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A inflação oficial ficou negativa no mês de agosto, ou seja, os preços ficaram mais baratos em média. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou o mês em -0,11%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o índice tinha ficado em 0,26%. Essa deflação (inflação negativa) é a primeira desde agosto de 2024 (-0,02%) e a mais intensa desde setembro de 2022 (-0,29%).

Com o resultado de agosto de 2025, o acumulado de 12 meses chega a 5,13%, abaixo dos 5,23% dos 12 meses terminados em julho, mas ainda acima da meta do governo, de até 4,5%. A conta de luz recuou 4,21% no mês, representando impacto negativo de 0,17 ponto percentual (p.p.), figurando como o subitem que mais puxou a inflação para baixo. Com isso, o grupo habitação recuou 0,90%.

A explicação está no chamado Bônus de Itaipu, desconto na conta que beneficiou 80,8 milhões de consumidores. Conforme adiantou a Agência Brasil, a bonificação compensou a bandeira tarifária vermelha 2, que adiciona R$ 7,87 na conta e luz a cada 100 Kwh consumidos. O grupo alimentação e bebidas (-0,46%) caiu pelo segundo mês seguido. O de transportes (-0,27%) também ajudou a deixar o IPCA negativo IPCA.

Inflação oficial

O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.518. A coleta de preços do IPCA é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre – além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

Entenda os diferentes índices de inflação

O índice é a principal métrica para acompanhamento da política de metas de inflação. A meta atual estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%. Desde o início de 2025, o período de avaliação da meta é referente aos 12 meses imediatamente passados e não apenas o alcançado no fim do ano (dezembro). A meta só é considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos, o que aconteceu em junho.

O orçamento das famílias brasileiras teve um alívio no mês de agosto. Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, nessa quarta-feira (10), o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, disse que o arroz se destacou com preços atrativos nas prateleiras dos supermercados. Os produtos importantes na mesa do consumidor que apresentaram redução de preços em agosto foram o tomate (-13,39%), a batata-inglesa (-8,59%), cebola (-8,69%), o arroz (-2,61%) e o café moído (-2,17%). Nos combustíveis, a gasolina teve queda de 0,94%, o etanol recuou 0,82% e o gás veicular, 1,27%.

Paulo Teixeira comemorou a redução no saco de arroz de cinco quilos. “Digamos que o carro-chefe dessa deflação é o arroz. Quem pagava no ano passado, nessa época, 5 quilos de arroz a R$ 30, R$ 27, R$ 28 -, hoje está pagando R$ 15, R$ 16, R$ 17, R$ 18”, afirmou. O ministro destacou a produção agrícola brasileira como um dos agentes de redução dos preços. Ele adiantou que os resultados do último Levantamento da Safra de Grãos 2024/2025 registraram recorde.

“Nós temos pelo terceiro ano, e será anunciada nesta quinta-feira (11), recorde de safra, foi em 2023, em 2024 e bateremos também este ano. Pelo terceiro ano também, temos recordes do Plano Safra e no investimento na agricultura. No Plano Safra em geral, cerca de R$ 500 bilhões, na agricultura familiar, R$ 78 bilhões, com a diferença que a agricultura familiar tem juros negativos, juros subsidiados”, lembrou.

Com influência da queda nos preços dos grupos habitação, alimentação e bebidas, o Brasil teve inflação negativa de 0,11% no mês passado. O resultado é 0,37 ponto percentual abaixo do registrado em julho, segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) divulgado nessa quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Esse é o primeiro índice negativo desde agosto de 2024 e o mais expressivo desde setembro de 2022. No acumulado de 2025, a inflação está em 3,15% e, em 12 meses, em 5,13%, abaixo dos 5,23% registrados nos 12 meses anteriores. Segundo o ministro, “é importante dizer que isso não tem nada a ver com o tarifaço. O tarifaço foi anterior, foi em junho que começou a deflação de alimentos e vai continuar essa tendência, com o governo atuando. O presidente Lula tem o tema do controle da inflação como uma das suas preocupações maiores”, acrescentou Teixeira.

dólar subiu nesta terça-feira (9) e fechou acima de R$ 5,43, apesar de leve recuo da moeda norte-americana ante divisas latino-americanas, em dia de alta do minério de ferro e do petróleo. Operadores dizem que o ambiente interno é de cautela diante das incertezas sobre os desdobramentos do julgamento do ex-presidente da República Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado. Com liquidez reduzida e oscilação de menos de três centavos (mínima de R$ 5,4151 e máxima de R$ 5,4394), o dólar avançou 0,35%, a R$ 5,4363. Depois de cair 3,19% em agosto, sobe 0,26% em setembro. No ano, perde 12,04% no ano.

Para o gerente de câmbio da Treviso Corretora, Reginaldo Galhardo, há receio de novas sanções ao Brasil pela administração Donald Trump em caso de condenação de Bolsonaro. Ele diz que a cúpula virtual do Brics convocada na segunda-feira (8) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforça o temor de retaliação americana e leva investidores à defensiva. “O mercado está claramente buscando proteção, o que segura esse dólar acima de R$ 5,40. A liquidez baixa mostra que há pouca disposição para tomar riscos”, afirma Galhardo

Relator da ação, o ministro Alexandre de Moraes votou pela condenação de Bolsonaro e de sete réus, entre eles o general Braga Neto, vice na chapa de 2022, e o delator Mario Cid, ex-ajudante de ordens do Planalto. O ministro Flávio Dino acompanhou Moraes. O julgamento prossegue na quarta-feira (10) a partir das 9h.

Ibovespa perde força com Vale e encerra abaixo da estabilidade, aos 141,6 mil

O Ibovespa operou colado à estabilidade ao longo da sessão, em variação restrita, de apenas 680 pontos, entre a mínima (141 605,45), do fim da tarde, e a máxima (142.285,53) desta terça-feira, em que saiu de abertura aos 141.793,84 pontos. Ao fim, marcava leve perda de 0,12%, quase no piso do dia a 141 618,29 pontos, com giro moderado como na segunda-feira, nesta terça, a R$ 18,5 bilhões. No mês, o índice acumula ganho de 0,14%, colocando o do ano perto de 18%, a 17,74%. Na semana, no agregado de duas sessões, cede 0,72%.

Mais cedo, o desempenho positivo das principais ações de commodities, em especial Petrobras (ON +1,08%, PN +0,78%), na esteira de nova apreciação do petróleo, compensava o dia misto dos grandes bancos – majoritariamente negativo no fechamento – e de outros carros-chefes da B3. Mas Vale ON, a principal ação da carteira Ibovespa, mudou de sinal em direção ao fim do dia, em baixa de 0,30%, colocando o índice da B3 em terreno negativo.

Entre as maiores instituições financeiras, as variações no encerramento ficaram entre -0,93% (Bradesco PN, mínima do dia no fechamento) e +2,15% (Banco do Brasil ON). Na ponta ganhadora do índice, Pão de Açúcar (+7,75%), Marfrig (+4,49%) e BRF (+4,12%). No lado oposto, Raízen (-4,44%), Braskem (-4,16%) e CVC (-3,77%).

Por aqui, no dia da leitura do voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, a cautela prevaleceu na B3, com os investidores evitando tomar posição em risco enquanto não se conhece a possível reação do governo Trump ao mais do que provável desfecho do julgamento na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). Na leitura do voto, Moraes sustentou que Bolsonaro atuou como “líder da organização criminosa” que, entre outras ações, planejou prisão e mesmo assassinato de autoridades, após a derrota nas eleições de 2022.

A exportação de carne bovina do Brasil está projetada para crescer 12% em 2025, em comparação com o volume de 2024, segundo a Associação Brasileira de Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC). A expectativa é que o país alcance 3,4 milhões de toneladas exportadas no próximo ano, superando as 2,89 milhões de toneladas registradas em 2024. De janeiro a agosto de 2025, o Brasil já exportou mais de 2 milhões de toneladas, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior, gerando uma receita de 10 bilhões de dólares, um crescimento de 32,9%.

O presidente da ABIEC, Roberto Perosa, destacou que o setor tem enfrentado adversidades, mas prevê um incremento de 12% no volume de exportação e 14% no faturamento. No primeiro semestre de 2025, os Estados Unidos se consolidaram como o segundo principal destino da carne brasileira, com 181.477 toneladas, representando 12,3% das vendas externas. No entanto, houve uma queda significativa nas exportações para os EUA entre julho e agosto, devido às tarifas impostas pelo presidente norte-americano Donald Trump, resultando em uma redução de 498% em relação ao mesmo período de 2024.

Apesar da queda nas exportações para os Estados Unidos, o presidente da ABIEC afirmou que o país continua sendo um destino importante para a carne brasileira. Ele ressaltou a importância de manter as negociações em Washington e destacou a expansão do setor para novos mercados, como o Japão. A expectativa é que o aumento das exportações mantenha os preços da carne no mercado interno estáveis, pelo menos no curto prazo.

Com informações de Danúbia Braga

O Governo do Estado do Ceará publicou Decreto 36.828/2025, nesta quinta-feira (4), ampliando as medidas de mitigação ao aumento de tarifas contra importações brasileiras iniciado em agosto pelos Estados Unidos. Segundo o documento, “reconhece-se, para todos os fins legais, a situação de emergência decorrente do aumento tarifário”. A medida, assinada pelo governador, Elmano de Freitas da Costa, pretende facilitar a adoção de medidas e a coordenação de ações de defesa para trabalhadores e empresas. O estado é aquele com maior predominância dos Estados Unidos como destino de exportações, acima dos 44%, vendendo produtos de siderurgia, frutas, pescados, pás eólicas e outros itens.

Seus produtos também estão entre os menos contemplados pelas exceções estabelecidas no decreto americano. Mais de 90% da pauta exportadora do Ceará para os Estados Unidos segue afetada pelo acréscimo de 50% em taxas. Entre as ações em andamento para o apoio à economia local, o governo estadual mantém aberto até esta sexta-feira (5) um edital de apoio a empresas de produção de alimentos. O estado vai comprar, daquelas que comprovarem queda no volume de exportações para os EUA, em relação à média do segundo semestre de 2024, em produtos como mel, castanha, filé de peixe, água de coco e cajuína.

Tarifas e sanções

As tarifas de 50% anunciadas pelo governo dos Estados Unidos contra produtos brasileiros estão entre as mais altas em vigor na guerra comercial promovida pelo presidente Donald Trump contra aliados comerciais. A sobretaxa faz parte de uma série de medidas postas em prática pelo governo americano contra o Brasil e autoridades brasileiras, como uma investigação comercial sobre o Pix e sanções financeiras contra o ministro do Supremo Tribunal Alexandre de Moraes.

O magistrado é relator do processo da trama golpista, em que o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados são acusados de conspirar para reverter o resultado das eleições de 2022 e tentar um golpe de Estado, que culminou nos atentados aos prédios dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

Para Trump, Moraes persegue o ex-presidente e viola a liberdade de expressão ao exigir que redes sociais de empresas americanas cumpram as leis e decisões da Justiça brasileira. Nos Estados Unidos desde março, o deputado federal Eduardo Bolsonaro foi indiciado pelos crimes de coação no curso do processo e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito por atuar em favor das sanções ao Brasil. Jair Bolsonaro também foi indiciado pelos mesmos crimes.

Câmara dos Deputados aprovou, em votação simbólica, o projeto de lei que proíbe descontos automáticos de associações e sindicatos nas contas de aposentados e pensionistas do INSS. A medida busca encerrar uma prática que, em muitos casos, ocorria sem autorização ou conhecimento dos beneficiários, resultando em fraudes investigadas pela operação Sem Desconto.

Com a nova regra, aposentados e pensionistas que desejarem contribuir com entidades deverão realizar o pagamento por outros meios, como boletos bancários. O único desconto automático que seguirá permitido é o de empréstimos consignados, desde que autorizado pelo beneficiário e dentro das normas de transparência.

O projeto segue agora para análise do Senado Federal. O tema ganhou força após denúncias de fraudes envolvendo o INSS, que motivaram investigações da Polícia Federal e a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI). A CPMI já tem confirmados para a próxima semana os depoimentos do ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, marcado para segunda-feira (8), e do ex-presidente do INSS e ex-ministro do Trabalho, José Carlos Oliveira, previsto para quinta-feira (11). Ambos devem prestar esclarecimentos sobre o esquema de desvios no instituto.

O furto de energia, conhecido como perdas não técnicas de energia elétrica no Brasil, representaram um custo de R$ 10,3 bilhões em 2024, de acordo com relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Conhecido como “gato”, o furto de energia ocorre no mercado de baixa tensão, que é composto por consumidores residenciais, pequenos comércios, escritórios e pequenas indústrias. Esse furto de energia gera também um consumo sem controle da carga distribuída. Inúmeros aparelhos, tecnicamente precários, estão conectados a essa carga furtada, o que provoca danos ao sistema e prejudica o atendimento aos demais consumidores.

As concessionárias de grande porte, que têm o mercado maior do que 700 Gwh (gigawatt-hora), são as responsáveis por fazer a gestão dos níveis dessas perdas comerciais, devido à amplitude do mercado de distribuição e à complexidade de combater práticas irregulares. A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) detalha a complexidade e os desafios impostos por essa prática, considerada crime, no estudo “Furto de energia: Perdas não técnicas”, que acaba de ser lançado. O material explica de que forma os custos com furtos impactam a tarifa de energia de todos os consumidores regulares.

O sistema elétrico brasileiro trata diariamente com perdas de energia. Parte dessas perdas é técnica, inerente ao transporte e transformação da eletricidade. Outra parte refere-se às originadas de ligações irregulares, fraudes e erros de medição ou faturamento, que têm crescido e atingiram 16,02% do mercado de baixa tensão em 2024. Além do impacto financeiro na conta de luz dos consumidores, essa prática gera consumo sem controle, podendo sobrecarregar o sistema, provocar danos à infraestrutura e prejudicar a qualidade do serviço aos demais consumidores.

De acordo com a Aneel, em 2024, as interrupções no fornecimento por roubo de energia somaram 88.870 – cada uma delas com duração média de 8,64 horas. A segurança da população também é comprometida: em 2024, 45 pessoas perderam a vida e 69 ficaram feridas em acidentes relacionados a furtos ou ligações clandestinas, de acordo com levantamento da Abradee.

“O combate ao furto de energia é uma responsabilidade coletiva. Mais do que prejuízo financeiro, as ligações clandestinas, colocam vidas em risco, sobrecarregam o sistema elétrico e penalizam o consumidor regular com tarifas mais altas. Precisamos de políticas públicas integradas, conscientização da população e reforço na fiscalização para garantir um fornecimento seguro, justo e sustentável para todos os brasileiros. Furto de energia no Brasil é equivalente ao total gerado pela usina de Tucuruí, no Tocantins, a segunda maior do país”, explicou o presidente da Abradee, Marcos Madureira.

A Associação e suas distribuidoras atuam ativamente no combate ao furto, com iniciativas como a Campanha Nacional de Segurança, que foca na prevenção de acidentes e na conscientização. As empresas têm buscado identificar e coibir os furtos com o uso de tecnologia, incluindo equipamentos mais resistentes e inteligência artificial.

O Banco do Brasil está se preparando para a possibilidade de sanções impostas pelos Estados Unidos, conforme previsto na Lei Magnitsky, que já teve impacto sobre o ministro Alexandre de Moraes. A instituição financeira está buscando orientação jurídica nos EUA e considera a possibilidade de redirecionar transações em dólar para filiais localizadas fora do território americano, embora essa estratégia necessite da aprovação do Federal Reserve.

Executivos do Banco do Brasil estão elaborando planos de contingência em resposta a possíveis sanções financeiras adicionais que possam ser impostas pelo Departamento do Tesouro dos EUA. Para isso, a instituição está consultando especialistas a fim de compreender como o governo americano monitora o sistema financeiro brasileiro e suas operações.

Recentemente, os Estados Unidos impuseram sanções a Moraes, bloqueando seu acesso a bens no país. Em resposta, o STF determinou que ordens de governos estrangeiros precisam ser aprovadas no Brasil.

As sanções contra Moraes criam um novo cenário, e caso o banco ou outros ministros sejam alvo de sanções, as instituições financeiras brasileiras poderão enfrentar dilemas éticos e legais, tendo que decidir entre cumprir as sanções ou seguir as determinações do STF. O Banco do Brasil recebeu uma notificação da Ofac sobre a Lei Magnitsky e está avaliando como proceder em relação às contas de ministros do STF, caso as sanções se tornem mais severas.

A incerteza em torno das sanções tem gerado pressão sobre as ações do Banco do Brasil, que já enfrentaram quedas devido a rumores sobre novas medidas. Além disso, a instituição alega ser alvo de desinformação por parte de apoiadores de Bolsonaro, o que pode agravar ainda mais a situação.

O Banco Central do Brasil (BC) rejeitou nesta quarta-feira (3) a compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB), segundo comunicado divulgado pelo BRB na noite de hoje.

No documento, o banco estatal informou ter solicitado ao BC a íntegra da decisão para "avaliar seus fundamentos e analisar as alternativas cabíveis". Também defendeu a aquisição como estratégica.

"O BRB reitera seu posicionamento de que a transação representa uma oportunidade estratégica com potencial de geração de valor para o BRB, seus clientes, o Distrito Federal e o Sistema Financeiro Nacional", diz o texto.

O BRB destacou que manterá acionistas e o mercado atualizados sobre possíveis desdobramentos da rescisão.

Em nota, o Banco Master também informou que aguarda ter acesso à íntegra do documento "para avaliar seus fundamentos e examinar as alternativas cabíveis".

"O banco continua confiante na sua estratégia e na sua operação, que fizeram com que se destacasse num mercado altamente concentrado", diz a instituição.

Até a última atualização desta reportagem, o Banco Central não havia se manifestado publicamente sobre a decisão.

A reprovação pelo BC foi anunciada após mais de cinco meses de análise, embora a autoridade monetária ainda tivesse quase um ano de prazo para concluir a avaliação da operação.

O acordo entre as partes, anunciado em março, previa que o BRB adquirisse 49% das ações ordinárias, 100% das preferenciais e 58% do capital total do Master — banco que preocupou o mercado por sua estratégia de captação arriscada. (leia mais abaixo)

O BRB é uma sociedade de economia mista, de capital aberto, controlada majoritariamente pelo governo do Distrito Federal (71,92%). A instituição atua em todo o DF e também está presente no Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Bahia e Paraíba.

A aprovação pelo BC seria o último passo para a conclusão do negócio, já que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) havia dado o aval à operação em junho.

A negociação vem sendo acompanhada pelo Ministério Público do DF. Após questionamentos do MP, a Justiça determinou que a compra fosse aprovada pela Câmara Legislativa do DF. No mês passado, o governador do DF, Ibaneis Rocha, sancionou o aval da Casa à aquisição do Banco Master pelo BRB.

Pressão sobre o BC

A decisão do BC ocorreu um dia depois de líderes partidários na Câmara dos Deputados apresentarem um pedido de urgência para um projeto de lei que permitiria ao Legislativo demitir diretores da autoridade monetária. O requerimento foi feito pelo deputado Claudio Cajado (PP-BA).

Nesta quarta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manifestou preocupação com o projeto.

"[Vejo] com preocupação, porque não foi conversado conosco, com o governo de uma maneira geral. E eu imagino que nem com o Banco Central [...] Eu realmente não vejo nenhuma razão para esse projeto, não vejo nenhum motivo para ele caminhar", disse.

Haddad defendeu que o Banco Central passe a ter autonomia administrativa, mas que não passe a ser uma pessoa jurídica de direito privado, conforme consta na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 65, de 2023.

"Penso que o BC tem de ter orçamento próprio para fazer frente a despesas que hoje ele não tem orçamento para fazer, dentre as quais o fortalecimento da parte regulatória", acrescentou.

A estratégia arriscada do Banco Master

O Banco Master cresceu nos últimos anos, mas com uma estratégia de captação de recursos considerada arriscada por analistas do mercado.

O banco oferecia CDBs (Certificado de Depósito Bancário) com taxas muito acima das praticadas por outras instituições, atraindo investidores com base na proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

🔎 O FGC, que protege até R$ 250 mil por investidor, oferece garantia em caso de falência de um banco associado. O fundo é formado pelas próprias instituições financeiras — ou seja, trata-se de um fundo privado que assegura os recursos dos investidores.

Portanto, o FGC torna o investimento mais seguro para quem aplica dinheiro em uma instituição associada, enquanto a própria instituição consegue atrair mais recursos graças a esse mecanismo.


				Banco Central reprova compra do Master pelo estatal BRB
Agências do Banco Master e do Banco de Brasília. — Foto: Banco Master/Divulgação e Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

A prática, considerada de alto risco, levou o BC e o Conselho Monetário Nacional (CMN) a aprovar, no mês passado, novas regras sobre o FGC. (leia mais aqui)

Na ocasião, o Banco Central informou à TV Globo que o objetivo das novas regras é “reduzir risco moral ocasionado por instituições que adotam estratégias de captação excessivamente alavancadas e baseadas em captações asseguradas”.

A norma entra em vigor em 1º de junho de 2026, com um período de adaptação.

O modelo de negócio do Master, que inclui ainda investimentos em ativos de baixa liquidez, como precatórios e participações em empresas, gerou dúvidas no mercado sobre a saúde financeira do banco.

Senado aprovou nesta terça-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 66/2023, que altera regras sobre precatórios e dívidas municipais. A medida retira o pagamento de precatórios do teto de gastos, adia em dez anos o retorno desses valores à meta fiscal e cria mecanismos de alívio financeiro para Estados e municípios, como limites para pagamento e novas condições de parcelamento de dívidas.

No segundo turno, a PEC recebeu 71 votos favoráveis e apenas 2 contrários. A promulgação está marcada para a próxima terça-feira (9). Além das mudanças sobre precatórios, o texto abre espaço permanente de R$ 12 bilhões no Orçamento a partir de 2026, ano eleitoral.

A proposta foi defendida pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), sob o argumento de que ajudará prefeituras a cumprir obrigações fiscais sem comprometer serviços públicos. Os municípios poderão renegociar débitos com a União — inclusive de autarquias e fundações — em até 360 parcelas mensais, contra as 60 atuais. Dívidas previdenciárias poderão ser quitadas em 300 vezes, em vez das 240 atuais.

O pagamento de precatórios por Estados e municípios passará a obedecer a percentuais da receita corrente líquida (RCL), variando de 1% a 5%, conforme o volume da dívida em atraso. As mesmas regras de parcelamento previstas no Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) serão estendidas às cidades. O IPCA será o índice oficial para atualização monetária e cálculo de juros dos precatórios e débitos previdenciários da União, Estados, municípios e Distrito Federal.

A partir de 2026, as despesas da União com precatórios e requisições de pequeno valor (RPVs) ficam de fora do arcabouço fiscal. Porém, o teto de gastos será reduzido na mesma proporção, evitando aumento de espaço “por dentro” do orçamento. Já em 2027, esses valores voltarão a ser gradualmente incorporados à meta fiscal, em parcelas anuais de 10%, até a reintegração total em 10 anos.

O governo conseguiu manter no texto a criação de uma margem permanente de R$ 12 bilhões no Orçamento a partir de 2026. A ministra do Planejamento, Simone Tebet, destacou que o recurso será destinado a custear o pagamento do salário-maternidade para trabalhadoras autônomas, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal.

Segundo Tebet, a PEC foi uma oportunidade de resolver a questão: “Vamos aproveitar esta PEC para resolver o problema de um meteoro que caiu na nossa cabeça (…), que é garantir às mulheres licença-maternidade paga pelo sistema público, mesmo sem contribuição. É meritório, mas vai custar mais de R$ 12 bilhões”, afirmou em 19 de agosto.

Na quarta reunião da CPMI do INSS, realizada nesta quarta-feira (quatro), o advogado Eli Cohen — responsável pelas primeiras denúncias sobre o esquema de descontos irregulares em benefícios previdenciários — apresentou novos detalhes sobre o funcionamento das fraudes.

Segundo Cohen, o esquema envolvia falsificação de documentos, uso de intermediários e fragilidades na celebração de acordos entre o INSS e entidades parceiras. Ele ressaltou que práticas irregulares persistiram mesmo após alertas iniciais. O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) destacou a necessidade de aprofundar a apuração, citando o programa Meu INSS Vale+, operado de forma exclusiva pela plataforma PicPay. O parlamentar lembrou que a iniciativa previa antecipações sem juros, mas passou a cobrar taxas e juros considerados elevados.

“A cobrança de taxas indevidas e a posterior suspensão do programa após operação da Polícia Federal não sugerem má-fé ou conivência na gestão pública?”, questionou Izalci. Outro ponto levantado pelo senador foi a manutenção de acordos com entidades sindicais, como Contag e Sindnapi, mesmo após indícios de irregularidades. “Haveria seletividade nas investigações por parte dos órgãos de controle?”, indagou. Cohen respondeu que havia incoerência na exclusão dessas entidades de medidas de bloqueio.

Paralelamente, a CPMI aprovou por unanimidade o envio ao Supremo Tribunal Federal (STF) de um pedido de prisão preventiva contra vinte e um investigados. A comissão seguirá com novas oitivas e análise de documentos da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Considerado um dos maiores esquemas já apurados no âmbito previdenciário, o caso pode ter causado prejuízos bilionários aos aposentados e pensionistas afetados pelos descontos irregulares.

O crescimento de 0,4% na atividade econômica no segundo trimestre ante o primeiro trimestre de 2025 fez o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro alcançar novo patamar recorde da série histórica iniciada em 1996. O avanço foi a 16ª taxa trimestral positiva consecutiva na comparação com o trimestre imediatamente anterior. Os dados são das Contas Nacionais Trimestrais divulgados nesta terça-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No segundo trimestre de 2025, pelo lado da oferta, o PIB de Serviços também atingiu patamar recorde, após expandir 0,6% ante o período imediatamente anterior. Já o PIB da Agropecuária, que teve ligeiro recuo de 0,1%, permaneceu próximo do nível recorde atingido no primeiro trimestre deste ano. A indústria, que avançou 0,5%, ainda está 4,2% abaixo do pico alcançado no terceiro trimestre de 2013.

Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias também operava no maior patamar da série histórica no segundo trimestre de 2025. Já a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB), ainda estava 9,2% abaixo do pico da série alcançado no segundo trimestre de 2013.

Tebet diz que PIB mostra Brasil no ‘caminho certo’, com mais renda e menos desigualdade

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou nesta terça-feira que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no segundo trimestre de 2025 mostra que o país continua no “caminho certo”, com expansão da renda e diminuição das desigualdades. “O Brasil segue no caminho certo, com mais renda e menos desigualdade. É crescimento com justiça social. Vamos seguir nesse caminho!”, publicou Tebet, nas suas redes sociais.

Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro registrou alta de 0,4% no segundo trimestre de 2025 ante o primeiro trimestre de 2025, informou na manhã desta terça-feira (2) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio próximo da mediana das estimativas dos analistas consultados pelo Projeções Broadcast, de 0,3%, com intervalo entre estabilidade (0,0%) a um avanço de 0,5%.

Na comparação com o segundo trimestre de 2024, o PIB apresentou alta de 2,2% no segundo trimestre de 2025, vindo igual a mediana positiva das estimativas coletadas pelo Projeções Broadcast, que variavam de uma elevação de 1,8% a 2,7%. Ainda de acordo com o instituto, o PIB do segundo trimestre de 2025 totalizou R$ 3,2 trilhões.

dólar subiu nesta segunda-feira (1) e voltou a se aproximar dos R$ 5,44, após ter encerrado agosto com perdas de 3,19% em relação ao real. Segundo operadores, houve um movimento de ajustes e realização de lucros, tendo como pano de fundo a cautela com o panorama fiscal doméstico e o início do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF). Também pesou contra o real o tombo do minério de ferro após dados fracos do setor de construção na China. Divisas emergentes latino-americanas, como os pesos chileno e colombiano, registraram perdas, embora mais modestas. Já o peso mexicano apresentou leve apreciação.

Após mínima de R$ 5,4149 e máxima de R$ 5,4495, o dólar à vista encerrou o pregão em alta de 0,33%, a R$ 5,4401. No ano, a moeda americana perde 11,98% ante o real, que ainda exibe o melhor desempenho entre pares latino-americanos. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) prevê superávit primário de R$ 34,5 bilhões (0,25% do Produto Interno Bruto – PIB), alinhado à meta do novo arcabouço fiscal, mas o resultado depende da exclusão de despesas como precatórios e custos de instituições científicas. Sem essas exclusões, o governo projeta déficit primário de R$ 23,3 bilhões.

Com volume financeiro muito enfraquecido pelo feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, sem negócios em Nova York, o Ibovespa iniciou setembro em leve baixa, após a renovação de máximas históricas no intradia e em fechamento na semana passada Nesta segunda-feira, 1º de setembro, oscilou dos 140.878,30 aos 141.949,94 pontos, saindo de abertura aos 141.423,06 pontos. Ao fim, marcava perda de 0,10%, aos 141.283,01 pontos, com giro a R$ 12,0 bilhões. No ano, o índice da B3 sobe 17,46%.

Na ponta ganhadora, destaque para Raízen (+5,98%), Cosan (+3,42%) e Fleury (+3,22%). No lado oposto, Auren (-3,04%), Vamos (-3,00%) e Braskem (-2,88%). Entre as blue chips, Vale subiu hoje 0,07%, na máxima do dia no fechamento, enquanto Petrobras teve desempenho misto, em leve alta de 0,23% na PN e em baixa de 0,44% na ON. Os grandes bancos também trabalharam sem direção única, com variações entre -1,40% (BB ON) e +0,81% (Itaú PN), majoritariamente em baixa no encerramento.

Além da agenda econômica da semana, com destaque para o Produto Interno Bruto (PIB) também tem o julgamento ddo ex-presidente Jair Bolsonaro, na terça-feira, no Supremo Tribunal Federal (STF). O assunto tem sido acompanhado de perto pelo governo dos EUA, na atual disputa comercial e diplomática com o Brasil, em especial desde o tarifaço anunciado em 9 de julho.

Quanto ao PIB, observa o estrategista, a leitura será importante para tomar o pulso da atividade econômica doméstica, tendo em vista a expectativa de que juros mais baixos nos EUA – caso a redução de fato venha a ser efetivada pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em setembro – reforçam a tese de antecipação do ciclo de corte da Selic, do primeiro trimestre de 2026 para, possivelmente, o último mês de 2025.

CPMI que investiga descontos indevidos em aposentadorias e benefícios do INSS realizou nesta segunda-feira (31) sua segunda oitiva. O colegiado tem prazo de 180 dias – cerca de seis meses – para concluir os trabalhos e já aprovou um plano de análise com diversos requerimentos, incluindo pedidos de quebra de sigilo bancário, convocação de escritórios de contabilidade, entidades e advogados.

O advogado ouvido nesta fase inicial é apontado como responsável por reunir documentos, registros eletrônicos e comunicações empresariais que ajudaram a revelar o alcance do esquema de filiações forjadas e cobranças ilegais sobre aposentados. Segundo parlamentares, o material levantado indica o uso irregular de dados de segurados e a participação de empresas e entidades privadas.

De acordo com o comentarista João Belut, o depoimento é importante porque o advogado foi um dos primeiros a reunir um conjunto consistente de provas. “Essas denúncias já vinham surgindo há algum tempo. Muitas pessoas notavam descontos que não reconheciam, mas a apuração não avançava. O que se espera é que esta CPMI produza um relatório firme, com provas robustas, e que os responsáveis sejam punidos”, afirmou. Belut destacou ainda que o escândalo pode envolver não apenas setores privados, mas também servidores e órgãos públicos. “Um esquema desse tamanho, que envolve fraude de dados e acesso a informações bancárias e sigilosas, certamente é multifatorial. A expectativa é que haja responsabilização real e não apenas uso político da comissão”, disse.

Já o analista Henrique reforçou que o crescimento do esquema ao longo dos anos só foi possível com a participação de pessoas dentro do governo. “É impossível que esse tipo de fraude ocorra sem envolvimento direto de quem deveria fiscalizar. O risco é que, por atingir diferentes partidos e figuras políticas, acabe prevalecendo a impunidade”, avaliou. Os comentaristas também ressaltaram que, independentemente do desfecho da CPMI, o prejuízo recairá sobre os contribuintes. “Estamos falando de uma fraude contra pessoas extremamente vulneráveis. É preciso que a punição seja exemplar, para que não fique como mais um ‘erro de sistema’”, concluiu Henrique.

A Sinqia, empresa brasileira que fornece infraestrutura para operações financeiras, foi alvo de um ataque cibernético que resultou no desvio de aproximadamente R$ 420 milhões por meio do sistema Pix. O incidente, confirmado pela empresa nesta sexta-feira (30), afetou um número limitado de instituições financeiras e levantou alertas sobre a segurança da cadeia de tecnologia que sustenta o sistema de pagamentos instantâneos no Brasil. Entre os principais atingidos pelo ataque estão o HSBC Brasil, que teve cerca de R$ 380 milhões desviados, e a Artta, uma sociedade de crédito direto, com perdas estimadas em R$ 40 milhões. Desse total, R$ 350 milhões já foram recuperados por meio de ações rápidas de bloqueio e rastreamento.

Segundo informações da própria Sinqia, o ataque foi detectado na madrugada de sexta-feira, quando atividades suspeitas foram identificadas no ambiente Pix. Como medida imediata, a empresa isolou o sistema afetado e desconectou suas operações do Banco Central, interrompendo temporariamente as transferências via Pix. A Sinqia declarou que está reconstruindo o ambiente afetado com novos sistemas de segurança e monitoramento reforçado, e que o retorno ao ar só ocorrerá após aprovação do Banco Central. Em nota, a empresa garantiu que “não há evidências de que dados pessoais tenham sido comprometidos”, e afirmou que suas demais operações seguem funcionando normalmente.

Veja nota do HSBC Brasil:

Na última sexta-feira, 29 de agosto, o HSBC identificou transações financeiras via PIX em uma conta de um provedor do banco. Nenhuma conta dos clientes ou fundos foram impactados pela operação por elas terem ocorrido exclusivamente no sistema desse provedor. O banco esclarece ainda que medidas foram tomadas para bloquear essas transações no ambiente do provedor. O HSBC reafirma o compromisso com a segurança de dados e está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

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