
Os professores em exercício das redes pública e privada de todo o país, inclusive os profissionais contratados temporariamente, já podem solicitar a Carteira Nacional Docente do Brasil (CNDB) no site do programa Mais Professores para o Brasil.

A carteira é destinada a profissionais de todos os níveis e etapas da educação, desde a educação infantil até o ensino superior. O Ministério da Educação (MEC) estima que 2,7 milhões de carteiras podem ser emitidas voluntariamente no Brasil.
Com validade em todo o território nacional por dez anos após sua expedição, o documento oficial terá a data expressa na própria carteira.
A iniciativa do governo federal tem o objetivo de identificar os professores e facilitar o acesso a descontos de meia-entrada em eventos culturais e a novos benefícios em algumas lojas parceiras do programa.
Na quarta-feira (15), cerca de 1,5 mil professores da ativa foram os primeiros a receber a CNDB, em todo o país, em um evento de celebração do Dia dos Professores, no Rio de Janeiro.
Na ocasião, o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou que, após a primeira etapa, os docentes aposentados também terão direito à carteira.
Passo a passo da solicitação
A Carteira Nacional Docente do Brasil não é obrigatória para o exercício da função.
Para obter o documento, o professor precisa ter o Cadastro de Pessoa Física (CPF) em situação regular na Receita Federal e estar em exercício da atividade docente em uma instituição de ensino cadastrada no MEC.
O link para solicitação, disponibilizado ontem pelo Ministério da Educação no site do Programa Mais Professores para o Brasil, exige acesso por meio de login na conta da plataforma Gov.br.
Na página virtual do Mais Professores, o sistema trará, automaticamente, os dados pessoais e informações sobre vínculo com instituições de ensino, conforme registrado nas bases do governo federal e das redes de ensino.
O profissional interessado deverá verificar os dados do formulário, confirmar as informações, preencher o endereço completo e os contatos (e-mail e telefone) e enviar digitalmente uma foto 3x4, no padrão estabelecido pelo Ministério da Educação.
Nesse momento, o docente poderá visualizar a versão digital da futura CNDB com foto e dados completos.
Caso os dados estejam corretos, é necessário confirmar a emissão. O professor terá a opção de download do documento para uso imediato, que já lhe dará acesso aos benefícios do programa Mais Professores.
A versão impressa chegará somente a partir do próximo ano, avisa o Ministério da Educação.
Problemas
Caso o vínculo de professor não tenha sido reconhecido pelo sistema ou algum dado esteja incorreto, será preciso que o professor entre em contato com a instituição de ensino que o emprega. O objetivo é certificar que o vínculo do profissional está com o código correto na base de dados.
Se a foto do cadastro for rejeitada na solicitação da carteira, o professor deve verificar se a imagem encaminhada está de acordo com o padrão solicitado.
Outras situações
Pela Lei nº 15.202/2025, que criou a Carteira Nacional Docente, somente os professores em exercício têm direito a ela. Dessa forma, os professores autônomos não têm direito à CNDB, porque não estão vinculados a uma instituição educacional.
Toda pessoa licenciada, mas com vínculo empregatício em uma unidade de ensino terá direito à nova identificação. Da mesma forma, os professores que estão na gestão escolar, desde que o vínculo com a instituição educacional seja como docente.
Se a pessoa perder o emprego, a carteira nacional continua sendo válida como identificação dentro do prazo de validade do documento. Seu uso para acessar benefícios profissionais enquanto docente, perderá a validade após três meses da data do último pagamento.
Para confirmar se a Carteira Nacional Docente de uma pessoa é válida, basta acessar o QR Code impresso no documento e, em seguida, verificar se ela continua com algum contrato de emprego como docente válido.
Para mais informações acesse aqui.
Benefícios
O Mais Professores já conta com benefícios fornecidos pelas empresas parceiras. O MEC assinou convênio com a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH) para dar descontos de 15% em hotéis.
Os portares da CNDB terão um cartão de crédito emitido pela Caixa Econômica Federal com anuidade gratuita.
A lista atualizada, com os respectivos descontos dados aos detentores do documento, está disponível em página específica no site do programa.
O Ministério da Educação quer mobilizar outras empresas para reconhecer e valorizar o magistério brasileiro por meio do programa e selo #TôComProf .
O edital voltado a empresas interessadas em oferecer produtos e serviços com descontos aos professores foi lançado em setembro.
O chamamento público ficará aberto até 30 de novembro. As pessoas jurídicas interessadas podem preencher o formulário de inscrição.
Para participar do programa, os estabelecimentos devem ter abrangência nacional ou regional e regularidade perante a administração pública.
As companhias devem ofertar serviços financeiros ou comerciais de alimentação, cultura e lazer, higiene e limpeza, moradia, saúde e transporte entre outros.
O desconto mínimo oferecido deve ser de 10% sobre o valor de tabela ou preço praticado ao público em geral.
As propostas habilitadas terão validade de até 12 meses.
O município de Palmeira dos Índios se consolida, cada vez mais, como uma das principais rotas do turismo religioso em Alagoas. O calendário cultural voltado à fé movimenta a cidade, impulsiona a economia e fortalece o turismo local. Como parte dessa programação, a prefeitura e as igrejas se preparam para três grandes eventos que acontecem ainda este ano: a Romaria de Frei Damião, nos dias 6, 7 e 8 de novembro, o Louva Palmeira, no dia 30 do mesmo mês, em comemoração ao Dia do Evangélico, além do Cenáculo Mariano, que será realizado em dezembro.
Nesta quinta-feira (16), a prefeita Tia Júlia se reuniu com a equipe de governo e com representantes da Associação dos Pastores e Presbíteros de Palmeira dos Índios (Apepi) para anunciar a atração principal do evento. A cantora e influencer Isadora Pompeo participará desse dia que, certamente, será marcado pela fé, adoração e comunhão,
Dia do Evangélico promete reunir milhares de fiéis em uma grande celebração de fé e gratidão a Deus.
Em nome da Apepi, o pastor Davi de Moura, da Igreja Pentecostal, destacou a parceria e o apoio do poder público. “Em anos anteriores tivemos grandes nomes da música gospel, e este ano não será diferente. Sabemos que será uma noite de muitas bênçãos. Somos muito gratos pelo apoio da prefeitura”, disse.
A secretária municipal de Cultura, Ana Cássia, reforçou a importância do evento para o fortalecimento da espiritualidade e da união entre os fiéis. “Esta tarde é especial porque estamos montando um momento de louvor e agradecimento a Deus. No Dia do Evangélico, não poderíamos deixar de apoiar esse evento, que vai levar paz e espiritualidade para Palmeira”, afirmou a secretária
O Dia do Evangélico promete reunir milhares de fiéis em uma grande celebração de fé e gratidão a Deus. “Acredito que será um momento de muita emoção e fé. A prefeitura abraça esse dia e tudo o que puder fazer pelas igrejas, fará com alegria. Será um momento bonito de louvor e damos esse presente ao povo: a presença da cantora Isadora Pompeo. Será um dia especial para, juntos, louvarmos a Deus”, destacou a prefeita Tia Júlia.
Evento religioso:
Louva Palmeira/Dia do Evangélico
30 de novembro
15h
Antiga Estação Ferroviária
Dizem que ninguém morre de coração partido — mas não é bem assim. A Síndrome de Takotsubo, também chamada de síndrome do coração partido, é provocada por situações de estresse intenso (físico ou emocional) e afeta diretamente o funcionamento do músculo cardíaco, como se fosse um infarto. Apesar de geralmente ter evolução benigna, se não for tratada adequadamente, pode causar complicações e até levar à morte.
Essa síndrome é uma cardiomiopatia induzida por estresse, caracterizada pela perda temporária da capacidade de contração do músculo cardíaco, sem obstrução significativa das artérias coronárias — ao contrário do que ocorre em um infarto clássico. “É uma condição clínica que mimetiza um infarto do miocárdio, em que ocorre disfunção segmentar do músculo cardíaco, geralmente transitória, na ausência.
O nome curioso não é por acaso: a síndrome costuma surgir após fortes abalos físicos ou emocionais, como a perda de alguém querido, situações traumáticas, cirurgias, infecções graves e até o uso de drogas estimulantes. “Ela é considerada uma doença cardíaca real, que aparece após situações de estresse físico ou emocional intenso”, ressalta a cardiologista Salete Nacif, diretora da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp) e integrante da Socesp Mulher, departamento focado na saúde feminina.
Sintomas parecidos
Um dos maiores desafios no diagnóstico correto da síndrome do coração partido é que os sintomas são praticamente idênticos aos de um infarto agudo do miocárdio. Dor súbita no peito falta de ar, palpitações, sudorese fria e desmaios podem ocorrer, o que leva muitos pacientes ao pronto-socorro. “Inclusive, há alterações no eletrocardiograma e nos exames laboratoriais, assim como acontece no infarto”, observa Franken.
Essa semelhança exige investigação detalhada para confirmar a causa do quadro. Por isso, o diagnóstico envolve exames clínicos e laboratoriais, eletrocardiograma, ecocardiograma e o cateterismo, essencial para descartar a obstrução coronária típica do infarto. Em alguns casos, a ressonância magnética cardíaca também pode ser indicada.
“Clinicamente, os sintomas são quase idênticos. A diferença só fica clara com exames. No infarto, há obstrução de uma artéria coronária, visível no cateterismo. Na síndrome de Takotsubo, não há obstrução; observa-se uma alteração típica no movimento do coração, especialmente no ventrículo esquerdo”, detalha Nacif.
A causa exata da síndrome ainda não é totalmente conhecida, mas sabe-se que ela está relacionada a uma descarga excessiva de hormônios do estresse, como a adrenalina, que afeta o músculo cardíaco e altera sua função temporariamente.
Cerca de 90% dos casos descritos ocorrem em mulheres. Entre elas, o problema é mais comum após a menopausa, quando há alterações hormonais que parecem aumentar a vulnerabilidade do coração ao estresse. Segundo Marcelo Franken, a faixa etária mais atingida são mulheres por volta dos 60 anos. “Estima-se que ocorram cerca de 30 mil casos por ano no Brasil, por volta de 1% dos infartos”, relata.
Mas idosos e pessoas com histórico de estresse intenso ou doenças neurológicas também parecem mais suscetíveis. Estudos recentes mostram que a incidência em homens tem aumentado, sobretudo quando o gatilho é um evento de estresse físico, como cirurgias ou infecções graves.
No último congresso da Socesp, realizado em junho, o cardiologista intervencionista Davide Di Vece, um dos coordenadores do Registro Internacional de Takotsubo, apresentou dados de um estudo que chamou atenção. Segundo essa pesquisa, a proporção de casos masculinos passou de 10% para 15% entre 2004 e 2021. E embora os homens ainda representem a minoria, a doença costuma ser mais grave nesse grupo, com maior risco de complicações e morte.
O tratamento costuma ser de suporte, semelhante ao indicado para insuficiência cardíaca. “Envolve geralmente medidas para reduzir a carga de trabalho do coração, como o uso de betabloqueadores e inibidores da ECA [Enzima Conversora de Angiotensina]”, explica Nacif. É fundamental que o paciente permaneça internado com monitorização contínua, especialmente devido ao risco de arritmias. Em geral, a recuperação ocorre em poucas semanas ou meses, e a função cardíaca costuma voltar ao normal. A síndrome pode se repetir em cerca de 5% a 10% dos casos.
Tem como prevenir?
Não há uma forma específica de evitar a síndrome, mas medidas de promoção do bem-estar ajudam a reduzir o risco. “Técnicas para diminuir o estresse, sono regular, atividade física e tratamento adequado de ansiedade e depressão podem ajudar”, orienta a cardiologista da Socesp. Mas a recomendação principal é: procure ajuda médica imediata diante de qualquer sintoma suspeito. “Na presença de dor no peito ou falta de ar, é fundamental procurar um serviço de emergência”, avisa o médico do Einstein.
Ações operacionais da Polícia Militar de Alagoas (PM-AL) no Sertão alagoano finalizaram com armas de fogo e entorpecentes retirados de circulação entre a noite de quinta-feira (16) e a manhã desta sexta-feira (17).
Em Piranhas, por volta das 22h, a Companhia Independente de Operações Policiais Especiais do Sertão (Copes) deteve um homem e uma mulher pelo crime de tráfico de drogas. Com eles, foram apreendidos uma pistola calibre 380 com cinco munições intactas, 116g de cocaína, 245g de maconha, 23g de crack, um dichavador (espécie de triturador), uma balança de precisão e um aparelho celular.
As guarnições da Copes estavam em patrulhamento na cidade quando foram abordadas por um popular, nas proximidades de uma viela conhecida como “Beco do Amor”, que informou sobre um casal possivelmente traficando drogas. Ao se aproximarem do local indicado, as equipes visualizaram o casal e procederam à abordagem. A arma estava com o homem, e as drogas, com a mulher. Ambos foram conduzidos, inicialmente, ao Hospital de Delmiro Gouveia e, posteriormente, encaminhados ao Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) da mesma cidade.

Perto das 6h desta sexta, um homem de 36 anos foi preso pelo 7º Batalhão de Polícia Militar (BPM). O fato ocorreu na Rua Alto Manoel Maria, em Pão de Açúcar. Uma operação conjunta, que contou ainda com o Serviço de Inteligência, cumpriu mandado de busca e apreensão em desfavor de um indivíduo.
Na chegada ao endereço, foram encontrados: uma espingarda cartucheira calibre 28, um revólver calibre 38 (com numeração suprimida), sete munições calibre 38 intactas e mais duas deflagradas, além de nove munições calibre 28 (sendo seis intactas e três deflagradas).
Os policiais apreenderam ainda um dichavador e recipientes contendo esferas de chumbo, pólvora para recarga e espoletas. O suspeito foi conduzido inicialmente ao Hospital Regional Doutor Clodolfo Rodrigues, em Santana do Ipanema, e, em seguida, para o Cisp, onde foram realizados os procedimentos cabíveis.
A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) prevê um fim de semana ensolarado e de tempo firme em quase todo o estado. Entre sexta-feira (17) e domingo (19), o clima deve ser marcado por temperaturas elevadas e baixa umidade, com chance de chuvas rápidas apenas em pontos isolados do litoral.
Nesta sexta (17), há possibilidade de pancadas leves durante a manhã nas regiões litorâneas e na Zona da Mata. Em Maceió, o sol aparece entre nuvens, com temperaturas variando entre 22°C e 29°C.
No sábado (18), o tempo fica ainda mais estável, com predomínio de sol em todas as regiões. No interior, o calor aumenta e os termômetros podem chegar a 34°C. O ar seco exige cuidados extras com a hidratação e a exposição solar. Já no litoral, o clima segue mais úmido, mas com sol predominante durante o dia.
O domingo (19) deve repetir o mesmo cenário: sol forte, poucas nuvens e umidade baixa, principalmente nas regiões do Agreste e Sertão. Em cidades como Lagoa da Canoa e Piranhas, a máxima prevista é de 33°C, enquanto em Maceió os termômetros devem chegar a 31°C.
A Semarh reforça a importância de evitar a exposição prolongada ao sol entre as 10h e às 16h, beber bastante água e acompanhar as atualizações da previsão do tempo pelos canais oficiais da Secretaria.
O padre Luciano Braga Simplício foi afastado da Paróquia Nossa Senhora Aparecida em Nova Maringá (MT) após ser flagrado com a noiva de um fiel na casa paroquial, no último domingo (12). O caso teve repercussão na segunda-feira (13), após um vídeo que mostra o momento começar a circular nas redes sociais.
A paróquia informou que as missas não foram interrompidas e que agora são realizadas pelo padre Pedro Hagassis, de 76 anos. Ele recebeu a ordenação presbiteral em janeiro de 2011.
A paróquia desativou as redes sociais. O g1 entrou em contato com o padre, a família da noiva e do noivo, mas os envolvidos optaram por não se pronunciarem sobre o caso.
Entenda o caso
O vídeo divulgado no início da senovo pároco assumemana viralizou nas redes sociais e na cidade, que tem pouco mais de 5 mil habitantes. Nesta quinta-feira (16), a Polícia Civil cumpriu quatro mandados de busca e apreensão nas casas dos suspeitos de vazar o vídeo que mostra a jovem.
As imagens registradas no local mostram alguns homens arrombando a porta do quarto e do banheiro da casa paroquial, após o padre se recusar a abri-las. Em seguida, a noiva é encontrada chorando embaixo da pia do banheiro (assista acima).
Em nota, a Diocese de Diamantino (MT), responsável pela comunidade onde o padre atua, informou que iniciou, nesta terça-feira (14), uma investigação sobre a conduta do padre.
"Comunicamos que, tendo em vista o bem da Igreja e do povo de Deus, todas as medidas canônicas previstas já estão sendo devidamente tomadas. Pedimos a compreensão e a oração de todos", disse.
A Polícia Civil (PC) prendeu, nessa quarta-feira (15), uma mulher suspeita de liderar um esquema de pirâmide financeira que movimentou cerca de R$ 2,5 milhões, afetando mais de 20 vítimas em Alagoas e Sergipe. A prisão aconteceu em Lagarto (SE), após investigações que desmantelaram o golpe, que prometia lucros mensais de até 30% aos investidores.
De acordo com a polícia, o esquema funcionava com o pagamento de lucros aos participantes mais antigos, usando os aportes feitos pelos novos investidores.
Em Sergipe, os golpistas aplicaram o golpe sob o pretexto de investimentos na venda de queijos finos, enquanto, em Alagoas, a fraude envolvia a comercialização de açaí.
A mulher presa está à disposição da Justiça, e a Polícia Civil (PC) reforça que qualquer informação sobre o caso ou outros crimes pode ser repassada pelo Disque-Denúncia (181), com garantia de sigilo.
O governo divulgou nesta semana as regras para instrutor autônomo — ou seja, sem vínculo obrigatório com uma autoescola — para obtenção da nova Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As mudanças atingem tanto a categoria de moto quanto a de carros.
A permissão para realizar aulas práticas de direção sem precisar estar vinculado a uma autoescola é uma das mudanças propostas pelo Ministério dos Transportes.
Em entrevista à GloboNews em julho, o ministro da Pasta, Renan Filho, afirmou que o governo já estuda formas de reduzir o custo da CNH, e indicou que o Brasil poderá deixar de exigir a realização de curso em autoescola para a emissão da carteira.
"O ponto de partida para quem gosta de dirigir e deseja ingressar nesse mercado, é verificar se cumpre os requisitos básicos antes de realizar o curso específico de formação, necessário para obter a Carteira de Identificação Profissional de instrutor autônomo, que será disponibilizado gratuitamente no site da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran)", informou o governo em nota.
Veja os requisitos fundamentais para que o instrutor seja autorizado a participar do processo de emissão da CNH:
O instrutor precisa ter, no mínimo, 21 anos de idade e habilitação legal para condução de veículo há pelo menos dois anos;
O instrutor não pode ter cometido nenhuma infração de trânsito de natureza gravíssima nos últimos 60 dias, nem ter sofrido penalidade de cassação da CNH;
O instrutor precisa ter concluído o ensino médio;
O instrutor deve ter formação específica em habilidades pedagógicas, com foco em legislação de trânsito e direção segura. Caso seja aprovado na avaliação, recebe um certificado;
O instrutor também precisa possuir certificado de curso específico realizado pelo órgão executivo de trânsito;
O carro usado nas aulas deve estar identificado como veículo de instrução e atender às exigências de segurança estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB);
As motos utilizadas nas aulas devem ter, no máximo, 8 anos de fabricação;
Os carros usados nas aulas devem ter até 12 anos de fabricação;
Os veículos de carga utilizados nas aulas devem ter até 20 anos de fabricação;
O nome do instrutor deve constar em registros oficiais do Detran estadual e do Ministério dos Transportes — o aluno pode conferir o nome do instrutor e os horários e locais para realização das aulas nos respectivos sites;
Cabe ao instrutor registrar e validar a presença e participação do aluno em cada aula;
Mesmo vinculado a uma autoescola, o instrutor pode oferecer aulas de forma independente.
Durante as aulas práticas de direção, o instrutor deve portar os seguintes documentos:
CNH;
Credencial de Instrutor ou crachá fornecido pelo órgão competente;
Licença de Aprendizagem Veicular;
Certificado de Registro e Licenciamiento de Veículo.
"O instrutor estará sujeito à possibilidade de fiscalização por parte dos órgãos de trânsito, que podem realizar inspeções a qualquer momento para garantir que as atividades estejam sendo realizadas de acordo com a legislação", informou o Ministério dos Transportes.
O projeto para mudar a formação dos motoristas ainda segue em consulta pública, até o dia 2 de novembro.
Em quais países o curso é ou não exigido
Embora pareça contraintuitiva, essa prática já é adotada em diversos países. Alguns estados dos Estados Unidos não exigem a participação em cursos, e o mesmo ocorre no Canadá e no Japão, por exemplo.
Ainda assim, para obter a CNH de seu país, o cidadão precisa atender a uma idade mínima definida e ser aprovado em exames teóricos e práticos.
Uma questão que vem ganhando relevância e gerando discordâncias no universo gospel é as chamadas bíblias de luxo. O livro sagrado mais comum, com a capa preta e letras douradas pequenas, pode ser encontrado na internet por até R$ 20. Por outro lado, as bíblias personalizadas em versões mais luxuosas podem ter uma variação de preço entre R$ 300 e R$ 2.500.
No TikTok, uma influenciadora comprou o item e o utiliza como objeto decorativo por toda a sua estilização. A atitude dividiu a opinião dos seguidores sobre tratar-se de uma 'palavra de fé' ou um 'produto de ostentação'.
"Bíblia não serve para decoração, serve para ler e vivenciar a palavra de Deus. Se você lê e vivencia a palavra, ela pode ser de 10 reais", comentou uma internauta.
Também é comum ver nas redes sociais muitos perfis de lojas online que comercializam o produto. Além disso, para atrair os consumidores, empreendedoras expõem o livro com ornamentações diversas: com paetê, glitter, cantoneiras de ouro e até o nome do dono na capa. Uma página, por exemplo, divulgou a escritura em pérola artesanal no valor de R$ 399,90.
O item leva uma cordinha dourada, semelhante a uma bolsa, e foi apelidado por uma seguidora como 'bibolsa'. Dessa maneira, influenciadores desse nicho fazem até mesmo uma espécie de 'tour' por todos os livros personalizados que possuem.
A influenciadora Bruna Arguello, que conta com mais de 246 mil seguidores no TikTok, enfrentou críticas após mostrar sua coleção. "Essa aqui parece uma joia, não só uma bíblia", diz ela na gravação. "Achei lindíssima, mas as coisas de Deus são simples…", comentou uma seguidora. Outra disse: "O importante é ter a palavra, não o luxo em volta", apontou outra.
Por outro lado, alguns fãs demonstram simpatizar com a ideia. "Eu sei que o Senhor me dará condições de ter uma dessa", escreveu uma. "Quando eu tiver dinheiro haverá sinais", brincou outra.
O 'livro sagrado' é o best-seller da história. De acordo com apontamento da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), mais de 3,9 bilhões de exemplares já foram vendidos ao redor do mundo.
A confirmação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que autorizou a agência de inteligência CIA a conduzir "operações secretas" dentro da Venezuela pode ser um ponto de inflexão grande nas relações Estados Unidos-Venezuela — com Washington mostrando que está disposto a escalar a tensão a níveis inéditos.
Durante uma entrevista no Salão Oval da Casa Branca na quarta-feira (15), Trump reafirmou que os EUA "estão analisando operações em terra" para combater operações de narcotráfico com origem na Venezuela que, segundo ele, ameaçam a segurança nacional dos Estados Unidos.
Até agora, os EUA vêm realizando apenas operações marítimas contra embarcações próximas ao litoral da Venezuela.
Apesar do papel minoritário da Venezuela no tráfico de drogas com destino aos EUA, forças americanas afundaram pelo menos cinco barcos acusados de transportar drogas próximo à costa venezuelana nas últimas semanas, matando 27 pessoas. Especialistas em direitos humanos nomeados pela ONU criticaram as ações como "execuções extrajudiciais".
A declaração mais recente de Trump indica que o conflito pode entrar agora em uma fase "terrestre" — mas não deixa claro o que seria essa fase.
Já a ativista de oposição venezuelana, María Corina Machado — que vive escondida desde o ano passado e na semana passada ganhou o Prêmio Nobel da Paz —, afirmou neste mês que o conflito partia para uma "fase de resolução".
Fase de desestabilização

O governo americano não divulgou detalhes sobre que tipos de operações poderia estar planejando para a Venezuela.
O histórico de ações da agência na América Latina e no mundo inclui sabotagens, infiltrações e campanhas de desestabilização.
O que se sabe é que o governo americano vem aumentando a pressão ao crime organizado venezuelano — e até mesmo acusando o governo venezuelano de apoiar esses grupos.
Em fevereiro deste ano, o Departamento de Estado classificou a organização "Tren de Aragua" como grupo terrorista.
O governo Trump chegou a acusar o próprio Maduro de comandar a organização criminosa, embora documentos da própria inteligência americana obtidos pela Freedom of the Press Foundation diga que não há evidências disso.
Mas ainda não se sabe qual seria o alcance da ação da CIA na Venezuela. Será que uma ação da CIA autorizada por Trump poderia, por exemplo, levar ao assassinato de membros desse grupo? Ou até mesmo executar uma chamada "operação de bandeira falsa" — um ato hostil feito apenas para culpar Maduro e justificar uma operação militar?
Sabe-se que há décadas atrás, em outros momentos histórico, a CIA já cogitou atos semelhantes. Documentos americanos mostram que em 1962 a agência propôs orquestrar atos de terrorismo contra alvos americanos para culpar Cuba e justificar uma guerra — em uma operação conhecida como Northwoods, que nunca foi adiante.
Agora um passo importante parece ter sido dado para ações mais decisivas da CIA na Venezuela com o surpreendente anúncio de Trump na Casa Branca sobre operações secretas.
O ex-oficial da agência Mick Mulroy, que foi Subsecretário Adjunto de Defesa para o Oriente Médio no primeiro governo Trump, disse à BBC: "Para conduzir ações secretas, é necessária uma decisão presidencial da CIA autorizando-a especificamente, com ações específicas identificadas".
'Zona cinzenta'

Na Venezuela, os sinais que vêm da Casa Branca estão sendo recebidos com bastante alarme.
Há anos a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) vem se preparando para a possibilidade de alguma ação militar contra a Venezuela.
Desde 2019, eu pesquiso documentos estratégicos das forças armadas venezuelanas. E alguns deles dão pistas de como os militares venezuelanos estão atentos a sinais vindos de Washington.
Segundo os documentos, o "período de crise" que antecederia uma guerra é descrito como um lapso de várias semanas ou meses marcado por ações hostis, ciberataques, campanhas de desestabilização e até uma possível subversão armada e um bloqueio militar.
O intuito destas ações seria desestabilizar a Venezuela e iniciar o desgaste sistemático contra o governo de Caracas.
Diante disso, uma possível resposta militar venezuelana seria o começo da preparação da chamada Milícia Bolivariana — um ramo especial das forças armadas venezuelanas formado principalmente por civis, organizado para a defesa integral do país.
Os documentos venezuelanos que tratam de um cenário de conflito indicam que a fase seguinte —chamada de "primeira fase da guerra" — seria marcada por um aprofundamento das operações de desgaste sistemático e poderia incluir operações terrestres e ataques aéreos limitados.
O objetivo americano, de acordo com os cenários avaliados pelos militares venezuelanos, seria criar uma "zona cinzenta" — um momento em que ações estratégicas são tomadas em um espaço ambíguo entre guerra e paz.
Guerra assimétrica

A natureza híbrida deste cenário, muito mais centrado em operações militares não-convencionais que um enfrentamento bélico direto, explica por que a mobilização atual do governo venezuelano tem se centrado na chamada "mobilização popular".
Em um vídeo recente postado nas redes sociais oficiais, civis à paisana recebem treinamento em sistemas de armamentos antitanques caso tenham de "neutralizar sistemas de blindados", explica um oficial da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB).
Há relatos da distribuição de armas a civis comprometidos a defender a Venezuela de uma "guerra não declarada" por parte de Washington. Uma reportagem da BBC News Brasil do mês passado mostrou como é feito o treinamento de civis venezuelano para um possível conflito.
A atual doutrina militar venezuelana tem origens em 2002, quando os EUA apoiaram uma tentativa de golpe contra o ex-presidente Hugo Chávez.
Depois daquele episódio, por volta de 2004, o governo venezuelano começou a definir o que se tornaria a doutrina militar bolivariana atual — já reconhecendo sua total impossibilidade de vencer um inimigo muito mais potente.
Esta doutrina se inspira nas estratégias da chamada "guerra assimétrica" de várias partes do mundo, do Vietnã e Cuba até o Iraque e o Afeganistão. Nesta concepção maoista, aplicada e desenvolvida pelos revolucionários vietnamitas, a assimetria das forças em combate e a irregularidade das formações determinam as estratégias do campo de batalha.
Enquanto a guerra tradicional envolve o controle de posições, a guerra assimétrica aceita a perda de território em um primeiro momento a fim de armar a resistência e engajar o inimigo em uma guerra de desgaste a longo prazo.
O objetivo não é vencer com um golpe só, mas tornar a guerra insustentável para o inimigo, a exemplo dos conflitos contra forças americanas no Iraque e no Vietnã.
Para tanto, essa estratégia borra as fronteiras entre campo de batalha e sociedade, entre soldado e cidadão. A chamada "guerra popular" busca aproveitar o conhecimento dos cidadãos do seu próprio território e a motivação de defender a nação de uma invasão estrangeira.
O próprio Chávez traçou paralelos entre a guerra do Iraque e a experiência guerrilheira na América Latina, destacando-as como fontes de inspiração para a doutrina bolivariana.
"Quando vemos os gringos lá em Fallujah, destruindo aquela cidade, pensamos: se algo semelhante nos acontecesse, bem, teriam de nos caçar nas montanhas de Turimiquire, de Falcón, de Lara", disse Chávez em 2004. "Que nos procurem no Pico Bolívar, nas selvas da Guiana!"
O papel da Milícia Bolivariana

A encarnação dessa doutrina é a Milícia Bolivariana, criada oficialmente em 2008 a partir da expansão das forças de reserva militar nos anos anteriores.
A Milícia incorpora a população civil em tarefas de mobilização revolucionária e defesa nacional, valendo-se de um princípio contido na Constituição de 1999 sobre a "corresponsabilidade" de civis e militares pela defesa nacional.
De 1,6 milhão de membros em 2018, segundo números oficiais, passou a 5,5 milhões em 2024.
Em agosto de 2025, o governo anunciou que a meta é mobilizar um total de 8,5 milhões de cidadãos, embora o número de tropas prontas para combate fique provavelmente nas dezenas de milhares.
Mas o objetivo desta força não é duplicar o poder convencional das Forças Armadas, e sim oferecer capilaridade ao sistema de defesa territorial, aproveitando o conhecimento geográfico detalhado das comunidades para reforçar a resistência a nível hiperlocal.
Na eventualidade de um conflito, é provável que uma grande parte dos milicianos e milicianas, em vez de pegar em armas, se dedicasse ao que o governo chama de "inteligência popular", buscando evitar, por exemplo, uma explosão de protestos sociais na periferia.
Isto não elimina o papel da defesa convencional militar na estratégia de defesa da Venezuela.
Porém, contando com um contingente de apenas cerca de 150 mil tropas – cerca de 80 mil no Exército e o resto distribuído entre Marinha, Força Aérea e Guarda Civil –, a FANB tem plena consciência do seu poder de fogo frente aos quase 1 milhão que servem os EUA.
Grande parte da renovação e modernização dos equipamentos empreendida por Chávez nos anos 2006 a 2008, aproveitando os altos preços do petróleo, se dedicou à compra de armamentos defensivos, como armamentos antitanques e misseis antiaéreos portáteis, de parceiros como Rússia, China e Irã.
Mas a crise econômica recente impediu novas rodadas de modernização. O relatório Military Balance, do International Institute for Strategic Studies, afirma que "as dificuldades económicas contínuas e as sanções limitaram a capacidade da Venezuela de adquirir novas tecnologias de defesa" e destaca que "o seu relacionamento no campo da defesa com Irã" se aprofundou sob Maduro.
Incertezas
Enquanto o sinal de alerta preocupa as autoridades em Caracas, a grande interrogação são os próximos passos dos EUA.
Sem tropas regulares cruzando fronteiras, o envolvimento da CIA adiciona flexibilidade, imprevisibilidade e opacidade à campanha americana.
Do lado venezuelano, a questão é como reagiriam os cidadãos e as forças do Estado diante de cenários como uma agressão ou até operação de bandeira falsa ou derrubada de Maduro?
Mesmo partindo do princípio de que a elite do regime, que inclui Maduro, o ministro do Interior, Diosdado Cabello, e o ministro da Defesa, General Padrino López, permaneceria a FANB unitária?
Poderia uma estratégia de "guerra popular" conter possíveis pressões, dentro da sociedade venezuelana, por uma mudança de regime?
O governo de Maduro conseguiu sobreviver ao primeiro mandato Trump, quando foi alvo de sanções draconianas ao setor petroleiro e de uma crise econômica com um dos maiores índices de hiperinflação do mundo.
Em seu segundo mandato, Trump tem demonstrado que está mais determinado a derrubar seu rival venezuelano, e a inclusão da CIA na estratégia pode indicar que agora terá mais ferramentas, e mais flexíveis, para alcançar esse objetivo.
Pablo Uchoa é especialista em Venezuela e doutorando no UCL Institute of the Americas em Londres. Jornalista, ex-correspondente em Washington e autor do livro "Venezuela: A Encruzilhada de Hugo Chávez", escreve regularmente para veículos internacionais, como a BBC, Janes Intelligence Review, The Conversation e NACLA Report on the Americas.
Olhando de perto, o iPhone 16 e o iPhone 17 são muito parecidos.
Mesmo posicionamento das câmeras na traseira, dos botões, do acabamento em vidro e... parou por aí.
O iPhone 17, recém-lançado no Brasil, representa um dos maiores saltos da Apple na comparação com as gerações anteriores.
O iPhone 16, lançado no ano passado, ainda tem a vantagem de oferecer um preço menor. Nas lojas da internet consultadas no meio de outubro, o iPhone 16 custava na faixa dos R$ 5 mil.
O iPhone 17 saía por volta de R$ 8 mil.
Para ajudar na escolha, o Guia de Compras testou e comparou os dois modelos.
A Apple vende ainda o iPhone 16e (na faixa dos R$ 4 mil) e outros três iPhones mais caros e com mais recursos (o novo Air e os 17 Pro/Pro Max), com preços a partir de R$ 10.500.
Veja a seguir os resultados e, ao final, a conclusão e como foram feitos os testes.
Design e especificações
Apesar da semelhança externa, o iPhone 17 evoluiu bastante na comparação com o iPhone 16.
✅ A tela aumentou de 6,1 para 6,3 polegadas.

📺 A taxa de atualização do display passou de 60 Hz para 120 Hz.
Isso significa quantas vezes a tela “pisca” para trocar uma imagem e, quanto maior, mais rápido aparece a informação para quem está usando o aparelho.
E é um diferencial na hora de ver vídeos e jogar. É uma funcionalidade que os fabricantes de celulares com sistema Android já oferecem há alguns anos.
Além disso, a tela está mais brilhante no iPhone 17. Esse aumento de brilho é perceptível colocando os dois aparelhos ao lado com letras brancas em fundo escuro. Veja abaixo.

📦 O armazenamento do modelo mais em conta cresceu de 128 GB para 256 GB.
🔋A capacidade da bateria aumentou (leia mais sobre isso adiante).
🤳A câmera grande angular na traseira passou de 12 megapixels para 48 megapixels. A de selfies, de 12 para 18 megapixels.

Ambos têm estrutura em alumínio com proteção com “Ceramic Shield” na frente. O iPhone 17 utiliza a segunda geração desse vidro especial, que promete uma resistência maior contra arranhões.

Por conta da tela maior, o peso e as dimensões também mudaram um pouco: o iPhone 17 pesa 177 gramas e mede 149,6 x 71,5 x 8 mm – 0,1 mm mais fino que o modelo de 2024.
O iPhone 16, 170 gramas e mede 147,6 x 71,6 x 7,8 mm.
O iPhone 16 está disponível nas cores ultramarino, verde-acinzentado, rosa, branco e preto.
Já o iPhone 17 vem nas cores lavanda, sálvia, azul-névoa, branco e preto.
Ambos rodam o iOS 26, a versão mais recente do sistema operacional da Apple, e são compatíveis com a Apple Intelligence, inteligência artificial da fabricante.
Desempenho e bateria
A mudança do chip A18 (no iPhone 16) para o A19 (no iPhone 17) traz um aumento nos resultados dos testes de desempenho, sempre a favor do iPhone 17.
Nos testes de vídeo (que avalia games e reprodução de vídeos), o iPhone 17 deu um grande salto, com ganhos de até 35% na comparação entre os dois modelos – é possível jogar sem perder detalhes, de forma mais fluida.
Ambos rodaram muito bem os aplicativos e não travaram durante o uso.
Mas o que muda mesmo é a duração de bateria. Desde o iPhone 15 (veja o teste), a Apple vem aprimorando o gerenciamento de energia.
Após 13h30 de uso, a bateria do iPhone 16 chegou a 30% de carga restante.
Depois de 12 horas de uso, a bateria do iPhone 17 chegou a 49% de carga restante.
Câmeras
A principal mudança nas câmeras do iPhone 16 para o 17 é na lente frontal.
Tirar selfies ficou mais divertido, já que a Apple adotou um sensor quadrado (e não retangular) para a câmera frontal de 18 megapixels.
Esse recurso está presente nos iPhones mais recentes, como o Air e a linha 17 Pro.
Desse modo, é possível fazer fotos na vertical, como é o padrão, e na horizontal sem precisar mudar a posição do celular. Dá para fazer automaticamente conforme entram mais pessoas na cena, ou só tocar na tela.
Além disso, o ajuste de zoom é feito de forma automática com o recurso Center Stage, que foca no rosto do fotógrafo e aproxima/afasta sozinho dependendo da cena.
Na qualidade da imagem na comparação com as selfies de 12 megapixels do iPhone 16, não há muita diferença.
Conclusão
O iPhone 17 representa uma grande evolução na linha, que se mantinha quase igual desde o iPhone 14. Todo ano a Apple mudava uma ou outra coisa, agora é um smartphone bastante interessante.
Se você tem os iPhones mais antigos e já fora de linha (11, 12, 13, 14 ou 15), compensa bastante seguir para o iPhone 17.
Agora, se você continua no iPhone 15 ou 16, as mudanças são grandes, mas não justificam a troca pelo preço do 17 agora.
Onde entra o iPhone 16e nessa lista?
O iPhone 16e é o celular mais básico da marca, por algumas razões: possui apenas uma câmera traseira – contra duas do iPhone 17 –, uma bateria maior e alguns recursos de sistema a menos.
O fator de interesse nele é o preço: já dava para encontrá-lo na faixa de R$ 3.800 a R$ 4.000 no meio de outubro nas lojas da internet. São valores menores que um iPhone 14, por exemplo.
Vale também para quem quiser testar a Apple Intelligence, a inteligência artificial da fabricante, que não funciona nos modelos iPhone 15 (somente nos 15 Pro/Pro Max) nem nos mais antigos.
Como foram feitos os testes
Para os testes de desempenho, foram utilizados três aplicativos: PC Mark e 3D Mark, da UL Laboratories, e o GeekBench 6, da Primate Labs. Eles simulam tarefas cotidianas dos smartphones, como processamento de imagens, edição de textos, duração de bateria e navegação na web, entre outros.
Esses testes rodam em várias plataformas – como Android, iOS, Windows e macOS – e permitem comparar o desempenho entre elas, criando um padrão para essa comparação.
Para os testes de bateria, as telas dos smartphones foram calibradas para 70% de brilho, para poder rodar o PC Mark. Isso nem sempre é possível, já que nem todos os aparelhos permitem esse ajuste fino.
A bateria foi carregada a 100% e o teste rodou por horas até chegar ao final da carga. Ao atingir 20% ou menos de carga, o teste é interrompido e mostra o quanto aquele smartphone pode ter de duração de bateria, em horas/minutos.
A prefeita Tia Júlia, acompanhada de sua equipe, realizou uma série de visitas técnicas a terrenos localizados em diferentes pontos do município. O objetivo é avaliar áreas com potencial para a ampliação e construção de novos espaços destinados aos cemitérios públicos, com o propósito de garantir melhores condições de sepultamento e atendimento à população.
A medida atende a uma demanda crescente da população e faz parte do planejamento urbano da gestão municipal, que busca soluções sustentáveis e humanizadas para a infraestrutura da cidade. A expansão dos cemitérios é considerada uma necessidade urgente, especialmente diante do crescimento populacional e da limitação de espaço nas unidades já existentes.
De acordo com a prefeita Tia Júlia, o trabalho será feito com responsabilidade e sensibilidade.
“Estamos planejando essa expansão com muito cuidado, pensando no bem-estar das famílias e no respeito à memória de quem já partiu. A nossa missão é garantir um espaço digno e organizado, que traga conforto e acolhimento aos palmeirenses”, destacou a prefeita.
Um adolescente de 16 anos se entregou à polícia após esfaquear um treinador de uma escolinha de futebol em Maceió. O menor denunciou que foi vítima de tentativa de estupro e, por isso, agiu com os golpes de faca contra o homem. O caso aconteceu na noite da última terça-feira (14), no Conjunto Village Campestre, no bairro Cidade Universitária, e está sob investigação da Polícia Civil alagoana.
Em depoimento, logo após se apresentar na delegacia, o jovem relatou que foi assediado depois de ser convidado a ir até a casa do treinador. O adolescente contou que, logo na entrada da residência, foi abraçado, e posteriormente, recebeu a promessa de que jogaria em clubes grandes do país. Nesse último momento, o menor afirmou que foi beijado pelo homem.
Em seguida, ainda conforme a versão do jovem, o treinador tentou levá-lo ao quarto, instante em que teria acontecido a reação e os golpes de faca. O adolescente disse que o homem ainda tentou entrar em luta corporal, mas recebeu outra facada. O estado de saúde do professor não foi revelado. Veja o relato:

Outras vítimas
Ainda de acordo com a denúncia, o treinador teria admitido que já fez o mesmo com outros jovens. E um colega do adolescente confirmou essa versão, de que outros meninos também já foram assediados pelo mesmo homem.
“Isso aí já aconteceu com diversos atletas do time. Comigo também, eu treinava nesse time até então, ia junto para os treinos. Ele já tentou diversas vezes assediar diversos atletas que a gente conhece, não só eles como eu e o ... também”, explicou.
A advogada Alessandra Alícia Calheiros, que defende o menor, revelou que além das denúncias, o professor já tem passagens pela polícia pelo crime de assédio contra menores. Além disso, ela classificou a atitude do menino como legítima defesa.
O caso segue sob sigilo das autoridades por envolver menores de idade. A investigação continua e a Polícia Civil poderá divulgar mais informações em breve.
Um antigo poço de água no leste da Croácia revelou um dos capítulos mais sombrios da história romana. Durante escavações arqueológicas em Osijek, onde outrora estava a cidade de Mursa, pesquisadores encontraram sete esqueletos de homens adultos, jogados sem cerimônia a cerca de três metros de profundidade. Análises do material indicam que eles eram soldados romanos mortos em combate.
Técnicas de arqueologia, antropologia física, análise isotópica, genética e estudo de traumas ósseos possibilitaram associar os achados à Batalha de Mursa, travada em 260 d.C., quando o Império Romano enfrentava um dos períodos mais turbulentos de sua existência. As observações renderam a publicação de um artigo na revista PLOS ONE nessa quarta-feira (15).
O poço, identificado como “SU 233/234”, foi encontrado em 2011 durante as obras de uma nova biblioteca universitária em Osijek. Na época, a equipe arqueológica percebeu que o antigo reservatório havia sido reutilizado como sepultura improvisada.
Esses esqueletos estavam completos, mas foram depositados em posições irregulares. Alguns encontravam-se de cabeça para baixo, outros sobrepostos, por exemplo. Era quase como se eles tivessem sido atirados às pressas logo após a morte. Veja galeria de fotos:

Ferimentos brutais e sinais de vida militar
A datação por radiocarbono e uma moeda encontrada entre os ossos — cunhada em 251 d.C. — situam o evento na segunda metade do século III, coincidindo com a Crise do Terceiro Século (235–284 d.C.). O período foi marcado por guerras civis, fragmentação política e invasões bárbaras que quase destruíram o Império Romano.
A análise antropológica revelou que todos os indivíduos eram homens adultos. Quatro deles jovens, entre 18 e 35 anos, e três de meia-idade, com 36 a 50 anos. Os esqueletos mostravam uma robustez física incomum, além de marcas de esforço repetitivo em membros e coluna, típicas de pessoas submetidas a intenso treinamento físico, como soldados.

Três dos sete apresentavam traumas evidentes. Um deles (identificado como SK 4) tinha um ferimento perfurante no esterno, possivelmente causado por uma lança ou flecha, além de um corte profundo no úmero e uma fratura dentária. Outro (SK 5) mostrava uma perfuração no quadril, compatível com um ataque pelas costas.
Essas lesões perimortem (isso é, infligidas pouco antes da morte) indicam combate corpo a corpo e violência deliberada. Além das feridas, todos exibiam sinais de infecção pulmonar ativa no momento da morte, identificados por camadas de novo osso formadas nas costelas. Segundo os pesquisadores, tais evidências apontam para possíveis quadros de doenças respiratórias, condições relativamente comuns em soldados que viviam sob condições severas de campanha.
Um exército multicultural
A análise genética trouxe uma revelação surpreendente: os indivíduos não tinham ligação com a população local da Idade do Ferro. Pelo contrário, exibiam origens diversas. Um tinha raízes do norte da Europa, outro da região do Mar Negro, um com traços do Mediterrâneo oriental e outro de ascendência centro-europeia.
Essa diversidade genética reflete a composição heterogênea dos exércitos romanos tardios, que incorporavam povos sármatas, gauleses, saxões e outros grupos estrangeiros. A revista La Brújula Verde destaca que essa multiplicidade é coerente com o recrutamento massivo e multicultural do Império, que dependia de soldados de fronteiras distantes para manter sua máquina militar em funcionamento.
Tanto a localização da vala comum quanto a cronologia dos achados coincidem com a Batalha de Mursa, travada entre o imperador Galiano e o general Ingênuo, um usurpador que tentou tomar o trono. Fontes antigas relatam que, após vencer o confronto, Galiano ordenou execuções sumárias contra os sobreviventes do exército rebelde. Dessa forma, os pesquisadores acreditam que os sete homens do poço de Osijek podem ter sido seguidores de Ingênuo, mortos e descartados após a derrota.
“A composição do grupo — homens em idade militar, com ferimentos de batalha e sepultamento apressado — é quase idêntica à observada em valas comuns de conflitos históricos”, avalia Mario Novak, bioarqueólogo do Instituto de Pesquisa Antropológica em Zagreb e coautor do artigo, em entrevista à Live Science.
Um homem foi preso suspeito de agredir a companheira após ela negar dar dinheiro a ele nessa quinta-feira (16), no bairro do Bom Parto, em Maceió. A vítima ficou com marcas de agressão no rosto e as mostrou aos militares que chegaram ao local.
Em relato, a mulher disse que o suspeito chegou em casa sob efeito de entorpecentes e exigiu uma quantia em dinheiro para comprar mais drogas. Com a negativa, ele a agrediu e passou também a danificar objetos da casa.
O homem foi encaminhado para a Central de Flagrantes, onde foi autuado e preso pelo crime de violência doméstica.
O consumo excessivo de alimentos ultraprocessados pode trazer mais malefícios ao organismo do que prazer momentâneo. Esses produtos sobrecarregam o corpo e prejudicam o funcionamento do metabolismo, favorecendo o surgimento de doenças crônicas. Por isso, escolher conscientemente o que colocar no prato é essencial para preservar a saúde, garantir energia e manter o equilíbrio a longo prazo.
Segundo a nutricionista Jessica Felipe, professora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, produtos ultraprocessados como macarrão instantâneo, salsicha, hambúrguer industrializado, refrigerante e embutidos apresentam uma combinação prejudicial de sódio, gorduras saturadas, açúcares e aditivos químicos.
“O consumo frequente desses alimentos aumenta o risco de obesidade, diabetes, hipertensão, alterações hormonais e inflamação crônica, além de prejudicar a microbiota intestinal, que é essencial para a saúde imunológica e metabólica do corpo”, alerta.
Abaixo, a nutricionista explica como o consumo excessivo de certos alimentos podem prejudicar a saúde. Confira!
O macarrão instantâneo contém grande quantidade de sódio e conservantes que, em excesso, podem sobrecarregar os rins e aumentar a pressão arterial.
As salsichas e outros alimentos embutidos têm nitritos e nitratos, que no organismo podem se transformar em compostos potencialmente cancerígenos, aumentando o risco de câncer colorretal e outras doenças.
Hambúrgueres industrializados combinam calorias excessivas, gorduras saturadas e aditivos químicos, favorecendo obesidade, resistência à insulina e doenças cardiovasculares.

Refrigerantes e bebidas açucaradas são ricos em açúcares simples, que elevam rapidamente a glicemia, estimulam inflamação e podem levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2 e ao aumento do risco de doenças metabólicas.
O consumo frequente e em excesso de churrasco também não é benéfico para a saúde. “Embora culturalmente popular, o preparo da carne em altas temperaturas ou sobre brasas diretas gera compostos cancerígenos, como hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (HAPs) e aminas heterocíclicas (AHCs). Esses compostos aumentam o risco de câncer de cólon, pâncreas, próstata e, quando consumidos em excesso, podem causar inflamação sistêmica e acelerar processos de envelhecimento celular”, explica a professora de Nutrição.
Jessica Felipe ressalta que o efeito desses alimentos não se limita ao excesso calórico. Também interferem no equilíbrio metabólico e hormonal do corpo, prejudicam a microbiota intestinal, aumentam marcadores inflamatórios e podem gerar resistência à insulina, contribuindo para alterações no metabolismo lipídico e aumento do risco de doenças crônicas.
Por isso, ela recomenda substituir esses itens por alimentos frescos e minimamente processados, como frutas, vegetais, leguminosas, cereais integrais, ovos, carnes magras e alimentos fermentados, que fornecem fibras, vitaminas e minerais essenciais para o funcionamento saudável do organismo.
