
Mais de 99% das pessoas que sofrem um ataque cardíaco, um AVC ou falência cardíaca têm pelo menos um de quatro fatores de risco acima dos níveis desejados, apontou um grande estudo de pesquisadores da Universidade Yonsei, na Coreia do Sul, e da Universidade Northwestern, nos EUA. Os resultados foram publicados no jornal científico JACC (Journal of the American College of Cardiology).
O que aconteceu
Ao contrário da popular impressão de que esses problemas de saúde às vezes acontecem do nada, estudo revelou que riscos para estes eventos extremos já estão "instalados" quando ocorrem. Para chegar a esta conclusão, estudiosos analisaram históricos médicos de mais de 9,3 milhões de adultos sul-coreanos com idade igual ou maior a 20 anos, e 6.800 americanos entre 45 e 84 anos por cerca de duas décadas.
Os cientistas procuraram nestes pacientes a presença de quatro grandes fatores de risco cardiovascular —pressão arterial, colesterol, açúcar no sangue e tabagismo —em níveis insatisfatórios. Para a Associação Americana para o Coração (American Heart Association), são indesejados:
Mais de 99% das pessoas que desenvolveram doença coronariana (estreitamento ou bloqueio das artérias do coração que pode levar a um infarto), insuficiência cardíaca e AVC tinham pelo menos um destes fatores de risco. O resultado foi o mesmo tanto para pacientes nos EUA quanto na Coreia do Sul, apontaram os pesquisadores.
Além disso, 93% dos participantes do estudo que sofreram infartos, AVCs ou insuficiência cardíaca tinham dois ou mais fatores de risco. A pressão alta (hipertensão) foi a culpada mais comum: afetou mais de 95% dos pacientes que tiveram estes problemas de saúde na Coreia do Sul e mais de 93% nos EUA.
Mesmo entre mulheres com menos de 60 anos, mais de 95% delas tinham um dos fatores insatisfatórios antes da falência cardíaca ou do AVC. Elas são frequentemente consideradas como o grupo de menor risco para estes eventos extremos.
Em uma segunda análise, cientistas procuraram não apenas níveis insatisfatórios, mas fatores de risco elevados. Estes são os patamares utilizados por médicos para diagnósticos:
O resultado foi similar: pelo menos 90% de todos os pacientes já tinham pelo menos um fator de risco em patamar elevado antes do primeiro evento cardíaco extremo (doença coronariana/infarto, insuficiência cardíaca e AVC). Como doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo inteiro, os pesquisadores ressaltaram a importância de controlar estes riscos para evitar graves problemas de saúde.
"Acreditamos que o estudo mostra muito convincentemente que a exposição a um ou mais fatores de risco em níveis insatisfatórios antes destes resultados cardiovasculares é de quase 100%. O objetivo agora é trabalhar mais duro para encontrar formas de controlar estes fatores de risco modificáveis do que se desviar do caminho procurando outros fatores que não são facilmente tratáveis e não são a causa [de doenças cardiovasculares]", disse Philip Greenland, professor de cardiologia da Universidade Northwestern e um dos autores do estudo, em comunicado.
O Ministério Público Federal (MPF) em Alagoas cobrou explicações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Instituto do Meio Ambiente (IMA/AL) sobre as mortes de dois peixes-boi marinhos no rio Tatuamunha, em Porto de Pedras, no litoral norte do Estado. O órgão também prorrogou a investigação que apura uma possível contaminação hídrica na região.
Os animais, identificados como Netuno e Paty, viviam em um recinto de aclimatação mantido pelo ICMBio e morreram nos dias 21 e 22 de agosto de 2025.
O caso foi comunicado ao MPF pela Associação Peixe-Boi, que atua na Área de Proteção Ambiental (APA) Costa dos Corais. A morte dos animais gerou grande comoção entre moradores, ambientalistas e profissionais do turismo local.
Resultados dos laudos
Um relatório técnico elaborado pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), anexado ao inquérito, apontou presença de herbicidas agrícolas do tipo ametryn e prometryn nas amostras coletadas no rio Tatuamunha.
Essas substâncias são utilizadas em plantações de cana-de-açúcar e milho e não têm uso doméstico ou industrial, o que sugere origem agrícola da contaminação.
O estudo também identificou níveis acima do permitido de turbidez, indicando água com alta quantidade de partículas em suspensão. Foram detectadas ainda concentrações elevadas de ferro e fósforo, além da presença de compostos orgânicos como etilbenzeno e tolueno, ambos derivados de petróleo.
Embora os resultados laboratoriais não confirmem diretamente a causa das mortes, os dados indicam desequilíbrio químico e poluição no corpo d’água, o que pode afetar o ecossistema e os mamíferos aquáticos da região.
Espécie símbolo da conservação
Os peixes-boi marinhos são considerados símbolos da conservação ambiental do litoral norte de Alagoas, atraindo turistas e reforçando o turismo sustentável da Rota Ecológica dos Milagres. Um terceiro animal do grupo, chamado Assu, sobreviveu e foi transferido para a base do ICMBio em Itamaracá (PE), onde segue em recuperação.
A procuradora da República Juliana Câmara ressaltou que a preservação da espécie exige esforços conjuntos.
“O peixe-boi é mais do que um símbolo ambiental — ele representa o equilíbrio entre a natureza e as comunidades que dela dependem. Entender o que causou essas mortes é essencial para proteger não apenas a espécie, mas todo o ecossistema do Tatuamunha”, afirmou.
O MPF reforçou que continuará acompanhando o caso para garantir a proteção da biodiversidade, a responsabilização em caso de dano ambiental e a adoção de medidas preventivas que evitem novos episódios semelhantes.
A Educação é uma das áreas mais importantes do governo Tia Júlia. E, por pensar assim, a prefeita iniciou nesta terça-feira (14) uma série de visitas às unidades escolares do município. Hoje, a Escola Municipal Douglas Apratto Tenório e o Centro de Educação Infantil Delfim da Motta Branco passaram por inspeções, principalmente no tocante à qualidade dos serviços, a exemplo da merenda escolar e do ensino.
Como educadora, a prefeita fez questão de destacar que todas as escolas da rede serão inspecionadas. “Fazemos questão de visitar as nossas escolas, avaliar as necessidades de alunos e professores e, também, a qualidade da merenda e dos serviços de cada unidade. Queremos que alunos e servidores sintam que a escola é muito mais do que um espaço para aprender e ensinar, mas um local que cada um sinta prazer em estar ali”, explicou Tia Júlia.
E continuou. “Quando aceitei a missão de governar Palmeira dos Índios, fiz questão de deixar claro que a Educação é uma das áreas prioritárias da municipalidade. É por ela que a gente aprende e nos encaminha para o futuro. Parabenizo à direção e a cada profissional que se dedicam para levar o melhor ensino-aprendizagem para as nossas crianças, adolescentes e adultos do município. É um trabalho árduo, mas também produz muitos frutos”, finalizou a prefeita Tia Júlia.
Cérebros masculinos sofrem redução de volume mais intensa e em mais regiões que os femininos durante o envelhecimento saudável. É isso o que aponta um estudo publicado na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" ("PNAS") nesta segunda-feira (13/10). Os resultados contradizem a hipótese inicial de que o simples encolhimento cerebral explicaria a maior incidência de Alzheimer em mulheres.
A investigação acompanhou centenas de participantes ao longo de diversos anos. Os voluntários foram submetidos a exames de ressonância magnética em intervalos regulares, permitindo aos cientistas mapear com precisão as alterações no volume de diferentes áreas cerebrais com o avanço da idade.
Os pesquisadores esperavam identificar um envelhecimento cerebral mais acelerado nas mulheres, o que potencialmente justificaria sua maior vulnerabilidade à demência. As medições realizadas, entretanto, revelaram o contrário: os homens apresentam atrofia cerebral mais extensa durante o processo de envelhecimento "normal".
Apesar da perda volumétrica mais acentuada nos homens, as mulheres continuam representando a maioria dos casos de Alzheimer. Este fato levou os cientistas a concluir que a diferença estrutural identificada não explica a maior prevalência da doença no sexo feminino.
Os mecanismos específicos que tornam as mulheres mais vulneráveis ao Alzheimer permanecem parcialmente desconhecidos. A equipe de pesquisa sugere que podem existir alterações mais sutis em conectividade neural, metabolismo ou resposta imunológica feminina, não detectáveis por medidas volumétricas tradicionais.
O estudo também destaca que o Alzheimer envolve processos além da simples atrofia, incluindo acúmulo de proteínas β-amiloide (proteínas que formam placas), disfunções metabólicas, processos inflamatórios e fatores hormonais. No caso das mulheres, a queda hormonal após a menopausa, especialmente do estrogênio, bem como diferenças genéticas e no reparo celular, podem aumentar a vulnerabilidade ao desenvolvimento da doença.
Com base nesses resultados, os autores recomendam que estudos futuros combinem imagens cerebrais com biomarcadores moleculares, perfis hormonais e dados genéticos. Esta abordagem mais abrangente ajudaria a compreender melhor como o envelhecimento e o sexo interagem no desenvolvimento da doença.
Os pesquisadores propõem considerar as nuances biológicas entre homens e mulheres, o que pode contribuir para abordagens preventivas e terapêuticas mais personalizadas, respeitando o contexto biológico de cada sexo.
O Ministério da Saúde anunciou, por meio de nota oficial, a chegada do primeiro lote do medicamento Trastuzumabe Entansina ao Brasil. A substância de última geração será incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS) para tratar casos de câncer de mama HER2-positivo, uma das formas mais agressivas da doença.
A remessa inicial, com 11.978 unidades do remédio, chegou ao almoxarifado do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) nesta segunda-feira (13), no mês marcado pela campanha Outubro Rosa, que reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.
O medicamento será distribuído às secretarias estaduais de saúde, que serão responsáveis pela aplicação conforme os protocolos clínicos vigentes.
A distribuição faz parte de um cronograma que inclui mais três lotes, com entregas previstas para dezembro de 2025, março e junho de 2026. A previsão é de atender 100% da demanda atual do SUS, beneficiando 1.144 pacientes já em 2025.
O Trastuzumabe Entansina é indicado especialmente para mulheres que ainda apresentam sinais da doença após a quimioterapia inicial, geralmente em estágio III do câncer de mama HER2-positivo.
Ele funciona como uma terapia direcionada, atacando especificamente as células tumorais que expressam a proteína HER2, o que permite uma ação mais eficaz e menos danosa às células saudáveis.
O impacto da chegada desse tratamento foi celebrado pelo ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, que publicou no X, antigo Twitter: “HISTÓRICO: Medicamento ultra-moderno contra o câncer de mama chega ao Brasil para ser distribuído no SUS! O Trastuzumabe Entansina, que custa mais de R$ 11 mil por frasco na rede privada, agora será ofertado gratuitamente. Ele é indicado para pacientes que ainda têm sinais da doença após o início da quimioterapia".
O diretor do Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde, José Barreto, também comentou a importância da novidade: “É um avanço gigantesco para a oncologia nacional, com o primeiro protocolo clínico voltado a esse tratamento. (...) Poderá reduzir em até 50% a mortalidade das pacientes com câncer de mama do tipo HER2 positivo".
A compra do medicamento envolveu um investimento total de R$ 159,3 milhões para a aquisição de 34,4 mil frascos-ampola.
O Ministério da Saúde conseguiu negociar os preços com um desconto de cerca de 50% em relação ao mercado privado, o que gerou uma economia de R$ 165,8 milhões. Os valores passaram de R$ 7,2 mil para R$ 3,5 mil (frasco de 100 mg) e de R$ 11,6 mil para R$ 5,6 mil (frasco de 160 mg).
Além do Trastuzumabe Entansina, o governo federal também avança na ampliação do tratamento para outros tipos de câncer de mama.
O Ministério da Saúde vai autorizar, ainda em outubro, a compra descentralizada dos inibidores de ciclinas (abemaciclibe, palbociclibe e ribociclibe), utilizados em casos avançados ou metastáticos com receptor hormonal positivo e HER2-negativo. Esses medicamentos serão adquiridos diretamente por estados e municípios, com financiamento federal.
Outro avanço importante na política pública de saúde da mulher é a ampliação da faixa etária para realização de mamografia no SUS. Agora, o exame está disponível a partir dos 40 anos, mesmo para mulheres sem sintomas ou histórico familiar.
A medida fortalece o diagnóstico precoce e amplia o acesso à assistência. Em 2024, mais de 1 milhão de exames foram realizados em mulheres com menos de 50 anos, representando 30% do total.
O Exército israelense afirmou nesta quarta-feira (15) que um dos corpos entregues pelo grupo terrorista Hamas não era de um refém. A entrega, ocorrida na terça, faz parte de um acordo de paz na guerra assinado entre as partes na semana passada.
Após exames forenses realizados durante a noite em quatro corpos devolvidos na tarde de terça-feira, no horário de Brasília —noite no horário local—, autoridades médicas concluíram que um dos corpos “não corresponde a nenhum dos reféns” cujos restos mortais estavam sob o poder do Hamas.
“O Hamas é obrigado a fazer todos os esforços necessários para devolver os reféns falecidos”, alertou o Exército israelense em comunicado.

Essa havia sido a segunda entrega de restos mortais de reféns israelenses mortos que o Hamas mantinha sob seu poder desde o início da guerra, iniciada em outubro de 2023 e finalizada na semana passada. Na anterior, ocorrida na segunda-feira, o Hamas havia entregue outros quatro corpos. As devoluções são feitas com mediação da Cruz Vermelha.
Após cada entrega, os caixões com restos mortais de reféns são levados a institutos forenses em Israel para análise de DNA e comprovação da identidade de cada um dos corpos. Foi nesse momento que constataram que um dos corpos entregues na quarta não correspondia a nenhum dos 28 reféns mortos em Gaza.
Ao todo, levando em conta o erro reportado por Israel, o Hamas já entregou restos mortais de 7 dos 28 reféns que mantinha em cativeiro em Gaza. O governo Netanyahu pressiona pela pronta devolução dos demais cadáveres.
Ajuda humanitária pausada até a entrega total
Mais cedo, devido à demora do Hamas para entregar os restos mortais de todos os 28 reféns que morreram na Faixa de Gaza, Israel avisou à ONU que decidiu limitar a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.
Segundo a agência de notícias Reuters, o governo israelense permitirá a entrada de apenas 300 caminhões de ajuda humanitária — metade do número previamente acordado — em Gaza a partir desta quarta-feira (15), e nenhum combustível ou gás será autorizado a entrar no território, exceto para necessidades específicas relacionadas à infraestrutura humanitária.
Autoridades israelenses afirmam que o Hamas descumpriu o acordo de cessar-fogo assinado na semana passada, no qual o grupo se comprometeu a libertar todos os 48 reféns que estavam em Gaza, incluindo os corpos de 28 vítimas.
Na segunda-feira (13), além de entregar os primeiros quatro corpos, o Hamas libertou os 20 reféns vivos. No entanto, pediu mais tempo para a devolução dos demais, alegando não saber onde estão os restos mortais de todos.
Após a assinatura do cessar-fogo, a Turquia anunciou a criação de uma força-tarefa para buscar os corpos que continuam desaparecidos na Faixa de Gaza. A operação deve contar com o apoio dos Estados Unidos e de Israel.
ONU e Cruz Vermelha pedem abertura de passagem
Ainda nesta terça-feira, a ONU e o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) pediram a abertura de todas as passagens fronteiriças da Faixa de Gaza para o envio de mais ajuda humanitária.
O porta-voz do CICV, Christian Cardon, disse em coletiva de imprensa que a abertura precisa ser feita “em caráter de urgência”.
"Pelo que sei, nem todas as passagens fronteiriças de Gaza estão abertas para a ajuda humanitária. Esse é o principal problema neste momento e é o que as organizações humanitárias, incluindo o CICV, reivindicaram nas últimas horas", disse.
Já Jens Laerke, porta-voz do Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha), disse que a organização tem 190 mil toneladas de ajuda prontas para envio a Gaza e pediu que as autoridades autorizem o aumento do fluxo de entrada.
Incidente em Gaza

O Exército israelense afirmou nesta terça-feira que atirou contra "vários suspeitos" que violaram as linhas de suas tropas na Faixa de Gaza. Cinco pessoas morreram no incidente, afirmaram autoridades de saúde palestinas.
Segundo as Forças de Defesa de Israel, os suspeitos cruzaram uma linha estabelecida para as suas tropas, prevista pelo plano de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos e que prevê a retirada gradual de Israel do território palestino.
Segundo o comunicado da pasta, os suspeitos se aproximaram das tropas israelenses, que abriram fogo após "tentativas de afastar os suspeitos" não serem obedecidas.
Israel chamou o incidente de uma violação do acordo de cessar-fogo e pediu para que os palestinos "sigam as instruções" e não se aproximem.
Após mais de dois anos de guerra, o Hamas se encontra mais enfraquecido dentro de Gaza e com mais dificuldade de manter sua hegemonia no território contra clãs de longa data, muitos deles filiados a poderosos clãs locais.
Desde o cessar-fogo de sexta-feira (10), o Hamas busca se reafirmar em Gaza – um conflito recente com membros de um clã rival matou dezenas de oponentes do grupo.
A repressão parece contar com o apoio velado do presidente Donald Trump, artífice do acordo de paz. Na segunda-feira, ele sugeriu ter dado sinal verde para que o Hamas conduzisse operações de policiamento e controle social interno para “resolver os problemas”.
Questionado por um jornalista a bordo do Força Aérea Um sobre relatos de que o Hamas estava se instituindo como uma força policial e atirando em rivais, Trump disse: "Eles querem acabar com os problemas, têm sido abertos sobre isso, e nós lhes demos aprovação por um período de tempo".
"Temos quase 2 milhões de pessoas voltando para prédios que foram demolidos, e muitas coisas ruins podem acontecer. Então, queremos que seja... queremos que seja seguro. Acho que vai ficar tudo bem. Quem sabe ao certo?", disse Trump.
Num cenário de terra arrasada e vácuo de poder, observadores internacionais temem que um conflito interno possa aprofundar o desastre humanitário em Gaza. Veja, a seguir, quais são os principais clãs cujos membros entraram em confronto com as forças do Hamas nos últimos dois anos:
Clã Abu Shabab
Yasser Abu Shabab, baseado na região de Rafah, é o mais proeminente líder de clã anti-Hamas. Ele opera em uma parte do sul de Gaza ainda ocupada por forças israelenses.
De acordo com uma fonte próxima a Abu Shabab, seu grupo recrutou centenas de combatentes oferecendo salários atrativos. O Hamas o acusa de colaborar com Israel, acusação que ele nega.
Seu clã é um grupo beduíno centrado na região leste de Rafah. Não está claro se todo o clã apoia as ações de Abu Shabab. Estima-se que sua força pessoal seja de cerca de 400 homens.

Clã Doghmosh
O clã Doghmosh é um dos maiores e mais poderosos da Faixa de Gaza e, historicamente, conta com um arsenal poderoso. Os líderes do clã veem as armas como uma necessidade cultural para defender suas terras. Seus membros têm afiliações com vários grupos militantes palestinos, incluindo o Fatah (partido que controla a Autoridade Palestina, sediada na Cisjordânia) e o Hamas.
Mumtaz Doghmosh, um importante líder do clã, liderou anteriormente o braço armado dos Comitês de Resistência Popular na Cidade de Gaza. Mais tarde, ele formou o "Exército do Islã", que declarou lealdade ao Estado Islâmico.
O Exército do Islã foi uma das facções, juntamente com o Hamas, envolvidas no ataque transfronteiriço de 2006 que levou ao sequestro do soldado israelense Gilad Shalit, posteriormente libertado em uma troca de prisioneiros.
O paradeiro de Mumtaz Doghmosh é desconhecido desde antes do início da guerra, em 7 de outubro de 2023. O Hamas já entrou em confronto com o clã no passado devido à sua recusa em se desarmar e ao sequestro de um repórter britânico pelo Exército do Islã.
Combatentes do Hamas entraram em confronto com membros do Doghmosh no último domingo (12) e na segunda-feira (13). Muitos membros do clã foram mortos, juntamente com alguns combatentes do Hamas, de acordo com fontes de segurança. Não há evidências de que Mumtaz Doghmosh tenha participado dos confrontos recentes, visto que ele não é visto em público nem se ouve falar dele há alguns anos.

Clã Al-Majayda
Este grande e poderoso clã está centralizado em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza. Seus membros chegaram a entrar em confronto com combatentes do Hamas nos últimos meses.
No início de outubro, o Hamas invadiu a área do clã para prender homens que, segundo ele, eram procurados por matar membros do Hamas. Seguiu-se um tiroteio, resultando em várias mortes de ambos os lados, segundo o Hamas e membros do clã.
Fontes próximas ao clã negam as acusações do Hamas de que seus membros tenham ligações com o Abu Shabab. Elas acusam o Hamas de usar o ataque como pretexto para assassinatos seletivos, citando um documento que alegam ter recuperado dos corpos de combatentes do Hamas mortos durante o ataque.
No entanto, na segunda-feira, o chefe do clã divulgou uma declaração nas redes sociais afirmando apoio à campanha de segurança lançada pelo Hamas para manter a lei e a ordem em Gaza, instando os membros do clã a cooperarem. O clã tem membros com diferentes afiliações, incluindo o Fatah e o Hamas.
Rami Hellis
O clã Hellis é um grande clã na Cidade de Gaza, com sede no subúrbio de Shejaia. Há alguns meses, um membro sênior do clã, Rami Hellis, e Ahmed Jundeya, membro de outro grande clã de Shejaia, formaram um grupo que opera em oposição ao Hamas em partes de Shejaia que ainda estão sob controle do Exército israelense.
Durante um patrulhamento de rotina na região do Benedito Bentes I, em Maceió, uma guarnição do 5º Batalhão da Polícia Militar foi acionada após um transeunte informar sobre um possível sequestro em andamento. Segundo a denúncia, três homens teriam levado o genro do denunciante para cobrar uma dívida e estariam em um veículo VW/Nivus de cor preta, trafegando pela Avenida Guaxuma.
Com o apoio da Supervisão do 5º BPM, os policiais realizaram buscas e localizaram o veículo na entrada do Conjunto Caetés. Durante a abordagem, os militares encontraram uma pistola calibre .380 municiada, com um carregador contendo dez munições, além de um carregador extra com outras dez.
Um dos ocupantes assumiu ser o dono da arma, afirmando que ela estava sob sua posse e guardada na parte traseira do carro, debaixo do banco. Todos os suspeitos, o veículo e o armamento foram levados à Central de Flagrantes, onde prestaram depoimento.
Após ouvir as partes envolvidas, o delegado de plantão descartou a hipótese de sequestro, já que a suposta vítima declarou ter entrado voluntariamente no veículo para tratar de uma dívida.
Diante disso, apenas o proprietário da arma foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo, enquanto os demais foram liberados.
O celular virou o centro da nossa vida digital. Pagamos contas, resolvemos o trabalho, estudamos, pedimos comida e até abrimos portas com ele. Mas, em meio a tanta praticidade, há uma verdade incômoda: nunca estivemos tão expostos. Os smartphones, especialmente os com sistemas Android, que dominam o mercado, e os iPhones da Apple, símbolo de fidelidade entre seus usuários, se tornaram o alvo número um dos cibercriminosos.
Com o recente lançamento do iOS 26, o tema da segurança digital voltou ao centro das conversas tecnológicas. A nova versão do sistema operacional da Apple traz avanços em design, desempenho e privacidade, além de novos recursos voltados à proteção contra golpes por ligações e mensagens.
O iOS 26 introduziu um filtro inteligente de chamadas que bloqueia ligações suspeitas de forma mais eficaz e permite filtrar números desconhecidos diretamente nos ajustes do aplicativo Telefone. As chamadas de números que não estão na lista de contatos ou nas sugestões da Siri são silenciadas e redirecionadas para uma aba específica.
Outro destaque é a triagem de chamadas, em que o próprio iPhone atende automaticamente números desconhecidos, identifica o tipo de ligação e evita que o aparelho toque sem necessidade. No caso das mensagens, o sistema mantém o filtro de remetentes desconhecidos, separando automaticamente SMS e iMessages de pessoas fora da lista de contatos, o que reduz a exposição a spams e tentativas de phishing.
Além desses recursos, o sistema trouxe outras melhorias práticas. Entre as novidades estão a edição nativa de PDFs, a tradução em tempo real, um aplicativo de jogos reformulado e o novo visual “Liquid Glass”, com ícones translúcidos e animações mais suaves. O app Fotos ficou mais intuitivo, e o reconhecimento de texto em imagens foi aprimorado. Para modelos mais recentes, como o iPhone 15 Pro, o recurso Adaptive Power aprende os hábitos do usuário e ajusta o consumo de energia para otimizar a bateria.
Nem tudo são flores. Usuários relatam aumento no consumo de bateria, travamentos ocasionais e até superaquecimento logo após a atualização. Isso é comum em versões novas, já que o sistema passa alguns dias reindexando dados e reorganizando processos internos. Em modelos mais antigos, o desempenho pode cair, o que leva muitos a questionar se vale a pena atualizar.
Ainda assim, atualizar o sistema é fundamental para manter a segurança, embora não seja o bastante. Cada nova versão corrige falhas antigas e, ao mesmo tempo, cria novas brechas que criminosos digitais correm para explorar. Golpes simples, baseados em engenharia social, continuam sendo os mais eficazes. Links falsos, mensagens de supostos bancos, promoções tentadoras no WhatsApp e aplicativos com aparência legítima são armadilhas cotidianas. Um toque desatento pode abrir as portas para o acesso indevido a dados pessoais, senhas e contas bancárias.
Usuários de Android convivem com um sistema mais aberto e flexível, mas também mais suscetível a aplicativos maliciosos. Já os usuários de iPhone confiam no ecossistema fechado da Apple, que reduz o risco de infecções diretas, mas não os torna imunes. Enquanto o Android é alvo frequente de apps falsos, o iPhone é mais visado por golpes de phishing e páginas clonadas que exploram o comportamento humano.
A tecnologia avança, mas a essência dos golpes permanece a mesma: explorar a confiança das pessoas. Nenhum sistema, por mais seguro que seja, pode impedir que um usuário clique em um link falso acreditando ser do banco ou compartilhe dados com alguém se passando por um suporte técnico. A conscientização é, portanto, a principal defesa.
Para evitar decepções e riscos, vale seguir algumas boas práticas. Atualize o sistema, mas com calma. Antes de instalar o iOS 26 ou qualquer outra versão, faça backup e espere os primeiros relatórios de estabilidade. Desconfie de links e mensagens que pedem dados pessoais, especialmente por SMS ou WhatsApp. Ative a autenticação em dois fatores, evite aplicativos fora das lojas oficiais e revise as permissões concedidas a cada app.
O iOS 26 é uma evolução importante: bonito, funcional e mais atento à privacidade. No entanto, como qualquer ferramenta, ele depende da forma como é usado. Em um mundo em que o golpe chega por notificação, a senha mais forte continua sendo o conhecimento. No fim das contas, a verdadeira atualização é a da nossa consciência digital.
Fiquem seguros e a melhor atualização de segurança é sempre a do comportamento do usuário!
Autor:
João Augusto Alexandria de Barros
Diretor de Inteligência do Instituto de Defesa Cibernética
Especialista em Políticas e Estratégias Cibernéticas
Um novo estudo da Virginia Tech, publicado na revista Scientific Reports, sugere que os populares medicamentos à base de semaglutida e liraglutida — conhecidos comercialmente como Ozempic e Wegovy — podem ajudar a reduzir o consumo de álcool.
A pesquisa, conduzida por cientistas do Instituto de Pesquisa Biomédica Fralin, observou que pessoas em uso dessas substâncias apresentaram efeitos mais lentos do álcool no organismo e menor sensação subjetiva de embriaguez após ingerir a mesma quantidade de bebida alcoólica.
O que o estudo descobriu
Os pesquisadores recrutaram 20 participantes com obesidade (IMC acima de 30), sendo metade em uso contínuo de medicamentos agonistas de GLP-1 e metade sem uso. Todos receberam uma dose padronizada de álcool suficiente para atingir cerca de 0,08% de concentração no ar expirado, o equivalente a um copo de vinho ou uma dose de uísque.
Mesmo consumindo a mesma quantidade, o aumento do álcool no sangue foi mais lento entre os que tomavam semaglutida, tirzepatida ou liraglutida. Eles também relataram sentir-se menos bêbados em escalas de 0 a 10 aplicadas pelos pesquisadores durante a hora seguinte à ingestão.
“Medicamentos de ação mais rápida têm maior potencial de abuso. Se os GLP-1s retardam a entrada do álcool na corrente sanguínea, podem reduzir seus efeitos e ajudar as pessoas a beber menos”, explica Alex DiFeliceantonio, professora da Virginia Tech e uma das autoras do trabalho.

Como isso pode funcionar
Os agonistas de GLP-1 — classe que inclui Ozempic e Wegovy — retardam o esvaziamento gástrico, fazendo com que a absorção do álcool pelo sangue aconteça de maneira mais gradual. Isso muda o “pico” da embriaguez e pode alterar a forma como o cérebro responde à bebida.
Atualmente, medicamentos usados para tratar o alcoolismo, como naltrexona e acamprosato, atuam diretamente no sistema nervoso central. A possível ação dos GLP-1s seria, portanto, um novo caminho terapêutico para ajudar quem quer reduzir o consumo de álcool.
“Nossos dados preliminares sugerem que os GLP-1 suprimem a ingestão de álcool por um mecanismo diferente”, completa Alex.
O desenho do experimento
Antes de beber, os participantes passaram por jejum controlado e receberam uma barra de cereal para padronizar a digestão. Depois da ingestão alcoólica, os cientistas monitoraram pressão arterial, glicemia, pulso e teor alcoólico no ar expirado ao longo de quatro horas.
Durante o processo, os voluntários responderam perguntas sobre paladar, desejo por bebida, efeitos percebidos e sensação de embriaguez — incluindo a questão que deu nome ao estudo: “Quão bêbado você se sente agora?”
Em todas as rodadas, o grupo em uso de GLP-1 reportou níveis menores de intoxicação.
Um achado com origem curiosa
A ideia do experimento nasceu após os pesquisadores observarem relatos espontâneos em redes sociais de pessoas que diziam ter perdido a vontade de beber ao começar a usar os medicamentos para diabetes e obesidade.
O projeto foi liderado por Warren Bickel, especialista em comportamento e dependência química, que morreu em 2024. A primeira autora do artigo, Fatima Quddos, dedicou o estudo à memória do orientador.
“Ele sempre perguntava: ‘Como podemos ajudar as pessoas mais rapidamente?’”, relembra Alex. “Usar um medicamento já aprovado e seguro pode ser uma forma ágil de oferecer ajuda a quem quer parar de beber.”
O que isso significa — e o que ainda falta saber
O trabalho é preliminar e envolveu um grupo pequeno de voluntários, mas abre caminho para pesquisas maiores sobre o uso de GLP-1 no tratamento do alcoolismo.
Nos Estados Unidos, o álcool é consumido por mais da metade da população adulta, e 1 em cada 10 pessoas sofre com transtorno por uso de álcool, segundo dados de saúde pública.
No Brasil, ao menos 20% dos adultos bebem uma ou duas vezes na semana, segundo dados do Datafolha divulgados em maio de 2025.
O que são os medicamentos GLP-1
O que significam: GLP-1 é a sigla para glucagon-like peptide 1, um hormônio que regula a glicose e o apetite.
Principais marcas: Ozempic, Wegovy e Mounjaro.
Uso principal: controle da diabetes tipo 2 e tratamento da obesidade.
Como agem: retardam o esvaziamento do estômago e reduzem a sensação de fome.
Efeitos observados: perda de peso, melhor controle glicêmico — e, agora, possível redução do consumo de álcool.
Virginia Fonseca marcou uma viagem para Madri, na Espanha, para reencontrar Vini Jr. A diferença, nesta vez, é que a influenciadora não irá sozinha: ela levará os três filhos: Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo. A informação foi divulgada pelo portal LeoDias
Após a visita na Europa, Virginia, Vini e as crianças seguirão para Dubai, nos Emirados Árabes. A viagem está marcada para 24 de outubro.
No último fim de semana, a influenciadora revelou que pode dar uma nova chance ao jogador do Real Madri. A influenciadora tinha rompido com o atleta após uma modelo expôr conversas íntimas com ele.
Leia a matéria completa no Metrópoles
Um novo ataque das Forças Armadas dos Estados Unidos contra um barco próximo à costa da Venezuela matou seis pessoas nesta terça-feira (14), disse o presidente Donald Trump por meio de sua rede social, a Truth Social. Essa é a sexta vez que o governo Trump destrói uma embarcação que acusa de transportar drogas aos EUA.
"Sob minha autoridade como comandante-em-chefe, o secretário da Guerra [Pete Hegseth] ordenou um ataque cinético letal contra uma embarcação afiliada a uma organização terrorista que realizava narcotráfico nas águas internacionais próximas à Venezuela", escreveu Trump.
"Nossa inteligência confirmou que o barco carregava drogas, estava associado com redes narcotraficantes ilegais, e transitava por uma rota conhecida", prosseguiu o presidente.
"Seis narcoterroristas homens que estavam na embarcação foram mortos, e nenhum militar dos EUA foi ferido."
O padre Luciano Braga Simplício, da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, foi flagrado com a noiva de um fiel em uma casa paroquial de Nova Maringá, 392 km de Cuiabá, nesta segunda-feira (13). O vídeo repercutiu nas redes sociais e na cidade, que tem pouco mais de 5,8 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O g1 entrou em contato com o padre, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. A família da noiva informou que não vão comentar sobre o caso.
As imagens registradas no local mostram o noivo da mulher arrombando a porta do quarto e do banheiro da casa, após o padre se recusar abri-las. Em seguida, a noiva é encontrada chorando embaixo da pia do banheiro.
Em nota, a Diocese de Diamantino (MT), responsável pela comunidade onde o padre atua, informou que iniciou, nesta terça-feira (14), uma investigação sobre a conduta do padre.
"Comunicamos, que, tendo em vista o bem da igreja e do povo de Deus, todas as medidas canônicas previstas já estão sendo devidamente tomadas. Pedimos a compreensão e a oração de todos", disse.
Em um áudio que circula nas redes sociais, Luciano Simplício justifica a presença da fiel na casa paroquial e afirma que ela pediu permissão para usar o quarto externo para trocar de roupa e tomar banho, pois tinha atuado pela manhã na igreja.
“Ela brincou ‘padre, eu vou dormir ali’, e eu disse que era para ela dormir do lado de fora. Ela estava sozinha e o menino [noivo] tinha viajado”, contou.
A Defesa Civil de Gaza afirmou que as forças israelenses mataram seis palestinos em incidentes distintos nesta terça-feira (14), enquanto o Exército de Israel indicou que suas tropas abriram fogo contra suspeitos que se aproximaram de suas posições. Mahmud Basal, porta-voz desta agência de resgate — que opera sob o governo do Hamas —, disse que cinco pessoas morreram enquanto “inspecionavam suas casas” no distrito de Shujaiya, na Cidade de Gaza.
O Exército israelense afirmou que suas tropas dispararam após “vários suspeitos serem identificados cruzando a Linha Amarela e se aproximando das tropas das Forças de Defesa de Israel (FDI) que operavam no norte da Faixa de Gaza”. “Tentou-se afastar os suspeitos”, indicou o comunicado militar, acrescentando que estes “continuaram se aproximando das tropas, que abriram fogo para eliminar a ameaça”.
Em virtude de um acordo de cessar-fogo alcançado com o Hamas, as forças israelenses recuaram para a chamada “Linha Amarela”, atrás da qual as tropas continuam controlando aproximadamente metade de Gaza. Em um incidente semelhante, Basal declarou que um ataque com drones israelenses matou uma pessoa quando mirou em um grupo de civis na localidade de Al Fukhari, a sudeste da cidade de Khan Yunis.
Questionado pela AFP, o Exército afirmou que os militares dispararam ao considerá-los uma “ameaça imediata” para as tropas, já que o grupo havia tentado “avançar para uma área onde se encontrava um depósito de armas do Hamas previamente desmantelado”.
As restrições aos meios de comunicação em Gaza e as dificuldades de acesso impedem a AFP de verificar de forma independente os números e os detalhes fornecidos pela Defesa Civil ou pelo Exército israelense. Os incidentes de terça-feira ocorrem no quinto dia da trégua negociada sob o impulso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O Procon Maceió, através de solicitação do Ministério Público de Alagoas (MPAL), realizou na última segunda-feira (13), uma ação conjunta de fiscalização em estabelecimentos comerciais da capital alagoana.
A iniciativa teve o objetivo de averiguar possíveis casos de falsificação e adulteração em sabão em pó. A operação faz parte das ações integradas de proteção ao consumidor e visa garantir a segurança e a transparência nas relações de consumo.
Durante a fiscalização, foram vistoriados pontos de venda que comercializam o produto. O foco da ação foi identificar indícios de falsificação, como embalagens irregulares, ausência de informações obrigatórias e alterações em rótulos ou composição.
A diretora do Procon Maceió, Cecília Wanderley, destacou a importância da parceria entre os órgãos para coibir práticas que colocam em risco a saúde e o direito dos consumidores.
Na oportunidade, foram fiscalizados três supermercados e atuados para apresentarem notas fiscais de compra de alguns lotes suspeitos.
“Nosso trabalho é assegurar que os produtos comercializados estejam dentro dos padrões de qualidade e segurança exigidos pela legislação. A atuação conjunta com o Ministério Público reforça nosso compromisso em proteger a população contra irregularidades que afetam diretamente o consumidor”, afirmou.
O promotor de Justiça Max Martins, do Núcleo de Defesa do Consumidor do MPAL, ressaltou que a atuação preventiva é fundamental para evitar danos maiores.
“O objetivo dessa fiscalização é garantir que o consumidor não seja lesado por produtos adulterados ou falsificados. Além de comprometer a saúde, essas práticas configuram crime contra as relações de consumo. O Ministério Público e o Procon atuam juntos para responsabilizar os responsáveis e orientar a população”, destacou o promotor.
Além da verificação nos estabelecimentos, o Procon Maceió orienta os consumidores a redobrarem a atenção na hora da compra. É importante verificar se a embalagem está lacrada, se o rótulo contém informações como número de lote, CNPJ do fabricante e data de validade, e desconfiar de preços muito abaixo do valor de mercado.
Denúncias sobre produtos falsificados ou outras irregularidades podem ser feitas pelos canais oficiais do Procon Maceió, por meio do número 0800 082 4567, WhatsApp (82) 98882-8326 ou presencialmente em um dos núcleos.
Uma pesquisa revelou o que pode ser o nascimento de um novo oceano no coração da África. Segundo um estudo publicado na revista Nature Geoscience, pulsos rítmicos de rocha derretida estão subindo das profundezas da Terra, sob o leste do continente, e lentamente rasgando a crosta africana ao meio.
O que aconteceu
O coração do planeta bate sob a Etiópia
