A investigação sobre o feminicídio da enfermeira Ana Beatriz, em Penedo, revela que, mesmo sem registros formais de agressões físicas anteriores, a vítima vivia sob um contexto de violência psicológica, um tipo de abuso silencioso.
De acordo com o delegado Flávio Dutra, responsável pelo caso, familiares e pessoas próximas informaram que o casal mantinha uma postura reservada e que não havia histórico conhecido de agressões físicas ou denúncias de violência doméstica. No entanto, depoimentos colhidos pela Polícia Civil apontam para desavenças verbais recorrentes, motivadas principalmente pelo ciúme excessivo do companheiro em relação aos plantões noturnos da enfermeira.
Segundo relatos, Ana Beatriz chegou, em algumas ocasiões, a trocar escalas de trabalho para evitar conflitos dentro de casa. Em outras situações, porém, ela não conseguia alterar os plantões, o que acabava gerando novos conflitos.
O delegado destacou que a ausência de agressões físicas não significa a inexistência de violência. “Existem vários tipos de violência e estamos diante de uma violência psicológica”, afirmou. Esse tipo de abuso se manifesta por meio de controle, ciúmes excessivos, cobranças constantes, intimidação e pressão emocional, afetando diretamente a saúde mental e a autonomia da vítima.
As investigações também avançam sobre os momentos posteriores ao crime. Vizinhos relataram ter ouvido uma discussão seguida de um disparo de arma de fogo. Amigos do suspeito informaram à polícia que, após o crime, ele teria ido a um bar, onde confessou o que havia feito e tentou tirar a própria vida com um disparo de arma de fogo. Impedido pelos amigos, ele deixou o local em alta velocidade, perdeu o controle do veículo e colidiu contra um poste.
Na residência do casal, a polícia encontrou armas e munições. O suspeito, um policial militar, se apresentou posteriormente à Polícia Civil, e o caso segue em investigação.
Zezé Di Camargo usou as redes sociais neste último domingo (14), e causou polêmica ao ter feito um apelo público ao SBT envolvendo questões políticas.
Através do Instagram, o cantor sertanejo solicitou que a emissora cancelasse a exibição do seu especial de fim de ano Natal É Amor, nesta próxima terça-feira (17), por não concordar com o suposto novo posicionamento político de Patrícia Abravanel, Daniela Beyruti e Renata Abravanel, após a inauguração do SBT News, na última semana, que contou com lideranças políticas.
"Eu vi o que aconteceu no SBT nos últimos dias, na inauguração do SBT News. E juro por Deus que isso não faz parte do meu pensamento. Não tenho nada contra ninguém, eu peço que o Brasil se saia da melhor forma possível. Torço pelo povo brasileiro porque eu vivo e dependo do povo brasileiro. Mas diante da situação que eu vi, das pessoas mudando totalmente a maneira de pensar, principalmente das filhas do Silvio Santos, pensando totalmente diferente do que o pai pensava…", iniciou Zezé Di Camargo.
"Custou caro pra mim"
O irmão de Luciano, com quem forma dupla, então pediu que o SBT não transmita o especial de Natal. "Eu só queria dizer uma coisa pra vocês, SBT: custou caro pra mim, tempo, serviço, mas se puderem não precisa por no ar o meu especial. Não quero participar disso", avisou.
"A maneira que vocês pensam pra mim não condiz com grande parte do povo brasileiro e eu não quero decepcionar as pessoas que pensam diferente. Então tirem o meu especial de Natal do ar. Pra mim seria maravilhoso porque a partir do momento que as pessoas pensam diferente do que o pai pensava, de que grande parte do Brasil pensa e do que eu penso, pra mim não faz sentido colocar esse especial no ar", concluiu Zezé Di Camargo.
Em 2025, o Poder Judiciário de Alagoas promoveu 34.439 acordos entre as partes de demandas pré-processuais e processuais, realizados pelos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs), Juizados Especiais e demais unidades judiciárias.
Os dados são da Assessoria de Planejamento e Modernização do Poder Judiciário (APMP) do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL). Atualmente, o Judiciário de Alagoas conta com mais de 30 Cejuscs que atuam na promoção da resolução de conflitos de forma mais célere e consensual. Confira os endereços e contatos.
A conciliação e a mediação são incentivadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como meios eficazes para a solução de conflitos. Em Alagoas, essas ações são coordenadas pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec).
XX Semana Nacional da Conciliação
Entre 3 e 7 de novembro, o TJAL promoveu a XX Semana Nacional da Conciliação. A força-tarefa pautou mais de três mil processos em todo o estado, com a participação dos Cejuscs, Juizados Especiais e comarcas do interior do Estado.
Durante a ação, os Cejuscs de Maceió e de Arapiraca firmaram mais de 900 acordos, totalizando mais de R$ 3,3 milhões em valores conciliados. As matérias abrangeram temas como alimentos, partilha de bens, causas fiscais e questões de família.
A semana contou com uma diversidade de ações e com o envolvimento de instituições de ensino e da sociedade civil, em iniciativas voltadas ao fortalecimento da cultura da paz e da justiça consensual. No Maceió Shopping, universidades parceiras promoveram palestras informativas sobre o assunto.
Capacitação
Além das ações conciliatórias, o Nupemec promoveu cursos de capacitação, formação e aperfeiçoamento de mediadores e conciliadores, em parceria com a Escola de Magistratura do Estado de Alagoas (Esmal). As formações tiveram 100 horas/aula, com conteúdo teórico-prático, e foram voltadas a magistrados, servidores, colaboradores dos Cejuscs e profissionais das serventias extrajudiciais.
Celeridade
Para o presidente do TJAL, Fábio Bittencourt, o diálogo entre as partes contribui para a celeridade processual e para a redução da sobrecarga do Judiciário. “Que todos consigam sair com seus direitos garantidos, de forma que o litígio se encerre com celeridade e menos prejuízo para as partes”, afirmou o desembargador.
O enfermeiro Ítalo Fernando de Melo foi assassinado a tiros dentro de um motel. A suspeita é que ele tenha sido flagrado com a companheira de um policial militar. O PM foi preso pelo homicídio e um vídeo mostra o momento da invasão. O caso ocorreu nesse domingo (14), em Arapiraca, no Agreste de Alagoas.
Ítalo tinha 33 anos e atuava como socorrista em Alagoas. As primeiras informações apontam que ele e a mulher do militar trabalhavam como enfermeiros em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Arapiraca.
Vídeo da invasão
Imagens de câmera de segurança mostram o momento da invasão do companheiro da mulher ao local. No primeiro momento, às 21h43 de sábado (13), a dupla de enfermeiros entrou no estabelecimento em Jeep Renegade, de cor vermelha, conduzido pela mulher. No banco do passageiro, estava o enfermeiro.
No momento seguinte, às 00h57 do domingo (14), o policial entrou no motel em motocicleta. Ele passou a andar de quarto em quarto procurando pelos enfermeiros. Confira as imagens:
O delegado Ueslei Lima, coordenador da Unidade de Atendimento ao Local de Crime 3 (UALC 3), confirma que era o policial nas imagens. “Obtivemos elementos que foram capazes de identificar o suspeito”, disse o delegado.
Prisão
Após encontrar a mulher, o policial teria atingido Ítalo com diversos tiros e deixado o local com a companheira, no carro dela. A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Horas depois, o PM foi localizado e preso em flagrante.
Ele foi conduzido à Central de Polícia de Arapiraca para prestar depoimento e, em seguida, encaminhado à Penitenciária Militar, em Maceió. O caso seguirá sob investigação da Polícia Civil para o completo esclarecimento dos fatos.
"Perda irreparável"
Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas (COREN-AL) divulgou uma nota de pesar classificando a morte de Ítalo como uma "perda irreparável" e prestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de profissão. Veja:
O Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas manifesta profundo pesar pelo falecimento do Enfermeiro Ítalo Fernando.
Lamentamos essa perda irreparável, neste momento de dor, nos solidarizamos com os familiares, amigos e colegas de profissão, expressando nossas mais sinceras condolências. Que sua memória seja sempre honrada e lembrada com carinho.
Um marco histórico na área da Saúde em Palmeira dos Índios está próximo de acontecer com a inauguração do novo Hospital Regional, marcada para sexta-feira (19). A unidade é fruto da parceria entre os governos federal, estadual e municipal e chega para fortalecer de forma definitiva a rede de atendimento em urgência e emergência na região.
O Hospital funcionará com porta aberta 24 horas e oferecerá serviço contínuo de urgência e emergência e evitará que pacientes precisem se deslocar para hospitais de outras cidades. Além de beneficiar diretamente a população de Palmeira dos Índios, a unidade atenderá moradores de diversos municípios da região e ampliará o acesso à saúde pública de qualidade.
Com exceção da UPA, Palmeira dos Índios não contava, há quase dez anos, com uma estrutura de porta aberta em urgência e emergência. A chegada do Hospital Regional representa um avanço fundamental para a cidade, vai garantir a resposta rápida em casos graves e reduzirá a sobrecarga de outros serviços nesta área.
A obra, que teve início durante as gestões do então governador Renan Filho e do ex-prefeito Júlio Cezar, se concretiza nos governo da prefeita Tia Júlia e do governador Paulo Dantas e simboliza a continuidade administrativa e o compromisso com a população.
O secretário de Estado de Relações Federativas e Internacionais Júlio Cezar destacou a importância do equipamento para a região. “Este hospital é um sonho realizado. Ele foi planejado para salvar vidas e garantir dignidade no atendimento, como os de urgência e emergência. É uma conquista construída a muitas mãos, com união de esforços entre os governos e que agora passará a servir não só Palmeira, mas todo o entorno”, disse o secretário.
A prefeita Tia Júlia também destacou a necessidade do novo Hospital para a região. “Depois de tantos anos, Palmeira dos Índios voltará a ter uma porta aberta de urgência e emergência 24 horas. O novo Hospital representa cuidado, respeito e compromisso com a vida das pessoas. Isso é fruto das parcerias certas e que têm um olhar especial para o nosso povo”, afirmou Tia Júlia.
A solenidade de inauguração do Hospital Regional de Palmeira dos Índios está marcada para sexta-feira (19), às 16h, e contará coma presença de várias autoridades do cenário político nacional. Para celebrar esse dia histórico, a população vai se divertir com um show do cantor baiano Bell Marques, a partir das 20h, na antiga Estação Ferroviária.
O compartilhamento de notícias de política está menos frequente em grupos de família, de amigos e de trabalho no WhatsApp. Além disso, mais da metade das pessoas que participam desses ambientes dizem ter medo de omitir opinião.
A constatação faz parte do estudo Os Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, divulgado nesta segunda-feira (15).
O levantamento foi feito pelo centro independente de pesquisa InternetLab e pela Rede Conhecimento Social, instituições sem fins lucrativos.
A pesquisa identificou que mais da metade das pessoas que usam WhatsApp estão em grupos de família (54%) e de amigos (53%). Mais de um terço (38%) participam de grupos de trabalho.
Apenas 6% estão em grupos de debates de política. Em pesquisa realizada em 2020, eram 10%.
Ao se debruçar sobre o conteúdo dos grupos de família, de amigos e de trabalho, os pesquisadores verificaram que, de 2021 a 2024, caiu a frequência dos que aparecem mensagens sobre política, políticos e governo.
Em 2021, 34% das pessoas diziam que o grupo de família era no qual mais apareciam esse tipo de notícias. Em 2024, eram 27%.
Em relação aos grupos de amigos, a proporção caiu de 38% para 24%. Nos de trabalho, de 16% para 11%.
O estudo apresenta depoimentos de alguns dos entrevistados, sem identificá-los.
“Evitamos falar sobre política. Acho que todos têm um senso autorregulador ali, e cada um tenta ter bom senso para não misturar as coisas”, relata sobre o grupo de família uma mulher de 50 anos, de São Paulo.
As informações foram coletadas de forma online com 3.113 pessoas com 16 anos ou mais, de 20 de novembro a 10 de dezembro de 2024. Foram ouvidas pessoas de todas as regiões do país.
Receio de se posicionar
A pesquisa identificou que há receio em compartilhar opiniões políticas. Pouco mais da metade (56%) dos entrevistados disseram sentir medo de emitir opinião sobre política “porque o ambiente está muito agressivo”.
Foi possível mapear que essa percepção foi sentida por 63% das pessoas que se consideravam de esquerda, 66% das de centro e 61% das de direita.
“Acho que os ataques hoje estão mais acalorados. Então, às vezes você fala alguma coisa e é mais complicado, o pessoal não quer debater, na verdade, já quer ir para a briga mesmo”, conta uma mulher de 36 anos, de Pernambuco.
Os autores do estudo afirmam que se consolidaram os comportamentos para evitar conflitos nos grupos. Os dados mostram que 52% dos entrevistados se policiam cada dia mais sobre o que falam nos grupos, enquanto 50% evitam falar de política no grupo da família para fugir de brigas.
“As pessoas foram se autorregulando, e nos grupos onde sempre se discutia alguma coisa, hoje é praticamente zero. As pessoas tentam, alguém publica alguma coisa, mas é ignorado”, descreve uma entrevistada.
Cerca de dois terços (65%) dizem evitar compartilhar mensagens que possam atacar os valores de outras pessoas, segundo o levantamento.
Dos respondentes, 29% já saíram de grupos onde não se sentiam à vontade para expressar opinião política.
“Tive que sair, era demais, muita briga, muita discussão, propaganda política, bateção de boca”, conta uma entrevistada.
Afirmação
Mas o levantamento identifica também que 12% das pessoas compartilham algo considerado importante mesmo que possa causar desconforto em algum grupo.
Dezoito por cento afirmam que, quando acreditam em uma ideia, compartilham mesmo que isso possa parecer ofensivo.
“Eu taco fogo no grupo. Gosto de assunto polêmico, gosto de falar, gosto de tacar lenha na fogueira e muitas vezes sou removida”, diz uma mulher de 26 anos de Minas Gerais.
Entre os 44% que se consideram seguros para falar sobre política no WhatsApp, são adotadas as seguintes estratégias:
30% acham que mandar mensagens de humor é um bom jeito de falar sobre política sem provocar brigas;
34% acham que é melhor falar sobre política no privado do que em grupos;
29% falam sobre política apenas em grupos com pessoas que pensam igualmente.
“Eu gosto de discutir, mas é individualmente. Eu não gosto de expor isso para todo mundo”, revela um entrevistado de 32 anos, do Espírito Santo.
“É como se as pessoas já tivessem aceitado que aquele grupo é mais alinhado com uma visão política específica. Entra quem quer”, define uma mulher, de 47 anos, do Rio Grande do Norte.
O estudo foi apoiado financeiramente pelo WhatsApp. De acordo com o InternetLab, a empresa não teve nenhuma ingerência sobre a pesquisa.
Amadurecimento
Uma das autoras do estudo, a diretora do InternetLab, Heloisa Massaro, constata que o WhatsApp é uma ferramenta "arraigada" no cotidiano das pessoas. Dessa forma, assim como no mundo "offline", ou seja, presencial, o assunto política faz parte das interações.
O estudo é realizado anualmente, desde o fim de 2020. De acordo com Heloisa, ao longo dos anos, as pessoas "foram desenvolvendo normas éticas próprias para lidar com essa comunicação política no aplicativo", principalmente nos grupos.
"Elas se policiam mais, relatam um amadurecimento no uso", diz a autora. "Ao longo do tempo, a gente vai observando essa ética de grupos nas relações dos aplicativos de mensagem para falar sobre política se desenvolvendo", completa.
Saiba quem era Wagner Rodrigues, suspeito de atear fogo na própria casa em Marechal Deodoro. Redes sociais
De acordo com o boletim de ocorrência, a guarnição Laguna Tática, da 4ª CPM/I, foi acionada para verificar um incêndio em uma casa por trás do Mercadinho Precinho, no bairro Poeira. No local, os policiais encontraram equipes do Corpo de Bombeiros (CB) atuando no combate às chamas e uma ambulância prestando atendimento à mulher. Wagner já estava sem vida, com o corpo completamente atingido pelo fogo.
Saiba quem era Wagner Rodrigues, suspeito de atear fogo na própria casa em Marechal Deodoro. Redes sociais
Conforme relato da esposa e de vizinhos que ajudaram no socorro, o incêndio teria sido provocado pelo próprio homem. A versão aponta que ele jogou um líquido combustível sobre o casal enquanto ambos estavam na cama e, em seguida, ateou fogo. A mulher conseguiu sobreviver, mas Wagner não resistiu às queimaduras. Ainda segundo informações preliminares, uma discussão entre o casal teria antecedido o incêndio.
Nas redes sociais, Wagner costumava publicar mensagens motivacionais e reflexões sobre propósito, fé e disciplina. Em uma delas, escreveu: “Propósito é onde você quer chegar. Motivação é o que te faz começar a jornada.”
Em outra publicação, agradeceu por mais um ano de vida e destacou aprendizados e preparação para novos desafios. Também compartilhava mensagens de fé, afirmando acreditar na proteção divina e na superação de obstáculos.
O caso segue sendo apurado pelas autoridades.
O ASA realizará mais um amistoso preparatório para a temporada na próxima quinta-feira (18). O Alvinegro encara o Falcon, de Sergipe, às 15h, no Estádio Ivson Ferreira, na cidade de São Brás, a 64,2 km de Arapiraca.
Inicialmente, a partida estava prevista para acontecer no Fumeirão, porém o local precisou ser alterado. O Estádio Coaracy da Mata Fonseca passará por uma semana de ajustes e manutenção no gramado, o que impossibilitou a realização do jogo em Arapiraca.
A escolha por São Brás passa pelo bom estado do gramado do Estádio Ivson Ferreira e também pela proximidade com o Estado de Sergipe, facilitando o deslocamento da delegação do Falcon.
O confronto diante da equipe sergipana será o terceiro teste do ASA nesta pré-temporada. Nas movimentações anteriores, o Alvinegro venceu a Liga Penedense por 12 a 0 e superou o CSE Sub-20 pelo placar de 6 a 1.
A Secretaria do Estado de Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq), através do Sine Alagoas oferece esta semana 3.643 oportunidades com carteira assinada em mais de 60 cargos diferentes nas cidades de Maceió, Arapiraca, São Miguel dos Milagres, Maragogi e Porto Calvo e Porto de Pedras.
Destaque esta semana para mais de 1.300 vagas só na capital, entre elas operador de telemarketing em home office (600 vagas), operador de telemarketing PCD (300), caldeireiro (150), motorista de caminhão – categoria D ou E – (50), servente de obras (60), pedreiro (25) cozinheiro (23) e Cumim (20). Seguem também abertas 2.000 vagas de emprego para trabalhadores rurais em duas usinas de Porto Calvo.
Confira a lista completa
Maceió (1.136 vagas)
Operador de call center (600)
Caldeireiro (150)
Motorista de caminhão – categoria D ou E – (50)
Servente de obras (30)
Pedreiro (25)
Cozinheiro (23)
Cumim (20)
Atendente de lanchonete (15)
Garçom (15)
Pintor (15)
Soldador (12)
Auxiliar cozinha restaurante (p/ fechamento) (11)
Auxiliar de cozinha (10)
Barman (10)
Chapeiro (10)
Eletricista de iluminação pública (10)
Operador de caixa (10)
Pizzaiolo (10)
Recepcionista (10)
Chefe de cozinha (8)
Tratorista agrícola (8)
Armador (5)
Atendente de salão de restaurante (5)
Ajudante de carga e descarga (5)
Ferreiro armador (5)
Operador de empilhadeira (5)
Mecânico (4)
Mecânico de colhedora (4)
Promotor de vendas (4)
Atendente de delivery (3)
Estagiário (Eng. Produção, Elétrica, Energia) (3)
Frentista (3)
Motorista truck (3)
Técnico em segurança no trabalho (3)
Vendedor interno (3)
Analista comercial JR (2)
Auxiliar de setor pessoal (2)
Auxiliar administrativo (2)
Atendente de salão (2)
Carpinteiro (2)
Encanador (2)
Operador de grua (2)
Operador de quadro de distribuição de energia (2)
Advogado generalista (1)
Assistente comercial (1)
Analista de segurança SR (1)
Analista de distribuição II (1)
Analista financeiro (1)
Auxiliar de churrasqueiro (1)
Encarregado de produção (1)
Engenheiro eletricista de projetos (1)
Gerente de frota (1)
Supervisor operacional de logística (1)
Técnico de distribuição I (1)
Técnico de distribuição III (1)
Técnico de inspeção I (1)
Vagas PCD Maceió (320 vagas)
Operador de call center (300)
Assistente administrativo (6)
Atendente de loja (5)
Auxiliar de cozinha (3)
Assistente de vendas (5)
Operador de caixa (1)
Vagas Porto Calvo (2.021 vagas)
Trabalhador rural (2.000)
Motorista de ônibus (10)
Tratorista Agrícola (8)
Eletricista Mecânico (3)
Vagas São Miguel dos Milagres (65 vagas)
Servente (30)*
Pedreiro (10)*
Ajudante Prático (10)*
Encarregado de obras (5)*
Eletricista (5)*
Mestre de Obras (5)*
*vagas com direito a alojamento
Vagas PCD Maragogi (35 vagas)
Ajudante de cozinha (5)
Aux. administrativo (5)
Camareira (5)
Garçom (5)
Recepcionista (5)
Recreador (5)
Serviços gerais (5)
Vagas para Porto de Pedras (50 vagas)
Garçom (15)
Cumim (15)
Balconista (10)
Atendente (5)
Cozinheiro(a) (5)
Vagas para Arapiraca (16 vagas)
Auxiliar cozinha (5)
Garçom (5)
Condutor (3)
Caixa (2)
Agente comercial (1)
Unidades do Sine Alagoas
Em todo o estado, o Sine Alagoas conta com 12 unidades de atendimento, oferecendo cadastro de currículo e consultas de vagas de emprego; captação de vagas e atendimento ao empresário; habilitação ou restituição do Seguro-Desemprego e orientação para emissão da Carteira de Trabalho Digital.
O Sine Alagoas também está orientando o uso da Carteira de Trabalho Digital para solicitação do Crédito do Trabalhador, uma linha de crédito oferecida pelo Governo Federal.
Para mais informações sobre as vagas disponíveis ou para oferecimento de novas vagas por empresas, entre em contato pelo WhastApp (82) 98884-8974, pelo e-mail vagas.sinealagoas@gmail.com ou pelo direct do instagram @seteqalagoas.
Maceió
Sine - Central Já! Shopping Farol
Sine - Central Já! Maceió Shopping
Sine - Central Já! Galeria em frente ao Shopping Pátio Maceió
Sine – Jaraguá
Interior
Sine - Central Já! Arapiraca - Partage Shopping
Sine - Central Já! Carajás Marechal Deodoro
Sine - Santana do Ipanema
Sine - Central Já! Porto Calvo
Sine - Central Já! União Dos Palmares
Sine - Central Já! Penedo
Sine - Central Já Delmiro Gouveia
Sine - CoruripeSine - São Miguel dos Campos
Um avião comercial da JetBlue que partia de Curaçao, no Caribe, rumo ao aeroporto JFK, em Nova York, nos Estados Unidos, precisou fazer uma manobra para evitar uma colisão com uma aeronave-tanque da Força Aérea dos EUA. O piloto do jato comercial teve de interromper a subida e reportar o incidente, que aconteceu a cerca de 4 km.
A situação aconteceu na sexta-feira (12/12) no espaço aéreo da Venezuela. Uma gravação da comunicação com o controle de tráfego aéreo revela que o comandante da JetBlue relatou que a aeronave militar cruzou diretamente a rota do Airbus comercial enquanto voava sem transponder ligado — equipamento padrão que permite a identificação e o monitoramento de altitude e posição por radares civis.
“Quase tivemos uma colisão no ar aqui em cima. Passaram diretamente na nossa rota. Não têm o transponder ligado, é escandaloso”, disse o piloto. Ele acrescentou que o avião-tanque estava a apenas duas ou três milhas de distância (cerca de 4,8 quilômetros) e na mesma altitude: “Tivemos de parar a subida”, completou.
Após a manobra evasiva do avião comercial, a aeronave militar desviou e seguiu em direção ao espaço aéreo venezuelano.
Operações militares
O incidente aconteceu em um cenário de reforço das operações militares dos Estados Unidos no Caribe, voltadas ao combate ao tráfico de drogas e ao monitoramento do governo venezuelano.
Em razão desse aumento de atividade, a Administração Federal de Aviação (FAA) havia emitido recentemente um alerta para voos civis sobre a região, recomendando cautela devido à movimentação militar intensificada.
A JetBlue informou que reportou o episódio às autoridades federais e reafirmou que os tripulantes seguiram todos os protocolos de segurança. A Força Aérea dos Estados Unidos ainda não comentou o caso.
A Polícia Civil, por meio de exames, confirmou que o corpo da mulher encontrado no fundo de um poço é de Rosa Maria da Silva, de 53 anos, morta pela filha, uma adolescente, de 14 anos, no Anaiá, no município de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Mãe e filha estavam desaparecidas desde setembro, e o caso era inicialmente tratado como desaparecimento.
Na sexta-feira (11/12), a adolescente compareceu à delegacia acompanhada de uma vizinha e confessou a autoria do crime. A Policia Civil também prendeu em flagrante o namorado dela, Marcelo Pacheco Coelho de Souza, de 41.
De acordo com informações da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá (DHNSG), sob coordenação do delegado titular Willians Batista e dos delegados adjuntos Leonan Calderado e Bruno Schaeppi, mãe e filha teriam sido mortas após desentendimentos relacionados ao relacionamento da adolescente com o acusado.
As investigações apontam que Marcelo e a adolescente agiram em conjunto, desferindo golpes com pedaços de madeira na cabeça da vítima, o que causou a morte de Rosa Maria. Em seguida, para ocultar o cadáver, o corpo foi colocado dentro de um tonel com água e levado até o quintal da residência de Marcelo, no Complexo do Anaia, onde foi lançado em um poço profundo, aterrado e concretado.
No dia 12 de dezembro, com apoio da CORE e do 20º Grupamento de Bombeiros Militar (CBMERJ), policiais realizaram diligência no local indicado pela adolescente. A operação durou mais de 15 horas, sendo necessário o uso de equipamentos específicos de obra para a retirada do tonel do poço.
Marcelo foi localizado, preso em flagrante e também confessou o crime. Ele foi conduzido à sede da DHNSG, onde foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante, onde ficará à disposição da Justiça. A adolescente foi apreendida, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Algumas especialistas em saúde definem o café da manhã como “a refeição mais importante do dia” por fornecer ao corpo o “combustível” necessário para as atividades diárias, no caso, a glicose, que é a principal fonte de energia para as células. Entretanto, manter níveis adequados dessa substância, isto é, o açúcar no sangue, pode desencadear problemas metabólicos, a exemplo da diabetes.
De acordo com o nutricionista Guilherme Lopes, um café da manhã “estruturado” tende a ajudar a manter a glicose estável ao longo do dia. “Isso evita picos de fome, queda de energia e compulsão”, garante o especialista em saúde e performance.
Segundo o pós-graduado em nutrição clínica funcional, três alimentos se destacam nesse “efeito” benéfico, sendo eles ovos, iogurte natural e cuscuz com “boa fonte de fibra.”
Alimentos
Abaixo, confira as explicações de Guilherme sobre os alimentos que deveriam ser consumidos no café da manhã e como auxiliam na regulação da glicose durante o dia:
Ovos: ricos em proteínas e gorduras boas, esses alimentos retardam a digestão e evitam elevações rápidas da glicose logo pela manhã, além de prolongarem a saciedade.
Iogurte natural: por sua vez, esse alimento oferece proteínas e uma boa combinação de nutrientes, que ajudam a reduzir o impacto glicêmico das demais opções consumidas na refeição.
Cuscuz: quando ingerido com fontes de proteínas e fibras, torna-se uma “ótima” opção de carboidrato para o café da manhã, pois a absorção fica mais lenta e, assim, evita picos de glicose.
Com relação ao cuscuz, o nutricionista faz um apontamento. “A adição de fibra, como chia ou linhaça, ou de uma proteína, a exemplo de ovo ou leite, transforma esse alimento em uma refeição equilibrada, garantindo energia estável e uma curva glicêmica mais controlada ao longo do dia”, defende.
Conforme o expert em nutrição funcional, quando esses três alimentos são “combinados de forma inteligente”, favorecem maior saciedade, um dia produtivo e com menos oscilações glicêmicas.
Dados do Ministério da Saúde, divulgados em outubro deste ano, mostram que a sífilis continua em ritmo acelerado de crescimento no Brasil, acompanhando uma tendência mundial. A situação é mais grave entre as gestantes: entre 2005 e junho de 2025, o País registrou 810.246 casos de sífilis em gestantes, com 45,7% dos diagnósticos na Região Sudeste, 21,1% no Nordeste, 14,4% no Sul, 10,2% no Norte e 8,6% no Centro-Oeste.
A taxa nacional de detecção alcançou 35,4 casos por mil nascidos vivos em 2024, o que revela o avanço da transmissão vertical, quando a infecção passa da mãe para o bebê.
Segundo a ginecologista Helaine Maria Besteti Pires Mayer Milanez, membro da Comissão Nacional Especializada em Doenças Infectocontagiosas da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a luta para controlar os números da sífilis congênita se estende desde a década de 1980.
“Na realidade, sempre tivemos problema com a questão da sífilis no Brasil. Ainda não conseguimos encarar a redução dessas cifras há muitos anos”, disse à Agência Brasil.
Apesar de ser uma doença mais fácil de diagnosticar, rastrear e barato de tratar, em relação ao HIV, por exemplo, ainda não conseguimos o enfrentamento adequado para a redução significativa entre as mulheres jovens e também em fetos recém-nascidos.
"Então, temos um problema sério no Brasil, tanto com relação à população adulta jovem e, consequentemente, na população em idade reprodutiva, e daí o aumento na transmissão vertical." Para a médica, a sífilis é um desafio que ainda não conseguiu resultados positivos, diferentemente do que foi conseguido em relação ao HIV.
Subdiagnóstico
Helaine apontou que, “infelizmente”, a população da área da saúde subdiagnostica a infecção. O exame que se realiza para fazer a identificação da sífilis através do sangue é o VDRL (do inglês Venereal Disease Research Laboratory), teste não treponêmico, mais usado no Brasil.
Ele não é específico do treponema, mas tem a vantagem de indicar a infecção e acompanhar a resposta ao tratamento. Outro teste é o treponêmico, que fica positivo e nunca mais negativo.
A ginecologista explicou que o que tem acontecido, na prática, é o profissional da saúde ao ver o exame treponêmico positivo e o não treponêmico negativo, assumir que aquilo é uma cicatriz e não precisa tratar.
“Esse é o grande erro. A maioria das grávidas estará com um teste não treponêmico ou positivo ou com título baixo. Aí, ela mantém o ciclo de infecção que infecta o parceiro sexual e seu feto dentro do útero”. A interpretação inadequada da sorologia do pré-natal tem sido um problema, segundo a médica.
Outro problema é o não tratamento da parceria sexual.
“Muitas vezes, os parceiros ou são inadequadamente tratados ou não tratados, e aí as bacatérias continuam circulando na gestante e no parceiro que não foi tratado e ele reinfecta a mulher grávida e, novamente, ela tem risco de infectar a criança.”
O não diagnóstico adequado, a não valorização da sorologia no pré-natal acabam levando ao desfecho de uma criança com sífilis congênita.
A Febrasgo promove cursos de prevenção e tratamento das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) aos profissionais de saúde, além de produzir vários materiais técnicos de esclarecimento da população de médicos para que abordem de modo adequado as pacientes.
Helaine Martinez participa ainda do grupo de transmissão vertical do Ministério da Saúde, que tem, há muitos anos, protocolo clínico e diretrizes terapêuticas da transmissão vertical de sífilis, HIV e hepatites virais. O material está disponível online para qualquer pessoa que queira acessá-lo.
“A gente fala que não é falta de informação. Mas precisa aplicar e estudar para ter o conhecimento adequado. Hoje a ocorrência de sífilis congênita é um dos melhores marcadores da atenção pré-natal”.
Infectados
A população que mais infecta agora por sífilis e HIV no Brasil é a situada entre 15 e 25 anos e também a terceira idade. “A população jove, porque caiu o medo em relação às infecções sexualmente transmissíveis, e acabou abandonando os métodos de barreir. Quanto ao HIV, não existe mais aquele terror, porque é uma doença crônica tratável. Isso fez com que os adultos jovens baixassem a guarda na prevenção das infecções sexualmente transmissíveis”.
Já a terceira idade, com o consequente aumento da vida sexual ativa, com uso de remédios como o Viagra, que melhora a performance sexual dos homens mais velhos, e a falta do receio, porque não tem o risco de gravidez, contribui para o abandono dos métodos de barreira.
Um problema sério no Brasil é que a maioria das mulheres grávidas, mais de 80%, não tem sintoma da doença durante a gestação. Elas têm a forma assintomática, chamada forma latente. Com isso, se o exame não for interpretado da maneira adequada, a doença não será tratada e ela vai evoluir para a criança infectada.
Helaine Martinez afirmou que o homem também tem grande prevalência da doença assintomática atualmente. A partir do momento em que o indivíduo entra em contato com o treponema, ele desenvolve uma úlcera genital, que pode também ser na cavidade oral. Aí, esse cancro, na maior parte das vezes, aparece no órgão genital externo, na coroa do pênis. Já na mulher, a lesão fica escondida no fundo da vagina ou no colo do útero. Não é comum ela ficar na vulva. Portanto, ela passa despercebida para a mulher.
Riscos
O que acaba acontecendo é que no homem, mesmo sem tratar a sífilis, a lesão desaparece. Se ele não tiver agilidade e buscar atendimento, a lesão pode desaparecer, ele acaba não sendo tratado e acumula alto risco de transmitir para sua parceira sexual.
Tanto a lesão da parte primária, que é o cancro, desaparece sem tratamento. Pode aparecer uma vermelhidão no corpo todo que também desaparece mesmo sem tratamento. O grande problema da sífilis é que a doença tem um marcador clínico de lesão na fase primária e secundária, mas a parte latente é assintomática e, mesmo nessa fase, o homem transmite a doença. A maioria desses homens não tem sintoma e, se não fizerem exame, não são identificados, indicou a especialista.
O único método que identifica o paciente é raspar a lesão e fazer a pesquisa do treponema porque, na fase inicial, os exames laboratoriais do sangue do paciente podem ser negativos. Mas eles positivam em média em duas ou três semanas.
A gordura abdominal é um problema comum que afeta a saúde e a autoestima de homens e mulheres em todo o mundo. Ela se acumula na região da barriga, formando uma camada de gordura em torno dos órgãos internos, conhecida como gordura visceral, que está associada a uma série de problemas de saúde, como doenças cardiovasculares e metabólicas.
1. Dieta rica em calorias vazias
Consumir alimentos ricos em calorias sem valor nutricional, como refrigerantes, salgadinhos e doces, pode levar ao ganho de gordura na área abdominal. Esses alimentos fornecem poucos nutrientes essenciais, mas muitas calorias, além de provocarem picos de glicose no sangue, aumento da fome em curto prazo e maior dificuldade no controle do peso ao longo do tempo.
2. Alto consumo de açúcares refinados
Alimentos com alto teor de açúcares refinados, como bolos, biscoitos e doces, são rapidamente digeridos, levando a picos de açúcar no sangue e subsequentes quedas, o que pode estimular o acúmulo de gordura abdominal.
3. Excesso de gordura saturada
Uma dieta rica em gordura saturada, encontrada em carnes gordurosas, laticínios integrais e alimentos fritos, pode contribuir para o ganho de gordura abdominal, além de favorecer processos inflamatórios no organismo, dificultar o controle do colesterol e aumentar o risco de doenças cardiovasculares quando consumida em excesso.
4. Consumo excessivo de álcool
O álcool é rico em calorias e, quando consumido em excesso, pode levar ao aumento da gordura na região abdominal. Além disso, também pode fazer com que o organismo retenha mais líquidos. “Como resultado, ficamos mais inchados e a pressão sobre as veias e artérias aumenta, o que pode contribuir para o surgimento de problemas vasculares como varizes e trombose”, destaca a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular.
5. Consumo de alimentos processados
Produtos ultraprocessados, geralmente ricos em açúcares, lipídios artificiais e diversos aditivos químicos, estão associados ao aumento da circunferência abdominal por estimularem o consumo excessivo de calorias e prejudicarem o equilíbrio metabólico, além de afetarem a saciedade e favorecerem escolhas alimentares menos nutritivas ao longo do dia.
6. Inatividade física
A ausência de atividade física constante desacelera o metabolismo e compromete o gasto energético diário, criando um ambiente propício para o acúmulo de gordura, especialmente no abdômen. Além disso, a falta de movimento favorece a perda de massa muscular, reduz a sensibilidade à insulina e dificulta o controle do peso ao longo do tempo, tornando a eliminação da gordura localizada ainda mais desafiadora.
7. Falta de fibras na dieta
As fibras são componentes vegetais encontrados em alimentos como frutas, legumes, cereais integrais, feijões e sementes, e possuem um papel essencial no controle do peso corporal. Quando a dieta é pobre em fibras, o organismo sente menos saciedade após as refeições, já que elas retardam o esvaziamento gástrico. Assim, há uma tendência maior de comer mais, aumentando a ingestão calórica diária.
Uma má noite de sono pode contribuir para o surgimento de gordura abdominal (Imagem: Damir Khabirov | Shutterstock)
8. Má qualidade do sono
A privação de sono eleva a liberação de hormônios como a adrenalina e o cortisol, intensificando as respostas ao estresse no organismo. Quando esses níveis permanecem altos por longos períodos, o corpo tende a armazenar mais energia na forma de gordura, especialmente na região abdominal. Além disso, dormir mal desregula hormônios ligados ao apetite, aumentando a fome e a preferência por alimentos calóricos, o que favorece ainda mais o acúmulo de gordura na barriga.
9. Comer assistindo à televisão
Comer enquanto se assiste à televisão prejudica o controle do peso porque a atenção fica voltada à tela, e não aos sinais de fome e saciedade do corpo. Isso favorece o consumo automático e em maior quantidade, além de estimular escolhas menos saudáveis, geralmente ricas em calorias e pobres em nutrientes. Esse hábito também atrapalha a digestão adequada e contribui para excessos frequentes, o que, ao longo do tempo, facilita o ganho de peso e o acúmulo de gordura abdominal.
10. Comer tomando líquido
Evitar o consumo de líquidos junto às refeições ajuda a preservar a eficiência da digestão, já que grandes volumes de bebidas podem diluir as enzimas digestivas e retardar a quebra dos alimentos. Além disso, o excesso de líquidos durante a refeição provoca distensão do estômago, gera desconforto e pode levar a uma sensação de estufamento.
11. Dietas ricas em carboidratos refinados
Uma dieta rica em carboidratos refinados, como pão branco, arroz branco, massas, bolos, doces e alimentos industrializados, pode ser uma das causas do acúmulo de gordura abdominal. Isso ocorre porque esses alimentos têm alto índice glicêmico, o que significa que eles são rapidamente digeridos e absorvidos pelo organismo, causando picos de glicose no sangue.
Quando há um aumento súbito nos níveis de glicose, o corpo libera grandes quantidades de insulina, um hormônio responsável por regular o açúcar no sangue. O problema é que a insulina também desempenha um papel importante no armazenamento de gordura.
O estado de Alagoas possui um dos três maiores preços de etanol do Brasil. Os dados são do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), e foram divulgados pelo programa Alagoas Rural desse domingo (7).
Mesmo sendo apontado pela Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Bioenergia (NovaBio) como o estado que possui a maior produção de Etanol do Nordeste ( mais de 400 milhões de litros por safra), os preços do combustível nas bombas atingiu uma média de R$5,27/L.
O preço médio do etanol em Alagoas só não é maior que nos estados do Amazonas (R$ 5,44) e Amapá (R$ 5,41).
Um banhista que visitava a praia de Collieston, em Aberdeenshire (Escócia), em 30 de novembro, deparou-se na areia com uma criatura que o deixou perplexo.
Perplexos também ficaram os cientistas com a descoberta.
"Era algo que nunca tínhamos visto", disse Catriona Reid, gerente da Reserva Natural Nacional de Forvie, à BBC.
O banhista havia alertado funcionários da reserva, onde a espécie foi achada, sobre a "aberração marinha", com ventosas enormes "muito grandes para o polvo-enrolado comum". Biólogos se dirigiram ao local e se depararam com uma espécie bizarra e ultrarrara.
Após enviar fotos da criatura misteriosa para diversas instituições, incluindo o departamento de zoologia da Universidade de Aberdeen, a equipe conseguiu identificá-la como um polvo-de-sete-braços.
Também conhecido como polvo-bolha ou septópode, o molusco é um dos maiores polvos do planeta, capaz de atingir cerca de 3,35 metros de comprimento, segundo o site "Livescience".
Eles habitam águas profundas, abaixo de 500 metros da superfície, e são tão raros que apenas quatro foram vistos vivos nos últimos 40 anos.