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A Corregedoria da Polícia Militar prendeu, na manhã desta terça-feira, cinco agentes do Batalhão de Choque suspeitos de cometer crimes durante a megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão. A ação, que aconteceu no último dia 28 de outubro, terminou com 122 mortos, entre eles cinco policiais. A ofensiva interna ocorre exatamente um mês após a operação de segurança mais letal já registrada no Rio.

Além dos mandados de prisão, os corregedores cumprem outros dez mandados de busca e apreensão. Os policiais do Choque são alvos da investigação conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM).

Uma das suspeitas levantadas pela Corregedoria, com base na análise das imagens das câmeras operacionais portáteis, é o furto de um fuzil durante a ação — arma que, segundo a apuração, seria revendida a criminosos. As imagens serviram de base para indicar indícios de crimes militares cometidos durante o serviço. Corregedoria cumpre 5 mandados de prisão e 10 de busca e apreensão.

Em nota, a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que a operação desta sexta é decorrente dessas análises e reforçou que a corporação “não compactua com possíveis desvios de conduta ou cometimento de crimes praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos”.

A megaoperação de 28 de outubro mobilizou efetivos das polícias Civil e Militar e gerou questionamentos de entidades de direitos humanos e de moradores devido ao elevado número de mortos. Agora, as apurações internas buscam esclarecer eventuais excessos e ilícitos cometidos por agentes que participaram da ação.

 

Um homem foi preso após apontar uma arma para duas crianças de 12 anos que cantavam músicas de Natal. Paul Brian Susie, de 58, é acusado de agressão de primeiro e segundo graus.

O caso aconteceu no último sábado (22), menos de uma semana antes do dia de Ação de Graças, na cidade de Annapolis, Maryland, nos Estados Unidos.

Segundo os documentos da acusação, analisados ​​pela emissora local WTOP, as crianças estavam na entrada da casa de Susie quando uma delas bateu duas vezes na porta e disse que estavam cantando canções natalinas. Nesse momento, o homem apontou uma arma de fogo para elas da janela da sua residência.

Os policiais do Departamento de Polícia do Condado de Anne Arundel receberam a denúncia da agressão por volta das 21h e se dirigiram até o endereço. No local, os agentes deteram o homem e apreenderam uma pistola de calibre 40 milímetros.

Ainda de acordo com a WTOP, o homem teria admitido envolvimento, dizendo que havia consumido bebida alcoólica no dia.

Os documentos da denúncia também relataram que o Susie já enfrenta uma outra acusação relacionada ao porte de arma de fogo sob efeito de álcool.

A circulação do vírus da gripe aviária entre aves selvagens, aves domésticas e mamíferos voltou a chamar atenção de especialistas pelo risco de novas adaptações.

Pesquisadores do Instituto Pasteur, na França, afirmam que, se o patógeno sofrer alterações que permitam transmissão sustentada entre humanos, o impacto poderia superar o da Covid-19. Hoje, porém, as infecções em pessoas continuam raras e dependem quase sempre de contato próximo com animais doentes.


Entenda o que é a gripe aviária


Segundo Marie-Anne Rameix-Welti, chefe do centro de infecções respiratórias do Instituto Pasteur, o principal temor é que o H5 se adapte aos mamíferos e passe a circular de forma eficiente entre humanos.

“Uma pandemia de gripe aviária provavelmente seria bastante grave, potencialmente até mais grave do que a pandemia que vivenciamos”, afirma, em entrevista à Reuters.

Ela lembra que, apesar de altamente patogênico, o vírus ainda não desenvolveu essa capacidade. Mesmo assim, o histórico recente preocupa, já que centenas de milhões de aves foram abatidas em surtos no mundo todo, o que afetou o abastecimento de alimentos e elevou preços.

A ausência de anticorpos e o potencial de gravidade

Um dos fatores que elevam a preocupação é que a população não possui anticorpos contra a variante H5. As pessoas já têm alguma imunidade às versões sazonais H1 e H3, mas não à gripe aviária, o que pode levar a quadros mais graves. Marie-Anne lembra que, diferentemente da Covid-19, os vírus influenza podem causar desfechos severos mesmo em indivíduos saudáveis, incluindo crianças.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou quase mil casos humanos de infecções por H5 entre 2003 e 2025. A letalidade média, de 48%, reflete o perfil das ocorrências, geralmente relacionadas a pessoas que tiveram contato direto com aves infectadas.

Neste mês, os Estados Unidos confirmaram o primeiro caso de H5N5 em humanos, em Washington. O paciente, que tinha outras doenças, morreu dias depois. Apesar disso, especialistas reforçam que a probabilidade de uma pandemia iniciar agora é baixa.

“Precisamos estar preparados para responder rapidamente, mas o risco atual é muito baixo”, afirma Gregorio Torres, da Organização Mundial de Saúde Animal. Ele ressalta que é seguro consumir frango e ovos ou circular em áreas rurais.

Pandemias: gripe aviária pode ser mais grave que Covid, diz cientista - destaque galeria
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O contato direto com animais pode adoecer humanos, mas não foi confirmada transmissão entre pessoas

Gripe aviária pode atingir aves domésticas como galinhas

O que já existe para conter um possível avanço

Pesquisas avançam para monitorar mutações e preparar respostas. Marie-Anne destaca que, ao contrário do cenário no início da Covid-19, hoje existem ferramentas específicas para agir caso a transmissão entre humanos se torne realidade.

Vacinas candidatas contra o H5 já estão prontas, e a tecnologia para produzir novos imunizantes rapidamente está consolidada. Além disso, antivirais eficazes contra esse tipo de influenza estão estocados.

Para os cientistas, o cenário exige vigilância contínua, mas sem alarmismo. O vírus segue circulando principalmente entre animais, e o salto evolutivo necessário para gerar uma pandemia ainda não ocorreu. A prioridade, segundo eles, é manter sistemas de monitoramento ativos e garantir capacidade de resposta caso mudanças relevantes surjam.

 

 

A Justiça de Alagoas condenou, nessa quarta-feira (26), Antônio Santos a 9 anos, quatro meses e 15 dias de prisão em regime fechado, pelo homicídio de José Francisco de Oliveira, ocorrido há 24 anos, em Maceió. O julgamento, realizado após décadas de espera, contou com atuação do Ministério Público de Alagoas (MPAL), representado no júri pela promotora de Justiça Adilza de Freitas.

O caso ganhou relevância pelo longo período entre o crime e a condenação, e também pelas profundas consequências deixadas para a família da vítima. José Francisco era o responsável pelo sustento do lar, e sua morte provocou desestruturação financeira e emocional — especialmente para o filho com Síndrome de Down, que desenvolveu regressão e depressão após perder o pai.

Para o Ministério Público, a sentença representa a reafirmação de que a Justiça pode tardar, mas não deve falhar.

“Quando entramos no salão do júri preparados para defender a vida, sentimos a dor de quem perde seu ente querido. Lutamos para que essas famílias saiam aliviadas e com a convicção de que a resposta foi dada. Foi o que ocorreu aqui, num crime cometido há 24 anos”, afirmou a promotora Adilza de Freitas.

De acordo com os autos, vítima e réu se conheciam e se envolveram em uma discussão. Na ocasião, Antônio Santos ameaçou José Francisco e deixou o local, retornando minutos depois armado. Ele efetuou vários disparos e, em um ato de extrema violência, pisou no pescoço da vítima, que agonizava no chão, dizendo: “Eu não disse que ia lhe matar?”. Moradores que ouviram os tiros e saíram para averiguar também foram ameaçados pelo agressor.

A morte de José Francisco deixou a família sem assistência e mergulhou o filho com necessidades especiais em um quadro de depressão, exigindo acompanhamento psiquiátrico ao longo dos anos.

A decisão encerra um ciclo de mais de duas décadas de espera por justiça.

João Gonçalves, 55 anos, e o enteado Vitor da Silva, 16, morreram com apenas um dia de diferença, na cidade de Santo Antônio da Platina, no Paraná.

Vitor foi internado após apresentar vômitos e dor de garganta, e os médicos identificaram falência renal, infecção pulmonar e necessidade de internação na UTI (Unidade de Terapia Intensiva). No hospital, o jovem contou à mãe que vinha utilizando cigarros eletrônicos havia dois meses, e os profissionais afirmaram que a irritação na garganta era compatível com esse uso.

Angélica ligou para o companheiro, João, desesperada ao saber que o filho seria entubado. No domingo (23), quando chegou ao hospital para visitá-lo, João sofreu um infarto fulminante na recepção da UTI e morreu antes de ver o enteado.

"Eu só vi que os médicos ali da UTI saíram correndo e eu não entendi por quê. Meu esposo, quando ele chegou na recepção da UTI, ele nem chegou a ver o Vitor. Ele teve infarto fulminante ali", Angélica lembra.

O sepultamento de João ocorreu na segunda-feira (24). Ao retornar do cemitério, Angélica foi informada de que Vitor estava em parada cardiorrespiratória; ele morreu minutos depois.

O atestado de óbito, recebido na quinta-feira (27), apontou sepse de foco pulmonar e insuficiência respiratória aguda por tabagismo com uso de cigarro eletrônico.

Arqueólogos descobriram na Argentina uma linhagem humana ancestral até então desconhecida, lançando luz sobre os primeiros assentamentos numa das últimas regiões do mundo a ser povoada pelos seres humanos, segundo um novo estudo.

Antes desse estudo, a reconstrução genética do continente indicava a presença de três grandes ramos populacionais, que divergiram há cerca de 9 mil anos: um na região andina, um na região amazônica e um terceiro ao sul, no Pampa, Chile e Patagônia. Mas esse panorama era baseado num número muito limitado de amostras, especialmente do Cone Sul.

O novo estudo, publicado na revista científica Nature, identifica uma linhagem até então não documentada, originada há cerca de 8,5 mil anos no centro da Argentina e que foi a ancestralidade predominante por milênios.

Capítulo novo no povoamento da América

Nesse período, as comunidades da região desenvolveram uma significativa diversidade cultural, apesar de apresentarem pouquíssimas evidências de troca genética com grupos vizinhos.

A descoberta, baseada na análise de restos mortais de 238 indivíduos indígenas dos últimos 10 mil anos, revela um capítulo completamente novo na história do povoamento da América.

A região central do Cone Sul da América do Sul foi uma das últimas regiões do planeta a ser habitada por pessoas e permanece sub-representada em estudos de DNA antigo.

“Descobrimos essa nova linhagem, um novo grupo de pessoas que não conhecíamos, que persistiu como o principal componente ancestral por pelo menos os últimos 8 mil anos até os dias atuais”, explicou o pesquisador Javier Maravall López, da Universidade de Harvard e principal autor do estudo.

“É um episódio importante na história do continente do qual simplesmente não tínhamos conhecimento”, acrescentou.

Diversidade cultural, homogeneidade genética

Os pesquisadores analisaram 2 milhões de posições no genoma conhecidas como polimorfismos de nucleotídeo único (SNPs), que variam entre os humanos.

Em vez de uma mistura das três principais populações já identificadas, o que emergiu foi uma linhagem completamente nova e local, que desenvolveu uma gama diversificada de línguas e culturas e tornou-se o componente central da ancestralidade da Argentina central, segundo o estudo.

O que é notável é que essa população, embora tenha passado por transformações culturais, climáticas e tecnológicas significativas, apresentou pouquíssimas evidências de miscigenação genética ao longo de milênios.

Os pesquisadores se depararam com um paradoxo: uma região culturalmente diversa, mas geneticamente homogênea.

“A população é a mesma”, disse Rodrigo Nores, geneticista do Conselho Nacional de de Pesquisas Científicas e Tecnológicas (Conicet) e coautor do estudo, à revista científica Science, enfatizando que a diversidade de línguas e artefatos arqueológicos não foi acompanhada por sinais claros de migração.

Mesmo quando, há cerca de 1,3 mil anos, estilos de cerâmica e línguas se espalharam da Amazônia até o centro da Argentina, não apareceu uma impressão genética associada, desafiando hipóteses anteriores baseadas apenas na cultura material.

Nem mesmo uma seca prolongada entre 6 mil e 4 mil anos atrás deixou uma marca perceptível nessa população, com a qual muitos argentinos atuais compartilham parte de sua ancestralidade, segundo a revista Science.

A descoberta não apenas adiciona uma nova camada à história do povoamento da América do Sul, mas também força uma revisão de algumas suposições sobre migração, mudança cultural e resiliência genética.

 

Uma carreta carregada de milho despencou de uma ribanceira às margens da rodovia AL-115, na Serra das Pias, zona rural de Palmeira dos Índios, na madrugada desta sexta-feira (28). O veículo ficou virado de cabeça para baixo em uma área de encosta, com a cabine separada da carroceria e parte da carga espalhada pelo barranco, conforme mostram as imagens registradas no local. O motorista, que seguia de Arapiraca para Garanhuns (PE), conseguiu sobreviver após pular da cabine instantes antes da queda.

Segundo o caminhoneiro, a carreta “começou a morrer” enquanto subia o trecho íngreme da Serra das Pias. Sem força, o veículo passou a descer de ré, completamente fora de controle. Percebendo o risco iminente de despencar ribanceira abaixo, ele relatou que não teve alternativa a não ser pular da cabine. O motorista sofreu uma lesão no tornozelo, mas conseguiu se afastar do local e pedir ajuda.

Durante a descida desgovernada, a carreta entrou no barranco com força. A cabine se desprendeu da carroceria e só não caiu totalmente na encosta porque ficou presa em uma árvore, o que evitou um cenário potencialmente fatal. Já a carroceria — vermelha e coberta por lona preta — deslizou ladeira abaixo, ficando destruída e contribuindo para o espalhamento da carga pela vegetação.

Momentos depois do acidente, uma mobilização do Corpo de Bombeiros, da Polícia Militar e de moradores da região foi registrada no local. Moradores desceram parte da ribanceira para verificar se o motorista poderia estar preso sob os destroços, até confirmarem que ele havia conseguido escapar após o salto.

A remoção do veículo — que se encontra em um ponto de difícil acesso — deve exigir a atuação de guinchos especiais, podendo se estender por várias horas.

 

A Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), entregou, nesta quinta-feira (27), 60 cadeiras de roda para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Pestalozzi e o Centro de Reabilitação e Fisioterapia de Palmeira dos Índios (Credefipi). Entre os itens entregues estão cadeiras de rodas padrão, de banho e motorizadas.

De acordo com José Alisson Gomes Costa, auxiliar administrativo e representante das OPMS da APAE, os equipamentos foram distribuídos de acordo com as necessidades de cada instituição. “É uma grande honra participar de momentos como este, pois sabemos da necessidade e precisão de cada paciente”, disse.

A gerente da APAE Palmeira Klesia Costa reforçou o compromisso da instituição em gerir o serviço e ofertar os aparelhos para todos da 8ª região. “É sempre una alegria quando esses aparelhos chegam, pois nossa equipe revisa, monta, vê tudo direitinho pra entregar tudo corretamente pra o usuário. E ficamos imensamente felizes em poder gerir esse serviço tão importante pra toda a nossa região, pois atinge diversos municípios e pessoas que precisam desse serviço”, disse Klesia.

A secretária municipal de Saúde Zoé Duarte foi representada pela secretária adjunta Ivone Basílio, mas ressaltou que a iniciativa representa um avanço significativo nas políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência. “A entrega desses equipamentos fortalece o atendimento, garantindo mais autonomia, segurança e qualidade de vida aos usuários atendidos diariamente pelas instituições beneficiadas. A prefeitura segue investindo em ações que ampliam o acesso à saúde e garantem mais dignidade e bem-estar à população palmeirense”, afirmou.

A prefeitura Tia Júlia parabenizou o serviço das três instituições presentes em Palmeira e a importância do serviço. “A gente sabe que quem procura esses serviços é porque realmente precisa. Só quem tem um familiar acamado ou que precisa sabe da importância de um aparelho de qualidade desse. É uma ajuda diária, é um braço a mais. E nossa gestão trabalha em prol disso, de dignidade, acessibilidade e qualidade de vida para os nossos usuários”, frisou a prefeita.

O momento contou com a presença de representantes das instituições, secretários municipais, familiares e pacientes. Esta foi a 3ª entrega de aparelhos entregues em 2025.

 

A comunicação do aviso prévio marca o início do processo de rescisão do contrato de trabalho. Quando o empregador opta por conceder o aviso prévio trabalhado — ou seja, exige que o empregado continue prestando serviços durante os 30 dias que antecedem o desligamento — a recusa do trabalhador em cumprir esse período gera consequências legais.

Direito do empregador e a falta injustificada

O aviso prévio, previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT, art. 487 e seguintes), é um direito recíproco. Se o empregador comunica o desligamento e pede o cumprimento do aviso, a recusa do empregado em trabalhar é considerada falta injustificada.

Nesse cenário, o empregador tem o direito de considerar a relação contratual encerrada imediatamente e de efetuar o desconto do valor correspondente ao aviso prévio não cumprido nas verbas rescisórias do trabalhador.

Implicações nas verbas rescisórias

A recusa em cumprir o aviso trabalhado não acarreta a perda de todos os direitos, mas impacta diretamente o saldo a ser pago.

Redução da jornada de trabalho

É importante lembrar que, no caso de aviso prévio trabalhado concedido pelo empregador, o trabalhador tem o direito de escolher uma das seguintes opções, sem prejuízo do salário integral:

Caso o empregador não conceda esse benefício (a redução da jornada), o aviso prévio passa a ser considerado nulo e o empregador deverá pagar o período integral como indenização.

A recusa do empregado em trabalhar só é considerada falta grave se o empregador estiver cumprindo corretamente todos os seus deveres, incluindo a redução de jornada.

O que fazer se houver a recusa em cumprir aviso

Tanto para o empregador quanto para o empregado, o ideal é formalizar a recusa.

O empregador deve notificar por escrito o empregado sobre as consequências da recusa, informando o desconto a ser realizado e a data final do contrato.

O empregado deve estar ciente que, ao se recusar a trabalhar, está abrindo mão do salário daquele período e concordando com o desconto nas verbas.

Caso o empregado deseje sair imediatamente, a forma mais adequada e com menos impacto financeiro seria tentar negociar com o empregador a dispensa de cumprimento do aviso prévio, embora o empregador não seja obrigado a aceitar.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta quinta-feira (27/11), que ataques norte-americanos terrestres contra a Venezuela devem acontecer “em breve”. Segundo o chefe da Casa Branca, tais operações vão focar em cartéis de drogas localizados no país liderado por Nicolás Maduro.

“Começaremos a detê-los [cartéis de drogas da Venezuela] também por terra”, disse Trump durante evento com militares. “O terreno é mais fácil, e isso vai começar muito em breve”.

No fim de outubro, o presidente dos EUA já havia falado sobre ações terrestres na América Latina, visando combater supostos grupos ligados ao tráfico internacional de drogas. Na esteira das declarações de Trump, o Pentágono anunciou uma operação militar na região, batizada de Lança do Sul, cujo objetivo é aumentar os esforços norte-americanos contra cartéis.

Há alguns meses, a América Latina virou alvo de uma investida militar dos EUA, que diz combater o contrabando de entorpecentes que passam por águas da região. Desde então, ao menos 22 barcos já foram bombardeados por forças norte-americanas, sem que provas concretas da ligação entre as embarcações com o tráfico de drogas fossem divulgadas.

Cartel de Los Soles

A Venezuela e o contestado presidente do país, Nicolás Maduro, são figuras centrais da ofensiva dos EUA. Isso, porque o líder chavista é acusado por Washington de liderar o cartel de Los Soles. O mesmo grupo foi reclassificado, recentemente, como organização terrorista internacional pela administração Trump.

Com a medida, que também atingiu outros grupos, os EUA abriram brechas para que operações militares fossem realizadas em outros países, sob a bandeira da defesa dos interesses norte-americanos e do combate ao tráfico internacional.

Maduro classifica as ações de Trump, e a suposta guerra contra o “narcoterrorismo”, como uma cortina de fumaça para uma possível interferência dos EUA na Venezuela.

Uma das coisas mais legais da internet é que ela parece ter respostas para tudo. Se na época dos seus pais era preciso ir até uma biblioteca para matar uma curiosidade, hoje bastam alguns cliques para encontrar milhares de páginas sobre qualquer assunto. Mas você já parou para pensar em como essa mágica acontece?

Grande parte desse processo acontece de forma invisível, em três etapas. O primeiro passo é vasculhar a as informações da internet, antes mesmo da sua busca. As empresas responsáveis pelos buscadores, como o Google usam programas de computador chamados de spiders (aranhas, em inglês), que conseguem navegar automaticamente pela internet.

Ao acessar um site, esses programas leem todo o conteúdo disponível, sejam textos, imagens ou vídeos. Esse processo precisa ser feito constantemente, já que a todo momento tem coisa nova na internet.

Depois que o conteúdo é armazenado, vem o próximo passo: a indexação. Nessa etapa, tudo o que foi coletado (sejam textos, imagens ou vídeos) é analisado e armazenado em uma lista gigantesca. É como se cada conteúdo ganhasse etiquetas de identificação.

O último passo ocorre quando digitamos uma pergunta no buscador. Ele lê todas as palavras para entender o que queremos e, em seguida, identifica conteúdos relacionados naquela grande lista. Por fim, com base em informações como seu idioma e a sua localização, ele devolve os resultados que fazem mais sentido para você.

UM PASSADO MAIS DIFÍCIL

Mas isso nem sempre foi tão simples assim. Bem no início da internet, ali na década de 1990, o Google ainda não existia. Então, para encontrar algo na internet, muita gente precisava recorrer a sites, como o Yahoo! e ao brasileiro Cadê?, que funcionavam como uma grande lista de sites menores organizados por temas, por exemplo. Tudo era feito manualmente, o que dava um trabalhão para todo mundo.

Isso começou a mudar em 1993, quando foi lançado o Wandex, a primeira ferramenta que vasculhava a internet automaticamente atrás de novos sites. Em dez dias, ela conseguiu ler cerca de 25 mil páginas toda a internet daquela época, mas ainda não passava de um listão de páginas.

Meses mais tarde surgiu o JumpStation, que além de vasculhar e organizar as páginas, também tinha um mecanismo de busca entre resultados. Foi o primeiro buscador automático parecido com o que Google é hoje em dia.

E A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?

Atualmente, com o avanço da inteligência artificial, muitas pessoas estão trocando os buscadores pelos chatbots de IA, que também conseguem mostrar os resultados em segundos. Mas o mecanismo deles é outro.

Enquanto os buscadores vasculham a internet e encontram conteúdos relacionados à sua busca, as inteligências artificiais são treinadas para ler e interpretar livros, pesquisas ou páginas de jornais e, a partir deles, criar um resultado personalizado para o usuário. Além disso, ela associa conceitos. Quer um exemplo? A Independência do Brasil (um fato histórico) aconteceu no dia 7 de setembro de 1822 (uma data específica).

O problema é que as IA não se atualizam sozinhas. Se um chatbot foi criado em 2018, por exemplo, ele não vai saber o que aconteceu depois desse ano, como a pandemia da Covid-19 ou quem venceu a Copa do Mundo de 2022.

Por isso, muitos deles também fazem pesquisas na internet para encontrar conteúdos mais atualizados. Então, se alguém perguntar "qual a previsão do tempo para amanhã?" ou "quais as principais notícias do dia?", ele fará essa pesquisa na internet, muitas vezes utilizando os próprios buscadores, para te dar uma resposta.

O presidente Donald Trump anunciou, nessa quinta-feira (27/11), que a militar Sarah Beckstrom, de 20 anos, baleada durante um tiroteio próximo à Casa Branca ocorrido nessa quarta-feira (26/11), não resistiu aos ferimentos e morreu.

“Sarah Beckstrom, da Virgínia Ocidental, uma das guardas de quem estamos falando, uma pessoa jovem, magnífica e muito respeitada, ela acaba de falecer. Ela não está mais entre nós”, disse Trump em seu primeiro pronunciamento ao vivo desde o tiroteio.

Segundo Trump, Sarah havia acabado de iniciar o serviço quando foi alvo do ataque. O outro militar atingido, Andrew Wolfe, de 24 anos, permanece internado em estado crítico.

Na declaração, o presidente classificou o ataque como “terrorista” e criticou duramente as políticas migratórias que teriam permitido a entrada do suspeito no país: Rahmanullah Lakanwal, um homem afegão de 29 anos.

Autoridades confirmaram que ele chegou aos EUA em setembro de 2021 por um programa que concedeu vistos a afegãos que trabalharam para o governo americano.

Entretanto, Rahmanullah Lakanwal recebeu asilo em abril deste ano, já durante o governo Trump.

Segundo a CIA, Lakanwal atuou ao lado de unidades militares apoiadas pela agência durante a guerra no Afeganistão.


				Morre militar baleada em tiroteio próxima à Casa Branca
Divulgação/Governo dos EUA

Tiroteio a 500m da Casa Branca

Os dois soldados integravam o contingente da Guarda Nacional mobilizado em Washington desde agosto de 2025, medida ordenada por Trump sob o argumento de reforçar a segurança diante da suposta elevação da criminalidade.

Os disparos ocorreram por volta das 14h30 (16h30 no horário de Brasília), no cruzamento da 17th Street com a I Street, área turística cercada por prédios do governo e localizada a cerca de 500 metros da Casa Branca.

Segundo a procuradora dos EUA para Washington, D.C., Jeanine Pirro, o suspeito atirou duas vezes contra um dos guardas e, em seguida, voltou-se para o segundo. Outros militares presentes reagiram e atingiram o atirador.

A procurada ainda afirmou que Lakanwal deve ser acusado de ao menos dois crimes: agressão com intenção de matar e porte de arma durante um crime violento. Com a morte da militar, as acusações podem ser elevadas para homicídio em primeiro grau.

O diretor do FBI, Kash Patel, disse que o ataque está sendo investigado como ato terrorista. Mandados de busca foram cumpridos na residência do suspeito em Washington e em San Diego, Califórnia. Investigadores acreditam que Lakanwal agiu sozinho, mas ainda não há informações sobre sua motivação.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que vai suspender “permanentemente” a entrada de imigrantes de “todos os países do terceiro mundo” nos EUA. Em publicação nas redes sociais na madrugada desta sexta-feira (28/11), o republicano afirmou que a medida visa “permitir que o sistema americano se recupere”.

“Suspenderei permanentemente a imigração de todos os países do Terceiro Mundo para permitir que o sistema americano se recupere completamente”, escreveu Trump na rede social Truth Social.

Após a Guerra Fria, o termo “países de Terceiro Mundo” passou a ser usado como uma forma pejorativa de descrever nações com economias menos desenvolvidas. Países como o Brasil são normalmente incluídos neste grupo.

O anúncio de Donald Trump ocorre no dia seguinte a um tiroteio nos arredores da Casa Branca que deixou uma militar morta e outro ferido. O autor dos disparos é um homem afegão que chegou aos Estados Unidos em 2021 com um visto especial destinado a afegãos que auxiliaram o governo norte-americano durante a Guerra do Afeganistão. A política foi instaurada pela gestão do democrata Joe Biden.

O afegão, que se chama Rahmanullah Lakanwal, continuou no país mesmo após o visto ter expirado, e solicitou asilo no Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA em 2024. O pedido foi concedido em abril de 2025, já durante o governo de Donald Trump. O republicano afirmou que vai rever as autorizações.

“Cancelarei todos as milhões de admissões ilegais aprovadas por Biden, incluindo aquelas assinadas pelo sistema automatizado do Joe Biden, e deportarei qualquer pessoa que não seja um ativo para os Estados Unidos ou que seja incapaz de amar nosso país”, disse o republicano.

Trump prometeu ainda revogar a cidadania de qualquer imigrante que “prejudique a tranquilidade interna” e disse que vai deportar qualquer estrangeiro “que seja um fardo público ou um risco à segurança”.

“Esses objetivos serão perseguidos com o intuito de reduzir significativamente a população ilegal e disruptiva, incluindo aqueles admitidos por meio de um processo de aprovação automatizado não autorizado e ilegal. Somente a imigração reversa pode resolver completamente essa situação”, escreveu.

Em um longo texto publicado na Truth Social, horas depois do Dia de Ações de Graça — um dos feriados mais tradicionais dos EUA —, Trump disse que os cidadãos americanos permitiram que o país fosse “dividido, desestabilizado, fragmentado, assassinado, espancado, assaltado e ridicularizado” por adotarem opiniões “estúpidas” sobre imigração.

O republicano disse que a maioria dos imigrantes que vivem nos EUA vieram de “nações falidas” e são sustentados por benefícios sociais. “Um imigrante que ganha US$ 30 mil com um green card receberá aproximadamente US$ 50 mil em benefícios anuais para sua família. O fardo dos refugiados é a principal causa da disfunção social nos Estados Unidos”, disse.

Revisão de “green cards” de 19 países

Mais cedo, a Casa Branca determinou uma revisão ampla de decisões migratórias tomadas durante a gestão de Joe Biden, incluindo pedidos de asilo aprovados nos últimos anos e green cards concedidos a cidadãos de 19 países classificados como “de preocupação”.

A porta-voz do DHS, Tricia Mclaughlin, afirmou que “todos os pedidos de asilo aprovados durante o governo Biden estão sendo reavaliados”, sob a justificativa de que a administração anterior não teria conduzido uma triagem “rigorosa” dos solicitantes.

A reavaliação ocorre ao mesmo tempo, em que o governo Trump anunciou a suspensão, por tempo indeterminado, do processamento de pedidos de imigração de cidadãos afegãos.

Paralelamente, o Serviço de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) informou que todos os green cards emitidos para cidadãos dos 19 países considerados “de preocupação” estão sendo revisados. A lista — definida em proclamação presidencial de junho — inclui Afeganistão, Birmânia, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão, Iêmen, Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turcomenistão e Venezuela.

A cidade de Murici, no interior de Alagoas, está mobilizada pela história comovente de Noah, um bebê que se tornou símbolo de força, fé e resistência. Ele enfrentou um quadro gravíssimo de pneumonia com derrame pleural, que evoluiu para infecção generalizada. Na madrugada mais difícil da sua vida, Noah sofreu oito paradas cardíacas consecutivas e entrou em choque séptico.

Para impedir que a infecção se espalhasse pelo corpo e chegasse ao coração, os médicos precisaram tomar a decisão mais dura: realizar amputações, já que seus membros haviam necrosado.

A mãe, Micaela, lembra o momento com dor, mas também com gratidão: “Se não amputasse, poderia subir para o coração… era a única forma de salvar meu filho.”

Felizmente, Noah sobreviveu. E sua história tem emocionado moradores de Murici, que enchem as redes sociais de mensagens de fé e apoio: “Noah é gigante!”; “Um verdadeiro milagre!”; “Deus sustentou cada detalhe.”

Agora, a família vive um novo desafio. Noah vai precisar de terapias, consultas, próteses e acompanhamento contínuo, o que gera grandes despesas. A primeira rifa feita para ajudar no tratamento não arrecadou o necessário, e por isso, a mãe decidiu organizar um bingo solidário, convocando toda a cidade para abraçar essa causa.

A mobilização tem crescido, e moradores passaram a marcar influenciadores como Carlinhos Maia e Lucas Guimarães, esperando alcançar mais visibilidade e apoio para o tratamento do menino.

“Cada ajuda faz diferença. Meu filho é um milagre vivo, e só Deus sabe como tem nos sustentado", destaca Mikaelle.

BINGO SOLIDÁRIO – DIA 30/11 – EM MURICI (AL)

📍 Arena 165 – Murici, Alagoas

🕒 16h

🎟 Pontos de venda:

* @gomesvitoria__

* Casa da Mikaelle (mãe)

* @arena.165

📞 Informações: (82) 98848-4160

💙 PIX: (82) 98848-4160

A recente atualização feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o uso da tirzepatida, medicamento vendido como Mounjaro, alterou quem pode prescrever o remédio no país.

Ao incluir, em outubro, a indicação do remédio para o tratamento da apneia obstrutiva do sono associada à obesidade, a agência acabou ampliando o grupo de profissionais aptos a indicar a terapia. Com isso, além dos médicos, cirurgiões-dentistas também passaram a poder prescrever o fármaco em situações relacionadas à apneia.


Por que a Anvisa alterou a regra de prescrição?


O Conselho Federal de Odontologia (CFO) afirma que a prescrição dentro da área de atuação da odontologia é uma prerrogativa prevista em lei, mas ressalta que o ato exige cautela. A entidade destaca que o uso do Mounjaro envolve um nível maior de responsabilidade, já que o medicamento é indicado exclusivamente para pessoas com obesidade e, muitas vezes, com histórico clínico complexo ou em uso de outras medicações.

“O cirurgião-dentista deve estar ciente que essa indicação pode resultar em efeitos colaterais do próprio remédio ou de eventuais interações medicamentosas. A orientação do CFO é de que a prescrição seja feita com autonomia, mas de forma responsável, com acompanhamento multidisciplinar”, informou o conselho em comunicado.

O que dizem as entidades médicas

Para especialistas da área médica, a possibilidade de prescrição por dentistas não é adequada. Bruno Halpern, vice-presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), explica que a tirzepatida recebeu aprovação específica para tratar a apneia do sono em pessoas com obesidade, grupo que exige avaliação clínica ampla.

Ele destaca que os resultados que embasaram a liberação ocorreram em pacientes com apneia moderada a grave e perda média de 20% do peso corporal durante o tratamento.

“Estamos falando de uma medicação que exige diagnóstico correto da obesidade, acompanhamento de efeitos colaterais e manejo de uma doença crônica complexa”, afirma.

Para ele, apesar de dentistas atuarem no acompanhamento de alguns casos de apneia, isso não significa que devem prescrever o medicamento. “Não faz sentido que dentistas indiquem tirzepatida para essa finalidade específica”, diz.

Halpern ressalta que o debate não deveria se concentrar em restringir tratamentos, mas em evitar a banalização. “O que queremos é que pessoas responsáveis prescrevam mais tratamentos para obesidade de forma séria. Dentro desse contexto, não vejo a prescrição por dentistas como algo positivo para a sociedade”, diz.

A Associação Paulista de Medicina (APM) também defende que apenas médicos prescrevam tirzepatida. A entidade reforça que o remédio exige avaliação completa do paciente, já que condições como nódulos de tireoide, pancreatite, cálculos biliares, uso de insulina ou histórico cardiovascular podem alterar totalmente a conduta.

Segundo o presidente da APM, Antonio José Gonçalves, a prescrição não pode ser tratada como um procedimento simples.

“É um medicamento que requer análise do quadro clínico como um todo. Há contraindicações absolutas e riscos sérios se ele for usado sem acompanhamento adequado”, afirma.

Gonçalves também alerta para o risco de uso inadequado para fins estéticos. “A banalização prejudica a segurança dos pacientes e compromete o entendimento de que a obesidade é uma doença que precisa ser tratada com critério”, explica.

A Copa do Mundo de 2026, com seu formato expandido para 48 nações e sedes nos Estados Unidos, no México e no Canadá, promete ser uma das mais competitivas da história. Embora 42 equipes já tenham garantido a qualificação (até o final de 2025), poucas potências mundiais detêm chances reais de levantar a taça.

A corrida pelo título se apoia em desempenho e na capacidade de adaptação aos oponentes. Para quem aprecia a análise aprofundada e a precisão das probabilidades, vale a pena buscar informações na Betano Brasil: análise completa, uma referência em detalhamento para o mercado de apostas esportivas.

A análise a seguir detalha as quatro seleções consideradas atualmente como as favoritas, de acordo com talento/valor de mercado, desempenho recente e liderança/tática.

1. Argentina

Os atuais campeões mundiais entram como favoritos indiscutíveis, apoiados por uma mistura de continuidade tática e genialidade de sua maior estrela.

Embora não possuam o valor de mercado mais alto (alguns rivais europeus os superam nesse quesito), a equipe possui muitos talentos testados em jogos eliminatórios e, mais importante, conta com Lionel Messi em sua provável despedida dos mundiais.

O técnico Lionel Scaloni possui um histórico quase impecável em grandes torneios, vencendo as duas últimas Copas América e o Mundial de 2022. O time demonstrou resiliência e a capacidade de se superar sob pressão.

2. Espanha

Os campeões europeus e vencedores da Liga das Nações se consolidaram como uma nova ameaça, superando a má fase de copas do mundo anteriores.

O time possui um elenco de grande valor, equilibrado entre a experiência de meio-campo e a juventude explosiva nas pontas, com talentos como Lamine Yamal e Nico Williams.

Sob o comando de Luis de la Fuente, a equipe transformou resultados em troféus, conquistando o título da Liga das Nações 2022-23 e a Euro 2024. A mentalidade vencedora foi, portanto, restaurada.

De la Fuente implementou uma defesa bem organizada, um meio-campo técnico (mantendo o estilo tiki-taka, mas com mais verticalidade) e uma defesa que garante solidez, algo que faltava em edições anteriores do mundial.

3. França

Com o que é considerado por muitos como o melhor elenco do futebol internacional, a França é sempre uma ameaça em torneios eliminatórios.

A seleção indiscutivelmente detém um dos mais altos valores de mercado e o maior número de talentos do mundo, com estrelas como Kylian Mbappé e Michael Olise liderando a geração.

O técnico Didier Deschamps utiliza um estilo pragmático que se encaixa perfeitamente em competições de mata-mata. A equipe não é sempre conhecida pelo futebol fluido, mas sua capacidade de ser devastadora e defender bem a torna perigosa até o fim.

4. Brasil

Apesar de um desempenho recente abaixo do esperado nos mundiais, o Brasil sempre será considerado favorito devido à sua história e poder ofensivo.

A capacidade ofensiva de jogadores como Rodrygo, Vinícius Júnior e Raphinha instila medo em qualquer defesa.

A liderança de Ancelotti é chave e traz nova esperança de sucesso em jogos eliminatórios, mas o time é visto como menos imponente do que em gerações passadas, necessitando de ajustes defensivos e de meio-campo.

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