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Thayane Smith, amiga de Roberto Farias Thomaz – jovem de 19 anos que desapareceu no Pico Paraná, ponto mais alto do Sul do Brasil –, confirmou que deixou o rapaz sozinho durante a descida da trilha e pontuou que a decisão foi tomada por ela porque fazia parte de seu “estilo de vida”. Destacou, ainda, que Roberto era “lento”.

O jovem havia subido o Pico Paraná na virada do ano com a amiga para assistir ao nascer do sol do primeiro dia de 2026. Durante o retorno, no entanto, os dois se separaram. Ele ficou para trás e nunca mais foi visto.

Em entrevista, a amiga afirmou que decidiu seguir sozinha após considerar o ritmo do rapaz “lento” e porque havia outras pessoas na trilha. Segundo ela, seguir em frente sem esperar o companheiro fazia parte de sua forma habitual de realizar trilhas e corridas em montanha.

A declaração não foi aceita por familiares, montanhistas experientes e equipes de resgate, que apontam que abandonar alguém debilitado em ambiente de alta montanha representa risco extremo.

Jovem passou mal durante a subida

Relatos de testemunhas indicam que o jovem apresentou sinais claros de mal-estar durante a subida, incluindo vômitos e cansaço excessivo.

Outros trilheiros chegaram a alertar a amiga sobre a necessidade de permanecer junto dele, já que o Pico Paraná é considerado um ambiente hostil, com mudanças bruscas de clima.

Mesmo assim, a jovem seguiu em ritmo acelerado e fazendo vídeos para as redes sociais. Horas depois, já no acampamento, quando outros montanhistas perguntaram pelo paradeiro do rapaz, a amiga afirmou não saber onde ele estava.

Foi a partir desse momento que o desaparecimento passou a ser tratado como emergência, e o Corpo de Bombeiros foi acionado.

Buscas seguem intensas

As operações de resgate continuam com o uso de helicópteros, drones, câmeras térmicas, rapel e equipes especializadas em ambientes verticais.

O acesso ao Parque Estadual Pico Paraná foi parcialmente interditado para não comprometer os trabalhos.

A família do jovem acompanha as buscas na base da montanha e cobra esclarecimentos detalhados sobre a conduta da amiga e a sequência exata dos fatos.

Mesmo proibidos pela União Europeia (UE) desde 2021, ainda hoje não é difícil encontrar canudos, talheres e embalagens de isopor em balcões de comida para viagem, cafeterias e restaurantes por todo o continente.

Vários itens de uso descartável entraram na mira da UE após o consenso de que a poluição por plástico é uma das maiores ameaças ao meio ambiente – 85% do lixo que chegava às praias europeias era plástico e, desse total, quase metade era de uso único, como embalagens.

O plástico descartado pode liberar produtos químicos nocivos e pequenas partículas que ficam no meio ambiente e entram no corpo humano, aumentando potencialmente o risco de problemas graves de saúde, incluindo câncer e infertilidade. Para enfrentar esse problema crescente, a UE decidiu agir.

A lógica era simples. Bastava proibir a venda, a produção e a importação dos itens mais prejudiciais, e o problema estaria resolvido.

Mas a realidade é diferente. Cerca de 70% dos restaurantes de comida para viagem pesquisados na capital da Alemanha, Berlim, ainda oferecem itens de plástico proibidos , de acordo com um levantamento realizado pela ONG Environmental Action Germany (DUH) em 2024. Um relatório elaborado por cinco ONGs no mesmo ano constatou que itens banidos ainda estão amplamente disponíveis na maioria dos países europeus.

Mais de 400 milhões de toneladas de plástico são produzidas a cada ano em todo mundo — cerca de 50 kg por pessoa. Com a produção ainda em alta e as regulamentações globais amplamente ineficazes, os pesquisadores alertam que o problema deve piorar.

Plástico por toda parte

Uma hipótese atribui a persistência dos plásticos descartáveis após a proibição da UE aos estoques remanescentes da pandemia de Covid-19. Particularmente no auge dos lockdowns de 2020, com os salões de restaurantes fechados e as pessoas evitando comer fora, os pedidos de comida para viagem aumentaram.

Essa percepção é contestada por alguns especialistas, como Britta Schautz, da agência de defesa do consumidor de Berlim. “A proibição entrou em vigor em 2021”, disse Schautz, que passou uma década ajudando os consumidores a reduzir o uso de plástico.

Para ela, é improvável que a maioria dos restaurantes tenha sido capaz de armazenar montanhas de recipientes por tanto tempo. Schautz explica que o plástico se torna poroso e há um limite de tempo em que pode armazenar alimentos e bebidas com segurança.

Para a especialista, o descumprimento das normas por varejistas e empresas de alimentos é a razão mais provável.

O que é preciso fazer para reduzir o lixo plástico no mundo - destaque galeria
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Um litro de água engarrafada pode conter 240 mil microplásticos

Microplásticos se concentram no organismo e dificilmente são eliminados

Muitos proprietários de pequenas empresas que mudaram para substitutos de papel ou alumínio registram despesas mais altas. “É um desastre”, disse um proprietário de restaurante à DW. “Não conseguimos encontrar pratos de papel adequados e eles são caros.” Outro confirmou as dificuldades, acrescentando que distribuir canudos de plástico tinha um valor sentimental para ele.

Mas, em teoria, o sentimentalismo pode custar caro. As multas na Alemanha para quem não cumpre as regras são de até 100 mil euros (R$ 637 mil na cotação atual).

A falta de fiscalização é outro problema. Quando a DW entrou em contato com as autoridades de cinco das maiores cidades da Alemanha para perguntar como elas monitoram o cumprimento e punem os infratores, nenhuma delas conseguiu citar um exemplo de multa aplicada. A maioria disse que só age quando recebe reclamações ou, no máximo, realiza inspeções aleatórias.

Aplicar multas de forma consistente e comunicar a proibição de maneira mais eficaz seria um meio de dissuasão melhor, defende Thomas Fischer, que chefia o departamento de economia circular da Environmental Action Germany. Ele comparou o efeito a sonegar a tarifa no transporte público – se as pessoas sentissem que as violações seriam punidas, elas não o fariam, disse à DW.

Outros países tomaram medidas mais duras. O Quênia proibiu as sacolas plásticas em 2017, com multas de até 4 milhões de xelins quenianos (cerca de R$ 168,5 mil) ou até quatro anos de prisão. Ao contrário da Alemanha, não se trata apenas de uma ameaça vazia. Dois anos após a introdução da proibição, as autoridades já haviam registrado centenas de prisões e processos judiciais. Três vendedores de frutas quenianos foram presos por usar sacolas plásticas proibidas.

Formas de contornar a proibição ao plástico

O varejo online é um dos pontos cegos da lei europeia. Canudos e talheres de plástico são facilmente adquiridos nas principais plataformas, como Temu, eBay e Fruugo.

“É muito fácil encomendar plásticos proibidos de países fora da UE”, disse Schautz. ” E os fabricantes desses países não precisam cumprir a legislação da UE ao produzir esses itens.”

Mas mesmo na UE, os fabricantes exploram lacunas na lei. Alguns contornam as restrições produzindo talheres descartáveis um pouco mais grossos, rotulados como “reutilizáveis”.

“Reutilizável não significa reutilizado”, disse Nathalie Gontard, do Instituto Nacional de Pesquisa para Agricultura, Alimentação e Meio Ambiente da França, acrescentando que a proibição da UE aumentou o consumo em alguns casos.

“A lei pode ser facilmente contornada apenas aumentando a espessura”, destacou a pesquisadora de plásticos. Gontard também lembrou que empresas entraram em contato com ela durante a elaboração das proibições da UE para obter orientação. Algum tempo depois, “elas voltaram a me procurar e disseram: ‘Desculpe, mas não precisamos mais de ajuda. Vamos apenas aumentar a espessura'”.

Mosaico de legislações

Em todo o mundo, pelo menos 90 países introduziram alguma forma de proibição ao plástico. O Brasil é um dos que está na contramão global – apesar de figurar entre os dez maiores poluidores do mundo em termos de despejo de plástico nos oceanos e de ser o maior produtor de plástico da América Latina, ainda não conta com uma política pública efetiva e unificada para reduzir essa poluição.

De forma geral, cabe às administrações municipais e estaduais a definição ou não de regras para conter a proliferação de lixo plástico, como a proibição ou cobrança de taxas sobre sacolas nos mercados.

Entre os países, as regras também variam muito, visando diferentes regiões e itens. Especialistas dizem que esse sistema fragmentado pouco contribui para reduzir o desperdício.

Na Alemanha, apenas sacolas plásticas com espessura entre 15 e 50 micrômetros são proibidas. No entanto, 87% das sacolas distribuídas em 2022 se enquadravam nessa categoria, destacando a confusão em torno da lei.

Mesmo no Quênia, onde a proibição das sacolas plásticas é considerada relativamente bem-sucedida e observadores confirmam ruas mais limpas em grandes cidades como Nairóbi, o impacto do veto diminuiu. As sacolas plásticas agora estão entrando no Quênia vindas de países vizinhos sem proibições.

Um estudo de 2025 dos EUA descobriu que proibições em grande escala ou em todo o país são as mais eficazes.

“A ideia de que seremos capazes de resolver a questão país por país não é mais a solução”, disse Ximena Banegas, do Centro de Direito Ambiental Internacional. “Estamos todos apenas ‘enxugando gelo’ ao proibir um produto aqui, enquanto ele ainda é produzido em outros lugares.”

Além de pedir proibições globais, Banegas também defende a limitação da produção de plástico, uma proposta discutida nas mais recentes negociações do tratado sobre plástico da ONU, em agosto de 2025.

Após 11 dias de intensas discussões, representantes de 184 países não conseguiram chegar a um consenso para firmar o primeiro tratado destinado a enfrentar a crise global da poluição plástica. A resistência veio de uma coalizão liderada pelos países produtores de petróleo Irã, Arábia Saudita, China e Rússia, que defende a manutenção da legislação em nível nacional, com foco na gestão de resíduos e reciclagem .

Os oponentes, liderados pela Noruega, Ruanda, Canadá e 72 outros países, pressionaram por proibições mais amplas e um limite de produção. O Brasil apoiou uma proposta focada na gestão de resíduos, mais alinhado aos países produtores de petróleo. Cerca de 98% de todo o plástico é feito de combustíveis fósseis.

Nathalie Gontard disse que políticas mais rígidas já deveriam ter sido adotadas há muito tempo. “Precisamos começar agora mesmo”, disse à DW. “Mesmo que peçamos uma redução de 10% no consumo de plástico durante a próxima década, já será uma vitória”.

 

A Prefeitura de Palmeira dos Índios retomará a partir da próxima segunda-feira (12) o Programa Mais Água Agricultor 2026. A iniciativa é voltada ao enfrentamento dos efeitos da seca na zona rural do município. A ação é coordenada pela Defesa Civil Municipal e tem como objetivo garantir o abastecimento de água potável para famílias que vivem nas comunidades mais afetadas pela estiagem.

Criado em 2017, durante a gestão do então prefeito Júlio Cezar, o programa utiliza caminhões-pipa, custeados com recursos próprios do Tesouro Municipal, e também conta com parcerias estratégicas, como o apoio do Exército Brasileiro. A meta é atender às comunidades que são abastecidas por cisternas e assegurar melhores condições de vida ao homem do campo.

O coordenador da Defesa Civil Municipal Lucas Tavares destacou que a ação faz parte de um conjunto de medidas adotadas pela prefeitura para enfrentar a estiagem de forma contínua. “Além do abastecimento com caminhões-pipa, o município também investe em soluções duradouras, como a perfuração e recuperação de poços artesianos e a instalação de dessalinizadores. Essas ações complementares fortalecem a segurança hídrica das comunidades rurais”, explicou Lucas.

O secretário municipal de Segurança Pública e Defesa Civil Carlos Guruba destacou que o trabalho segue critérios técnicos para alcançar as áreas mais necessitadas. “O programa é planejado com responsabilidade e organização. Seguimos critérios definidos pela Defesa Civil para que a água chegue a quem realmente precisa. O nosso foco é minimizar os impactos da seca e assegurar o abastecimento nas comunidades mais vulneráveis”, ressaltou Guruba.

A prefeita Tia Júlia destacou o compromisso da gestão com a população rural e a importância da ação neste período de escassez hídrica. “Nós sabemos das dificuldades enfrentadas pelas famílias da zona rural durante a estiagem. O Programa Mais Água Agricultor é uma medida essencial para garantir água potável, dignidade e qualidade de vida aos nossos agricultores. É um compromisso da nossa gestão cuidar das pessoas, especialmente de quem mais precisa”, afirmou a prefeita.

 

O ano de 2026 chegou e, com ele, mudanças significativas nas regras de aposentadoria para quem está prestes a se aposentar. A reforma da Previdência, que segue alterando as normas anualmente, traz ajustes importantes, e se você já contribui com o INSS desde antes de 2019, é fundamental entender o que muda agora.

➡️ A regra geral exige que mulheres se aposentem com idade mínima de 62 anos, e pelo menos 15 anos de contribuição. Para homens, são 65 anos de idade e 20 de contribuição.

Para quem já contribuía com o INSS antes da aprovação da reforma, em novembro de 2019, o governo criou um regime de transição que prevê alterações todos os anos, até 2031, nas regras para aposentadoria.

Veja o que muda para essas pessoas em 2026: 

A idade mínima para solicitar a aposentadoria sobe seis meses em relação ao regime anterior. As mulheres precisam ter, no mínimo, 59 anos e seis meses. Para os homens, a idade mínima passa a ser de 64 anos e seis meses.

O tempo mínimo de contribuição é de 30 anos para as mulheres e de 35 para os homens.
Também há mudanças na regra dos pontos, que soma o tempo de contribuição com a idade do trabalhador. A pontuação mínima exigida será de 93 para mulheres e de 103 pontos para homens.

Ao longo desta reportagem, entenda as regras de transição da reforma da Previdência e, em seguida, veja como calcular sua aposentadoria.

⚠️ Regras de transição

As regras de transição são voltadas para quem já contribuía antes da aprovação da reforma da Previdência, e foram criadas para estabelecer uma passagem entre as exigências antigas e as atuais do benefício.
Cada uma delas pode alterar o momento em que o benefício será concedido e o valor que o trabalhador receberá. Assim, o contribuinte pode se aposentar a partir da regra que for mais benéfica para ele.
Veja detalhes de cada uma a partir dos tópicos abaixo:

Tempo de contribuição + idade mínima;
Por idade;
Pedágio de 50%;
Pedágio de 100%;
Regra dos pontos;
Calculadora do INSS.

Tempo de contribuição + idade mínima

Nesta categoria, a idade mínima para se aposentar é progressiva e sobe seis meses anualmente. Além disso, é exigido um tempo mínimo de contribuição de 30 anos para as mulheres e de 35 para os homens.

Por idade

A regra considera a idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para as mulheres, e um tempo de contribuição de 15 anos para ambos.

Pedágio de 50%

Direcionada para os trabalhadores que estavam prestes a se aposentar em 2019, a regra estabelece um "pedágio" equivalente a 50% do tempo de contribuição que faltava.

💬 EXEMPLO: Um trabalhador que já havia contribuído por 33 anos e que, antes da reforma da Previdência, tinha apenas mais 24 meses de contribuição pendentes, terá de trabalhar por mais 12 meses.

Nessa modalidade, a idade mínima exigida é de 57 anos para mulher e de 60 anos para o homem.

Pedágio 100%

A modalidade exige que o trabalhador cumpra integralmente o tempo de contribuição pendente para se aposentar. Neste método, a vantagem está no valor do benefício, que pode ser maior do que o pedágio de 50%.

Regra dos pontos

São os pontos obtidos a partir da soma entre idade e tempo de contribuição. Em 2025, a pontuação mínima será de 92 para mulheres e de 102 pontos para homens.

🧮 Calcule sua aposentadoria

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) liberou um recurso que ajuda a saber quanto tempo falta para se aposentar (por idade ou tempo de contribuição).

A simulação é feita com as informações que estão na base de dados do INSS. Também é possível incluir vínculos e alterar sua data de nascimento no momento da simulação.
O resultado gerado pela calculadora vale somente para consulta e não garante direito à aposentadoria.

Este pedido é realizado pela internet — não é necessário ir ao INSS.
Veja como acessar o simulador:

Entre no Meu INSS;
Informe seu CPF e senha;
Clique em “Do que você precisa?” e escreva “Simular Aposentadoria”;
Serão exibidas as simulações para todas as regras, antes e depois da reforma da previdência;
Clique em “Baixar PDF” para mais detalhes.

A Secretaria do Estado de Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq), através do Sine Alagoas, oferece esta semana 3.474 oportunidades com carteira assinada em 65 cargos diferentes nas cidades de Maceió, Pilar, São Miguel dos Milagres, Maragogi e Porto Calvo e Porto de Pedras. Confira também no instagram @seteqalagoas a lista completa.

Destaque esta semana para mais de 1,3 mil vagas só na capital Maceió. Confira as maiores oportunidades: Operador de Telemarketing em home office (600 vagas), Operador de Telemarketing PCD (300 vagas), Caldeireiro (140 vagas), Inspetor de Solda LP (140 vagas), Servente de obras (50 vagas), Motorista de caminhão (Cat. D ou E) (40 vagas), Pedreiro (25 vagas), Cozinheiro (15 vagas), Ajudante de Obras / Ajudante Prático (20 vagas) e muitas outras. Seguem também abertas 2 mil vagas de emprego para trabalhadores rurais em duas usinas de Porto Calvo.

Confira a lista completa a seguir:

Maceió (1.082 vagas)

Vagas Porto Calvo (2.008 vagas)

Vagas São Miguel dos Milagres (65 vagas)

*vagas com direito a alojamento

Vagas PCD Maragogi (35 vagas)

 Vagas para Porto de Pedras (28 vagas)

Vagas para Pilar (10 vagas)

Unidades do Sine Alagoas

Em todo o estado, o Sine Alagoas conta com 12 unidades de atendimento (confira endereços abaixo), oferecendo cadastro de currículo e consultas de vagas de emprego; captação de vagas e atendimento ao empresário; habilitação ou restituição do Seguro-Desemprego e orientação para emissão da Carteira de Trabalho Digital.

O Sine Alagoas também está orientando o uso da Carteira de Trabalho Digital para solicitação do Crédito do Trabalhador, uma linha de crédito oferecida pelo Governo Federal.

Para mais informações sobre as vagas disponíveis ou para oferecimento de novas vagas por empresas, entre em contato pelo whastapp (82) 98884-8974, pelo e-mail vagas.sinealagoas@gmail.com ou pelo direct do instagram @seteqalagoas.

Maceió

Sine - Central Já! Shopping Farol Sine - Central Já! Maceió Shopping Sine - Central Já! Galeria em frente ao Shopping Pátio Maceió Sine - Jaraguá Interior Sine - Central Já! Arapiraca - Partage Shopping Sine - Central Já! Carajás Marechal Deodoro Sine - Santana do Ipanema Sine - Central Já! Porto Calvo Sine - Central Já! União Dos Palmares Sine - Central Já! Penedo

Sine - Central Já Delmiro Gouveia Sine - Coruripe Sine - São Miguel dos Campos

O governo de Cuba anunciou, nesse domingo (4/1), que pelo menos 32 cubanos morreram durante os ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela, que resultaram na captura do presidente Nicolás Maduro e da esposa dele, Cilia Flores.

Em comunicado nas redes sociais, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, declarou luto nacional após a “morte de 32 combatentes cubanos na vil agressão militar dos Estados Unidos contra a Venezuela”

Captura

Os Estados Unidos atacaram, nesse sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.

O presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou a captura do presidente Nicolás Maduro e da esposa dele, Cilia Flores.

Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

Eles informaram que os cubanos que perderam a vida estavam em combate durante a ofensiva dos Estados Unidos, nesse sábado (3/1).

“Com profunda tristeza, nosso povo tomou conhecimento de que, durante o ataque criminoso perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a República Bolivariana da Venezuela, ocorrido na madrugada de 3 de janeiro de 2026, 32 cubanos perderam a vida em combate, enquanto cumpriam missões representando as Forças Armadas Revolucionárias e o Ministério do Interior, a pedido de órgãos correspondentes daquele país”, anunciou o governo.


				Cuba diz que 32 cubanos morreram em ataque dos EUA à Venezuela
— Foto: Casa Branca

Um luto de dois dias foi decretado no país após a morte dos combatentes, que, segundo Cuba, “cumpriram honrosamente seu dever e tombaram, após feroz resistência, em combate direto contra os atacantes ou em consequência do bombardeio de instalações”.

Maduro

Nicolás Maduro e a esposa, Cilia Flores, foram capturados e levados para fora do país por forças dos Estados Unidos, segundo confirmou o presidente norte-americano, Donald Trump.

Maduro está preso no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, conhecido como “a prisão dos famosos”, onde permanecerá enquanto aguarda julgamento por narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas.


				Cuba diz que 32 cubanos morreram em ataque dos EUA à Venezuela
— Foto: X / Reprodução

Segundo a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, ele responderá a uma acusação do Distrito Sul de Nova York – que inclui crimes de conspiração de narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos. A pena mínima prevista é de 20 anos de prisão, podendo chegar à prisão perpétua.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas se reúne na manhã desta segunda-feira (5/1) para discutir a operação dos Estados Unidos que capturou o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. O encontro será em Nova York e está previsto para as 10h no horário local (12h no Brasil).

O pedido de reunião foi apresentado pela Colômbia, governada por Gustavo Petro, que tem acumulado embates com o presidente norte-americano, Donald Trump. O Brasil participará do encontro, mas não terá direito a voto.

Conforme apurou o Metrópoles, o Brasil será representado pelo embaixador Sérgio Danese, que solicitará a palavra durante a sessão, embora o país não seja membro permanente do Conselho. Segundo interlocutores do Itamaraty, não haverá mudança na posição brasileira em relação à ação dos EUA contra a Venezuela.

Captura

Os Estados Unidos atacaram, no sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela.

O presidente norte-americano, Donald Trump, capturou o presidente Nicolás Maduro e a esposa dele, Cilia Flores.

Maduro passou a ser o principal alvo das ameaças de Trump. Isso porque o presidente da Venezuela é apontado como chefe do Cartel de los Soles — grupo recentemente classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.

Pelas regras da ONU, além dos membros permanentes do conselho — China, França, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos —, a Somália, que preside o colegiado em janeiro, tem direito a voto. A Colômbia é a representante da América do Sul no atual período.

A reunião ocorre após um encontro extraordinário da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). Na ocasião, o chanceler venezuelano Yván Gil classificou a operação que capturou Maduro, no último sábado (3/1), como “criminosa” e pediu aos países-membros que exijam a libertação do chavista.


				Conselho de Segurança da ONU se reúne nesta 2ª para discutir Venezuela
— Foto: X / Reprodução

“A Celac enfrenta uma responsabilidade histórica. A Celac não pode hesitar nem se dividir entre condenas tímidas e silêncios de cumplicidade. Os princípios não se negociam nem se amenizam. Ou se está do lado do direito internacional, ou do lado da lei do mais forte”, afirmou Gil, durante reunião virtual.

Anteriormente, o Brasil divulgou nota conjunta com México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha, na qual fez ponderações sobre a ação dos EUA e defendeu solução pacífica para a região “sem ingerências externas”.

No entanto, a reunião terminou sem acordo.

Relação do Brasil e da França com a Venezuela

Após os ataques, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nas redes sociais que a operação “ultrapassa uma linha inaceitável” e remete “aos piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe”, além de ameaçar a preservação da região como zona de paz.

A posição contrasta com a da França. O presidente Emmanuel Macron, aliado do petista, declarou que “o povo venezuelano está hoje libertado da ditadura de Nicolás Maduro e não pode senão celebrar”, além de afirmar que o país europeu pode apoiar um processo de transição política.

As declarações provocaram reação imediata do governo venezuelano. Gil classificou as falas como “uma intromissão inadmissível” nos assuntos internos do país, ao mencionar a possibilidade de Edmundo González, derrotado por Maduro na última eleição, conduzir a transição.

“A República Bolivariana da Venezuela rejeita da forma mais enérgica possível as declarações insolentes emitidas pelo Presidente da República Francesa, Emmanuel Macron, as quais constituem uma ingerência inadmissível nos assuntos internos de um Estado soberano e uma demonstração de profundo desconhecimento da realidade política, institucional e social do país”, disse o chanceler.

O comunicado frisou que “o povo venezuelano exerce plenamente sua soberania, conta com seu Presidente constitucional, Nicolás Maduro Moros, com suas instituições legítimas, com seus recursos naturais e com um governo que emana da vontade popular e da ordem constitucional”.

Maduro está detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, conhecido como “a prisão dos famosos”, onde permanecerá enquanto aguarda julgamento por narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas.

Segundo a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, ele responderá a uma acusação do Distrito Sul de Nova York – que inclui crimes de conspiração de narcoterrorismo, importação de cocaína e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos. A pena mínima prevista é de 20 anos de prisão, podendo chegar à prisão perpétua.

Primeiramente, não existe consumo de álcool saudável. Toda ingestão dessa substância trará algum grau de prejuízo ao organismo. Dessa forma, é necessário reduzir o máximo de danos e optar por doses mais moderadas.

O uso frequente e em grandes quantidades pode sobrecarregar o fígado, órgão responsável por metabolizar substâncias tóxicas. Com o tempo, esse esforço contínuo pode provocar danos progressivos e muitas vezes silenciosos.

No Brasil, doenças hepáticas associadas ao álcool estão entre as principais causas de internações e transplantes de fígado. Ainda assim, muitas pessoas subestimam os efeitos do consumo excessivo, especialmente quando os sintomas demoram a aparecer.

Por que o álcool afeta tanto o fígado?

O fígado atua como um filtro do organismo, transformando o álcool em substâncias menos tóxicas para posterior eliminação. No entanto, quando a ingestão é maior do que a capacidade do órgão de processar o álcool, ocorre o acúmulo de compostos prejudiciais às células hepáticas.

Álcool em excesso e o fígado: um alerta urgente - destaque galeria
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Ele abrange aspectos físicos, mentais e sociais

Faça substituições inteligentes na dieta para comer mais saudável
Praticar atividade física é essencial
 Ele permite que as pessoas vivam de forma mais equilibrada, saudável e feliz
O bem-estar contribui para a prevenção de doenças e melhora a qualidade do sono

 

O jejum intermitente ganhou popularidade como estratégia para emagrecimento e melhora da saúde metabólica. A proposta parece simples e quase milagrosa: alternar períodos de alimentação com períodos prolongados sem comer pode ser perigoso e não uma solução. No entanto, apesar dos potenciais benefícios divulgados, a prática não é universalmente segura nem eficaz para todos; em algumas pessoas, pode sim ajudar. Entender quando o jejum funciona – e quando pode ser prejudicial – é essencial para evitar frustrações e riscos à saúde.

O que acontece no corpo durante o jejum

Durante o período de jejum, o organismo passa por mudanças hormonais e metabólicas importantes. A redução da ingestão calórica leva à queda dos níveis de insulina, favorecendo o uso de gordura como fonte de energia. Em algumas pessoas, isso pode melhorar a sensibilidade à insulina, auxiliar no controle do peso e reduzir marcadores inflamatórios.

Além disso, o jejum estimula processos celulares de adaptação, como a autofagia – mecanismo relacionado à renovação celular. Esses efeitos, no entanto, dependem de fatores como duração do jejum, qualidade da alimentação nas janelas alimentares, rotina de sono, nível de atividade física e estado hormonal do indivíduo. Jejuar não é apenas ‘ficar sem comer’ – é provocar uma resposta fisiológica que pode ser benéfica ou estressante, dependendo do contexto.

Para quem o jejum pode funcionar bem

O jejum intermitente tende a funcionar melhor em pessoas com resistência à insulina, sobrepeso leve a moderado e rotina alimentar desorganizada, desde que seja feito com acompanhamento. Para esses perfis, a estratégia pode ajudar a reduzir beliscos constantes, melhorar a percepção de fome e facilitar a adesão a um padrão alimentar mais equilibrado.

Homens adultos metabolicamente saudáveis costumam tolerar melhor períodos de jejum do que mulheres, especialmente as em idade fértil. Quando bem conduzido, o jejum pode ser uma ferramenta útil, mas não substitui a qualidade da alimentação nem dispensa planejamento nutricional adequado.
Quando o jejum pode ser prejudicial

Apesar da popularidade, o jejum intermitente não é indicado para todos. Pessoas com histórico de transtornos alimentares, gestantes, lactantes, indivíduos com baixo peso, distúrbios hormonais, anemia ou uso de determinados medicamentos podem apresentar piora do quadro ao adotar a prática.

Em mulheres, o jejum prolongado pode interferir no eixo hormonal, levando a alterações do ciclo menstrual, queda de energia, irritabilidade e dificuldade para emagrecer. Em pessoas fisicamente ativas ou atletas, o jejum mal planejado pode comprometer o desempenho, favorecer a perda de massa muscular e aumentar o risco de lesões.

Existe uma forma correta de iniciar um jejum e de fazer sua finalização. Sempre se deve procurar um médico com habilidades para entender a vida do paciente e seu estágio metabólico atual. Uma boa análise é iniciar o jejum como um pensamento de autolimpeza – mudança do estilo de vida ruim para melhor.

Outro erro comum é acreditar que o jejum ‘compensa’ uma alimentação desorganizada. Comer em excesso, com baixa qualidade nutricional, durante as janelas alimentares anula possíveis benefícios e pode agravar a inflamação e a desregulação metabólica. De fato, o famoso desjejum deve ser feito com qualidade alimentar e não com a ideia de compensação.

Jejum intermitente não é atalho nem solução mágica. É uma estratégia que pode ser útil e antiga, criada para contextos específicos, mas que exige avaliação médica clínica e acompanhamento multiprofissional. Em nutrologia, o melhor plano alimentar é aquele que respeita a individualidade, promove saúde metabólica e pode ser mantido a longo prazo – com ou sem jejum.

A emergência climática está silenciosamente remodelando os caminhos de prevenção e tratamento ao vírus da imunodeficiência humana, o HIV. Um estudo recente, publicado na revista Current Opinions in Infectious Diseases, sugere que a ocorrência de eventos climáticos extremos tem aumentado a vulnerabilidade da população ao patógeno causador da aids e agravado as condições de saúde de quem já convive com o vírus.

A partir da revisão de 22 pesquisas conduzidas entre 2022 e 2024, os autores, vinculados a diferentes instituições no Canadá, observaram que a seca prolongada e a escassez de água destacam-se entre os fenômenos de maior impacto na prevenção à infecção pelo HIV. Em diversas regiões dos Estados Unidos e do continente africano, houve diminuição na testagem para o vírus e aumento nos comportamentos de risco, como o sexo transacional (troca de sexo por dinheiro, favores ou bens materiais) e as relações sexuais sem preservativo.

O trabalho também conclui que chuvas intensas e enchentes ampliam os riscos de um indivíduo se infectar. “Isso ocorre porque a destruição de uma região gera maior dificuldade de acesso às estruturas de saúde para tratamento e diagnóstico”, analisa a infectologista Fernanda Pedrosa Torres, do Einstein Hospital Israelita em Goiânia. “Além disso, existe um desvio de força para estratégias de manejo da tragédia que, por vezes, deixa de lado as medidas de prevenção”.

Embora o impacto desses fenômenos possa ser mais sentido em países subdesenvolvidos, eles também ocorrem em regiões consideradas em desenvolvimento ou já desenvolvidas. “No Brasil, existem alguns trabalhos que associam o aumento na notificação do HIV à seca na região Nordeste e às inundações no Rio Grande do Sul, por exemplo”, pontua Torres.

Um estudo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), publicado em junho na Revista Gaúcha de Enfermagem, aponta que as chuvas de 2024 em Porto Alegre impactaram a continuidade do uso da profilaxia pré-exposição (PrEP) ao HIV. Enquanto certos usuários recorreram a estratégias improvisadas, como comprar PrEP em farmácias comerciais ou receber doações, outros simplesmente suspenderam o tratamento por não conseguirem chegar aos serviços de saúde.

Efeitos individuais e coletivos

As consequências da crise climática são tanto individuais quanto estruturais. Danos a unidades de saúde, falta de transporte, deslocamentos forçados e esgotamento das equipes médicas configuram um ciclo de vulnerabilidade que enfraquece o cuidado contínuo.

A pesquisa canadense relaciona a seca a uma menor adesão ao tratamento antirretroviral (TARV), além de interrupções no acompanhamento clínico e piora nos indicadores de saúde — sobretudo na carga viral e na contagem de CD4, glóbulos brancos que indicam imunossupressão.

A falta de água e comida dificulta tomar remédios corretamente, aumenta quadros de desidratação, amplia a janela para o desenvolvimento de infecções oportunistas e provoca migrações que dificultam visitas regulares aos serviços de saúde.

No caso de desastres súbitos, como furacões, tempestades severas e incêndios florestais, pode haver interrupções abruptas em serviços, fechamento de clínicas, perda de estoques de medicamentos e falhas nas cadeias de distribuição. Além disso, há riscos adicionais de estresse pós-traumático, depressão e medo de revelar o status sorológico durante deslocamentos e abrigamentos emergenciais.

“Quando o paciente interrompe o uso de medicação ou perde acesso às clínicas médicas, ele pode ter prejuízos em seu tratamento”, frisa a infectologista. “Na prática, isso significa que uma pessoa que estava com uma carga viral indetectável pode começar a apresentar crescimento na quantidade do vírus em seu sangue e, com isso, sofrer com a destruição dos seus linfócitos, levando a um maior risco de desenvolvimento da síndrome da imunodeficiência adquirida (aids)”.

Crise climática impacta a prevenção e o tratamento do HIV - destaque galeria
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A baixa imunidade permite o aparecimento de doenças oportunistas, que recebem esse nome por se aproveitarem da fraqueza do organismo. Com isso, atinge-se o estágio mais avançado da doença, a aids

Os medicamentos antirretrovirais (ARV) surgiram na década de 1980 para impedir a multiplicação do HIV no organismo. Esses medicamentos ajudam a evitar o enfraquecimento do sistema imunológico
O uso regular dos ARV é fundamental para aumentar o tempo e a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV e reduzir o número de internações e infecções por doenças oportunistas
O tratamento é uma combinação de medicamentos que podem variar de acordo com a carga viral, estado geral de saúde da pessoa e atividade profissional, devido aos efeitos colaterais
Em 2021, um novo medicamento para o tratamento de HIV, que combina duas diferentes substâncias em um único comprimido, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

Perda global de recursos

O cenário de emergência climática pode ser agravado por fatores financeiros, segundo alerta um relatório do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/aids (Unaids) lançado em novembro. A preocupação se deve à suspensão do Plano de Emergência do Presidente dos Estados Unidos para o alívio da Aids (PEPFAR) anunciada no início de 2025 pelo governo de Donald Trump. O programa era responsável por 75% do financiamento global ao combate à epidemia de HIV.

O problema é que muitos países que dependem dessa ajuda externa enfrentam desafios agravados pelos impactos climáticos. Estima-se que só a adaptação aos efeitos das alterações climáticas deverá custar cerca de US$ 387 bilhões por ano aos cofres mundiais, reduzindo drasticamente o espaço fiscal alocado para a saúde e colocando a resposta ao HIV em risco direto.

No curto prazo, a falta desses recursos já levou ao fechamento de clínicas, à dispensa de centenas de milhares de profissionais de saúde, à ruptura de cadeias de suprimento e à escassez de medicamentos essenciais na África Subsaariana, em países como Quênia, Zâmbia, Uganda, República Democrática do Congo e Etiópia. A suspensão afetou também a capacidade de monitorar a epidemia, já que muitas equipes de gestão de dados dependiam do financiamento para atuar.

Esses efeitos foram igualmente devastadores para organizações comunitárias e serviços de prevenção. Programas para populações vulneráveis perderam quase todo o financiamento, levando a demissões, redução de atividades e encerramento de espaços de apoio.

Aproximadamente 2,5 milhões de pessoas perderam acesso à PrEP no mundo, e países como Uganda, Vietnã, Ruanda, Camarões e África do Sul registraram quedas drásticas na cobertura de prevenção, incluindo entre gestantes vivendo com HIV.

Apesar disso, o relatório destaca esforços de resiliência, sobretudo no continente africano, onde os governos têm tentado aumentar o financiamento doméstico e fortalecer a produção regional de medicamentos.

“Os serviços para HIV funcionam porque as comunidades lideram. Com as interrupções no financiamento internacional, em adição às mudanças climáticas, às desigualdades sociais e ao preconceito, vimos a lacuna de acesso ser ampliada”, relata Andrea Lilian Boccardi Vidarte, diretora e representante do Unaids no Brasil, em nota à Agência Einstein.

“As pessoas mais vulneráveis ficaram para trás e existe o risco de haver 3,9 milhões de novas infecções por HIV se a solidariedade e o compromisso político não aumentarem nos países de baixa e média renda”.

Planejamento como resposta

Para a médica do Einstein Goiânia, a chave para frear o crescimento do HIV associado à crise climática está no planejamento de políticas públicas de saúde.

“Já existem manuais de emergência voltados para algumas doenças agudas tipicamente relacionadas a eventos extremos, como a leptospirose, em situações de enchentes e inundações. No entanto, vale termos também grupos pensando em como manter as medidas de controle para infecções crônicas e sexualmente transmissíveis, como o HIV”, sugere Fernanda Torres.

Os autores do estudo canadense chegam à mesma conclusão. O artigo recomenda que o setor de saúde focado no HIV incorpore urgentemente o fator climático em suas estratégias. “Deve-se adotar estratégias que exijam menor necessidade de deslocamento das pessoas, como a telemedicina, as clínicas móveis e a descentralização dos postos de dispensação dos remédios”, exemplifica a infectologista.

Novos medicamentos também prometem não só melhorar a prevenção, mas ajudar em casos climáticos extremos. Em 2023, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o uso do cabotegravir como PrEP de administração bimestral.

O método já pode ser encontrado no setor privado, mas ainda está em fase de avaliação para ser incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2025, foi anunciado o lenacapavir, outra PrEP injetável que prevê apenas duas aplicações ao ano, a cada seis meses. Esse segue sob análise de regulação pela Anvisa.

Duas pessoas morreram e outras três ficaram feridas após um incêndio atingir um dos estabelecimentos do Shopping Tijuca, na Zona Norte do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (2). As lojas foram fechadas, e os clientes foram retirados do local.

Entre os mortos está um supervisor de segurança do shopping, que chegou a ser socorrido em estado grave e encaminhado para o hospital. Além dele, uma brigadista que também atuava no centro comercial morreu. Ela trabalhou no resgate e chegou a ser dada como desaparecida.

O incêndio começou no ar-condicionado de uma loja no subsolo do shopping. Funcionários relataram que sentiram um cheiro forte por volta das 18h30 e perceberam a fumaça. Na sequência, foram alertados por seguranças do shopping para deixarem o prédio.

Uma cliente contou que estava no cinema e, no meio de um filme, começou a ouvir um alarme sonoro. Em seguida, um funcionário entrou na sala e avisou sobre o incêndio e que era necessário sair imediatamente do shopping.

Outro frequentador mostrou preocupação porque seus remédios de uso controlado ficaram no carro no estacionamento, e ele mora em Niterói.

Bombeiros do Quartel da Tijuca foram acionados às 18h28. Em função do incêndio, a Rua Engenheiro Enaldo Cravo Peixoto foi interditada.

O shopping informou, por volta das 19h50, que houve o incêndio foi combatido inicialmente pela brigada local antes do acionamento do Corpo de Bombeiros.

O desejo de viajar sozinho está no topo da lista de objetivos para 2026 de muitas pessoas. Alguns já estão com o destino eleito, enquanto outros ainda não sabem em qual lugar querem desembarcar. E é nessa seleção que a coluna Claudia Meireles deseja ajudar, com base em uma lista de destinos desenvolvida pela revista Condé Nast Traveller.

A publicação elegeu Os 21 melhores destinos para viagens solo no mundo em 2026, levando em conta categorias como paz e tranquilidade; conexão profunda e espiritualidade reflexiva; praias isoladas, vistas inesquecíveis e exuberância; e dose rápida de energia e vitalidade.

“Quando se trata de escolher os melhores destinos para viagens solo no mundo, as opções são inúmeras”, escreveu a revista.

Confira os melhores destinos para quem quer viajar sozinho em 2026 - destaque galeria
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A região de Dolomitas, na Itália, figura entre os destinos

Estocolmo tem um estilo descolado
A ilha Dominica fica no Caribe e soma paisagens exuberantes

No artigo, a revista menciona as vantagens das viagens solo. “Quem viaja sozinho tende a desacelerar, explorar os lugares com mais cuidado e intenção, aproveitando os benefícios de um sistema mais tranquilo e de menor impacto ambiental”, salientou a Condé Nast Traveller.

Veja a lista de destinos da revista e, após sua própria aventura, nos conte se a descrição sugerida combina com a realidade:

1. Islândia: voltar revigorado;

2. Edimburgo, Glasgow e Terras Altas, na Escócia: cenas históricas;

3. Nova York, nos Estados Unidos: manter-se ocupado na cidade;

4. Tamarindo, Santa Teresa, Puerto Viejo, La Fortuna e Nosara, na Costa Rica: praias deslumbrantes;

@ Didier Marti/Getty ImagesFoto colorida de praia - Metrópoles
A revista aponta cidades da Costa Rica como destinos para viagens solo

5. Lisboa, Porto e Vale do Douro, em Portugal: surfe, restaurantes premiados e natureza

6. Dolomitas, na Itália: “caminhantes com muita energia”

7. Tóquio, no Japão: integrar-se à paisagem urbana

8. Belfast, na Irlanda: escapada urbana com tour pela história

Jerry Jacob George/Getty ImagesFoto colorida de rua de Tóquio, no Japão - Metrópoles
Entre os destinos listados, consta Tóquio, no Japão

9. Baviera, na Alemanha: passeios urbanos e bem-estar;

10. Alpes Franceses, na França: escapadas em contato com a natureza;

11. Seul, na Coreia do Sul: viajantes antenados na moda;

12. Butão: viajantes individuais que priorizam a segurança;

Harald Nachtmann/Getty ImagesFoto colorida de edificações da cidade de Baviera, na Alemanha - Metrópoles
A região de Baviera, na Alemanha, está mencionada no elenco de destinos da revista

13. Galápagos, no Equador: aventuras sofisticadas;

14. Delta no Okavango, em Botswana: observar a vida selvagem;

15. Austrália Ocidental, na Austrália: viagens tranquilas no próprio ritmo;

16. Estocolmo, na Suécia: estilo escandinavo descolado;

Getty ImagesFoto colorida de carro em safári e veados à frente - Metrópoles
Que tal observar a vida selvagem em Delta no Okavango, em Botswana?

17. Dawson, Toronto, Montreal, Vancouver, Ontário e Nova Escócia, no Canadá: aventura, por vezes, congelante;

18. Dominica: ideal para mochileiros e cena cultural vibrante;

19. Tailândia: tranquilidade e aprender novas habilidades desde gastronômicas a mergulho ou kitesurf;

20. Austin, no Texas, nos Estados Unidos: comer e beber bem;

21. Singapura: explorar culturas e culinárias.

PT STOCK/Getty ImagesFoto colorida de homem em Fort Canning Tree Tunnel, em Singapura - Metrópoles

A Polícia Militar de Alagoas (PMAL) detalhou a operação realizada na manhã dessa sexta-feira (2), em Rio Largo, que terminou com três mortos após confronto armado em uma área de mata. Segundo a corporação, o grupo alvo da ação fazia ostentação de armas nas redes sociais, mantinha um chamado “tribunal do crime” e promovia disparos de arma de fogo na região, gerando medo entre moradores.

De acordo com a PM, a ação foi desencadeada após levantamentos do serviço de inteligência que apontavam a atuação de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho na Mata da Favelinha, localizada nas proximidades do Centro de Distribuição da Carajás. A área é considerada de difícil acesso, com terreno íngreme e vegetação fechada.

A operação contou com equipes do 8º Batalhão da Polícia Militar, com apoio da Força Tática, da Companhia de Policiamento de Choque, da P2 e do suporte aéreo. Durante a incursão, os policiais realizaram um cerco em um ponto conhecido como “Pocilga da Velha”, na parte superior da mata.

Ainda conforme o relato oficial, no momento do avanço das guarnições, os policiais foram surpreendidos por disparos de arma de fogo. Cerca de seis indivíduos armados teriam corrido pela mata enquanto atiravam contra as equipes, o que levou à reação dos agentes para cessar a agressão e garantir a segurança da tropa.

Após o confronto, os policiais localizaram três pessoas feridas no local, cada uma portando uma arma de fogo, além de uma mochila e uma sacola. Os envolvidos receberam socorro imediato e foram encaminhados ao Hospital Geral Professor Ib Gatto Falcão, em Rio Largo, onde os óbitos foram confirmados pela equipe médica.

Posteriormente, a polícia identificou os mortos. Um deles era Rafael Aparecido da Silva, conhecido como “Bigolinho”, apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho em Rio Largo. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto, expedido pela 3ª Vara Criminal do município, além de investigações em andamento relacionadas a um quádruplo homicídio ocorrido em dezembro de 2024. Segundo a PM, ele já havia efetuado disparos contra guarnições em ações anteriores.

O segundo homem foi identificado como José Binho da Silva Carvalho, conhecido como “Boi”, apontado como gerente do tráfico de drogas na região da Favelinha da Carajás e aliado próximo de Rafael. A terceira pessoa foi identificada como Lidiane da Silva Lima. Conforme a corporação, todos estavam armados no momento da abordagem.

Durante a ação, foram apreendidos armas de fogo, munições, entorpecentes, balanças de precisão, caderno com anotações, objetos pessoais e R$ 118,50 em espécie. O material foi encaminhado à Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco).

Um homicídio foi registrado na noite dessa sexta-feira (2), no município de Rio Largo, na região metropolitana de Maceió. A ocorrência foi atendida por uma guarnição do 8º Batalhão da Polícia Militar, acionada inicialmente para averiguar uma possível lesão corporal provocada por arma branca.

Ao chegar ao local, próximo à Oficina do Novo, no centro da cidade, os policiais encontraram a vítima desacordada no quintal de uma residência. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito ainda no local.

Durante o atendimento da ocorrência, a companheira da vítima retornou à residência e confessou ter desferido golpes de faca contra o homem. Segundo o relato feito à polícia, a mulher alegou ter agido em legítima defesa.

A área foi imediatamente isolada para preservação do local do crime, e os órgãos competentes foram acionados. Equipes da perícia criminal e do Instituto Médico Legal (IML) estiveram presentes para os procedimentos legais.

A suspeita foi conduzida à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), sem o uso de algemas. O caso resultou na lavratura do auto de prisão em flagrante por homicídio qualificado.

bilionário Elon Musk anunciou que a Neuralink, empresa de implantes cerebrais, começará a produção em larga escala dos aparelhos em 2026. O magnata da tecnologia também afirmou que a implantação dos chips será realizada através de um processo “quase totalmente automatizado”. O comunicado foi feito na quarta-feira (31/12), através da rede social X (antigo Twitter).

“A Neuralink iniciará a produção em larga escala de dispositivos de interface cérebro-computador e passará a adotar um procedimento cirúrgico simplificado e quase totalmente automatizado em 2026”, disse o bilionário.

De acordo com Musk, os fios dos implantes atravessarão a dura-máter, camada mais externa e resistente que protege o cérebro, sem a necessidade de retirá-la. “Isso é muito importante”, destacou.

Os implantes cerebrais da Neuralink passaram a ser testados em humanos em 2024, após a empresa receber autorização da Food and Drug Administration (FDA), a agência reguladora dos Estados Unidos.

Como funciona o chip cerebral da Neuralink

O processo consiste na implantação do chip do tamanho de uma moeda no cérebro. Uma vez inserido, ele se conecta ao órgão principal do sistema nervoso por meio de fios ultrafinos que leem a atividade neural do indivíduo. O objetivo é ajudar pessoas com paralisia a controlar dispositivos eletrônicos com o pensamento, incluindo braços robóticos e computadores.

O mini dispositivo é baseado na interface cérebro-computador (BCI, na sigla em inglês), um sistema criado para permitir “mexer” em aparelhos externos utilizando somente a atividade cerebral. A tecnologia não é uma invenção da empresa de Musk, porém, o desenvolvimento da Neuralink tem dado resultados.

Quando implantado pela primeira vez, o chip ajudou o paciente pioneiro a mover um cursor na tela de computador usando apenas o cérebro. Segundo Musk, 10 mil pessoas já se inscreveram interessadas em utilizar o aparelho, mas apenas 12 usam atualmente.

Embora se apresente como uma inovação promissora, o chip cerebral da Neuralink enfrenta críticas e ceticismo por parte da comunidade científica, que questiona as questões éticas, segurança do dispositivo e transparência da empresa.

Donald Trump afirmou neste sábado (3) que Nicolas Maduro e sua esposa foram capturados após ataque à Venezuela. O país sul-americano havia afirmado mais cedo que sofrera uma "agressão militar" dos Estados Unidos após múltiplas explosões atingirem a capital, Caracas, e outras regiões do país durante a madrugada. Diante da situação, o país declarou estado de emergência.

Reprodução / Truth Social

 

O governo dos EUA não havia confirmado a autoria dos ataques. No entanto, segundo a emissora americana CBS News, fontes com conhecimento no assunto disseram que o presidente Donald Trump ordenou o bombardeio.

Segundo comunicado do governo venezuelano, ataques também ocorreram nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira, o que levou o ditador Nicolás Maduro a decretar estado de emergência nacional e a mobilizar as forças de defesa.

De acordo com testemunhas da Reuters e com imagens que circulam nas redes sociais, explosões, aeronaves e colunas de fumaça preta foram vistas em diferentes pontos da capital a partir de cerca das 2h (6h de Brasília).

Moradores relataram ainda uma queda de energia na região sul da cidade, nas proximidades de uma importante base militar.

Os EUA enviaram uma flotilha militar ao Caribe em agosto e já bombardearam quase 30 embarcações, com um balanço de mais de cem mortes. Caracas afirma que as manobras pretendem derrubar o regime venezuelano.

Na terça-feira (30), Washington realizou ataques contra mais três embarcações suspeitas de tráfico de drogas em águas internacionais, informou o Comando Sul, responsável por operações em uma área que vai do Caribe ao sul da Argentina. As embarcações viajavam em comboio, segundo as Forças Armadas americanas.

Trump havia alertado em novembro que iniciaria ataques terrestres na Venezuela e autorizou operações da CIA, a agência de inteligência dos EUA, no país sul-americano.

O presidente da Colombia, Gustavo Preto, publicou em seu perfil no X (ex-Twitter) um comunicado oficial sobre os ataques na Venezuela, afirmando que seu governo enxerga com profunda preocupação os relatos de explosões e atividades aéreas incomuns registradas no país vizinho.

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