Uma brasileira de 46 anos foi morta a facadas pelo ex-marido na noite de quinta-feira (12/2) em uma casa em Farmingville, na região de Long Island, no estado de Nova York, nos Estados Unidos. Após o ataque, o homem se esfaqueou com a mesma arma.
Um adolescente que estava na casa também ficou ferido, segundo a polícia do condado de Suffolk.
Segundo as autoridades, agentes da 6ª Delegacia de Selden foram acionados por volta das 20h15 (horário local) após uma ligação ao serviço de emergência relatando um incidente doméstico na Granny Road.
Ao chegarem ao local, os policiais encontraram Adriana Barbosa, de 46 anos, e Marcos Marques-Leal, de 57, com ferimentos provocados por arma branca.
A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Universitário de Stony Brook, onde teve a morte confirmada. O adolescente, parente que estava na casa no momento do ataque, também foi encaminhado à unidade hospitalar e recebeu atendimento por ferimentos considerados sem risco de morte.
Já Marcos Marques-Leal foi levado ao mesmo hospital com ferimentos graves após se esfaquear.
Homicídio em segundo grau
Segundo a polícia, ele chegou a ser acusado preliminarmente pelos detetives da Divisão de Homicídios por homicídio em segundo grau, desacato criminal em primeiro grau e por colocar em risco o bem-estar de uma criança.
As autoridades informaram que o caso foi tratado inicialmente como violência doméstica.
A área da Granny Road permaneceu interditada entre as avenidas Mount McKinley e Old Medford por várias horas enquanto equipes policiais realizavam a perícia e coletavam evidências.
A investigação segue em andamento para esclarecer as circunstâncias do crime, incluindo a dinâmica do ataque e o vínculo familiar do adolescente ferido, que ainda não foi oficialmente detalhado pelas autoridades locais.
A jornalista Flávia Morena de Area Leão Bacelar, de 31 anos, morreu por falência múltipla de órgãos e insuficiência cardíaca, provocadas por um câncer avançado e agressivo. A causa da morte foi confirmada ao g1 pela família de Flávia.
Flávia morreu na quinta-feira (12), no Hospital HTI, no bairro Piçarra, Zona Sul de Teresina. a A reportagem buscou um posicionamento do hospital, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
A jornalista estava internada desde 6 de fevereiro, após sentir dores na coluna. Segundo o irmão de Flávia, o cantor Luís Paulo Cochá, nódulos foram identificados no fígado da jornalista durante a internação.
As lesões teriam ocasionado intensa dor nas costas, o que fez Flávia acreditar que sofria de hérnia. Para tratar as dores, Flávia buscou atendimento médico e recebeu medicações sob prescrição, segundo o irmão.
"Acabou mascarando a doença", afirmou Luís Paulo Cochá.
Ainda de acordo com ele, Flávia também passou por uma retirada de mioma no útero há cerca de 10 meses. Na ocasião, exames não detectaram outros de risco na saúde da jornalista. Por isso, a família acredita que a doença evoluiu rapidamente.
"Não se tem certeza da origem do câncer", concluiu o irmão.
A jornalista Flávia Morena de Area Leão Bacelar, de 31 anos, morreu por falência múltipla de órgãos e insuficiência cardíaca, provocadas por um câncer avançado e agressivo. A causa da morte foi confirmada ao g1 pela família de Flávia.
Flávia morreu na quinta-feira (12), no Hospital HTI, no bairro Piçarra, Zona Sul de Teresina. a A reportagem buscou um posicionamento do hospital, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
A jornalista estava internada desde 6 de fevereiro, após sentir dores na coluna. Segundo o irmão de Flávia, o cantor Luís Paulo Cochá, nódulos foram identificados no fígado da jornalista durante a internação.
As lesões teriam ocasionado intensa dor nas costas, o que fez Flávia acreditar que sofria de hérnia. Para tratar as dores, Flávia buscou atendimento médico e recebeu medicações sob prescrição, segundo o irmão.
"Acabou mascarando a doença", afirmou Luís Paulo Cochá.
Ainda de acordo com ele, Flávia também passou por uma retirada de mioma no útero há cerca de 10 meses. Na ocasião, exames não detectaram outros de risco na saúde da jornalista. Por isso, a família acredita que a doença evoluiu rapidamente.
"Não se tem certeza da origem do câncer", concluiu o irmão.
Um terço em homenagem à Flávia acontece às 19h desta sexta-feira no Centro de Teresina.
Jornalista morreu após seis dias internada
Flávia ficou internada durante seis dias no Hospital HTI. Após agravamento do quadro de saúde, ela foi transferida à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e intubada. Ela morreu na quinta.
O corpo da jornalista foi velado em uma funerária no bairro Piçarra e sepultado no Cemitério São José, no bairro Matinha, Zona Norte da capital. A despedida contou com a presença de familiares e colegas de profissão.
Em nota, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Piauí (Sindjor-PI) lamentou a morte.
"O Sindjor-PI, ao tempo em que lamenta, presta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de Flávia Bacelar, que vivenciam a dor da perda", escreveu o sindicato em nota.
Para os supersticiosos, este ano traz má sorte — a sexta‑feira 13 acontecerá três vezes: nesta sexta‑feira, 13 de fevereiro, em 13 de março e em 13 de novembro. A frequência com que essa combinação aparece no calendário depende do dia da semana em que o ano começa. Normalmente, há um ou dois dias considerados azarentos, mas este ano, em especial, registra um número maior.
Esta sexta‑feira é particularmente simbólica: um dia azarado em pleno Carnaval. Além disso, em alguns países é também véspera do Dia dos Namorados, que supostamente traz felicidade aos apaixonados. As interpretações são ilimitadas.
Sexta‑feira 13: da fobia à indiferença
Afortunado ou desafortunado: muitos consideram exagerado o alvoroço em torno da data. “Não me importa que seja sexta‑feira 13”, diz um ditado popular. “O importante é que finalmente é sexta‑feira”. Contudo, segundo uma pesquisa do instituto de opinião YouGov, aproximadamente uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens na Alemanha provavelmente sentem certa apreensão diante da data. Entre os entrevistados, 39% das mulheres e 21% dos homens se consideram “supersticiosos” ou “bastante supersticiosos”.
Isso tem consequências: hotéis às vezes carecem de quartos com o número 13. Já em aviões, a fileira correspondente é frequentemente omitida.
Ainda assim, as temidas sextas‑feiras são melhores do que sua reputação sugere: estatísticos da seguradora alemã R+V garantem que a sexta‑feira 13 não é mais perigosa do que outros dias úteis. “Pelo contrário: na verdade há menos acidentes, tanto [envolvendo] seguros de automóvel quanto de danos materiais”.
Já a seguradora de automóveis Verti calculou que as sextas‑feiras, em geral, são os dias da semana com maior probabilidade de sinistros: 16,7% das ocorrências são registradas nesse dia. Mas a empresa ressalta: o fato de haver um leve aumento nas poucas sextas‑feiras que caem no dia 13 não é estatisticamente significativo.
A sexta‑feira 13 está perdendo seu apelo?
Isso seria uma boa notícia para os parascavedecatriafóbicos, pessoas com medo patológico dessa data. Certamente, não faltam eventos para reforçar tais temores: em 13 de janeiro de 2017, a tempestade Egon atingiu a Alemanha, causando três vezes mais danos que o habitual.
Na sexta‑feira 13 de janeiro de 2012, o navio de cruzeiro Costa Concordia colidiu com uma rocha. Em 13 de setembro de 1940, uma sexta‑feira, o Palácio de Buckingham foi atingido por bombas alemãs. E em outubro de 1947, numa sexta‑feira 13, o rei Filipe 4° da França iniciou a destruição dos Cavaleiros Templários.
Também há coincidências notáveis relacionadas ao número 13 na loteria: em 9 de outubro de 1955, por exemplo, ele foi o primeiro número sorteado na nova loteria “6 de 49”. Porém, desde então, é o que menos vezes apareceu.
Mas uma coisa é certa: esse dia de má sorte só foi estilizado como tal nos últimos 70 anos, conforme descobriu Gunther Hirschfelder, antropólogo cultural de Regensburg. Segundo Hirschfelder, a ideia seria decorrente de uma mistura de diversos mitos, com o número 12 desempenhando um papel central já nas primeiras civilizações avançadas: cada dia é dividido em dois períodos de doze horas; cada ano tem doze meses. O treze, por sua vez, ultrapassa o sistema de base 12 e, por isso, tornou-se um número de azar.
Uma maldição bíblica
No catolicismo, Judas transformou o 13 em um número maligno: treze pessoas estavam presentes na Última Ceia, e ele foi o traidor de Jesus. Por isso, durante muito tempo o 13 também foi conhecido popularmente como “a dúzia do diabo”. Quanto aos dias da semana, na Antiguidade a sexta‑feira era considerada o dia da deusa do amor, Afrodite. Jesus, por outro lado, foi crucificado em uma sexta‑feira — um dia de jejum e luto.
Até o século 20, o simbolismo dos números e dos dias da semana não estava vinculado. Os primeiros relatos sobre a influência funesta da sexta‑feira 13 surgiram na década de 1950, sempre com referência aos Estados Unidos.
Suas origens nos EUA remontam ao século 19. Em 1869, um jornalista teve a ideia de associar as oscilações do mercado de ouro americano à data. “Quem se dedica a investigar esse simbolismo sempre encontrará alguma coisa”, afirma Hirschfelder. O pós‑modernismo também busca indicadores que estruturam a vida.
“Assim como importamos o Dia das Mães e o Halloween, a sexta‑feira 13 também foi introduzida [na Alemanha] a partir dos Estados Unidos”, enfatiza Hirschfelder. A sociedade atual, amante da diversão, já não leva tão a sério essas noções supersticiosas. A sexta‑feira 13 é, antes, um “flerte não totalmente sério com a má sorte”.
O influenciador Arthur O Urso, de 37 anos, afirmou que seu passado poligâmico teria sido determinante para que sua tentativa de participar do concurso Mister Brasil não avançasse. Arthur ficou conhecido nacionalmente em 2021 após realizar uma cerimônia simbólica com nove mulheres, apresentando-se publicamente como adepto do poliamor. A união não teve reconhecimento legal no Brasil, e, ao longo dos anos seguintes, parte das esposas deixou o relacionamento, reduzindo o grupo.
Segundo ele, a candidatura ao Mister Brasil representava uma tentativa de reposicionamento público, voltado à disciplina, preparo físico e imagem institucional. No entanto, afirma que sua trajetória pessoal teria sido considerada um obstáculo. "Eu fui informado de que meu passado poligâmico poderia gerar resistência e impactar a imagem do concurso", disse.
Arthur relata que não recebeu justificativa formal detalhada, mas que a sinalização foi clara durante o processo. "A organização deixou entender que o histórico de ter sido casado com nove mulheres ainda pesa na percepção pública", afirmou.
Para o influenciador, a situação revela uma tensão entre imagem tradicional e histórias pessoais fora do padrão. "Eu entendo que concursos têm critérios e posicionamento institucional, mas acredito que ninguém pode ser resumido apenas a um capítulo da própria vida", disse.
Mesmo após o episódio, Arthur afirma que não descarta novas tentativas em concursos ou projetos semelhantes. "Meu passado faz parte da minha trajetória, mas não deveria ser um bloqueio permanente para novas oportunidades", conclui.
A influenciadora Juju Ferrari, de 39 anos, afirmou ter sido hostilizada ontem ao amamentar a filha mais nova, Márcia Catarina, em um shopping na capital paulista. Segundo ela, o episódio ocorreu durante um passeio com os filhos, quando a bebê começou a chorar e precisou ser alimentada em uma área comum do centro comercial.
De acordo com Juju, a reação de algumas pessoas foi imediata e visível. "Eu percebi olhares insistentes e comentários em tom de reprovação. Eu estava apenas cuidando da minha filha", relatou. A influenciadora afirma que uma mulher teria sugerido que ela procurasse um espaço reservado para continuar a amamentação. "Disseram que ali não era lugar para aquilo. Mas estamos falando de algo natural e garantido por lei", disse.
Mãe de cinco filhos, Juju afirmou que já amamentou em diferentes ambientes ao longo dos anos, mas que situações de constrangimento ainda acontecem. Segundo ela, o desconforto social revela uma contradição cultural. "O corpo da mulher é explorado em publicidade e entretenimento, mas quando ele cumpre uma função natural, como alimentar um bebê, gera julgamento", declarou.
A influenciadora afirmou que avalia tomar providências caso situações semelhantes voltem a ocorrer. "Eu não quero transformar isso em conflito, mas também não vou aceitar constrangimento. Se for necessário, eu sei que tenho respaldo legal", disse. Ela ressalta que a legislação brasileira garante o direito à amamentação em espaços públicos.
Para Juju, o episódio reforça que o debate ainda é necessário. "Amamentar não deveria causar desconforto em ninguém. É um direito da mãe e do bebê, e isso precisa ser respeitado", conclui.
As prévias carnavalescas chegaram ao fim, mas a alegria do Carnaval continua em Palmeira dos Índios. O Carnaval do Povo 2026, que este ano traz o tema “Viva esta Folia”, terá início neste sábado (14) de Zé Pereira com uma programação diversificada, pensada para agradar todos os públicos, na Praça da Independência. Além disso, o blocos de bairro também animarão a cidade.
Para abrir a festa, a Orquestra HD Folia promete muito frevo e marchinhas tradicionais, para manter viva a essência do Carnaval. O cantor Danielzinho sobe ao palco com mixs carnavalescos, enquanto o baiano Theuzinho, a nova cara do arrocha, trará funk e música regional brasileira. Já o pernambucano Renan Cruz animará os foliões com forró e grandes hits da folia.
No domingo (15), o espaço será dedicado à criançada, com a animação da Turma do Ruanito, que garantirá um Carnaval inclusivo e familiar. Para assegurar que a festa aconteça com tranquilidade, a Prefeitura de Palmeira dos Índios contará com um reforçado esquema de segurança, com o apoio do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Guarda Civil Municipal e SMTT, atuando de forma integrada durante todos os dias de evento.
A prefeita Tia Júlia, acompanhada da secretária municipal de Cultura Ana Cássia Araújo, visitou o QG da Folia e os viu de perto os preparativos para a festa. “Estamos preparando um Carnaval bonito, democrático e seguro, pensado para todas as idades. O Carnaval do Povo valoriza a nossa cultura, movimenta a economia local e proporciona momentos de alegria para as famílias palmeirenses. Venham curtir esta festa conosco”, destacou a prefeita.
PROGRAMAÇÃO DO CARNAVAL DO POVO 2026
SEXTA-FEIRA (13-2)
16h
Junção das Culturas
Afoxé Okê Arô
Pau e Lata
Batuque da Mãe Suzane
Capoeira
Local: Rua São José (Ribeira) até a Praça da Independência
18h
Oxossi Aquerã Afoxé
Afoxé Batuque da Mãe Suzane
Nil Folia
Local: Rua José Caetano de Moraes (Alto do Cruzeiro)
21h
Aldeia Folia
Malandrinhos
Dieguinho Love
SÁBADO (14/2) CARNAVAL Do POVO
19h: Orquestra HD Folia
21: Theuzinho
23h: Renan Cruz
0h30: Danielzinho
Local: Praça da Independência
DOMINGO (15-2) CARNAVAL DO POVO
Matinée
16h
Orquestra HD Folia
17h
Turma do Ruanito
Local: Praça da Independência
14h
Ribeira na Folia é 10
Local: Rua Abílio Balbino
Harry Oliveira
Nil Folia
Jubinha
16h
Bloco Sempre Quita
Local: Chácara Três Marias (Uruçú)
Weslley Lima
17h
Alibabá
Harry Oliveira
Japa Cantor
Local: Rua Vereador Emídio Tenório (Alto do Cruzeiro)
Segundo o estudo, o queixo é uma das marcas mais exclusivas do Homo sapiens. Nenhum outro primata vivo, nem mesmo espécies humanas extintas como os neandertais, apresenta a projeção óssea na parte frontal da mandíbula da mesma forma.
Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram 46 características do crânio e da mandíbula em 15 grupos de hominídeos (que incluem humanos e grandes mamíferos como os primatas). O objetivo era descobrir se o queixo surgiu por:
Seleção natural direta (quando uma característica aumenta as chances de sobrevivência ou reprodução);
Evolução neutra (mudanças que ocorrem ao acaso);
Ou como um “spandrel”, termo usado pelos estudiosos para descrever um subproduto de outras adaptações.
Segundo o estudo, de nove características relacionadas ao queixo, apenas três mostraram sinais de seleção direta. As demais parecem ter evoluído de forma indireta ou sem pressão seletiva específica.
Mudanças no rosto explicam o queixo?
A pesquisa aponta que transformações importantes no crânio humano — como o aumento do cérebro, a flexão da base do crânio e a redução do rosto inferior — tiveram forte influência evolutiva.
Por isso, os autores defendem que o queixo pode ser um subproduto dessas transformações maiores, e não uma adaptação com propósito específico, como melhorar a mastigação ou a fala.
No caso do queixo, ele pode ser apenas o resultado visível de milhões de anos de remodelação do crânio humano — um traço marcante da nossa espécie que talvez nunca tenha tido uma função própria.
Segundo dados do Ministério da Saúde, a cada dois minutos uma pessoa morre por complicações cardiovasculares. Nesse contexto, o infarto agudo do miocárdio, chamado também de ataque cardíaco, é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo.
Antes do organismo passar por um episódio de infarto, o corpo costuma demonstrar alguns sinais como forma de alerta. Reconhecer e procurar ajuda médica nesses casos é importante para a prevenção e tratamento do infarto e de outras condições associadas.
“A principal causa de morte no Brasil é o infarto agudo do miocárdio. O controle dos fatores de risco reduz de forma muito significativa o risco e, por isso, é importante conscientizar as pessoas da relevância de um estilo de vida saudável para que se possa viver mais e com melhor qualidade de vida”, afirma o médico cardiologista João Poeys Júnior, do Hospital DF Star.
O sintoma mais clássico do infarto é a dor no peito, mais existem outros sinais que também podem ser bem graves. Os sintomas podem surgir dias ou semanas antes do episódio, mas de forma mais leve.
“O primeiro sintoma é a falta de ar. Desmaios, palidez cutânea ou arroxeamento da pele também são sintomas que merecem atenção, principalmente em pessoas com diabetes, hipertensão ou problemas cardíacos já instalados”, explica o cardiologista Anis Mitri, presidente da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado de São Paulo.
Principais sintomas do infarto
Dor no peito em aperto ou pressão.
Irradiação da dor para braço esquerdo, mandíbula, costas ou ombro.
Falta de ar (dispneia).
Sudorese intensa.
Náuseas e vômitos.
Tontura, turvação visual ou sensação de desmaio.
Cansaço extremo súbito.
Fatores de risco para o infarto
Os principais fatores de risco para um infarto incluem tabagismo, hipertensão, colesterol alto (principalmente o LDL, conhecido como “colesterol ruim”), diabetes, obesidade, sedentarismo, estresse excessivo e histórico familiar de doenças cardíacas. Esses fatores, todos juntos, aumentam muito a chance de um entupimento das artérias do coração.
Além disso, uma alimentação ruim, com muitas gorduras saturadas, açúcar e ultraprocessados pode causar o que os médicos chamam de aterosclerose, que é quando há um acúmulo de gordura nas artérias, um antecedente perigoso do infarto.
Para se prevenir, hábitos como alimentação saudável, prática regular de atividades físicas, sono adequado, abandonar o cigarro, reduzir o álcool e manter o controle do colesterol e da glicemia já reduzem drasticamente os riscos do paciente de desenvolver qualquer condição cardiovascular.
O Carnaval 2026 confirma uma tendência que vem se desenhando nos últimos anos: a força da mistura de gêneros na música brasileira.
Se 2024 foi marcado pelo pagodão e 2025 teve o piseiro e o arrocha como protagonistas, o próximo aposta na fusão entre funk, piseiro, arrocha, pop e eletrônico como motor dos grandes hits do verão.
De acordo com Daniel Aguiar, editor sênior da Deezer, o Carnaval se consolida como um termômetro cultural e de mercado.
"O hit do verão hoje nasce do encontro entre gêneros. Funk, arrocha, piseiro e pop se misturam e refletem um Brasil plural, criativo e sem fronteiras regionais. O Carnaval dita a trilha sonora da rua, impulsiona coreografias, paredões e o consumo no streaming", destaca.
Top 10 apostas para o Carnaval 2026
1. "Jetski" - Pedro Sampaio, MC Meno K e Melody
2. "Posso Até Não Te Dar Flores" - MC Ryan SP feat. MC Jacaré, MC Meno K, DJ Japa NK e DJ Davi DogDog
3. "Sequência Feiticeira" - Pedro Sampaio feat. MC GW, MC Rodrigo do CN, MC Jhey e MC Nito
4. "Eu Me Apaixonei" - Vitinho Imperador
5. "Saudade do Carai" - Mari Fernandez feat. Grelo e Natanzinho Lima
O homem identificado como Júlio César, de 28 anos, morreu após ser alvo de um atentado a tiros na madrugada desta sexta-feira (13), em um condomínio residencial no Conjunto Eustáquio Gomes, no bairro Cidade Universitária, na parte alta de Maceió. Três pessoas foram apontadas como suspeitas do homicídio e seguem foragidas.
Segundo o delegado Daniel Scaramelo, que atendeu ao chamado para realizar os primeiros levantamentos do assassinato, os criminosos encapuzados e armados invadiram a casa de Júlio César por volta das 3h. A vítima conseguiu se esconder em um quarto e depois correr na direção da portaria do residencial, porém foi alcançada e executada a tiros.
"Eles entraram no condomínio, arrombaram a porta da vítima, identificaram ela perto do quarto e começaram a disparar. A vítima conseguiu se abrigar dentro do quarto. Nesse momento, o trio arrodeou a casa para surpreendê-la pela janela do quarto. A vítima então abriu a porta e correu na direção da portaria do residencial. Mas ao chegar, foi alcançada e baleada várias vezes", disse Scaramelo.
O delegado destacou ainda que o porteiro do condomínio se escondeu no banheiro da guarita para escapar dos disparos. Um vigilante também estava no residencial e se livrou dos tiros.
A perícia da Polícia Científica colheu vestígios materiais e realizou a análise do corpo. O IML foi acionado para o recolhimento do cadáver depois dos procedimentos dos peritos.
Pânico na madrugada
Um dos trabalhadores que estava acordado no residencial no momento dos disparos relatou o pânico vivido com a presença dos atiradores. "Eles entraram na portaria, quebraram a TV e levaram os dois celulares do porteiro, e o celular da portaria. Só não levaram o meu porque me escondi", disse o homem que não será identificado pela reportagem.
Veja o vídeo:
Imagens podem ajudar na identificação de trio
Câmeras de segurança podem ter registrado o momento da perseguição, bem como a entrada do trio no condomínio. A depender das imagens, as características físicas dos criminosos podem ser identificadas e assim devem ajudar na coleta de possíveis nomes de envolvidos.
Qualquer informação sobre o crime pode ser passada pelo Disque Denúncia 181. A ligação não gera custos financeiros ao denunciante, que também tem o anonimato garantido.
Veja a nota da Polícia Militar.
A Polícia Militar de Alagoas, por meio do 5º Batalhão, informa que foi acionada, na madrugada desta sexta-feira (13), para uma ocorrência de homicídio, em um residencial no conjunto Eustáquio Gomes, bairro Cidade Universitária, em Maceió.
A vítima, um homem de 28 anos, foi atingida por diversos disparos de arma de fogo, efetuados por indivíduos desconhecidos, entrando em óbito no local. Preliminarmente, não há informações sobre a autoria ou motivação do crime.
Conforme o procedimento padrão, a PM isolou o local até a chegada das equipes da Polícia Civil e dos institutos de Criminalística (IC) e Médico Legal (IML).
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas para todas cidades alagoanas. O aviso, de nível amarelo — que indica perigo potencial — começou a valer a partir das 9h05 desta sexta-feira (13) e segue até às 23h59 de hoje. O órgão também emitiu outro alerta do mesmo nível iniciando às 0h01 deste sábado (14) até às 23h59 do mesmo dia, principalmente para os municípios da faixa litorânea de Alagoas.
De acordo com o Inmet, o volume de chuva previsto para esta sexta varia entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo chegar a até 50 milímetros ao longo do dia.
Apesar do risco ser considerado baixo, o alerta aponta possibilidade de alagamentos pontuais e pequenos deslizamentos em áreas com maior vulnerabilidade.
Confira instruções emitidas:
Evite enfrentar o mau tempo;
Observe alteração nas encostas;
Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia;
Em caso de situação de inundação, ou similar, proteja seus pertences da água envoltos em sacos plásticos;
Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
No período do Carnaval, um pouco mais de brilho sempre parece adequado. É por isso que glitter e maquiagens exuberantes viraram uma marca registrada da folia. Mas é preciso ficar de olho no impacto desses produtos na pele, especialmente quando há exposição solar excessiva.
“Há um risco de alergias e irritações com todas essas substâncias que são aplicadas direto na pele”, alerta a dermatologista Isadora Rosan, do Einstein Hospital Israelita em Goiânia. “Alguns componentes podem irritar o organismo ou deflagrar uma alergia, especialmente em pacientes que já tenham predisposição”.
O glitter é o que mais merece atenção, principalmente quando os brilhos usados não forem próprios para a pele. “Nunca devemos usar produtos de papelaria. Há um risco grande se esse contato for prolongado com a área próxima dos olhos, por exemplo, podendo causar até infecções oculares”, alerta Rosan. “Além disso, qualquer irritação da pele, quando exposta ao sol, ainda pode gerar manchas ou queimaduras que agravam o risco de sequelas permanentes”.
Evite aplicar em regiões de mucosa, como a pele próxima a olhos, boca, lábios e a área genital. Antes de comprar os produtos, verifique se há indicações no rótulo como “dermatologicamente testado”. E nunca use tintas impróprias para a pele ou maquiagens de origem desconhecida.
Mesmo que use produtos adequados, preste atenção aos sinais de irritação: ao perceber vermelhidão, inchaço ou coceira, lave a área com água abundante e, se tiver disponível, sabão neutro. Não esfregue a área com força, usando buchas ou produtos químicos fortes, que podem piorar a reação. Evite se expor ao sol e, se os sintomas piorarem, procure um médico.
Como usar glitter e tintas de forma adequada?
Se você não abre mão do brilho, é possível minimizar o risco de alergias e irritações e ainda manter a pele protegida com uma rotina de cuidados. Antes de sair de casa, aplique duas camadas finas de filtro solar com fator 30 ou superior em todas as áreas do corpo que ficarão expostas.
“Isso é muito importante, porque o calor, o suor, o sol, tudo isso pode aumentar a irritação”, aconselha a dermatologista. Se possível, reaplique após duas horas ou antes, caso sue demais ou tome chuva.
Cuide também da hidratação: beba água antes, durante e após o bloco. Quando chegar em casa, limpe a pele com demaquilante ou óleo de limpeza, que permitem uma remoção mais delicada. “Quando não tiver mais glitter e tinta visível, lave o rosto com um sabonete suave, neutro ou o sabonete facial que você já use”, orienta Isadora Rosan.
Após a higienização, aplique o hidratante que já seja parte da sua rotina, especialmente nas áreas que ficaram muito expostas ao sol. “Esses hábitos ajudam a recuperar as barreiras cutâneas e fortalecer a pele”, explica a médica do Einstein Goiânia.
A Justiça Federal em Alagoas emitiu um alerta após o aumento de casos do chamado “golpe do falso advogado”, que tem atingido principalmente partes envolvidas em processos nos Juizados Especiais Federais (JEFs). A fraude mira, sobretudo, pessoas em situação de maior vulnerabilidade, que aguardam pagamento de valores judiciais.
De acordo com relatos de magistrados e advogados, criminosos têm entrado em contato com vítimas por meio do WhatsApp, se passando por representantes legais. Eles informam falsamente que há valores liberados para saque, como Requisição de Pequeno Valor (RPV), alvará judicial ou crédito disponível, e solicitam transferências via Pix sob diferentes justificativas.
O alerta foi reforçado depois que um magistrado recebeu de um advogado o exemplo de um documento falsificado utilizado pelos golpistas. O material apresentava brasão, código de barras, identificação de “alvará” e indicação de valor a receber. Apesar de conter erros, como menção a órgãos e varas inexistentes na estrutura local, o documento tinha aparência profissional suficiente para enganar quem não está familiarizado com a tramitação processual.
Segundo a Justiça Federal, os criminosos utilizam linguagem formal e simulam comunicações oficiais para transmitir credibilidade. As vítimas preferenciais são pessoas que aguardam decisões ou pagamentos judiciais e que podem acreditar na promessa de liberação rápida de recursos.
A orientação é que qualquer contato que envolva pedido de pagamento antecipado ou transferência bancária seja tratado com desconfiança. A recomendação é confirmar informações apenas pelos canais oficiais da Justiça Federal em Alagoas ou diretamente com o advogado constituído no processo.
Os casos também devem ser comunicados às autoridades policiais, com registro de boletim de ocorrência.
A retinopatia diabética é uma das complicações mais comuns do diabetes e, ao mesmo tempo, uma das menos percebidas pelos pacientes. Trata-se de uma doença que afeta os vasos sanguíneos da retina, região do fundo do olho responsável pela formação das imagens. Hoje, ela é considerada a principal causa de cegueira evitável no Brasil, principalmente entre adultos em idade produtiva.
O grande desafio é que a retinopatia pode evoluir de forma silenciosa por anos, sem dor ou queda evidente da visão, o que faz com que muitas pessoas só descubram o problema em estágios avançados.
O excesso de glicose no sangue danifica progressivamente os vasos da retina, tornando-os frágeis, permeáveis e propensos a vazamentos. Com o tempo, isso compromete a oxigenação do tecido e desencadeia uma série de alterações, como hemorragias, edema macular e formação de vasos anormais que podem sangrar e levar à perda visual. Esse processo é mais rápido e agressivo quando o diabetes está mal controlado, há pressão alta associada ou o paciente convive com a doença há muitos anos. Por isso, o acompanhamento regular com oftalmologista é tão importante quanto o controle glicêmico.
Sinais de alerta
A retinopatia diabética é perigosa principalmente por ser silenciosa. Nas fases iniciais, o paciente enxerga normalmente, mesmo que a retina já esteja comprometida. Isso cria a falsa sensação de segurança e adia a busca por avaliação médica.
Porém, existem sintomas que servem como alerta: visão embaçada, manchas escuras que flutuam no campo de visão, dificuldade para ler, distorções na imagem e perda súbita da visão. Quando esses sinais aparecem, o dano já costuma ser significativo e a consulta se torna urgente.
O exame fundamental para o diagnóstico é o mapeamento de retina, simples, rápido e totalmente indolor. A tomografia de coerência óptica (OCT) e a angiofluoresceína podem complementar a investigação nos casos mais avançados. O objetivo é identificar alterações antes que elas causem perda visual permanente, pois o tratamento é mais eficaz quando iniciado precocemente. Para pacientes com diabetes tipo 1 e tipo 2, a recomendação é realizar avaliação oftalmológica anual – ou com maior frequência caso haja alterações já detectadas.
Tratamentos modernos
O tratamento da retinopatia diabética evoluiu significativamente nos últimos anos. Nas formas mais graves da doença, especialmente quando há edema macular ou proliferação de vasos anormais, o uso de medicamentos anti-VEGF aplicados diretamente no olho é hoje a terapia mais eficaz. Esses medicamentos reduzem o inchaço, controlam a formação de novos vasos e ajudam a estabilizar o quadro. Em alguns casos, podem ser necessários laser ou cirurgia vítreo-retiniana para controlar hemorragias e complicações mais avançadas.
Apesar dos tratamentos disponíveis, o controle do diabetes continua sendo o fator mais decisivo para preservar a visão. Manter a glicemia estável, controlar a pressão arterial e cuidar da alimentação reduzem o risco de progressão da doença e melhoram a resposta às terapias. Atividade física regular, acompanhamento multidisciplinar e abandono do tabagismo também fazem parte da prevenção.
A retinopatia diabética é evitável na maior parte dos casos, desde que diagnosticada cedo. Informação, consulta regular e atenção aos primeiros sinais são as principais ferramentas para impedir que o diabetes comprometa a visão. Mesmo quem enxerga perfeitamente deve realizar o exame anual, pois a visão saudável hoje não garante que a retina esteja protegida amanhã.
Muita criatividade tomou conta do corredor da folia nesta quinta-feira (12), em Palmeira dos Índios. O bloco As Pecinhas desfilou na avenida ao som de Korelly Mello, que agitou e colocou o público para dançar sem parar.
Há 27 anos na avenida, As Pecinhas de Palmeira dos Índios levam irreverência e muita criatividade nas fantasias utilizadas pelo público masculino. Turmas de amigos criam os mais diversos temas, além das fantasias tradicionais, como personagens principais de filmes e desenhos animados.
A criatividade é o que anima o bloco. “O público que vem olhar fica na expectativa de ver as fantasias, quem se produziu, os grupos de amigos que vêm todos iguais. É engraçado demais e eles se divertem do jeito deles né?”, comentou a foliã Maria de Jesus, que todos os anos vai pra avenida ver o bloco passar.
Bruno Fernandes, ex-goleiro do Flamengo, voltou a falar sobre um dos episódios mais marcantes e controversos de sua vida: o desaparecimento e morte de Eliza Samudio, em junho de 2010. Em uma entrevista recente ao Geral Podcast, o jogador abriu o jogo sobre seu papel no caso e revelou que a morte da modelo não foi um crime isolado, mas envolveu uma facção criminosa, sem detalhar nomes ou operações.
O ex-atleta afirmou que, embora não tenha sido o mandante do crime, reconhece sua omissão e a gravidade das consequências. “Chegou a um ponto que eu não tinha mais diálogo com a Eliza. Quem tomava conta das minhas coisas era o Macarrão. Ele que resolvia tudo pra mim“, disse Bruno, destacando que havia pessoas próximas tomando decisões que poderiam ter relação direta com os acontecimentos que levaram à morte de Samudio.
Bruno também relembrou seu depoimento à Justiça, reforçando que sabia do crime, mas não o encomendou. “A situação que aconteceu, eu até falei no meu júri quando o juiz me perguntou: ‘Você mandou fazer isso?’. Eu falo ‘Não’. ‘Mas você sabia?’. Eu sabia, mas eu não mandei”, comentou. Essa declaração mostra o que ele chama de conflito entre conhecimento do que poderia acontecer e sua incapacidade ou decisão de não interferir, algo que, segundo ele, foi um dos maiores erros de sua vida.
O ex-goleiro também quis esclarecer a imagem que muitas pessoas têm dele, defendendo que seu papel no caso não o define como alguém totalmente mau. “Eu fui omisso. O meu erro na situação foi ter sido omisso. Isso faz de mim uma pessoa inocente? Não. Eu nunca falei que eu sou inocente, mas eu também não sou o demônio da parada”, apontou. Para ele, a omissão não significa culpa completa pelo crime, mas reconhece que houve responsabilidade moral e ética.
Bruno falou ainda sobre a complexidade do caso, destacando a presença de uma facção criminosa, o que, segundo ele, torna o contexto muito mais amplo do que a população imagina. “Eu tive que segurar um problema muito grande, porque a situação envolve facção. Envolve pessoas que vão além do que vocês imaginam”, disse, sem fornecer detalhes que pudessem comprometer investigações ou outras pessoas. “Eu já falei pra quem eu tinha que falar, e eu já falei pra quem eu devia uma satisfação.”
Além de explicar os acontecimentos, Bruno demonstrou preocupação com o futuro e com a relação com seu filho, Bruninho. Ele revelou que ainda espera o momento certo para falar diretamente com ele sobre o que realmente aconteceu, deixando claro que essa conversa é exclusiva entre pai e filho: “Espero que, no momento oportuno, ele me dê uma oportunidade pra mim falar com ele o que eu tenho que falar. É ele que precisa saber desse esclarecimento. Só ele, mais ninguém”, concluiu.
Com essa entrevista, Bruno Fernandes mostra uma tentativa de abrir o jogo sobre um caso que marcou sua vida pessoal e profissional, buscando explicar seu ponto de vista sem se eximir da responsabilidade de ter sido omisso. O relato também evidencia como o envolvimento de terceiros e de organizações criminosas pode complicar a compreensão pública sobre crimes de grande repercussão, e como figuras públicas podem se tornar símbolos de vilania mesmo quando sua participação direta é limitada.