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Em meio à crise humanitária grave na Faixa de Gaza, Israel vai permitir que países estrangeiros voltem a lançar ajuda humanitária aérea aos palestinos a partir desta sexta-feira (25), segundo a rádio do Exército israelense, com base em um oficial militar.

A ajuda aérea em Gaza já foi permitida em outros momentos da guerra, travada no território palestino entre Israel e o grupo terrorista Hamas desde o ataque terrorista de 7 de outubro de 2023, que matou 1.200 israelenses e outros 250 foram feitos reféns.

A volta da permissão da ajuda aérea ocorre em um momento de agravamento da crise humanitária em Gaza, com crescente desnutrição e alastramento da fome entre os dois milhões de palestinos. Israel tem enfrentado um aumento de críticas e pressão internacional para que mais alimentos cheguem à população de Gaza.

A ONU descreve a atual situação como um "show de horrores", e mais de 100 ONGs especializadas denunciam "fome em massa" no território. Relatos de fome extrema e generalizada se tornaram mais frequentes, e pelo menos 45 pessoas morreram de fome em Gaza desde o início desta semana, segundo a Agência da ONU para Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês).

Um vídeo divulgado pela agência Reuters na quinta-feira (24) mostrou crianças palestinas atendidas com desnutrição severa em um hospital de Khan Younis, em Gaza. Veja aqui.

Criticada pelo modelo de distribuição de ajuda humanitária adotado em Gaza, o governo Netanyahu culpa a ONU e o grupo terrorista Hamas por impedir que os alimentos cheguem à população palestina. A ONU e ONGs afirmam que são impedidos de operar em Gaza, e que um sistema humanitário adequado é boicotado por Israel.

Os lançamentos aéreos não são o método mais indicado para a ajuda humanitária, porque eles têm um impacto limitado e não é garantido que realmente cheguem à população local, segundo especialistas. A ONU afirma que a melhor forma de acudir os palestinos é removendo todos os bloqueios terrestres à entrada de ajuda.

O World Food Program, que é um braço das Nações Unidas, disse esta semana que a crise de fome em Gaza atingiu “novos e surpreendentes níveis de desespero, com um terço da população sem comer por vários dias seguidos”. Na quarta-feira, a Organização Mundial de Saúde (OMS) informou que 21 crianças de até cinco anos morreram de desnutrição em 2025.

"'As pessoas em Gaza não estão nem mortas nem vivas, são cadáveres ambulantes': disse-me um colega em Gaza nesta manhã", disse Philippe Lazzarini, comissário-geral da UNRWA, na quinta-feira (24).

"Enquanto isso, de acordo com as últimas descobertas da UNRWA: uma em cada cinco crianças está desnutrida na cidade de Gaza, com o número de casos aumentando a cada dia [...]. A maioria das crianças atendidas por nossas equipes está fraca e corre alto risco de morrer se não receber o tratamento de que necessita urgentemente."

A guerra em Gaza foi deflagrada em 7 de outubro de 2023, quando terroristas do Hamas invadiram o território israelense, o que resultou na morte de 1.219 pessoas.

A operação militar de Israel em Gaza matou mais de 59.100 palestinos, a maioria civis, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.

Israel diz que ONU se recusa a distribuir ajuda

O Exército de Israel negou que estivessem bloqueando a entrada de ajuda humanitária no território palestino, afirmando que 950 caminhões com ajuda estavam no lado de Gaza da fronteira, aguardando a coleta e distribuição por organizações internacionais.

"Centenas de caminhões de ajuda humanitária entraram em Gaza com a aprovação de Israel, mas os suprimentos estão parados, sem serem entregues. O motivo? A ONU se recusa a distribuir a ajuda. O Hamas e a ONU impedem que a ajuda chegue aos civis em Gaza. O mundo merece saber a verdade", disse o governo israelense.

A ONU afirma que não tem como confirmar as explicações dadas por Israel, pois seus agentes não tiveram permissão para acompanhar as travessias com ajuda humanitária.

"Apesar de nossos repetidos pedidos, Israel não permitiu a presença da ONU nas travessias, que são áreas militarizadas", disse Jens Laerke, porta-voz do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários.

Gaza Humanitarian Foundation

Desde o fim de maio, quando Israel reabriu as fronteiras de Gaza para a entrada de ajuda humanitária após meses de fornecimento interrompido, a distribuição de alimentos tem sido feita por uma organização chamada Gaza Humaniarian Foundaton (GHF).

A fundação é criticada pela ONU e outras agências humanitárias por suas origens obscuras e falta de experiência em crises semelhantes.

Na quarta-feira, a Gaza Humanitarian Foundation ofereceu-se à ONU e a outras organizações para "entregar toda a sua ajuda atual gratuitamente... à medida que a fome atinge um patamar crítico".

Os centros de distribuição da GHF, porém, são palco de incidentes quase diários em que palestinos são feridos e mortos por tiros disparados por forças da fundação incumbidas de garantir a ordem.

Segundo a ONU, mais de 1.000 palestinos já morreram em incidentes do tipo desde o início das operações da GHF.

"O tempo é curto. As pessoas estão morrendo de fome", disse o presidente executivo da fundação, Johnnie Moore.

A Fundação Humanitária de Gaza afirma ter entregue quase 1,5 milhão de caixas de alimentos em Gaza.

A ONU e os principais grupos de ajuda humanitária se recusaram a trabalhar com a Fundação Humanitária de Gaza devido a preocupações de que ela tenha sido projetada para atender a objetivos militares israelenses e violar princípios humanitários básicos.

A porta-voz da UNRWA, Juliette Touma, disse na terça-feira que a agência da ONU para refugiados palestinos tinha 6.000 caminhões de alimentos e medicamentos em espera na Jordânia e no Egito, mas não estava autorizada a levar ajuda para Gaza desde 2 de março.

Embora o GHF tenha montado quatro pontos de distribuição, "a ONU e os humanitários tinham 400" antes de estes serem fechados em março por Israel, observou ela.

Alagoas conquistou um lugar de destaque no cenário nacional de inovação. O coordenador de metodologias e estratégias do Laboratório de Inovação Inclusiva da Universidade Federal de Alagoas (Liinc/UFAL), João Paulo Ferreira, teve sua palestra selecionada para o Hacktown 2025, o maior festival de tecnologia, inovação e criatividade da América Latina. João Paulo apresentará o tema "Hackeando o Interior: Como a Inovação Emerge em Lugares Invisíveis" durante o evento que acontece de 31 de julho a 3 de agosto, em Santa Rita do Sapucaí (MG).

A seleção coloca Alagoas no mapa nacional da inovação ao lado de grandes centros como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. O Hacktown, que em 2024 reuniu mais de 30 mil participantes e movimentou R$ 30 milhões na economia regional, é reconhecido por transformar toda a cidade mineira em um laboratório vivo de inovação, com mais de 1.000 atividades simultâneas em 110 espaços diferentes.

A proposta é mostrar os resultados alcançados pelo Liinc atuando com empreendedorismo e inovação, sobretudo nas cidades do interior de Alagoas. “Acredito que os sucessos - e os erros - precisam ser compartilhados com outros agentes que atuam em outros ‘lugares invisíveis’ Brasil afora", destaca João Paulo Ferreira, que também é cientista da computação formado pela UFAL e especialista em UX Research.

Desde 2023, o Liinc, junto com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Alagoas (Secti/AL) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas (Fapeal), fazem o Circuito Alagoano de Inovação (CADI) e este trabalho já realizou 20 maratonas ou desafios de inovação, conectou mais de 120 mentores voluntários de 12 estados brasileiros e três países e impactou quase 2 mil pessoas.  O reconhecimento nacional já vinha crescendo, com o laboratório sendo semifinalista do Prêmio LED da TV Globo, finalista do Prêmio INPI de Tecnologia, destacando-se como referência em inovação social no Nordeste.

A palestra acontecerá no dia 02/08, às 17h30, no Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), dentro da trilha de Cidades e Comunidades Inovadoras. João Paulo abordará como a metodologia alagoana pode ser replicada em outras regiões do Brasil que enfrentam desafios socioeconômicos similares.

“Acreditamos que a inovação é um instrumento fundamental para a transformação social. Essa é uma oportunidade de mostrar para o Brasil que a inovação pública não acontece apenas nos grandes centros urbanos. Em Alagoas, estamos criando soluções com os jovens, com as comunidades e com o poder público local. Nosso trabalho é um convite à transformação a partir dos territórios invisíveis”, finaliza João Paulo.

Febre nas redes sociais, o “morango do amor” caiu no gosto do brasileiro e tem movimentado as vendas de quem trabalha com confeitaria. Em Boa Vista, a jovem Vitoria Penso, de 27 anos, vendeu mais de 2 mil unidades do doce do momento e faturou cerca de R$ 34 mil em dois dias, durante o São João no Parque Anauá.

🍓❤️ O doce combina uma casquinha de açúcar caramelizado vermelha e crocante, recheio de brigadeiro de leite ninho e, claro, um morango.

 

"É um sucesso. A gente sempre busca tendências fora de Roraima e traz para o nosso estado como uma maneira de se diferenciar", afirmou a confeiteira em entrevista ao g1.

Vitória começou a produzir o doce no início de junho de 2025. Desde então, a produção da sobremesa não parou e ela já vendeu mais de 10 mil unidades do morango do amor. Atualmente, o doce é vendido a R$ 17.

Ao g1, ela contou que a ideia de comercializar o doce surgiu em dezembro do ano passado — antes dele viralizar nas redes sociais — durante o planejamento de vendas para o ano de 2025. O plano ganhou mais força em maio deste ano, quando Vitoria fez um curso em Minas Gerais para aprender a preparar o doce.

"Em Minas, eu gravei um vídeo e falei: 'vim aqui e aprendi [a fazer] o morango do amor. Se vocês [seguidores] comentarem muito, eu vou levar para o arraial em Boa Vista'. A gente chegou no dia 2 de junho e no dia 3 a gente lançou, e desde então estou vendendo morangos do amor", contou a jovem.

No início, a produção era feita apenas por Vitoria, que também vende outras sobremesas, como bolos, pudins e brigadeiros. Mas, com o sucesso dos doces em Boa Vista, ela precisou aumentar a equipe. Hoje, cinco pessoas atuam exclusivamente na produção dos morangos do amor.

Em Roraima o morango não é cultivado em larga escala. Por isso, a confeiteira importa os itens de fornecedores de São Paulo. Segundo ela, a enorme procura pelo morango trouxe um impacto no fornecimento e a distância pode prejudicar a qualidade dos frutos até que cheguem ao extremo Norte do Brasil.

"A gente mora no extremo Norte do país e isso prejudica a chegada de morangos de qualidade aqui. Então, eles [fornecedores] vão priorizar o morango de São Paulo, as confeitarias de São Paulo, do Sudeste, Centro-Oeste. Então, aqui a gente começou a ter um desperdício muito grande e precisou aumentar [o valor do morango]", ressaltou. Antes, o doce custava R$ 15.

Nessa quinta-feira (24), ela produziu cerca de mil morangos do amor e vendeu mais de 200 em apenas 1h30, durante o São João no Parque Anauá, que acontece em Boa Vista. Os produtos só foram repostos por volta das 20h30, o que gerou uma fila de espera pela chegada da nova remessa.

A autônoma Gabriella Monteiro, de 25 anos, foi uma das pessoas que aguardou pela chegada do doce e entrou na fila duas vezes para tentar comprá-lo. Assim como muitos brasileiros, ela soube da sobremesa através das redes sociais.

"A gente acaba ficando curioso para experimentar por conta dessa febre que a gente está vendo na internet. A minha curiosidade é a questão da textura, porque eu não sou muito adepta à maçã [do amor]. E aí, talvez, a experiência com o morango do amor seja diferente justamente nessa questão de quando a gente vai experimentar a textura", explicou a jovem ao g1.

Outros formatos e sabores

A confeiteira e empreendedora Astrid Andrade começou a produzir o morango do amor há cerca de 15 dias e também tem comercializado a sobremesa durante o São João no Parque Anauá. No local, há pelo menos cinco barracas que vendem o produto, com preços que variam entre R$ 15 e R$ 25.

No ramo da confeitaria há cerca de dez anos, Astrid afirmou ao g1 que nunca viu nenhum produto fazer tanto sucesso como o morango do amor.

"Eu acho que, no Brasil inteiro, ninguém esperava que fizesse [tanto sucesso], nem que fosse se tornar uma fonte inesgotável. É um produto que quanto mais você faz, mais a demanda vai aumentando e a escassez também, porque é um produto que demora para ser feito. Então, a escassez dele vem fazendo com que as pessoas cada vez mais queiram provar", explicou ela.

Nos dois primeiros dias de festa, que acontece no Parque Anauá, zona Norte de Boa Vista, ela já vendeu mais de 900 morangos do amor, o que garantiu cerca de R$ 10 mil de lucro apenas com a venda de um único produto.

O aumento das vendas e a procura pelo doce do momento fez com que a confeiteira também testasse novas combinações da sobremesa, substituindo o brigadeiro de leite ninho por brigadeiro tradicional, de maracujá ou pistache. Além disso, há a versão de "marmita", que pode ser consumida com o uso de uma colher.

Uma expedição internacional localizou os destroços do HMS Nottingham, um navio de guerra britânico abatido durante a 1ª Guerra Mundial. A embarcação, desaparecida há 109 anos, foi encontrada no Mar do Norte, a cerca de 100 km da costa da Escócia.

O cruzador foi atingido por torpedos do submarino alemão U-52 em agosto de 1916 e afundou rapidamente, durante uma ofensiva naval. Ao todo, 38 tripulantes morreram, alguns ainda adolescentes, enquanto outros 377 foram resgatados com vida.

A operação de busca foi liderada pelo Project Xplore, grupo britânico especializado em localizar naufrágios com relevância histórica. As investigações começaram em setembro de 2024.

Saiba mais no site Metrópoles, clicando aqui.

Um homem em surto psicótico foi detido após lançar óleo quente contra policiais militares e ferir um sargento nessa quinta-feira (24), no bairro Santa Lúcia, parte alta de Maceió.

De acordo com informações da Polícia Militar, o homem, que é paciente psiquiátrico, apresentava comportamento agressivo, ameaçando familiares, vizinhos e dizendo que atearia fogo. Mesmo com a chegada da guarnição, ele manteve a atitude violenta e passou a jogar óleo quente nos militares.

Um sargento foi atingido no rosto e nas mãos. Imagens enviadas ao TNH1 mostram os ferimentos enquanto ele recebia atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Tabuleiro. Veja abaixo.

 

Diante da gravidade do caso, equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), compostas por negociadores, atiradores de precisão e time tático, conseguiram conter o paciente.

A negociação foi conduzida conforme os protocolos de gerenciamento de crises da PM-AL, terminando com a rendição pacífica do homem, sem necessidade de intervenção letal.

Homem possui espada em casa

Em entrevista à TV Pajuçara/RECORD, o comandante do BOPE, major Diego Sarmento, afirmou que o paciente já é conhecido pela polícia e pela comunidade por apresentar comportamento agressivo. Ele também possui uma espada em casa.

Ele já tem esse comportamento, sinais de esquizofrenia, entre outras questões psiquiátricas e já é costume [este comportamento]. A família passou essas características para a gente e a equipe ficou em alerta.

O governo dos Estados Unidos voltou a demonstrar interesse nos minerais críticos e estratégicos (MCEs) do Brasil, especialmente os chamados “terras raras”, elementos fundamentais para a transição energética e para tecnologias de ponta, como chips, baterias, turbinas e armamentos modernos.

O recado foi transmitido pelo encarregado de negócios da embaixada norte-americana em Brasília, Gabriel Escobar, nessa quarta-feira (23), durante reunião com representantes do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).

O presidente do Ibram, Raul Jungmann, afirmou que Escobar repetiu o interesse dos EUA no setor mineral brasileiro — algo que já havia sido mencionado em encontro anterior, há cerca de três meses.

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O vazamento de dados de chaves Pix num sistema administrado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afetou 46.893.242 chaves de 11.003.398 pessoas, esclareceu na tarde desta quinta-feira (24) o Banco Central (BC). A autoridade monetária também informou que foram expostos mais tipos de dados que o inicialmente informado.

Segundo o BC e o CNJ, foram acessados de forma indevida dados de chaves Pix via Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud), que conecta juízes e o BC. As informações cadastrais expostas foram as seguintes:

nome do usuário;
Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);
instituição de relacionamento;
agência;
número e tipo da conta;
chave Pix;
situação da chave Pix;
data de criação da chave Pix;
data de exclusão da chave Pix.
Inicialmente, o CNJ tinha informado que as seguintes informações tinham sido acessadas: nome da pessoa, chave Pix, nome do banco, número da agência e número da conta.

Segundo o CNJ, o problema ocorreu no domingo (20) e na segunda-feira (21) e foi prontamente corrigido. O CNJ e o BC reiteraram que não foram expostos dados sensíveis, como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário.

O Sisbajud é uma ferramenta eletrônica que permite aos juízes pedir informações financeiras e bloquear ativos de devedores. O sistema substitui o antigo BacenJud e facilita a comunicação entre o Judiciário e o sistema financeiro para o cumprimento de ordens judiciais.

Canal de consulta
O CNJ informou que oferecerá, em breve, uma ferramenta exclusiva para o cidadão consultar se foi afetado pela exposição de dados. A divulgação desse canal ocorrerá no site do CNJ: www.cnj.jus.br

Esse será o único meio de comunicação às pessoas afetadas. O CNJ ressaltou que não contatará as vítimas por mensagens, SMS, e-mail ou chamadas telefônicas.

Transparência
De acordo com os dois órgãos, as informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras.

Ontem (23) à noite, o BC tinha ressaltado que o incidente tem baixo impacto potencial para os usuários e que a comunicação não é exigida pela legislação. A autarquia, no entanto, decidiu divulgar a ocorrência por causa do princípio de transparência.

Ainda Estou Aqui conquistou mais um prêmio, somando 47 vitórias em premiações mundiais. Desta vez, o longa de Walter Salles venceu a categoria de Melhor Filme Ibero-Americano nos Premios Sur.

O filme brasileiro é o primeiro vencedor da categoria, fundada neste ano. A cerimônia ocorreu na noite da última quarta-feira (23/7), no Teatro del Libertador General San Martín, em Córdoba, na Argentina.

Walter Salles não esteve na cerimônia e publicou um vídeo nas redes sociais celebrando a conquista. “Este prêmio é uma honra para todos nós que realizamos esse filme. Para Fernanda Torres, Fernanda Montenegro, cada um dos atores e técnicos que tornaram esse filme possível”, disse o diretor.

O filme brasileiro é o primeiro vencedor da categoria, fundada neste ano. A cerimônia ocorreu na noite da última quarta-feira (23/7), no Teatro del Libertador General San Martín, em Córdoba, na Argentina.

Walter Salles não esteve na cerimônia e publicou um vídeo nas redes sociais celebrando a conquista. “Este prêmio é uma honra para todos nós que realizamos esse filme. Para Fernanda Torres, Fernanda Montenegro, cada um dos atores e técnicos que tornaram esse filme possível”, disse o diretor.

Sucesso mundial

Desde o lançamento, Ainda Estou Aqui fez sucesso mundial, colecionando 47 prêmios em premiações importantes. Um deles é o Oscar de Melhor Filme Internacional.

O filme também rendeu à Fernanda Torres o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Drama, desbancando grandes nomes da indústria, como Angelina Jolie e Nicole Kidman.

Fernanda se tornou a primeira brasileira a ganhar a categoria na premiação, indo um passo além da mãe, Fernanda Montenegro, que foi indicada na categoria em 1999, por Central do Brasil, também dirigido por Salles, mas não levou a estatueta para casa.

Veja a matéria completa em Metrópoles

A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar a morte de uma criança, de 9 anos, que passou mal após comer bolo e pão de queijo em São Francisco, no Norte de Minas. A ocorrência foi registrada na noite dessa quarta-feira (23).

Equipes da Polícia Militar foram acionadas depois que Alana dos Santos Cardoso Marques deu entrada no hospital da cidade em parada cardiorrespiratória e não resistiu. Ela estava na casa da avó quando passou mal.

Segundo a PM, a avó contou que preparou um bolo para o café da tarde. Um tio da criança também esteve na casa e deixou uma sacola com outro bolo e pães de queijo. Ela, a menina e uma neta de 11 anos — irmã da vítima — comeram dos três alimentos. Em seguida, a criança começou a reclamar de náuseas e fortes dores abdominais.

A avó contou que tentou aliviar os sintomas fazendo uma massagem com gel. Em seguida, percebeu que a Alana estava expelindo um líquido branco pelo nariz e começou a ligar para pedir ajuda. Um vizinho foi quem levou a menina ao hospital.

Enquanto os policiais estavam na casa, uma testemunha entregou um gato morto e relatou que o animal havia chegado ao local apresentando os mesmos sintomas da menina. O gato foi recolhido e encaminhado à Vigilância Sanitária do município.

Os policiais recolheram também o bolo preparado pela avó e os alimentos deixados pelo tio. O material foi entregue na delegacia de Polícia Civil.

Em nota enviada ao g1, a assessoria da Polícia Civil informou que “instaurou um procedimento investigatório e que todas as possibilidades estão sendo analisadas para apurar as causas do ocorrido”. Acrescentou ainda que os materiais recolhidos serão periciados para identificar as substâncias utilizadas no preparo dos alimentos, e que o corpo da menina passará por exame necroscópico.

Ainda de acordo com a PC, as testemunhas serão ouvidas para ajudar a esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

O aplicativo WhatsApp apresentou instabilidades nesta quarta-feira (24). No site Downdetector, voltado para monitoramento de sites que ficaram fora do ar, houve um pico de reclamações por volta das 14h30, com mais de 3.000 notificações.

Também houve um aumento de reclamações nos Estados Unidos e em países da Europa e da América Latina, indicando que o problema pode ter sido global. Já por volta das 15h, as ocorrências caíram para abaixo de 1.000.

Em publicações nas redes sociais, usuários relataram que o aplicativo não enviou nem recebeu mensagens durante alguns minutos. O problema também foi observado em testes realizados pela reportagem.

Procurado, o WhatsApp ainda não comentou.

Fazer atividade física com regularidade continua sendo uma das principais recomendações médicas para pessoas com diabetes. Mas agora, um novo estudo indica que até os pacientes que só consegue se exercitar aos fins de semana, desde que com intensidade e tempo adequados, podem obter benefícios importantes para a saúde do coração.

Estudos anteriores mostram que pessoas com diabetes correm maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares. O excesso de glicose no sangue pode danificar os vasos sanguíneos e o coração ao longo do tempo, favorecendo o acúmulo de placas de gordura nas artérias, processo conhecido como aterosclerose.

A pesquisa, publicada na revista Annals of Internal Medicine na última terça-feira (22/7), acompanhou 51.650 adultos com diabetes por cerca de 10 anos. Os dados foram extraídos da Pesquisa Nacional de Entrevistas de Saúde dos Estados Unidos, feita entre 1997 e 2018, com informações cruzadas com registros de óbitos até 2019.

Sinais que podem indicar diabetes

Sensação de cansaço e irritabilidade.

Visão turva

Sede excessiva.

Fome frequente.

Boca seca.

Doença periodontal.

Feridas que demoram para cicatrizar.

Formigamento nos pés e mãos.

Perda de peso.

Coceira ao redor do pênis ou vagina, ou episódios recorrentes de candidíase.

Vontade excessiva de urinar.

Coceira na pele.

Manchas escuras na pele.

Infecções frequentes.

Exercício concentrado também protege o coração

Os participantes foram divididos em quatro grupos, de acordo com seus hábitos de exercício: inativos, insuficientemente ativos (menos de 150 minutos por semana), praticantes de fim de semana (150 minutos ou mais em apenas uma ou duas sessões semanais) e regularmente ativos (150 minutos ou mais divididos em pelo menos três dias da semana).

O principal achado do estudo é que tanto os praticantes regulares quanto os chamados “atletas de fim de semana”, que concentram os exercícios em poucos dias, apresentaram menor risco de morte por doenças cardiovasculares em comparação com quem é sedentário.

No grupo que concentrava os exercícios em um ou dois dias da semana, o risco de morte cardiovascular foi 33% menor e o risco de morte por todas as causas, 21% menor, em comparação aos sedentários. Já entre os participantes que se exercitavam ao menos três vezes por semana, a redução foi de 19% para doenças cardiovasculares e 17% para todas as causas.

“Esses resultados reforçam que o importante é atingir a quantidade mínima semanal de atividade física recomendada, que é de pelo menos 150 minutos de intensidade moderada a vigorosa, independentemente de como isso seja distribuído ao longo da semana”, escreveram os autores do estudo.

Em relação à mortalidade por câncer, o efeito foi menor. Ainda assim, houve leve redução do risco entre os grupos ativos, especialmente entre aqueles que mantinham uma rotina regular de exercícios.

Os pesquisadores reconhecem que o estudo tem uma limitação importante. As informações sobre a prática de atividade física foram fornecidas pelos próprios participantes e coletadas apenas uma vez, sem acompanhamento ao longo do tempo.

Ainda assim, eles apontam que pessoas com diabetes que se mantêm ativas, mesmo que apenas em dois dias da semana, podem ter menos risco de morte e melhorar a saúde de forma geral.

Veja a matéria completa em Metrópoles

Alagoas registrou a maior redução de mortes violentas intencionais do Nordeste em toda série histórica – iniciada em 2012, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgado nesta quinta-feira (24), pelo órgão, o estado recuou de 2.171 mortes violentas intencionais (MVIs) em 2012, para 1.141 no ano passado, uma retração de 47,4%. As MVIs englobam crimes como homicídio doloso, latrocínio e lesão corporal seguida de morte.

Alagoas aparece na frente de Sergipe, que ocupa o segundo lugar no ranking da região, com uma retração 38,2% entre 2012 e 2024. A lista segue com a Paraíba, cuja redução atingiu 31,1%, Bahia (queda de 7,5%) e Ceará (-7,1%).

Na outra ponta, o Rio Grande do Norte registrou um aumento de 114,6% no número de mortes violentas intencionais, seguido do Piauí (+29,4%), Maranhão (27,7%) e Pernambuco (3,9%).

Divulgação

 

Na comparação com 2023, quando foram registrados 1.210 homicídios, a retração em Alagoas foi de 5,7%. Em números absolutos, o ano passado apresentou o terceiro menor número de mortes violentas da história, atrás apenas de 2019, quando foram registrados 1.095, e 2021, com 1.138 homicídios.

O levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública também mostra que a taxa de mortes violentas intencionais de Alagoas é a segunda menor da história, com 35,4 por 100 mil habitantes. O número só é maior do que o registrado em 2019, que atingiu 34,1 por cem mil.

O secretário de Estado da Segurança Pública, Flávio Saraiva, recebeu os números do Fórum Brasileiro de Segurança Pública com alegria. “Isso nos estimula e nos dá a certeza que estamos no caminho certo. Isso motiva os policiais, e iremos continuar nessa insistente estabilidade na redução que o próprio fórum descreve”, ressalta. “Quando a gente fala do ano passado, que fizemos o melhor mês da série histórica, quando comparado a 2023, nós somos o terceiro do Brasil, mas somos o primeiro do Nordeste em redução de homicídios”, completa.

INVESTIMENTOS

Para o governador Paulo Dantas, a redução do número de mortes violentas intencionais no estado é resultado dos investimentos feitos pelo Governo na área de Segurança Pública.

Agência Alagoas

 

“Alagoas tem avançado no enfrentamento à criminalidade. Seguiremos reduzindo os números, porque ainda não estamos satisfeitos. Estamos realizando o maior investimento da nossa história em Segurança Pública e já conseguimos cortar pela metade o número de mortes em relação a 2012. Vamos melhorar ainda mais, porque em Alagoas, bandido se enfrenta e as pessoas de bem se protegem”, destacou Paulo Dantas.

No domingo (20), o governador Paulo Dantas e o secretário de Estado da Segurança Pública, Flávio Saraiva, fizeram a maior entrega de equipamentos para as forças policiais alagoanas, que somam mais de R$ 50 milhões em investimentos.

Entre maio de 2022 e junho de 2025, o Governo do Estado já investiu mais de R$ 700 milhões em modernização de equipamentos, construção de novas unidades de segurança pública, adoção de tecnologias avançadas, aprimoramento da gestão estratégica e capacitação dos profissionais.

O ANUÁRIO

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública se baseia em informações fornecidas pelas secretarias de segurança pública estaduais, pelas polícias civis, militares e federal, entre outras fontes oficiais da Segurança Pública.

A publicação é uma ferramenta importante para a promoção da transparência e da prestação de contas na área, contribuindo para a melhoria da qualidade dos dados. Além disso, produz conhecimento, incentiva a avaliação de políticas públicas e promove o debate de novos temas na agenda do setor.

O homem apontado como um dos líderes do tráfico de drogas no Cidade Universitária morreu, nessa quarta-feira, 23, após trocar tiros com policiais militares no Conjunto São Caetano, no bairro da parte alta de Maceió.

Na chegada ao local, os policiais foram recebidos com disparos de arma de fogo e revidaram. O suspeito foi encaminhado ao atendimento médico no Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu.

A Força Tática do 12º Batalhão da Polícia Militar apreendeu um revólver calibre 38 com duas munições intactas e três deflagradas e uma quantidade de maconha e cocaína, além de uma balança de precisão.

O material apreendido foi levado à Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) da Polícia Civil.

Até o dia 10 de agosto, estão abertas as inscrições para candidatos às pós-graduações lato sensu de Gestão Escolar e Educação Inclusiva, na modalidade à distância, da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal). Não será cobrada taxa e os cursos são gratuitos.

O curso de Gestão Escolar oferta 150 vagas, distribuídas nos polos de Santana do Ipanema, São José Laje, Porto Calvo, Palmeira dos Índios e Teotônio Vilela. As aulas funcionarão na modalidade à distância com atividades presenciais obrigatórias (ao menos um encontro semestral), aos sábados, das 8h às 15h30.

Já o curso de Educação Inclusiva também disponibilizará 150 vagas. Os polos estão localizados nos municípios de Boca da Mata, São José da Laje, Porto Calvo, Palmeira dos Índios e Teotônio Vilela. As aulas funcionarão na modalidade à distância, com atividades presenciais obrigatórias (ao menos um encontro semestral), aos sábados, das 8h às 15h30, conforme definição da coordenação.

Os candidatos poderão se inscrever na modalidade ampla concorrência e demanda social que se refere a candidatos que tenham cursado o Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e Médio (1º ao 3º ano) integralmente em escolas da rede pública de ensino.

Orientações e mais informações estão disponíveis em: https://uneal.edu.br/editais/editais-2025.

Anne Leigh McKenzie, de 27 anos, natural da África do Sul, chegou ao Brasil na última sexta-feira (18), um dia antes de ser morta em Curitiba, segundo a delegada de Polícia Civil (PC-PR), Magda Hofstaetter, responsável pelas investigações.

De acordo com a polícia, Anne foi assassinada a tiros no sábado (19) pelo companheiro, o norte-americano Ian Alexander Bruder Hay, de 30 anos. Em seguida, ele tirou a própria vida. O casal foi encontrado morto no domingo (20), em um apartamento de cobertura no Centro da capital paranaense.

Ainda conforme a delegada, Ian chegou ao Brasil em dezembro de 2024.

O triplex em que o casal estava havia sido alugado por dois meses.

O caso foi descoberto após uma criança, moradora do apartamento de baixo, notar sangue escorrendo pelas paredes do quarto. Os pais acionaram a Polícia Militar (PM-PR), que arrombou a porta do imóvel e encontrou os corpos.

As investigações apontam que o homem atirou duas vezes na mulher, e depois tirou a própria vida.

Segundo a delegada, os celulares das vítimas foram apreendidos e encaminhados para perícia. Ela afirmou também que conversou com a mãe de Anne, que contou ter conhecido Ian em 2024.

"A mãe dela relatou que conheceu ele [Ian] ano passado nos Estados Unidos, quando ela foi lá pra visitar um ex-namorado e acabou conhecendo ele nessa ocasião. Ela não deu mais detalhes do relacionamento entre eles, até porque ela disse que só conversava com esse menino através de videochamada", disse a delegada.

A motivação do crime ainda é desconhecida, assim como a origem da arma usada por Ian, conforme a delegada.

No imóvel, a polícia apreendeu uma pistola 9mm importada e sem numeração, além de grande quantidade de munição — incluindo um carregador em formato de caracol, com capacidade para 50 disparos —, drogas, seringas, seis celulares, relógios, joias e alongadores de carregadores.

A Polícia Civil continua investigando o caso.

Israel informou, nesta quinta-feira (24), que chamou seus negociadores que estavam no Catar nas conversas sobre um cessar-fogo em Gaza, a fim de analisar a resposta do Hamas à última proposta de uma trégua de 60 dias. Há mais de duas semanas, os negociadores de ambos os lados mantêm conversas indiretas no Catar, na tentativa de concordar com uma trégua que permita, em um primeiro momento, a libertação de dez reféns israelenses vivos, em troca de um número indeterminado de palestinos detidos em Israel. Israel enfrenta uma crescente pressão de organizações humanitárias que denunciam a “fome em massa” que está se espalhando pela Faixa de Gaza, após quase dois anos de conflito. O gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, informou que, após receber a resposta do Hamas, decidiu o retorno da equipe de negociação para continuar as consultas em Israel.

“Agradecemos aos esforços dos mediadores do Catar e do Egito”, assim como o papel do emissário americano Steve Witkoff para alcançar progresso nas negociações, declarou em comunicado. Segundo uma fonte palestina próxima às negociações, a resposta inclui emendas às modalidades de entrada de ajuda humanitária, mapas das áreas das quais o exército israelense deveria se retirar e garantias sobre o fim definitivo da guerra em curso desde outubro de 2023.

“A fome ameaça sua sobrevivência”

No terreno, continuam os bombardeios e disparos israelenses, e a Defesa Civil de Gaza relatou pelo menos 40 mortos, incluindo crianças e pessoas que aguardavam a distribuição de ajuda. Em Khan Yunis, no sul do território, Um al Abd Nasar instou o Hamas a concordar com uma trégua, após seu filho morrer em um bombardeio em um campo de refugiados. “Eles têm que fazer algo. Já chega dessa destruição e pessoas morrendo”, declarou à AFP.

Após impor à Gaza um cerco total em outubro de 2023, Israel impôs novamente um bloqueio ao território costeiro palestino no início de março, que aliviou parcialmente no fim de maio. Os mais de dois milhões de habitantes de Gaza enfrentam grandes dificuldades para acessar comida, medicamentos e combustível.

“As crianças caem ao caminhar por falta de comida”, afirmou Salma Al Qadumi, cinegrafista da AFP, ao falar de seus três sobrinhos, de entre quatro e 12 anos. Nesta quinta-feira, as agências de notícias AFP, AP e Reuters e a emissora britânica BBC instaram Israel a “autorizar a entrada e saída de jornalistas em Gaza”, ao mesmo tempo que se disseram “profundamente preocupadas pelo fato de que, agora, a fome ameaça sua sobrevivência”.

“Bloqueio”

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou na quarta-feira que “grande parte” da população de Gaza sofre de fome. “Há pessoas morrendo maciçamente de fome”, declarou Tedros. Para a França, “o risco de fome” em Gaza é “resultado do bloqueio” imposto por Israel.

Na terça-feira, um hospital de Gaza afirmou que 21 crianças haviam morrido de fome e desnutrição nas últimas 72 horas. “Enquanto o cerco do governo israelense mata de fome a população de Gaza, trabalhadores humanitários se juntam agora às mesmas filas por alimentos, arriscando serem baleados apenas para alimentar suas famílias”, indicaram na quarta-feira 111 organizações, incluindo Médicos Sem Fronteiras (MSF), Save the Children e Oxfam, em um comunicado conjunto.

O porta-voz do governo israelense, David Mencer, afirmou que “não há uma fome causada por Israel. Trata-se de uma escassez provocada pelo Hamas”, que governa Gaza e que, segundo ele, impede a distribuição da ajuda e saqueia parte dela. O Hamas sempre negou essas acusações. As autoridades israelenses informaram nesta quinta-feira que cerca de 70 caminhões com ajuda haviam sido descarregados na véspera nos pontos de entrada e “mais de 150 já haviam sido recuperados pela ONU e organizações internacionais em Gaza”.

As agências humanitárias afirmam, por outro lado, que as autorizações concedidas por Israel são limitadas e a coordenação para enviar os caminhões constitui um desafio importante em uma zona de guerra. O ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023 em Israel resultou na morte de 1.219 pessoas, em sua maioria civis, segundo um balanço da AFP baseado em dados oficiais.

A campanha militar israelense no território palestino matou 59.587 palestinos, majoritariamente civis, segundo dados do Ministério da Saúde de Gaza, considerados confiáveis pela ONU. Os militantes capturaram ainda, naquele dia, 251 pessoas em território israelense, das quais 49 seguem em cativeiro em Gaza. Destas, 27 estariam mortas, segundo o Exército.

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