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Donald Trump afirmou neste sábado (3) que Nicolas Maduro e sua esposa foram capturados após ataque à Venezuela. O país sul-americano havia afirmado mais cedo que sofrera uma "agressão militar" dos Estados Unidos após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões do país durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado de emergência.

Reprodução / Truth Social

 

O governo dos EUA não havia confirmado a autoria dos ataques. No entanto, segundo a emissora americana CBS News, fontes com conhecimento no assunto disseram que o presidente Donald Trump ordenou o bombardeio.

Segundo comunicado do governo venezuelano, ataques também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, o que levou o ditador Nicolás Maduro a decretar estado de emergência nacional e a mobilizar as forças de defesa.

De acordo com testemunhas da Reuters e com imagens que circulam nas redes sociais, explosões, aeronaves e colunas de fumaça preta foram vistas em diferentes pontos da capital a partir de cerca das 2h (6h de Brasília).

Moradores relataram ainda uma queda de energia na região sul da cidade, nas proximidades de uma importante base militar.

Os EUA enviaram uma flotilha militar ao Caribe em agosto e já bombardearam quase 30 embarcações, com um balanço de mais de cem mortes. Caracas afirma que as manobras pretendem derrubar o regime venezuelano.

Na terça-feira (30), Washington realizou ataques contra mais três embarcações suspeitas de tráfico de drogas em águas internacionais, informou o Comando Sul, responsável por operações em uma área que vai do Caribe ao sul da Argentina. As embarcações viajavam em comboio, segundo as Forças Armadas americanas.

Trump havia alertado em novembro que iniciaria ataques terrestres na Venezuela e autorizou operações da CIA, a agência de inteligência dos EUA, no país sul-americano.

O presidente da Colombia, Gustavo Preto, publicou em seu perfil no X (ex-Twitter) um comunicado oficial sobre os ataques na Venezuela, afirmando que seu governo enxerga com profunda preocupação os relatos de explosões e atividades aéreas incomuns registradas no país vizinho.

Ex-mulher de Roberto Carlos, 84, a atriz e apresentadora Myrian Rios, 67, usou as redes sociais para pedir respeito ao Rei, criticado por falar palavrões durante shows, discutir com uma pessoa da plateia que batia papo e entregar flores de uma forma "automática".

"O Roberto contribui para o Brasil há mais de 60 anos com músicas belíssimas, carisma, amor e charme. Hoje, aos 84 anos, cansado, a gente não sabe o que ele está vivendo", começou.

"Ele pode ter um tempo ruim também, né? Dai você vai ao show do Roberto e fica batendo papo, bebendo e enchendo a cara. Você não está no barzinho de uma música ao vivo", diz.

Em outro trecho, ela afirma que há uma falta de respeito tremenda com relação a ele, sobretudo após o padre Chrystian Shankar fazer piada sobre o assunto.

"Quando eu soube desse padre eu fiquei muito chateada. O evangelho diz para não julgar o próximo. É esse o exemplo que o senhor quer dar? Respeitem mais o Roberto. É esse o meu desabafo", completou. Myrian foi casada com o Rei entre os anos de 1980 a 1989.

Um homem foi brutalmente agredido na região do Paranoá (DF), nas proximidades da delegacia da região. O ataque ocorreu na manhã desta sexta-feira (2/1).

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado para atender a uma ocorrência de agressão física. No local, as equipes encontraram a vítima, que não teve a identidade divulgada, desmaiada, com intenso sangramento na região da cabeça e caída sobre uma poça de sangue.

Os militares realizaram a contenção da hemorragia e prestaram os primeiros socorros, estabilizando o paciente. Em seguida, o homem foi encaminhado ao Hospital do Paranoá para atendimento médico.

Confira a reportagem completa do Metrópoles clicando aqui

Policiais da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) atenderam, na manhã dessa quarta-feira (1º), uma ocorrência de violência doméstica no bairro da Pajuçara, em Maceió.

A equipe fazia patrulhamento ostensivo quando foi abordada por um motociclista, que informou que um homem estaria agredindo uma mulher na orla marítima. De imediato, os policiais se deslocaram até o local indicado e identificaram a vítima. Ela apresentava ferimentos no nariz e vestes com manchas de sangue.

A mulher se encontrava visivelmente abalada, enquanto o marido, apontado como autor das agressões, estava bastante alterado. Durante as diligências, a vítima confirmou que havia sido agredida pelo companheiro e relatou ainda temer por sua vida, informando que o autor teria feito ameaças, afirmando que, caso fosse preso, ao sair atentaria contra sua integridade.

Diante da gravidade da situação, do estado emocional da vítima e da alteração do suspeito, foi necessário o uso de algemas para garantir a segurança de todos os envolvidos. Em seguida, as partes foram conduzidas à Central de Flagrantes, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis, com base na Lei Maria da Penha.

Não são apenas Shawn Mendes, Bruna Marquezine e outras celebridades que escolheram Alagoas como destino para a virada do ano. Grandes nomes do futebol brasileiro também estão aproveitando as belezas do estado nos primeiros dias de 2026.

Um deles é Bruno Henrique, ídolo do Flamengo. O atacante passa as férias ao lado da família e amigos no litoral nordestino desde o fim do ano passado. Entre os destinos visitados estão a Praia de Antunes, em Maragogi (AL), e a Praia dos Carneiros, em Pernambuco.

A esposa do jogador, Giselle Ramalho, compartilhou um álbum de fotos nas redes sociais mostrando a família curtindo as areias e as águas cristalinas de Alagoas, com direito a passeios de jet ski e quadriciclo. Confira.

 

Quem também está em solo alagoano é o trio de amigos Éverton Ribeiro (atualmente no Bahia), Willian Arão (Santos) e Vitinho (Corinthians). Os ex-jogadores do Flamengo escolheram São Miguel dos Milagres para aproveitar os dias de descanso ao lado das famílias. Veja.

 

Após festas e confraternizações, a ressaca costuma surgir como resposta do corpo ao excesso de bebida alcoólica. Dor de cabeça, enjoo, sensação de cansaço e desconforto geral são sinais comuns desse desequilíbrio, que também está associado à desidratação e a escolhas alimentares menos adequadas durante as celebrações.

No entanto, é possível amenizar esse quadro com algumas escolhas inteligentes. Segundo o Prof. Dr. Durval Ribas Filho, nutrólogo e presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), o caminho da recuperação passa por três pilares: hidratação, descanso e boa alimentação.

“O álcool faz o corpo perder água, sais minerais e desgasta o fígado. Então, o ideal é dar preferência a líquidos ricos em eletrólitos, frutas, carboidratos leves e proteínas de boa qualidade no dia seguinte”, orienta.

Alimentos e bebidas que ajudam a aliviar a ressaca

Durante a ressaca, o médico recomenda 7 alimentos para reequilibrar o corpo:

  1. Água de coco: naturalmente rica em potássio e sódio, ajuda a reidratar e repor os minerais perdidos;
  2. Banana: fonte potente de potássio, melhora os sintomas de fraqueza muscular e a sensação de cansaço;
  3. Ovo: rico em proteínas e cisteína, um aminoácido que ajuda na desintoxicação do fígado;
  4. Frutas cítricas (laranja, limão, acerola): fornecem vitamina C e água, ajudando na hidratação e na eliminação de toxinas;
  5. Gengibre e chá de hortelã: o gengibre alivia náuseas e enjoos, enquanto a hortelã tem efeito calmante sobre o estômago;
  6. Batata-doce: carboidrato complexo que auxilia na estabilização do açúcar no sangue;
  7. Verduras verde-escuras (espinafre e couve): fontes de antioxidantes, estimulam a função hepática e aceleram a recuperação.
Jovem com cabelo liso, preso, usando regata rosa e casaco branco com xícara de chá na mão próxima do rosto
Chás suaves ajudam o organismo a se reequilibrar mais rapidamente da ressaca (Imagem: Dean Drobot | Shutterstock)

Bebidas para o dia da ressaca

Além de muita água, outras bebidas ajudam na recuperação durante a ressaca:

É importante evitar bebidas com muito açúcar, refrigerantes e café em excesso, pois eles podem agravar a desidratação e irritar o estômago.

Prevenindo a ressaca: o que fazer antes de beber

Prevenir a ressaca ainda é o melhor remédio. Veja como se preparar para evitar o mal-estar no dia seguinte:

“A ressaca é fruto da sobrecarga que o álcool impõe ao corpo: desidratação, desequilíbrio de sais minerais, esforço do fígado, queda do açúcar no sangue. Mas com escolhas alimentares inteligentes, hidratação adequada e descanso, é possível aliviar os sintomas de forma eficaz”, finaliza o nutrólogo.

Foi por apenas uma dezena que 15 apostas de Alagoas não conseguiram uma fatia do prêmio bilionário da Mega da Virada. Os 15 bilhetes cravaram a quina e levaram quase R$ 12 mil no sorteio realizado nessa quinta-feira, 1º. Foram sorteados os números 09 - 13 - 21 - 32 - 33 - 59.

As apostas alagoanas que preencheram a quina saíram para as cidades de Boca da Mata (1), Maceió (11), Marechal Deodoro (1), Monteirópolis (1) e São Sebastião (1).

Um total de 3.921 jogos acertaram a quina e ganharam R$ 11.931,42, enquanto impressionantes 308.315 bilhetes vencedores da quadra ficaram com R$ 216,76.

O primeiro sorteio da temporada 2026 será na próxima terça-feira, 6, e deve pagar R$ 3,5 milhões. As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país, ou pela internet. No caso das lotéricas, os estabelecimentos podem fechar antes das 19h. O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 6.

Seja uma lata de cerveja no churrasco de Natal ou uma taça de espumante no Réveillon, o consumo de bebidas alcoólicas já faz parte da comemoração das festas de final de ano no Brasil. No entanto, o exagero nesse hábito esconde uma ameaça cardíaca silenciosa: a síndrome do coração festeiro, ou holiday heart syndrome, em inglês.

A condição relaciona a ingestão excessiva e prolongada de álcool ao maior risco de desenvolver um tipo de arritmia conhecida como fibrilação atrial. Nesse quadro clínico, a parte de cima do coração, formada pelos átrios, fica eletricamente desorganizada e trêmula, enquanto a porção debaixo do órgão, composta pelos ventrículos, passa a funcionar de maneira irregular. Isso leva a um descompasso dos batimentos.

O efeito pode ser percebido como uma palpitação no peito, que costuma ser acompanhada por sensações de cansaço e falta de ar. Esses sintomas geralmente começam a se manifestar ainda durante o momento de embriaguez ou algumas horas após a bebedeira. “Não é apenas um drink que leva à síndrome. Para ela ocorrer, o indivíduo precisa realmente apresentar um nível de embriaguez muito elevado”, explica o cardiologista Guilherme Drummond Fenelon Costa, do Einstein Hospital Israelita.

A intoxicação alcoólica diminui o pH do sangue e desidrata o corpo, efeitos que ainda podem se somar a condições como privação de sono e perda de eletrólitos. É a combinação desses fatores que pode levar à síndrome do coração festeiro.

Problema subestimado

A primeira descrição da síndrome foi em um artigo publicado em 1978 no American Heart Journal. Na época, a condição ainda era apresentada como uma associação hipotética, a partir da observação de poucos pacientes de hospitais em Nova Jersey, nos Estados Unidos. De lá para cá, o problema foi mais investigado pela ciência. Em fevereiro de 2025, revisão de 11 estudos publicada na revista Cureus concluiu que o binge drinking (ato de beber cinco ou mais doses de álcool em um curto período) é um disparador consistente de fibrilação atrial.

“Uma das descobertas mais marcantes foi a consistência com que a exposição excessiva ao álcool desencadeou arritmias em diversas populações”, destaca o cardiologista e autor correspondente do artigo, Jhiamluka Zservando Solano Velasquez, que é pesquisador na Universidade de Oxford, na Inglaterra.

“Mesmo em jovens saudáveis, a ingestão aguda de álcool produziu alterações no sistema nervoso autônomo, que controla o coração, além de oscilação do intervalo entre os batimentos, aumento da frequência cardíaca e batimentos prematuros”, diz Velasquez, em entrevista à Agência Einstein.

Apesar de provocar tantas reações prejudiciais e aumentar o risco de complicações graves, como acidente vascular cerebral (AVC) e insuficiência cardíaca, a síndrome do coração festeiro ainda é subestimada. Isso se deve, em parte, porque a arritmia tende a melhorar espontaneamente em até 48 horas, sem a exigência de grandes cuidados hospitalares. Muitas vezes, basta se hidratar bem e observar a evolução dos sintomas.

Só que a falta de uma investigação para identificar se a arritmia já existia ou se foi apenas um episódio decorrente da intoxicação alcoólica não elimina o risco de reincidência da fibrilação atrial. Isso é particularmente importante em um contexto de alta prevalência global do consumo abusivo do álcool, como o que se vive atualmente.

Segundo a 3ª edição do Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), publicada em setembro pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a média de consumo de bebidas alcoólicas pelos brasileiros foi de 5,3 doses por ocasião. Além disso, verificou-se que aproximadamente 24 milhões de pessoas no país relataram beber exageradamente em 2024, o que equivale a 14,2% da população adulta ou um em cada sete indivíduos.

Beber com moderação

Os riscos do álcool ao coração não se aplicam apenas a quem bebe além da conta. “As evidências atuais não nos permitem definir um nível universalmente ‘seguro’ de álcool para a prevenção da fibrilação atrial, especialmente para aqueles que já são mais vulneráveis a problemas cardíacos”, avalia Velasquez. Vale lembrar, inclusive, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não estabelece limite seguro de álcool até mesmo para pessoas sem qualquer condição de saúde.

A ocorrência de arritmias é mais comum entre indivíduos com mais de 60 anos. Também está mais propenso a desenvolver o problema quem tem histórico de doença cardiovascular, como cardiomegalia (coração grande), infarto, pressão alta e aterosclerose. Quem já sofreu fibrilação atrial pode voltar a apresentar episódios de palpitação a qualquer momento, não só quando há exagero alcoólico. É importante consultar um cardiologista para investigar o quadro e tratá-lo preventivamente.

“Neste final de ano, o equilíbrio precisa ser a palavra-chave. Se a pessoa gosta de beber para celebrar, ela pode fazer isso durante as festas, desde que evite o exagero”, pontua o médico do Einstein. “Além de ficar atento à quantidade de bebida, deve-se tomar o cuidado de espaçar uma dose da outra para dar tempo do corpo metabolizar a substância, manter a hidratação, fazer refeições leves e ter boas noites de sono.”

influenciadora Gessica Oliveira Muniz curtiu um comentário que afirma que ela ficou com Zé Felipe durante uma festa de Ano Novo.

“Pegou Zé Felipe ontem”, escreveu uma internauta no comentário que Gessica curtiu. Veja: 

Reprodução/Redes sociais

 

Entenda a polêmica

Uma foto de Zé Felipe curtindo o Réveillon após o recente término com Ana Castela viralizou nas redes sociais nesse 1º de janeiro. Isso porque o ex de Virginia e Ana Castela estava curtindo solteiro pela primeira vez em cinco anos — e em clima de intimidade com uma das pessoas clicadas.

Influenciadora curte comentário que afirma que ficou com Zé Felipe - destaque galeria
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Zé Felipe ao lado de amigos e Géssica Muniz

Em uma foto com amigos, Zé aparece com as mãos na cintura de uma loira. Trata-se de Géssica Muniz, dentista, empresária e ex do humorista Lucas Veloso, com quem tem uma filha.

O sertanejo não segue Géssica nas redes sociais, mas a proximidade dos dois nas fotos chamou atenção dos internautas e gerou uma onda de críticas ao cantor, já que terminou com Ana Castela há poucos dias.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados aprovou proposta que prioriza pessoas com deficiência de baixa renda na obtenção gratuita da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro já prevê a gratuidade da CNH para pessoas de baixa renda, com a receita arrecadada com multas de trânsito.

Mudanças no texto original
O texto aprovado é a versão (substitutivo) da Comissão de Viação e Transportes ao Projeto de Lei 1330/25, do deputado Gilson Danie (Pode-ES).

A proposta original previa a gratuidade da CNH para todas as pessoas com deficiência, independentemente da renda.

Para o relator, deputado Duarte Jr. (PSB-MA), a proposta elimina uma barreira econômica que dificulta o acesso de pessoas com deficiência ao direito de dirigir.

"A medida contribui para promover autonomia, mobilidade e participação plena das pessoas com deficiência na sociedade, removendo entraves injustificáveis ao exercício de sua cidadania", afirmou.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Dias após o término entre os cantores Ana Castela e Zé Felipe, o cantor Gustavo Mioto fez uma brincadeira sobre voltar com o ex durante um show realizado na última quinta-feira (1º). Ele e a Boiadeira viveram um relacionamento de indas e vindas no passado.

"Nunca se sabe o que 2026 te traz. Às vezes, você tem a oportunidade de beijar 70 bocas no navio e quer voltar com o ex que fez cagada... nunca se sabe", disse Gustavo Mioto.

"Sou grato por tudo que vivemos juntos. Aprendi muito com ela. Me fez enxergar outro Zé Felipe que existia em mim, coisas que eu não fazia há muito tempo", escreveu.

Mioto deixou de seguir Ana Castela no final de agosto deste ano. Em entrevista, ele explicou o motivo do unfollow.

“Cara, eu acho que tem coisas que não fazem mais parte da minha vida, né? A gente tem que entender isso de que não faz parte, a história virou e está bem na cara. Então acho que é por isso. Eu acho que é um assunto bem encerrado, está bem claro”, declarou o cantor sertanejo em entrevista ao portal LeoDias.

Gustavo Mioto e Ana Castela assumiram a relação em junho de 2023, mas poucos meses depois anunciaram o fim do romance. Um mês depois, no entanto, reataram, e se separaram novamente em janeiro de 2024. Em maio do mesmo ano, revelaram que estavam juntos pela terceira vez.

O terceiro término aconteceu em dezembro de 2024 e os dois seguiram separados desde então.

 

A gordura no fígado, também chamada de esteatose, é um sinal de alerta de que o organismo precisa de ajustes, especialmente no prato. Segundo a nutricionista Cibele Santos, a alimentação tem papel central tanto no agravamento quanto na reversão do problema.

Durante a entrevista, a especialista chama atenção para um inimigo muitas vezes subestimado. “O grande vilão para o fígado não é a gordura em si, mas a frutose industrializada”, afirma. Presente em sucos industrializados e xaropes, esse tipo de açúcar sobrecarrega o fígado e favorece o acúmulo de gordura no órgão. Para Cibele, evitar esses produtos é um passo essencial para proteger a saúde hepática.

Outro ponto destacado é o consumo de fibras solúveis, que ajudam a reduzir a absorção de gorduras. A nutricionista recomenda ingredientes como farelo de aveia e psyllium, que podem ser incluídos na rotina alimentar e contribuem para a diminuição da gordura visceral e da inflamação sistêmica.

Gordura no fígado: nutri revela o que comer para reverter a esteatose - destaque galeria
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O fígado é prejudicado pelo consumo exagerado de bebidas alcoólicas

O consumo de bebidas alcoólicas causa estresse às células do fígado
Fígado

Os antioxidantes também entram como aliados importantes. De acordo com Cibele Santos, o café sem açúcar e o chá verde auxiliam na proteção dos hepatócitos, células fundamentais para o bom funcionamento do fígado, além de favorecerem o processo de desintoxicação do organismo.

Para a nutricionista, pequenas mudanças consistentes fazem diferença. “Quando a alimentação é bem direcionada, o fígado responde”, reforça. A mensagem é clara: escolhas conscientes à mesa podem ser decisivas no caminho para reverter a esteatose e recuperar a saúde do fígado.

A Secretaria de Saúde de João Pinheiro, cidade no Noroeste de Minas Gerais, abriu uma sindicância para apurar a morte de um homem que teve uma pinça "esquecida" dentro do corpo, durante uma cirurgia em uma unidade de saúde da cidade.

Segundo o boletim de ocorrência, Manoel Cardoso de Brito, de 68 anos, passou mal em casa no dia 4 de dezembro e foi levado até o Hospital Municipal de João Pinheiro. Após exames, os médicos indicaram a necessidade de uma cirurgia de urgência, realizada no dia seguinte. A equipe informou que o procedimento foi realizado normalmente e que o paciente apresentava uma úlcera gástrica.

Manoel permaneceu dois dias na UTI e depois foi transferido para o quarto. Durante a internação, apresentou sinais de dor e sonolência excessiva, o que preocupou a cuidadora contratada pela família. No dia 11, após suspeita de um AVC, foi feita uma tomografia. Pouco depois, o paciente foi levado às pressas para uma nova cirurgia, sem que a família fosse informada sobre os motivos.

Após o segundo procedimento, os médicos disseram que haviam retirado um dreno e pus da cavidade interna. O idoso voltou para a UTI, mas não resistiu e morreu após treze dias de internação, na véspera do natal.

Segundo o advogado da família do idoso, as medidas legais começaram a ser adotadas depois que um exame de tomografia, divulgado por uma rádio local, chegou ao conhecimento de parentes. A imagem indicaria a presença do instrumento cirúrgico no corpo do paciente.

De acordo com a família, a pinça cirúrgica foi esquecida dentro do corpo do paciente após a primeira cirurgia, fato que, segundo os familiares, só veio à tona depois do óbito. Manoel Cardoso de Brito morreu no dia 24 de dezembro.

A Secretaria Municipal de Saúde João Pinheiro confirmou que houve a retirada de objeto durante a cirurgia do paciente e alegou que Manoel estava em estado grave, com várias comorbidades. Informou ainda que reforçou protocolos de segurança e abriu sindicância para apurar o caso.

O advogado acompanha as apurações da Polícia Civil e afirmou que irá requisitar todos os prontuários, laudos, exames e registros clínicos e administrativos do Hospital Municipal.

 

Janeiro chega carregado de promessas: começar a academia, mudar hábitos, organizar a vida financeira, investir na carreira, cuidar mais da saúde mental. O problema é que, na maioria das vezes, o entusiasmo dura pouco — e logo surge a velha autossabotagem. O resultado? Cansaço, procrastinação, culpa e frustração.

Em busca do porquê tantas pessoas acabam se sabotando, mesmo querendo mudar, a coluna Claudia Meireles conversou com a neurocientista Leninha Wagner. De acordo com a expert não é a falta de vontade que inibe a realização das promessas de Ano-Novo, mas o mecanismo de proteção do cérebro — moldado por experiências passadas, medos e crenças limitantes.

“Muitas vezes de forma inconsciente, a mente cria barreiras que impedem o seu progresso pessoal, emocional e profissional. São pensamentos, ações ou comportamentos que vão contra os próprios objetivos e desejos, mantendo o indivíduo preso em um ciclo de limitação”, explica.

Quando a mente te autossabota

Como resultado, a autossabotagem cria um ciclo vicioso com efeitos profundos na saúde física, emocional e mental, favorecendo a má alimentação, sedentarismo e até mesmo insônia. E o pior: podendo levar ao desenvolvimento de doenças psicossomáticas como cefaleia, problemas gastrointestinais e de pele.

A sensação de estagnação ou incapacidade alimenta quadros de ansiedade e, em casos mais graves, pode evoluir para depressão. Além disso, a autossabotagem compromete a qualidade dos relacionamentos e o desempenho profissional, gerando isolamento e sensação de inadequação, alerta Leninha Wagner.

Interrompendo ciclos

Para driblar essa condição, aprender a reconhecer os gatilhos comportamentais é o primeiro passo. Além disso, é preciso fracionar as grandes metas em pequenos atos, de forma que cada ação realizada gera mais motivação ao invés de frustração, aproximando-se de forma consciente de objetivo.

Getty ImagesFracionar grandes metas e objetivos em pequenas ações ajuda o cérebro a não abandonar tarefas e praticar autossabotagem
Fracionar grandes metas e objetivos em pequenas ações ajuda o cérebro a não abandonar tarefas

Além disso, a neurocientista destaca que a psicologia clínica é uma das aliadas mais importantes. Isso porque estar atrelado a um acompanhamento ajuda o paciente a trabalhar aspectos emocionais, cognitivos, comportamentais, corporais e até espirituais.

“Esse método permite que o paciente explore as raízes de seus comportamentos, ressignifique crenças negativas e fortaleça sua relação consigo mesmo. O objetivo é ajudar a pessoa a se reconectar com seu “eu autêntico”, proporcionando não apenas alívio dos sintomas, mas também uma transformação profunda na maneira como lida com seus desafios e busca seus objetivos”.

Neurocientista Leninha Wagner

Segundo a profissional, procurar ajuda profissional é um ato de coragem e um passo essencial para romper o ciclo de autossabotagem e alcançar uma vida mais plena e satisfatória.

Como a vida começou na Terra? Embora os cientistas tenham várias teorias, eles ainda não compreendem totalmente as etapas químicas precisas que levaram ao surgimento da biologia, nem quando apareceram as primeiras formas de vida primitivas.

Mas e se a vida na Terra não tivesse se originado aqui, tendo chegado em meteoritos vindos de Marte? Não é a hipótese mais aceita para a origem da vida, mas continua sendo uma ideia intrigante. Aqui, examinaremos as evidências a favor e contra.

O tempo é um fator fundamental. Marte se formou há cerca de 4,6 bilhões de anos, enquanto a Terra é um pouco mais jovem, com 4,54 bilhões de anos. As superfícies de ambos os planetas eram inicialmente derretidas, antes de esfriarem e endurecerem gradualmente.

Em teoria, a vida poderia ter surgido independentemente na Terra e em Marte logo após a formação dos planetas. Embora a superfície de Marte hoje seja inabitável para a vida como conhecemos, o Marte primitivo provavelmente tinha condições semelhantes às da Terra primitiva.

O Marte primitivo parece ter tido uma atmosfera protetora e água líquida na forma de oceanos, rios e lagos. Também pode ter sido geotermicamente ativo, com muitas fontes hidrotermais e geotermais para fornecer as condições necessárias para o surgimento da vida.

Mas há cerca de 4,51 bilhões de anos um planeta rochoso do tamanho de Marte chamado Theia colidiu com a proto-Terra. Esse impacto fez com que os dois corpos se fundissem e depois se separassem, formando a Terra e a Lua. Se a vida tivesse começado antes desse evento, certamente não teria sobrevivido a ele.

Marte, por outro lado, provavelmente não passou por um evento de refusão global. O planeta vermelho sofreu vários impactos no violento primórdio do Sistema Solar, mas as evidências sugerem que nenhum deles teria sido grande o suficiente para destruir completamente o planeta — e algumas áreas podem ter permanecido relativamente estáveis.

Portanto, se a vida surgiu em Marte logo após a formação do planeta, há 4,6 bilhões de anos, ela poderia ter continuado a evoluir sem grandes interrupções por pelo menos meio bilhão de anos. Após esse período, o campo magnético de Marte entrou em colapso, marcando o início do fim da habitabilidade marciana. A atmosfera protetora desapareceu, deixando a superfície do planeta exposta a temperaturas congelantes e radiação ionizante do espaço.

NEMES LASZLO/SCIENCE PHOTO LIBRARY/Getty ImagesMarte, ilustração. Marte é o quarto planeta a partir do Sol. É um mundo rochoso e desértico. Orbita o Sol a uma distância média de cerca de 227 milhões de quilômetros. Seu diâmetro é aproximadamente metade do da Terra. A cor vermelha se deve aos óxidos de ferro presentes nas rochas.
Marte se formou há cerca de 4,6 bilhões de anos

Uma questão de tempo

Mas e a Terra? Quanto tempo depois do impacto que formou a Lua surgiu a vida? Seguindo a árvore da vida até à sua raiz, chegamos a um microrganismo chamado Luca — acrônimo em inglês para “último ancestral comum universal” (last universal common ancestor). Esta é a espécie microbiana da qual descende toda a vida atual. Um estudo recente reconstruiu as características de Luca usando a genética e os registros fósseis da vida primitiva na Terra. Ele inferiu que Luca viveu há 4,2 bilhões de anos — mais cedo do que algumas estimativas anteriores.

O Luca não foi o primeiro organismo na Terra, mas uma das várias espécies de micróbios que existiam em nosso planeta nessa época. Eles competiam, cooperavam e sobreviviam aos elementos, além de se defenderem dos ataques de vírus.

Se ecossistemas pequenos, mas bastante complexos, estavam presentes na Terra há cerca de 4,2 bilhões de anos, a vida deve ter se originado antes disso. Mas quanto tempo antes? A nova estimativa para a idade de Luca é 360 milhões de anos após a formação da Terra e 290 milhões de anos após o impacto que formou a Lua. Tudo o que sabemos é que, nesses 290 milhões de anos, a química de alguma forma se tornou biologia. Esse tempo foi suficiente para que a vida se originasse na Terra e depois se diversificasse nos ecossistemas presentes quando Luca estava vivo?

A origem marciana da vida terrestre contorna essa questão. De acordo com a hipótese, microrganismos marcianos poderiam ter viajado para a Terra em meteoritos, bem a tempo de aproveitar as condições favoráveis à vida no planeta após a formação da Lua.

O momento pode ser conveniente para essa ideia. Mas como alguém que trabalha na área, meu palpite é que 290 milhões de anos é tempo suficiente para que reações químicas produzissem os primeiros organismos vivos na Terra mesmo, e para que a biologia se diversificasse e se tornasse mais complexa.

Sobrevivendo à jornada

O genoma reconstruído de Luca sugere que ele poderia se alimentar de hidrogênio molecular ou moléculas orgânicas simples. Juntamente com outras evidências, isso sugere que o habitat de Luca era um sistema de fontes hidrotermais marinhas rasas ou uma fonte termal geotérmica. O pensamento atual no campo da origem da vida é que esses tipos de ambientes na Terra primitiva tinham as condições necessárias para que a vida surgisse da química não viva.

Luca também continha um mecanismo bioquímico que poderia protegê-lo de altas temperaturas e radiação UV — perigos reais nesses ambientes da Terra primitiva.

No entanto, está longe de ser certo que as formas de vida primitivas pudessem ter sobrevivido à viagem de Marte para a Terra. E não há nada no genoma de Luca que sugira que ele fosse particularmente bem adaptado a voos espaciais.

Para chegar à Terra, os microrganismos precisariam ter sobrevivido ao impacto inicial na superfície de Marte, a uma ejeção em alta velocidade da atmosfera marciana e a uma viagem pelo vácuo do espaço enquanto eram bombardeados por raios cósmicos durante pelo menos a maior parte de um ano.

Em seguida, precisariam ter sobrevivido à entrada em alta temperatura na atmosfera da Terra e a outro impacto na superfície. Este último evento pode ou não tê-los depositado em um ambiente ao qual estivessem remotamente adaptados.

As chances de tudo isso acontecer me parecem muito pequenas. Por mais difícil que a transição da química para a biologia possa parecer, me parece muito mais fácil do que a ideia de que essa transição ocorreria em Marte, com formas de vida sobrevivendo à viagem até a Terra e, em seguida, se adaptando a um planeta completamente novo. Mas posso estar errado.

É útil examinar estudos sobre se microrganismos poderiam sobreviver a viagens entre planetas. Até agora, parece que apenas os microrganismos mais resistentes poderiam sobreviver à viagem entre Marte e a Terra. Essas são espécies adaptadas para prevenir danos causados pela radiação e capazes de sobreviver à dessecação por meio da formação de esporos.

Mas talvez, apenas talvez, se uma população de microrganismos estivesse presa no interior de um meteorito suficientemente grande, eles poderiam ficar protegidos da maioria das condições adversas do espaço. Algumas simulações em computador até apoiam essa ideia. Simulações adicionais e experimentos de laboratório para testar isso estão em andamento.

Isso levanta outra questão: se a vida chegou à Terra vinda de Marte nos primeiros 500 milhões de anos de existência do nosso Sistema Solar, por que não se espalhou da Terra para o resto do Sistema Solar nos quatro bilhões de anos seguintes? Talvez não sejamos marcianos, afinal.

Após anunciarem a separação, Paolla Oliveira e Diogo Nogueira intrigaram os seguidores quando a atriz reagiu a uma publicação do cantor no primeiro dia do ano. O pagodeiro postou uma série de fotos pronto para o primeiro show de 2026, realizado em Copacabana, e a atriz deixou um comentário que chamou a atenção dos fãs.

"Pronto para o primeiro show do ano! Benção e caminhos abertos para todos nós!! Que 2026 seja INFINITO!!", escreveu o pagodeiro. A antiga rainha de Bateria da Grande Rio demonstrou a comemoração nos comentários, por meio de emojis: um high-five, palmas e taças brindando.

Reprodução

 

Os dois, que ficaram juntos por quase cinco anos, se separaram na semana do Natal, no dia 22 de dezembro, e comunicaram que o término aconteceu de forma amigável.

“As relações se transformam e, portanto, não houve um único motivo, nem um rompimento brusco, o que existiu foi conversa, respeito e maturidade", esclareceram no anúncio.

Ainda assim, o gesto foi o suficiente para gerar especulações e até torcida para a volta do "casal borogodó". "Voltem, Paolla!", pediu um seguidor. "Se estão bem separados, maravilha. Mas, se a situação tiver solução, voltem. Vocês são muito lindos juntos", comentou outra admiradora do casal.

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