
49 postos de combustíveis estão sendo interditados nesta quarta-feira (5) no Piauí, Maranhão e Tocantins durante a Operação Carbono Oculto 86, que investiga a infiltração do Primeiro Comando da Capital (PCC) no setor de combustíveis desses estados. Vinte postos ficam na capital piauiense Teresina.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Piauí, o grupo usava empresas de fachada, fundos de investimento e fintechs para lavar dinheiro, fraudar o mercado de combustíveis e ocultar patrimônio.
Um dos bens apreendidos na operação foi o avião do empresário Haran Santhiago Girão Sampaio. O g1 não conseguiu contato com a defesa dele até a última atualização desta reportagem. A polícia também apreendeu carros de luxo em endereços ligados aos investigados.
A investigação revelou interconexão direta entre empresários locais e os mesmos fundos e operadores alvos da Operação Carbono Oculto, que integrou Receita Federal, Polícia Federal, Ministério Público e Polícia Militar de São Paulo para desmantelar o esquema de lavagem de dinheiro do PCC.
De acordo com a SSP, os policiais estão em campo para interditar os postos localizados nas seguintes cidades:
Uma coletiva de imprensa será realizada às 11h desta quarta, na sede do Ministério Público do Piauí, em Teresina, para dar mais detalhes sobre a operação.
A Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio da Comissão Intersetorial do Selo UNICEF, realiza de 10 a 14 de novembro a XVI Semana do Bebê. O objetivo é chamar a atenção da sociedade para a importância da primeira infância (período que vai até os 06 anos de idade) no desenvolvimento das capacidades cognitivas, motoras, socioafetivas e de linguagem das crianças. Os primeiros 1000 dias de vida são fundamentais para o vínculo com a família. Este ano o tema trabalhado é “Palmeira dos Índios pelo Desenvolvimento Integral das Crianças”.
Confira a programação:
ABERTURA OFICIAL
10/11 – 9h – CEI Delfin da Motta Branco
9h: Abertura com a prefeita Tia Júlia
9h30: Apresentação do CEI Delfin da Motta Branco
10h: Palestra com a nutricionista Karyne Gaia (e-MULTI). Tema: Alimentação Saudável na Primeira Infância
10h40: Coffee Break
11h: Sorteio de brindes para as gestantes e puérperas
12h: Encerramento
BEBÊ PREFEITO
Entrega da chave da cidade ao primeiro bebê que nascer durante esta semana, na Maternidade Santa Olímpia, denominado “BEBÊ PREFEITO”. Critérios para eleição do bebê: ter no mínimo 6 (seis) consultas de pré-natal, parto normal e ser residente de Palmeira dos Índios.
TERÇA A QUINTA-FEIRA
Atividades nos Centros de Educação Infantis e nas Unidades de Saúde:
•Centro de Educação Infantil Delfim da Mota Branco;
•Centro de Educação Infantil Jane Sampaio Calado Monteiro;
•Centro de Educação Infantil Benedito José Soares (Caraíba Torta);
•Centro de Educação Infantil Leobino da Mota (Xucurus);
•Centro de Educação Infantil Maria do Carmo
Caparica (Eucalipto);
•Centro de Educação Infantil Irene Cavalcante Farias (Canafístula).
Público: Pais ou responsáveis de alunos
ENCERRAMENTO
14/11 – 8h – Praça São Pedro
•Fala da prefeita e secretários municipais;
•Desfile das crianças dos Centros de Educação Infantil
Trajeto: Praça São Pedro até a Praça da Independência
•Palestra sobre a Importância do Brincar (Psicóloga da e-MULTI Ana Caroline dos Santos).![]()
Fraqueza, cabelo caindo mais do que o normal e aquela sensação de cansaço que não passa. Para muitos, esses sinais são apenas reflexo de rotina intensa, mas podem indicar algo mais profundo: a falta de proteína na alimentação. Segundo a nutricionista e mestre em nutrição Ana Cristina Gutiérrez, esse nutriente é essencial para o funcionamento do corpo — dos músculos aos hormônios, do sistema imune à saúde da pele.
“Quando a ingestão é insuficiente por muito tempo, o organismo começa a tirar aminoácidos dos próprios músculos para se manter. Isso compromete a força, a imunidade e até o humor”, explica Ana ao Metrópoles.
A deficiência proteica pode, ainda, provocar alterações na pele, unhas e cabelo, aumentar o risco de fraturas e causar inchaços pelo corpo.
De acordo com a especialista, adultos precisam de cerca de 0,8 grama de proteína por quilo de peso corporal por dia, enquanto pessoas que treinam com frequência devem consumir entre 1,2 e 2 gramas por quilo — quantidades que devem ser distribuídas ao longo das refeições.
“Não basta comer tudo de uma vez; o corpo aproveita melhor quando o consumo é equilibrado durante o dia”, afirma a profissional.
A boa notícia é que identificar o problema cedo faz toda a diferença. “Sinais como fadiga, fome constante, baixa imunidade e perda de massa muscular pedem atenção”, afirma a nutricionista, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife.
O passo seguinte é buscar avaliação profissional. Assim, o nutricionista pode ajustar o cardápio e, se necessário, indicar suplementos para alcançar a quantidade ideal de proteína.
O recado de Ana é direto: a proteína não é só para quem quer ganhar músculos. Ela é o combustível da vitalidade, concentração e defesa do corpo. Negligenciá-la é silenciar o alerta que o organismo dá antes de adoecer.
Pesquisadores da Universidade Miguel Hernández de Elche, na Espanha, descobriram que um grupo específico de neurônios da amígdala — região do cérebro ligada às emoções — têm papel direto no surgimento de sintomas de ansiedade, depressão e isolamento social.
O estudo, publicado em junho na revista científica iScience, mostrou que normalizar a atividade desses neurônios foi suficiente para reverter os comportamentos em camundongos.
A pesquisa identificou que os chamados neurônios de disparo regular, localizados na parte centrolateral da amígdala, ficam hiperativos quando há um excesso do gene Grik4, responsável por regular receptores de glutamato — uma substância que transmite sinais entre as células cerebrais. Essa hiperatividade provocou aumento da ansiedade e comportamentos depressivos nos animais.
Quando os cientistas corrigiram a expressão do gene Grik4 apenas em uma parte da amígdala, a função dos neurônios voltou ao normal e os camundongos deixaram de apresentar os sintomas. Outros tipos de neurônios, porém, continuaram disfuncionais, indicando que o efeito é bastante específico.
Segundo os autores, os resultados ajudam a entender como mudanças sutis em circuitos cerebrais emocionais podem causar transtornos como ansiedade e depressão.
Eles acreditam que terapias futuras poderão atuar diretamente nesses neurônios da amígdala, oferecendo um tratamento mais preciso e com menos efeitos colaterais.
Embora o estudo tenha sido feito em animais, os pesquisadores acreditam que o mecanismo pode se repetir em humanos, já que a estrutura e a função da amígdala são semelhantes entre as espécies.
Maria e José lideram a lista dos nomes mais comuns entre os moradores de Alagoas, segundo dados do Censo 2022 divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (4).
O estudo aponta que o nome Maria aparece em mais de 330 mil alagoanas, representando 10,55% da população feminina. Já José soma 222 mil registros, com 7,10% entre os nomes masculinos.
A seguir, confira os nomes mais populares em Alagoas:
👕 TOP 30 - Masculinos
👠 TOP 30 - Femininos
SOBRENOMES INCOMUNS AO REDOR DO PAÍS, COMO PIROCA E JASPION
O levantamento do IBGE também revelou sobrenomes e nomes curiosos pelo Brasil: 152 pessoas têm o sobrenome “Piroca”, 925 são registradas como “Caralho” (maior proporção em Niterói), e 31 possuem “Bosta”.
Nomes inspirados em cultura pop também aparecem: 53 brasileiros se chamam Jaspion, 20 Batman, e 48 Vandame. Entre os nomes modernos, 308 pessoas se chamam Britney, com mediana de idade de 15 anos.

A justiça francesa abriu uma investigação preliminar após uma comissão parlamentar denunciar a “facilidade de acesso” de menores ao TikTok, cujo algoritmo é “susceptível de levar” os mais “vulneráveis ao suicídio”, anunciou a procuradora de Paris nesta terça-feira (4). A comissão parlamentar de inquérito sobre o TikTok recomendou em setembro proibir as redes sociais para menores de 15 anos e estabelecer um “toque de recolher digital” noturno para jovens entre 15 e 18 anos, com o objetivo de tentar conter uma “armadilha algorítmica” perigosa para os mais jovens. O gabinete do presidente francês, Emmanuel Macron, já havia declarado que queria proibir seu uso por crianças e adolescentes, depois que a Austrália anunciou no ano passado que adotaria leis para evitar o acesso às redes sociais por menores de 16 anos.
A nova investigação abrangerá diversas infrações, incluindo a “propaganda a favor de produtos, objetos ou métodos recomendados como meios para cometer suicídio”, um crime cuja pena é de três anos de prisão e multa de 45 mil euros (275 mil reais), segundo um comunicado da procuradora, Laure Beccuau. As investigações se concentrarão no “cumprimento da obrigação de notificação por parte de uma plataforma sobre suspeitas de delitos cometidos através dela”, no “funcionamento do algoritmo em relação à apresentação feita ao usuário” e na “edição de conteúdos que consistem, em particular, na promoção do suicídio”, explicou Beccuau.
Ao se aprofundar sobre esse aplicativo tão popular entre os jovens, a comissão parlamentar de inquérito encontrou “um oceano de conteúdos nefastos”, com vídeos que “promovem o suicídio e a automutilação” e “uma exposição à violência em todas as suas formas”. Tudo isso potencializado por poderosos mecanismos de recomendação que prendem os jovens em bolhas nocivas, segundo a comissão.
Um porta-voz do TikTok, de propriedade da empresa chinesa ByteDance, rejeitou “categoricamente” em setembro a “apresentação enganosa” da comissão, considerando que os deputados buscam transformar a empresa “em bode expiatório diante de desafios que afetam todo o setor e a sociedade”.
A Polícia Civil do RJ prendeu, na tarde desta segunda-feira (3), a gerente de um banco por um esquema de empréstimos fraudulentos dentro de uma agência em Três Rios, no Sul do estado. O prejuízo estimado ultrapassa R$ 1 milhão.
De acordo com a Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), Júlia Machado Cardoso Faria lesou centenas de clientes, em sua maioria idosos, ao contratar créditos sem autorização e movimentar os valores para outras contas.
Segundo a polícia, Júlia montou um esquema semelhante a uma pirâmide financeira, em que novos empréstimos eram contratados para quitar parcelas de dívidas anteriores, dando aparência de regularidade às operações.
“Para manter o golpe ativo, a investigada renovava sucessivamente os empréstimos, utilizando o dinheiro de novos contratos para pagar parcelas de operações anteriores, formando um ciclo fraudulento e autossustentável”, explicou a DRF.
“As vítimas — em sua maioria aposentados e pensionistas — acreditavam tratar-se de simples ‘ajustes de rotina’ ou ‘atualizações cadastrais’, confiando na funcionária que as atendia há anos.”
Os investigadores afirmam que a gerente aproveitava o acesso privilegiado ao sistema bancário e a confiança dos clientes para abrir contas-poupança vinculadas e transferir recursos de forma indevida.
A fraude veio à tona quando correntistas começaram a receber cobranças e notificações sobre empréstimos desconhecidos. A instituição financeira identificou as irregularidades e comunicou o caso à Polícia Civil.
“A gente mapeou que, após o recebimento desses valores — que passam de R$ 1 milhão —, essa gerente os pulverizava em diversas contas, até de pessoas próximas. A investigação agora prossegue para definir se essas pessoas tinham ciência ou não do golpe”, afirmou o delegado Jefferson Ferreira.
A Polícia Civil informou que o caso é tratado também como lavagem de dinheiro e que novas diligências estão em andamento para apurar a participação de outros suspeitos.
A famosa cadeira gigante da orla marítima de Maceió passou por uma troca completa de estrutura. O ponto turístico, localizado na praia de Ponta Verde, e que se tornou um dos cenários mais visitados da capital alagoana, recebeu uma nova cadeira, idêntica à anterior, mas totalmente reformada para garantir mais segurança e durabilidade.
A substituição foi necessária porque a antiga estrutura já apresentava desgaste, causado pela exposição ao sol, à chuva e à maresia. Com a troca concluída, o local segue atraindo longas filas de visitantes que fazem questão de registrar o momento na cadeira gigante, um cartão-postal que continua encantando quem passa pela orla maceioense.
O vice-prefeito e titular da Seminfra, Rodrigo Cunha, destaca a importância da ação. “O objetivo foi manter a identidade do ponto, que se tornou um verdadeiro símbolo da cidade, mas com uma estrutura nova e reforçada. Dessa forma nós conseguimos garantir mais segurança e prolongamos a vida útil do equipamento”, explica.
A síndrome metabólica é considerada por muitos especialistas a “doença da civilização moderna”. Trata-se de um conjunto de alterações que inclui obesidade abdominal, pressão alta, resistência à insulina e níveis elevados de colesterol e triglicérides. Quando associadas, essas condições multiplicam o risco de desenvolver doenças cardiovasculares, principal causa de morte no Brasil e no mundo. Estima-se que cerca de 25% da população adulta mundial apresente a síndrome. No Brasil, os índices crescem de forma preocupante, acompanhando o avanço da obesidade e do sedentarismo.
Os impactos vão além do coração. A síndrome metabólica também é um dos grandes gatilhos para complicações vasculares, como insuficiência venosa crônica, trombose e aterosclerose, que prejudicam a circulação e podem levar a consequências graves, como infartos, derrames e amputações. O que preocupa os especialistas é que muitos pacientes passam anos com alterações silenciosas, sem buscar ajuda médica, até que surjam complicações.
A ideia de reprogramação metabólica vem ganhando espaço na medicina justamente por propor uma mudança de foco. Em vez de tratar apenas os sintomas – como prescrever remédios para pressão alta ou diabetes -, o objetivo é atuar na raiz do problema, equilibrando o metabolismo, a composição corporal e o
estilo de vida. Isso inclui ajustes nutricionais individualizados, prática regular de atividade física, controle do estresse e melhora da qualidade do sono. Pequenas mudanças consistentes, mantidas a longo prazo, podem reduzir de forma significativa o risco de complicações vasculares.
Estudos mostram que perder apenas 5% a 10% do peso corporal já melhora a sensibilidade à insulina e reduz os níveis de colesterol e triglicérides. O exercício regular, especialmente o treino de força combinado ao aeróbico, não só ajuda na perda de peso como melhora a circulação e freia a progressão de doenças
vasculares. A alimentação deve priorizar alimentos in natura, ricos em fibras, vitaminas e minerais, e reduzir o consumo de ultraprocessados, açúcares refinados e gorduras saturadas.
A reprogramação metabólica não é uma solução rápida, e sim uma estratégia de saúde de longo prazo. Isso significa construir hábitos que se encaixem na rotina do paciente e possam ser mantidos ao longo da vida. Também envolve acompanhamento multidisciplinar, com médicos, nutricionistas e educadores físicos
trabalhando juntos para orientar mudanças de forma personalizada. Em alguns casos, medicamentos podem ser necessários, mas sempre aliados às transformações no estilo de vida.
O recado é claro: embora a síndrome metabólica seja consequência do estilo de vida moderno, ela não precisa ser vista como inevitável. Com diagnóstico precoce e estratégias de reprogramação metabólica, é possível reduzir de forma expressiva o risco de doenças cardiovasculares e vasculares, preservando não
apenas a saúde, mas também a qualidade de vida. O futuro da medicina passa por um olhar integrado: tratar a pessoa como um todo e construir bases sólidas para uma vida mais equilibrada.
A ex-apresentadora de TV Angelynn Mock, conhecida como Angie Mock, foi presa nos Estados Unidos após ser suspeita de matar a própria mãe, Anita Avers, de 80 anos, a facadas.
O crime chocou o estado do Kansas e aconteceu no dia 31 de outubro, data em que se celebra o Halloween. A idosa foi encontrada inconsciente, com múltiplas perfurações pelo corpo, dentro de sua casa em Wichita.
Segundo o Departamento de Polícia do Condado de Sedgwick, o chamado de emergência ocorreu por volta das 7h52 da manhã, relatando uma agressão com arma branca. Quando os agentes chegaram ao local, encontraram Angie, de 47 anos, do lado de fora da casa, coberta de sangue. Dentro da residência, a mãe da ex-apresentadora estava em sua cama, com ferimentos profundos. Anita chegou a ser socorrida e levada a um hospital da região, mas não resistiu aos ferimentos.
De acordo com a emissora KAKE, testemunhas afirmaram ter visto Angie cambaleando pela rua, pedindo ajuda e dizendo que havia cometido o crime para se salvar. Uma vizinha relatou: “Ela veio até o nosso carro, toda ensanguentada, e pediu para chamarmos o 911.” A ex-âncora foi levada a um hospital para atendimento médico e, posteriormente, encaminhada à prisão do Condado de Sedgwick.
Angie Mock foi formalmente apontada de assassinato em primeiro grau. A Justiça fixou fiança em US$ 1 milhão. Conforme apuração da imprensa local, a motivação ainda é investigada. O caso segue sob sigilo policial
Antes da tragédia, Angie teve uma carreira bem-sucedida na televisão. Ela foi âncora da emissora Fox 2, em St. Louis, entre 2011 e 2015. Depois, passou a atuar no setor de vendas e, mais recentemente, trabalhava em uma empresa de gerenciamento de dados.
O que levou a ex-apresentadora a cometer o crime?
Embora a polícia ainda não tenha divulgado detalhes sobre a motivação, as declarações iniciais de Angie Mock intrigam os investigadores. Segundo relatos de paramédicos, ela teria afirmado que precisava se salvar ao atacar a mãe, o que levanta a hipótese de um possível surto psicótico.
Pessoas próximas à família afirmaram que a ex-apresentadora enfrentava momentos de instabilidade emocional nos últimos meses. A polícia analisa exames e históricos médicos para entender o que pode ter desencadeado o ataque. Enquanto isso, a morte de Anita Avers continua a repercutir entre ex-colegas de Angie e ex-funcionários da emissora Fox, que expressaram choque e tristeza com o caso
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) finalizou o processo de identificação dos 117 suspeitos mortos durante a megaoperação deflagrada contra o Comando Vermelho (CV), no último dia 28, nos Complexos do Alemão e da Penha.
O levantamento da Polícia Civil revelou que 95% dos mortos tinham ligação comprovada com o Comando Vermelho e 54% eram de fora do estado.
Confira o perfil dos mortos:
100 % homens: todos os suspeitos neutralizados no conftonto eram homens.
Ficha criminal: 59 mortos contavam com mandados de prisão pendentes e pelo menos 97 tinham relevante histórico criminal.
Ligação com o CV: A PCERJ afirma que o levantamento comprovou que 109 suspeito tinham relação direta com a facção.
Naturais de outros estados: 62 mortos eram naturais de outros estados, ou seja 54% do total.
Sem nome do pai na certidão: 32% dos identificados tinham apenas o nome da mãe em seus registros.
Faixa etária: os mortos tinham entre 14 e 55 anos.
Veja os nomes completos:
Fabiano Martins Amancio
Brendon César Da Silva
Yuri Dos Santos Barreto
Richard Souza Dos Santos
Jonas De Azeredo Vieira
Juan Marciel Pinho De Souza
Alessandro Alves De Souza
Carlos Henrique Castro Soares Da Silva
Cauã Fernandes Do Carmo Soares
Marllon De Melo Felisberto
Maicon Thomaz Vilela Da Silva
Aleilson Da Cunha Luz Junior
Hércules Salles De Lima
Victor Hugo Rangel De Oliveira
Ronaldo Julião Da Silva
Waldemar Ribeiro Saraiva
Kauã Teixeira Dos Santos
Jeanderson Bismarque Soares De Almeida
Alessandro Alves Silva
Marcos Vinícius Da Silva Lima
Célio Guimarães Júnior
Márcio Da Silva De Jesus
Yan Dos Santos Fernandes
Nelson Soares Dos Reis Campos
Willian Botelho De Freitas Borges
Maxwel Araújo Zacarias
Marcos Adriano Azevedo De Almeida
André Luiz Ferreira Mendes Junior
Yago Ravel Rodrigues Rosário
Edione Dos Santos Dias
Wendel Francisco Dos Santos
Diego Dos Santos Muniz
Hito José Pereira Bastos
Maicon Pyterson Da Silva
Carlos Eduardo Santos Felício
Nailson Miranda Da Silva
Felipe Da Silva
Luiz Cláudio Da Silva Santos
Francisco Nataniel Alves Gonçalves
Vitor Ednilson Martins Maia
Luan Carlos Marcolino De Alcântara
Fernando Henrique Dos Santos
Rodolfo Pantoja Da Silva
Edson De Magalhães Pinto
Danilo Ferreira Do Amor Divino
Francisco Myller Moreira Da Cunha
Wesley Martins E Silva
Fábio Francisco Santana Sales
Luciano Ramos Silva
Luiz Eduardo Da Silva Mattos
Vanderley Silva Borges
Lucas Da Silva Lima
Michel Mendes Peçanha
Lucas Guedes Marques
Leonardo Fernandes Da Rocha
Jônatas Ferreira Santos
Anderson Da Silva Severo
Luiz Carlos De Jesus Andrade
Alessandro Martins Moreira De Oliveira
Yure Carlos Mothé Sobral Palomo
Tiago Neves Reis
Marcos Antônio Silva Junior
Diogo Garcez Santos Silva
Francisco Teixeira Parente
Rafael De Moraes Silva
Gabriel Lemos Vasconcelos
Wellinson De Sena Dos Santos
Cleys Bandeira Da Silva
Josigledson De Freitas Silva
Jonatha Daniel Barros Da Silva
José Paulo Nascimento Fernandes
Cleiton César Dias Mello
Cleiton Souza Da Silva
Ricardo Aquino Dos Santos
Adailton Bruno Schmitz Da Silva
Wellington Brito Dos Santos
Evandro Da Silva Machado
Ronald Oliveira Ricardo
Éder Alves De Souza
Gustavo Souza De Oliveira
Rafael Corrêa Da Costa
Fabian Alves Martins
Arlen João De Almeida
Douglas Conceição De Souza
Bruno Corrêa Da Costa
Kauã De Souza Rodrigues Da Silva
Jean Alex Santos Campos
Fabrício Dos Santos Da Silva
Wagner Nunes Santana
Luan Carlos Dias Pastana
Cleideson Silva Da Cunha
Kleber Izaias Dos Santos
Wallace Barata Pimentel
Adan Pablo Alves De Oliveira
Lucas Alves Araújo
Francisco Machado Dos Santos
Bruno Almeida De Oliveira
Bruno Dos Santos Raimundo
Eliel Castro De Jesus
Robson Da Silva Monteiro
Tarcísio Da Silva Carvalho
Keven Vinícius Sousa Ramos
William Dos Santos Barbosa
Jorge Benedito Corrêa Barbosa
Wellington Santos De Jesus
Jorge Santos Dos Anjos
Rubens Lourenço Dos Santos
Lucas Da Conceição
Cleiton Souza Da Silva
Douglas Henrique Simões Da Costa
Gilberto Nascimento Da Rocha
Erick Vieira De Paiva
Marcos Aurélio Amaral Carreira
Diogo Souza Nunes
A megaoperação
A operação policial foi classificada como a mais sangrenta da história do Rio de Janeiro. Quatro policiais – dois civis e dois militares – perderam a vida no confronto com supostos integrantes do Comando Vermelho (CV).
A ofensiva resultou na prisão de 113 pessoas e na apreensão de 118 armas, entre elas 91 fuzis.
Veja a matéria completa em Metrópoles
Inovações tecnológicas têm sido uma máxima dentro do Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas (Detran/AL) para diminuir a burocracia e agilizar o atendimento aos usuários. A novidade mais recente é a automatização no processo da 1ª habilitação. Com isso, o futuro condutor não precisa mais buscar atendimento presencial no Detran/AL para concluir o processo: o procedimento é iniciado de forma on-line pelo site do órgão e finalizado automaticamente após a aprovação do candidato no exame prático.
Agora, os candidatos só se deslocam presencialmente para o Detran para fazer as provas teórica e prática de direção.
“Antes, os usuários precisavam ir até o atendimento presencial após serem aprovados no exame prático para encerrar o processo e, só então, o Detran Alagoas liberava a emissão da CNH provisória. Agora, essa etapa está automatizada para os candidatos que tenham documento de identificação emitido pela Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP/AL). Dessa forma, todas as validações são feitas de forma segura pelo próprio sistema do Detran/AL, sem a necessidade de os usuários trazerem documentos físicos e cópias”, explica Lisiane Rocha, diretora Operacional de Trânsito do Detran/AL.
Desde janeiro deste ano, 13.710 candidatos iniciaram o processo para realizar o sonho de tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A, B ou AB. Para começar o processo de 1ª CNH, o usuário deve acessar o site do Detran/AL, clicando no link: https://www.detran.al.gov.br/habilitacao/guia-primeira-habilitacao/, e preencher, com atenção, os dados pessoais solicitados, como RG, CPF, data de nascimento, endereço de residência, contato telefônico e de e-mail, entre outras informações básicas.
Wilton Pereira, chefe de Controle de Condutores do Detran Alagoas, ressalta a importância de os próprios candidatos preencherem a ficha com suas informações pessoais, e não deixarem que o cadastro seja feito por terceiros. “Isso acaba dificultando o contato do Detran com o candidato e até mesmo o envio do documento depois da emissão da CNH. Por isso, é extremamente importante que os dados pessoais sejam dos próprios candidatos e não de terceiros”, enfatizou Wilton Pereira.
Com os dados preenchidos, os candidatos emitem as guias, fazem o pagamento, e os usuários residentes em Maceió e Arapiraca devem ir até a clínica indicada pelo Detran, onde vai ser feita a captura de foto, biometria, e os exames clínico e psicológico. Já os usuários que residem no interior de Alagoas precisam ir até uma Ciretran para fazer a etapa da captura da foto e da biometria.
O uso contínuo de medicamentos como o omeprazol, indicado para o tratamento de refluxo gastroesofágico e gastrite, pode trazer alguns riscos à saúde -- assim como qualquer outro medicamento.
A literatura científica já mostrou que medicamentos da classe dos inibidores de bomba de prótons (IBPs) -- como omeprazol, pantoprazol, esomeprazol e lansoprazol, entre outros --, quando usados de forma indiscriminada e prolongada, podem causar deficiências nutricionais, como cálcio, ferro e vitamina B12, o que pode levar a anemia, osteoporose e neuropatia.
Alguns estudos sugerem que o omeprazol e outros medicamentos similares podem levar à demência. Uma pesquisa alemã publicada em 2014 no JAMA Neurology, por exemplo, observou uma possível associação entre o uso prolongado desses remédios e a maior incidência de demência em idosos.
No entanto, especialistas ouvidos pela CNN afirmam que ainda há limitações nesses estudos, e que nenhum trabalho recente comprova essa associação.
"É importante destacar que esses estudos avaliaram populações com múltiplos fatores de risco — idosos, diabéticos, hipertensos, com histórico de AVC [acidente vascular cerebral], etc. Ou seja, eles mostram associação, não prova de causa", afirma Diogo Haddad, chefe do Centro Especializado em Neurologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.
"Alguns trabalhos sugerem que o uso diário dessas medicações por muitos anos pode estar associado a um pior desempenho de memória, mas é importante destacar que o maior risco observado é em idosos. E esse grupo, além de usar bastante esses remédios, geralmente faz uso de múltiplos medicamentos ao mesmo tempo, a chamada polifarmácia, que também pode afetar a memória", reforça Alessandra Rascovski, endocrinologista e diretora médica da Atma Soma.
O que poderia explicar essa possível relação, de acordo com os especialistas, é a redução da absorção da vitamina B12 causada por esses medicamentos ao diminuir a acidez do estômago. "A deficiência de B12, quando crônica, pode afetar a cognição", afirma Haddad.
Outra possível explicação é que o paciente que precisa usar omeprazol por muito tempo muitas vezes já tem outras doenças inflamatórias, cardiovasculares ou metabólicas, que por si só aumentam o risco de demência.
No entanto, os especialistas reforçam: os estudos genéticos mais recentes não confirmaram uma relação causal entre o uso de inibidores de bomba de próton e demência.
Quais são os verdadeiros riscos associados ao uso prolongado de omeprazol?
O uso prolongado de quaisquer medicamentos pode trazer riscos e efeitos à saúde. No caso do omeprazol, eles estão relacionados à redução da absorção de vitaminas e minerais, como magnésio e ferro, além de riscos ósseos e maior chance de infecções gastrointestinais.
"Esses efeitos dependem muito do tempo e da indicação: quando bem acompanhado, o risco é muito menor", afirma Haddad.
Por isso, esses medicamentos devem ser indicados em situações específicas. "Muitas vezes, orienta-se o uso sob demanda. Quem tem sintomas leves e não apresenta doença gástrica grave pode usar o medicamento apenas em momentos de necessidade, após exageros alimentares, consumo de álcool ou episódios de dor", explica Rascovski.
Como reduzir esses riscos?
Para pacientes que necessitam usar o medicamento por períodos longos, o recomendado é manter acompanhamento médico regular, realizar exames para monitorar níveis de nutrientes e a função renal, além de utilizar a menor dose eficaz, de acordo com Lucas Nacif, cirurgião do aparelho digestivo e diretor médico da clínica Hepatoclin.
"Apesar de os riscos serem menores em pessoas que utilizam o medicamento corretamente, o omeprazol deve sempre ser usado com responsabilidade e sob orientação profissional", afirma o especialista.
Além disso, o uso da medicação deve vir acompanhado de mudanças na dieta e nos hábitos de vida, além de suplementação quando indicado.
A Assembleia Legislativa do Estado de Alagoas (ALE) realizará, no dia 24 deste mês, uma audiência pública para discutir a demarcação de terras indígenas no município de Palmeira dos Índios. A sessão especial está marcada para as 9h, no plenário da Casa, e tem como objetivo ouvir a população atingida e os órgãos responsáveis pelo processo.
O debate deve reunir representantes da Funai, do Incra, do Ministério Público Federal, lideranças indígenas, autoridades municipais e moradores da região. A expectativa é de que o encontro proporcione diálogo e transparência em torno de um tema que tem gerado forte repercussão no Agreste alagoano.
Nos últimos meses, moradores e pequenos produtores rurais têm demonstrado preocupação e insegurança diante do avanço dos estudos de demarcação. Muitos afirmam temer perder investimentos feitos ao longo de várias décadas, como, benfeitorias e propriedades erguidas por gerações de trabalho.
A audiência busca aprofundar o debate e esclarecer dúvidas sobre o processo de demarcação, conciliando o direito das comunidades com a segurança jurídica. O encontro será aberto ao público, e a participação popular é considerada fundamental para a construção de soluções equilibradas e sustentáveis.
O debate foi marcado após uma reunião de moradores com o Cabo Bebeto, realizada recentemente no próprio município, onde foram relatadas dúvidas, apreensão e pedidos de esclarecimento sobre os estudos de demarcação em andamento das Terras Indígenas Xukuru-Kariri.
Uma operação da Polícia Federal (PF) desmantelou, em 21 de agosto deste ano, uma estrutura clandestina que funcionava em Santa Bárbara d’Oeste, interior paulista, dedicada à fabricação de peças de fuzis sob a fachada de uma empresa de metalurgia e peças aeronáuticas. Investigações apontam que as facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) estavam entre os clientes dos armamentos.
Anderson Custódio Gomes, Janderson Aparecido Ribeiro de Azevedo, Gabriel Carvalho Belchior e Wendel dos Santos Bastos são investigados por envolvimento no esquema. Os dois primeiros foram presos em flagrante.
Segundo inquérito policial obtido pelo Metrópoles, a quadrilha operava à noite dentro da empresa Kondor Fly Parts Indústria e Comércio de Peças Aeronáuticas, localizada no Distrito Industrial de Santa Bárbara d’Oeste e de propriedade de Gabriel Carvalho Belchior — atualmente foragido da Justiça e cujo nome consta na lista de procurados da Polícia Internacional (Interpol). A suspeita é a de que ele esteja no estado da Flórida, nos Estados Unidos.
O grupo utilizava máquinas de Controle Numérico Computadorizado (CNC) e centros de usinagem de alta precisão para fabricar componentes essenciais de fuzis automáticos. O maquinário incluía equipamentos comuns em indústrias de aviação e metalurgia de precisão.
Fábrica de fachada
As investigações começaram após a PF detectar que Janderson e Anderson trabalhavam em horários incomuns e transportavam caixas pesadas para um imóvel na Rua Ibitinga, em Americana, interior de São Paulo, vizinha a Santa Bárbara D´Oeste. O endereço era usado como depósito e ponto de montagem final das armas. No local, a PF encontrou 35 conjuntos de peças de fuzis tipo AR-15, além de dois supressores de ruído (silenciadores) e dezenas de caixas com peças metálicas.
De acordo com a denúncia, Gabriel Carvalho Belchior, proprietário da Kondor Fly, teria cedido a estrutura industrial da empresa para que os comparsas produzissem armas sob a fachada de fabricação de peças aeronáuticas. Já Wendel dos Santos Bastos era responsável pela logística e aquisição de insumos metálicos, segundo a PF. Ele mantinha contato com fornecedores e coordenava entregas para os demais integrantes.
A quadrilha arrendou a fábrica de Gabriel Belchior e pagava mensalmente a Wendel a quantia de R$ 69 mil, como mostra a investigação da PF obtida pela reportagem. Wendel está em liberdade, segundo a mais recente atualização processual do caso, ocorrida nessa segunda-feira (3/11).
Comércio de armas
A quadrilha vendia armas e componentes para intermediários de outros estados, como Rio de Janeiro, Bahia e Ceará. Cada fuzil era comercializado com preços entre R$ 8 mil e R$ 15 mil, promovendo faturamento mensal de dezenas de milhares de reais, não especificados nos relatórios da PF. Parte do dinheiro circulava em contas de terceiros, dificultando o rastreamento.
Entre os clientes da quadrilha, como mostra investigação da PF fluminense, estaria a facção carioca Comando Vermelho. Um dos arquivos de projeto de armas, segundo documento policial de São Paulo, ainda faz menção à facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC).
O delegado Jeferson Dessotti Cavalcante Di Schiavi, da PF de Campinas, conduziu a operação de agosto, com apoio do 10º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep), responsável pela abordagem que levou às prisões em flagrante.
Envolvidos e funções
Gabriel Carvalho Belchior — proprietário da Kondor Fly; acusado de ceder a estrutura industrial para fabricação ilegal de fuzis. Ele está foragido e consta na lista de procurados da Interpol.
Anderson Custódio Gomes — programador CNC; desenvolvia os códigos de fabricação e coordenava a usinagem.
Janderson Aparecido Ribeiro de Azevedo — operador de máquinas; executava a produção e o transporte das peças.
Wendel dos Santos Bastos — responsável por logística e compra de insumos metálicos; dava suporte à fabricação e recebia R$ 69 mil mensais da quadrilha, pelo arrendamento da fábrica.
“Milque” — gerente da Kondor Fly citado pelos operários como supervisor das atividades noturnas; investigado.
A PF do Rio de Janeiro também investiga a relação da fábrica do interior paulista com um núcleo carioca responsável por receber as armas e negociá-las com facções em diversos morros, além de milícias, que disputam a bala territórios para agir ilegalmente.
Adriano José da Silva Santos e Wellington José de Souza foram condenados a 21 anos e 20 meses de prisão, em regime inicialmente fechado, pelo assassinato de Claudemir Félix da Silva, ocorrido em janeiro deste ano, no bairro São Jorge, em Maceió. A decisão da Justiça de Alagoas foi proferida nessa segunda-feira, 03.
De acordo com a denúncia do Ministério Público de Alagoas (MPAL), no dia 15 de janeiro de 2024, por volta das 8h, os réus atacaram a vítima com golpes de arma branca, após um desentendimento motivado pela partilha de uma bebida alcoólica. O crime ocorreu na Travessa Ipanema, Grota do Macaco, no Barro Duro.
Conforme apurou o MPAL, Claudemir Félix foi surpreendido pelos acusados em via pública e não teve qualquer chance de defesa. A 42ª Promotoria de Justiça da Capital sustentou, durante o júri, que o homicídio foi cometido por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, o que qualificou o crime.
Testemunhas e provas periciais, como laudos do Instituto de Criminalística e registros fotográficos, confirmaram a materialidade e a autoria do delito praticado pelos condenados. Durante o julgamento, os jurados acolheram integralmente a tese apresentada pelo MPAL, reconhecendo a responsabilidade dos acusados e condenando-os pelos crimes previstos no artigo 121, §2º, incisos I e IV, do Código Penal.
A promotora de Justiça Adilza Inácio de Freitas destacou a importância da decisão. “Trata-se de uma resposta firme da Justiça e da sociedade diante de um crime cometido com extrema violência e por uma motivação absolutamente desproporcional. A punição dos réus comprova que condutas que atentam contra esse bem maior, que a vida, não é tolerado”.
