A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro se pronunciou sobre a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro neste sábado (22), autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
No Instagram, Michelle afirmou que o marido é vítima da "maldade humana, da crueldade e da perseguição exacerbada" e reforçou confiança na Justiça divina.
"Não vamos desistir da nossa nação. Confio na Justiça de Deus. A Justiça humana, como temos visto, já não se sustenta. Mas sei que o Senhor dará o escape, assim como fez em 2018, quando meu marido foi vítima de uma facada, planejada para matá-lo por um ex-militante psolista", escreveu Michelle.
"A sua saúde traz sequelas até hoje por causa desse episódio, mas em Deus ele é forte. Ele é grande, e eu o amo muito. Não o deixarei desistir do propósito que o Senhor confiou nele", completou.
Michelle declarou ainda que não estava em Brasília no momento da prisão, pois participava de um evento do PL Mulher no Ceará, e que já estava retornando à capital.
Bolsonaro estava em prisão domiciliar desde 4 de agosto, após descumprir medidas cautelares, e teve a prisão convertida para preventiva neste sábado.
Moraes argumentou que a medida era necessária porque o ex-presidente poderia tentar fugir e que apoiadores poderiam usar a vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro para “obstruir a fiscalização das medidas cautelares e da prisão domiciliar”.
Condenação
Em setembro, o STF condenou Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. A decisão ainda não transitou em julgado e segue em fase de recursos. A prisão deste sábado, porém, não tem relação direta com essa condenação.
Uma briga entre dois homens envolveu uso de foice, facão e pauladas na cabeça na tarde desta sexta (22) em Porto Real do Colégio, no interior de Alagoas. Um dos envolvidos precisou ser encaminhado a Arapiraca para receber atendimento médico especializado.
De acordo com a Polícia Militar, uma denúncia de tentativa de homicídio levou as autoridades ao local, onde encontraram o suspeito. Ele afirmou que se dirigiu ao recinto para cobrar o pagamento de um aparelho celular que teria sido vendido ao outro envolvido, que teria o recebido com um golpe de facão ao ser cobrado. Para se defender, o suspeito tentou ferir o homem com uma foice e, depois, desferiu um golpe em sua cabeça usando um objeto contundente.
Ao questionar a suposta vítima, o mesmo confirmou a compra do celular e disse estar trabalhando para efetuar o pagamento quando foi atacado pelo vendedor. Ele afirmou ter sido atingido no braço pela foice do indivíduo e que se defendeu com um facão, mas acabou sendo acertado na cabeça.
Após as declarações, ambos foram levados a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade para receberem assistência médica. Posteriormente, foram conduzidos a Penedo para a realização de um boletim de ocorrência, entretanto o suposto autor ainda estava se queixando de dores. Ao ser levado para a UPA de Penedo, o médico informou que ele precisava de intervenção cirúrgica que só poderia ser realizada em Arapiraca, onde o homem acabou por ser conduzido.
Sem sua presença, o boletim de ocorrência de lesão corporal dolosa ainda foi registrado em Penedo, porém ninguém ficou preso.
A 4ª edição do Festival de Velas, um dos maiores eventos esportivos e culturais da região começou na quinta-feira (20) e até o dia 23, mais de 400 atletas, entre competidores nacionais e internacionais, participam de disputas em diversas modalidades náuticas. A iniciativa atrai um grande público às praias de Maragogi, impulsiona o turismo, movimenta a economia local e reforça a vocação do município para sediar eventos que promovem integração, lazer e experiências de qualidade para moradores e visitantes.
Organizado pela Associação de Windsurf de Alagoas, o Festival de Velas conta com o apoio da Prefeitura de Maragogi, do Governo do Estado e do Costa dos Corais Conventions & Visitors Bureau. A programação, cuidadosamente estruturada, contempla também atrações culturais, apresentações de DJs, praça de alimentação com empreendedores locais, arena de jogos, feira de artesanato e diversos torneios voltados ao público em geral. Além disso, ações de sustentabilidade reforçam a importância da preservação da região, reconhecida por sua relevância ambiental e beleza natural.
O evento reafirma o compromisso de Maragogi com o desenvolvimento sustentável, a valorização da cultura local e o incentivo às práticas esportivas. Ao unir natureza, esporte e diversidade cultural em uma única experiência, o Festival de Velas fortalece a imagem do município como destino turístico de destaque e consolida-se como um marco anual na agenda institucional. A iniciativa estimula a participação da comunidade, fomenta práticas responsáveis e amplia oportunidades para os setores econômico, social e cultural da cidade.
O idealizador do projeto, Marcelo Lacerda, explicou que o Festival de Velas foi criado com um propósito que ultrapassa a celebração esportiva. "O evento nasceu com uma proposta que vai além da competição: ele representa uma conexão entre atletas, comunidade e natureza, e reforça nosso compromisso com a cultura local e com um futuro mais sustentável para toda a região,”, disse. Lacerda destaca ainda que cada edição amplia o alcance das ações socioambientais, fortalece a identidade regional e contribui para o protagonismo de Maragogi no cenário esportivo.
O prefeito de Maragogi, Dani Vasconcelos, ressaltou que receber o Festival de Velas é motivo de grande satisfação para o município. “É uma alegria receber um evento que movimenta o turismo, valoriza nossa identidade e promove práticas responsáveis. O Festival de Velas já faz parte do nosso calendário e reafirma o potencial do município como referência esportiva e cultural”, destacou. O gestor reforça ainda que iniciativas dessa magnitude fortalecem o vínculo com a comunidade, incentivam a participação social e evidenciam o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento sustentável e inclusivo.
O sucesso desta edição confirma que o Festival de Velas é um dos principais eventos do calendário oficial de Maragogi, contribuindo para o fortalecimento do turismo, a mobilização da comunidade e a promoção de práticas alinhadas ao desenvolvimento sustentável.
O câncer de endométrio é hoje um dos tumores ginecológicos mais frequentes, especialmente entre mulheres depois da menopausa. Estimativas do Globocan indicam que a incidência vem crescendo globalmente, impulsionada sobretudo pelo aumento da obesidade, do sedentarismo e do envelhecimento populacional. No Brasil, projeções recentes apontam para mais de 6,5 mil novos casos por ano, número que deve continuar subindo na próxima década. Apesar disso, trata-se de um tipo de câncer que, quando identificado precocemente, apresenta altas taxas de cura, um motivo a mais para reforçar a importância de reconhecer seus primeiros sinais.
Os sintomas que merecem atenção imediata
O sintoma mais comum é o sangramento uterino anormal, principalmente em mulheres que já passaram pela menopausa. Qualquer episódio de sangramento após esse período deve ser investigado. Muitas pacientes acreditam que seja apenas um “escape hormonal”, mas o fato é que a maioria das mulheres pós-menopausadas não deve apresentar nenhum sangramento. Esse é, portanto, o sinal de alerta mais importante. Além dele, também merecem atenção a dor pélvica persistente, corrimento sanguinolento ou com odor forte e sangramentos fora do padrão habitual em mulheres que ainda menstruam.
Entre os fatores de risco, o mais relevante é a obesidade. Estudos mostram que mulheres com sobrepeso ou obesidade têm risco até quatro vezes maior de desenvolver câncer de endométrio, já que a gordura corporal aumenta a produção periférica de estrogênio, hormônio que estimula o endométrio de forma contínua. Outros fatores incluem histórico familiar de câncer ginecológico, síndrome de Lynch, uso prolongado de terapia hormonal sem acompanhamento adequado, diabetes e hipertensão. A idade também exerce papel importante: cerca de 75% dos casos ocorrem após os 50 anos.
A boa notícia é que a investigação costuma ser simples. Uma avaliação ginecológica cuidadosa, combinada ao ultrassom transvaginal e, quando necessário, à biópsia do endométrio, geralmente é suficiente para confirmar ou descartar o diagnóstico. Quando descoberto no estágio inicial, o tratamento padrão, geralmente cirúrgico, apresenta excelentes resultados e permite rápida recuperação. Já nos casos avançados, podem ser indicados quimioterapia, radioterapia ou imunoterapia, recurso cada vez mais presente nos protocolos internacionais.
Outro ponto fundamental é a prevenção. Manter o peso adequado, praticar exercícios com regularidade, controlar diabetes e hipertensão e evitar terapias hormonais sem orientação médica são atitudes que reduzem consideravelmente o risco da doença. Para mulheres com fatores de risco importantes, consultas periódicas e uma atenção especial a qualquer sangramento inesperado são medidas essenciais.
Cuidar da saúde ginecológica envolve conhecimento, atenção ao próprio corpo e busca precoce por avaliação médica diante de qualquer alteração. O câncer de endométrio tem altas chances de cura quando diagnosticado cedo. Por isso, informação e vigilância continuam sendo as melhores ferramentas para proteger a saúde das mulheres em todas as fases da vida.
Dra. Ana Horovitz – CRM/SP 111739 | RQE 130806
Ginecologista
Membro da Brazil Health
A coluna Fábia Oliveira descobriu que, embora preso por produzir conteúdo de exploração sexual com adolescentes, Hytalo Santos segue mantendo, do lado de fora do cárcere, outros diálogos com o Poder Judiciário. O advogado Anderson de Sousa Brasileiro acionou a Justiça no último dia 17 para cumprir uma sentença e executar uma cobrança contra o influenciador.
Nos documentos ao qual a coluna teve acesso com exclusividade, o advogado narra que, em outra ação, já encerrada, Hytalo Santos foi condenado a lhe pagar honorário advocatícios de sucumbência. Na época, Anderson atuou como patrono de Thaissa Christina Gouvêa Mourão Baptista.
Duas crianças, um menino e uma menina, foram encontradas em situação de abandono em um apartamento no bairro Benedito Bentes, em Maceió, nessa sexta-feira (21).
Segundo a Polícia Militar, elas estavam dormindo sozinhas e o imóvel estava aberto.
A guarnição foi acionada por uma testemunha, que relatou que as crianças estariam desacompanhadas desde o início do dia.
Uma conselheira tutelar da região esteve no local e levou os menores a um abrigo. Até o momento do registro da ocorrência, a mãe das crianças não havia sido localizada.
O caso da médica Nádia Tamires, que matou a tiros o ex-marido, o também médico Alan Carlos, no dia 16 de novembro, em Arapiraca, ganhou novos desdobramentos nessa sexta-feira (21).
Dois irmãos divulgaram versões e documentos sustentando a denúncia de abuso contra a filha do ex-casal, que tinha apenas 2 anos de idade na época. O crime teria sido cometido pelo próprio pai.
Alan foi morto dentro do carro. Nádia foi presa no mesmo dia e teve a prisão preventiva decretada. Em interrogatório, ela alegou legítima defesa, mas a hipótese não foi acatada pela Justiça.
Reprodução
Os relatos dos irmãos, Nayara Thaís e Elias Lima, foram divulgados pela defesa da médica. Eles afirmam que há laudos que apontariam indícios de abuso sexual contra a criança (veja documentos abaixo).
"Houve o estupro, sim, da minha sobrinha. Temos provas, laudos, imagens que mostram a lesão. Estupro não precisa do pênis. Foi feita uma perícia em clínica e foi comprovado o estupro", declarou Nayara.
As falas surgem dias após a mãe de Nádia, Josefa Alves de Lima Cavalcante, e outro irmão da médica, Emerson Lima Barros, criticarem a ação da filha e defenderem a inocência do ex-genro.
"MINHA MÃE E MEU IRMÃO ESTÃO SENDO USADOS"
Nayara também afirmou que a mãe e o irmão, que acusaram a médica de mentir e defenderam que Alan Carlos era um inocente, são pacientes psiquiátricos e estariam sendo manipulados. Segundo ela, a mãe tem histórico de traumas e faz uso de medicação controlada.
"Ela está sendo utilizada para propagar mentiras e inverdades. A minha mãe não tem conhecimento técnico para estar falando, ela é uma paciente psiquiátrica. Quando cair em si de tudo o que está acontecendo, eu não sei como ela vai ficar", disse.
A irmã ainda defendeu Nádia, dizendo que ela sempre sustentou a família e que não teria premeditado o crime.
"Minha irmã ajuda todos da minha família, sem exceção. Era uma excelente profissional, amada pelos colegas. Canta na igreja todos os domingos. Ela fez o que fez para salvar a filha."
IRMÃO RELEMBRA O DIA DO CRIME
Elias, outro irmão da médica, reforçou a linha de que não teria sido um crime premeditado e relatou o que teria acontecido momentos antes dos disparos.
"Ela saiu da esquina da casa dela poucos minutos antes. Meu sobrinho teve um neném recentemente e está passando por dificuldade financeira. Ele disse: 'Tia, tem como você me ajudar?'. Ela não pensou duas vezes. Foi ao mercado, fez uma compra para ele e voltou para casa. Quando chegou na esquina, encontrou o ex-marido e a cunhada do lado, que já tinham problemas com ela. Era pra esperar mais o quê? Era pra esperar outra pessoa sacar a arma?”, questionou.
Ele afirmou ainda que Nádia tinha condições financeiras de terceirizar um crime, caso esse fosse o objetivo.
“Ela esperou a Justiça, que não está sendo feita. Minha irmã está presa. O pai da menina, morto. Cadê a justiça, gente?", desabafou.
O CASO
Alan Carlos foi morto a tiros dentro do carro em frente à Unidade Básica de Saúde (UBS) do Sítio Capim, na zona rural de Arapiraca, no dia 16 de novembro. A autora dos disparos, a médica e ex-esposa da vítima, foi localizada e presa horas depois em Maceió.
Pesquisadores da Universidade Walden, na Pensilvânia, descobriram que mulheres entre 20 e 59 anos que fazem sexo menos de uma vez por semana tinham um risco 70% maior de morte em cinco anos. Amostras de sangue mostraram que essas mulheres tinham níveis elevados de uma proteína-chave ligada à inflamação, que pode causar danos a células, tecidos e órgãos saudáveis.
Por outro lado, em participantes que fizeram sexo com mais frequência foram observados níveis mais baixos dessa proteína e nenhum risco aumentado de morte. O trabalho foi publicado na revista científica Journal of Psychosexual Health.
A equipe concluiu que: pelo menos nas mulheres, "a expressão sexual, que é quantitativamente medida pela frequência sexual, é um componente essencial da saúde física e mental".
"A atividade sexual é importante para a saúde cardiovascular geral, possivelmente devido à redução da variabilidade da frequência cardíaca e ao aumento do fluxo sanguíneo", acrescentaram.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram dados de pesquisas nacionais dos Centros de Controle de Doenças dos EUA (CDC), incluindo informações sobre depressão, obesidade, etnia e relatos de atividade sexual de 14.542 homens e mulheres.
O fenômeno inverso foi observado em homens: aqueles que fizeram mais sexo estavam quase em maior risco de morte precoce.
Cerca de 95% dos participantes fizeram sexo mais de 12 vezes por ano, com 38% fazendo isso uma vez por semana ou mais. A equipe então comparou essas informações médicas com outro banco de dados do CDC sobre mortes até o final do ano de 2015.
Os resultados mostraram que independentemente de raça, gênero, idade e a maioria dos outros fatores de saúde, o sexo relativamente regular parece ser benéfico para a maioria dos adultos. No entanto, para mulheres, parece ser mais ainda.
A Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador dos Estados Unidos, aprovou que a empresa Paradromics — concorrente da Neuralink, de Elon Musk — inicie testes de chips cerebrais em humanos.
O projeto busca restaurar a fala a partir de um controle computadorizado em pessoas paralisadas. A empresa afirma que o chip Connexus foi desenvolvido para uso médico prolongado, sem necessidade de trocas, e que possui uma sensibilidade maior do que a de outros atualmente em teste, como o da Neuralink.
“É a melhor interface cérebro-computador do mundo”, defendeu o CEO da empresa, Matt Angle, ao anunciar o início dos testes em humanos. Dois voluntários participarão da fase inicial do estudo clínico. Eles terão o chip implantado no cérebro para converter sinais do córtex cerebral em comandos que gerem texto ou uma voz sintetizada.
Confira a reportagem completa do Metrópoles clicando aqui
Um policial militar (PM) de folga interveio em um assalto, matando um suspeito de 32 anos e baleando outro de 34, na noite dessa quinta-feira (20/11), no bairro Enseada, em Guarujá, litoral sul de São Paulo.
Segundo a PM, o agente viu duas mulheres sendo roubadas pelos dois suspeitos e interveio realizando disparos. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o policial teria ordenado que os suspeitos largassem a arma, mas um deles teria apontado um simulacro em direção ao PM, que reagiu atingindo os dois.
Um dos assaltantes morreu no local enquanto o outro homem — também baleado na ação — foi levado ao Pronto Socorro Santo Amaro, onde está sob escolta policial.
Ainda de acordo com a pasta, os suspeitos estavam em uma motocicleta com chassi adulterado. O Instituto de Criminalística foi requisitado no local e realizou perícia.
O caso foi registrado pela Delegacia de Guarujá como roubo, homicídio decorrente de oposição à intervenção policial, lesão corporal decorrente de intervenção policial e adulteração de sinal identificador de veículo e localização/apreensão de veículo e objetos.
Com a aproximação do fim de semana em Alagoas, os moradores devem ficar atentos às mudanças no clima. Para evitar imprevistos, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) divulgou uma atualização da previsão do tempo, mostrando que o período será marcado por
Em Maceió, os dias 22 e 23 devem apresentar possibilidade de chuvas, intercaladas por momentos de sol. As temperaturas ficam entre 24°C e 28°C, mantendo o clima típico desta época do ano.
Já no Litoral, a previsão aponta nebulosidade variável, com chances de chuvas passageiras. Mesmo assim, o sol poderá aparecer em alguns períodos, trazendo maior sensação de conforto térmico.
Tanto no sábado (22) quanto no domingo (23), a Zona da Mata deve registrar predomínio de nuvens, embora o sol ainda apareça em períodos curtos. A instabilidade pode favorecer chuvas rápidas ao longo do dia.
Para o Baixo São Francisco e o Agreste, a previsão indica um fim de semana com sol entre nuvens, também com curtos períodos de abertura no céu. As temperaturas variam entre 20°C e 32°C, marcando o contraste entre o amanhecer mais ameno e as tardes mais quentes.
No Sertão e no Sertão do São Francisco, o cenário será de nebulosidade variável, com sol aparecendo em alguns momentos, sempre intercalado por períodos de nuvens. A chance de chuva é menor, mas não está descartada.
Uma criança de 7 anos foi morta pela própria madrasta, nesta sexta-feira (21/11), na Estrutural (DF). A menina foi enforcada com um cinto até a morte. Após cometer o crime, a suspeita procurou a 8ª Delegacia de Polícia, se entregou e confessou o assassinato. Até a última atualização desta reportagem, tanto ela quanto testemunhas do caso continuavam sendo ouvidas pela Polícia Civil do DF (PCDF).
Informações preliminares dão conta de que a madrasta teria ciúme do marido com a menina, pai da vítima. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada para controlar vizinhos da família, que tentavam invadir a residência.
A cidade de Palmeira dos Índios será beneficiada nesta terça-feira (25) com a inauguração da Creche CRIA, que integrará a agenda de trabalho do governador Paulo Dantas no município, ao lado da prefeita Tia Júlia, do secretário de Estado de Relações Federativas e Internacionais Júlio Cezar, além de autoridades estaduais e municipais.
A nova unidade vai ampliar o acesso à educação infantil e fortalecer as políticas públicas voltadas à primeira infância. A Creche CRIA é um programa do governo de Alagoas que tem como objetivo construir 200 creches para ampliar o acesso à educação infantil no estado, principalmente para crianças de 0 a 6 anos
Durante a agenda, também serão inauguradas a nova Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL), a Adutora Severina Lopes dos Santos na comunidade rural Lagoa do Mato dos Lopes, além da assinatura da Ordem de Serviço do Loteamento Sabiá, que marca o início de novas obras estruturantes.
As inaugurações fazem parte de um pacote de investimentos do Governo de Alagoas, em parceria com a gestão municipal, para ampliar o acesso a serviços públicos, educação, abastecimento de água e desenvolvimento urbano em Palmeira dos Índios.
O secretário de Estado Júlio Cezar reforçou que Palmeira dos Índios tem recebido investimentos estratégicos que fortalecem sua estrutura social e econômica.
“Estamos vivendo um ciclo de grandes conquistas. A Creche CRIA, junto à nova UNEAL e às obras de infraestrutura como a Adutora Severina Lopes dos Santos, representam desenvolvimento, geração de oportunidades e compromisso com o futuro. Esse trabalho conjunto é fruto de uma relação federativa forte entre Estado e município”, enfatizou o secretário de Estado.
A prefeita Tia Júlia destacou a importância da nova creche para o município. “A Creche CRIA representa cuidado, oportunidade e acolhimento para nossas crianças e famílias. É mais um passo para garantir que Palmeira dos Índios cresça com inclusão social, educação de qualidade e atenção à primeira infância. Agradecemos ao Governo do Estado pela parceria constante que vem transformando nossa cidade”, afirmou a prefeita.
No dia 19 de setembro, mais de dois meses atrás, o decrépito navio Spiridon II, um velho cargueiro russo construído há mais de 50 anos — e mais tarde grosseiramente convertido para o transporte de animais —, deixou o porto de Montevidéu, no Uruguai, com destino à Turquia, levando 2 850 novilhas, vacas ainda jovens que seriam usadas para abate e produção de leite.
Pouco mais de um mês depois, no dia 22 de outubro, ele chegou ao seu destino, o porto de Bandirma, mas não recebeu permissão das autoridades turcas para atracar e descarregar os animais, porque, pelo menos 500 deles apresentavam divergências entre as informações de origem e o que constava nos manifestos de carga do navio.
Começava ali uma novela que se arrasta até hoje, e o pavoroso sofrimento daqueles animais, trancados no interior de um navio fétido e insalubre — cujo mau cheiro já pode ser sentido a um quilômetro de distância — desde que teve início aquele martírio, mais de dois meses atrás — e que ainda vai durar outro mês inteiro, porque, neste momento, o Spiridon II está navegando de volta para o Uruguai, em uma jornada de mais 18 000 quilômetros de mar, a fim de devolver os animais.
Pelo menos aqueles que sobreviverem a esta nova e longa viagem.
Abortos em pleno mar
Na viagem de ida, mesmo sem nenhum contratempo, já haviam morrido cerca de 60 vacas, como estimado por entidades de bem-estar animal, com base em fotos que mostravam suspeitos sacos estocados no convés do navio, muito possivelmente com as carcaças das novilhas que não resistiram à viagem.
Além disso, como cerca de 800 delas estavam prenhes (já que isso estimula a produção de leite), mas apenas 50 bezerros recém-nascidos foram detectados quando o navio chegou à Turquia, os ativistas dos direitos animais arriscam dizer que os demais filhotes também tenham morrido na viagem, em abortos espontâneos causados pelas péssimas condições sanitárias a bordo do Spiridon II, ou na longa e cruel espera de 24 dias a que o navio foi submetido, quando chegou à Bandirma mas não pode desembarcar os animais.
Na ocasião, o capitão do Spiridon II recebeu ordens de aguardar, no mar, a solução para o problema, que por fim não aconteceu.
Isso decretou o retorno do navio ao seu porto de origem, para devolução dos animais, que é o que ele vem fazendo agora.
Mas o pior pode ainda estar por vir.
Pode não ser aceito nem de onde partiu
No dia 9 de novembro, quando ainda aguardava a permissão das autoridades turcas para desembarcar os animais, o Spiridon II recebeu autorização para atracar no porto por algumas horas, apenas para o embarque de suprimentos e rações para os bovinos.
Em seguida foi mandado de volta para o mar e por lá ficou, mais 15 dias.
Durante a breve parada dele no porto turco, relatos deram conta que, por causa do acúmulo de excrementos nos porões do navio, os níveis de amônia e outros gases gerados pelas fezes dos animais já tinham atingindo níveis inaceitáveis.
E isso — mais o acúmulo de novas carcaças de animais mortos, que certamente não suportarão a viagem de retorno — pode fazer com o que o navio seja proibido de atracar também no Uruguai, de onde havia partido, gerando uma crise sanitária e humanitária pior ainda.
Os ambientalistas também temem que, caso haja este risco, o dono da carga (a empresa uruguaia Ganosan Livestock) e o armador do navio (uma suspeita empresa sediada em Honduras, embora o Spiridon II navegue sob a bandeira de Togo, um país africano) optem por se livrar do problema, lançando todos os animais no mar, mesmo os que eventualmente sobrevivam a viagem de regresso, que está prevista para terminar só no dia 14 de dezembro — quando eles já estarão completando 90 dias trancados no interior do navio, em condições difíceis de imaginar.
Por isso, entidades uruguaias de bem estar animal já estão se mobilizando para pressionar o governo local para que não só permita o desembarque das novilhas sobreviventes, como as envie para um santuário animal, uma vez que elas já sofreram o bastante.
Mas, talvez, isso não aconteça.
Na última quarta-feira, o governo uruguaio informou à imprensa local que encorajou a empresa dona das novilhas a tentar vendê-las em algum porto no caminho, para que o Spiridon II não chegue à Montevidéu carregado de animais mortos ou sem um destino definido.
Mas isso é pouco provável que aconteça, porque, depois da negativa turca, praticamente nenhum país se interessará por aqueles animais.
Enquanto o navio ainda estava retido na Turquia, a empresa dona dos animais já havia tentado vender as novilhas para um frigorífico da Ucrânia, mas a negociação não foi adiante.
Com isso, o navio foi mandado de volta para o porto de onde partiu.
Turquia já devolveu navio brasileiro
Ironicamente, esta não foi a primeira vez que o governo turco impede a atracação de uma embarcação vinda da América do Sul, embora por motivos distintos.
Quatro anos atrás, o ex-porta-aviões brasileiro São Paulo, que fora vendido como sucata para um estaleiro turco e rebocado até a Turquia para o desmanche, foi proibido de entrar naquela país e mandado de volta ao Brasil, por supostamente conter uma quantidade de material tóxico a bordo superior à informada pelas autoridades brasileiras, o que gerou uma das mais infames ações já cometida pela Marinha do Brasil, que, por fim, decidiu afundar o navio no estado em que ele estava, quando o comprador desistiu do negócio.
"Catástrofe do bem-estar animal"
"Sob todos os aspectos, o que está acontecendo no Spiridon II é uma catástrofe de saúde e bem-estar animal", resume o diretor de políticas públicas da entidade protetora dos animais Mercy For Animals, George Sturaro.
"Ele virou um risco sanitário, porque, de tão precário, não tem veterinários a bordo nem câmaras frigoríficas, para estocar os animais mortos. E já está entupido de estrume, o que pode levar a tripulação a lançar aqueles dejetos no mar, embora isso seja proibido".
"O Spiridon II é um dos piores navios de transporte de animais vivos do mundo, e sua ficha corrida comprova isso", diz Sturaro.
170 irregularidades
Entre outras ocorrências, o Spiridon II já sofreu um incêndio em alto mar e nove detenções em diferentes portos, por mau estado.
Sua lista de deficiências soma 170 registros, o que seria inaceitável para qualquer navio, mas não para os que transportam animais vivos, geralmente quase sucatas, que são apenas adaptadas para isso, como é o caso do Spiridon II, um velho frequentador, também, dos portos brasileiros.
Desde janeiro de 2020, ele já esteve oito vezes no Brasil, embarcando bovinos no porto de Vila do Conde, em Barcarena, no Pará, o mesmo onde, em 2015, ocorreu o mais grave acidente marítimo envolvendo este polêmico tipo de transporte, hoje mundialmente contestado: o transporte de animais vivos para abate em outros países, o que gera um sofrimento desnecessário aos animais, por conta das longas viagens em navios quase sempre precários.
Naquela ocasião, o navio libanês MV Haidar virou e afundou no próprio porto, por falta de estabilidade, logo após concluir o embarque de cerca de 5 000 cabeças de gado, das quais pouquíssimas sobreviveram, tanto ao naufrágio quanto ao massacre que seguiu nas águas do porto, com a população da cidade caçando os animais para transformá-los em churrasco.
A Polícia Federal (PF) instaurou, nessa quarta-feira (19/11), um inquérito policial para investigar se houve uma “divulgação indevida” de questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025.
A queixa, encaminhada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aconteceu após estudantes denunciarem uma live no YouTube transmitida cinco dias antes da prova com questões quase idênticas a pelo menos três questões que efetivamente foram cobradas.
“A Polícia Federal informa que instaurou procedimento de polícia judiciária após comunicação formal encaminhada pelo Inep sobre a possível divulgação indevida de questões do Enem 2025. A Polícia Federal assegura que todas as providências técnicas seguem em curso, com rigor e transparência, para o completo esclarecimento dos fatos”, comunicou a instituição.
A live que levantou a suspeita foi realizada pelo estudante de medicina Edcley de Souza Teixeira. Ele já recebeu um prêmio de R$5 mil do Ministério da Educação (MEC) após ficar entre os melhores colocados na avaliação do prêmio “Talento Universitário” da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), prova na qual é considerada um pré-teste do Enem, com questões que poderiam ser integradas em futuras edições do exame.
O que está acontecendo
A suspeita de um possível vazamento das questões do Enem surgiu após a repercussão de uma live do youtuber Edclay de Souza Teixeira.
A live, transmitida no YouTube e publicada cinco dias antes da prova de Ciências da Natureza do Enem, expôs questões quase idênticas às da prova.
Não somente a live, mas em sua “monitoria”, Edclay disponibilizava PDFS com questões que poderiam cair no Enem. Usuários do X apontaram que o estudante de medicina teria acesso a material sigiloso que seria antecipado para alunos do seu curso.
Um exemplo de um dos supostos vazamentos das questões foi quando Edclay, em certo momento de uma de suas lives, expôs uma questão de Biologia com os exatos dados do item da prova do Enem que ainda não havia sido aplicada.
Edclay rebate as acusações dizendo que usa a técnica de engenharia reversa para passar como metodologia de estudo para seus alunos e que disponibilizou as questões com “informações públicas” ou itens que o mesmo fez na prova do Capes.
Segundo informações, a PF também monitora os materiais expostos por estudantes que fazem denúncias nas redes sociais sobre um possível vazamento do Enem, com questões que contém semelhança com a prova original. A averiguação das mídias é feita para “preservar a materializade e o conteúdo resguardado” nas mídias sociais.
O que está acontecendo
A suspeita de um possível vazamento das questões do Enem surgiu após a repercussão de uma live do youtuber Edclay de Souza Teixeira.
A live, transmitida no YouTube e publicada cinco dias antes da prova de Ciências da Natureza do Enem, expôs questões quase idênticas às da prova.
Não somente a live, mas em sua “monitoria”, Edclay disponibilizava PDFS com questões que poderiam cair no Enem. Usuários do X apontaram que o estudante de medicina teria acesso a material sigiloso que seria antecipado para alunos do seu curso.
Um exemplo de um dos supostos vazamentos das questões foi quando Edclay, em certo momento de uma de suas lives, expôs uma questão de Biologia com os exatos dados do item da prova do Enem que ainda não havia sido aplicada.
Edclay rebate as acusações dizendo que usa a técnica de engenharia reversa para passar como metodologia de estudo para seus alunos e que disponibilizou as questões com “informações públicas” ou itens que o mesmo fez na prova do Capes.
Segundo informações, a PF também monitora os materiais expostos por estudantes que fazem denúncias nas redes sociais sobre um possível vazamento do Enem, com questões que contém semelhança com a prova original. A averiguação das mídias é feita para “preservar a materializade e o conteúdo resguardado” nas mídias sociais.
No comunicado que informa o acionamento da PF, o órgão ainda informa que há indícios de que perguntas dos pré-testes do Inep, utilizadas para calibrar futuras questões do exame, foram usadas em um curso preparatório on-line.
O MEC definiu que até o momento que, em razão da semelhança daos itens expostos com os da prova original, três questões serão anuladas. A decisão foi tomada após a equipe técnica do órgão analisar as circustâncias das mídias nas redes e da live, com base em informações sobre a montagem do teste.
O PIS (Programa de Integração Social) e o PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) são contribuições sociais de natureza tributária, sendo o PIS destinado a trabalhadores da iniciativa privada (pago pela Caixa Econômica Federal) e o PASEP, a servidores públicos (pago pelo Banco do Brasil).
O PIS (Programa de Integração Social) e o PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) são contribuições sociais de natureza tributária, sendo o PIS destinado a trabalhadores da iniciativa privada (pago pela Caixa Econômica Federal) e o PASEP, a servidores públicos (pago pelo Banco do Brasil).
O objetivo principal desses programas é financiar o Abono Salarial, que funciona como um benefício anual destinado aos trabalhadores de baixa renda.
Ele é uma forma de complementar a renda e é popularmente conhecido como “14º salário” para quem atende aos critérios estabelecidos em lei.
Valores e cálculo do PIS/Pasep para 2026
O valor do Abono Salarial para 2026 está diretamente ligado ao salário mínimo vigente na época do pagamento. O governo federal estima que o piso nacional possa alcançar R$ 1.631 em 2026, mas o valor oficial só terá definição em dezembro de 2025.
O benefício não é o mesmo para todos e seu cálculo ocorre de forma proporcional ao tempo de trabalho com carteira assinada no ano-base (2024).IS (Programa de Integração Social) e o PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) são contribuições sociais de natureza tributária, sendo o PIS destinado a trabalhadores da iniciativa privada (pago pela Caixa Econômica Federal) e o PASEP, a servidores públicos (pago pelo Banco do Brasil).
O objetivo principal desses programas é financiar o Abono Salarial, que funciona como um benefício anual destinado aos trabalhadores de baixa renda.
Ele é uma forma de complementar a renda e é popularmente conhecido como “14º salário” para quem atende aos critérios estabelecidos em lei.
Valores e cálculo do PIS/Pasep para 2026
O valor do Abono Salarial para 2026 está diretamente ligado ao salário mínimo vigente na época do pagamento. O governo federal estima que o piso nacional possa alcançar R$ 1.631 em 2026, mas o valor oficial só terá definição em dezembro de 2025.
O benefício não é o mesmo para todos e seu cálculo ocorre de forma proporcional ao tempo de trabalho com carteira assinada no ano-base (2024).
Trabalho Integral (12 meses): O trabalhador recebe o valor integral do salário mínimo de 2026 (estimado em R$ 1.631,00).
Trabalho Parcial: O valor é proporcional ao número de meses trabalhados. Por exemplo, quem trabalhou por 6 meses em 2024 receberá o equivalente a 6/12 do salário mínimo (cerca de R$ 815,50, se o piso for R$ 1.631,00).
Quem terá direito ao PIS/PASEP em 2026?
O Abono Salarial de 2026 será pago aos trabalhadores que cumpriram os seguintes requisitos no ano-base de 2024:
Estar inscrito no PIS ou no PASEP há pelo menos cinco anos.
Ter trabalhado com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias (consecutivos ou não) no ano de 2024.
Recebido, em média, até dois salários mínimos mensais durante o ano de 2024.
Ter os dados informados corretamente pelo empregador na RAIS (Relação Anual de Informações Sociais) ou no eSocial.
Atenção: Estão excluídos do direito ao benefício os empregados domésticos, trabalhadores rurais ou urbanos contratados por pessoa física sem CNPJ, servidores fora do regime CLT, autônomos e profissionais informais.