
Moradores da região da Ilha de Santa Rita, em Marechal Deodoro, Região Metropolitana de Maceió, fecharam a rodovia AL-101 Sul em um protesto por conta da falta de água, na manhã desta quinta-feira, 23.
Os manifestantes fizeram uma fila de pneus e galhos no meio da pista e atearam fogo no material, deixando o trânsito intenso. A Polícia Militar de Alagoas negociou e conseguiu liberar parcialmente a rodovia, que antes estava totalmente interditada nos dois sentidos.
Veja um vídeo do local:
O Corpo de Bombeiros foi acionado ao local para apagar as chamas e limpar os resquícios da via. A pista deve ser liberada em alguns minutos. Os moradores usaram o protesto para chamar atenção da imprensa para o problema que acontece em duas ruas, Ramon Lima e Boa Sorte, há 30 dias.
“Deram um prazo de 48h para a gente e nada. Nós fizemos um protocolo na empresa, mas não tivemos retorno. Imagine você ficar um mês sem água. Nunca tinha acontecido isso antes. E a conta chegou. Queremos respostas”, relatou uma das lideranças do movimento, Maria Josilene Lopes, mais conhecida como Lini.
Os manifestantes agora seguem para a sede da BRK Ambiental.
O TNH1 entrou em contato com a BRK, responsável pelo fornecimento de água no estado, que informou que está investigando o caso. Leia na íntegra a seguir:
A BRK informa que as equipes operacionais da empresa já estavam investigando as causas do desabastecimento registrado na região, uma vez que, em sistema, todas as estruturas estavam operando.
Na manhã desta quarta-feira (23), foi identificado que o problema era pontual, afetando duas ruas específicas do bairro Santa Rita, devido ao capeamento de algumas tubulações. Diante disso, equipes da empresa estão sendo direcionadas ao local, de forma emergencial, para realizar os trabalhos de reparo.
A Secretaria Municipal de Saúde de Palmeira dos Índios (SMS), por meio da Vigilância Sanitária Municipal (VISA), informa que a Campanha de Vacinação Antirrábica foi prorrogada no município até o dia 30 de outubro.
Além de algumas equipes volantes pela zona rural, a VISA está todos os dias com uma equipe na sede da SMS. Aqueles que ainda não vacinaram seus cães e gatos podem procurar o setor, de segunda a sexta, das 8h às 12h.
Um grupo suspeito de aplicar golpes de falsos financiamentos em imóveis foi alvo da Operação Contrato Cego, na manhã desta quinta-feira (23), realizada pela Polícia Civil. Estão sendo cumpridos oito mandados busca e apreensão nos bairros da Jatiúca, Farol, Serraria, Santa Lúcia e Benedito Bentes, todos na capital alagoana. Duas pessoas foram presas.
As investigações da Polícia Civil verificaram que os suspeitos induziram as vítimas a assinar contratos de consórcio disfarçados de financiamentos imobiliários, mediante pagamento de entrada e promessa de entrega imediata do imóvel.
A omissão de informações essenciais convencia as pessoas a fecharem os contratos, caracterizando os crimes de estelionato, previsto no Art. 171 do Código Penal, que prevê como crime obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento. Veja o cumprimento dos mandados:
A Operação
A ação foi coordenada pelos delegados Dalberth Pinheiro e Michelly Santos, da Delegacia de Estelionatos da Polícia Civil. Já o efetivo utilizado na operação conta com policiais civis da Delegacia de Estelionatos, Diretoria de Polícia Judiciária 1 (DPJ1), Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE).
Além do Setor de Planejamento Operacional, Delegacia Especializada de Roubos da Capital (DERC), Operação Policial Litorânea Integrada (OPLIT), 10° Distrito Policial (10°DP) e Departamento Estadual de Aviação (DEA).
A expressão do nome "Contrato Cego" simboliza a cegueira induzida no momento da contratação, onde o engano era parte estruturante do golpe.
A Justiça de Alagoas, por meio da 4ª Vara de Palmeira dos Índios, revogou, nessa quarta-feira (22), a prisão preventiva de Florival Lopes da Costa, pai da menina Maria Catarina Simões da Costa, de 10 anos, encontrada morta por enforcamento em um estábulo na zona rural de Palmeira dos Índios, no dia 8 de julho de 2024.
Segundo o laudo pericial, a morte da criança foi provocada por ela mesma, caracterizando suicídio. No entanto, em dezembro de 2024, Florival teve a prisão decretada após o Ministério Público de Alagoas (MP/AL) oferecer denúncia, acusando-o de castigos severos e violência física e psicológica contra a filha.
Já na decisão mais recente, o Judiciário entendeu que não existem, neste momento, indícios suficientes de autoria que justifiquem a manutenção da prisão preventiva.
Com isso, o pai foi colocado em liberdade, mas deverá cumprir medidas cautelares estabelecidas pela juíza responsável pelo caso.
Entre as determinações impostas estão:
A decisão judicial também advertiu Florival de que o descumprimento de qualquer uma das medidas poderá resultar na nova decretação da prisão preventiva.
ENTENDA O CASO
Maria Catarina foi encontrada enforcada no estábulo da propriedade da família, em área rural de Palmeira dos Índios, no Agreste de Alagoas. A menina chegou a ser socorrida e levada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, mas não resistiu.
O Ministério Público de Alagoas apresentou denúncia contra o pai, apontando que ele agredia e repreendia a filha com frequência, especialmente após um acidente envolvendo o irmão mais novo, de 5 anos.
À época, o promotor de Justiça Luiz Alberto afirmou que, “em decorrência do sofrimento e dos maus-tratos, a criança não suportou e foi induzida ao suicídio”.
Com a decisão de revogação da prisão, o processo segue em andamento, e Florival responderá em liberdade, sob monitoramento eletrônico.
Os brasileiros têm apenas até esta quarta-feira (22) para aproveitar a oportunidade de solicitar a cidadania espanhola com base na Lei de Memória Democrática, popularmente conhecida como a “Lei dos Netos”. A legislação, que permite que filhos, netos e, por “efeito cascata”, até bisnetos e trinetos de cidadãos espanhóis obtenham sua cidadania sem precisar sair do Brasil, encerra seu período de vigência.
Sancionada em 2022 com duração inicial de dois anos e posteriormente prorrogada por mais um, a Lei dos Netos simplificou significativamente o processo para descendentes de espanhóis. Ela originalmente abarcava filhos e netos, mas a prática tem permitido que bisnetos e trinetos também consigam o reconhecimento. Isso ocorre quando um de seus pais ou avós tem a cidadania reconhecida, tornando o bisneto “filho” ou “neto” de espanhol para fins da lei.
Devido ao longo tempo de análise dos pedidos pelos consulados, que pode levar de dois a três anos, os bisnetos não precisam esperar a finalização do processo de seus antecessores. Basta anexar o número de protocolo do pedido de um pai ou avô para dar entrada na solicitação, que ficará condicionada ao reconhecimento do antecessor. A lei também beneficia filhos e filhas de mulheres espanholas que perderam a nacionalidade ao se casarem com estrangeiros antes da Constituição de 1978. Além disso, eliminou a exigência de comprovar vínculos culturais ou conhecimento da língua espanhola e permitiu que descendentes maiores de idade reavejam a cidadania, algo que antes não era permitido.
Quem pode adquirir a nacionalidade espanhola pela Lei da Memória Democrática?
Como Solicitar?
O processo envolve, inicialmente, a localização da certidão de nascimento do ascendente espanhol, o que pode ser feito por meio de sites de pesquisa genealógica ou contato direto com o registro civil ou igreja da cidade de origem na Espanha. Este é frequentemente o passo mais trabalhoso. Com o documento espanhol em mãos, é preciso reunir documentos pessoais, certidões da linhagem de descendentes (solicitadas em cartórios brasileiros) e formulários preenchidos, levando tudo ao consulado espanhol no Brasil para agendamento.
Como fica após 22 de Outubro?
Com o fim da Lei da Memória Democrática, as regras gerais do Código Civil espanhol voltam a valer. Isso significa que apenas filhos de espanhóis de origem continuarão a ter direito automático à cidadania. Netos e bisnetos terão critérios mais rigorosos, como a necessidade de comprovar residência legal na Espanha por um período determinado. Outros caminhos para a cidadania, como a Lei de Nacionalidade Tradicional (que abarca netos apenas até os 21 anos) e a cidadania por residência legal (com vantagem para brasileiros após dois anos, ou um ano em caso de casamento ou vínculo direto com ascendentes espanhóis), continuarão disponíveis.
De acordo com as autoridades francesas, o valor das joias roubadas no Museu do Louvre, em Paris, no último domingo (20/10), gira em torno de € 88 milhões, o equivalente a cerca de R$ 550,2 milhões. Já o valor histórico das peças é incalculável, segundo a promotora de Paris, Laure Beccuau.
As peças foram roubadas por criminosos disfarçados de funcionários, em plena luz do dia, com a ajuda de guindastes e motosserras. Vídeos divulgados pela polícia francesa mostram o momento em que os bandidos forçam a vitrine da Galeria Apollo, onde as joias da coleção de Napoleão III estavam guardadas, pegam as peças e fogem.
Coroa com safiras e quase 2.000 diamantes e colar com oito safiras do Sri Lanka e mais de 600 diamantes da rainha consorte Maria Amélia (a foto também exibe brincos e um broche, mas as peças não foram levadas);
Colar e brincos da imperadora Maria Luisa, segunda esposa de Napoleão Bonaparte, com 32 esmeraldas e 1.138 diamantes;
Broche com 2.634 diamantes da imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III. A peça foi adquirida só em 2008 pelo Louvre por 6,72 milhões de euros (cerca de R$ 42,2 milhões);
Coroa da imperatriz Eugênia, que foi recuperada horas depois do roubo danificada em uma rua de Paris, segundo a polícia;
Não roubado: o item mais caro da galeria Apollo, onde houve o roubo, um diamante de 140 quilates avaliado em US$ 60 milhões (cerca de R$ 377 milhões), não foi levado pelos ladrões.
Em 1911, a França passou por um episódio parecido, com o roubo do quadro Mona Lisa, o mais famoso do mundo. No caso da pintura, a obra foi recuperada depois. Já no caso das joias roubadas no último domingo, a polícia francesa teme que elas desapareçam de vez, caso não sejam encontradas nas próximas horas.
Forças de segurança da França acreditam se tratar de uma quadrilha especializada nesse tipo de crime, e não de amadores. Outra hipótese levantada é que o interesse esteja exclusivamente relacionado ao valor das pedras.
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Quando pensamos em um medicamento, é comum associarmos sua eficácia apenas ao princípio ativo, com os comprimidos, cápsulas ou drágeas como os únicos responsáveis para o tratamento funcionar. Porém, há outro componente essencial nesse conjunto: a embalagem. Responsável por proteger o remédio contra fatores externos, ela mantém a integridade da fórmula e contribui para que o produto chegue ao paciente com a mesma qualidade de quando foi fabricado.
Mesmo assim, ainda é comum algumas pessoas guardarem remédios fora da embalagem, seja para facilitar a organização, o transporte ou o uso no dia a dia. No entanto, essa prática pode comprometer a estabilidade do produto. “A embalagem é a primeira barreira de proteção do medicamento contra umidade, oxigênio e luz, fatores que afetam diretamente a eficácia do tratamento”, explica Giovanni Cameran, gerente técnico de embalagens farmacêuticas da ACG.
Luz, calor, umidade e oxigênio são inimigos silenciosos de muitos medicamentos. Esses agentes externos podem provocar reações químicas que alteram a composição das substâncias ativas. Por isso, cada detalhe da embalagem, do material às camadas de barreira, é desenvolvido com precisão.
Os blisters, por exemplo, popularmente chamados de “cartelas”, armazenam os comprimidos individualmente, evitando o contato com o ambiente externo, o que protege o conteúdo até o momento da administração e ainda facilita o controle das doses.
Entre os principais riscos de tirar os medicamentos das embalagens, estão:
“Muita gente utiliza organizadores semanais ou caixinhas para transportar os comprimidos, mas é importante lembrar que esses itens não oferecem a proteção necessária. O medicamento deve permanecer na embalagem original até o momento do consumo”, reforça Giovanni Cameran.
Já notou que nem todas as cartelas de medicamentos são iguais? Algumas são feitas apenas de plástico, por exemplo, enquanto outras podem ter uma camada metálica. Isso acontece porque cada formulação exige níveis diferentes de proteção. Os principais tipos de materiais utilizados hoje são:
“Cada estrutura é pensada para proteger o produto com o máximo de eficiência e garantir que o paciente receba o medicamento da forma ideal”, destaca o especialista.

Mesmo com toda a tecnologia empregada na fabricação das embalagens, o armazenamento inadequado por parte do usuário pode afetar o desempenho do medicamento. Veja o que você pode, ou não, fazer:
Pode:
Não pode:
Esses cuidados simples ajudam a garantir que o medicamento preserve sua função terapêutica do início ao fim do tratamento, pois a embalagem é um componente crítico de proteção, segurança e rastreabilidade.
“Por trás de cada cartela, existe uma engenharia pensada para proteger a saúde do paciente, uma combinação de pesquisa, tecnologia e responsabilidade. Por isso, cuidar da embalagem é cuidar também da eficácia do tratamento”, conclui Giovanni Cameran.
Esta semana será o melhor momento para assistir à chuva de meteoros Orionídeas que iluminará o céu em diversas partes do planeta. No Brasil, o fenômeno poderá ser visto de qualquer região. De acordo com o Observatório Nacional (ON), a chuva Orionídeas terá o pico de observação nas noites de terça-feira (21) para quarta-feira (22) e de quarta-feira para quinta-feira (23).
O melhor horário para observação é da meia-noite ao amanhecer. O Observatório classifica a visibilidade como “excelente” em todo o território.
De acordo com o astrônomo Marcelo De Cicco, a chuva terá característica de meteoros extremamente rápidos ─ que podem chegar a 66 quilômetros por hora ─, brilhantes e que deixam trilhas luminosas no céu. De Cicco coordena o Projeto Exoss, uma rede colaborativa que estuda meteoros e é apoiada pelo Observatório Nacional.
O nome Orionídeas é referência à constelação de Órion, de onde os meteoros parecem “nascer” perto da estrela Betelgeuse. A constelação leva o nome do mito grego de Órion, um gigante caçador. É uma das constelações mais conhecidas e facilmente identificável no céu noturno: seu centro é marcado por três estrelas brilhantes, as Três Marias. No entanto, os meteoros podem surgir em qualquer parte do céu.
“O radiante em Órion é visível de norte a sul, com leve vantagem nas regiões Norte e Nordeste, onde ele sobe mais alto. Mesmo no Sul, é um show garantido”, divulga o Exoss.
Como acompanhar a chuva de meteoros
O pico de visualização da Orionídeas coincide com a Lua Nova, apenas 2% iluminada e se pondo cedo. Isso faz com que o céu fique escuro a noite toda, facilitando a observação. No momento mais movimentado, sob condições ideais, os observadores esperam ver de 15 a 20 meteoros por hora. De acordo com o Observatório, não é preciso equipamento especial nem conhecimento específico para acompanhar o fenômeno.
“Recomenda-se que o observador procure um local escuro, se possível afastado das grandes cidades, para evitar a poluição luminosa. Além disso, deve-se apagar as luzes em volta”, orienta. Outro fator imprescindível é que o tempo esteja bom.
A Nasa, agência espacial americana, acrescenta que, em menos de 30 minutos no escuro, os olhos se adaptam e facilitam a observação. “Seja paciente, a tempestade dura até amanhecer, tem muito tempo para captar”, afirma.
O que são chuvas de meteoros?
As chuvas de meteoros são vestígios da passagem de cometas, que deixam detritos (meteoroides) à deriva no espaço. O brilho assistido da Terra é quando essas rochas entram em altíssima velocidade na atmosfera terrestre e se desintegram.
Ao enfrentar a resistência do ar, o meteoroide sofre a ablação (queima), o que forma um rastro brilhante. Quando são muitos, formam uma chuva.
Isso acontece quando o planeta passa por uma dessas zonas de detrito. No caso da Orionídeas, os detritos são originários do cometa Halley, que circula pelo sistema solar e passa a cada 75-76 anos pela Terra.
A passagem do Halley provoca duas chuvas de meteoro: uma no segundo semestre, de 2 de outubro a 12 de novembro ─ quando a Terra atravessa a parte mais densa e empoeirada desses detritos ─ e outra, em maio (Eta Aquariids).
Rápidos e brilhantes
Os meteoroides são geralmente pequenos, desde partículas de poeira até pedregulhos. Eles quase sempre são pequenos o suficiente para queimar rapidamente na atmosfera.
De acordo com a agência espacial americana, a Nasa, além das trilhas que duram de segundos a minutos, os meteoros mais rápidos podem criar o efeito de “bola de fogo”.
Quando um fragmento de rocha espacial resiste à entrada na Terra e chega à superfície, passa a ser chamado meteorito.
Estudo
Além de um show para os amantes da observação do espaço, chuvas de meteoros têm utilidade científica. O Observatório explica que o estudo das chuvas de meteoros permite estimar a quantidade e período de maior penetração de detritos na Terra.
“A partir disso, as missões espaciais e centros de controle de satélites podem elaborar meios de proteção de suas naves e equipamentos”.
Outra linha de pesquisa tem relação com o estudo da formação do Sistema Solar. Por meio da análise das propriedades dos meteoros, pode-se aferir as características dos cometas.
Halley
De acordo com a Nasa, a última vez que o Halley foi observado a partir da Terra foi em 1986. O cometa foi descoberto em 1705 por Edmond Halley. Ele tem dimensões de 16 x 8 x 8 quilômetros e é um dos objetos mais escuros — ou menos refletivos — do Sistema Solar, com um albedo de 0,03, isto é, reflete apenas 3% da luz solar que recebe.
A escocesa Kira Cousins, de 22 anos, enganou seus familiares e amigos afirmando estar grávida. A farsa foi bem feita, com direito a fotos de exames, chá revelação e até imagens da recém-nascida. A criança, no entanto, era nada mais nada menos que… um bebê reborn.
Em 10 de outubro, Kira anunciou o nascimento de Bonnie-Leigh Joyce. Além de usar uma prótese na barriga durante a “gravidez”, a jovem postou imagens de ultrassom e até um vídeo da “bebê” chutando sua barriga.
Dentre os presentes que ganhou, está um carrinho de bebê e uma cadeirinha de carro para a suposta criança. Segundo o Daily Record, a mãe de Kira foi responsável por denunciar a farsa, após encontrar o boneco em seu quarto.
Descoberta pela familiar, ela chegou a dizer ao pai do bebê que seu filho “havia morrido”.
O que diz Kira?
Em suas redes sociais, Kira admitiu a farsa e se desculpou com os seguidores. “Eu falsifiquei exames, mensagens, uma história inteira de parto e agi como se a boneca fosse um bebê de verdade”, disse ela, ainda segundo o site local.
“Vocês não mereciam ser enganados daquele jeito. Nenhum de vocês merecia. Todos que vieram à revelação do sexo do meu filho, todas as pessoas que me deram presentes ou me apoiaram… eu estraguei tudo e magoei muita gente”, completou.
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Um homem de 30 anos foi preso por suspeita de ter atirado um bloco de concreto na entrada de um túnel no Complexo da Lagoinha, em Belo Horizonte, no último domingo (19), e atingir um carro que passava pelo local, ferindo uma passageira.
O objeto quebrou o teto solar do carro e acertou a cabeça de uma mulher de 39 anos.
A vítima foi encaminhada em estado grave ao hospital João 23 e terá que passar por uma série de cirurgias de reconstrução facial, de acordo com o relato do marido dela à Polícia Militar.
Procurado, o hospital disse que não informa o estado de saúde de pacientes.
O homem foi preso na última segunda (20) em uma casa de acolhimento em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte. Ele é morador de rua e, de acordo com a PM, tem uma série de ocorrências em sua ficha criminal, a maioria por furto.
A Polícia Civil afirmou que ele foi encaminhado à delegacia, onde teve a prisão em flagrante confirmada por suspeita de tentativa de homicídio. Ele ainda não constituiu defesa e aguarda por audiência de custódia.
De acordo com o boletim de ocorrência, uma testemunha relatou aos militares que viu o suspeito fazendo um movimento de gangorra e arremessando o bloco em direção à entrada do túnel Presidente Tancredo Neves.
Ela afirmou que o suspeito lançou o objeto de forma deliberada em direção aos veículos.
Em contato com os militares no momento da abordagem, Yuri afirmou em um primeiro momento que teria se envolvido em uma briga com outro morador de rua em uma praça que fica acima do túnel e que teria arremessado o bloco de concreto na direção dele.
Conforme o registro policial, o suspeito afirmou em momento posterior que arremessou o objeto após ter ingerido bebida alcoólica e disse não saber explicar o motivo da ação.
Ele ainda afirmou que procurou a casa de acolhimento porque sua internação já estava agendada e que não foi uma tentativa de evitar a prisão.
Olhando de cima, a diferença salta aos olhos. Onde antes se via uma faixa cinza cortando o tradicional bairro da Penha, na Zona Leste de São Paulo, hoje há um corredor verde.
Em duas décadas, a paisagem ao longo do Córrego Tiquatira foi radicalmente transformada: do mato ralo e do lixo acumulado, nasceu uma floresta urbana.
O Parque Linear Tiquatira, com mais de três quilômetros de extensão, é hoje uma das maiores áreas verdes contínuas em meio ao concreto da capital.
A mudança, porém, não foi obra do poder público nem resultado de um grande projeto ambiental. Ela começou com a decisão individual de um morador.
“Eu vi essa degradação se acentuando”, lembra o aposentado Hélio da Silva, de 74 anos, morador da região há mais de seis décadas.
“Num dia, em novembro de 2003, eu comentei com a minha esposa e com meus filhos que iria mudar tudo isso aqui em dez anos.”
A ideia, conta, foi recebida com espanto. “Eles ficaram preocupados, porque aqui era perigoso, cheio de assaltos. Me desestimularam”, diz. “Mas quando todo mundo me desestimulou, foi aí que decidi: agora é que eu vou pra frente.”
Foi o início de um trabalho silencioso que atravessou o tempo e o concreto.
A Lei Municipal nº 17.794/2022 permite o plantio de árvores em áreas públicas sem autorização prévia em São Paulo, mas exige comunicação à prefeitura e respeito ao Plano Municipal de Arborização Urbana. Em áreas particulares, o plantio é livre.
Aos fins de semana, Hélio saía de casa com adubo, mudas e uma enxada. Plantava uma, duas, dez árvores, voltava dias depois para regar e anotar tudo num fichário.
Até hoje, mantém um registro detalhado: local, data e espécie de cada uma das mais de 42 mil árvores plantadas ao longo do córrego.
Antes da urbanização, o Tiquatira era um curso d’água sinuoso, mas sem muitas árvores ao redor.
“Há 40 anos, o córrego era limpinho e serpenteado”, conta Hélio. “Tinha rã, tinha preá, tinha algumas caças aqui. Depois o homem veio e domou o rio.”
O “domar” de que ele fala foi a canalização, o processo que transformou o leito natural em um canal de concreto poluído, como tantos outros córregos paulistanos.
Logo, na década de 80, o espaço em volta virou avenida, e o verde desapareceu.
Em 2003, Hélio começou, então, a devolver à margem parte do que a cidade havia tomado.
Com o tempo, a paisagem mudou: as árvores cresceram, a sombra voltou, e com ela vieram pássaros, insetos e até pequenos mamíferos.
“O bonito é ver elas crescerem”, diz, sorrindo, ao caminhar entre as copas que agora se tocam sobre o córrego.
“Hoje é um refúgio, um lugar de paz. Antes, era medo e abandono.”
Um parque feito à mão
Nos primeiros anos, Hélio conta que o desafio era diário. As primeiras 200 mudas que plantou foram destruídas.
Depois vieram 400, que também foram arrancadas. “Aí eu disse: agora eu vou plantar cinco mil”.
E a persistência virou rotina. Aos poucos, a floresta cresceu. Hoje, as margens do Tiquatira abrigam 164 espécies da Mata Atlântica, entre elas ipê, jatobá, araribá, pau-brasil e araucária
Cerca de 3 mil são frutíferas, como jabuticaba, goiaba, cereja-do-rio-grande e bacupari.
O espaço também se tornou ponto de observação de aves: grupos de birdwatching já registraram ali 69 espécies diferentes, incluindo tucanos, pica-paus, sanhaços, sabiás e bem-te-vis.
Segundo Hélio, a biodiversidade é tanta que a diferença de temperatura entre o parque e as ruas próximas chega a cerca de cinco graus.
A reportagem do g1 visitou o local em um dia de forte calor na capital e sentiu essa diferença na pele: enquanto o asfalto da Avenida Governador Carvalho Pinto refletia o sol escaldante, bastava entrar entre as árvores do Tiquatira para o ar ficar mais fresco e úmido.
Ele afirma ainda que, nas chuvas, as árvores ajudam a conter alagamentos, retendo parte da água da enxurrada.
Fora isso, com o tempo, o entorno também mudou. A antiga área ociosa e insegura virou ponto de encontro: hoje há famílias fazendo piqueniques diariamente, escolas promovendo atividades ambientais e moradores caminhando entre as árvores plantadas por ele.
Na Penha, o trabalho de Hélio virou inspiração, e também um convite à ação coletiva.
“Eu acho importante, mas é bom também que outras pessoas façam. Ele não pode ficar sozinho nessa. A gente precisa ajudar, porque o que ele está fazendo é pra todo mundo”, diz Jaciana Ambrósio, 41 anos, que leva o cachorro para passear no parque durante a semana.
Em 2023, a Fundação SOS Mata Atlântica informou que o trabalho do "Seu Hélio", como o plantador de árvores da Penha é carinhosamente chamado, inspirou a criação de cerca de 300 grupos de plantadores de árvores em diferentes regiões do Brasil — do Norte ao Sul do país.
Hoje, além de seguir plantando, ele também participa de palestras em escolas e eventos ambientais, onde fala sobre a importância de cuidar da natureza e envolver as novas gerações.
E mesmo aos 74 anos, o ritmo continua. Nos períodos de chuva, Hélio chega a plantar até 60 mudas por dia.
A maioria é comprada com recursos próprios em viveiros do interior paulista, onde o preço é bem mais baixo do que na capital.
Mais do que uma rotina, o plantio se tornou parte da vida dele — e a meta continua: chegar a 50 mil árvores no Tiquatira.
“Plante uma árvore, conviva com ela, converse com ela de vez em quando, e ela vai se tornar sua melhor amiga e confidente. Plante uma árvore. Isso é amor", celebra Hélio.
Ele é um clássico do café da manhã, da dieta e do pós-treino. Rápido de preparar, barato e completo: o ovo se consagrou como a estrela das proteínas acessíveis. Mas e se existirem opções ainda melhores e tão práticas quanto? As nutricionistas Taynara Abreu e Rejane Prado afirmam que existem. E garantem: variar as fontes de proteína não só ajuda na nutrição como melhora o sabor e evita a monotonia alimentar.
Taynara complementa: “Além de ajudar no controle da saciedade e da glicemia, outras fontes trazem benefícios extras como fibras, cálcio, ferro ou gorduras boas.”
Confira a seguir 10 opções para substituir o ovo, segundo especialistas, e veja como incluí-las no dia a dia com facilidade.
1. Peito de frango grelhado
Clássico na dieta, o frango continua sendo imbatível pela alta quantidade de proteína, baixo teor de gordura e versatilidade. Pode ser grelhado, desfiado, em tiras ou cubos. Pronto em minutos e combina com tudo.
2. Peixes como salmão, tilápia e sardinha
Além de fornecer proteína de alto valor biológico, esses peixes são ricos em ômega-3, que ajuda o cérebro, o coração e o controle inflamatório. “A sardinha, inclusive, é prática e acessível, ótima para o dia a dia”, lembra Taynara.
3. Carne bovina magra (patinho, coxão mole)
Para quem consome carne vermelha, os cortes magros garantem proteína, ferro heme (de fácil absorção) e vitamina B12 — importantes para quem tem anemia ou precisa de energia. Basta preparar grelhado ou refogado.
4. Iogurte grego sem açúcar
Segundo Rejane, essa é uma das fontes mais completas: “Tem quase o triplo de proteína que o ovo, e ainda oferece cálcio e probióticos”. Ideal para lanches rápidos, com frutas, aveia ou puro.
5. Queijo cottage ou ricota
Ricos em proteína e com baixo teor de gordura, são ótimos para quem busca saciedade sem pesar na balança. Fáceis de incluir em torradas, omeletes, saladas ou como recheio.
6. Lentilha
Além de fonte de proteína vegetal, é rica em fibras e minerais. Pode ser usada em saladas, caldos ou como substituto da carne moída em preparações veganas. “Ajuda no controle glicêmico e na saciedade”, diz Taynara.
7. Grão-de-bico
“É completo, funcional e ainda dá pra variar bastante”, destaca Rejane. Pode ser cozido, assado como snack, em ensopados ou na versão em pasta (o famoso homus). Rico em proteína, ferro e fibras.
8. Tofu
Feito da soja, o tofu contém todos os aminoácidos essenciais, sendo uma ótima alternativa vegetal. Absorve bem temperos e pode ser grelhado, refogado, assado ou em cubinhos para saladas. Ideal para variar o paladar.
9. Quinoa
Mais do que um grão: um alimento completo. A quinoa é rica em proteína, fibras e aminoácidos essenciais. Pode substituir o arroz, ser usada em saladas frias ou como base para pratos vegetarianos. Fácil de cozinhar e digerir.
10. Whey protein
Para quem precisa de praticidade e foco em ganho muscular, o whey ainda é uma excelente opção. “É uma fonte de rápida absorção, ideal no pós-treino para recuperação muscular”, reforça Taynara. Pode ser batido com água, leite ou frutas.
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O padre Edson Augusto Teixeira, de 55 anos, da Paróquia Sant’Ana, em Bambuí, no Centro-Oeste de Minas, invadiu o estúdio de uma rádio e agrediu o locutor Jésus de Carvalho Chaves, de 83 anos, durante a transmissão ao vivo do programa “Domingão do Jesão”.
Um áudio que circula pelas redes sociais registrou a confusão. Conforme apuração do g1, o padre não teria gostado de um comentário feito por Jésus sobre a restauração de pinturas e peças sacras e invadiu o estúdio da Rádio Canastra FM 89.1.
Segundo a Polícia Militar (PM), o radialista, que sofreu ferimentos leves, foi até o quartel e pediu o registro da ocorrência. Ainda segundo a PM, o padre não foi encontrado para explicar o que aconteceu. O g1 também não conseguiu contato com Edson até a última atualização desta reportagem.A Diocese de Luz, responsável pela Paróquia Sant’Ana, informou que acompanha a apuração do caso. A Rádio Canastra FM afirmou que não vai aceitar agressão aos comunicadores e que sempre lutou pela livre expressão e opinião. Veja as notas nas íntegras mais abaixo.
Radialista agredido ao vivo
Segundo o boletim da PM, o padre entrou no estúdio sem autorização e empurrou o radialista, que caiu e machucou o braço esquerdo e a cabeça. Jésus contou que foi empurrado de novo e caiu sobre um sofá.
Uma testemunha viu toda a cena. Durante a confusão, a pulseira do relógio do locutor arrebentou. Jésus procurou atendimento médico no Hospital Nossa Senhora do Brasil por conta própria.
Ao g1, o radialista afirmou que criticou a forma como o padre conduziu a restauração de peças e de uma pintura sacra, e ele não gostou.
“Critiquei certas atitudes não só desse padre, mas também dos anteriores. Mas, em específico deste, ele lambuzou, descaracterizou totalmente uma obra de arte da igreja. E tem também uma imagem sacra que ele refez e não tem nada a ver com o original. Eu questionei essa ação dele”, disse.
A Polícia Civil informou que o caso é tratado como infração de menor potencial ofensivo e que o procedimento cabível é um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Por se tratar de lesão corporal leve, a investigação só será aberta se o radialista formalizar a denúncia. Se houver representação, o caso deve tramitar no Juizado Especial Criminal.
O que diz a Rádio Canastra FM
"A Rádio Canastra FM 89.1 vem a público mostrar nossa indignação com o acontecido no dia 19 de outubro.
Quando o padre da Paróquia Sant’Ana, não conformado com os comentários do comunicador Jésus de Carvalho, ao invés de buscar os meios certos, como direito de resposta ou até mesmo a Justiça, invadiu o estúdio da emissora e o agrediu com palavras de baixo calão e até mesmo fisicamente, em uma atitude descontrolada, onde um senhor de 80 anos estava apenas usando o seu direito de expressão.
A direção da emissora mostra total apoio ao comunicador e afirma que continuamos com nossa missão de informar toda a população sobre o que acontece em nossa cidade. Afirmamos também que qualquer um não satisfeito tem seu espaço aberto na emissora para seu direito de resposta.
Não vamos aceitar, em momento algum, que nossos comunicadores voltem a ser agredidos. Nós da Canastra FM sempre lutamos pela livre expressão e opinião".
O que diz a Diocese de Luz
"A Diocese de Luz informa que está tomando ciência do fato ocorrido neste domingo (19), em Bambuí (MG), envolvendo o Revmo. Pe. Edson Augusto Teixeira, e acompanhará a apuração com a seriedade que o caso exige. Até o momento, não há qualquer posicionamento conclusivo, uma vez que os acontecimentos ainda estão sendo verificados.
É importante destacar que, ao longo de seu ministério, o Revmo. Pe. Edson sempre pautou sua atuação por uma conduta ponderada, respeitosa e pastoral. No entanto, diante das informações veiculadas, a Diocese se compromete a acompanhar o processo e, se necessário, tomar as devidas providências conforme orienta o Código de Direito Canônico e as Diretrizes Pastorais e Sacramentais da Diocese de Luz.
Reiteramos nosso compromisso com a verdade, com a ética e com o respeito a todas as partes envolvidas, mantendo sempre o diálogo aberto e a transparência.
Dado e passado na Cúria Diocesana de Luz, aos vinte dias do mês de outubro do ano de dois mil e vinte e cinco (20/10/2025)".
O Ministério Público Federal (MPF), a Defensoria Pública da União (DPU) e o Ministério Público do Estado de Alagoas (MP/AL) definiram uma série de providências voltadas à continuidade e ao aperfeiçoamento do monitoramento das áreas impactadas pela extração de sal-gema em Maceió. As medidas foram acordadas em reunião que discutiu a renovação do Comitê de Acompanhamento Técnico (CAT) e o fortalecimento da cooperação entre os órgãos que integram o grupo.
Além das instituições que atuam conjuntamente, participaram da reunião: a Defesa Civil Nacional e Municipal, o Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM), a Braskem e integrantes do próprio CAT.
Durante a reunião, todos manifestaram consenso sobre a importância da continuidade do comitê, cujo prazo de funcionamento de cinco anos está prestes a expirar. Foi proposta sua renovação por mais cinco anos, com a retirada da Braskem da condição de membro titular — mantendo-a apenas como ouvinte e financiadora — e a inclusão do SGB/CPRM como membro efetivo, já que vinha atuando como ouvinte.
No encontro foram mencionados questionamentos sobre um Relatório Independente divulgado recentemente a partir de observações trazidas por órgãos técnicos presentes. Diante disso, as instituições deliberaram pela expedição de ofícios a pesquisadores para buscar a compreensão das informações utilizadas no relatório e nas medidas técnicas adotadas nas áreas.
Como encaminhamentos, foi fixado o prazo de 15 dias para o cumprimento das seguintes providências:
As instituições também reforçaram a importância de mecanismos de transparência, como webinars e rodas de conversa, para ampliar o acesso público às informações sobre o monitoramento das áreas afetadas.
MPF, DPU e MP/AL seguem atuando para garantir que as decisões sobre o monitoramento das áreas atingidas pela subsidência sejam pautadas em critérios técnicos, metodologias reconhecidas e diálogo entre as instituições responsáveis. Nosso objetivo é assegurar a continuidade dos trabalhos com transparência e credibilidade, em benefício da população de Maceió e da segurança de todos.
O achado de um corpo encontrado nessa segunda-feira (20), às margens da Lagoa Mundaú, na zona rural de Coqueiro Seco, será investigado para confirmar se se trata de Jessica Daiane Gonçalves da Silva, de 20 anos, desaparecida no dia 19, no bairro Vergel do Lago, em Maceió.
Uma guarnição do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM) foi acionada pelo Copom para verificar a denúncia de achado de cadáver. Ao chegar ao local, os policiais constataram que se tratava de uma mulher não identificada, sem roupas na parte superior e apresentando sinais de extrema violência, estando a vítima sem a cabeça.

Após a constatação, a guarnição acionou as equipes da Polícia Civil, do Instituto de Criminalística (IC) e do Instituto Médico Legal (IML), que realizaram os procedimentos cabíveis no local.
A investigação segue sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que buscará esclarecer as circunstâncias da morte e identificar a vítima.
Mais detalhes sobre o caso serão repassados em coletiva de imprensa, no início da tarde desta terça (21).
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o uso do Mounjaro para o tratamento da apneia do sono em adultos com obesidade. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (20) no Diário Oficial da União.
A apneia obstrutiva do sono é uma condição que ocorre quando os músculos da garganta se estreitam durante o sono, levando a pausas temporárias na respiração que podem fazer as pessoas roncarem e acordarem sobressaltadas, com falta de ar.
Se não tratada, a apneia do sono pode aumentar o risco de doenças graves, como pressão alta, diabetes tipo 2, ataque cardíaco e derrame.
Ensaios clínicos já haviam mostrado que a tirzepatida, que está na mesma classe de medicamentos que o Ozempic e é vendida comercialmente como Mounjaro e Zepbound, melhorou significativamente os sintomas da apneia do sono obstrutiva em pessoas com obesidade.
O Mounjaro foi aprovado pela Anvisa neste ano para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2, com sobrepeso com comorbidades e com obesidade.
Existem atualmente três medicações injetáveis aprovadas no Brasil para tratamento de obesidade e diabetes tipo 2: a liraglutida (uso diário), a semaglutida e a tirzepatida (ambas de uso semanal) -comercializadas em diferentes dosagens, preços e nomes, como Saxenda, Olire, Wegovy, Ozempic e Mounjaro.
