
Centenas de pessoas em todo o Japão iniciaram um processo contra o governo, nesta quinta-feira (18), para exigir indenizações por sua inação diante das mudanças climáticas, informou o advogado que apresentou a ação. “Acabamos de apresentar nossa ação e as evidências ao tribunal. Nosso recurso foi oficialmente aceito para tramitação”, declarou à AFP o advogado Akihiro Shima, que argumenta que a inação do governo é inconstitucional.
A demanda histórica critica as medidas “gravemente insuficientes” do Japão diante das mudanças climáticas, que colocam em risco a saúde e a vida dos quase 450 signatários da iniciativa. Um deles, o construtor Kiichi Akiyama, afirmou que o calor persistente faz com que sua equipe precise trabalhar de modo mais lento, o que gera “enormes prejuízos” para sua empresa. “Já tivemos casos em que pessoas desmaiam no campo ou caem mortas após voltar para casa”, disse o japonês de 57 anos.
Antes do processo anunciado nesta quinta-feira, outras cinco ações por causas climáticas foram apresentadas nos tribunais japoneses, incluindo uma contra usinas termelétricas a carvão, informou a professora Masako Ichihara, da Universidade de Kyoto, que acompanha as demandas judiciais em todo o país.
Contudo, segundo a professora e os advogados envolvidos, esta é a primeira ação que busca indenizações do Estado devido às mudanças climáticas. “As medidas tomadas pelo réu contra as mudanças climáticas são extremamente inadequadas e, como resultado, estão violando os direitos do demandante a uma vida pacífica e a desfrutar de um clima estável”, afirma o resumo da ação, obtido pela AFP.
O Japão sofreu neste ano o verão mais quente desde o início dos registros em 1898. Os demandantes alegam que as ondas de calor provocam perdas econômicas, prejudicam as plantações e deixam muitas pessoas expostas a golpes de calor debilitantes. Akiyama, que frequentemente trabalha sob calor intenso, diz que sua equipe leva até o triplo do tempo previsto para concluir seus projetos.
“Mal consigo cavar com uma pá por 10 minutos sem ter que sentar para descansar”, disse. “Não estaríamos nesta situação terrível se o governo tivesse mais iniciativa para adotar políticas climáticas”.
O porta-voz do governo japonês, Minoru Kihara, não comentou a ação, mas destacou que o Japão aprovou metas “ambiciosas” de redução de emissões, compatíveis com a meta de 1,5 °C do Acordo de Paris.
Processos similares foram apresentados em outros países, incluindo um na Coreia do Sul, onde jovens ambientalistas venceram o primeiro caso do tipo na Ásia, quando um tribunal decidiu no ano passado que muitas metas climáticas são inconstitucionais. Na Alemanha, as metas climáticas também foram declaradas insuficientes e inconstitucionais em 2021.
O processo no Japão busca uma compensação de mil ienes (US$ 6,5, R$ 35) por demandante. O advogado principal afirmou que os autores querem destacar “a questão da responsabilidade do país”, mais do que o dinheiro.
A professora Ichihara reconheceu que há poucas possibilidades de vencer no tribunal, mas “se o objetivo é chamar a atenção da opinião pública” pode ter sucesso por ser algo de fácil identificação para as pessoas. O Japão estabeleceu como objetivo reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 60% até 2035 e 73% até 2040, na comparação com os níveis de 2013.
As metas estão consideravelmente abaixo dos objetivos globais apontados no relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e não são vinculantes, segundo a ação.
A influenciadora Virginia Fonseca, 26, compartilhou com os seguidores o resultado de seu rosto três dias após se submeter a um procedimento que o deixou em "carne viva".
Na noite da última quarta-feira (17), a apresentadora publicou uma foto da face menos avermelhada. "Atualizações da pele", escreveu ela exibindo a aparência sem maquiagem.
Antes, a rainha de bateria da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio explicou que os procedimentos foram feitos em etapas. Primeiro, ela realizou um tratamento corporal na região do abdômen, voltado para estimular os músculos e melhorar a aparência da pele com o uso de radiofrequência.
Em outro momento, passou por um procedimento facial indicado para acalmar a pele, reduzir inflamações e auxiliar na regeneração.
A sequência incluiu ainda uma técnica com radiofrequência monopolar, aplicada para amenizar a flacidez e deixar o contorno do rosto mais definido. O tratamento foi finalizado com um método focado na uniformização da textura da pele e na cicatrização, etapa que acabou provocando a reação mais forte.
Veja a publicação de Virginia:

Nos últimos anos, a dor nas costas passou a fazer parte do cotidiano de uma parcela cada vez mais jovem da população brasileira. Dados do SUS revelam um aumento expressivo nos atendimentos não apenas entre adultos, mas também entre adolescentes e até crianças no fim da infância. O fenômeno preocupa especialistas, que enxergam no estilo de vida moderno — marcado por longos períodos sentados, excesso de telas, sedentarismo e sobrecarga física inadequada — uma combinação explosiva para o surgimento de lesões.
Para entender por que o problema se disseminou tão rapidamente e como identificar os sinais de alerta, conversei com o ortopedista e cirurgião de coluna André Evaristo Marcondes, do Hospital Sírio-Libanês. Mestre em Saúde Pública Global pela University of Limerick, ele explica por que dois extremos do comportamento atual — o sedentarismo e o treino intenso sem orientação — têm produzido uma geração mais vulnerável à dor lombar e cervical.
O que explica o aumento tão acentuado dos atendimentos por dor nas costas entre jovens?
O crescimento se deve principalmente a dois grupos distintos. De um lado, jovens mais sedentários, com sobrepeso e obesidade, que passam longos períodos sentados e em posturas inadequadas, o que fragiliza a musculatura. De outro, jovens que treinam intensamente — musculação, esportes, crossfit — mas sem a orientação necessária. Embora a prática esportiva seja positiva, o excesso ou a execução incorreta pode gerar lesões musculares e do disco intervertebral. Esses dois extremos, embora opostos, têm levado ao aumento expressivo das queixas.
Entre os pacientes de até 19 anos, quais são os principais fatores de risco ligados ao estilo de vida moderno?
O sedentarismo é hoje um dos principais vilões. Somam-se a ele o hábito de permanecer sentado por longos períodos, muitas vezes em hiperflexão da lombar, e o uso prolongado do celular com o pescoço inclinado. Além disso, noites maldormidas, fraqueza muscular e obesidade ampliam de forma significativa o risco de dor nas costas nessa faixa etária.
Quais são os primeiros sinais de alerta que indicam que a dor não é apenas um desconforto passageiro?
Alguns sinais merecem atenção imediata. Dor persistente por mais de quatro a seis semanas, dor intensa que limita as atividades, irradiação para as pernas acompanhada de formigamento ou fraqueza, alterações urinárias ou intestinais, dor noturna que acorda o paciente, perda de peso inexplicada e febre associada à dor. A presença de irradiação, perda de força e alterações urinárias ou intestinais, especialmente quando surgem de forma aguda, exige avaliação rápida. “Hoje temos jovens sedentários e, ao mesmo tempo, jovens que treinam demais. Os dois extremos adoecem a coluna.”
O tempo excessivo sentado e o uso intensivo de telas têm impacto direto na coluna?
Sim. A inclinação do pescoço ao olhar para o celular aumenta de forma relevante a carga sobre os discos cervicais. Já permanecer muito tempo sentado, sobretudo em postura de hiperflexão lombar, pode elevar a pressão sobre o disco lombar para mais de duas vezes o peso corporal. A falta de atividade física agrava o quadro, pois enfraquece a musculatura responsável por estabilizar a coluna.
Quais recomendações funcionam melhor para jovens adultos e adolescentes?
A prevenção envolve atividade física regular que inclua exercícios aeróbicos e fortalecimento muscular. Uma musculatura estabilizadora forte distribui melhor a carga e reduz o risco de lesões. Ajustes simples ajudam muito: manter o celular na altura dos olhos, sentar com a coluna ereta, usar cadeiras com apoio lombar e evitar longos períodos sentado ou deitado com o tronco fletido, quando o corpo fica dobrado para frente.
Quais erros mais comuns você observa entre os jovens no manejo da dor?
O principal erro é não procurar atendimento médico, acreditando que a dor é normal. Identificar a causa e tratar corretamente são passos essenciais para evitar agravamentos. Outro erro recorrente é negligenciar o fortalecimento muscular. Alguns permanecem sedentários, enquanto outros se dedicam apenas a exercícios aeróbicos, que são importantes, mas insuficientes para proteger a coluna quando feitos isoladamente.
A dor nas costas em jovens pode indicar doenças mais graves?
Embora pouco comum, pode, sim, estar associada a quadros mais sérios. Além de causas musculares e discais, é necessário considerar doenças inflamatórias como espondilite anquilosante, infecções da coluna, hérnias discais graves com perda de força ou alterações urinárias e intestinais, alterações estruturais como espondilolistese e escolioses importantes, além de tumores. Sinais neurológicos ou dores persistentes e incapacitantes são indicativos de investigação imediata.
Como a saúde da coluna deveria ser abordada em escolas, empresas e na sociedade?
O tema deveria ser tratado como prioridade, já que as doenças da coluna estão entre as principais causas de afastamento do trabalho. Há informação disponível, mas ela não chega ao público de forma clara. Campanhas educativas em escolas, universidades, empresas e redes sociais podem aproximar especialistas e orientar sobre prevenção, postura, fortalecimento e prática esportiva com acompanhamento adequado. Em caso de dor persistente, a recomendação é sempre buscar um especialista em coluna.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou na segunda-feira (15/12) uma série de decisões que limitou a venda de produtos falsificados e irregulares. Entre eles estão incluídos produtos que alegavam capacidades terapêuticas que não tinham, como o “Mounjaro natural” e um suplemento para tratar candidíase, o que é proibido.
A medida suspende a comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e consumo das marcas em todo território nacional. Entre os produtos atingidos estão:
O órgão também reforçou que consumidores devem interromper o uso dos produtos listados e que pontos de venda digitais e eletrônicos devem retirar a marca de seus estoques. A agência destacou que irregularidades sanitárias envolvem riscos à saúde pública, sobretudo quando itens prometem benefícios terapêuticos sem comprovação ou autorização.
Entre as proibições, estão as restrições de todos os lotes de medicamento clandestino da marca Seiva Real, que comercializa o chamado “Mounjaro natural”. A fiscalização comprovou propaganda e anúncio de venda do produto, que além de ser um fitoterápicos sem registro, alegava poderes terapêuticos que não possui, semelhantes ao da famosa caneta emagrecedora.
O produto vinha sendo divulgado nas redes sociais como alternativa ao medicamento original utilizado no tratamento de diabetes e emagrecimento. De acordo com a Anvisa, não existe qualquer autorização sanitária para comercialização desse item, apesar das promessas terapêuticas veiculadas na publicidade.
A ação de fiscalização também atingiu o produto clandestino conhecido como “Ex Magrinha; Ex Magro(a)”. Fabricado por origem desconhecida, o item foi proibido em todas as etapas da cadeia. O produto era apresentado como suplemento alimentar, embora se enquadre como falso medicamento.
A agência ressaltou que itens com apelo ao emagrecimento costumam explorar expectativas do público e circular amplamente em ambientes digitais, mesmo que com a ausência de autorização seja impossível avaliar os riscos associados ao consumo.

No caso da Pharmacêutica Indústria e Laboratório Nutracêuticos Ltda., a Anvisa apontou falta de regularização junto ao órgão competente. A fiscalização identificou presença de elementos não autorizados em alimentos e ausência de registro sanitário para suplemento alimentar de probiótico, como era vendido.
Ainda entre os produtos que tiveram restrição completa, a R.T.K Indústria de Cosméticos e Alimentos Naturais teve todos os produtos suspensos. A decisão ocorreu após resultado insatisfatório em inspeção relacionada às boas práticas de fabricação. A Anvisa informou que falhas nesse processo comprometem segurança e qualidade dos itens disponibilizados ao público, o que justifica retirada integral da linha até regularização.
Já o suplemento Supra Ômega 3 TG 18 EPA/12 DHA + Vitamina E, da marca Global Suplementos, teve proibição do lote 071A já que a Akron Pharma Ltda., responsável pela fabricação do produto original, não o reconhece. O item era comercializado por meio da plataforma Shopee. A Anvisa constatou diferenças no material de rotulagem, com qualidade e acabamento distintos do padrão reconhecido.
Outro alvo da fiscalização foi o suplemento alimentar Candfemm. O produto, de empresa sem identificação conhecida, não possui registro junto à Anvisa, apesar de alegar conter probióticos destinados à saúde vaginal e intestinal. A propaganda veiculava promessas não aprovadas, entre elas a expressão “eliminar a candidíase”. Esse tipo de alegação terapêutica não é permitida para suplementos alimentares.
Um homem denunciou que foi vítima de ameaças junto com um amigo por outro homem na noite de quarta-feira (17), em Arapiraca.
Segundo a Polícia Militar, os dois voltavam para casa quando foram abordados pelo suspeito. Ele estava em um veículo, teria descido e começado a gritar, afirmando que iria cortar o pescoço das vítimas, além de dar um tapa em um deles.
Uma das vítimas ainda relatou que o suspeito foi até a sua casa portando uma faca e disse que iria "furar de faca" os dois.
A Polícia Militar compareceu à residência do suspeito e confeccionou o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
O segundo semestre de 2025 ficou marcado pelo aumento da pressão de Donald Trump contra Nicolás Maduro, agora classificado pelos Estados Unidos como o chefe de um cartel de drogas venezuelano.
Depois de uma reeleição conturbada e contestada pela comunidade internacional, Maduro tomou posse da presidência da Venezuela em 10 de janeiro. No mesmo dia, o governo dos EUA, naquela época ainda comandada pelo democrata Joe Biden, aumentou a recompensa por informações que levassem à captura do líder chavista para US$ 25 milhões (cerca de R$ 150 milhões).
Decisão que Trump tomou como exemplo no que seria o início da ofensiva contra o herdeiro político de Hugo Chávez.
O que está acontecendo?
Em agosto, os EUA iniciaram uma mobilização militar na América Latina e Caribe.
O objetivo declarado é combater o tráfico de drogas que passa na região rumo ao território norte-americano.
As operações tiveram início em 2 de setembro, quando o primeiro barco foi atacado por forças dos EUA no Caribe. Desde então, cerca de 26 outras embarcações também já foram bombardeadas na região, por estarem supostamente envolvidas no tráfico internacional de drogas. Provas concretas das ligações ainda não se tornaram públicas.
Em meio à ofensiva, Nicolás Maduro é um dos principais alvos das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do cartel de Los Soles, mesmo grupo recentemente classificado por Washington como organização terrorista internacional.
Retomada da “política hostil”
Era fevereiro quando Trump reverteu uma decisão do antecessor, Joe Biden, e retomou uma série de sanções contra o setor petrolífero venezuelano.

Na época, o novo presidente dos EUA decidiu retirar uma licença que o governo chavista havia conseguido para negociar o petróleo do país com grandes empresas norte-americanas, como a Chevron, apesar do embargo econômico.
Segundo Washington, a decisão de retomar as sanções foi motivada pelo pleito venezuelano, e o não cumprimento de um acordo para eleições livres no país. O que, na visão de Donald Trump, não foi cumprido por Maduro.
Jogo de morde e assopra
Mesmo com a postura enérgica contra o governo chavista, e o reconhecimento do opositor Edmundo González como o presidente eleito, os EUA continuaram negociando com a administração Maduro.
Em julho, Trump deu aval para o retorno da petrolífera norte-americana Chevron ao mercado venezuelano, após a empresa e os dois países serem afetados pelas sanções norte-americanas contra o petróleo da Venezuela.
Discussões sobre as novas políticas de imigração norte-americanas, um dos principais alvos do primeiro ano do segundo mandato do republicano, também estiveram em pauta.
Um dos episódios girou em torno da deportação de venezuelanos que viviam como imigrantes ilegais nos EUA, que foram enviados para uma megaprisão em El Salvador. Eles foram acusados — sem provas concretas — de integrarem a facção Tren de Aragua (TdA).

Os venezuelanos foram libertados ainda em julho, e retornaram para o país de origem após negociações diplomáticas, que também envolveram a libertação de norte-americanos detidos na Venezuela.
Chefe de cartel e recompensa de US$ 50 milhões
Dias após as negociações bem sucedidas sobre a Chevron e da troca de prisioneiros, Washington voltou a subir o tom contra Nicolás Maduro.
Crítico do governo chavista desde os tempos de congressista, o chefe da diplomacia de Trump, Marco Rubio, classificou a presidência de Maduro como não legítima. As críticas, porém, não se limitaram ao âmbito político. No mesmo comunicado, publicado nas redes sociais em 27 de julho, o secretário de Estado dos EUA classificou o líder venezuelano como chefe do cartel de Los Soles.
A acusação pavimentou o caminho para que Washington ligasse Maduro não só ao tráfico de drogas, como também ao terrorismo, com bases em novas diretrizes da política externa norte-americana.
Logo nos primeiros meses do segundo mandato, Trump implementou uma nova política que passou a classificar grupos com relação ao tráfico de entorpecentes como organizações terroristas internacionais.
Na prática, a mudança criou precedentes para operações militares dos EUA em outros países, sob a justificativa de combater o terrorismo — como já aconteceu em países como o Afeganistão, Síria e Líbia.
“Não podemos continuar tratando esses caras como se fossem gangues locais. Eles têm armas como terroristas ou até mesmo exércitos. Controlam territórios em alguns casos”, disse Rubio em entrevista na época. “O que muda [com a classificação de terroristas] é que nos dá autoridade legal para atacá-los da maneira como conseguirmos”, complementou.
Na esteira das acusações contra Maduro, Trump decidiu seguir a política que já vinha sendo adotada pelo ex-presidente Joe Biden, e aumentou a recompensa pelo presidente da Venezuela para US$ 50 milhões.
Mobilização militar
A retórica agressiva de Trump saiu do campo das palavras para a vida real em meados de agosto, quando a imprensa norte-americana revelou ordens do presidente dos EUA para uma mobilização militar na América Latina e Caribe.
O primeiro passo foi o envio de fuzileiros navais, transportados em uma frota de navios de guerra, para a região. Com a missão, segundo o Pentágono, de combater grupos criminosos que transitavam pelas águas caribenhas, próximas à região costeira da Venezuela.
Em meio a movimentação militar, bastaram poucos dias para a primeira ação concreta de forças norte-americanas na América Latina. Em 2 de setembro, Trump anunciou que um barco, supostamente transportando drogas da Venezuela para os EUA, foi bombardeado no Caribe. Este seria apenas o pontapé inicial para as operações contra embarcações na região.
Naquele momento, a região latino-americana ainda não era alvo de uma operação militar oficial dos EUA — ainda que a frota de navios de guerra norte-americanos tenha recebido o reforço de caças F-35, de um submarino nuclear e do porta-aviões USS Gerald R. Ford.
Os movimentos provocaram reações do presidente Nicolás Maduro, que também passou a organizar a Venezuela militarmente, por forças oficiais ou milícias locais ligadas ao governo, para a proteção do país.
Operação Lança do Sul
No fim de outubro, Trump subiu o tom e revelou que os bombardeios nas águas da América Latina poderiam evoluir para operações por terra, conforme treinamentos de marines dos EUA mobilizados para a área já indicavam.
Em 13 de novembro, porém, a ofensiva ganhou um caráter oficial. Por meio de um comunicado divulgado na rede social X, o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, anunciou o lançamento da operação militar Lança do Sul.
Sob ordens de Trump, o secretário de Guerra dos EUA afirmou que a decisão visava aumentar os esforços norte-americanos na região contra “narcoterroristas”.
Cerco contra a Venezuela
Enquanto forças norte-americanas atacavam barcos em águas caribenhas, e do Oceano Pacífico, Trump aumentou o cerco contra a Venezuela no fim de novembro.
Aumentando o risco de possíveis ataques contra a Venezuela, o presidente dos EUA declarou o espaço aéreo do país como “totalmente fechado”, sem dar maiores detalhes sobre o polêmico anúncio.
Já em 10 de dezembro, os EUA voltaram a atingir o governo Maduro de forma direta, após a apreensão de um navio petroleiro na região costeira da Venezuela. Sancionada por Washington, a embarcação estaria envolvida no transporte de petróleo venezuelano para o Irã, outro país alvo de retaliações econômicas e embargo por parte de Washington.
O caso mobilizou a chancelaria da Venezuela, que acionou o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), e denunciou o ato como “pirataria”.
Mirando novamente o setor petrolífero da Venezuela, país detentor das maiores reservas do combustível fóssil ao redor do mundo, Trump anunciou nesta semana um novo bloqueio contra o país liderado por Maduro. Desta vez marítimo, que busca impedir a entrada ou saída de navios sancionados pelos EUA na Venezuela.
Em uma mensagem divulgada na Truth Social, o líder norte-americano voltou a acusar Maduro de ter ligações com o tráfico de drogas. E, sem deixar claro do que se referia, afirmou que a medida também foi motivada roubo de “petróleo, terras e outros bens” dos EUA, assim como por “terrorismo, tráfico de drogas e tráfico de pessoas” pelo governo Maduro.
Segundo o presidente republicano, a Venezuela está atualmente “cercada pela maior armada já reunida na história da América do Sul”. Por isso, o cerco contra o país só deve ser encerrado quando o “petróleo, terra ou quaisquer outros ativos” norte-americanos forem devolvidos. Até o momento, contudo, a administração Trump ainda não deixou claro sobre bens dos EUA que teriam sido apropriados pelo governo Maduro.
A polícia informou que o homem suspeito de matar um colega de trabalho após uma discussão em uma obra de escola, no município de Branquinha, mantinha um arsenal em casa. Durante diligências realizadas após o crime, equipes policiais estiveram na residência do suspeito, onde encontraram diversas armas e munições.
No local, foram apreendidas 28 armas de fogo artesanais, utilizadas como armadilhas de caça, além de cinco facas de tamanhos variados, 194 munições (sendo duas deflagradas), e 167 espoletas. Todo o material foi recolhido e encaminhado ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de União dos Palmares.
O crime ocorreu nessa quarta-feira (17), após uma discussão entre colegas de trabalho em uma obra de escola em Branquinha. A vítima foi identificada como Maxum de Oliveira Cordeiro, de 42 anos. Segundo informações apuradas, após o desentendimento, o suspeito teria ido até a própria residência, retornado armado e efetuado um disparo contra o colega.
Após o crime, o homem fugiu e segue foragido. A Polícia Civil investiga o caso e realiza buscas para localizar o suspeito. A polícia reforça que informações que possam contribuir com as investigações podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (18) a Operação 2 Rivers para combater crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes. A ação resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão no município de Dois Riachos, no interior de Alagoas.
A investigação começou a partir de uma força-tarefa voltada à identificação de vítimas, após a análise de vídeos armazenados pelo suspeito.
Segundo a PF, por meio de reconhecimento facial, os investigadores conseguiram localizar a criança vítima dos abusos.
O homem preso pode responder pelos crimes de estupro de vulnerável, além de aquisição e compartilhamento de material de abuso sexual infanto juvenil.
Andressa Urach convocou Luana Piovani para uma missão inusitada: a vice Miss Bumbum quer a atriz como protagonista de um filme biográfico sobre sua vida. A produção nunca foi confirmada oficialmente, mas a possibilidade já movimentou as redes sociais.
Tudo aconteceu no começo desta semana, quando Andressa compartilhou um vídeo em que Luana fala sobre o assassinato de Ângela Diniz e o machismo no julgamento que condenou o criminoso a apenas dois anos de prisão. O registro era uma divulgação da série “Ângela Diniz: Assassinada e Condenada”, da HBO Max.
“Sou fã dela! Se um dia fizer um filme, queria ela pra ser a atriz!”, escreveu Andressa em seu perfil no Instagram.
“Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo”, disseram os Três Reis Magos em Mateus 2:2, na Bíblia. Segundo o relato, a famosa Estrela de Belém, também pendurada como símbolo em árvores de Natal, guiou os Magos até o local de nascimento de Jesus de Nazaré.
A localização exata do recém-nascido foi precisamente indicada pela estrela, que permaneceu imóvel sobre a manjedoura: “E eis que a estrela que tinham visto no oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino”, acrescenta Mateus 2:9.
Por décadas, astrônomos e historiadores têm tentado encontrar uma explicação científica para o fenômeno descrito no Evangelho de Mateus.
Embora na Bíblia seja apresentado como uma estrela, devido à sua tradução do grego “astera”, a hipótese mais aceita pelos cientistas sustenta que poderia ter sido uma conjunção planetária entre Júpiter e Saturno.
Segundo diversas fontes, como apontado pela publicação científica IFLScience, o Evangelho de Mateus — o único que menciona a estrela — foi escrito décadas após a vida de Jesus, por volta de 85 d.C.
Em 1305, o artista italiano Giotto di Bondone pintou o afresco A Adoração dos Magos, inspirado pela passagem do cometa Halley em 1301, retratando a “Estrela de Belém” com a forma nítida de um cometa.
Agora, uma nova pesquisa de Mark Matney, cientista planetário da Nasa, sugere que a estrela bíblica pode, na verdade, ter sido um cometa da Nuvem de Oort, região nas fronteiras do Sistema Solar.
“Este é o primeiro candidato astronômico para a estrela já identificado, que poderia ter tido um movimento aparente correspondente à descrição de Mateus, onde a estrela ‘guiou’ os Magos em sua jornada para Belém até ‘parar’ sobre o local onde estava o Menino Jesus”, observa Matney.
Em um artigo publicado em 3 de dezembro no Journal of the British Astronomical Association, Matney citou documentos chineses que descrevem o avistamento de um cometa em 5 a.C.
O cientista sugere que, se o cometa tivesse passado tão perto da Terra quanto a distância até a Lua, ele poderia ter dado a impressão de estar estacionário, o que estaria de acordo com o relato bíblico.
“Se um objeto interplanetário passasse perto da Terra na velocidade, direção, distância, posição e momento certos, seria possível que seu movimento coincidisse temporariamente com a velocidade de rotação da Terra e a contrabalançasse”, sugere Matney.
“Tal objeto poderia parecer ‘parar’ temporariamente exatamente sobre uma localização geográfica específica por várias horas”, acrescenta.
No entanto, os registros chineses mencionados indicam que o cometa permaneceu na mesma constelação por cerca de 70 dias, um comportamento difícil de explicar para um cometa típico.
Em declarações compiladas pela Scientific American, Ralph Neuhäuser, astrofísico da Universidade Friedrich Schiller de Jena, na Alemanha, alerta que esse tipo de documento histórico é impreciso: “Em geral, quanto mais antigo o registro, menos informações são preservadas”.
Matney reconhece essas limitações e admite que mais fontes seriam necessárias para fortalecer a hipótese. Mesmo assim, seu trabalho reabriu o debate científico sobre a origem da Estrela de Belém.
Um sarau literário, ocorrido no Ginásio da Escola Municipal Marinete Neves, marcou o fim do projeto pedagógico “Pé de Leitura na Educação Infantil” no ano letivo de 2025. O projeto, desenvolvido pela Coordenação Geral da Educação Infantil da Rede Pública Municipal de Palmeira dos Índios, teve o encerramento marcado por um lindo momento de confraternização e partilha de aprendizagem entre os alunos, que foram prestigiados por toda a comunidade escolar.
Foto: Wendric Diego
Ao todo, 25 instituições de Educação Infantil participaram do projeto, que envolveu aproximadamente 3.000 crianças, com idades entre 0 e 5 anos e 11 meses, matriculadas nas turmas de creche e pré-escola da rede pública municipal. A iniciativa “Pé de Leitura na Educação Infantil” orientou o trabalho pedagógico das turmas dos Centros de Ensino Infantis (CEIs) ao longo de todo o ano, com foco na promoção da leitura desde os primeiros anos de vida.
De acordo com a coordenadora geral da Educação infantil Salézia Cavalcante, o resultado do projeto foi considerado satisfatório. “Ficamos muito felizes de observar os efeitos desta prática de aprendizagem entre os alunos e como eles foram impactados pela magia da literatura”, disse.
O projeto teve como principal objetivo proporcionar experiências significativas por meio da inserção da leitura literária na rotina diária de bebês e crianças pequenas. A proposta reforça a importância do contato precoce com os livros para o desenvolvimento do pensamento, da imaginação, da linguagem e da construção de vínculos afetivos.
Ciente da importância de ações como esta para a Rede Municipal de Ensino, a secretária municipal de Educação Renilda Pereira enfatizou a importância da atividade. “Ao associar a leitura a temáticas com equidade, expressão artística e brincadeiras simbólicas, o projeto promoveu um ambiente alfabetizador rico em experiências sensoriais, interativas e inclusivas, respeitando as diferenças e valorizando a diversidade presente nas unidades de ensino”, disse Renilda.
As festas de fim de ano e o período de férias familiares costumam ser marcados por viagens, encontros e momentos de lazer. Para quem convive com alguma doença cardíaca, no entanto, esse período exige atenção redobrada. Pensando nisso, o cardiologista Felipe Fraga, do Hospital do Coração Alagoano, em Maceió, orienta sobre os principais cuidados que os cardiopatas devem adotar antes e durante a viagem, garantindo mais segurança e tranquilidade para toda a família.
Antes de sair de casa, é fundamental organizar a medicação. O especialista recomenda levar a quantidade necessária para todo o período da viagem e, sempre que possível, incluir uma reserva extra para eventuais imprevistos.
“Outro ponto essencial é portar um relatório médico que descreva a condição cardíaca e a receita atualizada com todas as medicações em uso. Esses documentos são importantes caso o paciente precise de atendimento em outra unidade de saúde”, explicou o cardiologista.
Manter-se hidratado é uma orientação válida para todos, especialmente para quem vai viajar para regiões mais quentes. No entanto, pacientes com insuficiência cardíaca devem conversar previamente com o cardiologista para saber qual a quantidade adequada de líquidos, respeitando as particularidades da doença.
Atenção redobrada com crianças cardiopatas
Durante as viagens, os cuidados devem ser ainda maiores com crianças que têm doenças cardíacas, segundo especificou o especialista. “Os responsáveis precisam ficar atentos a sinais de alerta, como respiração ofegante, alteração na coloração da pele — que pode ficar arroxeada ou azulada —, tontura ou sensação de desmaio”.
Na presença de qualquer sintoma incomum ou dúvida, a orientação é procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo.
Viagens longas e risco de trombose
Em deslocamentos prolongados, seja de carro, ônibus ou avião, o cardiologista reforça a importância de se movimentar a cada duas horas. “Caminhar, alongar as pernas e realizar exercícios simples, como ficar na ponta dos pés, ajudam a reduzir o risco de eventos trombóticos”, orienta.
Segundo ele, o uso de meias elásticas compressivas também pode ser indicado. “Para pacientes com maior risco de trombose, é fundamental conversar com o médico, pois pode haver necessidade de medicação anticoagulante no dia da viagem”, frisa Felipe Fraga.
Segundo o cardiologista, o principal cuidado é o planejamento. Conversar com o cardiologista antes de definir o roteiro da viagem permite ajustes no tratamento e evita intercorrências. “Com organização e acompanhamento médico, é possível aproveitar as festas com mais saúde, segurança e tranquilidade”, reforça Felipe Fraga.
O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) já definiu as datas de pagamento de aposentadorias, pensões e demais benefícios previdenciários em 2026. Os valores começam a ser depositados pelo instituto nas contas dos segurados no final de janeiro, conforme calendário do instituto.
Os beneficiários recebem o dinheiro conforme o valor e o número final do benefício, sem considerar o dígito verificador. Aposentados com direito a um salário mínimo têm o depósito antes. Quem ganha acima do mínimo até o teto da Previdência Social recebe depois.
CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DO INSS EM 2026
Os depósitos da Previdência Social são feitos conforme o mês de competência. As competências de um mês começam a ser pagas no final dele e seguem até o início do outro mês. Por exemplo: a competência de dezembro começa a ser liberada no final de dezembro e vai até o início de janeiro.
REAJUSTE DOS BENEFÍCIOS
Os benefícios do INSS devem ser reajustados no início do ano, após a divulgação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Quem recebe um salário mínimo terá o aumento acima da inflação, conforme a política de valorização do governo federal.
SALÁRIO MÍNIMO
Quem tem direito ao salário mínimo receberá o novo valor, de R$ 1.621, já confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento. O reajuste final ainda deve ser aprovado pelo Congresso e publicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas representa um aumento de R$ 103, o que dá 6,78%. Hoje, o piso nacional está em R$ 1.518.
O valor leva em conta a nova regra de reajuste do salário mínimo, que garante aumento real, mas limitado ao arcabouço fiscal, e considera a inflação de 4,18% medida pela INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
O índice foi divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) na quarta-feira (10). O reajuste é menor do que o previsto anteriormente pelo governo, de R$ 1.631 e que chegou a cair para R$ 1.627, por conta da inflação registrada neste ano entre os meses de janeiro e novembro.
FERIADOS BANCÁRIOS
Os pagamentos do INSS costumam ser interrompidos quando há feriados bancários, mas o calendário nacional, em geral, já vem formatado prevendo os feriados. Com isso, o segurado terá a certeza de que receberá o benefício no dia especificado pelo INSS.
Nos feriados estaduais ou municipais, os depósitos não são interrompidos e, mesmo que não haja expediente em bancos, os valores estão disponíveis para saques em caixas eletrônicos e transferências, além de movimentações pela internet.
COMO MOVIMENTAR OS VALORES?
Os pagamentos podem ser movimentados conforme o tipo de conta escolhida pelos beneficiários. Em caso de conta aberta apenas para receber a aposentadoria, pensão, auxílio ou BPC, o saque é feito no caixa eletrônico. Com isso, mesmo em feriados, é possível ter acesso aos valores, caso já tenham sido depositados.
Dois homens foram presos em flagrante durante a Operação Lei Seca, nessa terça-feira (16), no município de Marechal Deodoro, após a constatação de motocicletas sem placa e com indícios de adulteração nos sinais identificadores, como chassi incompatível com a nota fiscal e numeração de motor e chassi raspadas. As abordagens ocorreram na Rodovia Dr. Ib Gatto Marinho Falcão.
Na primeira ocorrência, os agentes abordaram uma motocicleta que circulava sem placa. O condutor foi submetido ao teste do etilômetro, que apresentou resultado negativo para ingestão de álcool. No entanto, durante a verificação veicular, foi constatado que o veículo possuía indícios de adulteração nos sinais identificadores.
O chassi apresentado não correspondia à nota fiscal exibida pelo condutor e o veículo possuía queixa de roubo/furto, o que motivou a prisão em flagrante.
A segunda prisão ocorreu após a abordagem de outra motocicleta que também circulava sem placa e apresentava os números do motor e do chassi raspados, impossibilitando a identificação do veículo. O condutor informou ter adquirido a motocicleta por meio de uma troca feita no município de Marechal Deodoro.
Diante da irregularidade, ele foi preso em flagrante pelo crime de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, e o veículo foi apreendido para os procedimentos legais.

Os dois homens foram conduzidos à Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Maceió. As motocicletas foram apreendidas e encaminhadas ao pátio do Departamento Estadual de Trânsito de Alagoas (Detran/AL).
A fiscalização integrou a Operação Rodovida, lançada oficialmente nessa terça, com o objetivo de reforçar as ações de prevenção de sinistros de trânsito no fim de ano.
Um homem foi preso nesta segunda-feira (15/12) pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), por queimar a enteada de apenas 4 anos com um isqueiro. A mãe da criança também foi presa por não ter denunciado as agressões. A prisão foi executada pela 18ª Delegacia de Polícia, em Mara Rosa (GO).
De acordo com as investigações e laudo médico de corpo e delito, a menina era constantemente torturada pelo padrasto, sofrendo queimaduras de segundo grau. Os agentes afimaram que o autor tinha a guarda da criança e é o responsável direto pelas torturas, já a mãe se omitia a situação. Foi revelado ainda que o histórico de ataques era antigo, o que mostra um elevado grau de crueldade e periculosidade dos agressores.
Em nota, a PCGO informou que diante da gravidade dos fatos; da vulnerabilidade da vítima; da prática habitual do crime, a justiça declarou a prisão preventiva dos responsáveis pela menina. Os autores foram conduzidos até uma unidade prisional de Uruaçu (GO) e estão a disposição da justiça.
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O fisiculturista Wang Kun, um dos principais nomes da modalidade na China, morreu repentinamente aos 30 anos. A informação foi confirmada pela Associação Provincial de Fisiculturismo de Anhui, que apontou um possível problema cardíaco como causa da morte.
Wang era atleta profissional da Liga Profissional da Federação Internacional de Fisiculturismo e Fitness (IFBB) e construiu uma trajetória dominante no esporte. Ele conquistou oito títulos consecutivos do Campeonato Nacional de Fisiculturismo da CBBA, feito que o consolidou como um dos competidores de elite do país.
Em declarações anteriores, o atleta afirmava ter levado uma “vida de monge” durante cerca de uma década para alcançar o alto rendimento. Relatava uma rotina rigorosa de treinos e dieta restrita, baseada principalmente em peito de frango cozido e carne com molho de soja. Em datas festivas, como o Ano Novo Chinês, dizia optar por permanecer treinando em vez de participar de celebrações.
A morte de Wang causou grande comoção no meio do fitness, com homenagens de fãs e colegas nas redes sociais. “Descanse em paz, campeão”, escreveu um seguidor.
Além da carreira esportiva, Wang era empresário e dono da academia Muscle Factory, em sua cidade natal. Ele se preparava para inaugurar uma nova unidade em Hefei, projeto que não chegou a concretizar.
