Paulão e Bolsonaro entram em confronto em postagens no Twitter

Paulão e Bolsonaro entram em confronto em postagens no Twitter

Postagem do presidente Jair Bolsonaro (PSL) no Twitter e comentário com emoji feito pelo deputado federal alagoano Paulo Fernando dos Santos, o Paulão (PT), provocou reação imediata do chefe da Nação e discussões entre internautas na noite desta segunda-feira (15).

Bolsonaro postou link de um vídeo assinado por Roger Oliveira e fez dois questionamentos com a base no material: Quantos de nós pode andar na multidão com a cabeça erguida? – Quantos já disseram: “Eu vencerei, do nada?” . Na sequência, Paulão respondeu com o emoji de risos no que o presidente respondeu com um “kkkkkkk”, seguido de link do jornal Estadão sobre matéria que relaciona o deputado do PT a esquema de corrupção na época em ele atuava como deputado na Assembleia Legislativa Estadual (ALE), a chamada “Operação Taturana”.

A matéria trazia como título “Deputado do PT é indiciado pela PF na Operação Taturana” e como reforço “Paulão vai responder por formação de quadrilha e peculato: esquema descobriu desvios na Assembleia Legislativa”.

Por este caso, o parlamentar alagoano chegou a ser condenado em segunda instância pelo Tribunal de Justiça de Alagoas, em 2016, o que o tornava inelegível pela Lei da Ficha Limpa, mas, por decisão monocrática do desembargador Celyrio Adamastor e mantida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Og Fernandes, ele acabou liberado para disputar a reeleição como deputado federal.
Além de Paulão, também foram condenados na operação o também deputado federal Arthur Lira (PP) e os ex-deputados Cícero Almeida, Manoel Gomes de Barros Filho (o Nelito Gomes), José Adalberto Cavalcante Silva, Celso Luiz Tenório Brandão, Maria José Viana, Cícero Amélio da Silva, além do Banco Rural. Os políticos foram acusados de desvio de R$ 300 milhões da ALE.
Após as manifestações de Paulão e Bolsonaro, vários internautas comentaram as postagens, a maioria em defesa do presidente e com críticas ao deputado, boa parte em tom de deboche. “Podia dormir sem essa?”, “Sente a estilingada”, “Toma distraído” constava entre as respostas às manifestações entre o presidente e o parlamentar.


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