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Presidente Jair Bolsonaro em campanha na cidade de Curitiba Foto: Rodolfo Buhrer/Reuters - © Fornecido por Estadão

ENVIADA ESPECIAL/CURITIBA – Em um jantar com produtores rurais, empresários do agronegócio, lideranças do setor e parlamentares ruralistas, o presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) disse que não se pode aceitar um “golpe”.

“Sabemos o quanto está ameaçada a nossa liberdade, a liberdade de se expressar. Temos assistido com preocupação certas decisões que não condizem com o estado democrático de direito. Ninguém aqui quer dar golpe. Nós não podemos aceitar um golpe. Sabemos que a vontade popular tem de ser respeitada. Podem ter certeza que juramos dar a vida pela nossa liberdade”, afirmou Bolsonaro, conforme áudio obtido pelo Estadão/Broadcast.

As declarações foram dadas a uma plateia de cerca de 300 interlocutores do setor produtivo em um evento fechado em uma churrascaria em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Na semana passada, uma operação da Polícia Federal, autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, teve como alvo oito empresários simpatizantes do presidente Jair Bolsonaro, que teriam dito que preferem um golpe à volta do PT. Moraes determinou quebra de sigilo e bloqueio de contras dos empresários.

Logo após mencionar que a “população hoje sabe o que é STF”, disse que não iria ofender nenhum dos Poderes. “Não estamos aqui para ofender qualquer um dos poderes, mas sabemos da verdade, do que alguns querem, do que alguns pretendem mudar no Brasil”, afirmou.

Ainda sobre liberdade, o presidente afirmou que ela está em “jogo” em outubro. “Nós sabemos o que está em jogo em outubro, acima de tudo é a nossa liberdade. Se vocês hoje começarem a empobrecer, mas continuarem com liberdade, vocês recuperarão o que perderam, mas se perderem liberdade perderão tudo, inclusive a dignidade, a família, a propriedade privada, o direito de ir e vir”, afirmou Bolsonaro.

O presidente também disse que se o povo escolher mal seus representantes, o próprio povo sofrerá muito com isso. “Dizem que o poder emana do povo. Não é verdade, a não ser que o povo escolha bem seus representantes. É a luta do bem contra o mal”, apontou.

Bolsonaro voltou a atacar a oposição sobre sua facada durante a eleição em 2018. “Quando eles veem que não podem nos derrotar no voto ou de outra forma, vão para a eliminação do próximo”, disse o presidente, citando o caso de Celso Daniel e a morte de Luiz Eduardo Magalhães por enfarte. “Aos poucos, a história vai aparecendo”, afirmou

O poço de Marius Hills, um das regiões lunares com temperaturas confortáveis, em três diferentes imagens feitas pela sonda LRO. — Foto: NASA/Divulgação

A agência espacial americana (Nasa) informou que cientistas descobriram locais sombreados dentro de poços na Lua que têm temperatura constante em torno de “confortáveis 17ºC”. Os pesquisadores financiados pela Nasa utilizaram dados da espaçonave Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO). A descoberta abre perspectivas para a exploração lunar.

Dois dos poços mais proeminentes têm saliências visíveis que, segundo a Nasa, “claramente levam a cavernas ou vazios”. Os cientistas acreditam que essas saliências sejam as responsáveis pela temperatura perene - limitando o calor durante o dia, e impedindo que esfrie tanto de noite.

Mas por que isso é tão importante? Um dia na Lua dura cerca de 15 terrestres. Durante o período, a superfície do satélite natural é constantemente bombardeada pela luz solar e atinge temperaturas elevadas, até 127ºC. As noites também são extremamente frias e chegam aos -173ºC.

Desde 2009, quando esses poços foram descobertos, cientistas se perguntam se eles levam a cavernas que podem ser exploradas e usadas como abrigo, já que a superfície lunar não é tão “amigável”. Explorar a Lua é um dos principais objetivos da agência americana.

“Saber que eles criam um ambiente térmico estável nos ajuda a pintar uma imagem dessas características lunares únicas e a perspectiva de um dia explorá-las”, completou Noah Petro, do Goddard Space Flight Center da Nasa, ao portal da agência.

“Os humanos evoluíram vivendo em cavernas, e para as cavernas podemos retornar quando vivermos na Lua”, lembrou David Paige, coautor da pesquisa, ao portal da Nasa.

O lançamento da missão da Nasa que vai retornar à Lua, a Artemis I, já tem três possíveis datas: 29 de agosto, 2 de setembro e 5 de setembro. Na terça-feira, 26, a agência divulgou um trailer da missão, que mostra o foguete Space Launch System (SLS) e simula a desconexão da cápsula Orion.

O mês de julho tem sido particularmente agitado para a agência. Antes mesmo de anunciar as possíveis datas da missão Artemis I, divulgou as primeiras imagens captadas pelo telescópio espacial James Webb, exibiu fotos de Júpiter tiradas pelo mesmo observatório e ainda teve as capitais brasileiras como modelos fotográficos da estação espacial internacional (ISS).

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