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Dois homicídios foram registrados na noite desta sexta-feira (26) em Palmeira dos Índios, no Agreste de Alagoas. Os crimes aconteceram em um intervalo de poucas horas, em locais distintos do município, e foram cometidos com o uso de arma de fogo.

O primeiro caso ocorreu em uma estrada vicinal do povoado Canafístula do Moreira, na zona rural. A vítima foi um adolescente identificado como Cauan, de aproximadamente 16 anos. De acordo com informações de testemunhas, ele estava acompanhado de um amigo quando homens armados se aproximaram e efetuaram disparos.

O adolescente foi atingido e morreu no local antes da chegada do socorro. Informações preliminares apontam que o outro jovem que estava com a vítima seria o possível alvo da ação criminosa. Os suspeitos fugiram após os disparos e ainda não foram identificados.

Horas depois, um segundo homicídio foi registrado no centro da cidade, nas proximidades do Mercado Municipal. Um homem, ainda sem identificação oficial, foi morto a tiros em via pública. Testemunhas relataram que um veículo passou pelo local e um dos ocupantes efetuou cerca de cinco disparos contra a vítima, que morreu antes de receber atendimento médico.

Assim como no primeiro caso, os autores do crime fugiram logo após a ação. Até o momento, não há informações sobre a motivação do assassinato.

A Polícia Civil deve instaurar inquéritos para apurar as circunstâncias, autoria e possíveis conexões entre os dois crimes. Os casos seguem sob investigação.

Um adolescente foi preso na sexta-feira (26/12) após fugir de uma abordagem da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) na QNN 17/19, em Ceilândia.

Segundo a corporação, o jovem foi visto em atitude suspeita, segurando um objeto com a mão direita. Ao perceber a aproximação da viatura, ele iniciou fuga. Durante o acompanhamento, ao virar a esquina de uma igreja, um policial flagrou o momento em que o adolescente arremessou um objeto para o interior do imóvel.

O suspeito foi alcançado em seguida. Na busca pessoal, os policiais encontraram um aparelho celular e uma quantia em dinheiro. No interior da igreja, após autorização dos responsáveis, foi localizado um invólucro com 11 porções de cocaína.

O adolescente informou à PMDF que correu por estar fazendo uso de maconha. Ele foi conduzido à Delegacia da Criança e do Adolescente II (DCA II) para as providências cabíveis.

Motociclista é preso com droga no Itapoã

A PMDF também atendeu outra ocorrência na sexta-feira (26/12), desta vez envolvendo um motociclista no Itapoã. O homem conduzia o veículo usando calçado inadequado e com o silenciador do motor em condição defeituosa.

Diante das infrações, os policiais emitiram sinais sonoros e deram ordem de parada, que não foi obedecida. O condutor acelerou e fugiu em direção ao Paranoá, sendo acompanhado por equipes do 20º Batalhão.

Já no Paranoá, o homem percorreu a Quadra 29 em alta velocidade, passou por calçadas e colidiu com um caminhão que realizava manobra na via. Mesmo após a colisão, tentou continuar a fuga.

Com apoio de outra equipe, o suspeito foi alcançado na Quadra 29, Conjunto L. Ele ainda tentou fugir a pé, mas foi capturado. Durante a abordagem, foram encontrados dois tabletes e uma porção de maconha, além de R$ 35 em dinheiro.

O homem relatou ter adquirido a droga para revenda. A ocorrência foi registrada na 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá).

Na longa estrada rumo ao centro da Austrália, 848 km ao norte das planícies costeiras de Adelaide, surgem enigmáticas pirâmides de areia.

Em torno delas, o cenário é totalmente desolado – uma extensão sem fim de poeira rosa-salmão, ocasionalmente salpicada de teimosos arbustos.

No entanto, à medida que você avança pela rodovia, surgem outras construções misteriosas similares – montes de terra clara, espalhados aleatoriamente como monumentos esquecidos há muito tempo. E, de vez em quando, tubos brancos se elevam do solo ao lado desses montes.

Estes são os primeiros sinais de Coober Pedy, uma cidade de mineradores de opala com cerca de 2,5 mil habitantes. Muitos dos pequenos picos da região são resíduos de solo gerados após décadas de mineração, mas também são sinais de outra característica do local: as moradias subterrâneas.

Neste canto do mundo, 60% da população vive em casas construídas nas rochas de arenito e siltito ricas em ferro da região. Em alguns locais, os únicos sinais de moradia são os poços de ventilação que se erguem do chão e o excesso de solo acumulado perto das entradas das casas.

No inverno, este estilo de vida pode parecer apenas excêntrico. Mas, no verão, Coober Pedy – “homem branco em um buraco”, em tradução livre de uma expressão aborígene australiana – não requer explicações: o local atinge 52°C, uma temperatura tão alta que faz com que os pássaros caiam do céu e aparelhos eletrônicos precisem ser guardados no refrigerador.

E, nos últimos anos, este costume parece ter sido mais profético que nunca.

Enquanto intensas ondas de calor prosseguem em algumas regiões, com temperaturas que nem os cactos conseguem suportar, e incêndios florestais dizimam grandes áreas do mundo, o que podemos aprender com os moradores de Coober Pedy?

Longa história

Coober Pedy não é o primeiro, nem o maior assentamento subterrâneo do mundo.

As pessoas se refugiam embaixo da terra para enfrentar climas inóspitos há milhares de anos – desde ancestrais dos humanos que deixaram suas ferramentas em uma caverna na África do Sul há dois milhões de anos, até os neandertais que criaram pilhas inexplicáveis de estalagmites em uma gruta na França na idade do gelo, 176 mil anos atrás.

Até os chimpanzés já foram observados se refrescando em cavernas, para se proteger do extremo calor durante o dia no sudeste do Senegal.

Outro exemplo é a Capadócia, uma região antiga no centro da Turquia. Ela fica em um planalto árido e é famosa pela sua notável geologia, quase utópica, e seu cenário de cumes, chaminés e casas esculpidos pelo homem e pela natureza em rochas vulcânicas, como em um reino de conto de fadas.

Mas espetacular mesmo é o que está escondido abaixo disso. E a história de como isso foi descoberto é muito boa. Segundo a crença popular, tudo começou com o desaparecimento das galinhas de um de seus moradores.

Em 1963, um homem que fazia reformas no porão de sua casa notou que suas aves estavam desaparecendo por um buraco que ele havia aberto acidentalmente.

Ao derrubar a parede, ele descobriu uma passagem secreta – um íngreme caminho subterrâneo que levava a um labirinto de nichos e outros corredores. Era uma das muitas entradas para a cidade perdida de Derinkuyu.

Derinkuyu é apenas uma das centenas de moradias em cavernas entre as diversas cidades subterrâneas da região. Acredita-se que ela tenha sido construída perto do século 8° a.C.

A cidade foi habitada de forma quase constante por milênios, com seus próprios poços de ventilação e de água, estábulos, igrejas, armazéns e uma ampla rede de casas subterrâneas. E servia também de abrigo de emergência para até 20 mil pessoas, em caso de invasão.

Como em Coober Pedy, as moradias subterrâneas ajudavam os habitantes da região a enfrentar o clima continental, que alterna entre invernos frios com neve e verões quentes e secos. No lado externo, a temperatura flutua de vários graus abaixo de zero até mais de 30 °C, enquanto, embaixo da terra, ela fica estável em 13 °C.

Mesmo nos dias de hoje, as cavernas construídas por seres humanos na região são famosas pelas suas capacidades de refrigeração passiva – uma técnica de construção que envolve o uso de opções de design para reduzir o aumento e a perda de calor sem o uso de energia.

As antigas galerias e passagens da Capadócia abrigam hoje milhares de toneladas de batatas, limões, repolhos e outros produtos que precisariam ser refrigerados se fossem armazenados em outros locais. A demanda popular cresceu tanto que novas cavernas estão sendo construídas na região.

Solução eficaz

Mais à frente, na estrada para Coober Pedy, fica o centro da cidade.

À primeira vista, ela pode ser confundida com um assentamento comum da região desértica que compõe o chamado outback australiano. As ruas são cor-de-rosa devido à poeira e existem restaurantes, bares, supermercados e postos de gasolina.

No alto de uma colina, a única árvore da cidade – na verdade, uma escultura feita de metal – observa o panorama.

Na superfície, Coober Pedy é assustadoramente vazia. As casas são bastante espaçadas entre si e a impressão é de que algo realmente parece estar errado. Mas, embaixo do solo, tudo se explica.

Alguns dos “subterrâneos” de Coober Pedy podem ser visitados através dessas casas. Elas têm aparência normal, mas suas passagens subterrâneas se revelam gradualmente à medida que entramos. Parece que estamos atravessando um guarda-roupa para sair no mundo fictício de Nárnia (de As Crônicas de Nárnia, de C.S.Lewis).

Outras passagens são mais óbvias. Em uma área de camping chamada Riba’s, as pessoas podem montar suas tendas em nichos vários metros abaixo da superfície. A entrada é através de um túnel escuro.

Em Coober Pedy, as construções subterrâneas precisam ficar a pelo menos quatro metros de profundidade, para evitar que o teto desabe. Embaixo daquele enorme volume de rocha, a temperatura é sempre agradável: 23 °C.

As pessoas que moram acima do solo precisam suportar verões extremamente quentes e noites frias de inverno, com temperaturas que costumam cair até 2-3 °C. Mas as casas subterrâneas mantêm a temperatura ambiente perfeita, 24 horas por dia, o ano inteiro.

Além do conforto, outra importante vantagem de morar embaixo da terra é a economia. Coober Pedy gera toda a eletricidade que consome – 70% dela, de origem eólica e solar. Mas ligar o ar-condicionado, muitas vezes, é caro e impraticável

“Para viver acima do solo, você paga uma verdadeira fortuna pelo aquecimento e refrigeração, já que, muitas vezes, faz mais de 50°C no verão”, afirma Jason Wright, o morador local que administra o Riba’s.

Por outro lado, muitas casas subterrâneas em Coober Pedy são relativamente baratas. Em um recente leilão, o preço médio das casas de três quartos foi de cerca de 40 mil dólares australianos (cerca de R$ 126 mil).

Muitas dessas propriedades eram extremamente básicas ou precisavam de reforma, mas existe uma grande diferença entre esses valores e os praticados na cidade grande mais próxima, Adelaide. Lá, o preço médio das residências é de 700 mil dólares australianos (cerca de R$ 2,25 milhões).

E as casas subterrâneas oferecem outros benefícios. Um deles é que não há insetos.

“Quando você chega à porta, as moscas saem das suas costas, elas não querem entrar no escuro e no frio”, conta Wright. E também não há poluição sonora e luminosa embaixo da terra.

Curiosamente, o estilo de vida subterrâneo também pode oferecer alguma proteção contra terremotos. Wright descreve que os tremores de terra na região produzem um ruído vibrante que aumenta e passa através do subterrâneo até o outro lado.

“Tivemos dois [terremotos] desde que me mudei para cá e nunca sequer me abalei”, ele conta. Mas o nível de segurança das estruturas subterrâneas durante atividades sísmicas depende inteiramente do seu tamanho, complexidade e profundidade.

Configuração ideal

A questão é se as casas subterrâneas poderiam ajudar as pessoas a combater os efeitos das mudanças climáticas em outros lugares do planeta. E por que elas são tão poucas?

Existem diversas razões que explicam a praticidade única da construção de subterrâneos em Coober Pedy. A primeira são as rochas da região.

“Elas são muito moles, você pode raspá-las com um canivete ou com a unha”, afirma Barry Lewis, funcionário do centro de informações turísticas da cidade.

Nos anos 1960 e 70, os moradores de Coober Pedy ampliaram suas casas da mesma forma que criaram as minas de opala, usando pás, picaretas e explosivos. Algumas delas não exigiram muito trabalho para serem escavadas, já que muitos moradores usaram poços de minas abandonados como pontos de partida.

Mas, hoje em dia, os túneis costumam ser escavados com equipamento industrial.

“Uma boa máquina de perfuração de túneis pode retirar cerca de seis metros cúbicos de rocha por hora, de forma que você pode ter uma casa subterrânea construída em menos de um mês”, explica Wright.

Mas ainda é possível escavar manualmente. Por isso, quando os moradores precisam de mais espaço, às vezes eles simplesmente começam a cavar. E, como se trata de uma área de mineração de opala, não é raro que um projeto de reforma acabe dando lucros.

Já houve um homem que encontrou uma gema grande saindo da parede enquanto instalava um chuveiro e, durante uma obra de ampliação, um hotel local descobriu opalas no valor de 1,5 milhão de dólares australianos (cerca de R$ 4,8 milhões).

O arenito também é estruturalmente estável sem precisar de apoios. Por isso, é possível construir salões literalmente cavernosos com pé-direito alto, em qualquer forma que você quiser, sem acrescentar materiais.

Na verdade, a construção de túneis em Coober Pedy é tão simples que muitos moradores têm casas de luxo sofisticadas, com piscinas subterrâneas, salões de jogos, grandes banheiros e salas de estar de alto padrão.

Um morador local chegou a descrever sua casa subterrânea “como um castelo”, com 50 mil tijolos aparentes e portas em arco em todos os quartos.

“Temos alguns subterrâneos surpreendentes por aqui”, afirma Wright. Ele explica que os moradores são notoriamente reservados – outra possível consequência de viver embaixo da terra – e você só consegue descobrir algo sobre eles quando é convidado para jantar.

Questão de umidade

Os benefícios de Cooper Pedy não seriam os mesmos em outros lugares parecidos.

Das muitas moradias em rochas habitadas por seres humanos, a maioria fica em locais secos. Elas incluem desde as torres e paredes construídas nos rochedos de Mesa Verde, no Colorado (Estados Unidos), habitadas por mais de 700 anos pelo povo conhecido como ancestral pueblo, até os elaborados templos, túmulos e palácios escavados no arenito rosa de Petra, na Jordânia.

Atualmente, uma das últimas aldeias cortadas na rocha e ainda habitadas do mundo é Kandovan, aos pés do monte Sahand, no Irã – um vale marcado por estranhas cavernas pontiagudas que foram escavadas e transformadas em casas, como uma colônia de cupinzeiros. A região recebe apenas 11 mm de chuva por mês, em média, durante todo o verão.

Mas construir embaixo da terra em regiões mais úmidas é claramente mais complicado.

O metrô de Londres é um exemplo. Para impermeabilizar seus túneis subterrâneos originais, construídos no século 19, eles foram revestidos com diversas camadas de tijolos e uma generosa camada de betume.

Atualmenta, são utilizados métodos mais modernos. Mas, mesmo com essas precauções, ainda é comum a incidência de mofo preto nas galerias.

O mesmo problema afeta fundações de edifícios, porões e estacionamentos subterrâneos em regiões com forte incidência de chuvas em todo o mundo.

Existem duas razões principais para o fenômeno. Uma é a falta de ventilação, que pode fazer com que a umidade da cozinha, dos banheiros e da própria respiração das pessoas se condense nas frias paredes das cavernas. O outro motivo é a água subterrânea, se as construções estiverem perto do lençol freático.

As cavernas de Hazan, em Israel, são uma complexa rede de esconderijos subterrâneos construídos pelos judeus para escapar da perseguição dos romanos no século 2 d.C.. Ela inclui cozinhas, salões, reservatórios de água e um mausoléu de urnas funerárias.

A apenas 66 metros de distância da entrada da caverna, a temperatura nos túneis cai significativamente em comparação com o lado externo. Mas a umidade também é o dobro dos 40% verificados na entrada da caverna.

Um dos motivos pode ser o fato de que o sistema de cavernas foi construído em rocha porosa, em uma área de planície. Nestas condições, a tendência é de que o volume de água subterrânea seja maior. E seus corredores estreitos e entradas limitadas fazem com que haja pouco fluxo de ar.

Mas, em Coober Pedy, construída sobre 50 metros de arenito poroso, as condições são áridas até nos subterrâneos.

“Aqui é muito, muito seco”, afirma Wright.

Poços de ventilação garantem o fornecimento adequado de oxigênio e permitem que a umidade das atividades internas escape do subterrâneo. Mas eles, muitas vezes, são simples canos que se estendem através do teto.

Esses bunkers à prova de calor trazem, entretanto, um fator de preocupação. Lewis mora atualmente na superfície, em um parque para trailers. Sua casa subterrânea ficava embaixo do mesmo ponto onde ele mora hoje, mas ela simplesmente desabou.

“Não acontece com muita frequência”, segundo ele. “Ela estava em um local ruim.”

Também não é incomum que os moradores derrubem acidentalmente uma parede, atravessando até a casa do vizinho.

Apesar do contratempo, Lewis sente falta da vida nos subterrâneos. E Wright também recomenda o ambiente embaixo da terra para pessoas que sofrem em locais com temperaturas absurdamente altas. Para ele, “é moleza quando você sente aquele calor”.

E se o mundo continuar esquentando, é possível, sim, que, num futuro próximo, comecem a pipocar pirâmides de areia como as de Coober Pedy em outros lugares do mundo.

Uma mulher morreu após um ataque a tiros registrado nessa sexta-feira (26), na localidade Canafístula do Moreira, zona rural do município de Igaci, no Agreste de Alagoas. O suspeito foi preso.

De acordo com o boletim de ocorrência, a guarnição Rural 01 foi acionada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) para atender a uma suposta tentativa de homicídio, mas ao chegar ao local constatou o óbito da vítima, identificada pelas iniciais L. K. S. C.

Segundo relatos de populares, a mulher estava na garupa de uma motocicleta conduzida por F. S. S., quando ambos foram alvejados por disparos de arma de fogo. O condutor da moto foi atingido no braço e socorrido pelo próprio pai até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Palmeira dos Índios.

Testemunhas informaram que o autor dos disparos chegou ao local em uma motocicleta do tipo Bros, vestindo calça jeans e casaco, e fugiu logo após o ataque, tomando destino ignorado.

Com base nas informações colhidas, o suspeito foi identificado pelas iniciais J. C. V. S. Em situação de flagrante, guarnições da Polícia Militar, em conjunto com a Polícia Civil, se deslocaram até a residência do suspeito. O homem se apresentou espontaneamente e, durante buscas no imóvel, foi localizado um revólver calibre .32 no interior da casa.

O suspeito foi conduzido ao Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp) de Palmeira dos Índios, onde ficou à disposição da Polícia Civil e do Poder Judiciário. O caso segue sob investigação.

O movimento de um cardume formou uma longa mancha escura no mar de Copacabana e do Leme, no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (26).

A passagem dos milhares de peixes já havia sido registrada na quarta (24), e voltou a aparecer. Na manhã desta sexta, a mancha se estendia por quase 1 km, formando uma linha no mar da altura da praia do Leme até a altura do hotel Copacabana Palace.

Segundo o Inea (Instituto Estadual do Ambiente), a claridade da água, consequência da balneabilidade e da falta de chuva, possibilitou a visualização do cardume.

O boletim de balneabilidade mais recente do Inea indica que quase todas as praias da zona sul estão liberadas para banho, como Leme, Copacabana, Ipanema, Leblon e Urca. Estão impróprias as praias de Botafogo, da Glória e parte da praia do Flamengo, na altura da foz do rio Carioca.

Em Copacabana, banhistas que ultrapassaram a zona de arrebentação conseguiram nadar em maio aos peixes. Além do movimento de banhistas na praia, trabalhadores começam a montagem dos palcos para o Réveillon.

Termômetros da cidade nas zonas oeste, sudoeste e sul marcam 40°C. Segundo o Alerta Rio, sistema de previsões meteorológicas do município, a previsão será de calor também para o sábado (27), domingo (28) e segunda (29).

No domingo, a previsão é de máxima de 41°C. A chuva só deve cair na terça, quando há possibilidade de declínio da temperatura e pancadas isoladas.

Desde quarta (25) a prefeitura acionou o nível de calor 3, considerado moderado numa escala que vai de 1 a 5. O nível 3 é acionado quando a temperatura fica entre 36°C e 40°C por três dias consecutivos.

O Rio chegou duas vezes ao nível de calor 4, ambas em fevereiro deste ano, quando as altas temperaturas provocaram a mudança no horário de jogos de futebol e ensaios de escola de samba. O nível 4 obriga o município a acionar alertas à população, como a divulgação de pontos de resfriamento (bibliotecas e sedes de instituições públicas) que possuem ar-condicionado e devem ser liberados caso a cidade alcance a escala.

O nível é alterado a depender da permanência ou aumento da temperatura por dois ou mais dias. O nível 3 foi atingido nove vezes -a maioria este ano- e o nível 2 foi acionado 20 vezes. O nível 5 ainda não foi acionado.

A Polícia Militar de São Paulo apreendeu cerca de R$ 13 milhões em pasta-base de cocaína durante uma ação na Rodovia Orlando Quagliato, em Ourinhos, no interior do estado. O motorista do caminhão foi preso em flagrante nesta sexta-feira (26/12).

O caminhoneiro foi abordado no quilômetro 28 da rodovia para uma fiscalização da Operação Impacto/Divisa, realizada por equipes do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), com apoio do Canil da Polícia Militar.

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O Tribunal do Júri de Sobradinho condenou André Gabriel Ribeiro da Silva a 26 anos, cinco meses e 10 dias de reclusão, em regime inicial fechado, por espancar o primo menor de idade e o tio. A dupla tentativa de homicídio aconteceu em setembro de 2024, em Sobradinho.

André Gabriel agrediu brutalmente o primo, que tinha 7 anos na época, com socos e chutes, o que causou traumatismo cranioencefálico grave e múltiplas lesões. O resultado da morte não se consumou devido à intervenção de um terceiro.

As agressões contra a criança foram classificadas com quatro qualificadoras: motivo torpe, em represália por não ter sido abrigado pelo tio na noite anterior, meio cruel, devido ao espancamento brutal, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e crime cometido contra menor de 14 anos.

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Quebrar o pênis no Natal está entre os piores presentes para essa época, mas aparecente não é tão raro e ainda se torna mais frequente nas temporadas de fim de ano.

Um levantamento recente revelou que o risco desse tipo de lesão aumenta durante o período natalino. De acordo com a pesquisa, os casos de fratura peniana se concentram principalmente entre os dias 24 e 26 de dezembro, quando há um crescimento significativo nos atendimentos de emergência relacionados ao problema.

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De forma automática, todos os trabalhadores que atenderem aos requisitos da Medida Provisória 1331/2025, e já tiverem conta previamente cadastrada no aplicativo FGTS, receberão o crédito do saque-aniversário na próxima segunda-feira (29/12). Já os trabalhadores sem conta bancária previamente cadastrada poderão sacar os valores nos canais físicos da Caixa, na mesma data.

Trata-se da primeira parcela do benefício, que será paga até o dia 30/12, com valores de até R$ 1,8 mil, conforme o saldo disponível de cada conta do FGTS. A segunda etapa, com o valor restante, será paga de 2 a 12 de fevereiro de 2026.

Quem tem direito à liberação dos valores de FGTS é o trabalhador que optou pelo Saque-Aniversário e teve o contrato de trabalho suspenso ou extinto durante a vigência da sistemática do saque-aniversário, no período de 01 de janeiro de 2020 a 23 de dezembro de 2025, e que possua saldo na conta de FGTS relativa ao contrato.

Confira a reportagem completa do Metrópoles clicando aqui

Uma jovem de 26 anos morreu após sentir dores no peito e tentar sair sozinha para o hospital em Itajaí, no Litoral Norte de Santa Catarina. Segundo a Polícia Militar, Kelly Larissa Chiele passou mal dentro do carro dela, na garagem do condomínio onde morava, e morreu no local.

Ao g1, o namorado dela, Pedro Henrique Vechi, informou que antes de desmaiar, a vítima conseguiu ligar para a sogra, que correu para o local. Os bombeiros foram chamados e tentaram reanimar a vítima. De acordo com os socorristas, ela sofreu uma parada cardiorrespiratória.

O caso foi registrado na segunda-feira (22), mas passou a repercutir nesta sexta (26). O velório ocorreu em Farroupilha (RS) na quarta-feira (24).

"Quando minha mãe chegou, ela já estava desmaiada, sem vida, no carro com a porta aberta, dedos e boca roxa. Minha mãe desesperada gritou ajuda, chamaram o Samu, mas não foi a tempo suficiente", contou.

O g1 tentou contato com a Polícia Civil, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem.

Vítima sentiu falta de ar dias antes

Kelly trabalhava como recepcionista em uma academia onde o namorado era instrutor. Ela queria começar a cursar Educação Física em breve.

"Não tinha histórico nenhum, foi algo do nada. Ela sentiu falta de ar e dor na quinta feira e domingo. Como eu estava junto com ela no final de semana inteiro, acalmei e passou tudo. Mas não suspeitamos disso. Falei para ela, na segunda-feira, ir ao médico ver", relatou.

Os pais da jovem moram no Rio Grande do Sul. Ela vivia sozinha em Itajaí. O namorado a descreveu como uma pessoa alegre e sorridente.

"Nunca esquecerei da gargalhada dela, do seu sorriso e dos seus olhos esverdeados que eram os mais bonitos do mundo. Nunca fez mal a ninguém. Era a mulher da minha vida, minha companheira, parceira para tudo", declarou o namorado.

A jovem gostava de dança, cantar e treinar. Era apaixonada pela cachorra, uma golden retriever chamada Cacau.

Pesquisadores do mundo todo vestiram seus chapéus de detetive este ano para dar respostas a perguntas que persistem há décadas ou séculos. As descobertas instigantes oferecem novas maneiras de compreender o passado.

A exploração arqueológica de sítios históricos revelou novas informações. A análise de uma pedreira contendo estátuas inacabadas mostrou como os polinésios nômades criaram as enormes cabeças de pedra encontradas em Rapa Nui , ou Ilha de Páscoa.

Entretanto, um novo projeto de exploração de Pompeia descobriu uma escadaria de pedra que pode reconstruir como era o horizonte da antiga cidade romana antes de uma erupção vulcânica em 79 d.C. a sepultar sob uma espessa camada de cinzas.

Uma combinação de análises microbotânicas e imagens aéreas panorâmicas captadas por drones também permitiu aos pesquisadores chegar a uma nova hipótese sobre quem criou a misteriosa formação da "faixa de buracos" , uma série de cerca de 5.200 buracos espalhados pelos Andes peruanos.

Algumas pesquisas geram mais perguntas do que respostas, como as maneiras criativas pelas quais os estudiosos tentaram determinar como a célebre autora Jane Austen morreu, analisando suas próprias palavras na ausência de documentos médicos.

Aqui estão algumas das descobertas mais memoráveis ​​de 2025 que trouxeram respostas para mistérios históricos de longa data.

Leia a matéria completa em CNN brasil

O fim de semana deve ser de sol e tempo seco em Alagoas, mas com possibilidade de tempo nublado em algumas regiões durante a noite. A previsão foi divulgada nesta sexta-feira (26), pela Sala de Alerta da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).

Em Maceió, Litoral, Zona da Mata e Baixo São Francisco, a meteorologia prevê períodos curtos de sol intercalados com períodos de nuvens pela manhã, predomínio de sol à tarde e variação de nebulosidade à noite. Os termômetros variam entre 22°C e 31°C.

No Agreste, a previsão é de períodos curtos de sol intercalados com períodos de nuvens pela manhã, predomínio de sol à tarde e tempo seco durante a noite. Os termômetros variam entre 21°C e 33°C.

No Sertão e Sertão do São Francisco, a predominância é de sol pela manhã e à tarde, com tempo seco durante a noite. Os termômetros variam entre 21°C e 34°C.

Domingo (28)

Em Maceió, Litoral, Zona da Mata e Baixo São Francisco, a meteorologia prevê períodos curtos de sol intercalados com períodos de nuvens pela manhã, predomínio de sol à tarde e variação de nebulosidade à noite. Os termômetros variam entre 22°C e 31°C.

No Agreste, a previsão é de períodos curtos de sol intercalados com períodos de nuvens pela manhã, predomínio de sol à tarde e tempo seco durante a noite. Os termômetros variam entre 21°C e 34°C.

No Sertão e Sertão do São Francisco, a predominância é de sol pela manhã e à tarde, com tempo seco durante a noite. Os termômetros variam entre 21°C e 34°C.

A Mega da Virada 2025 deve pagar R$ 1 bilhão, o maior prêmio da história do concurso especial segundo a Caixa Econômica Federal, para quem acertar as seis dezenas.

As apostas estão abertas desde o dia 1º de novembro, e poderão ser feitas até as 20h do dia 31 de dezembro. O sorteio será realizado também no dia 31, às 22h.

Segundo a instituição, o prêmio não acumula. Caso não haja ganhadores na faixa principal, com o acerto das seis dezenas, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa (cinco números), e assim sucessivamente, conforme as regras do concurso especial.

O valor deste ano é 57% maior que o prêmio de R$ 635 milhões pago na Mega da Virada de 2024. O crescimento é resultado do forte volume de vendas e de duas mudanças na mecânica de cálculo do prêmio.

A primeira foi o aumento da porcentagem da arrecadação destinada ao valor acumulado da Mega-Sena, que passou de 5% para 10% nos concursos regulares. A segunda alteração elevou para 90% a parcela do prêmio destinada à faixa principal, para quem acerta seis dezenas.

Uma portaria do Ministério da Fazenda elevou de 62% para 90% a parcela da premiação destinada à faixa principal da Mega da Virada. A medida amplia as chances de um prêmio bilionário, afirmou a Caixa.

O sorteio da Mega da Virada será realizado em 31 de dezembro e a aposta simples, com seis números, custa R$ 6.

Como jogar?
As apostas podem ser feitas com volante específico da Mega da Virada em qualquer lotérica do país. Os jogos também podem ser feitos pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo Loterias Caixa. Os clientes do banco também podem fazer apostas pelo Internet banking.

➡️ Como fazer um bolão?
Para fazer um bolão, o apostador pode comprar cotas de bolões organizados pelas lotéricas — nesse caso, pode ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota.
Além disso, as cotas também podem ser compradas no portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo Loterias Caixa, também com tarifa de serviço adicional de 35% do valor da cota.
Para fazer o jogo, basta preencher o campo próprio no volante ou solicitar ao atendente da lotérica.

Segundo a Caixa, na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 18. As cotas, no entanto, não podem ser inferior a R$ 7. O banco ainda explica que é possível realizar um bolão de no mínimo dois e no máximo 100 cotas, e que é permitida a realização de no máximo dez apostas por bolão.

"Em caso de bolão com mais de uma aposta, todas elas deverão conter a mesma quantidade de números de prognósticos", diz a Caixa, em nota.

A policial militar Alline Rodrigues Bastos continua internada em estado grave, após ser atropelada por um motociclista durante uma ação policial na madrugada desta quinta-feira (25), em Formosa, no Entorno do Distrito Federal.

De acordo com as informações, a policial foi atingida no momento em que deu voz de parada ao condutor da motocicleta. O homem, identificado como Matheus da Silva Lima, teria avançado com a moto contra a militar, provocando o atropelamento, caracterizado como suposta tentativa de homicídio.

Após o impacto, Alline foi socorrida por uma aeronave do Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Regional de Formosa. Conforme laudo médico, a policial sofreu fraturas no crânio, na face e no joelho, além de outros ferimentos, e permanece sob cuidados intensivos. O quadro clínico é considerado grave.

O autor do atropelamento foi preso em flagrante e segue à disposição da Justiça. Ele responderá pelos crimes de resistência, dano qualificado, direção perigosa, embriaguez ao volante e tentativa de homicídio contra servidora da Segurança Pública, conforme previsto no artigo 144 da Constituição Federal, além da legislação penal aplicável.

A mulher morta pelo próprio esposo na noite da última quarta-feira (24), véspera de Natal, foi identificada como Darlene dos Santos Silva, de 30 anos. Ela era moradora do município de Santa Luzia do Norte, na Região Metropolitana de Maceió, onde o crime ocorreu.

De acordo com informações da Polícia Militar, Darlene deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Santa Luzia do Norte com ferimentos graves, após ser atacada dentro da própria residência, localizada no bairro Duda Balbino.

A PM foi acionada para atender a uma ocorrência de tentativa de feminicídio e, ao chegar à unidade de saúde, constatou que a vítima apresentava múltiplas perfurações causadas por arma branca. Testemunhas relataram que o autor das agressões seria o esposo da vítima.

Devido à gravidade do estado de saúde, Darlene foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Apesar dos esforços da equipe médica, ela não resistiu aos ferimentos e morreu.

Durante diligências realizadas na residência do casal, os policiais encontraram sinais de luta corporal, móveis e objetos revirados, além de manchas de sangue em diversos cômodos do imóvel.

Informações repassadas por moradores indicavam que o suspeito havia fugido para uma área de mata logo após o crime. O homem suspeito de cometer o feminicídio foi preso posteriormente por guarnições da Companhia de Choque. Segundo a Polícia Militar, o padrasto do suspeito entrou em contato com a corporação, informando a localização do enteado e o interesse dele em se entregar.

Após a prisão, o suspeito foi encaminhado à Central de Flagrantes, em Maceió, onde permaneceu à disposição da autoridade policial para os procedimentos legais cabíveis.

O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques tentou usar documentos paraguaios para tentar fugir para El Salvador. Ele foi preso durante a madrugada desta sexta-feira (26), no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, no Paraguai.

Segundo a polícia paraguaia, Silvinei apresentou um documento de identidade e um passaporte com o nome de Julio Eduardo. Contudo, agentes de imigração notaram que informações como numeração e impressões digitais não correspondiam com as do passageiro.

Silvinei tentou fugir para El Salvador com documentos paraguaios (Foto: Polícia Paraguaia)

Durante a abordagem, Silvinei acabou confessando que os documentos não eram dele.

Vasques estava em Santa Catarina quando rompeu a tornozeleira eletrônica. Assim que isso aconteceu, as autoridades brasileiras avisaram os países vizinhos, como Colômbia, Paraguai, Argentina.

A expectativa é de que Silvinei seja expulso do Paraguai e retorne ao Brasil pela Ponte da Amizade, que fica entre Cidade do Leste e Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. A data, horário e como o procedimento será realizado ainda não foram informados pela polícia.

Silvinei pouco depois de ser preso no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, no Paraguai. — Foto: Polícia ParaguaiaSilvinei pouco depois de ser preso no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, no Paraguai (Foto: Polícia Paraguaia)

 

Atuação na PRF e condenações na Justiça

Silvinei Vasques foi condenado neste mês pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 24 anos e 6 meses de prisão por participação na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Segundo a decisão, ele integrou o chamado “núcleo 2” da organização criminosa e atuou para monitorar autoridades e impedir a votação de eleitores, especialmente no Nordeste, por meio de operações da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no segundo turno.

Antes disso, Vasques já havia sido condenado na Justiça Federal do Rio de Janeiro por uso político da estrutura da PRF durante a campanha eleitoral de 2022, em ação movida pelo Ministério Público Federal. A decisão reconheceu que ele utilizou símbolos, recursos e a visibilidade institucional da corporação para promover a candidatura do então presidente Jair Bolsonaro à reeleição, o que resultou em multa superior a R$ 500 mil, além de outras sanções cíveis.

Vasques chegou a ser preso em 2023, mas foi solto posteriormente mediante medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.

Silvinei Vasques deixou cargo na Prefeitura de São José (SC) este mês

Em janeiro de 2025, Silvinei Vasques foi nomeado secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação da Prefeitura de São José (SC), cidade da Grande Florianópolis, pelo prefeito Orvino Coelho de Ávila (PSD).

Em dezembro de 2025, no mesmo dia em que foi condenado na trama golpista pelo STF, ele pediu exoneração do cargo.

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