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Uma idosa de 102 anos foi parar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após ser brutalmente agredida depois de ter tido sua residência invadida por um jovem de 19 anos que pretendia roubá-la. A Polícia Civil do Amazonas, por meio da Delegacia Especializada de Polícia (DEP) de Tefé, município localizado a 523 quilômetros de Manaus, prendeu o criminoso na tarde de sexta-feira (14/11).

Em depoimento, ele confessou o crime. “Ele admitiu ter enforcado a vítima e desferido um soco para coagi-la a entregar dinheiro, além de subtrair R$ 100. Relatou ainda ter cortado a língua da idosa para impedir que ela gritasse e pedisse ajuda”, declarou o delegado Renato Ferraz.

Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu na terça-feira (11/11). “Na quarta (12/11), familiares da vítima procuraram a delegacia para informar que um indivíduo desconhecido havia invadido a residência da idosa. De imediato, iniciamos diligências para identificar o agressor, realizando levantamentos de campo, coleta de informações e ações em pontos estratégicos da cidade”, informou o delegado.

A ação teve início após o Hospital Regional do município informar à Polícia Civil que a vítima havia dado entrada gravemente ferida, apresentando marcas de enforcamento, lesão ocular e um corte profundo na língua.

De acordo com o delegado, conforme avaliação da equipe médica, a idosa precisou ser encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após sofrer broncoaspiração do próprio sangue, o que evidenciava a gravidade das agressões.

Diante da confissão e dos elementos reunidos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva do investigado ainda na manhã de sexta-feira.

O Poder Judiciário decretou a prisão, e o mandado foi cumprido imediatamente. O suspeito permanecerá preso, por determinação judicial, para responder pelo crime de roubo majorado em razão da lesão grave.

A idosa segue internada no Hospital Regional de Tefé devido à gravidade das lesões.

Um presentão e tanto! Um paciente encontrou uma forma de agradecer o bom atendimento que recebeu e deu um iPhone de presente para o enfermeiro que cuidou dele durante um tratamento.

Rafael Ferreira, de 28 anos, contou que foi surpreeendido pelo presente, que custa aproximadamente R$ 10 mil. Segundo o profissional de saúde, durante os nove anos que está na unidade, nunca tinha recido um mimo com valor tão alto.

O paciente preferiu não se identificar e deixou o telefone lacrado com um bilhete escrito à mão, que elogiava o trabalho de Rafael.

A surpresa

A entrega aconteceu na quarta-feira (12). Rafael estava em mais um dia de plantão quando recebeu a caixa endereçada ao nome dele. Por ser o mês do aniversário dele, a primeira reação foi achar que algo tinha sido enviado pela mãe.

Ele chegou a ligar para familiares para confirmar a origem do pacote, achando até que fosse uma brincadeira de colegas. Quando descobriu que não era nenhum deles, passou a considerar que o presente realmente vinha de alguém atendido por ele.

No bilhete, o paciente escreveu frases de agradecimento e disse que o enfermeiro “merece muito mais”, reforçando a admiração pelo atendimento prestado.

Rafael contou que ficou emocionado, embora tentasse manter a postura profissional. Ele disse que costuma receber gestos de carinho dos pacientes, como flores ou chocolates, mas nunca imaginou ganhar um celular topo de linha.

Para ele, o gesto mostra que pequenas ações no dia a dia da profissão podem marcar a vida de alguém. Ainda assim, destacou que apenas estava cumprindo o papel dele como profissional de saúde.

Mesmo surpreso, Rafael disse que o sentimento final é de gratidão. Segundo ele, atitudes como essa mostram que o cuidado prestado pode gerar impacto real na experiência de quem procura atendimento.

A relação entre a advogada Jéssica Castro de Carvalho, de 30 anos, e o traficante Weslley Raphael Godeiro Vasconcelos da Silva, de 33, voltou a ganhar repercussão após a prisão dela na última quinta-feira, 13, em um carro de luxo carregado de drogas, armas e munições no Distrito Federal.

Conhecido como “Bora”, o homem apontado como namorado da "advogata" aparece ao lado dela em diversas fotos que começaram a circular nas redes, mostrando passeios no Lago Paranoá e até um buquê de rosas, reforçando a suspeita de um vínculo amoroso.

Enquanto as imagens viralizavam, detalhes sobre o histórico criminal de Weslley Raphael voltaram a chamar atenção. Ele já havia sido investigado por crimes desde 2013, quando foi detido por tentativa de homicídio. Depois disso, acumulou passagens por tráfico de drogas, posse de entorpecentes e receptação.

A maior parte dessas ocorrências foi registrada na área atendida pela 6ª Delegacia de Polícia, a mesma onde Jéssica foi detida.

A prisão

A apreensão que levou a "advogata" para a delegacia incluiu tabletes de droga semelhante a skunk, comprimidos de ecstasy, uma pistola 9 mm com 31 munições e outros cartuchos encontrados no carro em que ela estava.

A defesa afirma que o veículo teria apresentado problemas mecânicos, e que a cliente desconhecia o material ilícito. Segundo os advogados, as fotos com Weslley foram feitas antes de ele ter “qualquer pendência com a Justiça”, e os dois seriam primos de segundo grau.

A defesa ainda reconheceu a existência de um envolvimento afetivo entre ambos, confirmando que “tinham sim” um relacionamento, mas reforçou que Jéssica não teria participado de ações criminosas.

A Polícia Militar de Alagoas (PMAL) prendeu dois irmãos em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável coletivo em Maceió. O caso, registrado na madrugada desta segunda-feira (17), no bairro Cidade Universitária, ganhou uma reviravolta dramática quando a denúncia do abuso foi feita durante a sequência de uma perseguição de rotina.

A situação começou quando uma guarnição da PM avistou dois indivíduos em uma motocicleta. Ao notarem a presença da viatura, a dupla tentou fugir, dando início a uma perseguição. Um dos suspeitos conseguiu escapar a pé, mas o piloto da moto foi detido e abordado pelos policiais.

Como o homem detido não portava documentos de identificação, ele foi levado à sua residência para que a identidade fosse confirmada, com autorização da mãe. Nada de ilícito foi encontrado. O detido, então, indicou que seu comparsa que havia fugido morava na casa vizinha.

Ao se deslocarem para o endereço vizinho e realizarem uma nova busca autorizada, a natureza da ocorrência mudou completamente. Uma adolescente se aproximou da guarnição e, corajosamente, denunciou que havia sido abusada sexualmente, tanto pelo indivíduo que estava sendo abordado quanto por seu irmão, o suspeito que havia fugido da perseguição.

Diante da gravidade da acusação, os policiais imediatamente se dirigiram à casa da vítima para conversar com sua mãe. Com os fatos devidamente esclarecidos e o segundo suspeito localizado, a adolescente, sua mãe, e os dois irmãos acusados foram conduzidos à Central de Flagrantes.

Na delegacia, após serem ouvidos pelo delegado plantonista, os dois irmãos foram autuados em flagrante delito pelo crime de estupro de vulnerável coletivo. Uma abordagem que visava apenas identificar um fugitivo da polícia acabou expondo um crime sexual grave cometido pelos dois indivíduos.

Um boto-cinza foi encontrado morto às 8h45 desta segunda-feira (17) na Barra de Santo Antônio, litoral norte de Alagoas. O animal, considerado fresco, media 1,74 metro de comprimento e foi identificado pela equipe de monitoramento de praia do Instituto Biota, que acionou o resgate para o recolhimento da carcaça.

O mamífero será submetido à necropsia, que deve apontar as causas da morte e auxiliar no acompanhamento da saúde da fauna marinha no estado.

Segundo o Instituto Biota, o boto-cinza estava em estágio fresco, o que permite análises mais completas durante o procedimento de necropsia. A equipe técnica foi até o local com um veículo apropriado e realizou o recolhimento seguindo todos os protocolos ambientais.

O boto-cinza é uma espécie comum no litoral do Nordeste e serve como importante indicador da qualidade ambiental marinha. O resultado da necropsia deve esclarecer se a morte ocorreu por causas naturais, interação com atividades humanas ou possíveis enfermidades.

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL), por meio da Operação Policial Litorânea Integrada (OPLIT), prendeu na manhã de sábado (16) um turista envolvido em uma ocorrência de violência, ameaça, resistência e dano dentro de um hotel localizado na orla de Maceió.

Segundo informações da equipe policial, o gerente do estabelecimento acionou a OPLIT após perceber gritos, tumulto e indícios de uma briga de casal em um dos quartos do hotel. Um hóspede que tentou intervir relatou que ouviu pedidos de socorro e o som de vidros quebrando.

De acordo com os relatos, o suspeito, em estado agressivo, quebrou o celular da vítima e também danificou o aparelho do hóspede que tentou defendê-la. Em determinado momento, o turista chegou a sair do hotel ameaçando retornar para matar a vítima. Minutos depois, ele voltou ao prédio, entrando pela área do estacionamento.

A equipe da Polícia Civil seguiu o suspeito imediatamente até o quarto e deu voz de prisão. No entanto, ele resistiu à abordagem, avançando contra os policiais. Foi necessário conter e algemar o homem, que apresentava um corte no dedo, causado ao quebrar o vidro da janela do quarto com um soco.

O hotel informou que os danos provocados pelo agressor ultrapassam o valor de R$ 21 mil. Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante pelos crimes de violência, dano, ameaça e resistência.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou nesta quinta-feira (13) a Lei 15.256/25, que amplia o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) para adultos e idosos.

A norma inclui um inciso na Lei 12.764/12, que trata dos direitos das pessoas com autismo, e prevê ações para ampliar o atendimento e o diagnóstico. O incentivo ao diagnóstico passa a integrar as diretrizes da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

A Lei 15.256/25 tem origem no Projeto de Lei 4540/23, do deputado Zé Haroldo Cathedral (PSD-RR). Para ele, a proposta é um compromisso com a inclusão e o respeito à diversidade.

“As políticas já implementadas estão centradas no diagnóstico infantil, e a discussão na fase adulta ainda é restrita e muitas vezes negligenciada”, disse Cathedral à época da aprovação da proposta na Câmara, em 2023.

Segundo o IBGE, o país tem 2,4 milhões de pessoas diagnosticadas.

A mudança beneficia adultos e idosos que não receberam diagnóstico formal de TEA. No passado, a falta de informação fez com que muitas pessoas com autismo fossem diagnosticadas de forma incorreta com transtornos como ansiedade, depressão ou esquizofrenia.

Cinco dias após deixar oficialmente a Banda Calcinha Preta, a cantora Silvânia Aquino confirmou, na noite do sábado (15), que vai iniciar uma nova banda com o cantor Berg Rabelo. O anúncio foi feito pela cantora Taty Girl ao lado da sergipana, durante um show cidade de Fortaleza, e publicado pela empresa Camarote Shows nas redes sociais.

No palco, Taty apresentou Silvânia como a mais recente contratação do escritório administrado pelo cantor Wesley Safadão, do qual a artista cearense também faz parte.

"Eu apresento para vocês a mais nova contratação [..]. E tem mais, e vem aí Silvânia Aquino e Berg Rabelo pra vocês. Aplausos para essa mulher que é uma das melhores cantoras do mundo”, disse Taty ao anunciar a entrada de Silvânia no palco. Juntas elas cantaram sucessos como ‘Sem explicação’ e ‘Manchete dos Jornais’.

Em sua rede social, Silvânia respondeu um trecho de uma entrevista que concedeu ao influenciador Renato Sertanejo, onde ela falou sobre a mudança na carreira. “Hoje eu faço parte do Camarote Show. Estou muito feliz, e espero que eu faça jus a esse convite”, disse.

Silvânia havia negado problemas com os outros vocalistas da Calcinha Preta. No entanto, a artista confirmou que houve o que ela classificou como "impasses contratuais". Desde a saída da vocalista, a Banda Calcinha Preta nunca se manifestou oficialmente sobre o assunto.

Carreira - Silvânia Aquino entrou na Banda Calcinha Preta nos anos 2000 e ficou até 2016, quando deu uma pausa junto com a cantora Paulinha Abelha. Voltou à banda em 2018. Antes, a artista já tinha passado pelas bandas Estação da Luz, Banda Galope e Raio da Silibrina.

 

Garotos de programa de São Paulo relatam estar sendo vítimas de roubos semanais no Sacomã, na zona sul da capital, e terem até mudado sua rotina de trabalho por medo. Eles dizem ser atraídos àquela região por supostos clientes e, ao chegar, sofrer emboscadas.

Os profissionais atendem por meio de uma plataforma chamada Garoto com Local, a maior do país voltada a acompanhantes masculinos. Nela, os criminosos fariam perfis falsos e contratariam programas. Às vezes, mandando até um carro por aplicativo. Ao chegar na rua indicada, os prostitutos seriam abordados por homens numa moto, tendo seus pertences levados.

Devido à frequência dos casos, compartilhados ao menos uma vez por semana, as vítimas solicitaram ajuda ao site, que respondeu não ter domínio sobre quem entra em contato com eles. A Folha também contatou a empresa, que afirmou não possuir assessoria de comunicação ou porta-voz para comentar o assunto no momento.

O Garoto Com Local recebe por anúncio publicado. É cobrado de R$ 150 a R$ 3.000, dependendo do destaque solicitado pelo usuário.

UM MÉTODO, MUITAS VÍTIMAS

Na madrugada de 20 de março, um garoto de programa foi chamado para um atendimento em Sacomã. Recém-chegado a São Paulo, esse seria seu primeiro trabalho na cidade. Ele marcou o serviço para 22h do dia seguinte.

Chegando lá, foi abordado por dois homens numa moto. Pediram todos os pertences da vítima, que teve uma arma apontada para sua cabeça, relata. Com o celular, os criminosos conseguiram acessar a conta bancária banco e levaram R$ 7.000.

O caso se espalhou em um grupo de WhatsApp com mais de 200 garotos de programa, e logo apareceram histórias iguais. Os profissionais até registraram boletins de ocorrência, mas afirmam ter encontrado resistência da polícia devido a sua profissão. Por isso, iniciaram uma investigação própria.

Eles descobriram os números de telefone usados pelos golpistas e perceberam um padrão em suas abordagens: os criminosos sempre enviam mensagens muito tarde, solicitam mais de uma hora de programa, não discutem valores, prometem pagamento em espécie e se oferecem para enviar um carro por aplicativo.

Os endereços passados por eles são sempre os mesmos. Nas ruas Protocolo, Marquês Maricá e Solemar, em Sacomã.

As vítimas seguem um perfil. São as contas mais novas na plataforma, os que iniciaram na carreira recentemente ou chegaram há pouco a São Paulo -a migração de jovens do interior ou de outros estados para o mercado de prostituição da capital é muito comum.

Os criminosos miram nessas pessoas porque quem trabalha há mais tempo na cidade já está atento aos golpes e até mudou sua rotina de atendimento, conta Leonardo, administrador do grupo no qual os relatos são compartilhados. Ele, como os demais homens, prefere não ter seu nome completo divulgado por medo de retaliação por parte da plataforma Garoto com Local.

Leonardo, por exemplo, passou a receber pessoas apenas em seu próprio apartamento. Outro homem relata ter passado a atender somente clientes mais antigos e conhecidos. Um terceiro diz ter começado a fazer programas a, no máximo, 4 quilômetros de casa, no centro.

As vítimas suspeitam de envolvimento de colegas de profissão na trama. Só assim, pensam, os criminosos dominariam tanto sobre a dinâmica de atendimento e como escolher seus alvos.

Os trabalhadores pedem para a plataforma colocar avisos a seus colaboradores sobre regiões perigosas em São Paulo, principalmente aos recém-cadastrados. O único meio de proteção oferecidos pelo site é a possibilidade de o anunciante fazer uma chamada de vídeo com o cliente antes do encontro. Isso, segundo as vítimas, é insuficiente. Por enquanto, não houve resposta do Garoto com Local ao pedido.

A Polícia Civil diz investigar todos os casos devidamente registrados, visando localizar e prender os autores, bem como esclarecer todas as circunstâncias dos crimes. "Para isso, é imprescindível que as vítimas comuniquem os fatos por meio do boletim de ocorrência", ressalta.

Segundo a SSP (Secretaria da Segurança Pública), a área da 2ª Delegacia Seccional de Polícia (Sul), que abrange o Sacomã, os roubos em geral apresentaram queda de 11,41% entre janeiro e setembro de 2025, em comparação ao período homólogo. No total, foram registrados 1.028 ocorrências menos.

 

Em apenas uma semana, a Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou mais de 400 atendimentos destinados a gestantes e crianças de zero a seis anos de idade. As ações, que já ocorrem de maneira contínua no município, foram intensificadas entre os dias 10 e 14 de novembro, como parte da programação da 14ª Semana do Bebê, uma ação do Selo Unicef.

Ao longo da programação da 14ª Semana do Bebê, foram registrados 106 atendimentos de pré-natal, 153 consultas pediátricas, 55 atendimentos odontológicos voltados ao público infantil e 100 vacinas aplicadas em crianças menores de seis anos. Todas as ações foram conduzidas pela equipe da Atenção Básica, que atua diariamente para garantir assistência integral às famílias palmeirenses.

De acordo com Danielle Rosendo, gerente de Atenção Básica à Primeira Infância, o resultado da semana reforça a importância do cuidado contínuo. “É importante ressaltar que a Semana do Bebê é um momento de mobilização, mas o nosso trabalho não para. Estamos todos os dias nas unidades, acompanhando gestantes, crianças e oferecendo orientações para que cada família tenha acesso aos serviços e ao cuidado que merece”, explicou.

A secretária municipal de Saúde Zoé Duarte ressaltou o compromisso da gestão com a qualidade dos serviços ofertados. “Estes números mostram o esforço da nossa equipe e o compromisso da Secretaria com a saúde da primeira infância. Seguimos trabalhando com dedicação para garantir que cada criança de Palmeira dos Índios cresça mais saudável, protegida e com oportunidades de desenvolvimento”, declarou.

Os turistas que visitam Dubai, nos Emirados Árabes, devem tomar muito cuidado durante a estadia no país, que possui regras rígidas a serem seguidas. Entre elas estão: vestir-se com modéstia, evitar demonstrações públicas de afeto (exceto dar as mãos), não se embriagar em público e não ter relações sexuais com menores de 18 anos.

No entanto, existem leis não tão comuns e pouco conhecidas no país que também causam penalidades. A tiktoker Tetiana Koryna publicou um vídeo destacando algumas delas, e, em um dos casos, a multa pode chegar a R$ 715.844,03.

Dormir em público

Não se pode dormir em qualquer lugar em Dubai, ainda mais quando for em um local público. A multa por essa infração custa cerca de R$ 430,84.

Lixo na rua

Dubai tem uma política de tolerância zero para quem joga lixo na rua. De acordo com Tetiana, a penalidade por não obedecer essa lei custa R$ 715,82.

Atravessar a rua

Ser flagrado correndo ao atravessar a rua no meio do trânsito é uma outra regra a ser seguida na cidade. A pessoa que não obedecer a lei, receberá uma multa de R$ 569,85.

Lavar carro em público

Uma outra regra um pouco mais peculiar é a que proibe as pessoas de lavarem o carro em público. Segundo a tiktoker, o custo dessa infração é de R$ 715,82.

Tirar fotos aleatórias em público

É bom ter cuidado com o que se fotografa durante as férias em Dubai, pois fotografar alguém sem o consentimento dela pode resultar em multa cara ou até mesmo prisão.

Isso se aplica especialmente a pessoas que tiram fotos e as publicam nas redes sociais , pois é considerado uma violação de privacidade. Segundo Tetiana, isso pode resultar em uma multa que varia de R$ 215.505,28 a R$ 715.844,03, ou seis meses de reclusão.

As autoridades também alertam em fotografar aeronaves nos Emirados Árabes Unidos sem autorização. Certos prédios governamentais e instalações militares também não podem ser fotografados.

Há quatro meses, a administração Donald Trump abandonou a retórica e deu início a uma mobilização militar dos Estados Unidos na América Latina, com o objetivo de combater o que Washington chama de “narcoterrorismo” no Caribe — próximo à região costeira da Venezuela. Ao mesmo tempo que a tensão cresce na região, aumenta o número de venezuelanos que deixam o país liderado por Nicolás Maduro e entram no Brasil.

Quase 148 mil cidadãos venezuelanos ingressaram no Brasil em algum momento entre janeiro e setembro deste ano. Do número, só há registro da saída de 71.620 pessoas, de acordo com dados do Observatório de Migrações Internacionais (OBMigra), ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Em agosto, o Pentágono iniciou o envio de navios de guerra norte-americanos e cerca de 4 mil militares para o Caribe. No mesmo mês, o número de pessoas que entraram no Brasil, vindas da Venezuela, explodiu.

De acordo com registros da Polícia Federal (PF), 13,138 mil venezuelanos ingressaram no Brasil enquanto a frota dos EUA se aproximava das águas caribenhas. Do número, apenas a metade — 7.313 — deixou o país.

O cenário se repetiu em setembro, época em que as ameaças da administração Trump se concretizaram, com o primeiro bombardeio norte-americano contra uma embarcação no mar do Caribe, supostamente ligada ao tráfico internacional. Os números mostram que 18.525 mil venezuelanos vieram para o Brasil naquele mês, mas somente 8.268 registros de saída foram encontrados.

Os pedidos de refúgio também cresceram entre agosto e setembro. Segundo a OBMigra, 15.965 solicitações do tipo já foram realizadas por venezuelanos — que lideram o ranking de refugiados no Brasil há alguns anos.

Cerco no Caribe

Desde agosto, os EUA realizam um cerco militar na região do Caribe, com navios de guerra, caças F-35 e até mesmo o maior porta-aviões do mundo: o USS Gerald R. Ford.

Washington alega que a mobilização visa combater o tráfico que passa pelas águas da região, assim como cartéis, agora classificados como “organizações terroristas” pela administração Trump.

Com a mudança na política externa norte-americana, o país abriu brechas para operações militares dos EUA em outras nações, sob a justificativa do combate ao terror.

Um dos grupos que estão na mira dos EUA é o cartel venezuelano de Los Soles, ao qual Trump acusa o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, de ser o líder.

Até o momento, 20 ataques já foram realizados contra embarcações no Caribe e no Oceano Pacífico. Washington afirma que os barcos tinham ligação com o tráfico de drogas, mas não apresentaram provas concretas.

Nesta semana, o presidente dos EUA ordenou o início de uma operação militar na América Latina, chamada de Lança do Sul, para combater “narcoterroristas”.

Situação em Roraima

Com cerca de 2,1 mil km de fronteira com a Venezuela, Roraima continua sendo o principal destino de venezuelanos que chegam ao Brasil. Das mais de 174 mil entradas, 74.172 mil foram no estado, localizado na Região Norte do país.

Os meses de agosto e setembro, que coincidem com o aumento da tensão no Caribe, também foram os que registraram maior fluxo de entrada de venezuelanos no país: 13,330 e 11,142 mil, respectivamente.

Registros recentes da Operação Acolhida, criada em 2018 pelo governo federal para acolher imigrantes venezuelanos em Pacaraima (RR) e Boa Vista (RR), mostram que 15,3 mil cidadãos da Venezuela buscaram o auxílio do programa humanitário ao ingressarem no Brasil.


				Entrada de venezuelanos no Brasil cresce com crise no Caribe
Foto: Victor Moriyama/Getty Images

Governo enxerga situação com normalidade

Procurado pelo Metrópoles, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), um dos órgãos responsáveis por questões imigratórias no Brasil, disse acompanhar a situação de forma permanente.

“O Ministério da Justiça e Segurança Pública informa que acompanha permanentemente a movimentação de nacionais venezuelanos nas fronteiras, por meio da Operação Acolhida e do Subcomitê Federal para Interiorização e Integração Migratória, garantindo a documentação e regularização de todas as pessoas que ingressam no país”, afirmou o órgão em nota.

Apesar do aumento registrado, o MJSP trata com normalidade o fluxo de entrada e migratório de venezuelanos no país.

“O aumento do número de entradas de venezuelanos observado entre agosto e setembro de 2025, bem como o crescimento do balanço migratório (entradas menos saídas), não representa anormalidade, tratando-se de um comportamento recorrente registrado desde pelo menos 2022”, disse o ministério.

Conforme apresentado pela pasta, os meses de agosto, setembro, outubro e novembro também foram o epicentro da vinda de pessoas da Venezuela para o Brasil no ano de 2024.

Ao todo, 79.613 venezuelanos entraram no território brasileiro nos quatro meses posteriores à polêmica eleição na Venezuela, em que Maduro foi proclamado o vencedor do pleito, apesar de contestações internas e externas.

Cerca de 763 mil empréstimos consignados ativos em nome de menores de idade existem atualmente, com valor médio de R$ 16 mil, segundo afirmou o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller Júnior.

Gilberto Waller Júnior assumiu a presidência do INSS após a saída de Alessandro Stefanutto, demitido após as repercussões do escândalo dos descontos indevidos na remuneração de aposentados e pensionistas do INSS, revelado pelo Metrópoles. Stefanutto foi preso na semana passada.

A Farra do INSS

O escândalo do INSS foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023. Três meses depois, o portal mostrou que a arrecadação das entidades com descontos de mensalidade de aposentados havia disparado, chegando a R$ 2 bilhões em um ano, enquanto as associações respondiam a milhares de processos por fraude nas filiações de segurados.

As reportagens do Metrópoles levaram à abertura de inquérito pela PF e abasteceram as apurações da Controladoria-Geral da União (CGU).

Ao todo, 38 matérias do portal foram listadas pela corporação na representação que deu origem à Operação Sem Desconto, deflagrada no dia 23 de abril e que culminou nas demissões do então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, e do então ministro da Previdência Social, Carlos Lupi.

A corporação autorizou empréstimos considerados “ativos”, que estão sendo quitados por meio de descontos em benefícios destinados a crianças e adolescentes. Ao todo, cerca de R$ 12 bilhões foram emprestados, segundo informações do portal UOL.

No entanto, em agosto deste ano, o INSS revogou a regra — mas os empréstimos já haviam sido contratados.

Um levantamento identificou mais de 395 mil contratos averbados em 2022, feitos por instituições financeiras por meio do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou de pensões por morte.

A faixa etária com maior número de registros é a de 11 a 13 anos.

Casos assustadores

O advogado João do Vale, integrante da Associação Brasileira de Defesa da Criança e do Adolescente (Anced), diz que há casos até de bebês com apenas meses de idade e já endividados.

Vale, que é pesquisador em litígios coletivos da USP, teve acesso a um levantamento do INSS que revela 15 casos envolvendo menores de um ano apenas em 2022.

Ele cita exemplos assustadores: em um deles, a criança nasceu em maio e, em dezembro, já tinha em seu nome uma dívida de R$ 15.593, a ser paga em 84 parcelas. Em outro, um bebê de três meses “contraiu” um empréstimo via cartão de crédito de R$ 1.650.

Waller informou que o INSS está revisando todos os acordos com instituições bancárias, reduzindo de 74 para 59 o número de parceiras em razão de irregularidades identificadas.

Desde maio, os empréstimos consignados só podem ser contratados com a biometria do próprio beneficiário.

médica suspeita de matar a tiros o ex-marido, também médico, na tarde desse domingo (16), em Arapiraca, relatou à imprensa que o disparo foi motivado pelo medo de ser morta. Ela afirmou que vivia sob ameaças e que acreditava estar diante de uma emboscada no momento do crime.

Segundo a médica, o caso teve início há cerca de um ano e meio, quando ela denunciou o ex-companheiro por abuso de vulnerável contra a filha do casal. Ela afirmou que foi casada com a vítima por 22 anos e que decidiu procurar a polícia após perceber sinais de que a criança estaria pedindo ajuda. Ela relatou que funcionárias da casa e a escola também identificaram comportamentos suspeitos.

De acordo com a médica, o inquérito concluído pela delegada responsável apontou indícios do abuso e o caso foi encaminhado para a 1ª vara em Arapiraca. A criança foi ouvida em oitiva especial, mas o ex-marido não foi preso. A médica afirmou ainda que o juiz não chegou a acessar arquivos que continham provas anexadas em formato de link.

Ela também relatou que recebeu medida protetiva devido às ameaças que estaria sofrendo. Contou que o ex-marido mencionava um primo, descrito como ex-presidiário, que supostamente a atacaria caso ele fosse detido. A médica afirmou ainda que conseguiu medida protetiva contra esse primo e informou que, na semana passada, ele foi visto na esquina do posto de saúde onde ela trabalhava. A Patrulha Maria da Penha foi acionada, mas ele teria apresentado um documento falso e fugido.

Nesse domingo, no entanto, segundo seu relato, ela se preparava para ir ao salão quando encontrou o ex-marido parado na esquina da rua onde morava, no povoado Capim, em Arapiraca. Ela disse que ele estava dentro do carro, sob uma árvore, acompanhado da cunhada dela.

A médica afirmou que acreditou estar diante de uma emboscada. Relatou que desceu do carro por medo de ser atacada e realizou os disparos. Segundo seu depoimento, ela fechou os olhos e atirou após ver um movimento brusco da vítima.

A suspeita destacou que possuía porte e posse de arma desde 2020, por morar na zona rural, e que o ex-marido tinha obrigação judicial de manter distância mínima de 300 metros. Alegou que o fato de ele estar na esquina de casa a deixou em pânico.

Após o crime, moradores começaram a se aproximar e, segundo ela, temendo ser linchada, deixou o local e decidiu ir até Maceió procurar o seu advogado. No trajeto, foi interceptada pela Rotam e conduzida para a delegacia, onde foi ouvida.

Uma rede de hotéis do Rio de Janeiro foi condenada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) a indenizar uma ex-garçonete por dispensa discriminatória motivada pela cor do seu cabelo.

A decisão, da 3ª Turma do TST, restabeleceu sentença de primeira instância que havia reconhecido o assédio e a perseguição sofrida pela trabalhadora após ela tingir os fios de ruivo e passar a ser humilhada por colegas e superiores.

A funcionária foi contratada em fevereiro de 2016 para atuar no restaurante de uma unidade localizada na Barra da Tijuca. Cinco meses depois, decidiu mudar o visual e pintou o cabelo.

Humilhação

A mudança, porém, provocou uma reação imediata da supervisora e do gerente, que passaram a chamá-la de “curupira”, “água de salsicha” e outros apelidos pejorativos na frente de clientes e colegas.

Segundo o processo, a empresa alegou que exigia apenas “aparência natural” e que a cor adotada pela funcionária violava o padrão visual do hotel.

Apesar disso, a ex-garçonete relatou que outros funcionários tinham cabelos tingidos e não foram punidos, sendo ela a única hostilizada. O ambiente de trabalho se tornou insustentável até que, em junho de 2017, ela foi demitida.

Em 2019, o juízo da 1ª instância condenou o hotel a pagar o equivalente ao dobro dos salários que a trabalhadora receberia desde a demissão até a sentença, além de indenização por danos morais.

A decisão, porém, foi revertida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1), que entendeu não haver prova de discriminação.

A trabalhadora recorreu ao TST, onde o ministro José Roberto Pimenta avaliou que a empresa não apresentou motivos legítimos para a demissão e criou “exigências questionáveis e invasivas” sobre a aparência dos empregados.

O relator destacou ainda que o processo comprovou o tratamento humilhante por parte da chefia.

“Ficou evidenciado que a reclamante foi alvo de chacota e exposição vexatória em razão da cor dos cabelos, o que caracteriza discriminação e ofensa à dignidade humana”, escreveu o ministro. Com isso, a sentença original foi restabelecida e a rede de hotéis terá que indenizar a ex-funcionária.

O segundo dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 trouxe questões sobre produção de vacinas, gamificação, custo para obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), pergunta que remete à música As Mariposas, de Adoniran Barbosa, entre outros temas.

A segunda parte do Enem 2025 é aplicada neste domingo, 16, em várias cidades do País. Os candidatos responderam 45 questões de Matemática e 45 de Ciências da Natureza.

Segundo Raul Celestino de Toledo, coordenador pedagógico do Poliedro Curso, o segundo dia de Enem manteve a tendência observada no primeiro dia:

"Uma prova equilibrada, acessível aos estudantes e com boa distribuição de conteúdo. Mais uma vez, o volume de textos esteve reduzido e as questões apresentaram enunciados um pouco mais objetivos do que em edições anteriores. Exatamente o mesmo padrão do primeiro dia", afirmou.

Veja os assuntos que caíram na prova do Enem hoje, conforme professores:

Matemática e suas Tecnologias

Ciências da Natureza e suas Tecnologias

Química

Física

Biologia

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