CSA: Azulão se recupera na Série B e caminhada rumo ao acesso continua

CSA: Azulão se recupera na Série B e caminhada rumo ao acesso continua

Um sonho improvável no início da temporada. Quase que impossível, agora não mais.
O CSA conseguiu retomar o caminho da vitória, na noite desta terça-feira (02), no Trapichão. A caminhada para chegar ao acesso nessa reta final começa a ficar mais árdua. O jogo de ontem foi prova disso. Uma partida dura, onde o Paysandu vendeu caro a derrota, podendo até conseguir tirar pontos do CSA. Porém, como todo time que quer um acesso e que se preze, o Azulão foi frio, inteligente e competente em sua proposta de jogo.
Daqui até o último jogo, que acontece dia 24 de Novembro, contra o Juventude lá em Caxias do Sul, o time do Mutange terá mais 4 jogos em casa. Assim sendo, conseguindo as vitórias em Maceió, certamente o acesso chegará, pois nessse meio tempo existirão confrontos diretos contra Fortaleza (Fora), Avaí (Casa) e Atlético-GO (Casa), concorrentes diretos por uma vaga na Série A.
As contas estão basicamente fechadas para chegar ao objetivo maior. Na tabela, a distância para os que estão fora do G-4 aumentou. No entanto, alguns deles ainda jogam na rodada. Mas o principal já foi feito. O dever de casa. Casa essa que vem sendo importante nessa campanha, porque a expressão “Na minha casa mandou eu”, é muito bem aplicada pelo CSA.
Os azulinos estão sonhando acordados. Esperando novembro chegar. Azulinos que sofreram, choraram, mas nunca abandonaram o clube. Clube que como a Fênix, ressusrgiu das cinzas. Do fundo do poço. Se tem uma palavra para o momento do CSA, é merecimento. Pelo trabalho bem feito, a humildade de saber o quão era difícil e mesmo assim não se deslumbrar com a boa campanha. Aconteceram oscilações, sim, claro, é normal em um campeonato tão longo. Porém, quando aconteceram, o trabalho foi mais intenso e isso trouxe frutos.
Na frase clichê “O impossível é questão de opinião”, o CSA está incluso. Já está fazendo o impossível, o que ninguém imaginava. Pois, a opinião alheia nunca foi parâmetro para seu trabalho. E assim, a luta continua.


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