
Aparecida de Fátima Gonçalves Silva Morado (foto em destaque), de 62 anos, que foi brutalmente assassinada pelo próprio filho no último domingo (14/12), foi obrigada a ficar nua antes do crime.
João Vitor Gonçalves Morado, 23, estava sem roupas no momento em que foi abordado e, segundo informações colhidas no local do crime, ele teria forçado a mãe e a irmã a se despirem. O crime ocorreu em Caldas Novas (GO).
Mais detalhes:
Segundo informações da Polícia Militar (PMGO), João Vitor disse que teria passado o dia ingerindo bebidas alcoólicas e usando drogas;
Ele teria alegado que ouviu vozes ordenando que matasse a mãe;
Ainda de acordo com a PMGO, por pouco o jovem também não matou a irmã.
“Ouviu vozes”
Um sargento da Polícia Militar que estava de folga foi quem, após ouvir alguns gritos, se dirigiu até a casa de uma vizinha, no Bairro Itaici 2. No local, ele conseguiu resgatar uma mulher, que contou que havia sido trancada pelo irmão, junto com a mãe, na cozinha.
Após pedir reforço e entrar no imóvel, o PM encontrou Aparecida de Fátima caída, já sem vida, com hematomas no rosto, e perfurações de faca pelo corpo.
Ao ser abordado, o filho dela, que estava nu, afirmou ter ouvido vozes ordenando para que matasse a mãe. Segundo a corporação, o jovem estava confuso nas falas, e disse ainda que esperava que a mãe pudesse perdoá-lo.
Após passar por exame de corpo de delito, ele foi autuado em flagrante e o caso vai ficar a cargo da Polícia Civil de Goiás (PCGO).
A brasileira Violetta Laiketsion, de 63 anos, e o italiano Ermes Zampa, de 70, morreram após colidirem de paraquedas e ficarem embolados durante um salto em Fano, ao sul de Veneza, na Itália. O acidente aconteceu no último domingo, 14.
Os dois faziam parte de um grupo de 14 paraquedistas que saltavam naquele dia. Ermes foi o primeiro, e Violetta a última, segundo sites de notícias locais.
A brasileira era moradora de Rimini, na Itália, e era bastante experiente, tendo mais de cinco mil saltos em 20 anos de atividade. Ermes já havia saltado de paraquedas mais de duas mil vezes.
Quando os dois estavam a uma altura entre 30 e 50 metros do solo, os paraquedas se embolaram, e perderam a sustentação. O diretor da Skydive Fano, Roberto Mascio, afirmou a jornais locais que imagens mostraram os dois paraquedas se tocando e depois, colapsando.
“Nessa situação, você está muito perto do chão para tomar uma decisão, há muito pouco tempo. Apenas alguns segundos se passaram entre o impacto e a queda. Foi um desastre", afirmou Mascio, que conhecia Violetta e Ermes há muito tempo e lamentou as mortes.
Os dois foram encontrados sem vida pela equipe de paramédicos que foi acionada para ir até o local do acidente. A polícia analisa as imagens de vídeo e ouve testemunhas para auxiliar na investigação do caso.
Com a popularização das corridas de rua, imagens de provas ao ar livre e treinos urbanos passaram a ocupar espaço constante nas redes sociais. Junto com esse movimento, ganhou força um termo que desperta curiosidade — e preocupação: a chamada runner’s face, expressão usada para descrever um suposto envelhecimento precoce do rosto em quem corre com frequência.
Mas afinal, a corrida pode mesmo envelhecer a pele? Para o médico dermatologista Octávio Guarçoni, referência em saúde metabólica, a resposta é direta: não. Segundo ele, a ideia de que o impacto da corrida “derruba” os tecidos do rosto ou acelera o envelhecimento não passa de um mito popular.
“O movimento da corrida não degrada fibras de colágeno nem provoca flacidez facial”, afirma Guarçoni. O especialista explica que mudanças no contorno do rosto podem ocorrer, mas estão ligadas à perda natural de gordura corporal associada ao exercício e ao próprio processo de envelhecimento, não à prática esportiva em si.
De acordo com o dermatologista, os benefícios da corrida vão muito além do condicionamento físico. A atividade contribui para melhorar a circulação, fortalecer músculos e articulações, regular o sono e reduzir o estresse. “O corpo se adapta gradualmente ao esforço e os efeitos positivos são claros para a saúde como um todo”, destaca.
Quando o rosto parece mais cansado, com sulcos ou olheiras evidentes, a causa costuma ser outra. Para Guarçoni, esses sinais são frequentemente atribuídos à corrida de forma equivocada.
“O envelhecimento da pele está relacionado principalmente à exposição acumulada ao sol, à poluição, ao tabagismo e à genética”, explica.
Com a chegada do verão, o médico reforça que os cuidados com a pele durante treinos ao ar livre devem ser redobrados. O uso de protetor solar de amplo espectro, com reaplicação regular, é fundamental. Hidratação adequada e acompanhamento dermatológico também fazem diferença para evitar ressecamento e danos cutâneos. Bonés, chapéus e roupas leves ajudam a reduzir a exposição direta ao sol.
Entusiasta da corrida, Guarçoni defende que o esporte não deve ser encarado como inimigo da estética. “Corredores que mantêm proteção solar, boa hidratação e cuidados básicos com a pele dificilmente terão prejuízos relacionados à atividade”, afirma.
Na avaliação do especialista, a chamada runner’s face é mais um rótulo do que um diagnóstico. “A corrida é aliada da saúde e do bem-estar. Quando praticada com consciência, ela não envelhece o rosto — pelo contrário, contribui para uma vida mais ativa e equilibrada”, conclui.
Bethany Dent-Reynolds, uma agente de condicional de 27 anos, declarou-se culpada por má conduta em cargo público após ter um relacionamento amoroso com um detento descoberto por autoridades carcerárias. O caso ocorreu na HMP Belmarsh, uma penitenciária de segurança máxima situada em Woolwich, no sudoeste de Londres, conhecida por abrigar criminosos de alta periculosidade, incluindo terroristas. A profissional manteve o envolvimento com o prisioneiro Kieran Robinson ao longo de quase três meses, conforme detalhado na acusação. O romance se estendeu entre 15 de fevereiro e 3 de maio de 2024.
Durante audiência no tribunal de Woolwich na última segunda-feira (15/12), Bethany admitiu a infração. A corte foi informada que a sua conduta representou um abuso de confiança pública, dada a natureza de seu trabalho como agente de condicional.
Além da confissão sobre o caso, a acusada também se declarou culpada de uma segunda violação: usar o software Ndelius Record com o objetivo de obter acesso não autorizado a dados de computador. Outras acusações, incluindo uma sobre o manuseio de um computador para fins de acesso não autorizado de forma mais ampla, foram posteriormente retiradas ou arquivadas.
A penitenciária HMP Belmarch, inaugurada em 1991, é uma das unidades mais rígidas do sistema prisional britânico. Dentro dela, existe a Unidade de Alta Segurança, frequentemente descrita como uma "prisão dentro da prisão", destinada aos indivíduos que representam os maiores riscos.
Após a audiência, Bethany foi liberada mediante fiança. A britânica deverá retornar ao tribunal em 6 de fevereiro do próximo ano para receber a sentença, podendo enfrentar uma pena de prisão — o que, geralmente, não ocorre em casos dessa natureza.
Um homem foi preso em flagrante, nesta terça-feira (16), suspeito de arquitetar uma série de ações fraudulentas para impedir que a ex-esposa ficasse com uma motocicleta após a separação do casal. O caso foi registrado em Maceió.
De acordo com a investigação, durante a divisão dos bens, ficou acordado que o homem permaneceria com o apartamento, enquanto a mulher ficaria com a moto. Inconformado por não ficar com a motocicleta, ele teria contado com a ajuda de dois amigos para simular um falso boletim de ocorrência (BO) de furto do veículo.
Ainda segundo as invetsigações, a trama incluiu a tentativa de fazer com que a Polícia Militar abordasse a mulher em sua residência, com o objetivo de levá-la à Central de Flagrantes. Além disso, um terceiro envolvido teria se passado por policial para intimidar a vítima e pressioná-la a entregar a motocicleta.
A Central de Flagrantes identificou inconsistências na ocorrência, mas, como existia um BO registrado, foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), encaminhando o caso para investigação. Após apuração, a polícia constatou que toda a situação havia sido montada de forma fraudulenta.
O homem foi preso em flagrante pelos crimes de denunciação caluniosa — cuja pena pode variar de três a oito anos de prisão e não admite fiança — além de violação de medida protetiva, já que havia pelo menos dois registros anteriores contra ele. A polícia informou ainda que a medida protetiva em favor da mulher será renovada.
Outras duas pessoas também estão sendo autuadas por envolvimento no caso, e a polícia segue tentando identificar o responsável pela ligação que deu início à falsa denúncia.
Segundo o delegado Wladney José, que está à frente das investigações, trata-se de uma ação “ardilosa e perigosa”, que colocou a vítima em situação de risco.
A chegada das férias é sinônimo de descanso. Porém, para o corpo, pode significar um retrocesso no condicionamento físico. Enquanto o clima convida ao relaxamento, a interrupção abrupta dos treinos traz prejuízos concretos: semanas de inatividade são suficientes para reduzir drasticamente a força e a resistência muscular.
Para evitar esse prejuízo, o profissional de educação física e supervisor técnico da academia Corpo e Saúde, Breno Daniel, compartilha exercícios simples que não precisam de equipamentos e podem ser feitos em qualquer ambiente — do quarto do hotel à sala de casa. “O objetivo é manter o corpo ativo, preservar o tônus muscular e equilibrar o gasto calórico, mesmo em períodos de descanso”, explica. Confira abaixo!

O agachamento é um exercício completo para os membros inferiores e pode ser adaptado para todos os níveis.

As flexões são excelentes para manter o tônus do tronco e fortalecer o core.

Simples, eficaz e perfeita para fazer em qualquer lugar.

O afundo melhora a estabilidade e a força de cada perna individualmente, corrigindo desequilíbrios.

O burpee é ideal para quem quer compensar os excessos das férias.
Não é preciso horas na academia para manter o condicionamento. Para Breno Daniel, o segredo é manter a constância, mesmo que o treino dure apenas 15 minutos: “O corpo não entende férias. Se você o mantém ativo, evita perda de condicionamento e facilita muito o retorno à rotina”, reforça.
O educador físico também recomenda ajustar a intensidade ao nível de condicionamento, fazer alongamentos antes e depois dos exercícios e manter uma hidratação adequada, especialmente nos dias mais quentes.
As certidões atualizadas são exigidas por diversos órgãos públicos para obtenção de demais documentos, recadastramento funcional ou inclusão e atualização em programas sociais, entre outros. Quem passa por este tipo de situação tem a preocupação em pegar fila no cartório ou até mesmo com o tempo para o deslocamento.
No entanto, as segundas vias de certidões civis podem ser emitidas de maneira on-line por meio do portal oficial do Registro Civil, pelo link registrocivil.org.br. Vale ressaltar que a gratuidade é universal no registro de nascimento ou de óbito e na primeira via (emitida somente nos cartórios). Já a certidão de casamento e a 2ª via destas documentações são pagas.
O site abrange todos os cartórios brasileiros de registro civil e, nele, é possível solicitar certidões de nascimento, casamento e óbito com toda comodidade de onde você estiver, em um processo simples, rápido e seguro. Os pedidos podem ser feitos para qualquer serventia extrajudicial de Alagoas ou do Brasil e o solicitante decide entre receber a via eletrônica, comparecer ao cartório escolhido ou pela entrega via Correios, pelo serviço de carta registrada ou Sedex.
O custo de cada documento pode variar na plataforma, uma vez que o site oferece outros serviços e os custos para atualizar a certidão podem variar, conforme cada caso e cada Unidade da Federação.
Veja o passo a passo de como emitir a documentação
Para fazer a solicitação, é necessário que a pessoa tenha em mãos os dados do registro (livro, folha e termo), que constam na certidão. Ao acessar o site, o solicitante deve escolher o tipo de certidão (nascimento, casamento e óbito) e realizar o login de acesso, que pode ser feito pela conta Gov.br, via cadastro na própria plataforma ou certificado digital ICP Brasil.
Depois, é só preencher os campos com os dados solicitados e avançar para as próximas etapas. Na sequência, deve ser feita a escolha entre o formato eletrônico ou impresso. O digital será enviado por e-mail e a pessoa terá um prazo de 90 dias para fazer o download do documento, que é definitivo e não tem prazo de validade após ser baixado. Já o impresso dá a opção de retirada no cartório escolhido ou, ainda, receber no endereço informado.
Com o formato escolhido, o site exibirá uma página com o resumo do pedido, para que o solicitante possa revisar as informações. Em seguida, é só escolher a modalidade de pagamento (cartão de crédito, conta virtual, boleto ou pix). Depois de pago, o pedido é direcionado ao cartório que inicia o processo de confecção de acordo com as escolhas definidas no portal do Registro Civil.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nessa segunda (15/12) que a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu o fim da transmissão vertical, de mãe para filho, do vírus HIV no Brasil. Uma comissão da entidade deve visitar o Brasil ainda esta semana para entregar o certificado oficial.
“Eu, como médico, como infectologista, especialista nisso, não achei que fosse acontecer. Era quase um sonho. O Brasil foi reconhecido pela OMS como o maior país do mundo a ter eliminado a transmissão do HIV da gestante para o bebê como problema de saúde pública”, afirmou o ministro em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, veiculado pelo CanalGov.
O ministério anunciou em 1º de dezembro que a transmissão do HIV durante a gestação, parto ou amamentação no Brasil tinha sido eliminada. O país também teve queda de 7,9% nos casos de gestantes com HIV e de 4,2% no número de crianças expostas ao vírus.
Também foi documentada uma queda no início tardio da profilaxia neonatal, que caiu 54% e está diretamente ligada à redução do risco de transmissão do vírus da mãe para o bebê. A cobertura em pré-natal, testagem para HIV e oferta de tratamento às gestantes que vivem com o vírus atingiu a taxa de 95%.
“O Brasil conseguiu eliminar a transmissão graças ao Sistema Único de Saúde (SUS), aos testes rápidos das unidades básicas de saúde, aos testes do pré-natal, e às gestantes que têm HIV e tomam a medicação pelo SUS”, disse Padilha.
Veja a matéria completa em Metrópoles
A advogada Juliane Vieira (foto em destaque), de 28 anos, que salvou a família de um incêndio, escapando pela janela de um prédio, recobrou a consciência nesta terça-feira (16/12) e já consegue se comunicar após permanecer 59 dias em coma induzido. Ela segue internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Universitário de Londrina, referência no atendimento a pacientes com queimaduras graves.
Juliane ficou gravemente ferida após salvar a própria mãe e o primo, de 4 anos, de um incêndio no apartamento da família em Cascavel, no Paraná. A advogada sofreu queimaduras em 63% do corpo durante o resgate.
Veja a matéria completa em Metrópoles
O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) manteve a decisão que obriga a Equatorial Alagoas Distribuidora de Energia a custear o tratamento de saúde de uma mulher que sofreu choque elétrico em um poste de iluminação pública, em Maceió. Por unanimidade, a 2ª Câmara Cível negou o recurso apresentado pela empresa e confirmou o bloqueio de R$ 43,7 mil, valor destinado ao pagamento de consultas, exames e acompanhamento neurológico e psicológico da vítima.
A Equatorial havia recorrido contra a decisão da 14ª Vara Cível da Capital, que concedeu tutela de urgência em uma ação indenizatória. No recurso, a concessionária alegou que as provas seriam frágeis, questionou o relatório médico apresentado, defendeu que parte dos tratamentos não teria sido pedida inicialmente e sustentou que a responsabilidade pelo poste seria do Município de Maceió, responsável pela iluminação pública.
Esses argumentos, no entanto, não convenceram os desembargadores. O relator do processo, desembargador Carlos Cavalcanti de Albuquerque Filho, destacou que, em decisões urgentes, a Justiça não exige prova definitiva, mas apenas indícios suficientes da probabilidade do direito e do risco de dano.
Para o Tribunal, os documentos médicos juntados aos autos são suficientes, neste momento, para indicar que a autora sofreu abalo físico e emocional em decorrência do choque elétrico.
O colegiado também entendeu que não houve decisão além do pedido. Segundo os magistrados, a determinação para custear tratamento neurológico e psicológico é consequência natural do pedido de reparação integral dos danos à saúde, não havendo irregularidade na forma como a medida foi fixada.
Quanto à tentativa da Equatorial de transferir a responsabilidade ao Município, o TJ ressaltou que, nos casos de responsabilidade solidária, a vítima pode cobrar a obrigação de qualquer um dos envolvidos. Assim, o fato de o Município também ser réu na ação não impede que a concessionária de energia seja obrigada, sozinha, a cumprir a decisão neste momento, sem prejuízo de eventual discussão futura entre os responsáveis.
A Corte também manteve o bloqueio em dinheiro e rejeitou a substituição por seguro garantia, como pretendia a empresa. Para os desembargadores, o custeio de tratamento de saúde exige dinheiro disponível de forma imediata, o que não seria garantido por uma apólice. Na avaliação do Tribunal, é mais grave o risco de prejuízo à saúde da paciente do que um possível dano financeiro à concessionária, que pode ser revertido ao final do processo.
Uma jovem de 28 anos foi morta em Águas Lindas de Goiás (GO), no Entorno do Distrito Federal. O corpo de Larissa Amaral (foto em destaque) foi encontrado no quarto da casa em que ela morava, no último domingo (14/12). A vítima estava nua, com o rosto inchado e sinais de perfuração.
Informações preliminares indicam que Larissa pode ter sido estuprada, espancada e assassinada. O principal suspeito do feminicídio é Joselmir Miranda Silva (foto abaixo), de 33 anos, marido da tia da vítima.

Acionada, a Polícia Militar de Goiás atendeu a ocorrência e, quando chegou ao local, encontrou Larissa sobre uma cama.
O caso é investigado pela Polícia Civil de Goiás, e Joselmir está foragido. Denúncias sobre o paradeiro dele podem ser feitas pelo 197 (Polícia Civil) ou 190 (Polícia Militar).
Muitas pessoas associam o aumento de proteína na dieta a shakes e suplementos, mas a verdade é que é totalmente possível atingir suas necessidades proteicas apenas com alimentos naturais. A proteína é essencial para a construção e reparação muscular, saúde da pele, cabelos, unhas e também auxilia no controle do peso.
Se você quer aumentar a ingestão de proteína sem recorrer a suplementos, confira estas dicas práticas:
1. Priorize fontes de proteína animal
Carnes magras, ovos, peixes, frango e laticínios são ótimas fontes de proteína de alta qualidade. Por exemplo:
2. Explore as proteínas vegetais
Leguminosas, grãos e sementes também oferecem boas doses de proteína e são ótimas para diversificar a dieta:
Padre Fábio de Melo compartilhou um desabafo em suas redes sociais nessa segunda-feira (16/12), refletindo sobre as críticas que recebe constantemente em relação ao sacerdócio.
“Um dia, contrariando todos os palpites dos que me viram crescer, tornei-me padre. Muitos continuam acreditando que eu não sirvo para o cargo. Pedem minha expulsão, dizem que sou uma vergonha para a Igreja”, começou o religioso em publicação no Instagram.
Ele destacou ainda que Jesus sempre escolheu pessoas imperfeitas: “Eu compreendo. Eu também sou vítima do moralismo que cega, dificulta voltar no tempo e encarar o fato de que o RH de Jesus foi o pior da história. Só escolheu gente estranha, esquisita. Os perfeitos também eram bem-vindos, mas não sobreviviam, pois o consideravam louco.”
Padre Fábio de Melo finalizou o desabafo reforçando sua missão de acolhimento:
“Há 24 anos, mesmo sendo um homem cheio de imperfeições, venho acolhendo os que passam pela minha vida. De maneira especial, os que não se sentem convidados, os que não entram pela porta da frente. Só sendo assim é que posso desfrutar de alguma coerência. Se em algum momento de nossas vidas o meu ministério sacerdotal fez sentido para você, obrigado pela confiança. Já valeu ter sido quem eu fui.”
A jornalista Juliana Leite, conhecida por vídeos reagindo a conteúdos virais, virou assunto nas redes após participar do podcast Pod Tudo e + um Pouco, onde opinou sobre o padre Fábio de Melo, recentemente envolvido em polêmica com um funcionário de uma lanchonete.
Durante a entrevista, Juliana criticou a postura do religioso e afirmou que não o enxerga como padre, mesmo ele tendo revelado que convive há anos com depressão. “Aí ele fica: ‘Tô em depressão’. Cara, desculpa, todo mundo sabe de onde vem essa depressão dele. Nada desse cara é real”, disse.
A comunicadora também declarou que acredita que o padre deveria ser expulso da fé católica, argumentando que ele vive como popstar e não como padre. “Eu acho que ele usa essa coisa de ser católico porque ele não vive como padre. A vida dele não é como padre, todo mundo sabe, sinceramente. Eu acho que ele deveria ser expulso da fé católica”, afirmou.
Por fim, Juliana destacou que Fábio de Melo não a representa enquanto católica. “Todo mundo sabe, né? Já tá óbvio. Aí fica aí sempre botando culpa na internet. Aí é fácil, né? Ninguém que não vive a própria verdade é livre, né? Eu, de fato, não tenho paciência para esse padre, e eu, sendo católica, ele não me representa.”
A Polícia Federal (PF) deu novos desdobramentos à investigação que apura um amplo esquema de corrupção na área da Saúde em Alagoas, envolvendo contratos que somam quase R$ 100 milhões e mais de R$ 18 milhões em verbas do SUS supostamente desviadas. A ofensiva faz parte da Operação Estágio IV, deflagrada nesta terça-feira (16), com cumprimento de mandados e apreensão de valores em dinheiro, além de bens de alto valor.
Ao todo, foram executados 38 mandados de busca e apreensão em Alagoas, Pernambuco e no Distrito Federal, além de medidas cautelares como a suspensão do exercício de função pública por 180 dias. As decisões foram autorizadas pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5). A ação contou com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), da Receita Federal e do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (Denasus).
As investigações apontam indícios de favorecimento ilícito em contratos emergenciais firmados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) entre 2023 e 2025, envolvendo duas empresas — uma fornecedora de material hospitalar e uma construtora. Segundo a PF, parte significativa desses contratos ainda está em execução.

Outro eixo da apuração envolve ressarcimentos considerados superdimensionados por consultas e procedimentos médicos que não teriam sido realizados, totalizando mais de R$ 18 milhões em repasses irregulares no período entre setembro de 2023 e agosto de 2025. Apenas na área de fisioterapia, os valores pagos seriam incompatíveis com a capacidade operacional da clínica investigada.
De acordo com a Polícia Federal, os recursos desviados teriam sido distribuídos por meio de transferências bancárias, saques em espécie e pagamentos indiretos, caracterizando práticas de corrupção, lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial. Para disfarçar a origem ilícita, imóveis foram registrados em nome de familiares e terceiros.
Entre os bens sob investigação está uma pousada em Porto de Pedras, no litoral norte de Alagoas, adquirida em 2023 por R$ 5,7 milhões, com recursos que, segundo a PF, teriam sido pagos por empresários beneficiados pelo esquema. Os valores também teriam financiado viagens internacionais e despesas pessoais dos investigados.
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam quantias expressivas de dinheiro em moeda nacional e estrangeira, além de duas armas de fogo. O nome da operação faz referência ao estágio mais grave de alguns tipos de câncer, em alusão ao impacto das irregularidades sobre o sistema público de Saúde em Alagoas.
A cada 10 segundos, alguém é picado por uma cobra no mundo. Estima-se que 1,8 a 2,7 milhões de pessoas sejam envenenadas por serpentes a cada ano. Calcula-se entre 81 e 138 mil mortes anuais e cerca de 400 mil sobreviventes que sofrem consequências de incapacidades duradouras como a perda de membros ou limitações motoras. Apesar desses números elevados, o tema recebe pouca atenção política e científica.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o envenenamento por picada de cobra representa um importante problema de saúde pública, principalmente em países tropicais e subtropicais em desenvolvimento.
Esses acidentes ofídicos são considerados como doença tropical negligenciada porque reúnem um conjunto de características que os colocam entre os problemas mais graves e, ao mesmo tempo, mais ignorados.
Com maior frequência, acontecem entre os trabalhadores agrícolas, seringueiros, pescadores; comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas; pessoas que vivem longe de serviços de saúde.
No Brasil, um país extremamente diverso e de dimensões continentais, o envenenamento por picada de cobra é a segunda principal causa de envenenamento por animais peçonhentos notificados em humanos.
O grande desafio é tratar os acidentes ofídicos. Apesar do acesso à terapia com soro antiofídico e da distribuição gratuita pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país, ainda enfrentamos diversos problemas relacionados ao envio e armazenamento adequado do soro para populações em risco. Outro desafio é preparar os profissionais de saúde para o manejo adequado do tratamento de acidentados com esses animais.
Segundo levantamento, baseado em notificações oficiais brasileiras, entre 2012 e 2021, foram registrados 202.604 casos de envenenamento por serpentes do gênero Bothrops, o que equivale, em média, a cerca de 20.260 casos por ano. Os acidentes botrópico (Bothrops e Bothrocophias) podem ser provocados por jararaca, jararacuçu, urutu, caiçaca, comboia, cruzeira, cotiara, entre vários outros.
O botrópico é o grupo mais importante, com cerca de 30 espécies em todo o território brasileiro. Este grupo é encontrado em ambientes diversos, desde beiras de rios e igarapés, áreas litorâneas e úmidas, agrícolas e periurbanas, cerrados e áreas abertas.
Os sintomas na região da picada são dor e inchaço. Às vezes, aparecem manchas arroxeadas (edemas e equimose) e sangramento pelos pontos da picada, em gengivas, pele e urina. Pode haver ainda complicações, como grave hemorragia em regiões vitais, infecção e necrose na região da picada, além de insuficiência renal.
O soro antiofídico é o único tratamento reconhecido e específico para acidentes ofídicos. Não há dúvida de que a escassez de soros antiofídicos eficazes e adequados para uso regional continua sendo um problema de saúde pública em todo o mundo. Países africanos e asiáticos, onde as picadas de cobra ainda causam morte ou morbidade, essas questões são negligenciadas por governos e produtores de antiveneno.
Desde 2012, a OMS tem publicado documentos sobre esse tema. Seu comitê de especialistas em Padronização Biológica (ECBS) reconheceu que, para lidar melhor com essa crise, alguns desafios precisariam ser superados adequadamente para garantir a qualidade, a segurança e a eficácia dos soros antiofídicos. Nesse sentido, é importante focar em uma produção de antivenenos específicos e de baixo custo.
Um aspecto relevante e pouco discutido na comunidade científica é o custo efetivo do uso de animais de grande porte para produzir soros antiofídicos. Os equinos são os animais preferidos para a obtenção de plasma hiperimune. Seu grande porte permite a retirada de grandes volumes de plasma. Portanto, qualquer perda desses animais é economicamente e clinicamente significativa.
Embora a OMS recomende a oferta necessária de cuidados clínicos veterinários individuais e suporte adequado para promover o bem-estar, complicações como o desenvolvimento de úlceras, abscessos, necrose local e hemorragias – que limitam a condição física do animal ou levam à sua morte – são monitoradas ao longo de todo o processo de imunização.
Além disso, a janela de utilização do animal é relativamente curta devido à toxicidade do veneno. Como resultado, estudos têm sido realizados para obter antígenos com baixa toxicidade e maior resposta imune, uma vez que algumas serpentes têm venenos com baixa capacidade imunogênica, mas alta toxicidade.
Em busca de alternativas para fabricação de soros antiofídico, nosso grupo do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Biologia Estrutural e Bioimagem (INCT/CNPq), do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e do Instituto Vital Brazil publicou recentemente um estudo, no periódico Toxins, em que descrevemos nossas experiências com a alta pressão hidrostática (APH) para o desenvolvimento de soros.
A APH consiste em submeter líquidos, soluções, proteínas isoladas, extratos ou mesmo células, como bactérias, e vírus, a pressões muito mais elevadas do que as do fundo do mar com a finalidade de modificar a estrutura das moléculas, das células ou dos vírus.
Em nosso estudo, usamos a APH para inativar o veneno de Bothrops jararacussu. O nosso protocolo promoveu a perda ou a redução de diversas atividades biológicas do veneno. Cavalos foram imunizados com o veneno pressurizado. Vale ressaltar que, em contraste com o veneno nativo, esse procedimento não induz qualquer dano aos animais. Além disso, o soro obtido a partir do veneno pressurizado neutralizou de forma eficiente todas as atividades biológicas do veneno de B. jararacussu.
Os resultados mostraram que as titulações de anticorpos foram mais altas no soro produzido com o veneno pressurizado, quando comparadas às do soro produzido com o veneno nativo. E mais: esse antiveneno foi eficaz não apenas contra o veneno de B. jararacussu, mas também contra o veneno de outras espécies e gêneros.
Cabe ainda destacar que esse método está associado à redução dos efeitos tóxicos nos animais imunizados e a uma maior potência. Como conclusão, podemos afirmar que nossos dados mostraram uma nova técnica promissora para produzir soro hiperimune utilizando veneno inativado por alta pressão hidrostática.
A APH tem sido utilizada para inativação viral a fim de facilitar o desenvolvimento de vacinas, especialmente quando a imunogenicidade é mantida ou até aumentada.
E esse uso tem mostrado grande potencial. Em 2008, em um estudo utilizaram a alta pressão hidrostática para a inativação viral e desenvolvimento de vacina de febre amarela. O tratamento aboliu a infectividade do vírus causador da doença em camundongos. Além disso, os animais apresentaram proteção completa contra o desafio letal do vírus.
Carlos Dumard e outros cientistas utilizaram o vírus da influenza aviária H3N8 inativado por alta pressão hidrostática e os resultados foram impressionantes.
O estudo mostrou que os animais imunizados ficaram completamente protegidos contra o desafio de infecção pelo vírus nativo.
Apesar do potencial da alta pressão hidrostática para a produção de vacinas e de seu uso em diversos estudos com diferentes tipos de proteínas, até agora poucos artigos tinham descrito o seu efeito sobre toxinas purificadas de animais peçonhentos, geralmente em estudos estruturais.
Esperamos que nossos resultados impulsionem outros grupos de pesquisa mundiais a converterem a negligência histórica dos acidentes ofídicos em estratégias sólidas de controle.
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta terça-feira (16), a Operação Estágio IV, com foco no combate a desvio de recursos públicos, corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito do sistema da Saúde em Alagoas. Ao todo, foram cumpridos 38 mandados de busca e apreensão, além de diversas medidas cautelares, entre elas a suspensão do exercício de função pública por 180 dias, todas determinadas pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5).
A Justiça também autorizou o sequestro de bens pertencentes aos investigados, incluindo veículos e imóveis de alto valor. A ação contou com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), da Receita Federal e do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus).

Os mandados foram cumpridos em Alagoas, Pernambuco e no Distrito Federal, mobilizando 170 policiais federais e 26 auditores.
As investigações apontam indícios de favorecimento ilícito em contratos emergenciais firmados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), entre 2023 e 2025, com duas empresas — uma fornecedora de material hospitalar e uma construtora. Segundo a Polícia Federal, essas contratações teriam resultado no pagamento de vantagens indevidas aos investigados.

Os contratos diretos celebrados pela Sesau somam quase R$ 100 milhões, sendo que boa parte dos recursos ainda está em execução.
O inquérito também apura o desvio de verbas do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de ressarcimentos superdimensionados de consultas e procedimentos médicos que não teriam sido realizados, totalizando mais de R$ 18 milhões. Os repasses indevidos teriam ocorrido entre setembro de 2023 e agosto de 2025.

Apenas em procedimentos de fisioterapia, foram identificados pagamentos incompatíveis com a capacidade operacional da clínica privada envolvida, o que reforça a suspeita de fraude.
De acordo com a PF, parte dos recursos desviados foi distribuída entre integrantes da organização criminosa por meio de transferências bancárias, saques em espécie e pagamentos indiretos, caracterizando um sofisticado esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e ocultação patrimonial.

Para dissimular a origem ilícita dos valores, o grupo utilizava interpostas pessoas, especialmente na aquisição de bens imóveis. O dinheiro que deveria ser aplicado no sistema da Saúde alagoano acabou transferido para contas bancárias de investigados e de pessoas a eles ligadas.
O inquérito identificou ainda que imóveis adquiridos pelo grupo foram registrados em nome de familiares e terceiros. Um dos exemplos é uma pousada localizada em Porto de Pedras, no litoral norte de Alagoas, adquirida em 2023 pelo valor de R$ 5,7 milhões, com recursos pagos por empresários beneficiados pelo esquema criminoso. Os valores também teriam sido utilizados para viagens internacionais e despesas pessoais dos investigados.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam expressiva quantia de dinheiro em espécie, tanto em moeda nacional quanto estrangeira, além de duas armas de fogo.
O nome da operação, Estágio IV, faz referência ao estágio terminal de alguns tipos de câncer, numa alusão direta ao grau de nocividade das ações da organização criminosa ao sistema da Saúde pública de Alagoas.
