
A cantora Lara Silva, 27, atualizou o estado de saúde de seu pai, o apresentador Faustão. Neste ano, ele ficou três meses internado e passou por dois transplantes.
Em entrevista, a artista ainda relembrou a participação do apresentador em seu casamento com o apresentador Julinho Casares, 27, em setembro.
"Ele está melhorando a cada dia. Isso que é importante, mas a gente só fica muito feliz que ele pode estar nesse dia tão especial com a gente. Foi muito emocionante. Eu fiquei muito emocionada que as pessoas também sentiram isso e pelas mensagens de carinho, todo o amor. Agradeço muito, muito mesmo."
A declaração foi concedida à CNN e outros veículos durante um leilão beneficente organizado pelo ex-jogador Ronaldo Fenômeno nesta quarta-feira (12). Promovido pelo atleta e sua esposa, Celina Locks, o evento, que conta com a participação de celebridades, celebra os 15 anos da Fundação Fenômenos com um jantar de gala beneficente.
Casares também falou do sogro na ocasião. "O Fausto é um cara guerreiro, muito forte, todo mundo conhece o coração que ele tem, sabe que é cara muito generoso. Ele ajuda tanta gente, as pessoas às vezes não sabem, mas ele ajuda tanta gente. Ele merece essa recuperação e tá firme e forte na recuperação da fisioterapia."
O apresentador ainda relatou que o comunicador continua fazendo uso da cadeira de rodas, mas disse que Faustão já está andando e fazendo exercícios diários.
Relembre a internação mais recente de Faustão
Faustão estava internado em São Paulo em função de uma infecção bacteriana aguda com sepse. A condição ocorre quando o corpo reage exageradamente a uma infecção, provocando inflamação generalizada e risco de falência de órgãos.
Durante a hospitalização, o apresentador passou por duas cirurgias: em 6 de agosto, o apresentador recebeu um transplante de fígado e, no dia seguinte, um retransplante renal. Assim, ele chegou a quatro transplantes de órgãos nos últimos dois anos — o de coração, no fim de 2023; o de rim, em abril de 2024; além dos dois mais recentes.
O comunicador também passou por controle infeccioso, reabilitação clínica e nutricional durante a hospitalização recente.
Em depoimento ao Ministério Público do Rio (MPRJ), na última segunda-feira, o delegado Moysés Santana Gomes, titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), deu detalhes de como foi o planejamento da megaoperação na Penha em 28 de outubro. Segundo ele, antes da entrada de policiais na região, equipes fizeram o monitoramento aéreo da comunidade Vila Cruzeiro e flagraram cerca de 70 traficantes fazendo a segurança de uma das casas de Edgar Alves de Andrade, o Doca, chefe local e membro da cúpula do Comando Vermelho.
"Até o início das incursões das forças policiais, nós já estávamos com monitoramento aéreo, então, nós sabíamos que havia um grupo grande de traficantes, que estavam posicionados, no início da operação, em frente à casa do Doca. Essa informação da casa dele, inclusive, está nos autos. [...] Eram mais de 70, todos armados com fuzis, preparados e se concentravam na porta da casa dele", reforçou em depoimento.
Foi próximo a esse imóvel que os delegados Bernardo Leal e Marcos Vinicius Cardoso foram baleados — o primeiro foi ferido na perna, e o segundo morreu após ser atingido na cabeça. Bernardo continua internado no Hospital Samaritano da Barra da Tijuca e precisa de doação de qualquer tipo sanguíneo.
A transcrição da declaração de Santana foi enviada ontem ao STF, junto a outros documentos sobre a atuação do MP envolvendo a megaoperação. O envio atende a uma determinação feita pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF — que também cobrou informações do governo do estado, do Tribunal de Justiça do Rio e da Defensoria Pública.
Falta de câmeras
Outra informação disponível no documento produzido pelo MPRJ diz respeito ao uso de câmeras corporais por policiais. Menos da metade dos integrantes de unidades de elite das polícias Militar e Civil que participaram da megaoperação estava usando os equipamentos.
No Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), havia 77 equipamentos para os cerca de 215 militares. No caso da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), subiram as favelas 128 agentes, mas apenas 57 usavam o equipamento. Por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), todos os policiais do Rio têm de usar câmeras no uniforme durante as operações.
No caso da Core, o delegado Fabrício Oliveira, responsável pela coordenadoria, explica que há disponibilidade de 100 câmeras para a equipe — o que já seria insuficiente dado o número de policiais convocados —, mas houve um problema na liberação dos equipamentos, feita por chave de acesso individual de cada agente.
“A gente teve 57 policiais com câmeras, e 32 a própria empresa disse que, no dia, estavam indisponíveis por um problema deles, da empresa”, afirmou o coordenador no depoimento. Segundo ele, a empresa foi chamada para verificar o sistema e um laudo foi produzido apontando o problema.
A Polícia Federal (PF) instaurou um inquérito para investigar o destino e possíveis envolvidos na apreensão de 15 quilos de maconha, realizada na tarde dessa quarta-feira (12), no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, em Alagoas. A droga foi encontrada em uma mala pertencente a um passageiro de 25 anos, natural da Bahia.
De acordo com as informações repassadas inicialmente pela Polícia Militar (PM), o homem vinha de Salvador, capital baiana, e foi flagrado na área de desembarque após a equipe da Aena Brasil detectar um volume suspeito dentro de uma das bagagens.
Os agentes permaneceram em alerta para identificar o responsável e acionaram a PM quando o passageiro se aproximou da mala.
O suspeito foi preso em flagrante e levado para a sede da Polícia Federal (PF), em Maceió, junto com o material apreendido. Segundo a PF, as investigações agora buscam esclarecer o destino da droga e identificar outras pessoas que possam estar envolvidas no esquema.
Até o momento, não há informações sobre o teor do depoimento prestado pelo suspeito. O inquérito segue em andamento.
Através do Telescópio Espacial James Webb, pesquisadores encontraram o que acreditam ser a primeira geração de estrelas existentes no Universo, chamadas de estrelas da População III. Elas foram localizadas no aglomerado estelar LAP1-B, a cerca de 13 bilhões de anos-luz da Terra. A descoberta foi publicada no final de outubro na revista científica The Astrophysical Journal Letters.
Logo após a explosão que deu origem ao Universo (Big Bang), só haviam dois elementos existentes: hidrogênio e hélio. Ao se misturar com matéria escura, os gases foram responsáveis por formar as primeiras estrelas.
De acordo com uma teoria bastante aceita pelos cientistas, os corpos celestes primordiais eram até 1 milhão de vezes maiores que a massa do Sol e brilhavam muito mais que a luz solar — cerca de 1 bilhão de vezes mais.
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A prefeita Tia Júlia, acompanhada do secretário de Estado de Relações Federativas e Internacionais Júlio Cezar, da secretária de Estado da Educação Roseane Vasconcelos, de técnicos da Gerência Regional de Educação (Gere) e de secretários municipais, cumpriu uma agenda de trabalho com visitas a importantes equipamentos educacionais de Palmeira dos Índios.
A comitiva vistoriou as obras da Universidade Estadual de Alagoas (Uneal), já 100% concluídas, acompanhou o andamento da construção da Creche CRIA, que está com 75% dos serviços finalizados, e visitou a Escola Estadual Monsenhor Ribeiro Vieira.
Na Monsenhor Ribeiro, direção e alunos receberam o grupo com entusiasmo. “Este é um momento ímpar para a nossa escola. Sabemos que a visita do município e do Estado sempre vem acompanhada de boas notícias e estávamos ansiosos por isso”, destacou a diretora Joseane Alves.
A secretária de Estado da Educação Roseane Vasconcelos ressaltou a importância da parceria entre o Estado e o município. “Há alguns meses recebi um convite do secretário Júlio Cezar para vir aqui e, agora, tivemos esta oportunidade. O governo Paulo Dantas trabalha unindo Estado e município. Temos orgulho de fazer parte da rede estadual de Educação, que alcança as melhores colocações no Ideb. Hoje, o Estado investe na construção de 57 novas escolas, o maior investimento já visto em Alagoas nesta área”, afirmou a secretária.
O secretário Júlio Cezar, ex-aluno da escola, falou com emoção sobre o retorno à instituição. “É uma alegria estar de volta à casa que me acolheu como estudante. A secretária Roseane é uma das mais competentes do Estado e veio reafirmar o compromisso do governador Paulo Dantas com a Educação, junto com a prefeita Tia Júlia. Estudem, valorizem seus pais e colegas, aceitem as diferenças de cada um e acreditem na força do trabalho e do conhecimento. O estudo é o que muda a vida da gente e abre portas para o futuro”, aconselhou o secretário.
A prefeita Tia Júlia também compartilhou lembranças e anunciou conquistas para a comunidade escolar. “Aqui, construí muitas amizades e atuei como professora. Acreditem nos sonhos de vocês, pois este é apenas um dos que estão se tornando realidade. Vocês receberão um ginásio de esportes, assim como a Escola Estadual Egídio Barbosa, graças à articulação do secretário Júlio e da secretária Roseane junto ao governador Paulo Dantas. O esporte é vida e oportunidade. Não desistam dos seus sonhos, pois hoje um deles está sendo realizado”, finalizou a prefeita.
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) está entre as principais causas de mortalidade no Brasil. Segundo estimativas do Portal da Transparência dos Cartórios de Registro Civil, entre janeiro e outubro deste ano, 64.471 pessoas perderam a vida por essa condição, o equivalente a uma morte a cada seis minutos.
Diante da importância do tema, a Boehringer Ingelheim promoveu em outubro, em Brasília (DF), um encontro especial do “Pautadas por Elas”.
O evento reuniu especialistas, gestores da área da saúde e associações de pacientes para discutir estratégias de acesso ao diagnóstico, tratamento e reabilitação da doença. O debate ocorreu no dia 29 de outubro, data que marca o Dia Mundial do AVC.
Cuidado no tempo certo salva vidas
A neurologista dra. Sheila Martins, presidente da Rede Brasil AVC, explica que existem dois tipos principais de AVC: o isquêmico, causado por entupimento de artéria, e o hemorrágico, provocado pela ruptura de um vaso sanguíneo.
O AVC ocorre quando há interrupção do fluxo sanguíneo no cérebro, provocando morte de células cerebrais e sequelas que podem variar de limitações motoras à perda da fala.
O reconhecimento dos sintomas e o tratamento rápido são essenciais para evitar quadros graves.
“Qualquer sinal neurológico súbito deve ser considerado AVC até que se prove o contrário. É fundamental acionar o SAMU (192) imediatamente e levar o paciente a um hospital preparado. Cada minuto sem tratamento significa a perda de 2 milhões de neurônios.”
Sheila Martins, neurologista e presidente da Rede Brasil AVC
Os sintomas aparecem de forma repentina e exigem atendimento imediato. São eles:
Fraqueza ou dormência em um lado do corpo (rosto, braço ou perna)
Dificuldade para falar ou entender o que é dito
Alterações visuais súbitas
Dor de cabeça intensa e sem causa aparente
Perda de equilíbrio, tontura ou confusão mental
Profissionais de saúde recomendam a regra do “SAMU” para identificar rapidamente:
A experiência de Sandra Issida Gonçalves, presidente da Associação Mineira do AVC, ilustra a importância de reconhecer os sintomas e agir rapidamente. Em 2011, o marido sofreu um AVC aos 44 anos, mas o diagnóstico inicial foi tardio.
Renato Mariz Gonçalves passou por diferentes médicos antes de receber o atendimento correto. Por causa disso, o quadro já estava avançado e as sequelas grandes com paralisia e comprometimento na fala.
“Quando ele perdeu força na perna e a fala, foi um verdadeiro filme de terror. Cada gesto, cada progresso, mesmo que mínimo, era uma vitória”, lembrou Sandra.
A experiência a motivou a fundar a associação, que hoje acolhe pacientes e familiares, oferecendo orientação, estímulo e esperança.
Tratamento
Nos hospitais, a tomografia de crânio é o exame que suporta o diagnóstico da doença e demonstra se o AVC é isquêmico ou hemorrágico.
Quando identificado o tipo isquêmico, é possível usar um medicamento que dissolve o coágulo e reduz sequelas caso o tempo entre o início dos sintomas e o tratamento seja de, no máximo, 4 horas e meia.
“Com o uso do trombolítico, o número de pacientes que ficam sem sequelas é 30% maior em comparação àqueles que não recebem o tratamento. O Brasil já tem mais de 300 hospitais capazes de realizar esse tratamento, 126 deles financiados pelo Ministério da Saúde”, destacou a presidente da Rede Brasil AVC.
Para casos mais graves, há ainda a trombectomia mecânica, procedimento que remove o trombo por cateterismo cerebral. No entanto, apenas 18 hospitais do SUS estão habilitados a fazer esse tipo de intervenção.
Prevenção e reabilitação
Um dos pontos centrais do debate no “Pautadas por Elas” foi a necessidade de fortalecer a linha de cuidado do AVC, da prevenção à reabilitação.
A neurologista Sheila Martins defendeu que é preciso integrar melhor a atenção primária, o atendimento de urgência e o acompanhamento pós-alta.
“O paciente não pode sair do hospital sem saber onde fará fisioterapia e fonoaudiologia. O tempo também conta na reabilitação. E precisamos tratar desde os fatores de risco até o acolhimento social e emocional”, afirmou.
De acordo com a Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC), cerca de 70% dos pacientes que sofreram um derrame não conseguem retornar ao trabalho devido às sequelas. E 50% tornam-se dependentes de outras pessoas para fazer atividades do dia a dia.
Além disso, o AVC é a segunda principal causa de comprometimento cognitivo no mundo, atrás apenas do Alzheimer.
Segundo especialistas, a integração entre atenção hospitalar e domiciliar ainda é um dos maiores desafios, principalmente em regiões mais afastadas.
Na Amazônia, por exemplo, onde logística e acesso a insumos limitam a eficiência do cuidado, a fase inicial do tratamento ainda não chega.
Educação e conscientização
Para ampliar o acesso ao tratamento, a Boehringer Ingelheim promove uma série de ações educativas pelo Brasil junto com a população e a comunidade médica.
No encontro, a gerente sênior de assuntos médicos da Boehringer, Renata Miranda, citou duas delas:
A primeira é a Angels, uma iniciativa global presente no Brasil desde 2017. O programa busca qualificar hospitais para atendimento rápido e eficaz do AVC, padronizando protocolos e capacitando profissionais.
Cerca de 624 centros participam da iniciativa em todas as regiões do país. O programa já impactou 750 mil pacientes e promoveu mais de 500 mil treinamentos.
“O objetivo é garantir que os pacientes cheguem em tempo hábil e sejam tratados de forma adequada, aumentando a sobrevida e reduzindo sequelas”, ressaltou Renata.
A segunda iniciativa apontada por Renata é a Fast Heroes. Voltado para crianças de 5 a 10 anos, o programa ensina de forma lúdica a identificar sinais de AVC — perda de fala, fraqueza e desvio facial — e acionar o SAMU.
Mais de 980 escolas e 90 mil crianças já participaram do projeto.
A ideia é educar as crianças para que elas impactem positivamente as famílias, ampliando o conhecimento comunitário sobre os sinais da doença.
O Fast Heroes começou em 2019 e já está implementado em 10 estados brasileiros, com metas de expansão para 2026, incluindo treinamento de mais crianças e ampliação de hospitais participantes.
Prevenir é tratar antes de precisar
Segundo a OMS, até 90% dos AVCs podem ser prevenidos com controle da pressão arterial, diabetes, colesterol, tabagismo e obesidade.
O debate reforçou que investir em informação, prevenção e integração do cuidado é tão importante quanto ampliar o número de centros habilitados.
No mesmo dia, foi realizada uma cerimônia no Salão Nobre do Congresso Nacional destacando a necessidade de se tratar do tema de AVC.
Durante o evento, que contou com a participação de membros do Ministério da Saúde, Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos, Firjan e de associações médicas e de pacientes, foi lançada a Política Nacional de AVC (PL 5477) e a subcomissão especial de AVC.
No fim, o Congresso Nacional recebeu projeções especiais que alertavam a população sobre sinais e sintomas da doença.
A construção dessa política nacional representa um ponto de partida para que o Brasil avance rumo a um modelo de cuidado efetivo, humano e sustentável para o AVC.
O governador Paulo Dantas confirmou, nesta quarta-feira (12), a inauguração do novo hospital de Palmeira dos Índios para o dia 17 de dezembro. O anúncio foi feito após reunião com a prefeita Tia Júlia e o secretário de Estado de Relações Federativas e Internacionais (Serfi), Júlio Cezar, que alinharam os detalhes da programação, considerada um marco histórico para a saúde pública da região.
Durante o encontro, o governador adiantou que o evento contará com show do cantor Bell Marques e deve reunir diversas autoridades estaduais e federais. São esperadas as presenças do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, além de parlamentares e lideranças regionais.
“Está tudo confirmado para o dia 17 de dezembro. Vamos entregar o novo hospital de Palmeira, garantindo atendimento digno e completo à população”, teria afirmado o governador, segundo revelou uma fonte ao Todo Segundo.
Além da entrega do novo hospital, o ministro dos Transportes, Renan Filho, deve aproveitar a data para anunciar oficialmente a duplicação da BR-316, no trecho que corta o município. A assinatura da ordem de serviço da obra pode ocorrer no mesmo dia da inauguração, com as frentes de trabalho já em andamento.
A prefeita Tia Júlia ressaltou que o novo hospital representa um avanço histórico para Palmeira dos Índios. “Essa é uma conquista sonhada há muitos anos. Graças à parceria com o governador Paulo Dantas e o secretário Júlio Cezar, Palmeira vai ganhar um hospital à altura do seu povo”, afirmou a gestora.
A obra, uma das mais aguardadas do Agreste de Alagoas, é resultado direto da articulação do ex-prefeito e atual secretário estadual Júlio Cezar, que liderou o projeto desde sua concepção, ainda na gestão do então governador Renan Filho. O secretário foi responsável por mobilizar recursos e garantir a execução do empreendimento — um reflexo da aliança política com o grupo Calheiros.
“Palmeira esperou mais de um século por isso. Fico honrado por ter liderado essa conquista com o apoio de Renan Filho, Paulo Dantas e do grupo Calheiros. Essa é uma vitória de todos os palmeirenses”, comemorou Júlio Cezar.
O novo hospital contará com centro de diagnóstico por imagem, atendimento ambulatorial e estrutura moderna de urgência e emergência. A unidade será referência para uma população estimada em 158 mil pessoas, abrangendo Palmeira dos Índios e os municípios vizinhos de Belém, Cacimbinhas, Estrela de Alagoas, Igaci, Maribondo, Minador do Negrão e Tanque D’Arca.
Com investimento superior a R$ 70 milhões, o hospital integra a política estadual de descentralização dos serviços de saúde. Além dos benefícios diretos para a saúde, o novo equipamento deve gerar mais de mil empregos diretos, impulsionando a economia local e fortalecendo o setor de serviços da cidade.
O Tribunal do Júri da 4ª Vara Criminal de Palmeira dos Índios condenou, nesta terça-feira (11), Talisson Romero França, conhecido como “Nesquita”, e Matheus Guilherme Leite a 19 anos e 3 meses de prisão em regime fechado pelo assassinato de Marcos Henrique de Barros, de 27 anos, o “Orelha” ou “Louco”. O julgamento foi presidido pelo juiz Christiano Sibaldo.
O crime ocorreu em 11 de janeiro de 2023, em frente ao Hospital Regional Santa Rita, e chocou a população pela frieza e audácia da execução em plena via pública, à luz do dia.
De acordo com a sentença, ficou comprovado que “Nesquita” foi o executor dos disparos que vitimaram Marcos Henrique, contando com a participação direta de Matheus Leite, responsável por conduzir a motocicleta usada na fuga.
Ambos foram considerados culpados por homicídio qualificado por motivo torpe e emboscada, atendendo à tese apresentada pelo Ministério Público de Alagoas (MPAL), representado pelo promotor João de Sá Bomfim.
O júri rejeitou, porém, a acusação de tentativa de homicídio, ocorrida em 30 de dezembro de 2022, apenas 12 dias antes do assassinato de Marcos Henrique, por falta de provas, conforme recomendação do próprio MP.
Durante o julgamento, “Nesquita” compareceu presencialmente ao Fórum de Palmeira dos Índios, enquanto Matheus Leite participou por videoconferência.
Segundo informações apuradas, Matheus reside atualmente no Paraná e foi comunicado da condenação de forma remota.
Com a voz trêmula durante o interrogatório no júri, Talisson Romero França, o “Nesquita”, negou ser o autor dos disparos, afirmando que, na data do crime, estava trabalhando em um comércio de Maceió.
Já Matheus Guilherme Leite negou conhecer “Nesquita” e declarou que a motocicleta usada no dia do crime havia sido vendida meses antes a uma terceira pessoa, residente no Distrito de Rainha Isabel, em Bom Conselho (PE).
A mãe de Talisson, ao Portal Todo Segundo, relatou que já perdeu três filhos assassinados, entre eles uma adolescente de 13 anos e outro que foi encontrado morto dentro de uma cela no Presídio do Agreste, em Girau do Ponciano.
“A justiça da Terra é falha, mas a de Deus é perfeita. Que seja feita a vontade de Deus”, disse ela, minutos antes da sentença, afirmando ser evangélica.
As defesas de Talisson Romero França e Matheus Leite, representadas respectivamente pelos advogados Thais Martins e Raimundo Pereira, alegaram falta de provas da materialidade do crime e pediram a absolvição dos réus, mas os jurados acolheram a tese do Ministério Público.
Segundo o processo, Talisson aguardou a saída de Marcos Henrique do hospital — onde ele estava internado para retirar uma bala alojada no corpo após uma troca de tiros 12 dias antes — e disparou várias vezes contra a vítima logo após sua alta médica.
Os tiros atingiram as paredes e a porta do hospital, gerando pânico entre pacientes e funcionários, mas ninguém além da vítima foi ferido.
Imagens do sistema de videomonitoramento da cidade flagraram a fuga dos assassinos e foram fundamentais para identificar “Nesquita” como o autor dos disparos. Ele foi capturado cinco meses depois, em Maceió, no bairro Cidade Universitária, onde se escondia na casa de familiares.
A denúncia do Ministério Público apontou que o homicídio foi motivado por disputas ligadas ao tráfico de drogas em Palmeira dos Índios.
Segundo a investigação, “Nesquita” teria agido a mando de Alex Tavares Jacinto, o “Barão do Tráfico”, então considerado líder de uma organização criminosa atuante na região.
Meses depois, em outubro de 2023, Alex Tavares foi executado a tiros no bairro Vila Maria, em um episódio que a polícia acredita estar relacionado à mesma guerra entre grupos criminosos.
A decisão foi recebida com alívio e sensação de justiça entre familiares da vítima e moradores da cidade, que acompanharam o caso desde o início.
A Polícia Civil já identificou suspeitos de participação no ataque a tiros contra a Escola Estadual Indígena Pajé Miguel Selestino, localizada no território Xukuru-Kariri, em Palmeira dos Índios. O crime ocorreu na noite do último domingo (9) e deixou marcas de disparos em portões e paredes da unidade escolar.
De acordo com o chefe de operações da 5ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), Diogo Martins, o caso foi percebido por um vigilante que estava de serviço no momento do ataque, mas ninguém ficou ferido. “Ele ouviu os disparos e constatou os pontos em que a escola foi atingida”, informou o policial.
A polícia trabalha com diferentes linhas de investigação e já recolheu imagens de câmeras de segurança, que devem ajudar a confirmar a autoria do crime. Até o momento, os investigadores descartam relação entre o ataque e o processo de demarcação de terras da comunidade indígena Xukuru-Kariri.
O delegado responsável pelo caso destacou que o foco agora é aprofundar a qualificação dos suspeitos e identificar a motivação do ataque, para concluir o inquérito e encaminhá-lo à Justiça.
Mesmo após o episódio, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que as aulas ocorreram normalmente na segunda-feira (10), com acompanhamento das autoridades locais.
A Polícia Civil segue com diligências e deve ouvir novas testemunhas nos próximos dias.
A Câmara dos Deputados deve votar nesta quarta-feira (12/11) o Projeto de Lei (PL) Antifacção, após o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o relator da matéria, Guilherme Derrite (PP-SP), recuarem em dois pontos criticados pelo governo, autor da proposta original.
Depois de um dia cheio de reuniões com integrantes do governo, como os ministros Ricardo Lewandowski, da Justiça, e das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, Derrite anunciou que desistiu de alterar a Lei Antiterrorismo e que preservaria a competência da Polícia Federal (PF) na proposta.
Cerca de uma hora depois, o ex-secretário de Segurança Pública de São Paulo divulgou o novo relatório, confirmando o que havia antecipado.
Lei Antiterrorismo
Desde a divulgação do primeiro relatório, Derrite rejeitou a proposta da oposição de fundir o texto do governo a outro projeto que equipara facções criminosas a organizações terroristas.
Ainda assim, ele sugeriu que ações armadas e de controle territorial promovidas por facções recebessem as mesmas punições aplicadas a casos de terrorismo, com penas que variam de 20 a 40 anos de prisão, conforme a Lei nº 13.260, de 2016.
A decisão foi duramente criticada por governistas, como o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ).
No parecer mais recente, Derrite manteve as mesmas penas, mas decidiu não alterar a Lei Antiterrorismo e criar uma legislação autônoma. No novo substitutivo, o deputado afirma que o projeto instituirá um “marco legal” de combate às facções.
Segundo o secretário de Segurança Pública, ao não mexer na lei que trata dos grupos extremistas, o texto evita abrir brechas para interpretações que poderiam justificar interferências externas no país.
“Estou atendendo ao interesse público. O que você chama de recuo, eu chamo de estratégia para punir adequadamente o crime organizado no Brasil”, respondeu Derrite ao ser questionado se a mudança representava uma concessão ao governo.
Cenário
A Câmara deve votar nesta quarta (12/11) o PL Antifacção, após ajustes feitos por Derrite e Motta em pontos criticados pelo governo.
Derrite desistiu de alterar a Lei Antiterrorismo e manteve a competência da Polícia Federal, após reunião com ministros do governo.
Novo parecer cria um “marco legal” de combate às facções, sem mudar a Lei Antiterrorismo, mas mantendo penas de até 40 anos.
Após críticas, relator retirou menções à PF do texto; governo sinaliza apoio e espera votar a proposta ainda nesta quarta.
Câmeras de segurança registraram o momento em que um homem ateou fogo no muro da casa da companheira, no bairro Santos Dumont, em Maceió, durante a madrugada dessa terça-feira (11). Após provocar o incêndio, o suspeito fugiu do local, mas foi preso em flagrante algumas horas depois pela Polícia Militar (PM). O cachorro da mulher ficou ferido devido às chamas.
Segundo informações da Polícia Civil de Alagoas (PCAL), o homem será indiciado por violência doméstica, maus-tratos a animal e tentativa de feminicídio. A ação criminosa foi registrada por câmeras instaladas na rua e mostra o momento em que ele chega, ateia fogo e foge em seguida.
De acordo com o delegado Robervaldo Davino, da Delegacia de Crimes Ambientais e Proteção Animal (DCAPA), o ataque tinha como alvo principal a companheira, que já vinha sendo ameaçada.
“Ele colocou fogo na residência com a intenção de atingi-la, mas dentro da casa também havia um cão, que acabou ferido pelas chamas”, afirmou o delegado.
Após o crime, o suspeito fugiu para o litoral norte, mas retornou à residência horas depois, quando foi localizado e detido. Antes da prisão, ele chegou a enviar áudios com ameaças e xingamentos, usados pela polícia como prova no inquérito.
A vítima, que mantinha relacionamento com o agressor há cerca de seis meses, solicitou medida protetiva e deve prestar novo depoimento nos próximos dias.
“Esperamos que ele permaneça preso, pois representa risco à vida da companheira”, reforçou Davino.
O suspeito foi levado à Central de Flagrantes, onde permanece à disposição da Justiça para audiência de custódia. O animal ferido recebeu atendimento veterinário e segue em recuperação sob os cuidados de protetores.
O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou que o gabarito oficial do primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 será divulgado na próxima quinta-feira, 13 de novembro. As provas foram aplicadas em 1.805 municípios de todo o país e contaram com a participação de milhões de estudantes.
De acordo com o MEC, o exame ocorreu dentro da normalidade e envolveu mais de 300 mil colaboradores em sua logística e aplicação.
No primeiro dia, os participantes responderam a 90 questões de múltipla escolha nas áreas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, que incluem Língua Portuguesa e Literatura, Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol), Artes, Educação Física e Tecnologias da Informação e Comunicação, além de Ciências Humanas, com História, Geografia, Filosofia e Sociologia.
Além das questões objetivas, os estudantes também produziram a redação, considerada uma das etapas mais esperadas do Enem. O tema escolhido neste ano foi “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”, proposta que gerou grande repercussão nas redes sociais.
Camilo Santana elogiou a escolha do tema e ressaltou sua importância no contexto atual do país.
“O tema da redação dialoga com uma realidade que o Brasil já vive e que exige políticas públicas voltadas à população idosa”, afirmou o ministro.
O segundo dia de provas do Enem 2025 está marcado para o próximo domingo, 16 de novembro, com questões de Matemática e Ciências da Natureza — que englobam Física, Química e Biologia.
O resultado oficial do exame será divulgado em janeiro de 2026, servindo como principal meio de ingresso para programas de acesso ao ensino superior, como Sisu, Prouni e Fies.
Os cartórios alagoanos já emitiram 2.089 novas carteiras de identidade (CIN) somente em outubro, o primeiro mês da parceria entre a Arpen Alagoas (Associação dos Registradores de Pessoas Naturais), o Governo do Estado, por meio do Instituto de Identificação, e o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL).
A nova CIN começou a ser emitida pelas serventias extrajudiciais no dia 1º de outubro e o trabalho segue, até então, em 17 associados que são conveniados para o serviço. O número deve aumentar nos próximos meses. O modelo atual unifica o número de identificação ao CPF, e conta com duas versões: a física e a digital, ambas com o mesmo layout e segurança.
O documento virtual é obtido por meio do aplicativo GOV.BR, mas somente após a emissão da carteira física. A CIN tem um QR Code, que pode ser lido por qualquer cidadão e permite checar se a identidade é autêntica e se foi furtada ou extraviada. A validade continua sendo de 10 anos. A transição para o novo modelo segue gradualmente até 2032.
Seguindo padrões internacionais, a CIN possui o código MRZ, permitindo assim a entrada em países do Mercosul com facilidade. No entanto, para os demais, ainda é necessário a apresentação do passaporte. Vale ressaltar que também é possível incluir outros documentos na identidade, como a CNH, Título de Eleitor, PIS/PASEP, certificado militar, Cartão Nacional de Saúde e Carteira de Trabalho.
Veja como emitir a nova identidade
Em Alagoas, a implementação por meio dos cartórios visa desafogar as filas para a emissão no serviço público. Os interessados podem ir a um dos lugares listados ao final da matéria e solicitar o documento, levando apenas a certidão de nascimento ou casamento (original), além do CPF. A foto é tirada na hora da solicitação.
Nos cartórios é necessário pagar uma taxa de conveniência no valor de R$ 40 para a 1ª via. Já para a emissão da 2ª via é necessário pagar mais R$ 36 da taxa cobrada pelo Instituto de Identificação, totalizando R$ 76. A 1ª via da nova CIN também pode ser emitida gratuitamente no Instituto de Identificação de Alagoas.
A Arpen Alagoas faz as seguintes recomendações aos que vão tirar o documento:
Não existe tempo médio de atendimento: cada emissão é única, uma vez que é necessário tirar a foto, coletar a digital e assinatura. Depois, a documentação será escaneada e digitalizada. Cada cartório tem autonomia para optar ou não pelo regime de agendamento.
O Tribunal do Júri da 4ª Vara Criminal de Palmeira dos Índios julga nesta terça-feira (11) Talisson Romero França, conhecido como “Nesquita”, acusado de assassinar Marcos Henrique de Barros, de 27 anos, o “Orelha”. O crime ocorreu em 11 de janeiro de 2023, na porta do Hospital Regional Santa Rita, em Palmeira dos Índios, no Agreste de Alagoas, e causou grande repercussão pela audácia da execução na frente de uma unidade de saúde e em plena via pública.
O julgamento será presidido pelo juiz Christiano Sibaldo. O Ministério Público de Alagoas (MPAL) deve pedir a condenação do réu por homicídio qualificado, com base em motivo torpe e execução relacionada ao tráfico de drogas.
De acordo com os autos do processo, aos quais o Portal Todo Segundo teve acesso, Talisson Romero França, o “Nesquita”, é apontado como o autor dos disparos que mataram Marcos Henrique de Barros na saída do hospital. À época, o acusado aguardou o paciente deixar a unidade de saúde após receber alta médica e o surpreendeu com uma sequência de tiros, fugindo logo em seguida.
Durante o ataque, paredes e uma porta do hospital foram atingidas pelos disparos, o que provocou pânico entre pacientes e funcionários, mas não houve registro de outras pessoas feridas.
Ainda conforme o processo, Marcos Henrique estava internado no hospital após ser baleado em uma troca de tiros com outro homem. Ele teria dado entrada na unidade para retirar uma bala que permanecia alojada em seu corpo, quando acabou sendo executado.
Na época do crime, “Nesquita” foi filmado em fuga pelo sistema de videomonitoramento do município, e as imagens foram divulgadas publicamente, ajudando a identificar ele como o autor da execução. Após mais de cinco meses foragido, ele foi preso no bairro Cidade Universitária, em Maceió, onde se escondia na casa de familiares. Desde então, permanece detido preventivamente pelo homicídio de Marcos Henrique, o “Orelha”.
A denúncia do Ministério Público aponta que “Nesquita” teria agido a mando de Alex Tavares Jacinto, de 25 anos, conhecido como “Barão do Tráfico”, considerado líder de uma organização criminosa que atuava na região. O homicídio teria sido motivado por disputa pelo controle do tráfico de drogas em Palmeira dos Índios.
Também foi denunciado Matheus Guilherme Leite, cunhado de Talisson, que pilotava a motocicleta usada no crime e auxiliou na fuga. No entanto, apenas Talisson permanece preso preventivamente.
Meses após o assassinato de “Orelha”, o suposto mandante, Alex Tavares, o “Barão”, foi executado a tiros em outubro de 2023, no bairro Vila Maria, em Palmeira dos Índios, em um episódio possivelmente ligado ao mesmo contexto criminoso.
O caso ganhou destaque em todo o Agreste de Alagoas pela ousadia da ação, o local da execução e as conexões com o tráfico local. O julgamento desta terça-feira deve encerrar um dos episódios mais violentos e simbólicos dos últimos anos no município.
O veredito do júri popular é aguardado com expectativa, já que o crime expôs a presença e a rivalidade de facções criminosas atuando no interior do estado.
A Braskem anunciou, nesta segunda-feira (10), que fechou um acordo de R$ 1,2 bilhão com o Governo de Alagoas para encerrar parte das pendências relacionadas ao desastre geológico que atingiu a capital, Maceió.
De acordo com comunicado oficial, R$ 139 milhões já foram pagos e outros R$ 467 milhões já estavam reservados em balanços anteriores para cobrir indenizações ao Estado. O valor total servirá para compensar prejuízos patrimoniais, perdas financeiras e danos estruturais causados pelo afundamento do solo em bairros da capital alagoana.
O episódio teve início em 2018, quando moradores de Pinheiro, um dos bairros mais tradicionais de Maceió, começaram a perceber rachaduras em casas e ruas. Com o passar dos meses, o problema se espalhou por Mutange, Bebedouro, Bom Parto e parte do Farol, forçando a evacuação de milhares de famílias.
Investigações da Defesa Civil Nacional e de órgãos técnicos apontaram que o fenômeno foi provocado pela extração de sal-gema realizada pela Braskem ao longo de décadas. As cavidades abertas no subsolo acabaram comprometendo a estrutura da região, levando ao afundamento progressivo do terreno e à formação de crateras.
Desde então, mais de 14 mil imóveis foram desocupados e dezenas de milhares de pessoas precisaram deixar suas casas. Em 2019, a Braskem interrompeu definitivamente a extração de sal-gema em Maceió e iniciou o pagamento de indenizações a moradores e comerciantes afetados.
O acordo com o governo estadual é diferente daquele firmado com a Prefeitura de Maceió, em 2023, no valor de R$ 1,7 bilhão. Enquanto o município busca reparar danos urbanos e sociais, o novo entendimento com o Estado cobre prejuízos institucionais e patrimoniais.
A Braskem afirma que o acerto faz parte de um esforço para encerrar pendências judiciais e garantir a continuidade das ações de reparação. Já o governo de Alagoas destacou que os recursos deverão ser aplicados em projetos de reconstrução e monitoramento da área afetada.
Situação atual
Apesar dos acordos, especialistas alertam que o fenômeno de afundamento ainda exige monitoramento constante. O solo nas áreas atingidas continua instável e, segundo estudos, o risco só deve ser totalmente eliminado com o tempo e o acompanhamento técnico permanente.
Enquanto isso, parte das famílias segue em busca de reassentamento definitivo e cobra da empresa e das autoridades indenizações justas e transparência na aplicação dos recursos.
Um homem foi preso suspeito de importunar sexualmente uma idosa e duas menores de idade na noite desta segunda-feira (10) no Sítio Poço do Boi, zona rural do município de Campo Grande, no Agreste de Alagoas.
De acordo com a Polícia Militar, a vítima relatou que um vizinho teria invadido a casa dela e praticado atos de importunação sexual contra ela e suas duas netas, ambas menores de idade.
De posse das informações e da identificação do suspeito, que reside em uma casa quase em frente à da vítima, a polícia se dirigiu ao local. O homem foi encontrado em sua residência e imediatamente detido.
As partes envolvidas foram conduzidas para a Central de Polícia Civil na cidade de Arapiraca, onde a ocorrência foi formalizada. A Polícia Civil investigará o caso para confirmar os detalhes dos abusos e dar prosseguimento aos trâmites legais.
