
A Secretária de Saúde de Palmeira dos Índios Zoé Duarte realizou nesta terça-feira (2) uma reunião de planejamento com sua técnica. Na pauta, o recesso natalino, balanço dos atendimentos e serviços em 2025 e o que é esperado, previamente, para a saúde pública em 2026.
A gestora foi bastante elogiada pela equipe técnica, que ouviu as sugestões de todos e parabenizou cada um pelo desempenho e trabalho desenvolvido neste ano.
“Este ano foi desafiador. Trabalhamos com o pouco que tivemos e mantivemos os nossos serviços, assim como o compromisso, assiduidade e responsabilidade dos nossos servidores. Quero parabenizar todas as equipes, todos os nossos servidores e que o novo ano nos mantenha unidos e firmes no propósito de continuar prestando uma saúde pública de qualidade”, frisou Zoé.
Com a chegada do novo ano, é comum surgirem reajustes em diversas despesas, especialmente em tributos como o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano). Esses valores costumam sofrer alterações anuais, influenciados por fatores como atualização da base de cálculo, inflação e políticas locais. Por isso, preparar-se ajuda a manter a saúde financeira em dia e evita surpresas desagradáveis no orçamento.
“A revisão do orçamento, a criação de uma reserva financeira específica e a busca por informações sobre descontos e opções de parcelamento são práticas essenciais para manter a saúde financeira nesse período do ano. Além disso, cortar gastos supérfluos e buscar economias em outras áreas pode ajudar a compensar os aumentos”, explica Isabel Ermisa Alarcon Pizzorno, coordenadora do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Anhanguera.
Um planejamento financeiro de longo prazo, aliado à educação econômica, permite uma gestão mais eficaz dos recursos. Um profissional de finanças também pode fornecer orientação personalizada, garantindo que os reajustes sejam enfrentados de maneira organizada e tranquila.
“A conscientização e a organização são fundamentais para enfrentar os reajustes de forma tranquila e eficaz. Você pode se preparar também utilizando o décimo terceiro salário, mas de maneira que envolva um planejamento de longo prazo”, acrescenta a docente.
A seguir, ela compartilha dicas práticas de como se organizar financeiramente e não sentir os impactos dos reajustes. Confira!
Revise seu orçamento mensal e anual para incluir os reajustes esperados. Considere todas as despesas fixas e variáveis, e ajuste seu planejamento para acomodar os aumentos nos impostos.
Crie uma reserva financeira específica para cobrir os reajustes do IPVA, do IPTU e de outros impostos. Ter uma reserva pode ajudar a evitar o impacto negativo dessas despesas no seu orçamento mensal.
Verifique as tabelas de reajuste do IPVA e do IPTU divulgadas pelos órgãos responsáveis. Saber o valor exato dos impostos pode ajudar a planejar melhor suas finanças.
Alguns estados e municípios oferecem descontos para pagamentos antecipados ou à vista. Informe-se sobre essas opções para aproveitar possíveis economias.
Caso o pagamento à vista não seja viável, verifique as opções de parcelamento oferecidas pelos órgãos responsáveis. Planeje o pagamento das parcelas dentro do seu orçamento.

Analise suas despesas e identifique áreas em que você pode cortar gastos supérfluos. Reduzir despesas não essenciais pode liberar recursos para cobrir os reajustes dos impostos.
Busque formas de economizar em outras áreas, como energia elétrica, água e alimentação. Pequenas economias podem somar e ajudar a compensar os reajustes.
Considere revisar seus investimentos e buscar alternativas que ofereçam melhor rendimento. Um planejamento financeiro de longo prazo pode ajudar a criar uma reserva maior para cobrir reajustes futuros.
Invista em educação financeira para melhorar sua capacidade de planejamento e gestão de recursos. Conhecimento sobre finanças pessoais pode ajudar a tomar decisões mais informadas e eficazes.
Se necessário, consulte um profissional de finanças para obter orientação sobre como se preparar para os reajustes. Um consultor financeiro pode ajudar a criar um plano personalizado para suas necessidades.
O Ministério da Saúde iniciou, nesta terça-feira (2), a distribuição nacional da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR). O primeiro lote, com 673 mil doses, será enviado a todos os estados. Alagoas receberá 12.430 doses.
A imunização, ofertada gratuitamente pelo SUS, é destinada a gestantes a partir da 28ª semana e tem como objetivo reduzir casos de bronquiolite em recém-nascidos. Com a chegada das doses, estados e municípios poderão iniciar a vacinação nos postos de saúde.
“Esse é mais um passo decisivo para proteger gestantes e recém-nascidos de uma das infecções respiratórias mais graves do período neonatal. A chegada dessa vacina é uma novidade e reforça o compromisso do SUS com a prevenção e com o cuidado integral das famílias brasileiras”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
O lote inicial integra a compra de 1,8 milhão de doses feita pela pasta. As entregas seguem calendário pactuado com estados e municípios. O DF é a primeira unidade da federação a receber as doses. Em Alagoas, a previsão é que as vacinas cheguem nesta quarta-feira (3). As entregas são feitas por modal aéreo, rodoviário e multimodal, seguindo logísticas de cada estado. O Ministério da Saúde vai garantir o abastecimento necessário para a execução das estratégias locais de vacinação.
A oferta da vacina no SUS, que na rede privada pode custar até R$ 1,5 mil, foi viabilizada por meio de acordo entre o Instituto Butantan e o laboratório produtor, que assegurou a transferência de tecnologia ao Brasil. Com isso, o país passará a fabricar o imunizante, ampliando autonomia e acesso da população a essa proteção.
Importância da vacinação
O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos. A vacina oferece proteção imediata aos recém-nascidos, reduzindo hospitalizações.
Em 2025, até a 22 de novembro, o Brasil registrou 43,2 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados por VSR. Desses casos, a maior concentração de hospitalizações ocorreu em crianças com menos de dois anos de idade, totalizando mais de 35,5 mil ocorrências, o que representa 82,5% do total de casos de SARG por VSR no período.
Como a maioria dos casos é decorrente de infecção viral, não existe um tratamento específico para a bronquiolite. O manejo é baseado apenas no tratamento dos sinais e sintomas que incluem: terapia de suporte; suplementação de oxigênio, conforme necessário; hidratação; e uso de broncodilatadores, (substâncias que promovem a dilatação das pequenas vias aéreas nos pulmões), especialmente quando há chiados evidentes.
Quem deve se vacinar?
O grupo prioritário para receber essa vacina são todas as gestantes, a partir da 28ª semana de gravidez. Não há restrição de idade para a mãe. A recomendação é tomar dose única a cada nova gestação.
Com a chegada das doses às Unidades Básicas de Saúde (UBS), o Ministério orienta as equipes a verificarem e atualizarem a situação vacinal das gestantes, incluindo influenza e covid-19, uma vez que a vacina contra o VSR pode ser administrada simultaneamente a esses imunizantes.
A eficácia dessa estratégia foi comprovada em estudos clínicos, como o Estudo Matisse: a vacinação materna demonstrou uma eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves causadas pelo VSR nos bebês durante os primeiros 90 dias (três meses) após o nascimento.
Débora Maia, mãe da atriz Mel Maia, foi encontrada morta, nesta sexta-feira (28/11), no Rio de Janeiro. Segundo informações preliminares, ela estava em casa, na zona sudoeste da cidade. Quem encontrou o corpo foi a empregada ao chegar na residência.
Além de Mel, Débora também era mãe de Yasmin Maia. Nas redes sociais, a empresária costumava compartilhar o dia a dia, além de diversos registros ao lado das herdeiras. Os trabalhos da atriz também eram constantemente valorizados por ela.
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Em razão do potencial termogênico e por acelerar o metabolismo, o chá verde e seus derivados tendem a ser consumidos por quem almeja emagrecer. Vale destacar que as fórmulas à base de folhas da planta Camellia sinensis não são uma “solução mágica” para a perda de peso, o que requer a adoção de hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, prática de atividade física e dormir bem. Entretanto, diante da busca para reduzir medidas do corpo, algumas pessoas exageram na dose do consumo de compostos naturais e nem imaginam os riscos, em especial para o fígado.
Ingerido, por vezes, sem prescrição médica, o extrato seco de chá verde é usado “frequentemente em diversos suplementos para emagrecimento”, conforme salienta a médica Patrícia Almeida, doutora pela Universidade de São Paulo (USP). A especialista ressalta que o consumo do medicamento está associado a casos de hepatite aguda e até insuficiência do fígado, inclusive em indivíduos sem histórico de doença hepática.
“Em doses elevadas ou uso prolongado, o risco de toxicidade aumenta de forma importante”, endossa a hepatologista a respeito do consumo de fórmulas elaboradas com extrato seco de chá verde. Segundo a médica do Hospital Albert Einstein, “o que parece inofensivo pode desencadear uma cascata de reações indesejadas”. Ela acrescenta que o consumo de medicamentos sem prescrição especializada oferece “perigo silencioso de sobrecarga a órgãos vitais, como o fígado e os rins.”
Especialista em transplante de fígado, Patrícia Almeida prossegue ao dizer que determinadas fórmulas exigem que o “fígado trabalhe intensamente para metabolizá-las”. É o caso de compostos presentes no extrato seco de chá verde. “Quando há sobrecarga ou exposição repetida a substâncias nocivas, as células hepáticas podem sofrer danos significativos”, reitera. A hepatologista emenda: “É um processo silencioso, que vai se acumulando ao longo do tempo.”

O cantor sertanejo Eduardo Costa abriu o coração durante uma entrevista e relembrou momentos difíceis durante a pandemia. O artista afirmou que, durante o período, teve de encerrar trabalhos em diversas empresas. Além disso, ele revelou que descobriu um rombo milionário. “Eu quebrei financeiramente”, decretou o famoso.
Veja:
Em entrevista ao jornalista André Piunti, o sertanejo afirmou que “não estava preparado” para dois anos de pandemia. “Eu gastei o que eu tinha e o que não tinha. Eu quebrei financeiramente”, disse o cantor. “Eu estava preparado para dois meses de pandemia, não estava preparado para dois anos”, reforçou.
“Eu tinha construtora, parou tudo minhas obras. Eu tinha uma fábrica de bebidas, parou a venda totalmente. Eu tinha uma empresa de música, parou totalmente”, afirmou o artista.
Além disso, Eduardo Costa revelou que descobriu um rombo milionários em suas empresas que fez com que ele pagasse altos valores em juros. “Eu descobri um rombo na minha empresa, tava pagando só de juros por mês R$450 mil. Eu cheguei a ter uma pré-depressão, foi aí que eu entendi o que era isso na vida do ser humano”, lamentou.
Na mesma entrevista, Eduardo Costa falou sobre o uso de anabolizantes. O cantor revelou que usou uma substância conhecida como trembolona, famosa por quem quer ganhar músculos mais rápido. O produto, porém, afetou sua saúde negativamente.
“Eu usei, não vou falar droga né, como é que chama? Anabolizante. Foi a pior droga. Essa eu falo pra você: essa droga te leva pra um lixo espiritual que não tem condição. Essa você vai ficar forte com o corpo definido, mas teu resultado depois vai fazer você pagar o preço. Pago o preço até hoje por causa disso. Ela tá no meu sangue até hoje. Eu era um cara muito nervoso. Se me elogiassem, eu ficava nervoso. E não era eu”, comentou.
Um estudo da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, divulgado em 17 de novembro, alerta que até 50% das praias do planeta podem desaparecer até o fim do século.
Os pesquisadores analisaram dados de centenas de litorais ao redor do mundo e concluíram que dois fatores estão agindo em conjunto para acelerar a erosão: a elevação do nível do mar, causada pelas mudanças climáticas, e a ocupação humana cada vez mais intensa nas faixas de areia.
De acordo com o relatório, o aumento do nível do mar expõe as praias a ondas mais fortes, tempestades e correntes capazes de remover grandes volumes de areia.
Quando isso acontece em locais onde há construções muito próximas da costa, limpeza mecânica constante ou interferência direta no ambiente — como retirada de dunas e destruição de vegetação nativa —, o processo natural de recuperação dessas áreas fica comprometido.
Os autores destacam que, quando uma praia é alterada, todo o sistema costeiro muda. Isso afeta desde a faixa de areia visível até as zonas submersas, onde vivem espécies que dependem da estabilidade do fundo arenoso para sobreviver.
Por isso, a perda das praias não representa apenas um problema estético ou turístico, mas ameaça a sobrevivência de comunidades costeiras, atividades econômicas e ecossistemas inteiros.
O estudo observa que até praias hoje consideradas estáveis podem se tornar vulneráveis nas próximas décadas. As chamadas praias “intermediárias” e “reflexivas”, por exemplo, têm características que podem acelerar a erosão quando ocorre algum desequilíbrio ambiental — seja pela força do mar ou pela ação humana.
Para os pesquisadores, o recado é claro: sem políticas eficazes de gestão costeira, restauração ambiental e planejamento urbano responsável, milhões de pessoas poderão perder suas praias, casas e fontes de renda.
A preservação das zonas costeiras, afirmam os autores, precisa ser tratada como prioridade global diante do avanço das mudanças climáticas.
Já enraizada na cultura ocidental, a Black Friday, nesta sexta-feira (28/11), atrai golpistas que tentam das mais diversas formas enganar os consumidores ávidos por promoções nessa época do ano. Um golpe comum é o da mercadoria internacional presa na alfândega.
Em mensagens nas redes sociais, os criminosos se passam pela Receita Federal, Correios e transportadoras, induzindo o comprador a pagar uma taxa falsa para que o produto comprado seja resgatado da alfândega e chegue em suas residências.
Mas é importante saber que nem a Receita Federal, nem os Correios fazem ligações telefônicas, enviam boletos ou chave Pix, e-mails ou mensagens via WhatsApp/SMS, cobrando valores.
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Um acidente de trânsito envolvendo o ônibus da cantora sertaneja Amanda Alves e outros quatro veículos resultou em 23 pessoas feridas na madrugada desta sexta-feira (28). A colisão múltipla ocorreu na altura do quilômetro 184 da Rodovia Castello Branco (SP-280), no município de Bofete, interior de São Paulo.
Segundo informações da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), a ocorrência teve início quando um caminhão Mercedes-Benz colidiu com a traseira de uma carreta. Com a força do impacto, a carreta foi deslocada para o acostamento, enquanto o caminhão responsável pela primeira batida tombou na pista.
A dinâmica do acidente seguiu com um segundo caminhão, modelo Scania, que não conseguiu frear e atingiu o veículo tombado, parando no canteiro central. O ônibus da artista, que vinha logo atrás trazendo a equipe de um show em Lins (SP), também colidiu com o caminhão tombado e, na sequência, atingiu a lateral de uma picape SW4, parando no acostamento.
Ônibus da cantora Amanda Alves se envolve em acidente com 23 feridos
O engavetamento deixou um total de 23 vítimas com ferimentos classificados entre leves e moderados. De acordo com o levantamento da Artesp, os feridos estavam distribuídos da seguinte forma:
15 ocupantes do ônibus da cantora;
5 ocupantes da picape;
1 ocupante da carreta;
1 ocupante em cada um dos dois caminhões;
Duas pessoas apresentaram ferimentos moderados e precisaram ser encaminhadas para unidades hospitalar. O acostamento da rodovia chegou a ficar interditado para o atendimento das equipes de resgate, sendo liberado na manhã desta sexta-feira.
A assessoria de imprensa confirmou que Amanda Alves estava dentro do ônibus no momento da colisão. Apesar dos danos materiais ao veículo, que teve a caixa de ar perfurada, a cantora e os 14 membros de sua equipe não sofreram lesões graves.
A produção informou que todos receberam o suporte necessário no local e passam bem. O grupo seguia em direção à capital paulista para um novo compromisso profissional. Mesmo com o susto, a equipe comunicou que os reparos no transporte foram providenciados e a agenda de apresentações da sertaneja segue confirmada, sem alterações.
A partir do dia 10 de dezembro, a Austrália passará a exigir o bloqueio do acesso a redes sociais para menores de 16 anos. A nova legislação, considerada pioneira globalmente, obriga as plataformas digitais a impedirem a criação de novas contas por essa faixa etária e a removerem perfis já existentes. A responsabilidade pelo cumprimento da lei recai sobre as empresas de tecnologia (as chamadas big techs). Plataformas como Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, X (antigo Twitter), Snapchat e Threads terão de adotar sistemas rigorosos de verificação de idade e aplicar “medidas razoáveis” para bloquear o acesso de menores.
O objetivo central da medida é a proteção da saúde mental e segurança dos jovens. O governo australiano busca reduzir a exposição de crianças a conteúdos nocivos e combater o cyberbullying. Dados oficiais apresentados pelas autoridades apontam que 96% das crianças australianas entre 10 e 15 anos utilizam redes sociais. Segundo o governo, a grande maioria desse público já foi exposta a riscos no ambiente online.
Apesar da intenção de proteger os menores, a proposta não é unanimidade. Especialistas em tecnologia e direitos digitais levantam preocupações sobre a eficácia da medida. As principais críticas envolvem:
*Com informações de Bruno Meyer
O homem que levantou o vestido e tentou beijar uma mulher de 26 anos à força, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, se apresentou na Delegacia da Mulher após ser identificado nas imagens pela própria namorada e colegas de trabalho.
De acordo com a delegada Daniela Novaes, o suspeito de 19 anos negou qualquer agressão, beijou ou violência contra a mulher. No entanto, afirmou que se aproximou com a intenção de encostar a mão na cintura dela, mas, como ela não correspondeu ao que ele “imaginou”, saiu correndo.
Ainda em seu relato, o homem alegou que foi ao supermercado, viu a vítima e decidiu segui-la na tentativa de “iniciar um relacionamento”. Porém, segundo a delegada, a versão apresentada não bate com as imagens, que mostram a abordagem com toque no corpo da vítima sem consentimento.
A Polícia Civil concluiu o inquérito classificando o caso como estupro, e não apenas como importunação sexual, já que houve agressão mesmo sem penetração. Como o suspeito se apresentou à delegacia fora do período de flagrante, ele responderá ao processo em liberdade. A identidade do indiciado não foi divulgada pela polícia.
A pena para o crime de estupro no Brasil é de 6 a 10 anos de prisão, segundo o artigo 213 do Código Penal. Se houver lesão corporal grave ou a vítima for menor de 18 e maior de 14 anos, a pena sobe para 8 a 12 anos.
Crime após vítima deixar filha na escola
De acordo com a vítima, ela deixou a filha na escola e retornava para casa quando percebeu que era seguida. Apesar de notar que o homem fazia o mesmo trajeto por pelo menos dois quarteirões, não relatou sentir insegurança, já que, sempre que olhava, ele estava mexendo no celular.
Ponto a ponto do vídeo
Ainda segundo o relato, a jovem ouviu os passos dele se aproximando e tentou correr, mas não conseguiu escapar.
“Ele me agarrou por trás, segurou meu pescoço e colocou a mão debaixo do meu vestido, me tocando. Eu comecei a gritar, perguntei quem ele era e por que estava fazendo aquilo. Nesse momento, ele me olhou nos olhos, deu um beijo no meu rosto e saiu correndo”, contou a vítima.
Em contato com a TV Integração, a vítima afirmou que registrou boletim de ocorrência e não conhece o homem.
O Bradesco está fora do ar para alguns usuários nesta sexta-feira, justamente no dia de pagamento da primeira parcela do 13º e da Black Friday. Nas redes sociais, clientes relataram dificuldades para realizar o login no aplicativo ou que não conseguiam fazer um Pix.
Os registros de falha no app do Bradesco no Downdetector, site que monitora o funcionamento de serviços on-line, os começaram por volta das 12h20, atingindo um pico de 1.207 notificações às 12h52. Alguns usuários ainda não conseguem acessar sua conta no aplicativo.
Ao acessar o banco digital, o app não chega a abrir a área de acesso. Na tela, é exibido o texto "Algo deu errado... Por favor, tente novamente em alguns instantes".
Um dos usuários que reclamaram na plataforma, identificado como Roberto, disse que não conseguia fazer Pix ou Ted pelo aplicativo do banco.
''Minha Bradesco não quer fazer Ted e nem Pix. Nao minha conta não é bloqueada e tá falando que tem bloqueio durante o Ted e durante o Pix fala que tá com erro para continuar e voltar mais tarde'', escreveu no Downdetector.
Santander em pane
O Santander também enfrentou instabilidade na manhã desta sexta-feira, com os usuários relatando que tiveram problemas de acesso ao aplicativo e a realização de pagamentos via Pix.
No caso do Santander, os relatos de problemas no Downdetector começaram por volta das 8h23, atingindo o pico às 10h19, com 796 registros.
O cliente Denilson Gomes reclamou no Downdetector:
"Santander cai mais que o Vasco'', escreveu.
Já Wagner Cabral escreveu que, em Joao Pessoa, não conseguia fazer pix pelo Santander.
A FoloToy decidiu retirar de circulação o seu ursinho de pelúcia "Kumma" e suspender o resto da sua linha de brinquedos com inteligência artificial após detectar conversas com conteúdo sexual explícito, além de orientações potencialmente perigosas.
A medida foi confirmada por Larry Wang, CEO da empresa sediada em Cingapura. Ele explicou à CNN que a decisão foi tomada em resposta às preocupações levantadas por pesquisadores do US PIRG Educational Fund, que documentaram falhas nos mecanismos de segurança do produto.
Auditoria interna e falhas identificadas pelo relatório
Wang afirmou que a empresa iniciou uma revisão interna para avaliar os protocolos de segurança do brinquedo. "Kumma", vendido no site da empresa por US$ 99 (aproximadamente R$ 530), funcionava com o sistema GPT-4 da OpenAI e incluía um alto-falante que permitia diálogos e narração.
No site oficial, o fabricante destacou: “Kumma, nosso adorável ursinho, combina inteligência artificial avançada com recursos interativos e amigáveis, tornando-o o amigo perfeito tanto para crianças quanto para adultos”. O site também o descreveu como um dispositivo que, “de conversas animadas a histórias educativas, se adapta à sua personalidade e necessidades, trazendo aconchego, diversão e um toque de curiosidade ao seu dia”. Atualmente, o produto está listado como esgotado.
O relatório do PIRG, publicado em 13 de novembro, detalhou como o ursinho de pelúcia reagiu a tópicos sensíveis sem os devidos filtros. Em uma conversa com os pesquisadores, ele sugeriu locais onde facas poderiam ser encontradas na casa e, em outras ocasiões, concordou em participar de conversas sexualmente explícitas.
O documento enfatiza: “Ficamos surpresos com a rapidez com que Kumma pegou um tópico sexual que introduzimos na conversa e o desenvolveu, aumentando simultaneamente os detalhes gráficos e introduzindo novos conceitos sexuais por conta própria”. Os analistas também descreveram como o brinquedo posteriormente “abordou tópicos sexuais ainda mais explícitos com grande detalhe, como explicar diferentes posições sexuais, dar instruções passo a passo sobre um nó básico para amarrar um casal e descrever dinâmicas de encenação entre professores e alunos, e pais e filhos — cenários que, de forma perturbadora, ele mesmo encenava”.
Embora os autores do relatório tenham indicado que é improvável que um menor de idade use termos como "perversão" ou faça perguntas sofisticadas sobre sexualidade, eles observaram que "foi surpreendente que o brinquedo estivesse tão disposto a falar longamente sobre esses tópicos e a introduzir continuamente conceitos novos e explícitos".
Reação da OpenAI e alertas da organização de pesquisa
Em um comunicado posterior, de 14 de novembro, a PIRG afirmou que a OpenAI a notificou de que havia "suspenso este desenvolvedor por violar" suas políticas. A CNN informou que entrou em contato com a empresa de tecnologia para obter uma resposta oficial.
RJ Cross, coautora do relatório, elogiou as medidas tomadas até o momento, embora tenha enfatizado a falta de controles robustos nesse setor emergente. “É ótimo ver essas empresas tomando medidas em relação aos problemas que identificamos. No entanto, os dispositivos com inteligência artificial ainda são amplamente desregulamentados e muitos ainda estão disponíveis para compra hoje”, afirmou.
Ela acrescentou ainda que “remover um produto problemático do mercado é um bom passo, mas está longe de ser uma solução sistêmica”.
A prefeitura de Jacarta, capital da Indonésia, anunciou a proibição da venda e do consumo de carne de cachorro, gato e morcego como forma de reduzir o risco de transmissão da raiva — uma medida considerada um avanço para a causa animal, ainda que motivada exclusivamente por razões de saúde pública.
O governador Pramono Anung informou que já assinou a norma que impede o comércio e qualquer atividade envolvendo animais identificados como possíveis transmissores da doença quando destinados ao consumo humano. A regulamentação, concluída na segunda-feira (24), estabelece um período de adaptação de seis meses antes de entrar plenamente em vigor. Conforme o texto obtido pela AFP, quem descumprir a nova regra poderá receber desde advertências até ter a licença comercial cassada.
A medida inclui a proibição de “animais vivos, carne ou derivados, crus ou processados”, colocando fim a um mercado há anos denunciado por entidades de proteção animal por promover maus-tratos severos e capturas violentas.
Embora tenha sido adotada com foco no controle da raiva — ainda responsável por dezenas de mortes anuais no país —, seus efeitos ultrapassam o campo da saúde. Para organizações como a Dog Meat Free Indonesia (DMFI), a iniciativa representa um passo importante em direção a padrões mais éticos e compatíveis com diretrizes internacionais de bem-estar animal.
A Indonésia continua entre as poucas nações onde o consumo de carne de cães e gatos ainda não é proibido em nível nacional, apesar de crescentes restrições regionais. Em algumas áreas, o hábito persiste por razões culturais ou pela crença de que se trata de uma fonte acessível de proteína.
Aproximadamente 9.500 cães de rua foram transportados mensalmente em Jacarta para serem sacrificados em 2022, segundo cálculos recentes. Entretanto, não há dados sobre o consumo atual de carne de cachorro no território nacional. A maioria dos animais abatidos em Jacarta provém de Java Ocidental, onde a raiva é endêmica, segundo um cálculo da coalizão Dog Meat Free Indonesia.
“É um exemplo concreto e um verdadeiro compromisso de parte das autoridades de Jacarta, cidade que promove o bem-estar animal”, comemorou Merry Ferdinandez, membro da coalizão, após o anúncio da mídia.
Segundo uma pesquisa realizada em 2021 pela DMFI, 93% dos indonésios são contrários ao comércio de carne de cachorro e desejam a sua abolição. Outra justificativa para a proibição é que Jacarta não é acometida pela doença da raiva desde 2004 e faz parte das 11 províncias indonésias onde a enfermidade foi erradicada.
A legislação indonésia sobre a alimentação e cultivo de animais não proíbe explicitamente o consumo de carne de cachorro e de gato, entretanto, segundo uma diretiva de 2018 do Ministério da Agricultura, não é considerada um alimento.
Em Semarang, onde esse comércio foi proibido, em 2022, um caminhão que transportava mais de 200 cães destinados ao abate foi interceptado e cinco pessoas foram detidas. Em Jacarta, o reforço do controle das autoridades obrigou os comerciantes a vender carne de cachorro apenas para uma clientela selecionada e de confiança, o que aumentou seu preço.
Os restaurantes que tinham abertamente pratos com carne de cachorro já não têm mais, e seus proprietários agora se recusam a mencionar este comércio. Segundo Sunggul, antes da proibição entrar em vigor, “comprar carne de cachorro é como procurar droga”, por conta da escassez. Nenhum plano preciso foi estabelecido a respeito de qual será o destino dos animais não vendidos.
Os jogos, antes vistos apenas como fonte de entretenimento, hoje são reconhecidos como importantes aliados do bem-estar mental e cognitivo. Caça-palavras e sudoku, por exemplo, exercem funções que vão muito além da diversão: estimulam áreas específicas do cérebro, fortalecem habilidades intelectuais e contribuem para a manutenção da saúde neurológica ao longo da vida. Essa combinação de estímulo, foco e desafio faz com que os jogos atuem como verdadeiros exercícios para a mente.
“Eles [caça-palavras e sudoku] auxiliam na capacidade de memorização e no aumento do vocabulário, além de promoverem atividades neurais como as sinapses, que são conexões cerebrais que estimulam a memória”, explica Miria Ribeiro, psicóloga, escritora e palestrante.
Além dos ganhos cognitivos, os jogos desempenham um papel relevante na saúde emocional. Atividades lúdicas reduzem o estresse, aliviam a ansiedade, estimulam o relaxamento e promovem a sensação de prazer por meio da liberação de dopamina, neurotransmissor associado à motivação.
Entre as vantagens oferecidas por jogos como caça-palavras e sudoku, a prevenção de diferentes condições neurológicas é considerada uma das mais importantes. A estimulação cognitiva regular mantém o cérebro ativo e funcional, retardando o declínio natural da idade e criando uma espécie de “reserva cognitiva”, que ajuda a proteger o sistema nervoso.
Conforme explica Roberto Debski, psicólogo, médico clínico geral e especialista em Homeopatia e Medicina Integrativa, diversos estudos apontam que pessoas que utilizam esses dois passatempos com uma certa frequência têm uma proteção maior contra demência senil e doenças neurodegenerativas, como Alzheimer.
Criada pelo arquiteto norte-americano Howard Garns, em 1979, a atual versão do sudoku é um jogo de raciocínio e lógica em que o indivíduo precisa completar os quadrados disponíveis utilizando números de 1 a 9. Durante o desafio, contudo, não é possível inserir números repetidos nas linhas horizontais e verticais, bem como nos quadrados delimitados por linhas em negrito.
Por sua vez, a atual versão do caça-palavras, que tem sua criação atribuída a diferentes pessoas e datas, é um jogo que consiste na disposição aleatória de letras dentro de um quadrado ou retângulo. O objetivo é que, em meio ao montante de letras, a pessoa encontre e circule as palavras listadas.

O caça-palavras e o sudoku podem ser praticados por pessoas de diferentes faixas etárias, desde a infância até a terceira idade, tornando-se opções versáteis para estimular o raciocínio e promover momentos de lazer. No entanto, conforme alerta o especialista Roberto Debski, é importante que o nível dos desafios esteja adequado à idade e às habilidades de cada usuário. Dessa forma, as atividades permanecem seguras, acessíveis e realmente benéficas para o desenvolvimento cognitivo em qualquer fase da vida.
Além disso, no caso das crianças, Miria Ribeiro comenta que o mais recomendado é que elas comecem a utilizar o caça-palavras e o sudoku a partir dos seis anos ou quando o processo de alfabetização for concluído. Afinal, é somente nesses períodos que conseguirão assimilar corretamente as atividades, compreender as instruções e aproveitar os benefícios cognitivos que esses exercícios proporcionam.
Assim como em outros exercícios, sejam eles físicos ou mentais, as práticas do caça-palavras e sudoku precisam de limites. “Podemos exercer esses passatempos por um período recomendado de uma a duas horas diárias. Depois desse tempo, o corpo pede movimento. É preciso levantar-se, cuidar da hidratação etc.”, esclarece Roberto Debski.
De acordo com Roberto Debski, é preciso que os usuários fiquem atentos a algumas dicas na hora de fazer os passatempos. São elas:
Dessa forma, seja como passatempo, estratégia de aprendizado ou ferramenta terapêutica, os jogos se consolidam como importantes aliados da saúde. Incorporá-los à rotina, de maneira equilibrada, pode trazer benefícios significativos para todas as faixas etárias, mantendo a mente ativa, saudável e em constante evolução.
Um homem de 50 anos foi resgatado na última quarta-feira (26), dentro de um buraco de cerca de 50 metros de profundidade, após ficar desaparecido por quatro dias na cidade de Paracatu (MG). Segundo a corporação, o homem teria caído na grota no último sábado (22) e se alimentado com mangas para sobreviver.
Ele relatou aos militares que caminhava no local, quando não percebeu o buraco e despencou. Devido à profundidade, não conseguiu sair e sobreviveu quatro dias bebendo água acumulada no fundo do buraco e comendo as frutas que caiam no local.
Após quatro dias no local, ele foi resgatado pelos militares consciente, com escoriações pelo corpo, um corte no joelho e com a sola dos dois pés feridos. Segundo os militares, devido ao tempo que permaneceu no local, os ferimentos já apresentavam sinais de infecção.
A equipe do Samu foi acionada e realizou o monitoramento dos sinais vitais da vítima, que se mantiveram dentro da normalidade. Em seguida, os militares imobilizaram o homem na prancha longa e maca para realizarem o procedimento de retirada da gruta. Após ser removida até área segura, a vítima foi conduzida ao hospital municipal de Paracatu. Veja o registro do resgate:
Os bombeiros relataram ainda, que pessoas que estavam no local afirmaram que o homem, que tinha envolvimento com o tráfico de drogas, deixou recentemente o sistema prisional. Apontaram ainda, que a gruta onde ele caiu, é um local conhecido por ser utilizado como 'boca de fumo'.
