodrigo Canto Nery, membro associado da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc), destaca que a localização do pâncreas dificulta a detecção precoce. Tumores iniciais raramente provocam dor intensa ou sinais claros.
Nos estágios iniciais, podem surgir apenas desconforto abdominal leve, estufamento, má digestão, cansaço e pequenas variações de peso. Como esses sintomas são comuns no dia a dia, muita gente demora a procurar atendimento.
Além disso, não existe exame de rastreamento indicado para a população geral. Tomografia, ressonância e ultrassom endoscópico são solicitados apenas quando há suspeita clínica ou em grupos de alto risco.
Atenção aos sinais de alerta do câncer de pâncreas e acompanhamento médico fazem diferença
Diabetes recente pode ser pista
O risco é maior em pessoas acima dos 60 anos, fumantes, obesos, com histórico familiar da doença, pancreatite crônica, diabetes de longa duração ou síndromes genéticas específicas. O tabagismo é um dos principais vilões e pode dobrar ou triplicar a chance de desenvolver o câncer de pâncreas. A obesidade, sobretudo abdominal, também contribui por estar associada à inflamação crônica e alterações metabólicas.
O surgimento recente de diabetes após os 50 anos, sem histórico familiar, pode ser um dos sinais de alerta — o tumor pode interferir na produção de insulina. Ainda assim, o médico ressalta que a maioria das pessoas com diabetes não tem câncer, é apenas um fator que merece atenção clínica.
Não existe prevenção totalmente garantida contra o câncer de pâncreas, mas é possível reduzir o risco. Parar de fumar, manter a alimentação equilibrada, praticar atividade física, controlar o peso, tratar adequadamente a diabetes e evitar excesso de álcool estão entre as principais medidas.
Quando procurar ajuda
Sintomas digestivos persistentes por mais de duas semanas já justificam avaliação médica. No câncer de pâncreas, o tempo faz diferença. Quando identificado no início, há maior chance de cirurgia curativa antes que o tumor atinja vasos importantes ou outros órgãos.
O Carnaval é o momento ideal para viajar e aproveitar o feriado prolongado. Contudo, deixar o imóvel vazio exige responsabilidade. Ignorar detalhes simples pode resultar em vazamentos, curtos-circuitos ou invasões.
Pensando nisso, a Multicoisas reuniu recomendações de especialistas e criou um checklist rigoroso para proteger o patrimônio. Pois revisar a casa antes de fechar a porta é a melhor estratégia para um retorno sem surpresas desagradáveis. Leia abaixo:
1. Reforce a segurança de portas e janelas
A segurança física é a primeira barreira contra incidentes. Verifique todas as trancas de portas principais e de serviço. Não esqueça as janelas, inclusive as de banheiros e áreas de ventilação.
Se possuir portões eletrônicos, considere travá-los manualmente ou desligar o motor para evitar aberturas por interferência de sinal. Uma casa bem fechada desestimula tentativas de invasão e protege contra intempéries, como chuvas fortes que podem causar infiltrações através de frestas abertas.
2. Gestão elétrica e economia de energia
Aparelhos em modo stand-by continuam consumindo energia e são vulneráveis a picos de tensão. Retire da tomada televisores, micro-ondas, computadores e carregadores. Além de reduzir o valor da conta, essa ação previne incêndios causados por curtos-circuitos em instalações antigas ou sobrecarregadas.
Mantenha apenas o essencial, como a geladeira. Se o eletrodoméstico estiver vazio, considere esvaziá-lo totalmente e desligá-lo, deixando a porta entreaberta para evitar o mofo.
3. Prevenção de vazamentos e danos hidráulicos
Infiltrações silenciosas são responsáveis pelos maiores prejuízos financeiros em viagens. Feche o registro geral de água para anular riscos de rompimento de canos ou mangueiras de máquinas de lavar. Verifique se todas as torneiras estão bem vedadas e se não há gotejamento nas descargas.
Caso more em apartamento, essa precaução evita danos que podem atingir outras unidades, gerando transtornos jurídicos e custos de reparo elevados.
4. Higiene e controle de pragas
Deixar lixo acumulado é um convite para insetos e roedores. Esvazie todas as lixeiras da cozinha e banheiros. Lave a louça e não deixe restos de comida expostos em fruteiras ou armários abertos.
Uma limpeza básica impede a proliferação de odores desagradáveis que impregnam nos tecidos da casa durante o período em que o imóvel fica sem ventilação. Verifique também os ralos; se possível, vede-os para evitar o retorno de baratas ou mau cheiro da rede de esgoto.
5. Proteção de itens de valor e logística de viagem
Organize documentos importantes e objetos de valor em locais seguros e discretos. Para a segurança pessoal durante o deslocamento, utilize acessórios específicos. O cadeado TSA é indispensável para malas, permitindo a inspeção de segurança sem danos à bagagem.
O uso de identificadores de bagagem e doleiras (pochetes internas) protege seus pertences contra perdas ou furtos em locais aglomerados. Manter o passaporte e o dinheiro junto ao corpo garante que imprevistos na estrada não interrompam sua diversão.
6. Cuidados com seres vivos: pets e plantas
O planejamento para animais e plantas deve ser antecipado. Se o pet não for viajar, garanta que um cuidador ou hotel de confiança esteja agendado. Deixe estoque de ração, medicamentos e contatos de emergência veterinária. Para as plantas, utilize sistemas de irrigação por gotejamento ou peça a um vizinho que as regue. Ambientes fechados tendem a aquecer, o que acelera a desidratação das espécies vegetais.
Um estudo publicado em 9 fevereiro de 2026 na revista Alzheimer’s & Dementia mostrou que um tipo específico de treinamento cerebral pode reduzir o risco de demência, incluindo Alzheimer, até 20 anos depois da intervenção.
Os resultados indicam que participantes que fizeram um treinamento voltado para velocidade de processamento mental, com sessões de reforço, tiveram menos risco de desenvolver demência em comparação com o grupo que não recebeu treinamento.
Os voluntários foram divididos em quatro grupos: o de treinamento de velocidade de processamento (exercícios rápidos no computador), treinamento de memória, treinamento de raciocínio e o grupo controle (sem treino).
Demência é um conjunto de sinais e sintomas, incluindo esquecimentos frequentes, repetição de perguntas, perda de compromissos ou dificuldade em lembrar nomes.
Atualmente, o SUS oferece diagnóstico e tratamento multidisciplinar para pessoas com demência, incluindo Alzheimer, em centros de referência e unidades básicas de saúde.
Um diagnóstico precoce permite ações terapêuticas que podem retardar sintomas, aliviar a carga familiar e melhorar a qualidade de vida.
Dados do Ministério da Saúde mostram que até 45% dos casos de demência podem ser prevenidos ou retardados.
Resultados dos testes
Entre os que fizeram o treinamento de velocidade com reforço, 40% desenvolveram demência ao longo do estudo. No grupo controle, o número foi de 49%. A diferença representa uma redução relativa de 25% no risco, segundo os pesquisadores. Já os treinamentos focados em memória e raciocínio não mostraram o mesmo efeito na prevenção da demência.
Atividade física, controle da pressão, alimentação equilibrada e convívio social continuam sendo fundamentais para proteger o cérebro. Apesar dos resultados promissores, os cientistas ressaltam que nem todo programa comercial de “treino cerebral” tem comprovação científica. Mais estudos ainda são necessários para entender melhor os mecanismos por trás da proteção observada.
O segundo dia da Jornada Pedagógica da Educação aconteceu nesta quinta-feira (12) e contou com a presença da Prefeita Tia Júlia, que – acompanhada pela secretária municipal de Educação Renilda Pereira e pela adjunta da pasta Ana Holanda – fez questão de prestigiar os profissionais da área, no ginásio da Escola Municipal Marinete Neves, situada no bairro Vila Maria.
Neste segundo dia, a abertura do encontro ficou mais uma vez por conta da Orquestra Graciliano Ramos, que animou o público ao tocar clássicos da Música Popular Brasileira (MPB). Para a secretária- adjunta de Educação Ana Holanda, momentos como estes ajudam a reforçar os laços entre a equipe e contribuem para o avanço da Educação em Palmeira. “O investimento na formação de nossa equipe é contínuo, especialmente neste período que antecede ao início do ano letivo, que é o início de mais uma jornada”, disse Ana.
Na frente de honra do evento, estavam o Comandante da Guarda Municipal Adriano Dantas, o presidente do Fundeb Wagner Ferro, o representante do 10° batalhão da Polícia Militar Capitão Jesus, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais Leonardo Correia, além de técnicos da Educação.
Para a prefeita Tia Júlia, participar do momento de aprendizagem e confraternização foi uma honra. “Temos a compreensão de que cada servidor é peça fundamental na construção de um ambiente educacional rico para os nossos alunos”, disse a gestora municipal.
Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, descobriram um novo mecanismo que o corpo usa para tentar se proteger contra a resistência à insulina e a diabetes tipo 2, mesmo com o acúmulo de gordura visceral — aquela que fica ao redor dos órgãos do abdômen.
O estudo, publicado nesta quinta (12/2) na revista Nature Communications, mostra que o tecido adiposo abriga células de defesa chamadas de macrófagos, capazes de diminuir inflamações e ajudar o organismo a responder melhor à insulina — hormônio responsável por controlar o açúcar no sangue.
Os macrófagos são células protetoras que atuam mantendo o tecido adiposo saudável e evitando que a inflamação causada pelo excesso de gordura visceral se torne crônica. Segundo os pesquisadores, quando esse mecanismo de proteção funciona, o organismo lida melhor com o excesso de gordura.
O que os cientistas analisaram
Para entender a relação entre gordura visceral, inflamação e a diabetes, os pesquisadores analisaram o tecido adiposo de camundongos e amostras humanas. Em condições normais, a gordura abriga macrófagos com função protetora, que ajudam a manter o metabolismo em equilíbrio.
Porém, quando há acúmulo de gordura abdominal, a inflamação aumenta e os macrófagos protetores morrem. Com menos células de defesa atuando no local, o organismo responde pior à insulina, criando um cenário favorável ao desenvolvimento da diabetes tipo 2.
O estudo identificou que a morte dos macrófagos está ligada à redução de uma proteína chamada SerpinB2, essencial para a sobrevivência dessas células no tecido adiposo. Com a queda da proteína, a inflamação se intensifica e o controle da glicose no sangue se torna mais difícil.
Brasil já tem cerca de 20 milhões de pessoas com diabetes, segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes
Caminho para novos medicamentos
Nos testes com camundongos com sobrepeso e resistência à insulina, a administração de antioxidantes ajudou a preservar os macrófagos no tecido adiposo e melhorou a sensibilidade à insulina.
Agora, o trabalho da equipe é identificar uma molécula que seja capaz de aumentar os níveis de SerpinB2 em humanos. A proposta é desenvolver um medicamento que fortaleça esse mecanismo natural de defesa do organismo, freando a inflamação que é associada à gordura visceral.
Os pesquisadores avaliam que a nova estratégia pode funcionar, inclusive, como um complemento aos medicamentos à base de GLP-1, usados para perda de peso e controle do diabetes.
A expectativa é que, preservando o sistema de defesa do próprio organismo contra a inflamação da gordura visceral, seja possível não só prevenir a diabetes tipo 2, mas também melhorar o controle da doença em pessoas que já convivem com esse diagnóstico.
Se o celular é a última coisa que você vê antes de dormir e a primeira ao acordar, você está fazendo errado e não está sozinho. O problema é que esse hábito pode estar sabotando seu descanso.
As telas emitem luz azul, que reduz a produção de melatonina, o hormônio do sono. Como resultado, o cérebro entende que ainda é dia e você demora mais para pegar no sono e dorme pior.
Cabeça ligada no 220
Mais do que a luz, o conteúdo em excesso atrapalha. Redes sociais, vídeos curtos e notificações são feitos para prender atenção. Cada rolagem ativa estímulos no cérebro. É difícil desligar depois disso.
Trabalho sem hora para acabar
Com celular sempre à mão, o expediente invade a noite. Mensagens e e-mails fora de hora mantêm a mente em alerta e dormir exige justamente o contrário.
Maratonas que não acabam
Outro vilão silencioso do sono é o “só mais um episódio”. Plataformas de streaming e redes sociais usam reprodução automática e rolagem infinita. Quando um vídeo termina, o próximo começa sem você pedir. O cérebro recebe estímulo contínuo e perde a noção do tempo. Desativar o autoplay e definir um horário limite para desligar telas ajuda muito.
O que fazer?
Não precisa virar “monge digital”. Algumas medidas simples ajudam. Evite telas 30 minutos antes de dormir, ative o modo “não perturbe”, não leve o celular para a cama, prefira luzes mais amareladas à noite.
Dormir bem não é luxo, é necessidade biológica. Se não houver limite com a tecnologia, quem paga a conta é o seu sono.
A Prefeitura de Itumbiara (GO) decretou luto oficial de três dias após o secretário municipal de Governo, Thales Machado, matar um dos filhos, Miguel Araújo Machado, de 12 anos, com um tiro na cabeça e se suicidar em seguida.
Genro do prefeito, Dione Araújo, Thales também baleou o caçula, de 8 anos. O Metrópoles apurou com a Prefeitura da cidade que o menino está internado em estado grave na UTI do Hospital Estadual São Marcos, também em Itumbiara.
Thales Machado, de 40 anos, atirou nos filhos de 12 e 8 anos. As vítimas teriam sido atingidas na cabeça, na noite dessa quarta-feira (11/2). Horas antes do crime, Thales publicou um vídeo nas redes sociais dizendo: “Que Deus abençoe sempre meus filhos. Papai ama muito”.
Thales Machado era secretário da prefeitura e, com mais de 14 mil seguidores, parecia ser o braço direito de Dione Araújo. No Instagram, os dois aparecem juntos em diversos eventos oficiais.
Entenda o caso:
A motivação ainda não foi divulgada, mas, em uma carta escrita por Thales Machado, ele menciona o relacionamento com a filha do prefeito, Dione Araújo.
Ele relata o fim da relação e uma suposta traição, situação que será apurada pelas autoridades policiais.
A Polícia Militar de Goiás foi acionada para atender à ocorrência. A equipe fez o isolamento da área até a chegada das demais autoridades.
O filho mais velho, de 12 anos, Miguel Araújo Machado – foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho (HMMC), mas não resistiu aos ferimentos.
O menino de 8 anos passou por cirurgia e permanece internado em estado gravíssimo no Hospital Estadual de Itumbiara.
A Polícia Civil informou que instaurou procedimento para apurar o caso, e as investigações estão em andamento.
A coluna Na Mira tenta localizar defesa dos envolvidos. O espaço segue aberto para posicionamentos.
A Polícia Civil informou que já investiga a mortede José Tiago Chagas Bezerra, de 19 anos, como também trabalha com diversas linhas de investigação. A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que está à frente do caso, destacou que realiza coleta de imagens, oitivas de testemunhas e análise de informações do serviço de inteligência para identificar os autores do crime. Até o momento, ninguém foi preso.
O levantamento da equipe da DHPP mostrou que José Tiago não possuía envolvimento com tráfico de drogas ou facções criminosas. Há indícios de que ele foi confundido com um indivíduo que aparece em um vídeo nas redes sociais exaltando uma facção criminosa rival daquela à qual, supostamente, estariam ligados os autores do homicídio.
O jovem de 19 anos foi assassinado por disparo de arma de fogo na madrugada do dia 9 de fevereiro de 2026, por volta das 2h40. Ele foi atingido quando estava na Rua João Farias Lobo, no bairro Jacintinho, em Maceió.
A polícia reforça ainda a importância da colaboração da população. Informações que possam contribuir com a investigação podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque-Denúncia 181. O sigilo é garantido.
O governo da Rússia confirmou nesta quinta-feira (12) o bloqueio da operação do sistema de mensagens criptografadas WhatsApp devido à “relutância” da plataforma em adequar-se à legislação vigente na Rússia.
“A decisão foi de fato tomada e implementada”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov. Ele acrescentou que a determinação foi motivada pela “relutância do WhatsApp em cumprir as normas e a legislação russa“.
O WhatsApp afirmou na quarta-feira (11) que a Rússia tentou “bloquear completamente” seu aplicativo de mensagens no país para obrigar os usuários a migrar para um serviço concorrente controlado pelo Estado, o que poderia afetar 100 milhões de pessoas.
Moscou estimulou, nos últimos meses, os russos a utilizarem o Max, uma plataforma nacional mais controlada.
Também ameaçou uma série de sites, incluindo a popular plataforma Telegram, com quedas forçadas de velocidade ou proibições diretas caso não cumpram as leis russas, incluindo as que exigem que os dados dos usuários russos sejam armazenados dentro do país.
“Tentar isolar mais de 100 milhões de usuários da comunicação privada e segura é um retrocesso e só pode levar a uma segurança menor para a população da Rússia”, afirmou a plataforma WhatsApp.
A plataforma prometeu fazer “todo o possível para manter os usuários conectados”.
Os críticos do governo e os defensores dos direitos humanos afirmam que as restrições russas são uma clara tentativa do Kremlin de aumentar o controle e a vigilância sobre o uso da internet na Rússia, em meio a uma ampla repressão à dissidência durante a ofensiva na Ucrânia.
Os eventos ocorreram depois que a agência reguladora da internet da Rússia anunciou, na terça-feira, “restrições graduais” ao Telegram, acusado de “violação” da legislação nacional.
Duas embarcações da Marinha dos Estados Unidos, a USS Truxtun e a USNS Supply, colidiram nessa quarta-feira (11/2) durante uma manobra de reabastecimento no mar próximo à América do Sul
Segundo o The Wall Street Journal, citando um porta-voz militar, coronel Emmanuel Ortiz, o acidente deixou dois tripulantes com ferimentos leves, que receberam atendimento médico.
As causas do incidente estão sendo apuradas. Até o momento, o Comando Sul dos Estados Unidos não se pronunciou oficialmente sobre o ocorrido.
Apesar da colisão, ambos os navios permaneceram em condições de navegação, conforme relatado pelo jornal.
A cena é quase automática. Você acorda, mal abre os olhos e já pensa em café. Para muita gente, ele é o verdadeiro botão de “ligar” do dia.
O problema é que esse hábito, tão comum quanto cultural, pode estar sabotando sua energia em vez de ajudar. Tomar café logo ao acordar parece combustível, mas biologicamente é desperdício.
O segredo não está em beber mais café. Está em beber na hora certa.
O erro do café imediato
Ao acordar, o corpo não está desligado. Pelo contrário. Ele entra em um processo hormonal natural para sair do modo repouso e entrar em estado de alerta.
Quando você toma café imediatamente, interfere nesse mecanismo e reduz o potencial real da cafeína ao longo do dia.
Resultado comum:
Energia que sobe rápido e cai cedo.
Sono batendo forte no meio da tarde.
Dependência de várias xícaras para “funcionar”.
Tudo isso tem explicação biológica.
O despertar hormonal: o pico natural de cortisol
Ao acordar, o organismo libera naturalmente cortisol, o hormônio do alerta e da energia.
Esse pico acontece nos primeiros 30 a 60 minutos após despertar e serve para:
Aumentar o estado de atenção.
Regular a pressão arterial.
Preparar o metabolismo para o dia.
Quando você ingere cafeína nesse momento, o efeito do café compete com um sistema que já está ativo. O cérebro entende que não precisa produzir tanto cortisol sozinho.
Com o tempo, isso pode gerar:
Menor sensibilidade à cafeína.
Sensação de que “o café não faz mais efeito”.
Queda de energia mais cedo.
Adenosina: a molécula do cansaço
Enquanto você dorme, o cérebro começa a limpar a adenosina, substância que se acumula ao longo do dia e gera sonolência.
A cafeína não elimina a adenosina. Ela apenas ocupa os receptores dela no cérebro, bloqueando temporariamente a sensação de cansaço.
Ou seja:
A adenosina continua lá.
O cansaço fica “adiado”.
Se o café entra cedo demais, antes do cortisol terminar a limpeza natural da noite, parte dessa adenosina permanece acumulada.
O crash da tarde não é azar
O famoso sono das 15h não é preguiça. É química.
Quando o efeito da cafeína passa, toda a adenosina bloqueada retorna de uma vez aos receptores cerebrais. O resultado é:
Queda brusca de energia.
Dificuldade de concentração.
Vontade intensa de dormir ou beber mais café.
Esse ciclo gera dependência e piora a qualidade do sono à noite, criando um efeito dominó.
A janela ideal: por que esperar 90 minutos
Esperar cerca de 90 minutos após acordar permite que o pico de cortisol faça seu trabalho completo.
Nesse intervalo:
A adenosina residual da noite é reduzida.
O cérebro entra em estado de alerta mais estável.
A cafeína passa a potencializar, não competir.
É aí que o café funciona como estratégia, não como muleta.
O que fazer nesses primeiros 90 minutos
Se o café não é a melhor escolha logo ao acordar, o que entra no lugar?
Alguns estímulos simples funcionam melhor:
Luz natural
Olhar para a luz do dia ajuda a regular o ritmo biológico.
Informa ao cérebro que o dia começou.
Hidratação
Durante o sono, o corpo perde água pela respiração e suor.
Beber água ao acordar ativa o metabolismo e melhora o foco.
Movimento leve
Alongar ou caminhar alguns minutos ajuda a despertar o sistema nervoso.
Esses hábitos acordam o corpo sem gerar efeito rebote.
Guia prático do café de performance
Para quem acorda por volta das 7h:
Primeira xícara: entre 9h30 e 10h30.
Nunca em jejum: café com estômago vazio aumenta ansiedade e desconforto.
Horário limite: até 14h ou 15h, para não prejudicar o sono.
Menos café, melhor usado, gera mais energia real.
Café não é vilão. É ferramenta.
O café não precisa ser eliminado. Ele só precisa ser estratégico.
Quando respeita a biologia do corpo, você ganha:
Energia mais estável.
Menos dependência ao longo do dia.
Melhor foco e melhor sono.
Às vezes, a diferença entre um dia arrastado e um dia produtivo não está na quantidade de café. Está no tempo de espera antes da primeira xícara
A vacina nirsevimabe chegou a Palmeira dos Índios. O imunizante que protege contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), principal causador de bronquiolite e infecções respiratórias graves em bebês, já é uma realidade no município.
De acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI) do município a administração será realizada, preferencialmente, ainda na Maternidade, desde que o bebê esteja clinicamente estável, seguindo os critérios do Ministério da Saúde.
Podem tomar a vacina os bebês prematuros (maior ou igual a 36 semanas e 6 dias) e crianças menores de 2 anos, com condições específicas, como cardiopatias congênitas, doença pulmonar crônica, imunodeficiências, Síndrome de Down, fibrose cística, doenças neuromusculares e outras condições elegíveis.
A secretária de Saúde Zoé Duarte comemora a chegada do imunizante. “Agora é bebê e mamão protegidos. Já temos a vacina sincicial para as gestantes e, agora, para nossos recém-nascidos e menos de 2 anos de idade. É mais proteção, é mais uma estratégia eficaz que o Ministério promove”, pontua Zoé.
Em caso de dúvidas e demais orientações, a população pode procurar sua Unidade de Saúde para mais informações acerca das duas vacinas.
A região dos Cânions do Rio São Francisco passou por inspeção técnica coordenada pela Defesa Civil de Alagoas. A ação realizada no último 10 percorreu áreas estratégicas nos municípios de Delmiro Gouveia, Piranhas e Olho d’Água do Casado, e teve como foco principal a prevenção de riscos e a garantia da segurança para turistas e trabalhadores locais.
Durante o percurso, as equipes avaliaram de perto a estabilidade dos paredões, monitorando a presença de blocos instáveis e verificando se o ordenamento do tráfego de embarcações segue os padrões de segurança necessários para a navegação turística.
Um dos pontos centrais da vistoria foi a validação das normas implementadas recentemente. Os técnicos constataram que as diretrizes da Capitania dos Portos já estão em aplicação, o que inclui o distanciamento obrigatório das encostas e a sinalização náutica estratégica.
O balizamento e a delimitação de áreas seguras para banho também foram auditados. Segundo o relatório da inspeção, a orientação atual prioriza locais com menor inclinação e afastados do topo dos paredões, minimizando a exposição a riscos geológicos naturais, como a erosão e a quebra das rochas.
Recomendações
Apesar dos avanços na sinalização e fiscalização, a Defesa Civil destacou a necessidade de um monitoramento contínuo. Entre as recomendações técnicas geradas pela ação, estão a atualização periódica de estudos geotécnicos e a integração mais estreita de dados meteorológicos ao planejamento diário das atividades turísticas.
Além da Defesa Civil Estadual, a fiscalização uniu esforços da Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos de Alagoas, e das Defesas Civis Municipais.