AO VIVO

Rádio Vitório FM - Transmissão ao vivo

Sua rádio de todos os momentos

A filha de Léo Santana e Lore Improta, Liz, de 4 anos, roubou a cena durante o Carnaval de Salvador. A pequena acompanhou o pai durante o percurso nesta sexta-feira (13/2) e chamou atenção pelo carisma ao dançar e interagir com o público.

 

Em vídeo publicado nas redes sociais, Leo Santana mostrou Liz acompanhando a coreografia das músicas tocadas no trio.

Com um vestido inspirado no arco-íris e tiara de unicórnio, ela chegou ao local nos braços de Léo e, minutos depois, já estava no palco, empolgada com a apresentação.

Filha de Léo Santana rouba a cena e dança com o pai no Carnaval - destaque galeria
4 imagens

Léo Santana e Lore Improta serão pais novamente

Léo Santana
Léo Santana e Lore Improta

Segundo o cantor, a participação foi um pedido da própria Liz, que quis subir durante a música Canudinho. A pequena então dançou ao lado do pai e das bailarinas, arrancando aplausos dos foliões.

Léo Santana iniciou a agenda de shows na capital baiana na quinta-feira (12/2) e mantém a tradição de desfilar nos principais circuitos da cidade.

Além da apresentação na Barra-Ondina, ele também desfila no Circuito Osmar, no Centro, na sexta e no sábado (14/2).

Durante o período de carnaval é fundamental redobrar a hidratação e a proteção da pele contra a exposição excessiva ao sol, para prevenir problemas como desidratação, insolação e queimaduras solares. Por isso, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) alerta a população para a adoção de cuidados simples, porém essenciais, para preservar a saúde nos dias mais quentes.

Um cuidado fundamental é a proteção solar. A recomendação é evitar a exposição direta ao sol entre 10h e 16h, período em que a radiação ultravioleta é mais intensa. O uso de protetor solar, com reaplicação a cada duas horas, chapéus, bonés, óculos escuros e roupas leves ajuda a reduzir os riscos de queimaduras, envelhecimento precoce da pele e até mesmo o câncer de pele.

“Com medidas simples e preventivas, é possível aproveitar o período de calor com mais segurança. O cuidado com a hidratação e a proteção solar deve fazer parte da rotina diária de toda a população, contribuindo para a promoção da saúde e do bem-estar coletivo”, enfatizou Letícia Paim, médica dermatologista do Pam Salgadinho. 

Para enfrentar as ondas de calor, é fundamental seguir as seguintes recomendações:

- Hidratação: mantenha-se bem hidratado, bebendo água regularmente;

- Proteção Solar: use protetor solar, chapéus e roupas adequadas;

- Evite exposição ao sol: reduza a exposição prolongada ao sol, especialmente durante os horários mais quentes do dia;

- Atenção aos sintomas: esteja atento a sintomas como náusea, cãibras, fraqueza e dor de cabeça. Procure ajuda médica se necessário;

- Cuidado com grupos vulneráveis: proteja crianças, idosos, gestantes e outras populações vulneráveis;

- Em eventos de massa: durante eventos com aglomerações, garanta acesso à água e áreas de sombra. 

Um homem identificado como Paulo Sergio Marques Filho, conhecido como Paulo Vaqueiro, de 36 anos, morreu após entrar em confronto com equipes da Polícia Militar na madrugada nessa sexta-feira (13), na zona rural do povoado Tapera, em Anadia.

De acordo com as informações policiais, equipes da ROTAM receberam denúncia e dados do setor de inteligência do 12º BPM sobre a localização do suspeito, apontado como integrante de facção criminosa com atuação interestadual. Segundo os relatos, ele estaria escondido em uma área rural e no local haveria armas de fogo e drogas.

Foi montada uma operação conjunta entre a ROTAM e o 12º BPM. Após diligências, as guarnições localizaram o homem na residência indicada. Durante a aproximação, o suspeito percebeu a presença policial, sacou uma arma de fogo e efetuou disparos contra a equipe.

Diante da agressão, houve revide. Mesmo após ordem de parada, o homem continuou atirando e acabou sendo atingido. Ele foi socorrido com vida para o hospital da cidade de Anadia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

No local da ocorrência, os policiais apreenderam um revólver utilizado pelo suspeito, uma quantidade de droga e um aparelho celular que estava em sua posse. Todo o material foi encaminhado para a DRACCO para os procedimentos cabíveis.

Segundo a polícia, Paulo Vaqueiro possuía antecedentes criminais por violência doméstica nos anos de 2017 e 2022, além de tráfico de drogas em 2024.

A ciência continua identificando animais raros em diferentes partes do mundo. Muitos deles vivem em áreas específicas, como florestas isoladas, rios pouco explorados e regiões bem profundas do oceano. Por ocuparem ambientes restritos, esses animais costumam ter populações pequenas e hábitos próprios do lugar onde vivem.

Nesse contexto, se o ambiente sofre alterações, a sobrevivência das espécies fica comprometidajá que muitas não conseguem se adaptar com facilidade a novas condições. Por isso é tão importante conhecer os bichinhos e onde eles vivem.

Confira os 10 animais mais raros do mundo:

1 — O peixe-mão-rosa

Reprodução/Karen Gowlett-HolmesFoto colorida do peixe-mão-rosa (Brachiopsilus dianthus) - Quase extintos: conheça os 10 animais mais raros do mundo - Metrópoles

O peixe-mão-rosa (Brachiopsilus dianthus) vive em águas rasas do sudeste da Austrália e chama atenção por usar as nadadeiras para “caminhar” pelo fundo do mar, em vez de nadar como a maioria dos peixes.

Esse tipo de locomoção facilita a busca por organismos pequenos entre as rochas e os sedimentos, além de permitir que o animal se mantenha próximo ao solo marinho, onde encontra abrigo.

Além disso, a dependência de um ambiente específico torna o peixe-mão-rosa mais sensível a mudanças locais, como alterações na qualidade da água e no fundo marinho, fatores que podem reduzir ainda mais seus locais de ocorrência.

2 — O sapo dos Simpsons

Reprodução/Robin Moore iLCPFoto colorida do sapo dos Simpsons (Rhinella) - Quase extintos: conheça os 10 animais mais raros do mundo - Metrópoles

Encontrado em áreas de floresta na Colômbia, o sapo dos Simpsons (Rhinella) chama atenção por já nascer em forma de sapo, sem passar pela fase de girino.

Essa característica reduz a dependência de água parada para o desenvolvimento, mas limita os locais adequados para reprodução, o que acaba restringindo a distribuição da espécie e contribuindo mais ainda para que ela seja rara.

Além disso, o sapo ganhou esse nome característico porque o seu nariz longo e pontudo lembra muito o do Sr. Burns da série “Os Simpsons”, de acordo com o líder da expedição Robert Moore, especialista em conservação de anfíbios da Conservation International.

3 — Lagarto Leiolepis ngovantrii

Reprodução/Lee GrismerFoto colorida do lagarto Leiolepis ngovantrii - Quase extintos: conheça os 10 animais mais raros do mundo - Metrópoles

O lagarto Leiolepis ngovantrii, que vive em áreas específicas do Sudeste Asiático, ficou conhecido por se reproduzir sem a presença de machos, por meio de um processo em que as fêmeas geram descendentes geneticamente muito semelhantes entre si.

Essa forma de reprodução favorece a manutenção da espécie em ambientes estáveis, já que um único indivíduo pode dar origem a novos filhotes sem depender do encontro com parceiros.

Porém, por outro lado, a baixa diversidade genética torna a população menos preparada para lidar com mudanças no ambiente, como variações de temperatura, surgimento de doenças ou alterações no habitat.

4 – Axolote

Paul Starosta/Getty ImagesImagem colorida do axolote - Quase extintos: conheça os 10 animais mais raros do mundo - Metrópoles

O axolote (Ambystoma mexicanum) vive só em lagos e canais específicos da região de Xochimilco, no México, e passa a vida toda na água. Diferente da maioria das salamandras, ele mantém características típicas da fase larval, como as brânquias externas, mesmo quando atinge a fase adulta.

O médico veterinário Edilberto Martinez, do Centro Integrado de Comportamento Animal, em Brasília, explica que essa particularidade faz com que o animal dependa de ambientes aquáticos estáveis para respirar, se alimentar e se reproduzir.

“Espécies com modos de vida ou reprodução atípicas, como o axolote mexicano (salamandra), que mantém características larvais na vida adulta, ficam mais sensíveis a alterações ambientais e por isso são dependentes de ambientes de água doce muito específicos”, ressalta Martinez.

5 — Panaque

Reprodução/Michael Goulding CopeiaFoto colorida de panaque, peixe raro - Quase extintos: conheça os 10 animais mais raros do mundo - Metrópoles

O Panaque vive em rios da Amazônia e tem um hábito alimentar incomum entre peixes: ele raspa e ingere a matéria orgânica que fica na madeira submersa, como algas e microrganismos que crescem em troncos caídos na água.

Esse comportamento o mantém ligado diretamente às áreas de floresta próximas aos rios, já que a presença de galhos e árvores no leito fluvial fornece parte importante do alimento disponível.

6 — Macaco sem nariz

Reprodução/Ngwe LwinFoto colorida do macaco sem nariz (Rhinopithecus strykeri) - Quase extintos: conheça os 10 animais mais raros do mundo - Metrópoles

O macaco sem nariz (Rhinopithecus strykeri), vive em áreas de floresta montanhosa no Sudeste Asiático, onde encontra alimento e abrigo em regiões de com acesso bem difícil.

A espécie depende de áreas contínuas de mata para se deslocar, formar grupos e se reproduzir, já que passa grande parte do tempo entre as copas das árvores.

7 — lesma ninja de Bornéu

Reprodução/Peter KoomenFoto colorida de lesma ninja de Bornéu - Quase extintos: conheça os 10 animais mais raros do mundo - Metrópoles

Encontrada em áreas montanhosas da Malásia, a lesma ninja de Bornéu chama atenção pela cauda longa, desproporcional ao tamanho do corpo. A espécie vive em ambientes úmidos e bem preservados, com cobertura vegetal que mantém o solo protegido do ressecamento.

8 — Morcego-nariz-de-tubo

Reprodução/Piotr NaskreckiFoto colorida de morcego-nariz-de-tubo (nyctimene albiventer) - Quase extintos: conheça os 10 animais mais raros do mundo - Metrópoles

O morcego-nariz-de-tubo (Nyctimene albiventer) é um morcego que se alimenta principalmente de frutos e tem papel importante na dispersão de sementes em florestas tropicais. Ao se deslocar entre áreas de alimentação e descanso, o animal contribui para a regeneração da vegetação, ajudando a manter a diversidade de plantas.

9 — Peixe-elefante

Reprodução/Norbert Wu Minden PicturesFoto colorida de peixe-elefante (Rhinochimaera atlantica) - Quase extintos: conheça os 10 animais mais raros do mundo - Metrópoles

O peixe-elefante (Rhinochimaera atlantica) vive no Oceano Atlântico, em regiões com pouca luz e temperaturas mais baixas. Nesses ambientes, os organismos têm adaptações específicas para sobreviver à alta pressão e à escassez de alimento, o que torna a espécie pouco comparável às que vivem em águas rasas.

A dificuldade de acesso ao habitat limita os estudos científicos e o acompanhamento das populações ao longo do tempo. Como as pesquisas dependem de equipamentos especiais, ainda existem poucas informações sobre a distribuição da espécie e sobre como mudanças no mar podem afetar a sua sobrevivência.

10 — Sanguessuga T. rex

Reprodução/Laurence MadinFoto colorida da sanguessuga T. rex (Tyrannobdella rex) - Quase extintos: conheça os 10 animais mais raros do mundo - Metrópoles

A sanguessuga T. rex (Tyrannobdella rex) foi registrada em áreas remotas da Amazônia, vivendo em ambientes com difícil acesso, como cursos d’água que ficam afastados de centros urbanos. O animal ganhou esse nome devido aos seus dentes compridos, que se comparam ao do dinossauro Tyrannosaurus rex.

Nos últimos dias, houve um aumento de buscas pelo termo “vacina russa contra o câncer”, o que gerou também muitas dúvidas. Afinal, teremos novos imunizantes para combater tumores malignos?

Embora seja uma notícia animadora, na visão de especialistas, é preciso ter cautela! Na última segunda-feira (9), a agência de notícias estatal russa RIA Novosti anunciou que os médicos já selecionaram os primeiros pacientes que receberão a vacina contra o câncer colorretal chamada de Oncopept.

A informação foi divulgada por Veronika Skvortsova, chefe da Agência Federal de Medicina e Biologia (FMBA) da Rússia.

“Foram apresentadas solicitações de cerca de 400 pacientes, não apenas na Rússia, mas também em países vizinhos e distantes, incluindo EUA, Holanda, Israel e outros. Os primeiros pacientes foram selecionados por meio de juntas médicas, o material tumoral foi coletado e a criação das vacinas começou”, disse a chefe da Agência em coletiva de imprensa.

O que é a Oncopept?

Esse tipo de vacina é terapêutica — imunoterapia focada em tratar doenças já existentes. A tecnologia se baseia em uma análise minuciosa do material genético do tumor. Desse modo, os especialistas identificam mutações específicas e, com base nessa avaliação, sintetizam um conjunto personalizado de peptídeos (fragmentos curtos de proteínas).

Ao serem administradas nos pacientes, essas proteínas ensinam o sistema imunológico a reconhecer e destruir com precisão as células tumorais.

No final de novembro, o Ministério da Saúde russo aprovou o uso clínico da vacina terapêutica Oncopept personalizada contra o câncer para o tratamento do câncer colorretal. A expectativa é que a vacina comece a ser aplicada ainda no primeiro trimestre deste ano.

O que é a Enteromix?

Em paralelo, a FMBA também vem desenvolvendo outra vacina chamada Enteromix - com alvo no câncer colorretal também. Desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa Médica em Radiologia e pelo Instituto Engelhardt de Biologia Molecular, a vacina utiliza a tecnologia de mRNA — a mesma que impulsionou vacinas contra a Covid-19, como as da Pfizer e da Moderna.

Em entrevista ao India Today, Yulia Mikhailova, oncologista molecular afiliada à equipe de pesquisa, explica que essa vacina não é um produto genérico. “A Enteromix utiliza RNA extraído das próprias células tumorais do paciente para ensinar o sistema imunológico a atacar o câncer”, afirmou.

A vacina passou pelos ensaios iniciais de fase I, ou seja, primeira administração de um medicamento em seres humanos. Segundo os pesquisadores russos, o imunizante apresentou os seguintes resultados:

  • 100% de ativação da resposta imune.
  • Não foram relatados efeitos colaterais graves.
  • Observou-se regressão tumoral ou interrupção da progressão em cerca de 60 a 80% dos casos.
  • A vacina apresentou resultados promissores em grupos de teste com glioblastoma e melanoma.

É preciso ter cautela

Apesar da empolgação do governo russo com as vacinas desenvolvidas contra o câncer colorretal, os especialistas pedem cautela.

Em entrevista à Newsweek em setembro, David James Pinato, cientista clínico e oncologista consultor do Imperial College London, demonstrou preocupação com a qualidade dos dados.

“Eu não consigo entender completamente em que estágio de desenvolvimento essa vacina russa [Enteromix] contra o câncer se encontra”, disse ele. O especialista ainda explicou que os testes pré-clínicos normalmente envolvem testes em animais, portanto, seriam necessários mais testes em humanos para confirmar quaisquer resultados de eficácia.

“O fato de uma vacina ter apresentado 100% de eficácia em animais [se for esse o caso] não significa absolutamente nada. Isso porque, muitas vezes, o sistema imunológico de modelos animais de roedores ou outras espécies usados ​​para testar essas vacinas clinicamente não reproduz a complexidade do genoma do câncer ou do sistema imunológico humano”, destacou.

“Se estes forem realmente resultados pré-clínicos, é incrível, é interessante. É mais um daqueles resultados potenciais que podem levar a um medicamento no futuro, mas de forma alguma é algo que possa ser recomendado para uso clínico [ainda]”, disse ele.

Alguns veículos de notícias relataram que a vacina passou pelos testes clínicos de fase 1. No entanto, o pesquisador do Imperial College London argumenta que isso ainda não é suficiente. “Esses são estudos conduzidos em humanos pela primeira vez e servem para demonstrar se um medicamento é seguro, não se é eficaz.”

“Se os estudos em animais forem concluídos, a primeira autorização possível seria para utilizar esta vacina no contexto de um ensaio clínico em ambiente de pesquisa, certamente não para uso clínico.”

O especialista ainda mencionou que não conseguiu encontrar muitas informações sobre há quanto tempo o tratamento está sendo testado. “Também não consegui encontrar em que locais os resultados foram apresentados, se houve algum tipo de revisão por pares dos resultados, se estamos convencidos de que esse tipo de tecnologia será realmente implementado em humanos.”

Assim como os especialistas internacionais, Maria Isabel de Moraes-Pinto, infectologista do Alta Diagnósticos e coordenadora em vacinas na Dasa, reforça que as etapas de pesquisa das vacinas existem para garantir dois pilares fundamentais: segurança e eficácia.

“Antes de qualquer produto chegar à população, ele precisa passar por estudos pré-clínicos e por ensaios clínicos em humanos (fases 1, 2 e 3), que avaliam desde a dose adequada e os eventos pós-vacinação mais comuns até a real capacidade de proteger ou tratar a doença,” a especialista explicou em entrevista à CRESCER.

“Quando uma vacina ou terapia é anunciada sem essa comprovação científica consolidada, os riscos incluem reações adversas imprevisíveis, toxicidade, respostas imunológicas inadequadas ou até o agravamento da condição do paciente, além de criar falsas expectativas. Em saúde, independente da área em estudo, a validação científica rigorosa pela comunidade científica não é burocracia: é o que protege pacientes e garante que um tratamento realmente faça bem, sem riscos para quem o receber”, afirmou.

Em entrevista ao site sérvio NIN, o professor Vladimir Jakovljević, especialista em fisiologia da Sérvia, comentou que a vacina mRNA foi aprovada para ser aplicada no primeiro paciente.

“Eles aprovaram esse tipo de terapia para melanoma maligno, mas, em teoria, ela poderia ser aplicada a outros tumores também, porque é uma terapia personalizada. Veremos como se desenvolve. Os procedimentos deles, assim como em outros países poderosos do Leste Europeu, podem ser lentos, mas são viáveis. E quando acontecem, tendem a ser bons. Por enquanto, ainda não há dados de um número maior de pacientes que possam nos dar um resultado definitivo”, disse Jakovljević.

Já Emina Milošević, imunologista do Instituto de Microbiologia e Imunologia da Faculdade de Medicina de Belgrado, presume que o uso da vacina na Rússia provavelmente faz parte de algum tipo de ensaio clínico, e não de uma prática estabelecida, porque ainda não há dados publicados.

“Eles não são os únicos. Vários centros estão trabalhando nisso. A BioNTech e a Moderna, entre outras, vêm desenvolvendo vacinas contra o câncer em plataformas de RNA há décadas. O CEO da BioNTech, Uğur Şahin, trabalha com vacinas contra o câncer desde a década de 1990. Então veio a pandemia, e as empresas redirecionaram essa plataforma para um agente infeccioso e uma de suas proteínas”, explicou Milošević.

Já existem vacinas contra o câncer?

Sim! A vacina contra o HPV é uma aliada contra o câncer de colo de útero. Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) — passou a indicar o imunizante Gardasil 9 também para prevenir mais três tipos de cânceres: de orofaringe, cabeça e pescoço.

A nova recomendação foi aprovada para o público de homens e mulheres de 9 a 45 anos de idade. A vacina já era usada como forma de prevenção de cânceres do colo do útero, da vulva, da vagina e do ânus; lesões pré-cancerosas ou displásicas; verrugas genitais e infecções persistentes causadas pelo papilomavírus humano (HPV).

O filho mais novo do Secretário de Governo do município de Itumbiara, no sul de Goiás, Thales Naves Alves Machado, faleceu na noite dessa sexta-feira (13). Benício Machado tinha 8 anos de idade.

 

Quais são os melhores destinos de lua de mel em 2026?

O Travellers’ Choice é a seleção anual de destinos que considera o volume de avaliações e opiniões positivas no Tripadvisor ao longo de um período de 12 meses.

Entre os escolhidos, os destinos de praia dominam a lista, com oito entre os dez selecionados. O destaque vai para a Ásia, a África e a região do CaribeEuropa e Estados Unidos aparecem timidamente no ranking.

lua de mel 2026

Maldivas. Foto: Bruna Scirea | Melhores Destinos

A lista reúne nomes mais familiares aos brasileiros, como Bali, Maldivas e Positano, enquanto outros menos populares, como Galle, Hue e Watamu, podem agradar casais que buscam algo mais diferente.

Confira abaixo os melhores destinos de lua de mel para 2026, segundo o Tripadvisor. Ao final, comente qual você escolheria para viajar com seu amor!

1º – Bali, Indonésia

Bali é uma das ilhas mais famosas da Indonésia, no sudeste asiático, e reúne paisagens incríveis, templos impressionantes, aventura e uma cultura riquíssima. Para completar, há uma excelente seleção de hotéis confortáveis e spas inesquecíveis, o cenário ideal para uma lua de mel dos sonhos.

lua de mel 2026

2º – Ilhas Maurício

As Ilhas Maurício são um pequeno conjunto de ilhas no Oceano Índico, a cerca de 2 mil quilômetros da costa sudeste da África. O destino é perfeito para casais que buscam tranquilidade em um cenário paradisíaco, com praias de água cristalina, lagoas, cachoeiras e montanhas. Além disso, a região conta com hotéis e resorts de alto padrão.

melhores destinos de lua de mel 2026 ilhas mauricio

3º – Maldivas

As Ilhas Maldivas formam um arquipélago com cerca de 1.200 ilhas no Oceano Índico, ao sul do continente asiático. A região é famosa entre os casais por suas praias de areia branca, águas turquesa, recifes de corais e centenas de resorts luxuosos, muitos deles com os tradicionais bangalôs sobre as águas, símbolo do destino.

melhores destinos para lua de mel 2026, Maldivas

4º – Santa Lúcia

Santa Lúcia, nas Antilhas caribenhas, chama atenção com seu mar de tons turquesa, florestas tropicais e um vulcão extinto que dá origem a fontes termais. A ilha conta ainda com excelentes hotéis, resorts luxuosos e spas, perfeitos para relaxar e curtir momentos românticos em um cenário paradisíaco.

melhores destinos de lua de mel 2026

 

5º – Galle, Sri Lanka

Galle é uma cidade litorânea do Sri Lanka, no Sul Asiático, banhada pelo oceano Índico. Famosa por seu forte do século XVI, reconhecido como Patrimônio Mundial da UNESCO, mantém o charme de vila costeira, com ruas de pedra, restaurantes charmosos e hotéis boutique, além de servir como base para explorar praias paradisíacas nos arredores.

destinos de lua de mel em 2026

 

6º – Hue, no Vietnã

Hue, no centro do Vietnã, foi a antiga capital imperial do país e é famosa pela Cidade Imperial e pelas tumbas reais às margens do Rio Perfume. O destino ideal para casais que gostam de história, arquitetura e cultura.

melhores destinos de lua de mel

 

7º – Napa, Califórnia

Napa Valley, na Califórnia, é um destino perfeito para casais apaixonados por vinho, reunindo vinícolas renomadas e gastronomia sofisticada. O clima de romance fica completo com as belas paisagens, que combinam arquitetura charmosa, estradas cercadas por parreirais e a beleza dos vales e montanhas do oeste norte-americano.

melhores destinos de lua de mel do mundo

8º – Positano, Itália

Positano é uma das joias da Costa Amalfitana, ao sul da Itália. Com casinhas coloridas espalhadas pelas encostas, escadarias de pedra envoltas por pés de limão siciliano e praias de mar azul intenso, a cidade é um clássico destino para casais apaixonados.

lua de mel

 

9º – Watamu, Quênia

Watamu fica na costa leste da África, no Quênia, às margens do Oceano Índico. A região tem natureza preservada, praias de areia branca e mar turquesa, além de forte ligação com a conservação marinha. Mergulhos e entardeceres à beira-mar estão entre os programas favoritos dos casais.

melhores destinos de lua de mel segundo o tripadvisor

 

10º – Antígua

Antígua é uma ilha no Caribe cheia de natureza e tranquilidade. O destino reúne praias calmas, mergulhos em recifes de corais, passeios históricos por fortes do século XVIII e atrações como a Devil’s Bridge, um impressionante arco natural de pedra sobre o mar. Além disso, conta com hotéis de alto padrão, ótima gastronomia e um povo muito hospitaleiro.

Lua de mel no caribe

 

 


				Brasileira é morta a facadas por ex-marido em Nova York

Uma brasileira de 46 anos foi morta a facadas pelo ex-marido na noite de quinta-feira (12/2) em uma casa em Farmingville, na região de Long Island, no estado de Nova York, nos Estados Unidos. Após o ataque, o homem se esfaqueou com a mesma arma.

Um adolescente que estava na casa também ficou ferido, segundo a polícia do condado de Suffolk.

Segundo as autoridades, agentes da 6ª Delegacia de Selden foram acionados por volta das 20h15 (horário local) após uma ligação ao serviço de emergência relatando um incidente doméstico na Granny Road.

Ao chegarem ao local, os policiais encontraram Adriana Barbosa, de 46 anos, e Marcos Marques-Leal, de 57, com ferimentos provocados por arma branca.

A vítima foi socorrida e levada ao Hospital Universitário de Stony Brook, onde teve a morte confirmada. O adolescente, parente que estava na casa no momento do ataque, também foi encaminhado à unidade hospitalar e recebeu atendimento por ferimentos considerados sem risco de morte.

Já Marcos Marques-Leal foi levado ao mesmo hospital com ferimentos graves após se esfaquear.

Homicídio em segundo grau

Segundo a polícia, ele chegou a ser acusado preliminarmente pelos detetives da Divisão de Homicídios por homicídio em segundo grau, desacato criminal em primeiro grau e por colocar em risco o bem-estar de uma criança.

As autoridades informaram que o caso foi tratado inicialmente como violência doméstica.

A área da Granny Road permaneceu interditada entre as avenidas Mount McKinley e Old Medford por várias horas enquanto equipes policiais realizavam a perícia e coletavam evidências.

A investigação segue em andamento para esclarecer as circunstâncias do crime, incluindo a dinâmica do ataque e o vínculo familiar do adolescente ferido, que ainda não foi oficialmente detalhado pelas autoridades locais.

 

A jornalista Flávia Morena de Area Leão Bacelar, de 31 anos, morreu por falência múltipla de órgãos e insuficiência cardíaca, provocadas por um câncer avançado e agressivo. A causa da morte foi confirmada ao g1 pela família de Flávia.

Flávia morreu na quinta-feira (12), no Hospital HTI, no bairro Piçarra, Zona Sul de Teresina. a A reportagem buscou um posicionamento do hospital, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

A jornalista estava internada desde 6 de fevereiro, após sentir dores na coluna. Segundo o irmão de Flávia, o cantor Luís Paulo Cochá, nódulos foram identificados no fígado da jornalista durante a internação.

As lesões teriam ocasionado intensa dor nas costas, o que fez Flávia acreditar que sofria de hérnia. Para tratar as dores, Flávia buscou atendimento médico e recebeu medicações sob prescrição, segundo o irmão.

"Acabou mascarando a doença", afirmou Luís Paulo Cochá.

Ainda de acordo com ele, Flávia também passou por uma retirada de mioma no útero há cerca de 10 meses. Na ocasião, exames não detectaram outros de risco na saúde da jornalista. Por isso, a família acredita que a doença evoluiu rapidamente.

"Não se tem certeza da origem do câncer", concluiu o irmão.

A jornalista Flávia Morena de Area Leão Bacelar, de 31 anos, morreu por falência múltipla de órgãos e insuficiência cardíaca, provocadas por um câncer avançado e agressivo. A causa da morte foi confirmada ao g1 pela família de Flávia.

Flávia morreu na quinta-feira (12), no Hospital HTI, no bairro Piçarra, Zona Sul de Teresina. a A reportagem buscou um posicionamento do hospital, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

A jornalista estava internada desde 6 de fevereiro, após sentir dores na coluna. Segundo o irmão de Flávia, o cantor Luís Paulo Cochá, nódulos foram identificados no fígado da jornalista durante a internação.

As lesões teriam ocasionado intensa dor nas costas, o que fez Flávia acreditar que sofria de hérnia. Para tratar as dores, Flávia buscou atendimento médico e recebeu medicações sob prescrição, segundo o irmão.

"Acabou mascarando a doença", afirmou Luís Paulo Cochá.

Ainda de acordo com ele, Flávia também passou por uma retirada de mioma no útero há cerca de 10 meses. Na ocasião, exames não detectaram outros de risco na saúde da jornalista. Por isso, a família acredita que a doença evoluiu rapidamente.

"Não se tem certeza da origem do câncer", concluiu o irmão.

Um terço em homenagem à Flávia acontece às 19h desta sexta-feira no Centro de Teresina.

Jornalista morreu após seis dias internada

Flávia ficou internada durante seis dias no Hospital HTI. Após agravamento do quadro de saúde, ela foi transferida à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e intubada. Ela morreu na quinta.

O corpo da jornalista foi velado em uma funerária no bairro Piçarra e sepultado no Cemitério São José, no bairro Matinha, Zona Norte da capital. A despedida contou com a presença de familiares e colegas de profissão.

Em nota, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Piauí (Sindjor-PI) lamentou a morte.

"O Sindjor-PI, ao tempo em que lamenta, presta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de Flávia Bacelar, que vivenciam a dor da perda", escreveu o sindicato em nota.

 

Calendário com sexta-feira 13 - Metrópoles

Para os supersticiosos, este ano traz má sorte — a sexta‑feira 13 acontecerá três vezes: nesta sexta‑feira, 13 de fevereiro, em 13 de março e em 13 de novembro. A frequência com que essa combinação aparece no calendário depende do dia da semana em que o ano começa. Normalmente, há um ou dois dias considerados azarentos, mas este ano, em especial, registra um número maior.

Esta sexta‑feira é particularmente simbólica: um dia azarado em pleno Carnaval. Além disso, em alguns países é também véspera do Dia dos Namorados, que supostamente traz felicidade aos apaixonados. As interpretações são ilimitadas.

Sexta‑feira 13: da fobia à indiferença

Afortunado ou desafortunado: muitos consideram exagerado o alvoroço em torno da data. “Não me importa que seja sexta‑feira 13”, diz um ditado popular. “O importante é que finalmente é sexta‑feira”. Contudo, segundo uma pesquisa do instituto de opinião YouGov, aproximadamente uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens na Alemanha provavelmente sentem certa apreensão diante da data. Entre os entrevistados, 39% das mulheres e 21% dos homens se consideram “supersticiosos” ou “bastante supersticiosos”.

Isso tem consequências: hotéis às vezes carecem de quartos com o número 13. Já em aviões, a fileira correspondente é frequentemente omitida.

Ainda assim, as temidas sextas‑feiras são melhores do que sua reputação sugere: estatísticos da seguradora alemã R+V garantem que a sexta‑feira 13 não é mais perigosa do que outros dias úteis. “Pelo contrário: na verdade há menos acidentes, tanto [envolvendo] seguros de automóvel quanto de danos materiais”.

Já a seguradora de automóveis Verti calculou que as sextas‑feiras, em geral, são os dias da semana com maior probabilidade de sinistros: 16,7% das ocorrências são registradas nesse dia. Mas a empresa ressalta: o fato de haver um leve aumento nas poucas sextas‑feiras que caem no dia 13 não é estatisticamente significativo.

A sexta‑feira 13 está perdendo seu apelo?

Isso seria uma boa notícia para os parascavedecatriafóbicos, pessoas com medo patológico dessa data. Certamente, não faltam eventos para reforçar tais temores: em 13 de janeiro de 2017, a tempestade Egon atingiu a Alemanha, causando três vezes mais danos que o habitual.

Na sexta‑feira 13 de janeiro de 2012, o navio de cruzeiro Costa Concordia colidiu com uma rocha. Em 13 de setembro de 1940, uma sexta‑feira, o Palácio de Buckingham foi atingido por bombas alemãs. E em outubro de 1947, numa sexta‑feira 13, o rei Filipe 4° da França iniciou a destruição dos Cavaleiros Templários.

Também há coincidências notáveis relacionadas ao número 13 na loteria: em 9 de outubro de 1955, por exemplo, ele foi o primeiro número sorteado na nova loteria “6 de 49”. Porém, desde então, é o que menos vezes apareceu.

Mas uma coisa é certa: esse dia de má sorte só foi estilizado como tal nos últimos 70 anos, conforme descobriu Gunther Hirschfelder, antropólogo cultural de Regensburg. Segundo Hirschfelder, a ideia seria decorrente de uma mistura de diversos mitos, com o número 12 desempenhando um papel central já nas primeiras civilizações avançadas: cada dia é dividido em dois períodos de doze horas; cada ano tem doze meses. O treze, por sua vez, ultrapassa o sistema de base 12 e, por isso, tornou-se um número de azar.

Uma maldição bíblica

No catolicismo, Judas transformou o 13 em um número maligno: treze pessoas estavam presentes na Última Ceia, e ele foi o traidor de Jesus. Por isso, durante muito tempo o 13 também foi conhecido popularmente como “a dúzia do diabo”. Quanto aos dias da semana, na Antiguidade a sexta‑feira era considerada o dia da deusa do amor, Afrodite. Jesus, por outro lado, foi crucificado em uma sexta‑feira — um dia de jejum e luto.

Até o século 20, o simbolismo dos números e dos dias da semana não estava vinculado. Os primeiros relatos sobre a influência funesta da sexta‑feira 13 surgiram na década de 1950, sempre com referência aos Estados Unidos.

Suas origens nos EUA remontam ao século 19. Em 1869, um jornalista teve a ideia de associar as oscilações do mercado de ouro americano à data. “Quem se dedica a investigar esse simbolismo sempre encontrará alguma coisa”, afirma Hirschfelder. O pós‑modernismo também busca indicadores que estruturam a vida.

“Assim como importamos o Dia das Mães e o Halloween, a sexta‑feira 13 também foi introduzida [na Alemanha] a partir dos Estados Unidos”, enfatiza Hirschfelder. A sociedade atual, amante da diversão, já não leva tão a sério essas noções supersticiosas. A sexta‑feira 13 é, antes, um “flerte não totalmente sério com a má sorte”.

O influenciador Arthur O Urso, de 37 anos, afirmou que seu passado poligâmico teria sido determinante para que sua tentativa de participar do concurso Mister Brasil não avançasse. Arthur ficou conhecido nacionalmente em 2021 após realizar uma cerimônia simbólica com nove mulheres, apresentando-se publicamente como adepto do poliamor. A união não teve reconhecimento legal no Brasil, e, ao longo dos anos seguintes, parte das esposas deixou o relacionamento, reduzindo o grupo.

Segundo ele, a candidatura ao Mister Brasil representava uma tentativa de reposicionamento público, voltado à disciplina, preparo físico e imagem institucional. No entanto, afirma que sua trajetória pessoal teria sido considerada um obstáculo. "Eu fui informado de que meu passado poligâmico poderia gerar resistência e impactar a imagem do concurso", disse.

Arthur relata que não recebeu justificativa formal detalhada, mas que a sinalização foi clara durante o processo. "A organização deixou entender que o histórico de ter sido casado com nove mulheres ainda pesa na percepção pública", afirmou.

Para o influenciador, a situação revela uma tensão entre imagem tradicional e histórias pessoais fora do padrão. "Eu entendo que concursos têm critérios e posicionamento institucional, mas acredito que ninguém pode ser resumido apenas a um capítulo da própria vida", disse.

Mesmo após o episódio, Arthur afirma que não descarta novas tentativas em concursos ou projetos semelhantes. "Meu passado faz parte da minha trajetória, mas não deveria ser um bloqueio permanente para novas oportunidades", conclui.

A influenciadora Juju Ferrari, de 39 anos, afirmou ter sido hostilizada ontem ao amamentar a filha mais nova, Márcia Catarina, em um shopping na capital paulista. Segundo ela, o episódio ocorreu durante um passeio com os filhos, quando a bebê começou a chorar e precisou ser alimentada em uma área comum do centro comercial.

De acordo com Juju, a reação de algumas pessoas foi imediata e visível. "Eu percebi olhares insistentes e comentários em tom de reprovação. Eu estava apenas cuidando da minha filha", relatou. A influenciadora afirma que uma mulher teria sugerido que ela procurasse um espaço reservado para continuar a amamentação. "Disseram que ali não era lugar para aquilo. Mas estamos falando de algo natural e garantido por lei", disse.

Mãe de cinco filhos, Juju afirmou que já amamentou em diferentes ambientes ao longo dos anos, mas que situações de constrangimento ainda acontecem. Segundo ela, o desconforto social revela uma contradição cultural. "O corpo da mulher é explorado em publicidade e entretenimento, mas quando ele cumpre uma função natural, como alimentar um bebê, gera julgamento", declarou.

A influenciadora afirmou que avalia tomar providências caso situações semelhantes voltem a ocorrer. "Eu não quero transformar isso em conflito, mas também não vou aceitar constrangimento. Se for necessário, eu sei que tenho respaldo legal", disse. Ela ressalta que a legislação brasileira garante o direito à amamentação em espaços públicos.

Para Juju, o episódio reforça que o debate ainda é necessário. "Amamentar não deveria causar desconforto em ninguém. É um direito da mãe e do bebê, e isso precisa ser respeitado", conclui.

 

As prévias carnavalescas chegaram ao fim, mas a alegria do Carnaval continua em Palmeira dos Índios. O Carnaval do Povo 2026, que este ano traz o tema “Viva esta Folia”, terá início neste sábado (14) de Zé Pereira com uma programação diversificada, pensada para agradar todos os públicos, na Praça da Independência. Além disso, o blocos de bairro também animarão a cidade.

Para abrir a festa, a Orquestra HD Folia promete muito frevo e marchinhas tradicionais, para manter viva a essência do Carnaval. O cantor Danielzinho sobe ao palco com mixs carnavalescos, enquanto o baiano Theuzinho, a nova cara do arrocha, trará funk e música regional brasileira. Já o pernambucano Renan Cruz animará os foliões com forró e grandes hits da folia.

No domingo (15), o espaço será dedicado à criançada, com a animação da Turma do Ruanito, que garantirá um Carnaval inclusivo e familiar. Para assegurar que a festa aconteça com tranquilidade, a Prefeitura de Palmeira dos Índios contará com um reforçado esquema de segurança, com o apoio do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Guarda Civil Municipal e SMTT, atuando de forma integrada durante todos os dias de evento.

A prefeita Tia Júlia, acompanhada da secretária municipal de Cultura Ana Cássia Araújo, visitou o QG da Folia e os viu de perto os preparativos para a festa. “Estamos preparando um Carnaval bonito, democrático e seguro, pensado para todas as idades. O Carnaval do Povo valoriza a nossa cultura, movimenta a economia local e proporciona momentos de alegria para as famílias palmeirenses. Venham curtir esta festa conosco”, destacou a prefeita.

PROGRAMAÇÃO DO CARNAVAL DO POVO 2026

SEXTA-FEIRA (13-2)

16h

Junção das Culturas

Afoxé Okê Arô

Pau e Lata

Batuque da Mãe Suzane

Capoeira

Local: Rua São José (Ribeira) até a Praça da Independência

18h

Oxossi Aquerã Afoxé

Afoxé Batuque da Mãe Suzane
Nil Folia

Local: Rua José Caetano de Moraes (Alto do Cruzeiro)

21h

Aldeia Folia

Malandrinhos

Dieguinho Love

SÁBADO (14/2) CARNAVAL Do POVO

19h: Orquestra HD Folia

21: Theuzinho

23h: Renan Cruz

0h30: Danielzinho

Local: Praça da Independência

DOMINGO (15-2) CARNAVAL DO POVO

Matinée

16h

Orquestra HD Folia

17h

Turma do Ruanito

Local: Praça da Independência

14h

Ribeira na Folia é 10

Local: Rua Abílio Balbino

Harry Oliveira
Nil Folia

Jubinha

16h

Bloco Sempre Quita

Local: Chácara Três Marias (Uruçú)

Weslley Lima

17h

Alibabá

Harry Oliveira

Japa Cantor

Local: Rua Vereador Emídio Tenório (Alto do Cruzeiro)

SEGUNDA-FEIRA (16/2)

16h

Vila Folia

Local: Rua Ulisses Tenório Cavalcante
Péricles Santana
Pejota
Jubinha

16h

Bloco Sempre Quita

Local: Chácara Três Marias (Uruçú)

Weslley Lima

SÁBADO (21-2)

18h

Pé Inchado

Local: Canafístula

Lima do Piseiro
Harry Oliveira

DOMINGO(22/2)

Cafurna Folia

Local: Praça da Cafurna

15h

Atração a definir

SÁBADO (28-2)

14h

Turma da Ju Bosk Society

Luciano Rey e Banda Sintonia
Local: Avenida Deputado Medeiros Neto

15h:

Tabaqueiros

Local: Palmeira de Fora

Atração a definir

 

 

Foto colorida do perfil de uma mulher com fundo branco - Metrópoles.

Um estudo publicado em 29 janeiro de 2026 na revista científica PLOS One analisou a origem do queixo humano e concluiu que ele pode ser um “acidente evolutivo”. A pesquisa foi feita por cientistas do Laboratório de Morfologia Evolutiva Humana de Buffalo, Estados Unidos.

Segundo o estudo, o queixo é uma das marcas mais exclusivas do Homo sapiens. Nenhum outro primata vivo, nem mesmo espécies humanas extintas como os neandertais, apresenta a projeção óssea na parte frontal da mandíbula da mesma forma.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram 46 características do crânio e da mandíbula em 15 grupos de hominídeos (que incluem humanos e grandes mamíferos como os primatas). O objetivo era descobrir se o queixo surgiu por:

  1. Seleção natural direta (quando uma característica aumenta as chances de sobrevivência ou reprodução);
  2. Evolução neutra (mudanças que ocorrem ao acaso);
  3. Ou como um “spandrel”, termo usado pelos estudiosos para descrever um subproduto de outras adaptações.

Segundo o estudo, de nove características relacionadas ao queixo, apenas três mostraram sinais de seleção direta. As demais parecem ter evoluído de forma indireta ou sem pressão seletiva específica.

Mudanças no rosto explicam o queixo?

A pesquisa aponta que transformações importantes no crânio humano — como o aumento do cérebro, a flexão da base do crânio e a redução do rosto inferior — tiveram forte influência evolutiva.

Essas mudanças alteraram o formato da face ao longo do tempo. Com o rosto mais retraído e os dentes menores, a mandíbula ficou menos robusta. Esse rearranjo estrutural pode ter deixado o queixo mais evidente, mesmo que ele não tenha sido “selecionado” por uma função própria.

Por isso, os autores defendem que o queixo pode ser um subproduto dessas transformações maiores, e não uma adaptação com propósito específico, como melhorar a mastigação ou a fala.

A conclusão do estudo reforça que nem tudo no corpo humano existe porque foi diretamente “escolhido” pela seleção natural. Algumas características surgem como consequência inevitável de outras mudanças.

No caso do queixo, ele pode ser apenas o resultado visível de milhões de anos de remodelação do crânio humano — um traço marcante da nossa espécie que talvez nunca tenha tido uma função própria.

Segundo dados do Ministério da Saúde, a cada dois minutos uma pessoa morre por complicações cardiovasculares. Nesse contexto, o infarto agudo do miocárdio, chamado também de ataque cardíaco, é uma das principais causas de morte no Brasil e no mundo.

Antes do organismo passar por um episódio de infarto, o corpo costuma demonstrar alguns sinais como forma de alerta. Reconhecer e procurar ajuda médica nesses casos é importante para a prevenção e tratamento do infarto e de outras condições associadas.

“A principal causa de morte no Brasil é o infarto agudo do miocárdio. O controle dos fatores de risco reduz de forma muito significativa o risco e, por isso, é importante conscientizar as pessoas da relevância de um estilo de vida saudável para que se possa viver mais e com melhor qualidade de vida”, afirma o médico cardiologista João Poeys Júnior, do Hospital DF Star.

O sintoma mais clássico do infarto é a dor no peito, mais existem outros sinais que também podem ser bem graves. Os sintomas podem surgir dias ou semanas antes do episódio, mas de forma mais leve.

“O primeiro sintoma é a falta de ar. Desmaios, palidez cutânea ou arroxeamento da pele também são sintomas que merecem atenção, principalmente em pessoas com diabetes, hipertensão ou problemas cardíacos já instalados”, explica o cardiologista Anis Mitri, presidente da Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado de São Paulo.


Principais sintomas do infarto


Fatores de risco para o infarto

Os principais fatores de risco para um infarto incluem tabagismo, hipertensão, colesterol alto (principalmente o LDL, conhecido como “colesterol ruim”), diabetes, obesidade, sedentarismo, estresse excessivo e histórico familiar de doenças cardíacas. Esses fatores, todos juntos, aumentam muito a chance de um entupimento das artérias do coração.

Além disso, uma alimentação ruim, com muitas gorduras saturadas, açúcar e ultraprocessados pode causar o que os médicos chamam de aterosclerose, que é quando há um acúmulo de gordura nas artérias, um antecedente perigoso do infarto.

Para se prevenir, hábitos como alimentação saudável, prática regular de atividades físicas, sono adequado, abandonar o cigarro, reduzir o álcool e manter o controle do colesterol e da glicemia já reduzem drasticamente os riscos do paciente de desenvolver qualquer condição cardiovascular.

O Carnaval 2026 confirma uma tendência que vem se desenhando nos últimos anos: a força da mistura de gêneros na música brasileira.

Se 2024 foi marcado pelo pagodão e 2025 teve o piseiro e o arrocha como protagonistas, o próximo aposta na fusão entre funk, piseiro, arrocha, pop e eletrônico como motor dos grandes hits do verão.

De acordo com Daniel Aguiar, editor sênior da Deezer, o Carnaval se consolida como um termômetro cultural e de mercado.

"O hit do verão hoje nasce do encontro entre gêneros. Funk, arrocha, piseiro e pop se misturam e refletem um Brasil plural, criativo e sem fronteiras regionais. O Carnaval dita a trilha sonora da rua, impulsiona coreografias, paredões e o consumo no streaming", destaca.

Top 10 apostas para o Carnaval 2026

1. "Jetski" - Pedro Sampaio, MC Meno K e Melody

2. "Posso Até Não Te Dar Flores" - MC Ryan SP feat. MC Jacaré, MC Meno K, DJ Japa NK e DJ Davi DogDog

3. "Sequência Feiticeira" - Pedro Sampaio feat. MC GW, MC Rodrigo do CN, MC Jhey e MC Nito

4. "Eu Me Apaixonei" - Vitinho Imperador

5. "Saudade do Carai" - Mari Fernandez feat. Grelo e Natanzinho Lima

6. "Gostosin" - Anitta, Hitmaker e Felipe Amorim

7. "Carnaval" - Marina Sena feat. Psirico

8. "Vampirinha" - Ivete Sangalo

9. "Fanatismo" - Yasmin Sensação

10. "Amo Minha Favela" - DJ Japa NK e MC Meno K

Leia mais em CNN Brasil

contato@vitoriofm.com.br
Vitório FM 104,9 - Todos os direitos reservados
linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram