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A Rússia anunciou nesta terça-feira (30) que sua postura nas negociações sobre o conflito na Ucrânia sofrerá um “endurecimento”, após acusar Kiev de atacar uma residência do presidente Vladimir Putin com drones, embora tenha se recusado a apresentar evidências.

“As consequências se traduzirão em um endurecimento da postura de negociação da Federação da Rússia“, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, em sua entrevista coletiva diária.

“Não acredito que deva haver qualquer evidência de que um ataque em larga escala com drones tenha sido executado e que, graças ao trabalho bem coordenado do sistema de defesa aérea, foi derrubado”, afirmou, após a exigência de Kiev para que Moscou apresentasse indícios da suposta agressão.

Sem “evidência plausível”

A Rússia não apresentou “evidência plausível” para apoiar sua alegação de que a Ucrânia executou um ataque em larga escala com drones contra uma das residências do presidente Vladimir Putin, afirmou o chanceler ucraniano nesta terça-feira (30).

“Quase um dia se passou e a Rússia ainda não apresentou nenhuma evidência plausível para suas acusações sobre o suposto ‘ataque da Ucrânia à residência de Putin’. E não apresentarão. Porque não há nenhuma. Nenhum ataque do tipo aconteceu”, afirmou o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Andriy Sybiga, na rede social X.

As ações de Israel na Faixa de Gaza ameaçam “a capacidade futura” dos palestinos de viver neste território, advertiu nesta sexta-feira (11) uma porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos. “A morte, a destruição, os deslocamentos, a negação de acesso às necessidades básicas em Gaza e a ideia repetida de que os habitantes de Gaza devem abandonar o território por completo despertam uma verdadeira preocupação sobre a capacidade futura dos palestinos para viver como grupo em Gaza”, declarou a porta-voz Ravina Shamdasani em um coletiva de imprensa em Genebra.

“Nossa declaração de hoje eleva nossa preocupação a um nível superior devido ao efeito cumulativo do que está ocorrendo em Gaza”, afirmou. O Alto Comissariado denunciou o impacto sobre a população civil dos ataques israelenses contra a Faixa de Gaza nas últimas semanas, indicando que “um grande porcentagem das vítimas é de crianças e mulheres”.

“Entre 18 de março e 9 de abril de 2025, cerca de 224 bombardeios israelenses foram lançados contra edifícios residenciais e abrigos para deslocados”, indicou seu gabinete em um comunicado, no qual afirmou que nos “36 ataques registrados e confirmados” pelo Alto Comissariado, as vítimas “foram até agora apenas mulheres e crianças”. Somam-se a isso “ataques e assassinatos de jornalistas palestinos”, e o Alto Comissariado lembra que atacar intencionalmente civis não diretamente envolvidos nas hostilidades constitui um crime de guerra.

Mena Suvari - Foto: Lisa O'Connor/AFP

A atriz Mena Suvari, estrela do filme “Beleza Americana” (1999), revelou que foi estuprada na infância e, anos mais tarde, obrigada por um ex-namorado a realizar fantasias sexuais que não queria. Segundo divulgado pelo The Guardian, a artista contou que namorou com um engenheiro de iluminação, cujo nome não foi revelado, que era “sórdido e abusivo”.

Além de ouvir ofensas e ser tachada de estúpida, Mena foi abusada sexualmente. O ex-namorado a coagia para ela aceitar usar brinquedos sexuais que achava desconfortáveis e a fazia escolher mulheres para praticar sexo a três com eles, incluindo as que ela conhecia nos sets de filmagens. “Eu não estava sendo amada. Eu era apenas um corpo, um receptáculo para seus desejos”, declarou a atriz. Anos depois, ela chegou a encontrar uma das mulheres que participou do ménage à trois e descobriu que o ex-namorado dizia a essas mulheres que Mena gostava desse tipo de relação.

“Foi uma grande revelação para mim, percebi como eu estava sendo manipulada e não tinha ideia.” A atriz enfatizou que não é contra o sexo a três ou o uso de brinquedos eróticos em uma relação, desde que seja consentido: “Nunca quis falar negativamente sobre coisas que podem ser muito saudáveis ​​para outras pessoas. A questão é que não tive escolha ou dei permissão para que isso acontecesse, e é isso o que foi tão destrutivo para mim”. A artista também contou que antes do namoro, quando tinha apenas 12 anos, foi estuprada por um amigo do seu irmão mais velho. Ele começou escrevendo cartas de amor para ela e depois de encorajá-la a perder a virgindade, a estuprou várias vezes em sua casa. Depois disso, ele espalhou na escola que Mena era uma “prostituta” e, envergonhada, ela negou que as relações tinham acontecido.

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