
O número de casos de incêndio em vegetação no estado de Alagoas aumentou quase 50% em 2025. Os dados foram divulgados pelo Corpo de Bombeiros do estado de Alagoas.
De acordo com a corporação, entre o dia 1 de janeiro e 12 de novembro deste ano, foram registrados 733 casos de incêndio em vegetação em todo o estado, 238 a mais que o mesmo período em 2024, quando foram registrados 495 casos.
Os números vão em contramão aos registrados em todo o país. Segundo os dados do Programa Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), de janeiro até 7 de agosto de 2025, o Brasil registrou 30 mil ocorrências de focos de incêndios em vegetação, o menor número para o período nos últimos 12 anos.
Fogo nas unidades de conservação
Segundo o relatório de queimadas produzido pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), houve um aumento significativo no número de focos de incêndio registrados em Unidades de Conservação (UCs). No período de 09 a 15 de novembro de 2025, foram contabilizados 15 focos em áreas protegidas. Já na semana seguinte, de 16 a 22, o relatório identificou 26 focos em UCs, um crescimento de aproximadamente 73%.
Período seco e baixa umidade aumentam riscos de queimadas
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o clima seco e a baixa umidade relativa do ar em Alagoas tem intensificado o número de queimadas em áreas de vegetação em algumas regiões do estado.
Nessa segunda-feira, 24, a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos de Alagoas (Semarh) divulgou um alerta de baixa umidade para algumas regiões do estado. O aviso, que coloca essas áreas em Estado de Atenção, é válido até esta quinta-feira (27).
De acordo com a Semarh, a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 30% em alguns períodos do dia nas regiões do Sertão, Sertão do São Francisco e Agreste alagoano.
Ainda nessa segunda, a cidade de Pão de Açúcar, no interior de Alagoas a maior temperatura do país, 38,4°C. Os dados são do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).
A imprensa europeia repercute nesta quarta-feira (26/11) o início do cumprimento das penas pela trama golpista do ex-presidente Jair Bolsonaro e seis de seus aliados. O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou que não cabem mais recursos e o processo transitou em julgado.
“Bolsonaro vai cumprir sua pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado” é o título de uma matéria do jornal francês Le Monde. O diário destaca que a decisão do STF é anunciada menos de três meses após uma condenação histórica no Brasil devido ao um projeto “que previu até o assassinato de Lula”.
A emissora France24 reitera que em setembro, Bolsonaro foi considerado culpado por liderar uma organização criminosa que garantiria sua permanência no poder após a derrota nas eleições de outubro de 2022.
Agora, a menos um ano da próxima disputa eleitoral, o ex-presidente está detido em uma pequena cela de 12m2 na Superintendência da Polícia Federal de Brasília, equipada com frigobar, ar-condicionado e uma televisão, completa a matéria.
O jornal português Público lembra que a decisão foi tomada na terça-feira (25/11) pelo juiz do STF Alexandre de Moraes, que considerou que a defesa esgotou os recursos. A reportagem salienta que Bolsonaro já estava detido desde o último sábado (22/11), a título preventivo, por “risco de fuga”, após tentar retirar a tornozeleira eletrônica que usava para monitoramento.
O jornal britânico The Guardian destaca que outros aliados de Bolsonaro na tentativa de golpe de Estado também começaram a cumprir suas penas, entre eles, os generais Walter Braga Netto, Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, além do ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos.
“Período calamitoso”
O correspondente do diário no Brasil, Tom Philipps, ressalta que a prisão do ex-presidente é comemorada por brasileiros progressistas, que lembram do governo de Bolsonaro como “um período calamitoso de devastação ambiental, isolamento internacional e hostilidade às minorias”, além das centenas de milhares de mortes durante a pandemia de Covid, “gerenciada de forma catastrófica” devido à “postura anticientífica” do ex-presidente.
Mas apoiadores de Bolsonaro entrevistados pelo jornalista do The Guardian condenam sua prisão e dizem acreditar em “uma caça às bruxas”. Alguns deles defendem a mobilização da população para protestar contra a decisão do STF.
No entanto, até o momento, não houve sinais de manifestações em massa, diz a matéria, afirmando que “apenas pequenos grupos de bolsonaristas têm se reunido para rezar em frente ao complexo da Polícia Federal em Brasília”.
“Chegou o momento com o qual sonharam muitos democratas brasileiros, militantes de esquerda e familiares das vítimas da Covid”, diz o jornal El País.

A correspondente do diário espanhol no Brasil, Naiara Galarraga Cortázar, afirma que nem os esforços da família Bolsonaro para tentar convencer o Congresso a adotar uma lei de anistia, nem a imensa pressão do presidente americano, Donald Trump, conseguiram salvar o ex-presidente por tentar subverter a ordem constitucional, escreve.
Os quatro presos na manhã desta quarta-feira (26), na Operação Volante de Aço, deflagrada no Sertão de Alagoas, ocupavam cargos dentro das facções criminosas e eram responsáveis por planejar e coordenar ações violentas, como homicídios, roubos e trafico de drogas na região. A informação foi confirmada pela Polícia Civil.
Os quatro foram localizados após a Justiça expedir nove mandados de prisão e 16 de busca e apreensão, e a polícia desencadear a ação que resultou em diligências em endereços nas cidades de Pão de Açúcar, Maravilha, Olivença, Olho D´Água das Flores e São José da Tapera.

Durante os cumprimentos das ordens judiciais, aparelhos celulares, arma, munições e droga foram apreendidos. O material foi apresentado em delegacia, assim como os suspeitos detidos.
As investigações
As investigações da "Volante de Aço" foram realizadas pela Delegacia de Homicídios da 2ª Região, com apoio do 7º Batalhão da Polícia Militar.
Participaram da operação: as Delegacias de Homicídios das Regiões de Santana do Ipanema, Batalha e Palmeira dos Índios, das Delegacias Regionais de Santana do Ipanema e Palmeira dos Índios e dos Distritos Policias de Dois Riachos, São José da Tapera, Olho D'Água das Flores e Olivença. E a Diretoria de Polícia Judiciária 4, e o Departamento Estadual de Aviação, a 6ª Companhia Independente de Batalha, a Rádio Patrulha (RP) e o Pelopes.
O governador de Alagoas Paulo Dantas esteve em Palmeira dos Índios nesta terça-feira (25) e confirmou que o novo Hospital Regional será inaugurado no dia 17 de dezembro. Na mesma data, também será entregue à população um trecho de 14 quilômetros da duplicação da BR-316, que liga o município a Igaci, que dará mais mobilidade e tornará o trânsito mais seguro.
O secretário de Estado de Relações Federativas e Internacionais Júlio Cezar enfatizou o caráter transformador das obras. “O novo Hospital é o sonho de séculos dos palmeirenses, assim como a duplicação. É um pacote de obras estruturantes que colocam Palmeira para a frente. O Governo do Estado tem feito investimentos no município nunca vistos e agradeço ao governador por isso e à prefeita Tia Júlia pelo trabalho. Juntos somos mais fortes e o povo é quem ganha com isso”, destacou Júlio Cezar.
Durante a visita, o governador ressaltou que a inauguração do Hospital ocorrerá com total funcionalidade. “Inclusive, a seleção de pessoal está acontecendo e os profissionais já estão sendo capacitados. O Hospital será aberto cuidando das pessoas, perto de casa, salvando vidas, sem que elas precisem se deslocar para longe de seus lares para receber atendimento de qualidade. É uma obra histórica para Palmeira”, afirmou Paulo Dantas.
Ele também destacou o impacto da duplicação para o desenvolvimento regional. “Além da inauguração do Hospital, entregaremos o ponto da duplicação de Palmeira a Igaci, que tem o objetivo de ligar Palmeira a Arapiraca. Isso será um avanço para o município e toda a região. Será um dia de muita alegria, inclusive com show do cantor baiano Bell Marques”, completou o governador.
A prefeita Tia Júlia comemorou o anúncio e reforçou os benefícios que Palmeira dos Índios receberá. “Essas obras representam um grande avanço para o município. O Hospital vai gerar mais de mil empregos e a duplicação vai melhorar o tráfego de veículos em toda a região. Temos muito o que comemorar e agradecer por essas conquistas. O nosso trabalho segue firme pelo desenvolvimento de Palmeira”, afirmou a prefeita.
A cantora Ana Castela, 22, é a mais nova famosa a ganhar sua boneca oficial. A boiadeira, como é conhecida entre os fãs, passa a integrar o portfólio de apostas 2025/2026 da Novabrink, dona das marcas Baby Brink, Rosita e Super Magia.
Antes mesmo de chegar ao varejo, o brinquedo será vendido antecipadamente de forma antecipada no Mercado Livre, por R$ 247,90.
Com 55 cm e figurino completo, o item inclui chapéu, botas e tatuagens adesivas, traduzindo o estilo da sertaneja, voz por trás de hits como "Boiadeira" e "Ram Tchum".
"Ver minha própria boneca ganhar vida é uma emoção enorme! Fico muito feliz em saber que as crianças vão poder brincar, cantar e criar histórias junto comigo. Cada detalhe foi pensado com muito carinho, do chapéu às botas, para que a boneca tivesse a minha cara e levasse um pedacinho do meu mundo para a casa de cada fã. Espero que ela inspire muitas crianças a sonharem alto e acreditarem no seu próprio brilho", afirma Ana em comunicado enviado à imprensa.

A Polícia Científica de Alagoas mantém busca ativa para localizar familiares de 87 corpos não reclamados no Estado, dos quais 64 ainda estão armazenados nos Institutos Médicos Legais (IMLs) de Maceió e Arapiraca. Outros 23 já foram sepultados como indigentes, conforme levantamento recente do órgão. O objetivo é evitar enterros sem identificação.
Segundo o perito e médico legista Felipe Porciúncula, chefe do IML Estácio de Lima, os “corpos não reclamados” incluem tanto aqueles ainda sem identificação quanto os que já possuem nome confirmado, mas não tiveram procura de parentes.
A identificação segue um protocolo científico rigoroso, que engloba exames de papiloscopia, odontologia legal, antropologia forense e, quando necessário, DNA forense. Esses procedimentos são realizados antes de qualquer destinação legal.
A legislação determina que apenas cadáveres de morte natural e não reclamados podem ser encaminhados para uso científico, após 30 dias, conforme prevê a Lei nº 8.501/1992. Em Alagoas, uma portaria regulamenta esse fluxo.
Nos casos de morte violenta, a lei é clara: os corpos não podem ser doados nem cremados, devendo ser sepultados após cerca de 30 dias. Antes disso, todo o material biológico é armazenado para possibilitar uma eventual identificação futura.
Há dois anos, a Polícia Científica adotou a divulgação pública como estratégia oficial para tentar localizar parentes. Assim que a identificação é concluída, os dados são encaminhados ao setor de comunicação, que publica informações nas redes oficiais e repassa à imprensa.
Caso não haja contato da família após uma semana, o IML aciona a Coordenadoria de Pessoas Desaparecidas da Polícia Civil, que realiza o cruzamento com boletins de ocorrência registrados no Estado e em outras regiões.
Um exemplo é o caso de Raian de Lima Bandeira, de 31 anos. Ele morreu atropelado em Junqueiro, em 22 de outubro de 2025, e deu entrada no IML de Arapiraca sem qualquer informação de parentes.
A divulgação permitiu que amigos da família identificassem a vítima e avisassem à sua mãe, residente em Fernando de Noronha. Em menos de 24 horas, ela entrou em contato com o órgão e formalizou a liberação do corpo. Ela relatou que o filho vivia em situação de rua, enfrentava problemas de saúde e já havia desaparecido anteriormente.
O delegado Ronilson Medeiros, da Coordenadoria de Desaparecidos, reforça que o registro oficial é fundamental. “Muitos corpos chegam ao IML sem qualquer boletim de ocorrência associado, o que dificulta a identificação. É essencial que as famílias registrem o desaparecimento e realizem a coleta de DNA”, afirma.
Para o chefe do IML de Arapiraca, Rimsky Coelho, o trabalho conjunto entre diferentes áreas da Polícia Científica tem sido decisivo.
“Papiloscopia, Odontologia Legal, Antropologia e Genética Forense atuam de forma integrada. Isso tem permitido devolver corpos às famílias e evitar sepultamentos sem identidade”, destaca.
A Polícia Científica pretende ampliar campanhas de conscientização e reforçar a busca ativa para reduzir o número de mortos que aguardam reconhecimento.
Fora de Tremembé desde 2023, Suzane von Richthofen recomeçou sua vida em Águas de Lindóia, no interior de São Paulo, onde está casada com o médico Felipe Zecchini Muniz e tem uma filha. Ela também usou as habilidades que aprendeu na prisão para criar um negócio de personalização de chinelos que tem feito sucesso nas redes sociais e rendido milhares de seguidores.
Mas, ao que parece, a ex-namorada de Sandrão, que contou detalhes do relacionamento recentemente, está disposta a retomar o contato com o irmão Andreas von Richthofen, que desde o assassinato dos pais Manfred e Marísia, em 2002, vive de forma reclusa em São Roque, no interior de São Paulo, sem nenhum contato com a imprensa ou mesmo seus vizinhos.
De acordo com a colunista Fábia Oliveira, Suzane von Richthofen fez uma visita ao irmão neste ano para, supostamente, buscar seu perdão e uma reconciliação após o crime que chocou o país. No entanto, apesar de levar o filho que nasceu em 2024 como forma de 'amolecer seu coração', a ex-presidiária não teve sucesso, já que Andreas sequer apareceu para falar com ela e ainda ameaçou a chamar a polícia.
Os bastidores do quase encontro entre Suzane von Richthofen e o irmão
Atualmente estudando direito após um período na biomedicina onde fez exigências em Tremembé, Suzane esteve na chácara de Andreas, que rejeitou o contato com a irmã, uma vez que não a perdoou pelo assassinato dos pais até hoje. As informações são do jornalista Luiz Bacci.
"É como se ele só existisse fisicamente, a alma, a mente parecem ter ido embora junto com os Manfred e Marísia", disse um vizinho na ocasião. O assunto repercutiu na vizinhança e fez outras pessoas se pronunciarem, incluindo uma mulher que trabalha como caseira próximo ao local e revelou que o irmão chegou a ameaçar chamar a polícia caso Suzane insistisse em manter contato.
"Ele prefere ficar isolado da sociedade e não tem intenção de mudar isso. Parece apenas esperar a morte chegar", disse a mulher. De acordo com Bacci, o rapaz enfrenta dificuldades financeiras e sua casa tem aspecto de 'abandonada', com matagal alto e piscina suja.
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, nesta terça-feira (25/11), que o ex-presidente Jair Bolsonaro comece a cumprir a pena de 27 anos e três meses de prisão a que foi condenado pelos atos golpistas.
A sentença começa a ser cumprida em uma cela localizada na Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
Bolsonaro já estava preso preventivamente no local desde o último sábado (22/11), quando violou a tornozeleira eletrônica que permitia seu monitoramento durante prisão domiciliar.
A cela da PF onde o ex-presidente está possui cerca de 12 metros quadrados (m²) e foi reformada recentemente.
A cela contém cama de solteiro, armários, mesa de apoio, televisão, frigobar e ar-condicionado. O espaço também conta com uma janela e um banheiro privativo.
O ex-titular do Planalto foi condenado pelos seguintes crimes:
Cumprimento da pena
Nesta terça-feira (25/11), Moraes determinou o trânsito em julgado dos processos de Bolsonaro e outros réus do núcleo 1 da trama golpista (Alexandre Ramagem, Anderson Torres e Almir Garnier).
Com isso, abriu-se caminho para o ex-presidente cumprir a pena definitivamente. Ele foi considerado o líder da organização criminosa que visava mantê-lo no poder depois das eleições de 2022 e condenado ao cumprimento da pena em regime fechado.
Estratégia de defesa
A expectativa é de que a defesa do ex-presidente entre com um novo pedido de prisão domiciliar devido ao estado de saúde de Bolsonaro, que atualmente tem 70 anos. O último pedido da defesa, de prisão domiciliar humanitária, foi negado pela Suprema Corte.
Um homem de 78 anos morreu nesta terça-feira (25/11) após um ataque de abelhas em sua casa na cidade de Salto de Pirapora, no interior de São Paulo. O cão da família também morreu.
A esposa da vítima, uma mulher de 75 anos, ficou ferida. Ela está internada em estado estável.
De acordo com o boletim de ocorrência, o filho do casal foi avisado por uma tia do ataque das abelhas e que seu pai havia sido encontrado sem vida. O corpo do cachorro foi encontrado no banheiro com diversas picadas enquanto um parente recolhia os documentos da vítima.
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Fazer sexo mesmo sem ter muita experiência também pode ser prazeroso. Existem algumas posições sexuais mais fáceis para iniciantes que ajudam a deixar tudo mais confortável, sem pressão e com muito prazer.
É imporante ressaltar, entretanto, que o sexo às vezes pode parecer estranho ou desajeitado, independentemente da experiência — e está tudo bem! Além disso, nem sempre o momento será como nos filmes pornográficos ou nos romances. Na vida real, as expectativas nem sempre correspondem à realidade.
Diminuindo a tensão
Uma maneira de amenizar a tensão nesses momentos é conhecendo seu próprio corpo através da masturbação. De acordo com a sexóloga Alessandra Araújo, a prática é uma forma saudável e natural de autoconhecimento e prazer.
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Um estudo recente revelou uma relação inusitada entre o bumbum e o controle de glicose do organismo. A pesquisa de radiologistas inglesas demonstrou que mudanças no formato do glúteo podem indicar diabetes tipo 2 e que seus sinais metabólicos são distintos em homens e mulheres.
As pesquisadoras apresentaram a análise nessa segunda-feira (24/11), na reunião anual da Sociedade de Radiologistas da América do Norte (RSNA), em Chicago. O estudo descreveu padrões inéditos no glúteo máximo (musculatura da parte superior do bumbum) em relação ao controle do açúcar no organismo.
Relação entre bumbum e diabetes
Para entender a relação, a equipe não focou no tamanho, mas no formato do glúteo revelado em um 3D por ressonância magnética. Foram utilizados os 61 mil exames do UK Biokbank para comparar as imagens e formar modelos tridimensionais detalhados, observando só o músculo.
De modo geral, quanto mais músculo na região, menor a chance de ter diabetes. “Pessoas com melhor condicionamento físico, apresentaram um formato de glúteo máximo mais pronunciado, enquanto envelhecimento, fragilidade e longos períodos sentados foram associados à perda de massa muscular na região”, afirma a médica Marjola Thanaj, uma das coautoras do estudo.
Ela faz, no entanto, um alerta: muito músculo está longe de significar um bumbum avantajado. “Ao contrário de estudos anteriores que analisavam principalmente o tamanho dos músculos ou a gordura, usamos o mapeamento de forma 3D para identificar exatamente onde o músculo muda, fornecendo uma imagem muito mais detalhada”, disse.
Diferenças entre glúteos de homens e mulheres
O glúteo máximo é um dos maiores músculos do corpo humano e responsável em boa parte pela movimentação das pernas. As pesquisadoras analisaram 86 variáveis ligadas a mudanças no músculo. O cruzamento das informações mostra que a forma muscular reage a fatores biológicos de maneira diferente entre os sexos.
Em participantes com diabetes tipo 2, os pesquisadores encontraram padrões opostos entre homens e mulheres. Os homens mostraram atrofia focal no glúteo máximo quando não tinham bom controle de sua glicose. Mulheres, porém, apresentaram expansão do músculo, provavelmente por infiltração de gordura na massa muscular.
A diferença sugere respostas biológicas distintas para a mesma doença, mas a equipe afirma que os dados revelam padrões que ainda pedem maior aprofundamento científico.
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O filho que matou a mãe é Maurício Gonçalves Garcia, de 28 anos (foto em destaque). Ele foi preso nesse sábado (22/11) pela Polícia Civil de São Paulo. O investigado confessou que, após uma discussão na casa deles em Parelheiros (SP), ele teria empurrado a genitora Eliana Roschel, de 61 anos. Ela bateu a cabeça e ficou desacordada. A vítima era professora aposentada.
Maurício pegou a mãe e colocou no sofá. Em seguida, fugiu, retornando dois dias depois. Ao encontrar o corpo sem vida, o estudante de Direito enrolou a mãe em um lençol, arrancou o dedo dela para acessar o celular e a conta bancária, colocou o cadáver no carro da vítima, desovou em uma estrada de terra e ateou fogo.
O crime, ocorrido em 10 de novembro, só foi descoberto após Maurício assaltar um posto de combustível.
Durante cerca de dez dias, Maurício usou o celular da mãe para tentar manter a rotina e evitar suspeitas, respondendo mensagens em seu nome. Familiares revelam que, há cerca de dois anos, ele já havia agredido a mãe, amarrando-a com fita adesiva e roubando seu dinheiro, mas ela não registrou a ocorrência por acreditar que ele mudaria.
Maurício foi encaminhado ao Centro de Detenção Provisória (CDP) do Cambuci, na zona central de São Paulo. A Justiça decretou prisão temporária de 30 dias, enquanto a investigação segue em andamento.
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A gordura no fígado, conhecida como esteatose hepática, tem se tornado uma condição cada vez mais comum entre pessoas com sobrepeso ou obesidade. Segundo o endocrinologista e nutrólogo Dr. Vagner Chiapetti, isso não acontece por acaso: a alteração metabólica causada pelo excesso de gordura corporal cria o ambiente ideal para que o fígado comece a acumular gordura.
“A obesidade, especialmente quando há acúmulo de gordura abdominal, aumenta muito o risco de desenvolver esteatose. O organismo passa a lidar com inflamação crônica, resistência à insulina e aumento do triglicérides e colesterol, mudanças que sobrecarregam diretamente o fígado”, explica o médico.
Embora seja mais comum em pessoas com obesidade ou gordura visceral, o médico lembra que a doença não se restringe apenas ao excesso de peso. “Também existe gordura hepática em pacientes magros. A genética, o sedentarismo, a alimentação inadequada e alterações metabólicas podem levar ao problema mesmo em quem não tem sobrepeso”, complementa.
A progressão da doença segue etapas claras e totalmente evitáveis quando tratadas a tempo. “A esteatose começa apenas como acúmulo de gordura, mas pode evoluir para inflamação, fibrose e até cirrose se o processo não for interrompido. Identificar cedo é a chave para impedir essa evolução”, explica o Dr. Vagner Chiapetti.
Uma das principais dificuldades é que a gordura no fígado praticamente não apresenta sinais iniciais. “A pessoa continua sua rotina normalmente porque não sente dor ou incômodo. O fígado é silencioso, e isso faz com que muitos casos só sejam descobertos quando o paciente realiza um ultrassom por outro motivo”, observa o endocrinologista.
O Dr. Vagner Chiapetti reforça que essa descoberta tardia pode ser perigosa para a saúde. “Quando o paciente começa a sentir cansaço extremo, perda de disposição ou desconforto abdominal, isso pode indicar que o fígado já está inflamado. Por isso, o diagnóstico precoce faz tanta diferença: conseguimos intervir antes que ocorram danos”, afirma.

Segundo o Dr. Vagner Chiapetti, o diagnóstico da gordura no fígado é simples e acessível. “Um ultrassom e exames laboratoriais já nos dão um panorama preciso. São exames rápidos, não invasivos e essenciais, especialmente para quem vive com obesidade, resistência à insulina ou gordura visceral”, diz.
A boa notícia é que, quando identificada no início, a condição costuma ser totalmente reversível. “Mudanças estruturadas na alimentação, prática regular de atividade física, o tratamento da obesidade e do sobrepeso e medicações específicas fazem o fígado responder muito bem. O emagrecimento orientado é uma das estratégias mais eficientes para reduzir a gordura hepática”, afirma o médico.
Por isso, o Dr. Vagner Chiapetti reforça a importância da investigação preventiva. “Mesmo sem sintomas, pessoas com obesidade devem incluir a avaliação do fígado nos exames de rotina. Prevenir é muito mais eficaz do que tratar complicações futuras”, conclui.
O ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal Anderson Torres cumprirá pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.
A determinação é do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Anderson Torres foi condenado a 24 anos de prisão na ação sobre a trama golpista.
Moraes determinou, nesta terça-feira (25/11), o início do cumprimento da pena e expediu o mandado de prisão.
Moraes determinou, ainda, a realização de audiência de custódia de Anderson Torres, nesta quarta-feira (26/11), às 13h30, na Papudinha.
O magistrado solicitou ao presidente da Primeira Turma do STF, ministro Flávio Dino, a convocação de sessão virtual extraordinária para referendo da decisão, sem prejuízo do início imediato do cumprimento da pena.
Reforma
A Papudinha passa por reformas. O Metrópoles apurou que a PMDF recebeu, em junho de 2025, uma emenda parlamentar de R$ 500 mil para obras de melhoria dos alojamentos onde ficam os policiais que estão em serviço.
O 19º BPM funciona na área do Complexo Penitenciário da Papuda e, além dos alojamentos dos PMs, tem instalações onde militares podem ficar presos.
Veja a matéria completa em Metrópoles
A cirurgia robótica tornou-se um dos avanços mais relevantes no tratamento do câncer de próstata, ao ampliar a precisão cirúrgica e reduzir o impacto funcional no pós-operatório. A técnica combina visão tridimensional ampliada, instrumentos articulados e maior estabilidade operatória, permitindo intervenções mais delicadas em uma região anatômica de difícil acesso.
Ao contrário do que o termo sugere, a cirurgia robótica não ocorre de forma autônoma. O cirurgião opera a partir de um console, controlando braços articulados que executam movimentos com precisão milimétrica. O sistema oferece visão tridimensional ampliada, elimina tremores naturais e permite articulações superiores às da mão humana.
O método utiliza pequenas incisões no abdômen para a inserção da câmera e dos instrumentos articulados. A combinação de visão ampliada, movimentos mais estáveis e acesso facilitado à pelve melhora a segurança e reduz o trauma cirúrgico.
Entre as principais vantagens estão:
Em nossa experiência, os resultados têm sido consistentes e animadores: taxas de remoção completa do tumor próximas de 95%, preservação da continência urinária em quase 100% dos pacientes e manutenção das ereções em cerca de 90% dos casos. A técnica também se mostra eficaz em tumores avançados e em cirurgias de resgate após falhas de tratamentos prévios.
A robótica faz parte de uma tendência mais ampla em oncologia: a integração entre dados, inteligência artificial e decisões terapêuticas personalizadas. Algoritmos auxiliam na interpretação de exames, na análise genômica do tumor e na escolha da abordagem mais adequada para cada paciente. Nesse ecossistema, a cirurgia robótica atua como ferramenta importante para reduzir impactos funcionais e aumentar a eficácia.
Mesmo com os avanços tecnológicos, o diagnóstico precoce continua sendo o principal fator para bons resultados. Exames como PSA e toque retal permitem identificar o câncer em estágios iniciais, quando as chances de cura são maiores e as opções de tratamento são mais amplas, incluindo vigilância ativa, radioterapia ou cirurgia robótica.
A disseminação da cirurgia robótica no tratamento do câncer de próstata representa uma mudança de paradigma: procedimentos menos invasivos, maior precisão e foco na qualidade de vida. Aliada ao diagnóstico precoce, a tecnologia reforça um modelo de cuidado mais seguro, individualizado e orientado à preservação funcional.
Dr. André Kives Berger – CRM: 26450 RQE: 17502/RS 18926/RS
Urologista
Coordenador da Medicina Robótica do Hospital Moinhos de Vento
Oli-Jay Morris, um menino de 2 anos, de Haverhill, Suffolk, na Inglaterra, é a única pessoa conhecida no mundo com uma condição fatal. O primeiro sinal veio horas após o nascimento, quando seu braço esquerdo começou a tremer involuntariamente. Mas a mãe, Melanie, de 36 anos, não percebeu a gravidade da doença até que uma convulsão "catastrófica", pouco depois de seu segundo aniversário, o levou à UTI.
Semanas depois, em 20 de agosto, a família de Oli-Jay recebeu o diganóstico de EMPF1, uma mutação genética única, nunca antes vista pelos médicos e para a qual não existe cura. Com o menino precisando de cuidados 24 horas por dia, a única esperança da família está em uma análise personalizada de £ 14 mil (cerca de R$ 87 mil) feita por uma empresa americana, o que motivou uma campanha de arrecadação de fundos para "dar a ele uma chance de sobrevivência" a curto prazo e encontrar uma cura para a doença. Melanie, mãe de quatro filhos, disse: "Estamos passando cada dia criando memórias porque não sabemos quanto tempo ele nos resta. Nosso mundo inteiro virou de cabeça para baixo."
Como tudo começou
A mãe, que é dona de casa, ficou radiante com o nascimento de Oli-Jay em 21 de julho de 2023, pesando 3,8 kg. Ele teve dificuldades para sentar, engatinhar e engolir, mas estava começando a progredir quando sofreu uma convulsão repentina. O pesadelo começou na madrugada de 31 de julho, quando todo o lado esquerdo do corpo de Oli-Jay começou a tremer repentinamente.
Melanie, que tragicamente perdeu seu filho mais velho, Jayden, ao nascer há 19 anos e deu o nome de Oli-Jay em sua memória, disse: "Eu o tinha na cama comigo e ele se sentou ereto de repente. Todo o seu lado começou a tremer. Ele estava fazendo barulhos horríveis." Os serviços de emergência levaram o menino às pressas para a UTI do Hospital Addenbrooke's, em Cambridge, onde ele foi colocado em coma induzido.
Durante esse período, a equipe médica avisou Melanie e seu pai, Rob, de 37 anos, que ele não estava respondendo ao tratamento e que eles estavam "esperando por um milagre" para que ele sobrevivesse. "Foi simplesmente horrível", continuou Melanie. "Eu gritava com os médicos: 'Por favor, ajudem-no, façam alguma coisa'." Oli-Jay já havia apresentado suspeitas de convulsões anteriormente, mas os médicos não tinham certeza da causa e sugeriram que ele poderia ter paralisia cerebral. Seis dias após ser internado no hospital, Oli-Jay acordou, mas desde então, ele precisa de monitoramento constante, alimentação por sonda e uma combinação de 14 medicamentos.
Ele é incapaz de falar, chorar ou se mover voluntariamente após sofrer danos cerebrais durante o episódio. O pequeno também sofre de distonia e discinesia, além de frequentemente precisar de internações hospitalares, com sua visão, audição e respiração afetadas por sua condição. Melanie e Rob, que não estão mais juntos, têm dividido os cuidados constantes com Oli-Jay com a ajuda de outros familiares. "É assustador até para mim tomar banho, porque tenho muito medo de ouvir as máquinas (de monitoramento) dispararem", disse Melanie, cuja sala de estar se tornou uma "mini UTI". "Estou constantemente em estado de alerta."
Em 20 de agosto, apenas duas semanas após Oli-Jay acordar do coma, sua família recebeu a notícia devastadora de que ele tinha EMPF1, uma doença fatal ligada a uma mutação no gene DNM1L, que causa uma grave doença mitocondrial. Ele é o único paciente conhecido no mundo com essa mutação específica, para a qual não há cura. Melanie disse: "Eu estava chorando e soluçando. Eles (os médicos) admitiram que não tinham ideia de como ajudá-lo e que a única coisa que podiam fazer era tratar os sintomas."
A esperança parecia perdida até que Rob, um mecânico de automóveis que fora obrigado a parar de trabalhar devido à doença do filho, entrou em contato com a Fundação DNM1L, sediada nos EUA. A instituição de caridade informou a família sobre um programa conduzido pela empresa americana Unravel Biosciences, que utiliza biologia computacional para estudar a genética de um paciente.
No entanto, foram avisados de que o desenvolvimento de um plano de tratamento para melhorar os sintomas de Oli-Jay poderia levar dois anos. Eles não estavam dispostos a esperar tanto tempo, pois temiam que o menino pudesse morrer a qualquer momento, e seu estado de saúde provavelmente se deterioraria se nada fosse feito. Então, a tia de Oli-Jay, Paige, uma criadora de conteúdo online de 32 anos, lançou uma campanha de arrecadação de fundos para angariar 14.000 libras para uma análise e um plano de tratamento personalizados. Desde então, mais de 11.000 libras foram arrecadadas.
Melanie pretende ultrapassar a meta e encontrar uma cura para o seu filho. Quaisquer fundos angariados além deste objetivo serão diretamente destinados à busca da fundação por uma solução para todas as mutações do gene DNM1L. Ela disse: "Como mãe, minha esperança é que um milagre aconteça para o meu filho, que ele seja curado, e que se encontre uma cura para todas as crianças que estão sofrendo."
